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II Divisão B

Futebol
II Divisão B (Zona Centro, 38ª jornada ) – Resultados/classificação

Resultados da 38ª última jornada da Zona Centro do campeonato português de futebol da II Divisão B, disputada hoje, e respectiva classificação:
Alcains – Arrifanense, 4-0
Feirense – Beneditense, 2-1
Torreense – Sp. Pombal, 0-0
Odivelas РSp. Covilḥ, 1-1
Fátima – Vilafranquense, 0-5
Sourense – Ol. Hospital, 2-3
U. Coimbra – Ol. Bairro, 2-1
Marinhense – Ac. Viseu, 1-2
Caldas РS. Jọo Ver, 1-3
Sanjoanense – Benf.Cast.Branco, 3-1

Classificação:
CASA FORA TOTAL
CL EQUIPA V E D M S V E D M S J V E D M S P
1 SP.COVILHA :16 3 0 45-11: 7 8 4 19-15:38 23 11 4 64-26:80
2 SP.POMBAL :14 5 0 33- 8: 8 6 5 24-16:38 22 11 5 57-24:77
3 TORREENSE :14 4 1 34- 7: 7 4 8 31-31:38 21 8 9 65-38:71
4 ODIVELAS :13 4 2 41-18: 7 5 7 22-24:38 20 9 9 63-42:69
5 AC.VISEU :15 3 1 43-17: 3 10 6 22-27:38 18 13 7 65-44:67
6 SANJOANENSE :10 7 2 34-16: 6 5 8 19-22:38 16 12 10 53-38:60
7 FEIRENSE :11 5 3 31-18: 6 3 10 19-25:38 17 8 13 50-43:59
8 OLI.BAIRRO :12 3 4 42-26: 3 8 8 16-24:38 15 11 12 58-50:56
9 SAO JOAO VER:10 7 2 30-19: 4 6 9 20-28:38 14 13 11 50-47:55
10 VILAFRANQ. :12 4 3 32-12: 2 8 9 19-29:38 14 12 12 51-41:54
11 CALDAS : 9 6 4 36-25: 5 4 10 26-40:38 14 10 14 62-65:52
12 FATIMA :10 5 4 30-25: 3 3 13 17-37:38 13 8 17 47-62:47
13 BENFICA CB : 6 4 9 31-31: 6 5 8 29-34:38 12 9 17 60-65:45
14 OLI.HOSPITAL: 7 8 4 25-22: 4 3 12 24-33:38 11 11 16 49-55:44
15 MARINHENSE : 8 6 5 26-24: 3 3 13 20-40:38 11 9 18 46-64:42
16 U.COIMBRA : 8 7 4 27-24: 2 2 15 15-41:38 10 9 19 42-65:39
17 SOURENSE : 9 2 8 33-37: 1 6 12 10-37:38 10 8 20 43-74:38
18 BENEDITENSE : 8 2 9 22-26: 2 2 15 23-42:38 10 4 24 45-68:34
19 ARRIFANENSE : 6 6 7 20-21: 2 1 16 17-47:38 8 7 23 37-68:31
20 ALCAINS : 6 4 9 22-22: 0 3 16 17-45:38 6 7 25 39-67:25

Sporting da Covilhã ascende à II Liga.

Sourense, Beneditense, Arrifanense e Alcaíns despromovidos à
III Divisão. União Coimbra apurado para a poule dos 16/os
classificados da II divisão B.

(2 Jun / 22:16)

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Troviscal

Troviscal

Dia de promessas

Dezenas de escuteiros marcaram presença, no último domingo, dia 26, nas promessas que o Agrupamento 480 – São Bartolomeu – realizou durante a Eucaristia dominical.
Foram muitos os jovens que pela primeira vez receberam o lenço, amarelo, dos lobitos, e muitos outros que, como forma de continuar a sua caminhada, passaram para exploradores, pioneiros e caminheiros.
É sempre salutar estes movimentos de juventude.

(28 Mai / 9:52)

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Pluralidade

O Quebra cabeças das festas religiosas populares

António Marcelino*

Trata-se por certo, de um dos problemas pastorais, o das festas, mais difíceis de resolver, com respeito e coerência. A festa faz parte da vida e tem em si um valor social e cultural importante. Recordo sempre, quando vem ao caso, aquele homem bom que me falava com entusiasmo da festa anual da sua terra e me dizia que, durante uma semana à noite, porque de dia o trabalho não esperava, se encontrava toda a povoação, novos e menos novos, para se divertirem ao toque de uma concertina. “Toda a semana?” perguntei eu, como que a insinuar que eram talvez dias a mais de arraial e de folguedo.
“São as nossas férias e olhe que nos fazem bem a todos” Assim ouvi, com muita seriedade da parte de quem dizia. E eu concordei.
Nas nossas terras a dimensão popular da festa, com a convivência das famílias, a participação de todos na preparação, o acolhimento caloroso de fora, o costume de enfeita com flores e verdura as ruas e as casas, a banda de música, sem a qual a festa não era festa, a missa cantada por todos e a procissão, “como não há outra aqui nas redondezas”, praticamente perdeu-se ou está a perder-se. Agora, nas festas à moderna, a família toda, mal se encontra; a ornamentação das ruas, sempre igual, sem gosto nem novidade, está a cargo dos enfeitadores de norte, a banda desapareceu ou foi abalada por conjuntos ruidosos,; os cantores vindos de fora, uma novidade que os contratadores souberam explorar, pouco cantam anedotas sujas para alegrar parolos, mas pagam-se como artistas de renome; as cantadeiras, meio despidas, também elas importadas, disfarçam a pobreza da voz e das canções, com trejeitos ao sabor da plebe. A procissão é negociada no seu trajecto para que os visitados paguem mais e, a missa que não demore muito para não prejudicar a quermesse… Esta narração fica aquém da realidade de muitas terras por esse país fora, embora não falte quem se empenhe para que as festas se façam com a dignidade e a seriedade que merecem.
Como se chegou aqui? Mas não são se as festas, religiosas, ao mesmo tempo que populares? Não há para que as festas respeitem e exprimam a sua dimensão cristã, educando também o povo?
Comecei por dizer que as festas eram um quebra cabeça e aí vai, a meu ver, a razão principal. As festas dão trabalho e responsabilidades, provocam reacções no povo, são ocasião de tensões, emulações e bairrismo, há normas a cumprir e muita gente não se quer meter nisso. Isto dá ocasião muitas vezes a que apareça na organização gente alheia à igreja, sem sensibilidade cristã, a gostar de dar nas vistas e de mostrar poder, disposta a passar por cima de tudo e de todos, para que se possa dizer que “a festa deste ano foi muito melhor que a do ano passado…” Por outro lado, o povo, por vezes, entra no jogo, dá mais “se vier tal artista, se a procissão for à minha rua, se os foguetes forem tantos que façam inveja à terra vizinha…” E como quem manda é o dinheiro…
Vimo-nos empenhado, e vejo que igual esforço se faz noutras dioceses, para que as festas tenham uma verdadeira tónica religiosa e o santo festejado não seja um apêndice necessário para que o povo dê, se entenda que a dimensão cristã não é obstáculo à alegria e ao convívio do povo; que o sentido familiar e social seja possível; que haja moderação nas despesas e se veja como ajudar necessidades reais da paróquia e das pessoas que pela influência de empresários de conjuntos e cantadores, o povo não seja colonizado, nem destruída a riqueza das suas tradições e da sua cultura, bem a sua maneira de sentir e de viver as coisas que lhes dizem respeito.
Não dizemos que habitantes alheios à vida da paróquia não possam colaborar. mas não é normal que eles cheguem e se arvorem em donos das festas e imponham critérios que lhes são alheios. Para recuperar, o povo cristão tem uma palavra e deve dizê-la.

*Bispo de Aveiro

(23 Mai / 17:04)

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Bancada

Visto da Bancada

Pampilhosa volta a ganhar avanço

Manuel Zappa
zappa@jb.pt

Esta era uma jornada que podia clarificar muita coisa na corrida pelo segundo lugar entre os candidatos reais à subida: Pampilhosa, Alba e Mealhada. Não clarificou, mas ajudou aos ferroviários (golearam o Cortegaça) que ficaram um pouco mais libertos da pressão, dado que voltaram a ganhar pontos aos dois adversários.
O Alba deixou dois pontos em Rio Meão que, não sendo um resultado de todo negativo, permitiu ao Pampilhosa ficar de novo com três pontos de vantagem, que na prática serão quatro.
Quem se atrasou, talvez de forma irremediável, foi o Mealhada, que não conseguiu passar na Mourisca. Mourisquense que já não ganhava há várias jornadas e, deste modo, ficou com a sua vida desafogada.
Por seu turno, a LAAC não conseguiu aproveitar esta conjectura ao ceder dois pontos em casa diante do Paços de Brandão, o que, a ser uma realidade, permitiria aos homens da Canada subirem ao quarto lugar e ficaram mais perto do segundo.
Nas outras andanças da classificação quem ficou para trás foi o Fermentelos que, ao perder em casa, com o Valonguense, hipotecou praticamente todas as hipóteses de se manter no escalão principal do futebol aveirense. E como descem sete equipas!
Quem também marcou passo mas, com tudo ainda em aberto foi o Oiã, que foi goleado em Castelo de Paiva, sucedendo o mesmo ao Bustos, em Souto da Feira, mas este com o seu destino há muito traçado.
Oianenses que visitam o Mealhada, num jogo que não será nada fácil para a equipa de Guerets e onde os locais só terão os olhos na vitória para não perderem de vista o segundo lugar.
O Pampilhosa vai de abalada até Bustelo e também não pode perder, nem sequer empatar. Os locais estão a meio da tabela, mas não estão libertos da descida, o que torna ainda mais difíceis as contas dos bairradinos.
No mesmo cenário encontra-se o Alba. Apesar de receber o Mourisquense, os confrontos entre estas duas equipas costumam ser férteis em surpresas. É mais do que óbvio de que os albergarienses não vão deixar fugir a oportunidade para somarem mais três pontos, mais ainda quando jogam em casa.
A LAAC joga em Cortegaça e não terá pêra doce perante um adversário que tem feito uma boa segunda volta, mas o empate não é de descurar.
Ambos jogando em casa, Bustos e Fermentelos irão cumprir calendário, respectivamente, frente a Rio Meão e Paivense, embora o segundo ainda tenha remotas possibilidades de sonhar com a manutenção, pois matematicamente ainda é possível, dado que conta com um jogo em atraso.

II DIVISÃO

O Aguinense despediu-se desta primeira fase dos seus adeptos com mais uma goleada. A vítima foi o VN Monsarros, que já tem o seu destino traçado.
O NEGE venceu o Requeixo pelo mesmo resultado, enquanto o Calvão foi à Borralha vencer de forma fácil a formação local.
Ao empatar na Moita, o Luso foi estragar a permanência do Moitense, apesar de ter tudo em aberto para o conseguir.
Quem deu um passo importante nessas contas foi o Águas Boas, que foi vencer ao Barcouço, dependendo agora de si próprio para garantir a tão almejada manutenção. Para isso terá de vencer na derradeira jornada, em casa, o Covão do Lobo.
Estas e outras serão as grandes certezas da última jornada e da possibilidade do Aguinense terminar o campeonato sem derrotas.
Para além do Águas Boas, também o Moitense não pode perder em Calvão, embora uma eventual derrota dos homens da Moita lhe permita ficar neste escalão, desde que os outros resultados lhes sejam favoráveis.
Quem poderá dar uma ajuda a estas equipas é o Luso, que joga em casa com o Paradela, também em maus lençóis e mesmo o VN Monsarros na recepção à BARC, que também está embrulhada no naipe de equipas que lutam pela sobrevivência.
Como atrás se disse, o Aguinense joga a sua invencibilidade em Oliveirinha. Será o derradeiro jogo para pôr à prova todas as capacidades da equipa, mas, se não foi até agora derrotada, acreditamos que também não o irá ser na última jornada.

III DIVISÃO

No primeiro jogo de apuramento de campeão da Terceira Divisão, o Famalicão aproveitou muito bem o factor casa e derrotou o Caldas de São Jorge por 3-1.
Um resultado que permite aos bairradinos encarar o jogo da segunda mão com alguma tranquilidade. Caso os locais marquem dois golos, o título ficará no Norte. Mas quem conseguiu marcar três, também é capaz de marcar pelo menos um. Era bom que isso acontecesse.

(21 Mai / 10:43)

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Oliveira do Bairro

Oliveira do Bairro

Quarteto de Cordas London Quartet

O Quarteto de Cordas London Quartet actuará amanhã, dia 18 de Maio (sábado), no salão da Santa Casa de Misericórdia de Oliveira do Bairro, pelas 21 horas.
Procurando dar aos leitores mais alguma informação sobre este agrupamento, diremos que foi fundado em 1991 no Royal College of Music, em Londres, por Sebastian See-Schierenberg e Jeremy Lake, ambos ingleses. Mais tarde, adquiriu a sua formação definitiva com o violinista espanhol Pablo Carreras e a violetista portuguesa, Raquel Massadas, natural de Fermentelos, ambos graduados também pelo Royal College of Music.
O London Quartet tem tido uma intensa actividade concertística em toda a Europa, Estados Unidos, Malásia e Hong Kong, em auditórios de grande prestígio como o Southbank, Kings College Cambridge, Symphony Hall em Birmingham e Dewan Philarmonic Petronas, na Malásia.
Os membros do Quartet têm tocado com orquestras de renome como The Royal Philarmonic, English Soloists Ensemble e Chamber Orchestra of London.
Recentemente, o Quarteto tem actuado em diversas cidades portuguesas, em conjunto com o soprano Joaquina Ly, que estará presente na segunda parte deste Concerto na Santa Casa da Misericórdia, interpretando árias de Vivaldi e Händel.
A primeira parte do Concerto será dedicada ao Barroco italiano, com obras de Vivaldi e Corelli.
A grande qualidade destes intérpretes levou o Círculo de Cultura Musical da Bairrada a formular convite ao violinista Sebastian See-Schierenberg para orientar os próximos Cursos de Verão 2002, na classe de violino, convite que foi aceite.
Julgamos, pois, que teremos uma noite que marcará a vida artística da Bairrada e, mais uma vez, com a participação de excelentes intérpretes da nossa terra.
Oxalá o público continue a dar-lhes o apoio que bem merecem.

(17 Mai / 10:05)

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Palhaça

Palhaça

Adrep 2002 – Torneio de Futsal

A ADREP vai realizar, mais uma vez, um Torneio de Futsal, com início marcado para 27 do corrente.
Os prémios são aliciantes. Veja-se:
1º classificado, 400,00 Euros
2º classificado, 250,00 Euros
3º classificado, 150,00 Euros
4º classificado, 50,00 Euros
Disciplina, 125,00 Euros
Muitas medalhas e taças em disputa:
– Medalhas para as quatro equipas primeiras classificadas.
– Taça para as primeiras equipas da 1ª fase
РTa̤a para todas as equipas que terminem o Torneio
РTa̤a de disciplina
РPr̩mio para o melhor marcador do Torneio
РPr̩mio para o guarda redes menos batido do Torneio.
РPr̩mio Fair Play
Inscrições até ao dia 24 de Maio, às 21 horas, no pavilhão Dr. José de Carvalho a partir das 20.00 horas até às 22 horas ou pelos telefones 934550350 / 914035358.
Sorteio dia 24 de Maio, pelas 21 horas.
Valor da inscrição: 130,00 Euros + Caução: 50,00 Euros.

(14 Mai / 9:19)

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Aveiro

Aveiro

Seminário em Aveiro sobre a problemática dos abusos sexuais a crianças e jovens

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Aveiro e o Departamento de Ciências da Educação da Universidade de Aveiro vai promover a realização do Seminário “Abusos Sexuais a Crianças e Jovens”, que irá decorrer a 17/05/02, na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Aveiro.
Esta iniciativa desenvolve-se no âmbito das competências atribuídas pela Lei de Protecção de Crianças e Jovens em Perigo (Lei nº 147/99, de 1 de Setembro) às Comissões de Protecção de Crianças e Jovens, na modalidade de funcionamento alargada, nomeadamente, ao nível da informação e sensibilização da comunidade para os direitos da criança e do jovem e da promoção de acções para a detecção de situações que afectem os seus direitos e interesses fundamentais.

(10 Mai / 10:33)

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Mealhada

Numa iniciativa da Escola Profissional Vasconcellos Lebre

António Simões, director geral da Benfica SAD esteve na Mealhada

Manuel Zappa

Na sequência do ciclo de palestras, levadas a efeito pela Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), da Mealhada, António Simões, director geral da Benfica SAD, esteve presente no Auditório daquela escola, no passado dia 24 de Abril, a fim de falar do seu passado como futebolista, presente e futuro do seu clube e do futebol português.
Uma lição de vida. Foi deste modo que José Manuel Portugal, jornalista da SIC, que moderou o debate para uma plateia repleta de jovens, classificou esta grande iniciativa da EPVL e do seu director, João Pega.
Por motivos profissionais, António Simões chegou à Mealhada com um ligeiro atraso, que seria aproveitado para José Manuel Portugal, Coordenador de Informação para a Região Centro da SIC e também professor de jornalismo, elucidar todos os presentes do mundo da magia que constitui nos dias de hoje a televisão e daquilo que todos nós ouvimos e vemos através da caixa mágica. O jornalista lembrou que “vivemos na civilização da imagem”, não deixando, por outro lado, de aflorar uma certa “ditadura das audiências”, como por exemplo aconteceu com o funeral da Princesa Diana, tudo por causa dos interesses televisivos e, sobretudo, das audiências.
José Manuel Portugal também não deixou de deixar uma mensagem a todos os jovens alunos, presentes no Auditório da EPVL: “Vocês devem ver televisão, mas devem fazer as vossas escolhas. Noventa e oito por cento da informação chega-vos através da televisão e sou defensor de que devia haver uma disciplina para os média/escola”.

A VIOLÊNCIA VERBAL DOS DIRIGENTES

António Simões, nas décadas de 60, 70 e 80, foi um jogador de eleição, não só ao serviço do seu clube do coração, o Benfica, mas também da Selecção Nacional. Quando, aos 15 anos, iniciou a sua prática desportiva, pensou ser sempre igual a si próprio, embora tenha tido como grande ídolo Albano, do Sporting. Hoje, segundo transmitiu aos jovens, as referências não são essas e os jovens seguem outros exemplos, estando na primeira linha de pensamento Luís Figo e outras vedetas da moda.
Simões contou que, no seu tempo de estudante, sentia alguma vocação para a matemática: “Quem sabe se não fosse jogador de futebol, não dava um bom professor de matemática”, questionou-se a si próprio.
Antes de responder às questões do moderador José Manuel Portugal e também dos alunos, António Simões começou por dizer que “o futebol tem uma importância enorme na sociedade, na economia, na mentalidade das pessoas e seu comportamento. Tenho tido esse comportamento, dado que sinto que sou respeitado porque nunca entrei em excessos”.
Sem perder o fio à meada, o ex-magriço disse que “o nosso povo é mais clubista do que nacionalista e daí advem o tal excesso. O futebol tem provocado que as pessoas não sejam tão boas como deviam”.
Foi então que surgiu a primeira pergunta do jornalista da SIC. O que de melhor o futebol lhe deu? António Simões aflorou: “ajudou-me a crescer mais rápido do que era suposto ser no meu tempo, nos anos sessenta. Independentemente de jogar num clube grande como o Benfica, de me divertir, fiquei mais humano. Estou bem, tenho uma vida equilibrada, graças ao futebol”.
Foi então que António Simões lançou algumas farpas ao modus vivendi do futebol: “As pessoas conhecidas tornam-se modelos para com a sociedade. Algumas das pessoas que estão no futebol não prestam. Aquilo que mais me incomoda é a violência verbal nos dirigentes de certos clubes. O seu comportamento ético é alterado e, por vezes, dizem-se autênticos disparates na comunicação social. O seu estatuto desaparece por completo”, opinou o director geral da Benfica SAD, acrescentando que “tenho grande esperança que esta nova geração saiba aproveitar outra forma de estar e consiga alterar a situação actual”.

BENFICA RECUPEROU A CREDIBILIDADE

Da plateia saltaram as primeiras perguntas dos alunos. Se Jankauskas e Simão iriam continuar; a falta de um Tribunal Desportivo e Vale e Azevedo.
Sobre a primeira pergunta, António Simões garantiu que o Benfica estava a fazer um esforço enorme para manter a estrutura da equipa: “O nosso grande objectivo é assegurar o núcleo duro, que seja o suporte da continuidade, porque o Benfica não pode continuar a ser um entreposto de jogadores. Actualmente, o clube tem dirigentes à altura e recuperou a sua credibilidade”.
Sobre o Tribunal Desportivo que possa punir os árbitros em vez de frequentemente punir (Liga Profissional de Clubes) os jogadores, o dirigente encarnado adiantou que “em Portugal não se cultivam as regras, engana-se o outro. Penso que devia haver um caderno de regras éticas, mais profissional e de comportamento, assim como uma responsabilização maior do futebol português”.
No que concerne a Vale e Azevedo, António Simões desde cedo e no pouco tempo de convivência com o anterior presidente, avançou que ele tinha uma grande tendência para mentir: “Quando foi condenado, foi um dia triste para a história do Benfica. Vale e Azevedo não é um bom exemplo para todos nós e também para vocês, que são jovens”.
Encerrado este capítulo, José Manuel Portugal, perguntou se a mística do Benfica tem sido construída da melhor maneira, isto indo ao encontro de nos últimos anos o Benfica nada ganhar. António Simões respondeu que os grandes clubes passam por crises como a do Benfica: “Muitas das vezes o problema é de quem dirige. Mais que o sucesso é a falta de credibilidade. Neste momento, o Benfica tem gente séria à sua frente e conseguiu de novo reaver a credibilidade”.
No cômputo geral, foi uma palestra bem sucedida e foi, no fundo, uma grande lição de vida para todos os jovens presentes, ficando a promessa do director da EPVL, de que outras iniciativas se seguirão.

(3 Mai / 11:31)

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Aveiro

Aveiro

Avaliação de Organizações Educativas

Nos dias 2 e 3 de Maio, terá lugar no Anfiteatro do Dep. Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro o «II Simpósio sobre Organização e Gestão Escolar». A avaliação está na ordem do dia em muitos domínios, nomeadamente no mundo da educação onde é hoje considerada um «universal» incontestável. Os sistemas educativos e os estabelecimentos de ensino são cada vez mais responsabilizados e avaliados, nomeadamente em função da sua capacidade para corresponder às exigências da sociedade.
Fala-se de avaliação de sistemas educativos, de programas, de estabelecimentos de ensino, de professores, de alunos. Fala-se de responsabilização e de prestação de contas como meio de redistribuir com equidade os recursos na educação. No entanto, a utilização frequente da palavra e a operacionalização intensiva de tarefas relacionadas com a avaliação poderão dificultar o distanciamento necessário, fazendo com que se fale muito de algo que se julga conhecer, quando na realidade a abrangência e a complexidade crescentes impedem a obtenção de um conhecimento mais profundo desse fenómeno.
Este protagonismo da avaliação, a sua importância ao nível das políticas, das práticas e da investigação educacional, e o facto de esta questão ter já emergido no simpósio organizado em 2000, facilitaram a escolha do tema deste II Simpósio sobre Organização e Gestão Escolar. Na multiplicidade de componentes da avaliação, o Departamento de Ciências da Educação e a Unidade de Investigação Construção do Conhecimento Pedagógico nos Sistemas de Formação, entidades organizadoras do evento, optaram por suscitar a abordagem e o debate sobre a «Avaliação das Organizações Educativas» – tendo em conta as «concepções e as práticas, o ensino superior e o não superior, o público e o privado» – de forma a contribuir para o aperfeiçoamento da qualidade do nosso sistema educativo e dos estabelecimentos de ensino que o integram.

(24 Abr / 17:23)

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O. do Bairro

Oliveira do Bairro

Ingeriu veneno e ficou no hospital

Uma jovem de 15 anos, residente em Oliveira do Bairro, teve que ser socorrida, na tarde da penúltima quarta-feira, após ter ingerido uma quantidade substancial de um fungicida, utilizado no tratamento de batatas.
O alerta terá sido dado por uma tia, que já tinha tentado algumas “manobras” com vista a que a jovem vomitasse, contudo, com a chegada da equipa de socorristas dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, outros cuidados de saúde foram ministrados.
A jovem, após ter passado pelo SAP de Oliveira do Bairro, ficou internada no Hospital de Aveiro, sendo o seu estado de saúde estacionário.

(20 Abr / 13:46)

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Ad Code

Pergunta da semana

Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

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