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Aveiro

Aveiro

Fórum Cidadania Activa

Por uma Cidadania mais

Sensibilizar, motivar e apoiar a vivência de práticas de cidadania activa no quotidiano, assim como promover um espaço de encontro e de divulgação dessas práticas de cidadania activa nas famílias, nas comunidades educativas e na Universidade de Aveiro. São estes os principais objectivos do «Fórum Cidadania Activa», que vai decorrer entre 5 e 7 de Junho, na Universidade e na cidade de Aveiro.
Sob o slogan «Por uma Cidadania + (mais)», este novo projecto de Direitos Humanos em Acção é promovido pelo Núcleo Regional de Aveiro da CIVITAS, com o apoio da Universidade de Aveiro, e engloba um conjunto de actividades que vão desde exposições a debates, passando por apresentações de experiências vividas nas escolas, apontamentos musicais e percursos de bicicleta, trotineta, patins ou a pé (ver programa em anexo).
Importa destacar a presença de Carlos Alberto Moniz e de Manuel Freire na abertura e encerramento da conferência «Cidadania Activa», cujo debate estará a cargo do ex-ministro da Educação, Prof. Júlio Pedrosa e de Clara Sacramento, vice-presidente do Núcleo Regional de Aveiro da CIVITAS.
De referir ainda a realização da exposição: «Salão de Artes – O Olhar do Observador Atento», que será constituída por qualquer tipo de obra, individual ou de grupo, apresentada por todos quantos queiram participar, bem como a «Pedalada + Cidadania», no dia 7; uma iniciativa que faz parte do programa de actividades do Dia Aberto da Universidade.

(3 Jun / 12:13)

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Mealhada

Mealhada – Colóquio sobre futebol

A falar de futebol nos entendemos

Manuel Zappa

O ex-treinador do Farense, Jorge Castelo, que esteve ligado ao Benfica durante uma década, Vítor Alves, treinador de guarda-redes da Académica, o árbitro internacional Duarte Gomes e o locutor da Antena 1, Carlos Dolbeth, foram os quatro convidados que participaram, na passada segunda feira, no segundo colóquio, promovido pela Câmara Municipal da Mealhada. O evento decorreu, uma vez mais, no Cine Teatro Messias, no âmbito da iniciativa «Um café com…», que começou com uma palestra, efectuada a 25 de Março último, com a ex-equipa técnica do Sporting de Braga, formada de Manuel Cajuda e Rui Nascimento.

Mais desenvolvimentos na edição em papel do Jornal da Bairrada

(28 Mai / 10:12)

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Tecnologia

Tecnologia

Australiana inventa máquina que lava, seca e passa a roupa

Uma estudante australiana de desenho industrial inventou uma máquina de lavar que deixa a roupa imaculada, seca e passada, indicou hoje a emissora de rádio local ABC.
O revolucionário invento de Jason Knight, 22 anos, designado «Solução Total de Lavagem«, utiliza tecnologia de ultra-sons para lavar a roupa dentro de uma câmara hermeticamente fechada.
Uma vez finalizado o processo de lavagem, uma bomba de calor seca as roupas sem as enrugar.
Knight explicou à emissora de rádio que esta tecnologia de ultra-sons também está a ser investigada em Tóquio por uma empresa que produziu uma máquina de lavar ultra-sónica.
No entanto, o invento australiano é, segundo a sua autora, «o único que combina as três etapas num único sistema«.

Lusa

(24 Mai / 9:39)

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II Divisão B

Fátima, 1 – OBSC, 1

Lisonjeiro para os locais

Manuel Zappa

Estádio João Paulo II, em Fátima.
Árbitro: Nuno Afonso.
Auxiliares: Domingos Soares e Ricardo Neves. Equipa do CA da AF Lisboa.

FÁTIMA: Rui Vale; Zé Artur, Rui Manhoso, Mamadi e Ricardo Branco; Bani, David (Hugo Carvalho, 69m) e Bruno Ferreira; Ricardo Queirós (Pedro Silva, 81m), Peixoto (Paulão, 71m) e Morgado.
Treinador: Paulo Leitão.

OLIVEIRA DO BAIRRO: Mário Júlio (3); Paulo Costa (4), Hernâni (4), Roberto Carlos (3) e Pazito II (4); Tó Miguel (3), Miguel Tomás (3) e Pedro Paula (3); Pazito I (3), Serrão (3) e Jaimito (4).
Substituição: Aos 76m; Tó Miguel por Mário João (1).

Treinador: Gabriel Mendes.
Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Morgado (46m) e Jaimito (63m).
Disciplina: Cartão vermelho a Bani (69m).

Apesar de estarmos em final de época e de ambas as equipas terem a sua situação regularizada, em termos de objectivos classificativos, assistimos a uma excelente partida de futebol.
O resultado final acaba por penalizar o Oliveira do Bairro que foi de longe a melhor equipa em campo, aquela que criou (e desperdiçou) as melhores oportunidades de golo, enquanto o Fátima deve o empate ao seu guarda-redes, o grande responsável pela divisão dos pontos.
Com sistemas tácticos iguais e sem qualquer postura defensiva, ambos os conjuntos abordaram o jogo com uma grande desenvoltura atacante e sempre com a baliza como alvo preferencial.
O Oliveira do Bairro foi a primeira equipa a dar o mote, quando, aos 4 minutos, Jaimito surgiu solto na área, tendo rematado à figura de Rui Vale quando tinha tudo para fazer golo.
Minutos depois, Pazito I, de cabeça, quase dava o melhor seguimento a um livre de Paulo Costa, mas a bola caprichosamente passou a escassos centímetros do poste direito da baliza dos locais.
Com um futebol enleante e a toda a largura do terreno, o Fátima procurava, em velocidade e com infiltrações dos seus flanqueadores, surpreender o último reduto contrário, contudo a defesa bairradina mostrou-se sempre muito atenta a todas as movimentações dos avançados locais.
Foi de livre, aos 17 minutos, que Morgado deixou o primeiro aviso, que seria repetido em lance de bola corrida, à passagem da meia hora, mas Pazito II dobrou bem os seus centrais e tirou o pão da boca ao melhor marcador do Fátima.
O jogo estava vivo e interessante de seguir e, aos 34 minutos, David viu Mário Júlio pôr à prova os seus reflexos ao desviar a bola pela linha final, após canto directo.
Respondeu Miguel Tomás com um remate em arco que passou a rasar a barra e, antes do intervalo, Rui Vale desviou com a ponta dos dedos um remate com o selo de golo de Pazito I.
Pela produção de ambas as equipas, em particular a do Oliveira do Bairro, o resultado ao intervalo merecia golos, dado o futebol praticado.
Não podia começar melhor a segunda parte para o Fátima. Logo no primeiro minuto, Morgado tirou um adversário do caminho e, já dentro da área, rematou cruzado não dando qualquer hipótese de defesa a Mário Júlio. Um grande golo.
Galvanizado com o golo, o Fátima teve o comando do jogo até aos 15 minutos, período em que teve uma soberana oportunidade para matar o jogo. Ricardo Branco centrou do lado esquerdo, a defesa contrária não aliviou a bola, tendo esta sobrado para Zé Artur que a colocou na cabeça de Morgado. Este, liberto de marcação, dentro da pequena área, cabeceou muito por cima da barra.
Foi de certa forma o canto do cisne para os locais que, paulatinamente, viram o seu adversário controlar quase todas as movimentações em campo, através de grande pressão sobre o seu meio campo.
O primeiro lance de perigo aconteceu aos 62 minutos. Serrão fugiu pela direita e centrou, atrasado, para Paulo Costa, valendo Bani a oferecer o corpo à bola para que esta não entrasse na baliza.
Volvido um minuto, Jaimito pegou na bola, fintou todos os adversários que lhe apareceram no caminho, sentou Rui Vale e, de pé esquerdo, marcava um golo de antologia. O empate era mais do que justificado.
Após o golo do empate, o assalto à baliza do Fátima foi uma constante. Aos 65 minutos, Miguel Tomás na cara de Rui Vale não conseguiu o golo, que podia ter acontecido quatro minutos depois. Só que Mamadi travou em falta Serrão, à entrada da área, quando este já estava isolado. Nuno Afonso mostrou o respectivo cartão vermelho, só que trocou os jogadores, sendo a vítima Bani, que nada teve com o lance. Um erro crasso do árbitro, talvez confundido com o facto de ambos os jogadores serem de cor.
Com a expulsão e a pressão do Oliveira do Bairro em busca da vitória, o Fátima caiu literalmente de produção e, até final, não mais saiu do seu meio campo.
Foi então que voltou a entrar em cena Rui Vale que, com duas magníficas intervenções, voltou a negar o golo a Pazito I e a Miguel Tomás.
Em suma, um resultado curto para o futebol produzido pelo Oliveira do Bairro, num jogo em que Nuno Afonso realizou uma boa arbitragem com o senão do erro no cartão vermelho.

Jogo de Opiniões

Paulo Leitão, treinador do Fátima:
“Resultado correcto”

Foi um jogo agradável de seguir, atendendo a que estamos no final do campeonato e entre duas equipas com os seus objectivos alcançados.
Penso que o resultado está correcto e que ilustra a realidade do jogo.

Gabriel Mendes, treinador do Oliveira do Bairro:
“Repetição da época passada”

Com outros jogadores, outras oportunidades, este jogo foi a repetição da época passada, especialmente na segunda parte. Jogámos e criámos oportunidades mais do que suficientes para sair daqui com a vitória.
Gostava de realçar a grande entrega e dedicação dos jogadores, que tudo fizeram para ganhar, mais quando estamos em final de época e a motivação já não é a mesma do início de campeonato.

Melhor Falcão – Hernâni

Pendular

O central bairradino realizou uma exibição pendular e de grande esforço colectivo.
Em boa forma física, Hernâni não se preocupou apenas com as tarefas defensivas, dando também precioso auxílio ao meio campo.
Com o adversário em inferioridade numérica e face às modificações tácticas de Gabriel Mendes, Hernâni jogou como falso defesa direito, tendo também neste sector transmitido a mesma eficácia revelada nos outros sectores.

(21 Mai / 12:12)

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Óis do Bairro

Óis do Bairro

GAC em animado convívio

O GAC (Grupo de Amigos Caçadores) acaba de levar a cabo mais uma tradicional edição do passeio convívio que anualmente realizam. Refira-se que este grupo nada tem a ver com as Reservas de Caça, tratando-se apenas de um grupo que resulta da “associação” de um punhado de amigos que, há oito anos, se juntou, sendo presentemente composto por 15 elementos.
Uma agreminação que lhes possibilita confraternizar e conviver em animados almoços e jantares, que vão promovendo ao longo do ano.
Assim, e porque já é tradição, todos os anos, no dia da Ascensão, os associados fazem-se acompanhar pelas suas esposas num animado passeio.
Assim, o GAC – Grupo de Amigos Caçadores acaba de realizar mais uma edição do passeio convívio anual que, desta feita, contou com a participação das esposas dos vários associados.
Este ano, o passeio teve como destino a Figueira da Foz, mais concretamente o pesqueiro do grande amigo Alberto. Aqui tem obrigatoriamente que ficar uma palavra de agradecimento pela forma como todo o grupo foi recebido.
É que aos cerca de 40 participantes-convivas foi servida uma excelente e fresquíssima dourada grelhada na brasa, tirada do pesqueiro. Seguiram-se 35 quilos de carne de vaca grelhada e, para finalizar, dois leitões levados cá da Bairrada, tudo acompanhado pelo bom vinho espumante e, no final, pelo belo café com o respectivo “cheirinho”.
Uma confraternização que decorreu num ambiente muito acolhedor, marcada pela forma como o grupo foi recebido com grande amabilidade, tendo o repasto sido servido nas instalações do amigo Alberto. Mas antes do grupo chegar ao local, foram distribuídas funções à maior parte dos companheiros, ficando distribuídas da seguinte forma: na grelha – Júlio e Julito; no corte dos leitões – Moniz e Tozé; a tomar conta dos pequenos – Luís e Henrique; a servir o vinho – Evaristo; na fiscalização do serviço – Cândido e Lagoa e na limpeza final – Zé Manuel, Vitinho e Cucas.
Todos, sem excepção, cumpriram rigorosamente com as ordens, salientando-se ainda que o grupo teve como porta-voz o amigo Manuel Ribeiro de Almeida.
Findo o almoço, realizou-se então a visita aos viveiros de peixe, onde se encontravam vários tanques de robalos, douradas e enguias. Um passeio muito interessante, e onde todos tiveram contacto com a forma como se trabalha neste local: desde a limpeza à alimentação, passando pela oxigenação das águas. Enfim, uma autêntica maravilha para ver e o amigo Alberto sempre com uma gentileza enorme.
O regresso à Bairrada fez-se por volta das 20 horas, mas, antes de dormir, ainda houve tempo para tomar um “chá” na Adega do Henrique, passar pela do Lagoa, terminando na do Luís, todos bem dispostos e contentes.

José Lagoa Duarte
(17 Mai / 12:08)

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Ciclismo РPr̩mio Abimota

Ciclismo РGrande Pr̩mio ABIMOTA

Dificuldades superadas pelas boas vontades

Manuel Zappa

Cerca de 140 ciclistas de 14 equipas – nove de elite, quatro de esperanças e uma (espanhola) mista – vão para estrada na 24ª edição do Grande Prémio ABIMOTA em ciclismo, entre os dias 23 a 26 de Maio.
A apresentação oficial decorreu na passada sexta feira, na Fogueira, onde os seus responsáveis deram a conhecer as grandes dificuldades por que passaram para colocar em andamento este Grande Prémio, o mais antigo do calendário velocipédico português, que começa em Esposende, visita de novo a região do Gerês e a cidade de Espinho, terminando em Águeda. No último dia, haverá uma etapa entre Anadia e Águeda, percorrendo vários concelhos da região.
A legião do ciclismo da região e nacional esteve presente na cerimónia de apresentação do 24º Grande Prémio ABIMOTA, assim como diversas entidades autárquicas, patrocinadores, colaboradores, dirigentes das equipas participantes, entre outros.
Na mesa de honra estiveram presentes Angelino Ferreira e José Augusto da Silva, respectivamente, presidente da Assembleia Geral e Direcção da ABIMOTA, Júlio Dinis Saraiva, Director Geral, Manuel Amaro, da Federação Portuguesa de Ciclismo, António Costa, da Associação de Ciclismo de Aveiro, Jorge Costa, em representação da Câmara Municipal de Águeda e dos municípios que colaboram com o grande prémio, Moreira da Torre, Administrador das Caves Altoviso, e João Lousado, adjunto do Governador Civil de Aveiro.

DIFICULDADES ACRESCIDAS

No ano em que, por variadas razões, as provas de ciclismo nacionais, ao mais alto nível, têm sofrido um duro revés em termos económicos, é de louvar uma vez mais a grande força e determinação, postas à prova pela ABIMOTA, pelo facto de não deixar morrer uma das mais prestigiadas provas de ciclismo.
Essas dificuldades foram afloradas, quase em uníssono, pelas entidades presentes, como por exemplo, o seu presidente, José Augusto da Silva, ao dizer que cada vez há menos pessoas a colaborar. Aquele responsável manifestou-se, em termos de futuro, do apoio mais concreto por parte das autarquias e deixou algumas críticas à televisão, em particular à RTP, que, mais tarde, seriam mais ou menos desfeitas quando Júlio Dinis Saraiva garantiu a cobertura do canal do Estado neste Grande Prémio.
O Director Geral foi considerado por Angelino Ferreira como a alma máter dos grandes prémios ABIMOTA. A sua perseverança voltou de novo a falar mais alto, sendo o grande objectivo atingir a meta e pensar desde logo na 25ª edição.
Júlio Dinis Saraiva, que pela primeira vez escreveu no livro oficial, diz que “2002 está a verificar-se uma muito difícil época para o ciclismo. Quer pelo desaparecimento de organizações dedicadas às corridas, quer até pelas imensas dificuldades sentidas por uma das bases do sistema legal do ciclismo, as Associações, não conseguem apoios para a realização de uma simples prova ao domingo”.
A organização do GP ABIMOTA tem sentido dificuldades em conseguir o apoio das autarquias para a realização de chegadas ou partidas de etapa, quer com um simples subsídio para o patrocínio de uma meta volante ou de outro tipo.
Na perspectiva de Júlio Dinis Saraiva, “algo terá de mudar na mentalidade das pessoas responsáveis, pois o ciclismo continua a ser o grande veículo de propaganda que vai a todo o lado, sem cobrar entradas e não recebe qualquer benefício. Antes pelo contrário, como por exemplo o elevado custo do policiamento”.
Por sua vez, Manuel Amaro, em representação da Federação Portuguesa de Ciclismo também traçou um cenário difícil, mas, ao mesmo tempo, mostrou-se esperançado de que a situação que tem afectado o sector das duas rodas, seja passageira. Um dos problemas apontados por Manuel Amaro surgiu com as eleições autárquicas e legislativas, tendo as organizações sentido essas mudanças: “Felizmente que a ABIMOTA conseguiu aguentar a sua prova, numa organização tradicional. Se através dos regulamentos do ciclismo pudéssemos eleger alguém, o GP ABIMOTA é, sem dúvida, o mais simpático”.
A correr em casa estava Moreira da Torre, um dos Administradores das Caves Altoviso: “Fala-se de crise, mas já vivemos todos os dias em dificuldades e quem faz as organizações são as pessoas, que conseguiram ter a ousadia de colocar este GP em marcha”, deixando a imagem de que, quando se pretende algo, a união sempre fez a força.
Jorge Costa, em representação da Câmara Municipal de Águeda e dos municípios presentes, não deixou de salientar o papel de Júlio Dinis Saraiva, pela sua dinâmica, vitalidade e força e todos aqueles que, há 24 anos, deram as mãos para que o GP ABIMOTA seja uma realidade, não esquecendo José Maria Marques, que foi, no seu entender um pai destes grandes prémios.
Recentemente em funções, João Lousado, adjunto do Governador Civil, deixou uma palavra de incentivo para todos aqueles que uniram esforços no sentido de que este grande prémio fosse uma realidade, os quais terão o apoio do Governo Civil.

ETAPAS

A primeira etapa liga Esposende às Termas do Gerês, reeditando a primeira chegada do último grande prémio, na distância de 136, 3 quilómetros.
No dia seguinte, 24 de Maio, a segunda etapa ligará Terras de Bouro a Paços de Ferreira, na distância de 163, 8 quilómetros.
A terceira etapa, no dia 25 de Maio, ligará Paços de Ferreira a Espinho, na distância de 131 quilómetros e, no último dia, domingo, haverá duas etapas: a quarta, de manhã, liga Espinho a Anadia (94Km); a quinta e última, entre Anadia e Águeda, terá uma distância de 105,8 kms.
Na etapa da manhã, os ciclistas passam Ovar, Estarreja, Cacia, Aveiro, Mamodeiro, Oiã, Oliveira do Bairro, Sangalhos, Malaposta, Arcos e Anadia, com a meta situada na avenida José Luciano de Castro, com chegada prevista para as 11 horas.
De tarde, os ciclistas partem (15.30 horas) de Anadia (Vendas da Pedreira), passando por Ílhavo, Vagos, Palhaça, Águas Boas, Oiã, Perrães, Piedade, Recardães, zona industrial da Borralha e Águeda, cuja meta está instalada na avenida Dr. Eugénio Ribeiro, com final previsto para as 17.55 horas.

(14 Mai / 11:55)

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Saúde

ONU

Annan exige ajuda do sector privado no desenvolvimento da criança

O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, apelou ao sector privado para trabalhar em parceria com os governos e a sociedade civil com vista a melhorar a saúde, educação e o meio ambiente das crianças.
«Podem conceder uma ajuda directa e concreta aos objectivos a debater na Cimeira da Criança nos domínios da Saúde, Educação e desenvolvimento da criança«, salientou.
Falando quinta-feira perante vários dirigentes de empresas, o secretário-geral da ONU disse também que com a ajuda dos privados é possível «melhorar a alimentação, a prevenção e tratamento da SIDA«.
Além da ajuda financeira, Kofi Annan pediu aos empresários para utilizarem a sua influência numa campanha a favor do alívio da dívida e a participarem com uma ajuda acrescida para o desenvolvimento.
Por seu turno, o presidente da organização humanitária CARE, Peter Bell, afirmou que «esta reunião marca o regresso das relações entre as ONG´s e o sector privado«.
à margem da cimeira, o «patrão« da Microsoft, Bill Gates, anunciou a doação de 50 milhões de dólares para um plano que tem por objectivo reduzir as carências alimentares nos muitos países em desenvolvimento.

Lusa

(10 Mai / 10:45)

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Aveiro

Aveiro

Dez universitários acabaram a «Semana do Enterro« em coma alcoólico

Dez estudantes universitários entraram hoje no Hospital de Aveiro em coma alcoólico, depois de participarem no programa de animação que encerrou a «Semana« do Enterro (Queima das Fitas) da Universidade local.
Fontes das corporações de bombeiros da cidade disseram que transportaram para o hospital, entre a 01:45 e as 07:30, sete rapazes e três raparigas.
Os jovens tinham em média 20 anos de idade e a maioria era proveniente do Parque de S. João, onde se concentrava o grosso da animação.

Lusa

(3 Mai / 16:19)

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Oliveira do Bairro

Santa Casa da Misericórdia de Oliveira do Bairro

Curso de formação chegou ao fim

No passado dia 17 de Abril, decorreu, na Santa Casa da Misericórdia do Concelho de Oliveira do Bairro, a sessão de encerramento do curso de formação E.F.A. (Educação e Formação de Adultos), que se tinha iniciado a 24 de Julho de 2001, denominado “Formação Pessoal e Profissional”.
Trata-se de um curso de formação, co-financiado pelo Fundo Social Europeu (P.O.E.F.D.S.) – Programa Operacional de Emprego, Formação e Desenvolvimento Social), acreditado pela ANEFA (Agência de Educação e Formação de Adultos), entidade tutelada pelo Ministério da Educação e pelo Ministério do Trabalho e Segurança Social, que oferece às suas formandas a possibilidade de obtenção de uma equivalência escolar e profissional.
No presente caso facultava o acesso ao 6º ano de escolaridade (2º. ciclo) e ao nível I de qualificação profissional pelo I.F.E.P. (Instituto de Emprego e Formação Profissional), formando Agentes em Geriatria, mais especificamente no Acompanhamento de Pessoas Idosas no Domicílio.
A referida sessão teve, para além das “figuras” mais importantes – as FORMANDAS -, a presença de algumas entidades do concelho, entre outras, sem as quais era impossível a consecução do curso, a saber: o Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Santa Casa (S.C.M.C.O.B.), o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, a responsável da ANEFA pela zona centro, o director da entidade formadora Multi-Aveiro, o Provedor da S.C.M.C.O.B., a coordenadora concelhia do Rendimento Mínimo Garantido e alguns responsáveis representativos das entidades que receberam as formandas no módulo “Formação em Contexto Real de Trabalho”.
Foi considerada unânime pelos oradores, incluindo as formandas, a importância de cursos deste tipo, direccionados para públicos de menores recursos e formação, que cresce muito mais se “lhe dermos a rede e não o peixe” – na opinião da Dra. Lisete Matos.
Entretanto, o professor Vitor Oliveira, presidente da Câmara Municipal, salientou que é de investir nas pessoas, como foi feito, e que, após este curso, “o concelho ficou mais rico”.
Este é um dos objectivos fundamentais da Santa Casa que tem seguido como princípio fundamental a melhoria da Qualidade de Vida das pessoas do concelho.

ILuís Miguel Brandão

(25 Abr / 19:06)

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Aveiro

XII FITUA

Festival Internacional de Tunas da Universidade de Aveiro

A mui ilustre Tuna Universitária de Aveiro vai, mais uma vez, organizar o grandioso FITUA – Festival Internacional de Tunas da Universidade de Aveiro, este ano na sua 12ª edição, a qual decorrerá nos dias 26 e 27 de Abril no centro cultural e de congressos de Aveiro.

Tunas participantes:

Portugal:
AnTUNia – Tuna de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de
Lisboa
Tuna Académica de Lisboa
Tuna de Medicina do Porto
Tuna da Universidade Católica Portuguesa – Porto
Tuna Académica da Universidade Portucalense
Tuna Universitária do Minho
Azeituna Tuna de Ciências da Universidade do Minho

Espanha:
Tuna Universitária de Santander
Tuna Universitária de Ferrol

PROGRAMA:
Data: 25,26,27 e 28 de Abril de 2002

Quinta-feira, 25 de Abril

13.00h – Chegada das primeiras tunas a Aveiro
15.00h – Lançamento do CD do IX,X e XI FITUA
22.00h РFesta de apresenta̤̣o do XII FITUA no Autocarro Bar

Sexta-feira, 26 de Abril

12:00h РRecep̤̣o das tunas participantes
17:00h РRecep̤̣o das tunas pelo Magnifico Reitor da Universidade de Aveiro
21:15h – Espectáculo no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro
01:30h РFesta na Pra̤a do Peixe

Sábado,27 de Abril

16:00h – Concurso de Serenatas no Centro Comercial Glicínias
17:00h РGrande Churrasco Acad̩mico РPorco no espeto na Pra̤a do Peixe
21:15h – Espectáculo no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro
РEntrega de pr̩mios
02:00h РFesta de encerramento do XII FITUA (Pra̤a do Peixe + Parque de
S. João- Semana do Enterro de Aveiro)
– Concurso de Tuna Mais bebedora

Domingo, 28 de Abril

14:30h РAlmo̤o Volante nas Cantinas do SASUA
16.00h – Encerramento do XII FITUA e “Hasta la Vista”

Historial FITUA

O FITUA é o terceiro festival de tunas mais antigo do país e um dos mais antigos de toda a Península Ibérica. A sua velhinha história começa no ano de graça de 1989, na altura como uma iniciativa da Associação Académica da Universidade de Aveiro, e com carácter de sarau de tunas não competitivo, realizado no Magnífico Teatro Aveirense, que o acolhe desde o primeiro momento. Esta ficou para a historia como a edição N.º 0.
O seu sucesso foi enorme, e deu origem ao nascimento de uma nova cultura musical dentro do meio universitário português: as tunas académicas. A prova disso é o nascimento da TUNGA Académica da AAUAv, em 1991, a qual no ano de 1993 tomou a seu cargo a organização do IV FITUA.
E eis que em Outubro de 1995 surge a T.U.A., fruto da fusão da TUNGA da AAUAv com a Rial Tuna do ISCAA, consequentemente herdando a organização do FITUA em Abril de 1996, já na sua VII edição.
Desde as primeiras edições que este certame contou com a presença das melhores tunas portuguesas e da vizinha Espanha, mas foi também neste ano que se deu a evolução de Festival Ibérico de Tunas para Festival Internacional de Tunas, com a participação da Tuna de Segreles de Porto Rico.
No IX FITUA foi atingida uma grande meta da organização, o lançamento do CD duplo FITUA “Aveiro em Festa”, reunindo os melhores temas interpretados pelas tunas participantes nas suas VII e VIII edições, esta última galardoada com o Prémio Académico ’97 para a “Melhor Actividade Cultural”, atribuído pela AAUAv.
O festival conheceu a sua melhor edição no X FITUA, quando se comemorou o seu décimo aniversário, dando lugar a uma grandiosa festa, dentro e fora do palco, fazendo de Aveiro a capital mundial das tunas, galardoado novamente com o Prémio Académico ’99 para a “Melhor Actividade Cultural” da AAUAv, e declarado como “Evento de Relevância Cultural” pela Câmara Municipal de Aveiro.
Acarinhado pelos habitantes da cidade e pela academia, o FITUA é reconhecidamente um dos ex-libris culturais de Aveiro, tanto pela música e pelo espectáculo no Teatro Aveirense, como pela animação, cor e alegria que se fazem sentir nas ruas de Aveiro com a presença das tunas portuguesas, espanholas e sul-americanas.
Desde sempre que a TUA se tem pautado pela arte de bem receber os tunos, júri e convidados, proporcionando-lhes a oportunidade não só de participarem num grande festival de tunas, como também a de desfrutarem de dois dias de festa e das lindas vistas da nossa cidade. Talvez a isso se deve um pouco do sucesso deste festival, pois todos os anos nos deparamos com uma autêntica romaria de tunos e espectadores (principalmente espectadoras) em direcção a Aveiro por alturas do FITUA, facto que levou a Região de Turismo Rota da Luz a considerar este certame “Evento de Interesse Turístico Regional” na sua XI edição.
Fica desde já o convite a todos vocês para rumarem a Aveiro por alturas do FITUA, para participarem numa das mais alegres e divertidas festas académicas do país…

(22 Abr / 10:02)

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