A segunda edição do Beltane – Festival Celta, no Parque do Carreiro Velho, em Perrães, “superou expectativas, quer no número de participantes, quer sobretudo na capacidade de realização”. Luís Rabaça, presidente da direção da Amper, entidade organizadora, louva o trabalho e a dedicação da estrutura desta IPSS, na realização de um festival de três dias, que entrou no roteiro cultural da região (com a candidatura a programa da CIRA), e depois viu correspondido todo este trabalho com uma “enorme adesão, sobretudo de pessoas externas a Perrães, que era um dos nossos objetivos”.
O dirigente garante que se está a trabalhar para que “o Beltane passe a ser marca identitária de Perrães e do Parque do Carreiro Velho”. Apesar do novo ciclo eleitoral que se aproxima, Luís Rabaça acredita que as entidades locais e regionais continuarão a apoiar este projeto.
Das inúmeras atividades e iniciativas desta segunda edição, Luís Rabaça destaca, de forma especial, dois momentos: “Desde logo o projeto comunitário RAIZ, projeto intergeracional que reuniu a nossa comunidade mais infantil com a nossa comunidade de idosos. Depois, é igualmente justo destacar o especial cuidado que houve na edição deste ano quer com a comemoração do Dia da Mãe, por exemplo com a realização da 2.ª caminhada solidária da AMPER, quer com as Famílias, que aliás foram uma (muito agradável) constante nos três dias de festival.”
Para além dos parceiros de base – CMOB, JF Oiã, CIRA, Hegisantos e grupo de jovens músicos do município -, Luís Rabaça destaca ainda e agradece ao Viv’Arte e ao Agrupamento de Escuteiros de Oiã, “bem como a dois amigos especiais que ganhámos – o Hélder (“Jogos do Hélder”) e Pedro Gomes (montagem de cobertura para o palco)”; fundamental foi também o envolvimento da estrutura técnica e humana da Amper, bem como de voluntários locais.

Oriana Pataco

Leia a reportagem completa na edição de 11 de maio de 2017 do JB