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Arquivo | Outras modalidades

Florbela Machado na Seleção Nacional

Florbela Machado, nadadora da Secção de Natação da Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, foi mais uma vez chamada, pela Federação Portuguesa de Natação, para integrar o lote dos nadadores convocados para os trabalhos da Seleção Nacional, que terão lugar a 1 de novembro, na cidade de Rio Maior. Para além de Florbela Machado, foram igualmente convocados, Ana Neto (Fluvial Portuense), Carolina Guedes (Sporting), Filipa Ruivo (ADBA), Francisca Azevedo (SAD), Paula Oliveira (FC Porto), Rita Frischknecht (SAD), André Carvalho (ADCCRIMM), Artiom Poliakov (ESJB), Diogo Sousa (ESJB), Gonçalo Carmo (CNCVG), João Santos (ANAM), Pedro Bessa (CFV), Pedro Santos (SAD), Ricardo Cotovio (SCP), Ricardo Machado (SCB), Rafael Gil (ANAM), Rodrigo Rosa (ADCCRIMM), Ruben Nunes (CAP), Tiago Oliveira (LSC), Tiago Teixeira (ADF) e Tomás Veloso (CNAC). Acompanham os referidos trabalhos, para além do diretor técnico nacional, José Machado o seu adjunto David Ferro e os treinadores Miguel Frischknecht (SAD) e Luís Cameira (SCB), convidados para acompanharem os trabalhos.

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Simão Neves campeão nacional de Sub-15

Espinho acolheu o Campeonato Nacional de Squash nos escalões de Sub-15 e Sub-19 e consagrou Simão Neves, atleta do Anadia Squash Clube, que conquistou o título nacional de Sub-15.
O anadiense (ao centro na foto) derrotou na final Guilherme Prata (Lamas). Pelas meias-finais venceu o atleta açoriano Luís Tavares e Guilherme tinha vencido o também anadiense Gonçalo Santos. Na disputa do terceiro lugar, Gonçalo venceu o atleta açoriano, classificando-se assim no terceiro lugar.
Simão Neves, com apenas 12 anos, conquista assim o seu quarto título nacional, depois de ter sido por três vezes campeão de Sub-13 em 2011, 2012 e 2014.
Também neste escalão participou Gabriel Gonçalves, que se classificou no 10.º lugar.
No escalão de Sub-15 mas no setor feminino, Anadia participou com quatro atletas. Mariana Lopo classificou-se em quarto lugar, Beatriz Dias em quinto e Beatriz Rasga e Constança Almeida ambas em sétimo.
No escalão de Sub-19 masculino, José Belo classificou-se em 5.º lugar e André Alves posicionou-se em nono lugar.
Nas atletas Sub-19, Alexandra Santos tornou-se pela segunda vez vice-campeã nacional, tendo perdido na final por 1/3 contra Catarina Nunes (Porto). A terceira e quartas classificadas foram também atletas anadienses, Iara Gonçalves e Diana Portovedo, respetivamente.

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Luso acolhe o maior curso internacional de karate

O Pavilhão Municipal do Luso vai ser palco, este fim de semana, de 10 a 12 de outubro, do 2.º Curso KSKA Aki Gasshuku Karate-Do, uma organização do Kase Ha Shotokan Ryu Karate – Do Academy e que terá na parte de toda a logística a associação Anadia Shotokan Karate-Do, sediada em Famalicão – Anadia.
A organização conta com cerca de 150 karatecas e já com 70 inscritos em representação de Portugal, Espanha, França, Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Suiça, Noruega, Escócia, Finlândia, Grécia, Israel e Kuwait. O curso incluiu 8h de treino, distribuídas por sexta (2h), sábado (4h) e domingo (2h) e cada karateca que não seja membro KSKA pagará 60 euros. No sábado, haverá um jantar para toda a comitiva, na Quinta dos Três Pinheiros e com direito a todo o espaço daquele empreendimento turístico, onde poderão assistir a Fados de Coimbra. Antes do repasto, haverá uma Assembleia Geral para deliberação das quotas e assuntos relacionados com a Academia, segundo nos transmitiu Joaquim Pacheco (4.º Dan), que é um dos intervenientes portugueses, juntamente com Rui Campar e Manuel Martins, ambos 2.º Dan.
Questionado sobre em que consiste o curso, Joaquim Pacheco (na foto) disse que visa “aprofundar os fundamentos essenciais da linha do Mestre Kase (faleceu em 2004), que é a respiração concentrada no Tanden (centro de gravidade do ser humano), que desenvolve uma força mais poderosa que uma bomba atómica, onde não existe força muscular, só respiração, que se concentra no centro de gravidade, que é o Hara”.
Haverá ainda treinos normais de Kata e Comité, tudo focado na respiração que, segundo o nosso interlocutor, “é o ponto essencial do Mestre Kase, sendo o começo para mudar a mente, atitude e a maneira de estar. Só assim é que se consegue ter uma atitude de Samurai”, acrescentando que “para nós, todo o ser humano é um inimigo. Isto é o Karate da nossa linha”.
Este é o maior acontecimento na Bairrada? Joaquim Pacheco respondeu: “Sim, é o maior evento da linha Kase, apesar de haver associações no nosso distrito que não mostram interesse em realizar este tipo de eventos visto não serem lucrativos”, justificando a sua tese que se “limitam aos cursos internos. Nos cursos internacionais só participam e se deslocam quando as suas associações ou as câmaras subsidiam e, por vezes, essas entidades não têm o real conhecimento do seu propósito”.
O 4.º Dan, do Anadia Shotokan Karate-Do, vai mais longe e diz que “é uma pena, porque como dizia o Mestre Kase, temos é que treinar e só treinar, não interessa o estilo ou a pessoa. Mas sim treinar e não só levar o saco, o Karate não é um negócio”.
A sua Associação conta neste momento com 90 karatecas, distribuídos por Famalicão – Anadia, Luso, Fânzeres e Amarante.
Brevemente abrirá na Lixa e em Braga, através da Universidade do Minho.
Esta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal da Mealhada, que disponibiliza o espaço e um autocarro para transporte dos karatecas ao Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, e da Junta de Freguesia do Luso.

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Atletas do Curigym brilham no mundial com as cores de Portugal

A cidade de Rimini, em Itália, foi palco do maior campeonato do Mundo de que há memória, sob a organização da maior federação de Kickboxing mundial (WAKO).
Com a presença de 24 atletas, três treinadores e comandada pelos selecionadores Paulo Santos e João Diogo, Portugal conseguiu mais um feito histórico, ao arrecadar três medalhas de ouro, seis de prata e três de bronze.
A participação de cinco atletas da Bairrada foi também um resultado único para o desporto da Bairrada e Região Centro do país, ao conseguir trazer uma campeã mundial, Patrícia Lourenço, um vice-campeão, André Santos e um bronze, Magda Ruas. A pequena Sara Rodrigues perdeu no combate que lhe garantia o bronze mas provou que tem atitude para ser uma próxima candidata ao pódio. Tiago Santos, uma das grandes esperanças a ser campeão mundial, não foi autorizado a combater na disciplina que foi inscrito, em virtude de ser uma disciplina de KO, pois apenas tem 14 anos. Dessa forma, a única opção foi ter feito outra disciplina que nada tem a ver com aquela que ele tanto treinou. Paulo Santos, selecionador nacional, garante que não houve qualquer negligência na sua inscrição, apenas conhecendo o potencial dele, arriscou um pouco.
A campeã do Mundo Patrícia Lourenço não teve tarefa fácil. Depois de ter eliminado várias adversárias, atuou na final com uma costela fraturada. Foi um ouro muito sofrido visto que, a dez segundos do fim, a atleta da seleção portuguesa estava a perder. Com dicas preciosas e grandes incentivos do seu treinador e selecionador Paulo Santos, que a conhece melhor do que ninguém, Patrícia conseguiu ir buscar força para marcar o ponto que precisava para trazer o ouro para a Bairrada.
André Santos, que teve a tarefa mais difícil da Seleção Nacional, ao apanhar no seu grupo 14 países no qual estavam as seleções mais fortes, apanhou na segunda eliminatória um forte candidato ao ouro de origem, bem mais velho do que o André. Destemido como sempre, o atleta da Bairrada mostrou que a sua missão era só ganhar e, naquele que foi considerado um dos melhores combates deste campeonato, garantiu a passagem à final. Com muitas mazelas nas pernas, toda a noite a gelo, jogou a final no dia a seguir, novamente com outro atleta russo, que tinha ganho a eliminatória anterior por KO ao primeiro assalto, por isso conseguiu apresentar-se mais fresco na final, onde ganhou ao atleta luso com uma diferença mínima.
O composto dos árbitros, antes do combate final começar, informou os selecionadores que se André ganhasse, não só trazia o ouro, como também o prémio de melhor atleta deste campeonato.
Magda Ruas (perdeu 52 quilos de peso corporal em 20 meses de treino) conseguiu um excelente terceiro lugar, que lhe garantiu a medalha de bronze.
Paulo Santos agradece o apoio da Junta de Freguesia de São Lourenço do Bairro, pois foi a única entidade até agora a ajudar nas despesas deste campeonato.

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Natação: Mealhada recebe Torneio Interdistrital de Cadetes

Vai decorrer no sábado, dia 19 de julho, a partir das 15h30, nas Piscinas Municipais da Mealhada, o Torneio Interdistrital de Cadetes em natação. A prova é organizada pela Associação de Natação de Aveiro, com o apoio da Câmara Municipal da Mealhada.

A entrada é gratuita.

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Infantis Femininos do FGVC continuam vitoriosos

Ao entrar na 6ª jornada do campeonao regional, só as infantis femininas estiveram em ação, deslocando-se ao campo da sua equipa perseguidora, o VilaCondense.
A equipa freigista pela primeira sentiu mais dificuldades em levar de vencida a formação contrária (3-2), sendo necessário jogar o 5.º set para confirmar a sua invensivilidade neste campeonato, dando um passo de gigante para se apurar para o campeonato nacional, um dos objetivos a atingir por este conjunto.
Nos jogos dos minis masculinos, embora tenham melhorado a sua classificação (3.º lugar), não conseguiram qualificar-se para a fase final do torneio de abertura.
Resultados: Minis: FGVC, 35 – Acad. Espinho B, 23. FGVC, 25 – Esmoriz A, 41. FGVC, 42 – Esmoriz B, 23. FGVC, 52 – Acad. Espinho C, 20. FGVC, 35 – SC Espinho, 31. FGVC, 45 – Fiães, 28. FGVC, 22 – Acad. Espinho A, 47.
Dia 1: Infantis Masculinos: Madalena – FGVC (15h). Juvenis Femininos: FGVC – Arcozelo (15h). Dia 2: Minis A: Várias (9h). Infantis Femininos: FGVC – Santo Tirso (11h).

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Equitação Adaptada – 1.º Concurso da Bairrada

Equitação Adaptada – 1.º Concurso da Bairrada

O 1.º Concurso de Equitação Adaptada da Bairrada, integrado na 5.ª Feira do Cavalo, realizou-se, na penúltima quinta-feira, dia 12.
Este foi um evento inédito na nossa região, tendo, nesta primeira edição, contado já com a presença de um total de mais de três dezenas de cavaleiros com necessidades especiais, provenientes de seis instituições do Distrito de Aveiro.
A organização do evento ficou a cargo do Evoluir – Centro de Apoio Educacional e Terapêutico e da Quinta da Azinhaga, em parceria com a Associação Equestre da Bairrada, que se assumiu como grande incentivadora da ideia, contando ainda com o apoio da Escola de Equitação.

Novos hábitos de inclusão. Após a bem sucedida participação da equipa Evoluir/Quinta da Azinhaga nas Olimpíadas de Equitação Adaptada de Ponte de Lima, Carlos Silva, do Evoluir, conta que “os responsáveis da sua equipa técnica ponderaram a possibilidade de realização de provas no âmbito desta modalidade, num recinto geograficamente mais próximo, considerando-se fundamental a igualdade de oportunidades de participação destes cavaleiros em eventos adaptados às suas características, daí a realização no Espaço Inovação, durante a Feira do Cavalo”.
Motivados pela vontade de trazer à nossa região novos hábitos de inclusão e valorização desta modalidade, e dispondo de muito pouco tempo para preparar toda a dinâmica do evento, Carlos Silva explica que “a organização optou este ano, por convidar apenas instituições locais”. “Constituídas as equipas, a maioria das instituições não hesitaram em responder positivamente ao convite que lhes foi endereçado”, refere.

Intercâmbio de experiências. “Mais do que resultados impecáveis e medalhas, esta experiência tinha como objetivo fundamental proporcionar aos cavaleiros um intercâmbio de experiências com participantes de outras escolas e a vivência de uma experiência de cariz competitivo, onde lhes é pedido, não que sejam os melhores, mas que deem o seu melhor”, acrescenta Carlos Silva, do Evoluir.
O Concurso foi constituído por provas de Volteio e Gincana, dividindo-se os participantes em grupos, consoante o seu escalão etário e grau de funcionalidade e de competências equestres.
O cartel de equipas participantes foi constituído por Evoluir/Quinta da Azinhaga, APPACDM Anadia/ Fisioclinica Marialva, Escola João Afonso de Aveiro, Escola das Barrocas, CERCIAG, e APPACDM Aveiro/Escola Equestre de Aveiro.
O responsável do Evoluir diz que, “acompanhados pelos respetivos técnicos, os cavaleiros tiveram prestações brilhantes do ponto de vista do empenho e da vontade de superar os obstáculos oferecidos pelas provas que prestaram”. “Estão de parabéns todos aqueles que aceitaram abraçar o desafio de integrar o primeiro leque de participantes deste evento inédito na região, que esperemos ter sido apenas o primeiro de muitos que darão a oportunidade a muitos cavaleiros de provar o seu valor”, acrescenta.

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Ribeira Azenha “ganha” sintético no valor  de 180 mil euros

Ribeira Azenha “ganha” sintético no valor de 180 mil euros

A Associação Desportiva Recreativa Cultural da Ribeira (ADRCR), Azenha, Vilarinho do Bairro, vai ter um campo sintético no valor de cerca de 180 mil euros, cujo protocolo, no valor de 104.516 euros, foi assinado na última sexta-feira. Setenta e cinco por cento do investimento protocolado será comparticipado pela Câmara Municipal de Anadia, enquanto que o restante valor será assegurado pela Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro. A Associação da Ribeira será responsável pela montagem do sistema de rega e ainda pela vedação do espaço. Contas feitas, o campo custará cerca de 180 mil euros.

Capacidade financeira. Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia, começou por afirmar que, sem o apoio da autarquia, a ADRCR não conseguiria fazer o campo, sublinhando que “é um grande esforço para a Câmara, para a ADRCR e para a Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro assumir este projeto”. “Se não for agora, cada vez mais será difícil, pois não acredito que as Câmaras no futuro continuem a ter a capacidade financeira para fazer mais obras”, sublinhou o autarca de Anadia, afirmando que “hoje as Câmaras não podem gastar o dinheiro onde querem”.

Valores. Relativamente ao valor do investimento, a autarquia conseguiu a obra pelo mais baixo preço, mas Litério Marques, logo, alertou: “não quer dizer que o mais barato seja o pior. As relvas que serão aplicadas obedecem a especificações europeias”.
O edil disse ainda estar disponível para apoiar outras coletividades que mostrem capacidade, dando como exemplo o que está a ser feito em Couvelha [está a ser executado um campo sintético]”.
Litério Marques afirmou ainda que “a obra servirá toda a região”, dando conta que “já são muitos aqueles que vêm de fora do concelho para utilizarem as infraestruturas da Associação de Ribeira Azenha, mormente o seu pavilhão desportivo”.
Relativamente à distribuição das responsabilidades, o protocolo assinado prevê que a Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro pague 25% do valor do protocolo (104.516 euros), e ADRCR fique responsável pela montagem do sistema de rega e pela vedação do campo. No final, o investimento deverá rondar os 180 mil euros.
“A responsabilidade da Associação é grande”, avisou Litério Marques, que se define como “um presidente na desportiva, na boa, mas sempre exigente e levo a sério todas as coisas”.

Velha aspiração. Mário Heleno, presidente da Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro, disse estar satisfeito com a assinatura do protocolo, afirmando que “é o concretizar de uma velha aspiração”.
Deu ainda conta de que a verba será paga de forma faseada, uma vez que a Junta ainda está a concluir o pagamento do seu edifício.
Já Carlos Oliveira, presidente da coletividade, disse não ter palavras para expressar a alegria que estava a viver naquele momento, dando conta que “as instalações serão feitas, na perspetiva de servir toda a região”.

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Ténis: algarvio José Ricardo Nunes vence Open de Anadia

O jogador algarvioJosé Ricardo Nunes reeditou, em Anadia, a final de Águeda, diante de Vasco Pascoal, e somou novo êxito. A 5.ª etapa do Circuito School Eventos / FPT levou ténis de bom nível até Anadia. O Complexo de Ténis viu na realização do Open de Anadia a possibilidade de dinamizar a sua actividade, projectando a criação de uma escola da modalidade.
Sob calor ardente, José Ricardo Nunes e Vasco Pascoal entregaram-se à discussão de cada ponto com vigor, embora o primeiro evidenciasse desde logo alguma frescura suplementar. Os parciais de 6-3 e 6-2 são esclarecedores e com eles José Ricardo Nunes averbou o 3.º triunfo consecutivo num Circuito onde já é líder destacado.
Antes de regressar ao Algarve para disputar o “regional”, José Ricardo deixou claro que está a jogar para chegar ao primeiro lugar do ranking.

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Armando P. da Silva homenageado no 30.º aniversário da AD Oiã

Armando Pires da Silva foi o grande homenageado pela Associação Desportiva (AD) de Oiã, na noite em que a colectividade comemorou o 30.º aniversário.
Pela voz de Francisco Alves, um dos elementos mais antigos da direcção, foram lembradas as obras emblemáticas do sócio honorário que é, actualmente, presidente da assembleia-geral da AD Oiã. Armando P. Silva “assumiu a presidência da direcção em 1984 e logo no ano seguinte surgiu a primeira obra, a bancada a sul do campo de futebol, agora substituída por uma nova”, frisou Francisco Alves. “Daí em diante, nunca mais pararam as obras nos mandatos por si presididos: instalações do polidesportivo, balneários, sede e bar, compra de terrenos para todas as instalações desportivas, construção do campo relvado natural [Estádio da Marinha] e construção de muros de vedação, campo para treinos das escolas de formação, pista para ralis e outros desportos motorizados, captação de água para rega, etc..” Uma homenagem mais do que justa, pois, “a alguém que não recua perante os obstáculos”, mesmo que isso implique sacrifícios pessoais e familiares. Por isso, também a esposa, Glória Silva, seria agraciada com um ramo de flores.
E com a família – mãe, esposa e filhos -, colegas de direcção que o acompanharam, amigos e empresas “que deram muito para as obras que estão feitas”, Armando P. Silva partilhou esta homenagem,  “que não me vai envaidecer, mas que sei que é justa”, salientou. “Dei muito a este clube, cheguei a dizer que era o meu 6.º filho, mas penso que muito há a fazer ainda”. “Gostaria que, daqui por uns anos, homenageássemos quem concretizar as obras que ainda faltam”. Neste sentido, destacaria a necessidade de um pavilhão desportivo  e ainda uma pista de desportos motorizados e a tão aguardada sede dos escuteiros.
Uma palavra também dirigida aos sócios, “que, de centenas, apenas aqui estão 10%, é pena”. “É importante que dêem alguma coisa à associação, que precisa de gente para trabalhar”.

Gratidão

A actual presidente da direcção, Laura Vela, pautaria, também ela, o seu discurso pelo valor da gratidão. Depois de agradecer a Armando P. Silva o que fez, “não só pela AD Oiã, mas também pela nossa freguesia”, outros agradecimentos apresentaria, começando pela Câmara Municipal de Oliveira do Bairro (CMOB), “por todo o apoio dado à associação pois, além de todas as obras já feitas, estamos finalmente colocando o tão sonhado relvado sintético de futebol 11”. Associadas a estas obras estão, contudo, algumas preocupações, “pois fica por terminar a vedação em volta do novo relvado, a passagem do campo para acesso aos balneários, um muro de protecção das águas pluviais, emanilhar toda a vala, a necessária iluminação e terminar as obras nos balneários novos”. Apesar destas necessidades, Laura Vela admitiria que muito já foi feito, uma vez que a AD Oiã tem hoje instalações “dignas de receber ou realizar eventos de gabarito internacional”, estando inclusive inscrita na UEFA como campo de treinos.
Para além de muitos outros agradecimentos, Laura Vela destacou “o imenso orgulho” que nutre pela equipa senior, liderada por Fernando Cruz: “os nossos jogadores conseguiram fazer aquilo que nenhum clube distrital conseguiu… vencer o campeonato invictos!”

Elogios e incentivos

Ao longo da noite, foram muitos os elogios à actual direcção e incentivos para o futuro. Mário Castelhano, representante da Associação de Futebol de Aveiro (AFA) demonstrou “o enorme orgulho pelo que a AD Oiã tem feito ao longo destes 30 anos”.
Já o presidente da Junta de Freguesia de Oiã valorizaria “um trabalho difícil à frente de uma colectividade, ainda mais quando se trata de uma mulher”.
Seria o presidente da CMOB a encerrar os discursos, afiançando que a AD Oiã pode continuar a contar com o apoio da Câmara, “mas não o pode fazer a 100% – não seria justo perante outras colectividades”, apelando aos sócios para que estejam mais próximos.
A noite não terminaria sem a entrega de muitas lembranças e o sorteio das rifas (1.º prémio – n.º 235; 2.º – 1136; 3.º – 23; 4.º – 2464).

OP

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