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Fermentelos

Fermentelos

Banda organiza «Café Concerto«

Com a finalidade de angariação de fundos, acto normal de todas as associações, já que as despesas são certas e as receitas por vezes rareiam, a Banda Marcial de Fermentelos, leva a efeito, no próximo dia 26 de Abril, pelas 21h30, na sua sede, sita na Rua do Miradouro, um “Café Concerto” abrilhantado por uma famosa Big Band, com a direcção do Professor Adelino Mota, maestro de reconhecidos méritos e figura identificada por entre os que seguem de perto a vida da Banda Marcial, já que foi um dos assistentes do Maestro Robert Holihan, de parceria com o Dr. Carlos Marques, no curso da Direcção de Bandas recentemente efectuado na sede da mesma banda.

(15 Abr / 12:02)

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Bustos – O. do Bairro

Bustos

Grandes nabos

Foi há anos que, no Entrocamento, apareceram os primeiros fenómenos da natureza, os quais muito intrigaram o povo, tecendo, à volta disso, as mais variadas origens, algumas até de mau gosto. Contudo, ao longo dos tempos, foram surgindo por todo o lado outros fenómenos, hoje considerados banais, não havendo à volta disso qualquer tipo de especulação. Por exemplo, NABOS, que em Portugal há tantos e pesados, aparecem alguns que, pela sua grandeza, chamam a atenção das populações.
(10 Abr / 14:18)

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Águeda

Águeda

Reatada a circulação no IC2

Os populares de Mourisca, Águeda, permitiram a reabertura do trânsito no itinerário complementar n/o 2 (IC2) às 17:25, dispersando-se agora na berma daquela via, à espera do funeral da mulher falecida num acidente de viação ocorrido no local.
Na tarde de hoje, o trânsito esteve cortado em protesto pela quantidade de mortes ocorridas em acidentes de viação no cruzamento do IC2 que serve Mourisca.
Um primeiro corte de estrada, ditado pelas mesmas razões, tinha ocorrido entre as 23:00 de Domingo e as 04:00 de hoje.
O cortejo fúnebre, iniciado na morgue do hospital de Águeda, já passou pelo local -num momento marcado pela exibição de tarjas negras -, prevendo-se que a todo o momento volte a atravessar o fatídico cruzamento, num percurso entre a residência da falecida e o cemitério local.
O trânsito no local fluiu agora com relativa normalidade.

Lusa

(1 Abr / 19:28)

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Mealhada

Mealhada

Acidente na auto-estrada do Norte provoca vítima mortal

O despiste de um ligeiro hoje na auto- estrada do Norte (A1), na zona da Mealhada (Aveiro), provocou a morte de um dos seus três ocupantes, revelou uma fonte hospitalar.
No ligeiro seguiam pais e filha, oriundos da zona de Queluz e com destino a Trás-os-Montes, onde iam passar a Páscoa, indicou fonte dos Sapadores Bombeiros de Coimbra, corporação que se deslocou ao local do acidente.
A vítima é a mãe, de 49 anos, que ia sentada no banco traseiro, sem cinto de segurança, indicou a mesma fonte dos Bombeiros.
De acordo com a brigada de trânsito da GNR de Coimbra e dos Bombeiros, a sinistrada foi transportada aos Hospitais da Universidade em estado «muito grave«.
Fonte hospitalar indicou que chegou ao estabelecimento de saúde já sem vida.
O despiste, cuja causa ainda não foi apurada, verificou-se cerca das 06:30 no sentido Sul/Norte da A1, ao quilómetro 201,100, junto da área de serviço da Mealhada.

(28 Mar / 11:20)

Lusa

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Neto Costa

CAVES NETO COSTA, S. A .

Após o falecimento,em 1997, de António Neto Costa que, durante 30 anos, dirigiu a empresa, assumiu a presidência do Conselho de Administração sua irmã, D.Maria da Luz Cancela Neto Costa do Amaral, ficando entregue a gestão ao jovem casal, João Nascimento e Isabel Neto Costa Nascimento.
Mantiveram-se, no entanto, as estruturas da casa, assim como os seus produtos principais: os Espumantes e o sector dos Licores, Espirituosos e Xaropes, com as necessárias adaptações aos novos tempos e novos mercados. Um destes foi o da exportação, outro foi a expansão no já tradicional mercado de licores, onde sempre a casa ocupou uma posição de líder. Actualmente, os Licores, Espirituosos e Xaropes representam cerca de 60% da facturação e os Espumantes, Vinhos e Aguardentes, cerca de 35% . Por outro lado, o mercado interno representa 85% e mercado externo 15%, repartindo-se este último igualmente pelos Licores e pelas Aguardentes. Destas, destaca-se o interessante negócio brasileiro, onde em muitos locais se pede um Neto Costa como sinónimo de Aguardente Bagaceira. Actualmente, na fábrica de Licores, adjacente às instalações da empresa, são produzidos, por ano, cerca de 700.000 litros dos vários produtos, o que dá uma ideia da sua dimensão.
Quanto ao Espumante, este teve sempre um tipo muito bem definido e característico, que ainda hoje mantém, apelidado na gíria bairradina como o “Espumante de Anadia”, em contraste com o “Espumante de Sangalhos”, mais seco e acídulo no tipo Bruto. Talvez isto esteja ligado à permanência, ao longo dos anos, de duas gerações da família Moura, o pai Augusto e agora o filho Hermínio como responsáveis pela sua preparação. Esta começa no apoio técnico dado aos fornecedores do vinho, já na segunda e terceira geração e no acompanhamento cuidadoso da vindima e da vinificação.
Segundo Hermínio Moura, os vinhos brancos utilizados, há alguns atrás, eram mais consistentes, o que permitia conservar a cor e a estrutura durante muitos anos, mantendo sempre uma grande frescura. Hoje são vinhos mais magros, mas mais aromáticos, perdendo, no entanto, com o tempo esta característica mais rápidamente. O que variou também foi a adopção de novas leveduras, designadas aglomerantes, que facilitou a operação de “remouagem”, cuja duração passou das habituais 3 a 4 semanas para apenas uma. O que é admirável é que o tipo de Espumante se tenha mantido quase inalterável ao longo destes anos todos, sinal de que a tradição, se bem aplicada, é sempre um valor a conservar.
Merecem uma referência especial as galerias de preparação e estágio dos Espumantes, que são das mais interessantes da região por serem directamente escavadas na rocha do Monte Crasto, ex-libris da Vila da Anadia.
Quanto aos Licores, o produto de referência é o Licor de Café TIJUANA, acompanhado pelo Licor de Amêndoa Amarga, ambos com vários prémios internacionais, atestando a sua real qualidade. Na gama dos Espirituosos destaca-se o Absinto que tem grande aceitação no mercado, embora o seu nome esteja rodeado, desde o início do século XX, ao vício do seu consumo que, segundo consta, vitimou uma geração de artistas que, naquela época, vivia em Paris. Contudo, diga-se, em abono da verdade, esta bebida é simplesmente um espirituoso anisado, em que a utilização da Artemisia absinthium não é de modo a provocar os malefícios que lhe eram atribuídos naquela época.
O processo de fabrico dos Licores Neto Costa, baseia-se em métodos tradicionais que a casa adoptou, desde sempre, a este sector de actividade. Para isso e só para citar alguns exemplos, plantam-se laranjeiras amargas para fazer a infusão e o respectivo destilado, destinado à preparação do Tríplice, plantam-se groselheiras para fazer o Xarope de Groselha, plantam-se Tílias para fazer a infusão destinada ao Ponche (que na sua composição tem 17 ervas e plantas diferentes) e compram-se, apenas no Algarve por aqui serem as melhores, as amêndoas amargas, destinadas ao respectivo licor.
Relativamente aos Vinhos tranquilos, destaca-se o cuidado posto na sua selecção e qualidade, reflectidas nos prémios obtidos pelos seus vinhos do Dão e Regional Beiras.
Como corolário de todos estes procedimentos, está em processo de implementação um sistema de qualidade com vista à obtenção da respectiva certificação.

(21 Mar / 15:57)

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Desporto

Visto da Bancada

Alba, o grande beneficiado

Manuel Zappa

O duelo de gigantes entre os dois segundos classificados, LAAC e Pampilhosa, que se saldou por um empate, não só deixou tudo na mesma na tabela, como serviu para aproximar ainda mais Rio Meão e Alba dos lugares cimeiros, onde os albergarienses deram um passo importante para se assumirem de uma vez só pela segunda posição.
Quem voltou a perder terreno foi o Mourisquense, mas o empate, diante do incontestado líder do campeonato, poderá considerar-se um mal menor para os pupilos de Sá Santos
As próximas jornadas poderão ser decisivas, dado que do segundo, Pampilhosa, ao sétimo classificado, o Mealhada, apenas dista uma diferença de cinco pontos. Os mealhadenses que regressaram às vitórias e logo com uma goleada sobre o Valonguense, ultrapassando o Canedo que, algo surpreendentemente foi derrotado em Bustos que, sob a orientação de novo treinador nas duas últimas duas jornadas já somou quatro pontos.
No derby bairradino, Oiã e Fermentelos terminou empatado, o que decerto não agradou a nenhuma das equipas, pois estão muito perto da despromoção, caso desçam sete equipas.
Se o Pampilhosa tem todas as probabilidades de ganhar ao Soutense, a LAAC não irá ter tarefa fácil em Castelo de Paiva, dado que o Paivense vai dando mostras que pretende recuperar do marasmo que evidenciou na primeira volta.
Apesar da irregularidade do Valonguense, o Alba também não irá contar com facilidade em Arrancada do Vouga, num jogo que poderá ser crucial para os seus objectivos imediatos.
Por sua vez, o Mourisquense irá tentar contrariar um certo ascendente do Pinheirense quando este joga em casa, ao passo que o Mealhada vai tentar também fazer pela vida em Fermentelos, onde mora um opositor bastante carenciado de pontos. Jogo dramático para os Pimpões. Como o será também para o Oiã na sua deslocação ao campo do líder Fiães, que apenas empatou três vezes e ainda não perdeu. Elucidativo!
O Bustos desloca-se até Fajões e, face aos últimos acontecimentos, ou seja, aos bons resultados, é crível que discuta palmo a palmo o resultado.

II DIVISÃO

Apetece-se dizer que esta foi mais uma jornada para cumprir calendário, dado que os cinco primeiros cumpriram as suas obrigações, que era ganhar.
O Aguinense goleou o Carqueijo, no campo deste, enquanto NEGE e Calvão venceram com chapa três, respectivamente o Paradela e o VN Monsarros, o segundo no concelho de Anadia.
O Covão do Lobo despachou à tangente a BARC, ao passo que o Luso alcançou preciosa vitória no reduto do Oliveirinha.
Um pouco contra as previsões, o Moitense foi severamente goleado em Barcouço, enquanto o Águas Boas não foi além de um empate caseiro frente à FIDEC.
A BARC-Aguinense é, sem dúvida, o jogo da jornada, mas a tarefa dos de Aguim não será nada fácil. Mas, para quem ainda não perdeu e tem demonstrado uma robustez exibicional a toda a prova, é bem provável que a equipa de Vítor Henriques ultrapasse mais este obstáculo.
O NEGE em Alquerubim e o Calvão em casa, diante do Oliveirinha devem manter o seu percurso vitorioso, sendo um pouco mais problemático o desempenho do Covão do Lobo na Moita.
O Luso recebe o Águas Boas. Aparentemente, os locais não devem meter água, o que não será nada aconselhável para os lados de Vila Nova de Monsarros, com os locais a receberem o último classificado, o Carqueijo. Salvo seja, oportunidade única para ganhar.

III DIVISÃO

O grande destaque da última jornada vai para a excelente vitória do Mogofores que, em casa, derrotou, sem apelo nem agravo, um dos comandantes, o Famalicão, que assim viu de novo o Antes fugir na classificação após o triunfo sobre a CRAC e viu o Vista Alegre aproximar-se após o seu triunfo em Recardães.
Quem voltou a fazer pela vida e aos poucos já está nas faldas da classificação é o Couvelha, depois da vitória clara em Amoreira da Gândara.
Porém, os seus vizinhos de Samel também não se ficaram atrás e golearam o Gafanha D’ Aquém.
Na tranquilidade da classificação está o Troviscalense, independentemente do empate caseiro diante do Casal Comba, mas ninguém tira o mérito ao conjunto da Póvoa do Forno pela recuperação que tem encetado na pauta classificativa.
O grande ingrediente da próxima jornada será o Famalicão-Antes, num jogo entre o segundo e o primeiro, sempre de resultado imprevisível pelo valor de ambos.
À espreita irá estar o Vista Alegre, embora o seu adversário, o Samel, não seja nenhuma pêra doce. O mesmo já não se poderá dizer de uma eventual prestação positiva do Amoreirense em Parada de Cima.
Embalado pelos bons resultados, o Couvelha não deverá sentir problemas para se desenvencilhar do Recardães.
O Mogofores joga em Casal Comba e, face às duas vitórias consecutivas, os pupilos de Sotto tudo irão fazer para não perder.
Entretanto, o Mamarrosa que folgou na ronda anterior, joga no reduto do Gafanha D’ Aquém, que também não está bem colocado na tabela. Mais necessitados estão os bairradinos que, por isso mesmo, terão de fazer pela vida para saírem do último lugar.
(19 Mar / 9:30)

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Sangalhos

Sangalhos

Fórum “Educação: Anadia 2002

O Fórum “Educação: Anadia 2002”, do qual já demos notícia e que decorreu, nos passados dias 4 e 5 do corrente, no Centro Paroquial de Sangalhos, organizado pela equipa de Coordenação dos Apoios Educativos de Anadia, incluindo docentes dos concelhos de Águeda, Anadia e Mealhada, foi um verdadeiro sucesso a avaliar pelo elevado número de participantes (125 docentes).
Os trabalhos dividiram-se por dois dias e de acordo com o professor Rui Patrício, da organização “teve como principal objectivo criar um espaço de reflexão sobre a acção educativa”, “reflectindo com a comunidade educativa os desafios que a escola hoje enfrenta face à diversidade de alunos”.
Após a recepção aos convidados, no primeiro dia, teve lugar uma sessão de abertura, seguindo-se então as intervenções propriamente ditas que se iniciaram com a comunicação de Fernando Bexiga que abordou o tema “Gestão Flexível do Currículo: o currículo como projecto.”
No período da tarde, José Júlio Gonçalves abordou o tema “Diferenciar para o sucesso de todos”, tentando, através da sua comunicação, ilustrada com situações de trabalho na sala de aulas, dar contributo para uma reflexão e para a construção de uma escola inclusiva – de todos e para todos.
A reflexão partiu do princípio de que as escolas regulares são os “meios mais capazes para combater as medidas discriminatórias, criando comunidades abertas e solidárias, construindo uma sociedade inclusiva e atingindo a educação para todos”. Por isso, se pede aos professores que se empenhem na introdução de estratégias de diferenciação do trabalho nas suas salas de aulas e na escola, por forma a dar resposta à diversidade social e cultural e que realizem uma reflexão crítica das suas práticas, em equipa, de forma cooperada e solidária.
No segundo e último dia, os trabalhos iniciaram-se de forma articulada entre as professoras Adelaide Martinho e Piedade Pereira que falaram sobre “Novas áreas curriculares no ensino básico a nível do 2º e 3º ciclos”. Ainda da parte da manhã, sobre o mesmo tema, mas ao nível do 1º CEB, Rosabela Cruz interveio falando sobre as componentes do currículo, a reorganização curricular e as áreas curriculares não disciplinares.
Como encerramento dos trabalhos, da parte da manhã, o professor Serafim Pessoa apresentou o projecto “Ciência viva” que está a ser implementado nos estabelecimentos de ensino do Agrupamento Horizontal de Escolas da Pampilhosa. Na sua intervenção falou, resumidamente, sobre como os alunos poderão efectuar aprendizagens em todas as áreas, a partir do ensino das ciências. Trabalhos efectuados pelos alunos e modelos de aprendizagem estiveram expostos durante os dois dias de Fórum.
Da parte da tarde esteve presente Ana Maria Bénard da Costa, do Instituto de Inovação Educacional, que falou das principais barreiras que poderão surgir na vida escolar dos alunos e que obstruem o seu sucesso. As vertentes que abordou mais em pormenor foram aquelas que se identificam com a nova maneira de olhar as “necessidades educativas especiais”, as diferentes barreiras que se colocam ao acesso e à participação de todas as crianças nas estruturas educativas e, em conformidade, as condições a ter em conta para que se possa ter uma educação inclusiva.
Refira-se ainda que, após cada comunicação, seguiu-se um período de debate aberto a todos os participantes.

C.C.
(13 Mar / 13:40)

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Economia

Portugal/Economia

Apostar no aeroespacial depois do automóvel

Portugal devia aproveitar a sua experiência no sector automóvel como trampolim para outros mais portadores de futuro, como o aeroespacial, defendeu Vítor Santos, ex- secretário de Estado da Indústria e Energia, em entrevista à Agência Lusa.
O objectivo a médio prazo seria a criação de uma indústria de base tecnológica, explicitou o actual professor no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).
A necessidade de procurar um ÀmotorÈ economico-empresarial substituto da indústria automóvel decorre de, expresso em termos simples, a procura desta se deslocar para Leste e Ásia e a concentração de fornecedores tornar mais difícil a subida na cadeia de valor.
É aqui que surge o aeroespacial como alternativa a estudar.
Certo é que, entende Vítor Santos, que foi secretário de Estado de Augusto Mateus e Pina Moura, «dificilmente Portugal terá outra AutoEuropa«.
Quanto muito pode atrair produtores de séries médias, tipo Pinifarina, acrescenta.
A necessidade de combater a dependência do sector automóvel e procurar ultrapassá-la é um dos objectivos centrais das políticas públicas, cujo objectivo «é garantir a competitividade sustentada de um país«.
Uma das materializações destas políticas, e do voluntarismo subjacente, é, no caso das empresas, «a atracção de investimento directo estrangeiro (IDE) estruturante«, entende.
A necessidade deste IDE [e, de forma mais lata, das políticas públicas] é tanto mais necessária quando a envolvência externa da economia portuguesa se está a degradar.
A adaptação ao novo contexto requer uma mudança de hábitos, uma vez que «a ideia de que as coisas em Portugal só acontecem por pressões do estrangeiro deixará de acontecer«, além de que «os efeitos que podem resultar endogenamente da nossa inserção internacional estão a esgotar-se«.
Em contexto de recentramento da União Europeia a Leste e de menor necessidade internacional de Portugal, Vítor Santos antevê que «aquilo que há a fazer é os portugueses confrontarem-se consigo próprios, olhos nos olhos«.
Em todo o caso, o professor do ISEG prevê que o grau de internacionalização da economia portuguesa permitirá que no cenário mais pessimista a convergência desta ocorra a um ritmo mais lento comparado com a dos últimos anos. (11 Mar / 12:10)

Lusa

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Economia

Economia

Gasolina e gasóleo são mais caros a partir de hoje

A gasolina e o gasóleo ficam hoje mais caros, dois e um cêntimo, respectivamente, com a entrada em vigor dos novos preços para o mês de Novembro.
A gasolina sem chumbo de 95 octanas passa a custar 96 cêntimos por litro, enquanto o preço indicativo da gasolina sem chumbo de 98 octanas deverá subir igualmente dois cêntimos, para 1,01 euros.
Quanto ao gasóleo, tanto o rodoviário como o agrícola, sofrem, a partir de hoje agravamentos de um cêntimo, passando a custar, 70 e 40 cêntimos, respectivamente.
O aumento do preço máximo de venda dos combustíveis, decidido pelo ministro da Economia, ficou a dever-se à subida dos preços do petróleo nos mercados internacionais.
Em Outubro, o preço do gasóleo (tanto rodoviário como agrícola) tinha já sofrido um aumento de dois cêntimos por litro, enquanto o preço da gasolina ficou inalterado.

Lusa

(1 Nov / 9:44)

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Aveiro

Aveiro

Atleta do Galitos bate recorde nacional

Ao serviço da selecção nacional o atleta do Clube dos Galitos, Diogo Carvalho, bateu o recorde nacional dos 200m livres masculinos na categoria de G3 (atletas nascidos em 1988), nos passados dias 6 e 7 de Julho, em Rio Maior.
O novo máximo nacional foi estabelecido com o tempo de 1,59.14 mn.
O atleta bateu o recorde recorde regional nos 1500 livres, fazendo a marca excepcional de 16,57 minutos, melhorando igualmente a sua marca pessoal e record regional nos 100m livres fazendo o tempo de 55.52 seg.
Nesta competição foi também seleccionada a atleta do Galitos Catarina Menano obtendo o 4º lugar nos 200 m livres.
Segundo fonte do Galitos, «a selecção dos atletas foi transmitida em cima da hora aos atletas pelo que estes tempos traduzem apenas os trabalho relevante que os atletas e o clube têm vindo a realizar, não sendo por isso objecto de treino específico para esta prova«.

(8 Jul / 12:00)

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Pergunta da semana

Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

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