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Totogolo

Totogolo

Chave do concurso nº 44/2002 – seis símbolos conhecidos

Símbolos já conhecidos da chave do concurso número 44/2002 do Totogolo, preenchido com jogos da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol:

1. Belenenses……….
Boavista………… segunda-feira

2. Sporting………… 0 (0)
Gil Vicente……… M (3)

3. Braga…………… 2 (2)
Guimarães……….. M (4)

4. Santa Clara……… 1 (1)
Benfica…………. 2 (2)

5. Porto……………
Nacional………… segunda-feira

Lusa

(4 Nov / 10:01)

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Aveiro

Aveiro

Aveiro quer apoios estatais para compra de autocarros amigos do ambiente

O administrador-delegado dos serviços municipalizados de Transportes Urbanos de Aveiro (TUA), António Canas, defendeu que o Governo deveria apoiar a renovação de frotas, co- financiando a compra de autocarros amigos do ambiente.
«O município de Aveiro, detentor dos transportes urbanos da cidade, está aberto à hipótese de compra de viaturas movidas a combustíveis alternativos, desde que o Governo comparticipe os custos«, disse o administrador-delegado.
António Canas explicou que a comparticipação pedida se justifica porque estes autocarros podem custar mais 50 por cento do que os convencionais.
Admitiu, no entanto, que alguns veículos alimentados a combustíveis alternativos carecem de aperfeiçoamentos tecnológicos, referindo o caso específico dos autocarros eléctricos, ainda com baixa autonomia.
O administrador-delegado falava à Agência Lusa a propósito de uma experiência de cinco semanas, a iniciar quarta-feira, com dois mini-autocarros ecológicos em duas linhas no centro urbano de Aveiro.
São autocarros «Tecnobus Gulliver«, de fabrico italiano, com oito lugares sentados e 12 em pé, cerca de seis mil quilogramas de peso e 33 quilómetros de velocidade por hora.
Com potência máxima de 25 quilovátios, está equipado com 36 baterias de tracção e tem autonomia para seis horas e meia em circuito urbano, o que lhe permite percorrer até 200 quilómetros, segundo as especificações do fabricante.
O motor é alimentado por um conjunto de duas baterias, cada uma composta por 36 elementos individuais e com 700 quilos de peso.
As baterias, uma de 72 vóltios, destinada à tracção, e outra de 12 para alimentar os comandos do painel de controlo, são recarregáveis através da rede eléctrica de distribuição pública, explicou a fonte.
Este tipo de veículo tem apenas 5,30 metros de comprimento, 2,07 metros de largura e 2,58 metros de altura.

Lusa

(10 Jul / 8:45)

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Anadia

Estação Vitivinícola da Bairrada – Anadia

Curso Intensivo de Vinificação

A Estação Vitivinícola da Bairrada – Anadia, vai realizar, de 2 a 6 de Setembro de 2002, o 96º Curso Intensivo de Vinificação, cujo programa se desenvolverá por temas teóricos e práticos de laboratório e adega.
A exposição dos assuntos, seguida de debate, assenta essencialmente no seguinte:
Maturação da uva; Adega. Sua concepção e respectivo material; Fermentação alcoólica; Técnicas de vinificação; Vinificações especiais
As palestras iniciam-se todos os dias por volta das 10 horas.
Os trabalhos da parte da tarde podem prolongar-se pelo tempo julgado necessários, que poderá ir até às 18 horas.
A inscrição no curso, que é gratuita, está aberta a todos os Vitivinicultores, devendo para tal, dirigir-se à Estação Vitivinícola da Bairrada, não sendo necessária a realização de inscrição prévia.
Os frequentadores do curso apenas terão a seu cargo o alojamento, que poderão conseguir numa das pensões ou hotéis de Anadia e Curia, do Luso ou Vale da Mó e ainda na Estalagem de Sangalhos ou nas Residenciais de Oliveira do Bairro.

(5 Jul / 14:47)

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A. Caminho

Avelãs de Caminho

CCD União de Avelãs de Cima na X Tripla Légua de Vermoil

A Equipa de Atletismo, CCD União de Avelãs de Cima – DUDI participou no passado Domingo, dia 3 de Novembro, na X Tripla Légua de Vermoil. Nesta prova conquistaram o 3º lugar por Equipas com a seguinte classificação individual: 4º -Alcino Almeida; 8º -Paulo Pereira; 12º -Hugo Ramalho e 23º -Luís Pagaimo.

Padre Manuel Dinis

(4 Nov / 13:56)

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Sociedade

Sociedade

Bombeiros vão ficar sem bip’s

Dezenas de corporações de Bombeiros, espalhadas por todo o país, vão ficar privadas da utilização dos tradicionais pagers, conhecidos por bip’s, já a partir do final deste mês.
O fim dos pagers já era anunciado a algum tempo, após as principais operadoras terem encerrado a sua actividade, tais como a Finacon, Telemensagem, Telechamada e Contactel, estas duas últimas foram fundidas, ficando o serviço a cargo da TMN.
Fonte desta operadora de móveis afirmou ao JB que “o encerramento da actividade dos pagers tem vindo a ser adiado, mas agora chegou a um ponto sem retorno”.
A operadora que até aqui detinha o monopólio dos “bip’s” está a proceder ao reequipamento de todas as corporações de bombeiros, através do sistema GSM, com a oferta de telemóveis de topo de gama. Em alguns casos as ofertas são superiores a 100 unidades. Estas ficam a pagar uma taxa reduzida e economizarão dinheiro no envio de SMS (short message service). Se uma simples chamada para a operadora do sistema de pagers poderia rondar 1,5 euros, este sistema custará apenas 0,07 euros por SMS para todo um conjunto de equipamentos da corporação.
O sistema GSM tem claras vantagens em relação aos tradicionais bip’s que, neste momento, existem em pequeno número no país.
Com este sistema, que será accionado a partir de um simples PC, os bombeiros para além de receberem SMS também poderão enviar mensagens para a central. Trata-se de um sistema bidireccional que permite ainda a localização da chegada dos bombeiros, ao mesmo tempo que o operador da central obtém a informação de quantos bombeiros receberam a mensagem de alerta, facilitando a tarefa de mobilização de operacionais.
A mesma fonte acrescentou que, neste momento, poderão estar equipadas com este sistema cerca de 400 corporações de bombeiros.
No entanto, este processo poderá ter algumas quebras de funcionamento no período do Natal e passagem de ano, quando as redes estão mais congestionadas com a habitual troca de mensagens.

(10 Jul / 13:42)

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Aveiro

Aveiro

Feira agrícola e pecuária Agrovouga abre hoje em Aveiro entre protestos

A 32ª edição da feira agrícola e pecuária de Aveiro, a Agrovouga, começa hoje com a sua abertura a ser marcada por protestos de agricultores da região.
De acordo com o presidente da Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA), Albino Silva, a reforma da política agrícola comum (PAC) e o problema do escoamento da batata terão particular ênfase nos protestos, a par da reclamação de melhores apoios à produção florestal e aos baldios, da redução dos pagamentos para a Segurança Social e da diminuição dos custos com o gasóleo agrícola e os impostos.
Esta edição da feira conta pelo menos com 90 expositores, com o ministério da Agricultura a ter a maior representação, com 14 +stands+, mas onde também marcarão presença cooperativas leiteiras, associações florestais e a organização ambientalista Quercus.
Colóquios sobre temáticas agrícolas e ambientais, bem como iniciativas gastronómicas, marcam ainda o programa da Agrovouga, que encerra com uma corrida de touros à portuguesa.
Orçado em 190 mil euros (38 mil contos), o certame é o último que se realiza no actual recinto de feiras de Aveiro.
As próximas feiras da cidade – uma de artesanato e outra de gastronomia, ambas entre 10 e 18 de Agosto – estrearão um parque de feiras e exposições, que está em acabamento.

Lusa

(6 Jul / 12:20)

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Águeda

Águeda

Aida Trophy

Decorreu, no passado fim-de-semana de 28, 29 e 30 de Junho, a 2ª Edição do Aida Trophy, organizado pela AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro, em parceria com a empresa – Capitão Dureza – Desportos e Aventura.
Apesar da conjectura económica não ser das mais favoráveis e das dificuldades económicas sentidas pela generalidade das empresas, o tecido empresarial da região de Aveiro continua a assumir uma postura dinâmica e activa, aderindo a iniciativas que aumentam as competências da sua empresa a variados níveis. Isto traduz-se no facto de, na primeira edição terem participado oito equipas, e, nesta segunda edição termos contado com a participação de onze equipas, facto que superou as expectativas iniciais da Organização.
Este challenger decorreu de acordo com os objectivos previamente preconizados, tendo-se assistido, acima de tudo, a uma competição salutar, onde reinou o espírito de equipa, a cooperação entre todos os participantes e, acima de tudo, momentos de extraordinária e proveitosa convivência e de boa disposição.
As provas foram delineadas tendo por base a temática da 2ª Edição do AIDA TROPHY: “COOPERAÇÃO INTER – EMPRESARIAL”, noções estas que foram sendo assimiladas e aplicadas pelas equipas em representação das respectivas empresas.
“Haverá lugar a uma 3º Edição?” – foi a questão mais colocada no término da prova pelas equipas/empresa participantes. Obviamente que este facto nos enche de orgulho e nos dá a força e determinação necessária para desenvolver iniciativas que sabemos serem do agrado da generalidade das empresas desta região e às quais pretendemos sempre dar uma resposta cabal.
Tratando-se de uma prova de Multiactividades, onde se pretendia desenvolver a Competência de liderança, a resolução de problemas, a Gestão de grupos e a Comunicação, pretendeu-se, nesta 2ª Edição introduzir provas inovadoras relativamente ao ano passado, ressalvando-se a etapa de canyoning.
Por outro lado, procurou-se diversificar as zonas geográficas percorridas ao longo do evento, a fim de dar a conhecer aos intervenientes paisagens idílicas da região de Aveiro que, só esta forma o torna possível, começando pela zona do rio Teixeira, até à mata do Buçaco com o intuito de promover as potencialidades turísticas desta região.

(3 Jul / 14:05)

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Vilarinho do Bairro

Na E.B 2/3 de Vilarinho do Bairro

Simulacro de sismo testou plano de segurança e evacuação da Escola

Catarina Cerca

Tratou-se de mais um exercício, mas a verdade é que alguns alunos e docentes foram “apanhados” de surpresa neste simulacro que serviu para testar o plano de segurança e evacuação da Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro.
Mais uma vez e, à semelhança do que aconteceu recentemente na E.B 2/3 de Anadia, a terra voltou tremer, ao início da tarde da última quinta-feira, mas só na E.B 2/3 de Vilarinho do Bairro.
Uma situação de suposta catástrofe que permitiu testar o plano de segurança e evacuação daquele estabelecimento de ensino.

Tal como já vem acontecendo, com outras situações semelhantes, a iniciativa partiu daquele estabelecimento de ensino que, em colaboração com os Bombeiros Voluntários de Anadia, analisou a fiabilidade do plano e detectar os erros e lacunas que urge ultrapassar.
O alarme soou por volta das 15.00 horas e de uma forma ordeira e pacífica alunos (cerca de 300), algumas dezenas de docentes e funcionários começaram a sair pelas várias saídas para o exterior da escola, concentrando-se no recinto de jogos. Poucos minutos depois, chegavam à EB 2/3 de Vilarinho do Bairrro as primeiras viaturas dos bombeiros voluntários, para combater um foco de incêndio que, entretanto, deflagrara na cozinha da escola, ferindo com gravidade uma cozinheira. Logo atrás uma ambulância e uma auto-escada ajudaram a tornar o exercício mais real.
Ao todo, três viaturas, duas de combate a incêndios, uma ambulância e uma dezena de bombeiros não tiveram mãos a medir para socorrer os feridos, que se encontravam distribuídos por dois locais distintos (alguns, numa sala de aulas, localizada no primeiro andar e a cozinheira ferida, na cozinha). No entanto, os Voluntários de Anadia tiveram ainda que combater o incêndio que deflagrara na cozinha e que atingia grandes proporções.
Apesar da azáfama e da surpresa que constitui este simulacro, no final, Cristina Seiça, docente daquele estabelecimento de ensino e responsável pelo Plano de Segurança da escola, mostrava-se satisfeita pela forma como decorreu o simulacro. Contudo, não deixou de destacar “o muito que ainda tem de ser feito em matéria de segurança”, por forma a que todos estejam o melhor preparados possível para enfrentar situações de risco ou catástrofe.
A iniciativa, que envolveu a quase totalidade da comunidade escolar, permitiu, de acordo com o Comandante Dias Coimbra, dos Voluntários de Anadia, “analisar até que ponto os recursos materiais e humanos funcionam em situações de emergência” e “testar a capacidade de resposta de todos os agentes envolvidos”.
Por outro lado, esta simulação possibilitou introduzir obstáculos novos (alunos presos numa sala de aulas, localizada no primeiro andar e um grande fogo na cozinha) o que ajudou a verificar o que funciona menos bem e as situações que são necessárias corrigir. Aparentemente, não se registaram problemas de maior e o caso mais grave detectado até foi uma falha nas comunicações entre a Central, localizada no Quartel dos BVA, e os homens no terreno que demoraram algum tempo a intervir com a escada de salvamento.
No entanto, e mais uma vez o comandante Dias Coimbra aproveitou para recordar que “como os alunos e o corpo docente mudam, deveriam realizar-se actualizações dos planos de evacuação com mais frequência”. O ideal, na sua opinião, seria “desenvolver acções desta natureza todos os anos, o que não acontece na maioria das vezes, uma vez estes exercícios interferem com muita coisa.”

(28 Jun / 9:34)

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O. do Bairro

OBSC – Gabriel Mendes e o balanço da época agora finda

Época muito positiva

Manuel Zappa

Depois de, nas últimas duas épocas, o Oliveira do Bairro ter alcançado um terceiro e quarto lugares, na época agora finda, o clube desceu quatro posições na classificação geral, quedando-se pela oitava posição. Mas sempre com o mérito de, em nenhuma situação, o clube viver qualquer tipo de sobressaltos clasificativos.
No início da época, as perspectivas do Oliveira do Bairro voltar a lutar pelos lugares cimeiros foram divulgadas pela estrutura do futebol sénior, com maior incidência em Gabriel Mendes.
O treinador dos Falcões do Cértima nunca escondeu essa sua ambição, dado que é um treinador ganhador e que quer sempre mais. A equipa, nas últimas jornadas teve as portas abertas do sexto lugar, mas a perda de alguns pontos, onde era suposto ganhar, (Alcains, Sourense e União de Coimbra), não foi possível alcançar esse desiderato.
Mesmo assim, Gabriel Mendes, não esconde que o Oliveira do Bairro realizou uma época bastante positiva, considerando ainda que os clubes que ficaram à sua frente revelaram maiores qualidades em relação à época anterior.
Na hora da despedida – deixou o Oliveira do Bairro por sua própria iniciativa – o técnico nortenho não poupou elogios a todos aqueles que trabalharam e lidaram de perto consigo, durante época e meia, que defendeu as cores do clube bairradino.
Deixa o clube por diversos factores. Uns, enumerou-os na longa entrevista que concedeu a Bairrada Desportiva, outros, ficam só para si.
Ao contrário do que foi noticiado, afinal, Gabriel Mendes não irá treinar o S. João de Ver, pelo facto dos dirigentes pretenderem alterar aquilo que tinha sido acordado. Por agora, está no desemprego.

“Nunca houve intranquilidade”

-Como analisa a época?
-Sem querer estar a valorizar a parte que me toca, penso que foi uma época muito positiva, tendo em atenção o aumento da qualidade dos nossos adversários. Das equipas que ficaram nos primeiros lugares, eram não só melhores na quantidade e qualidade, relativamente à época (2000/2001) transacta, enquanto o Oliveira do Bairro, com um plantel que não era numeroso, fez uma época, felizmente, sem grandes problemas físicos. Não fomos muito penalizados em lesões e castigos, pois, caso isso tivesse acontecido, com baixas de jogadores do onze inicial, acredito que teríamos muitas dificuldades em recuperar e realizar o campeonato tranquilo que efectuámos.
O fruto da boa época foi consubstanciado no trabalho desenvolvido por todos os jogadores, no apoio incondicional dos directores e da massa associativa, fazendo com que, em momento algum, tivéssemos intranquilidade que não nos permitisse desenvolver o nosso trabalho.
-As expectativas criadas com a obtenção do quarto lugar na época passada… Esperava mais que o oitavo lugar ou não?
-Sem pretender fugir às minhas responsabilidades e tem uma certa lógica, que nos últimos dois anos se tenha conseguido um terceiro e quarto lugares e, qualquer equipa que se preze, tenta sempre melhorar. Foi o que todos nós procurámos fazer esta época, mas, como já referi atrás, e é bom não esquecer esse pormenor, em campo há também os nossos adversários. E, aqui, temos de reconhecer que as equipas que se posicionaram à nossa frente, eram mais fortes do que nós, sendo que o campeonato foi mais difícil do que o da época passada.
Se olharmos para o anterior, nunca escondi, independentemente da aplicação dos jogadores, que foi uma época excepcional, era um plantel reduzido e não tivemos grandes problemas com lesões. Daí eu considerar que fizemos este ano uma boa época.

Agradecido a toda a estrutura do clube

-Durante este ano e meio em Oliveira do Bairro, quais as recordações que leva do clube?
-Em termos desportivos e mais uma vez não querendo valorizar o meu trabalho, penso que foram duas épocas muito positivas. Olhando para trás, sinto-me satisfeito pelo trabalho que todos desenvolvemos.
Extra futebol, foi uma honra e um prazer muito grande representar este clube e com estes directores, não só com os mais directamente ligados aos seniores, mas também com todos dos outros escalões, onde eu tenho a certeza que o meu leque de amizades ficou mais alargado e muito enriquecido. Foi também importante, sempre que o futebol sénior tinha dificuldades, contar sempre com a colaboração do escalão (Juniores) inferior, em que vi sempre nas pessoas abertura para colaborar.
A massa associativa, como todas, se ganharmos por três, acham que devemos ganhar por seis. Gostam e querem sempre mais e melhor, mas parece-me que, em momento algum, tivessem mau comportamento, que prejudicasse os jogadores e até o meu trabalho.
Penso que respeitei e fui respeitado e, quando assim é, só tenho de agradecer a todas as pessoas.

“Em todos eles tenho um amigo”

-Perante tantos elogios, por que é que decidiu colocar um ponto final nesta relação, mais ainda a três meses do final da época?
-São muitos os factores que estão nessa decisão. Um deles vem-me dar razão, a difícil solução de encontrar uma direcção.
Compreendo e enalteço a preocupação desta direcção em dar oportunidade à formação e, sendo pessoas responsáveis, sabendo as dificuldades em termos financeiros, não entrando em loucuras, mas respeitando sempre os seus compromissos. Sei que nem sempre é possível formar equipas competitivas e também gosto do trabalho que faço e, não tendo jogadores com categoria, as vitórias são mais difíceis de alcançar.
Outro aspecto é arranjar um clube que aposte mais no imediato, dado que tenho outras ambições como treinador.
Penso que os dirigentes do Oliveira do Bairro compreenderam a minha decisão e, através das páginas do vosso jornal, gostava de enaltecer a sua postura em todos os aspectos. Não só profissionais, como em termos pessoais. São pessoas que merecem todo o meu respeito. No final deste ano e meio, sei que em todos eles tenho um amigo e, o inverso, também é verdade.

-Como vê o futuro do clube?
-Passa sempre pelas pessoas entenderem dar prioridade ou não aos jogadores nascidos e criados no clube.
Sabendo que há jogadores de qualidade e, como o futebol é encarado hoje em dia como um negócio, que andam de mãos dadas, qualquer jogador, acima da média, que possa evidenciar-se no clube, certamente que não faltarão clubes a querer os seus serviços. Penso que com a política de rigor que tem sido apanágio desta direcção, espero que o Oliveira do Bairro seja feliz nos seus escalões e que apareçam jogadores de qualidade para, pelo menos, possa manter este nível exibicional e classificações, que muito têm honrado o clube e a vila.

À espera de propostas

-Mal terminou o campeonato recebeu um convite do S. João de Ver, que acabou por não dar certo. Qual será o seu futuro?
-Neste momento, não tenho nenhuma perspectiva. Houve na realidade um acordo com o S. João de Ver, mas aquilo que foi acordado, por razões que me ultrapassam, queriam que fosse alterado. Com pena minha, mas por uma questão de princípio, foi anulado.
Aguardo por propostas que possam vir de encontro com o que eu ambiciono.

-A finalizar, Gabriel Mendes deixou a sua mensagem a todos os que de perto lidaram consigo…
-Foi um prazer e uma honra muito grande ter trabalhado neste clube.
Quero-lhe dizer que não saio do clube com alegria, pois, durante este ano e meio, jogadores, directores e massa associativa, passámos bons momentos.
Todavia, achei que devia dar outro rumo à minha carreira e não por males entendidos entre mim e as pessoas que representavam o clube.

(25 Jun / 10:19)

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Mundial 2002

Portugal a perdeu 3-2 com os Estados Unidos

A selecção portuguesa perdeu por 3-2 face à sua congénere norte-americana, em jogo do Grupo D do Mundial2002, que decorreu em Suwon, na Coreia do Sul.
Os golos foram marcados por O´Brien, aos 3 minutos, um auto-golo de Jorge Costa, aos 29 minutos, e outro de Mc Bride, aos 36 minutos, enquanto o primeiro golo da selecção portuguesa foi assinalado por Beto, aos 38 minutos, e o segundo um auto-golo do norte-americano Agoos, aos 72 minutos.
Após 16 anos de espera, uma selecção portuguesa volta a um Mundial pela terceira vez (depois de 1966 e 1986), desta feita graças a uma «geração de ouro« que, aos olhos do Mundo, é vista como uma das principais «outsiders« do Coreia/Japão.
Figo, o líder desta geração, tem estado em menor rendimento nos últimos meses, devido a uma lesão contraída em Fevereiro, havendo alguma expectativa quanto ao que possa fazer.
Vítor Baía, Beto, Fernando Couto, Rui Jorge, Petit, Rui Costa, Luís Figo, Sérgio Conceição, João Pinto e Pauleta formam o «onze« português a defrontar a equipa tida como mais fraca do Grupo D.
Os EUA contam com a experiência de elementos como Reyna, Stewart e Agoos, aliada ao talento de jovens como Mathis, Donovan e O+Brien.

Lusa

(5 Jun / 11:53)

Portugal-EUA estabelece novo recorde no Mundial… o de auto-golos

O encontro Estados Unidos-Portugal, que a selecção norte- americana ganhou por 3-2, referente à primeira jornada do Grupo D do Mundia2002 de futebol, estabeleceu um novo recorde… o de auto-golos.
Pela primeira vez na história das fases finais dos Mundiais, assistiu-se à marcação de dois auto-golos, ambos por defesas – no caso de Portugal por Jorge Costa e no caso dos EUA por Jeff Agoos.
Aos 30 minutos, quando os Estados Unidos tinham uma vantagem de 1-0, Jorge Costa «enganou« o guardião Vitor Baía ao desviar para dentro da baliza um centro efectuado pela direita por Landon Donovan.
Para «equilibrar« a situação, aos 71 minutos o veterano Jeff Agoos tentou desviar um remate cruzado de Pauleta com um remate forte, acabando por colocar a bola na baliza de Friedel, o que reduziu para 3- 2 a derrota de Portugal no seu jogo de estreia.
O jogo foi ainda histórico por Beto, autor do primeiro golo de Portugal, ter apontado o tento 1.800 da história dos Mundiais.

(5 Jun / 23:27)

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