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Anadia: “Filho da treta” vai ao Cineteatro

Anadia: “Filho da treta” vai ao Cineteatro

José Pedro Gomes e António Machado vão trazer o “Filho da Treta” a Anadia, para uma apresentação única, no Cineteatro Anadia, no próximo dia 4 de fevereiro, pelas 21h30.
O nosso conhecido Zezé “prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior, que anda de bicicleta desmontável. Zezé, ao nível da deslocação, continua a polir a ponta do sapatinho de verniz com cuspe. Mas é um cuspe mais sábio… Antigamente, a vida era uma selva. Agora, a vida é uma selfie. Toda a treta se dispersou e cresceu nas redes sociais e os especialistas têm tido alguma dificuldade em encontrar a genuína conversa da treta. Mas quem é vivo sempre falece, e também sempre aparece. Nada se perde, tudo se transforma – o código genético da Treta renasce com a assustadora e nada aguardada peça de teatro FILHO DA TRETA. Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se as tascas gourmet, os refugiados, os paus de selfie, as novas famílias e outras pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção”.
A peça tem texto de Filipe Homem Fonseca e de Rui Cardoso Martins e com encenação de Sónia Aragão.
Os bilhetes já se encontram à venda e podem ser adquiridos no Cineteatro às sextas-feiras e sábados, das 20h às 23h, e no dia do espetáculo, a partir das 14h. O bilhete de ingresso tem um custo de dez euros, com 50% de desconto para os portadores dos cartões Anadia Jovem e Anadia Sénior.

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Último talhão do Cemitério Municipal sem dignidade

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O Cemitério Municipal de Oliveira do Bairro, no seu último talhão, não apresenta o mínimo de condições de dignidade. A denúncia é feita por muitos anónimos que têm familiares enterrados naquele cemitério e pelas próprias agências funerárias e outros intervenientes no processo de luto.
O problema não é de agora e, ao longo dos anos, tem passado pelas mãos de vários vereadores da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro que se têm “desviado literalmente” em resolver esta questão, segundo explicou ao JB uma fonte conhecedora do processo. A mesma fonte explica que, com o passar dos anos, o problema tem sido arrastado e, atualmente, está a ser utilizado o talhão que estava previsto, desde início, para serem sepultadas crianças e adultos.
A mesma fonte acrescenta que este assunto passa ao lado dos políticos, uma vez que “os mortos não dão votos”, contudo, “esquecem-se que as famílias votam”. “É lamentável que este cemitério não tenha condições de dignidade, tanto para os mortos como para os vivos”, afirma a mesma fonte.
Por outro lado, ao contrário das boas práticas instituídas pelas Juntas de Freguesia, a Câmara Municipal, ao longo da existência do cemitério, nunca se preocupou em infraestruturar as sepultadoras, fazendo com que o cemitério aparente estar num cenário de constantes obras. Acresce que o talhão agora alvo de polémica, é o último existente no cemitério e em dias de chuva não permite que os familiares possam velar os seus falecidos, uma vez que o piso fica cheio de lama, devido a problemas de quotas. Neste talhão, as sepulturas não podem ter a altura regulamentar (1.50 metros), devido à existência de um tubo de águas pluviais, o que vai obrigar a autarquia a subir a altura do terreno.

Estudo. A Câmara Municipal já veio dizer que está em elaboração um estudo para avançar com o arranjo do Cemitério Municipal de Oliveira do Bairro. “Este arranjo vai reorganizar o espaço, que será destinado a crianças e adultos. Está previsto prolongar o arruamento existente, paralelo às capelas (lado nascente), com uma subida da altimetria e drenagem de águas pluviais. Entre os talhões, passará a existir um passeio onde está a ser estudada a colocação de sarjetas para recolher devidamente as águas pluviais”, explica a autarquia oliveirense.
Relativamente às infraestruturas das sepulturas, a autarquia oliveirense explica que vai manter a mesma prática. As mesmas continuarão a ser vendidas sem as paredes internas e as famílias terão que adjudicar aqueles paredes ao coveiro ou a uma empresa de construção civil. Um processo que vai encarecer o preço final da sepultura. “O empedramento das sepulturas (paredes internas), sempre foi uma responsabilidade dos proprietários das respetivas sepulturas e não haverá alteração deste procedimento”, acrescenta a autarquia oliveirense, em nota enviada ao JB.

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Presidente da Junta da Palhaça eleito pelo PSD é candidato pelos independentes (UPOB)

manuel martins junta palhacaO presidente da Junta de Freguesia da Palhaça, Manuel Augusto Martins, eleito pelo PSD, militante há cerca de quatro anos e social democrata assumido, é candidato à junta pelo Movimento dos Unidos por Oliveira do Bairro (UPOB), confirmou o próprio ao JB, na última terça-feira.
Manuel Augusto Martins, parco em palavras, diz que ainda não tem a equipa formada e que o processo seguirá com “a devida e necessária tranquilidade”. “Não trabalho no escuro. Faço tudo às claras e o meu trabalho está à vista”, afirma o autarca da Palhaça.
Na origem desta decisão, Manuel Augusto aponta desentendimentos com a concelhia do PSD, sublinhando que “a retirada de confiança política, sem justificação, ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, foi preponderante na  minha escolha pelo UPOB”.
António Mota, presidente da Concelhia do PSD, diz que “Manuel Augusto Martins é um homem livre e saberá o que fazer com o Partido Social Democrata”, clarificando que “não foi a Comissão Política Concelhia que retirou a confiança política ao presidente da Câmara, mas, sim, um plenário de militantes. Um plenário onde o sr. Presidente da Junta da Palhaça devia ter ido para colocar as suas divergências”.

Instalação do Núcleo de Freguesia. Entretanto, o UPOB veio anunciar, na última semana, que Manuel Augusto Martins e Paulo Barata são os responsáveis pela instalação do Núcleo da Freguesia da Palhaça do Movimento, com vista à preparação do projeto autárquico.
O UPOB dá ainda conta que Rui Santos e José António são os responsáveis pela instalação do núcleo de Oliveira do Bairro, enquanto que o núcleo de Oiã vai ser instalado por João Carlos Silvano e Elizabete Pataco. Na União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa, a responsabilidade cabe a Carlos Barreiro e Carlos Ferreira.
Além da aprovação da Comissão Instaladora, o UPOB deliberou que ainda durante o mês corrente os núcleos vão estar a funcionar em pleno, estando previsto que as reuniões tenham início durante este mês de janeiro.
O UPOB acrescenta em comunicado que, “desde a sua fundação, a 1 de outubro de 2016, os representantes do movimento têm defendido que esta é uma candidatura participativa e que envolve toda a população, com pessoas de distintos perfis profissionais, académicos e políticos convidados a dar a sua contribuição”.

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Cinema no Museu de Etnomúsica

Entre os dias 23 e 27 de janeiro, o Museu de Etnomúsica da Bairrada, localizado na vila do Troviscal, organiza a iniciativa ”Cinema com Música”, um ciclo de sessões de cinema com filmes de animação relacionados com a temática da música, destinado a crianças com idades entre os 3 e os 12 anos.

O objetivo da iniciativa é o de atrair ao Museu o público mais jovem, promovendo, de uma forma divertida, as várias variantes e instrumentos musicais, através da visualização de pequenos filmes, dos quais se destacam “Mickey Mouse – O Concerto da Banda”, “A Grande Ópera” e “Terra da Música”, clássicos da animação que, seguramente, serão do agrado dos mais pequenos.

As sessões realizam-se às 10h30 e 14h30 e a participação na atividade é gratuita. As inscrições podem ser feitas no Museu de Etnomúsica da Bairrada, através do telefone 234 757 005 ou do endereço eletrónico memb@cm-olb.pt.

Inaugurado em 2005, o Museu de Etnomúsica da Bairrada é um projeto da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro que tem por objetivo preservar o património cultural produzido na área musical, construído e vivido ao longo de gerações por toda a comunidade bairradina. Para além de exposições temáticas, o Museu possui uma vasta coleção de instrumentos, partituras, gravações, documentação variada e depoimentos.

O Museu de Etnomúsica da Bairrada leva a efeito, durante todo o ano, uma série de iniciativas dirigidas a vários segmentos de públicos, desde as crianças à população sénior, não só do Concelho de Oliveira do Bairro mas de toda a região, contribuindo para um crescente conhecimento da música e das raízes culturais do nosso território, eternizando as nossas tradições, a nossa história e a nossa real identidade.

Para além do vasto espólio que possui, o Museu conta ainda com duas exposições abertas ao público. A exposição “O Rádio: Retrospetiva do século XX”, inaugurada em 2010 para comemorar os 75 anos de rádio em Portugal, celebra este importante meio de comunicação, demostrando a sua preponderância junto das populações, desde os anos 20, com o aparecimento dos primeiros recetores, até à década de 70, numa viagem por quinze elementos que representam algumas das marcas e modelos mais significativos da sua história. Inaugurada este ano, a exposição temporária “Banda Filarmónica da Mamarrosa: 100 Anos ao Serviço da Cultura”, assenta em documentos e objetos físicos do Museu, celebrando o percurso secular da instituição, desde os tempos do seu fundador, Jaime de Oliveira, até aos dias de hoje.

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União de Freguesias de Arcos e Mogofores: “O mais importante é trabalhar para melhorar a qualidade de vida das pessoas”

A cumprir o primeiro mandato como presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, Fernando Fernandes diz-se satisfeito com o trabalho realizado em 2016, mas também com a colaboração e apoio que tem recebido da parte dos colegas de executivo e dos elementos da Assembleia de Freguesia. Para 2017 elenca várias obras prioritárias, que passam pela requalificação da rede viária, arranjo de pracetas, jardins e parques, mas também da sua vontade de ver nascer, no centro da cidade, uma “horta comunitária”.

“O ano de 2016 foi um ano muito positivo porque conseguimos concretizar, quase na totalidade, aquilo a que nos propusemos no plano de atividades”, destaca Fernando Fernandes, autarca da União de Freguesias de Arcos e Mogofores ao Jornal da Bairrada, nesta que é a última grande entrevista do mandato.
O autarca diz mesmo que, com taxas de execução acima dos 80%, o balanço “só poderia ser francamente positivo”, não deixando de agradecer aos colegas que o acompanham no executivo, mas também a todos os elementos que integram a Assembleia de Freguesia. “Muitas vezes, é graças às suas ideias e sugestões que corrigimos situações. Temos que ouvir todos, em equipa e isso não é de estranhar quando na Assembleia de Freguesia temos dois ex-presidentes de Junta, Carlos Santiago, de Arcos e José Maria Ribeiro, de Mogofores, ambos com muita experiência de vida autárquica”.
Quanto a obras, o autarca de Arcos-Mogofores avança que foram realizadas várias, assim como iniciadas outras que devem ficar concluídas este ano.
Com um orçamento a rondar os 155 mil euros, reconhece que é preciso ser muito rigoroso e gerir muito bem as verbas disponíveis, agora repartidas por um território muito maior.
Ainda que considere como o mais importante “as pessoas”, “procurando formas de melhorar as respostas para as quais somos solicitados, tanto no atendimento diário de experiente, como na execução de limpezas, obras em espaços públicos ou até no apoio às mais diversas associações.”
Por isso, diz que as obras são todas importantes, sejam elas grandes ou pequenas. “Graças a esta nova forma de trabalhar com as Juntas de Freguesia, a Câmara Municipal canaliza mais verbas para as Juntas, o que nos permite concretizar projetos e ter mais autonomia”.
Fernando Fernandes destaca ainda o facto de, sob o executivo de Teresa Cardoso, “nós sabermos sempre o que vai ser feito na nossa freguesia com alguma antecedência. Isso é muito importante, porque assim conseguimos organizar muito melhor o nosso plano de atividades”, reconhece.

Ano de 2016 com balanço positivo. O ano de 2016 fica, assim, marcado pelo início da reabilitação do Parque de Merendas de Mogofores. Uma obra dispendiosa e emblemática do mandato, mas que ainda vai demorar a concluir. A razão, apenas uma: “trata-se de uma obra muito cara, que nos levou a maior fatia do orçamento e que ainda vai obrigar a investimentos avultados no presente ano.
O autarca recorda ainda com satisfação a abertura da Alameda de acesso ao Colégio de Famalicão, que veio facilitar o trânsito no local.

Obras para 2017. Quanto a investimentos para 2017 destaca as várias obras previstas e já a concurso. Obras para realizar em parceria com a Câmara Municipal e que só ainda não avançaram devido a atrasos burocráticos relacionados com os concursos públicos.
Fernando Fernandes fala da requalificação da Avenida Eng.º Cancela de Abreu, no entroncamento com a Rua dos Olivais, na parte sul de Anadia; a requalificação da rede viária em Alféloas e a requalificação da rede viária na zona da Malaposta; requalificação da Rua S.José de Cluny até à Malaposta; beneficiação da Rua do Cértima; execução de obras de saneamento nos Bairros das Corgas e da Gândara, em Alféloas, um velho anseio dos moradores.
Mas é a requalificação do Parque de Merendas, em Mogofores, que lhe causa maiores dores de cabeça, uma vez que esta obra absorve muita da verba disponível no orçamento. “Trata-se de uma obra com muitos custos e que só é possível concretizar aos poucos”, explica.
No entanto, as prioridades para 2017 passam ainda pela execução de passeios na Rua do Campo de Futebol, em Mogofores; Requalificação da Praceta Marquês da Graciosa, em Famalicão e a requalificação da Praceta do Bairro Mira-Crasto, em Alféloas.
O autarca quer ainda avançar com a construção de valetas cimentadas em Arcos e nas Vendas da Pedreira, mas também corrigir o velho problema das águas pluviais na zona de Canha.
O cemitério de Mofogores poderá vir também a sofrer uma beneficiação, não só na pintura de muros mas também na correção dos espaços entre as campas.
Por outro lado, considera importante encontrar uma solução para o estacionamento na Urbanização da Encosta do Sol. “É um local onde urge fazer uma correção de estacionamento e que aos fins de semana é mesmo caótico.” Um melhoramento complexo, já que se trata de um loteamento, mas que defende ser muito necessário.
E porque a União de Freguesia é rica em termos associativos, Fernando Fernandes realça o apoio que o executivo vai dando às várias associações e coletividades da União de Freguesias, que leva também uma fatia significativa do orçamento disponível. “São coletividades com atividade, que envolvem muitas pessoas e sempre disponíveis a colaborar com a Junta de Freguesia, logo temos também de as ajudar.”

Possível recandidatura. A cumprir o quarto mandato (três como presidente da JF de Arcos) e este primeiro como presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores diz ainda não ter pensado nas eleições autárquicas que vão acontecer este ano.
Todavia, admite uma eventual recandidatura: “em princípio e se todos os elementos de executivo da Junta de Freguesia concordarem, estamos a trabalhar para isso”, ainda que não descarte a hipótese de o virem a fazer fora das listas do PSD, que os elegera em 2013.

Cidade de Anadia poderá vir a ter “horta comunitária”

Ainda não passa de um sonho mas poderá vir a ser uma realidade. Fernando Fernandes revela que gostaria de disponibilizar uma horta comunitária no centro da cidade de Anadia.
Para isso, já pensa na aquisição de cerca de seis mil metros de terrenos agrícolas mas que não estão a ser usados.
Localizados na Avenida das Laranjeiras, nas traseiras do Edifício Cravo, os terrenos agrícolas possuem água e estão praticamente votados ao abandono.
Os contactos já estão a ser desenvolvidos com os proprietários e, segundo Fernando Fernandes, “resolvíamos com este projeto dois problemas: a limpeza e manutenção dos terrenos, mas também a questão das águas pluviais junto ao Edifício Cravo, arranjando uma forma de as encaminhar para o rio, evitando assim que se acumulem naquele local.
“Ali poderíamos ainda ter um espaço para arrumos da Junta de Freguesia”, diz, sublinhando que para o local está a ser pensado um projeto “com cabeça, tronco e membros” e conclui: “acredito que havendo uma espécie de horta comunitária, as pessoas iam aderir. O projeto poderá ser muito interessante”.

Catarina Cerca

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Sangalhos: Requalificação da rede viária e arranjos urbanísticos são prioritários

Sangalhos: Requalificação da rede viária e arranjos urbanísticos são prioritários

António Floro que admite a recandidatura pelo MIAP, diz que este é um ano de viragem na freguesia com obras de vulto em várias frentes. A requalificação da rede viária, os arranjos urbanísticos e os parques e jardins estão na linha das prioridades.

“O balanço do trabalho realizado em 2016 é positivo”. Quem o afirma é o autarca de Sangalhos, António Floro. Ainda que admita que “nunca se fica satisfeito com o que se vai realizando”, a verdade é que no ano de 2016, graças à ajuda da Câmara Municipal de Anadia, conseguiu realizar alguns melhoramentos.
“As obras não são muito visíveis ou têm um grande impacto, porque a freguesia é muito grande, são vários lugares. Temos 192 ruas o que dá uma ideia do esforço necessário para as manter minimamente apresentáveis”, justificando só nesta área o gasto de mais de metade da verba disponível no orçamento.
Depois, explica, “temos a conservação de vários jardins, custos elevados com o pessoal, com o trator, e todo o equipamento afeto a esta área”.
Mesmo assim, elenca algumas obras realizadas em 2016 e que visam a melhoria da qualidade de vida das populações: “fizeram-se centenas de metros de passeios na Avenida Dr. Seabra Dinis que é uma avenida bastante grande e dá muita despesa; fez-se a conservação e manutenção de valetas; cimentamos valetas em várias ruas; iniciámos a construção do Parque de Merendas na Fogueira (sanitários e muro), entre outras.”
António Floro destaca ainda a construção do tão desejado Parque Infantil no Jardim do Passal, em Sangalhos.

Prioridades para 2017. Com um orçamento para 2017 a rondar os 158 mil euros, o autarca explica que o Plano de Atividades se divide em duas partes (obras grandemente financiadas pela Câmara Municipal de Anadia) e obras da responsabilidade da Junta de Freguesia.
Assim, graças ao apoio financeiro da Câmara Municipal, destaca a beneficiação da Rua Narciso da Marça, em Sá. Uma obra já iniciada e que vai permitir a requalificação da Rua Fonte de Guimarães. Integra a substituição das águas pluviais, água da rede pública, iluminação, passeios, asfalto e sinalização. “Era uma luta antiga porque o acesso à Estalagem e à Misericórdia de Sangalhos deixava muito a desejar”, defende.
A renovação da rede pública de água nos lugares do Paraimo e da Fogueira é também uma obra que destaca pela sua dimensão e importância. “É inadiável, importantíssima” e à qual se vai seguir a repavimentação das várias ruas intervencionadas.
Por outro lado, já deu conta ao executivo de Teresa Cardoso a necessidade de avançar com a repavimentação de 16 ruas na freguesia: “se fossem contempladas ficaria muito feliz. Algumas delas já sofreram intervenção na rede de água e agora é preciso colocar novo piso”, alerta.
O autarca acredita que a Pista de BMX e o Museu das Duas Rodas serão duas grandes obras que vão ter a sua conclusão este ano.
Uma outra beneficiação de vulto prende-se com a construção de uma rotunda no cruzamento da Rua Professor Bento Lopes com a Rua Nova do Pedregal onde vão ser construídos passeios e uma ciclovia. A requalificação da Rua das Roseiras, em Sá, que liga à Rotunda, perto da variante à EN 235 é outra via que quer ver beneficiada. “É uma rua que se encontra em muito mau estado de conservação e urge requalificar”, admite.
Na Fogueira, gostaria de ver concluída a requalificação do Largo de S.Silvestre, na parte que pertence ao domínio público. “O adro terá de passar por um entendimento entre a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia e a Igreja”, admite.
Uma outra área é a intervenção que deseja realizar em várias paragens de autocarros. “Algumas estão em muito mau estado, mas como são caras estamos a estudar as melhores soluções. Mas vamos intervir nas que se encontram em pior estado, na Fogueira, no Paraimo e também na Rua Fonte de Guimarães que liga à EN 235, onde vai ser construída uma pequena rotunda (perto da Igreja Protestante). Aqui as crianças não têm paragem”, refere.

Outras obras. O autarca António Floro fala ainda da intenção de avançar com as obras de melhoramento no cemitério, no seguimento do trabalho que vem sendo desenvolvido; continuação da construção de passeios na Avenida Dr. Seabra Dinis; requalificação de fontes e lavadouros; colocação de manilhas e construção de valetas em diversas ruas; substituição de sinalização vertical danificada; pintura de passadeiras para peões e de zonas de estacionamento; levantamento topográfico e tratamento do processo relativo aos limites da freguesia com as freguesias limítrofes; apoiar as coletividades e associações da freguesia nas atividades que vão desenvolvendo.

Recandidatura à vista. A completar o segundo mandato como presidente da Junta de Freguesia, admite estar disponível para concorrer a mais um mandato nas listas do MIAP (Movimento Independente Anadia Primeiro).
“Há um ano admiti que estava cansado, que queria dar lugar a outros. Estivera como secretário quatro anos, como tesoureiro outros quatro anos e como presidente oito anos. Após 16 anos, ao serviço da população, seria tempo de dar lugar a outros”. Contudo, diz que, “devido à situação que se vive com o volte-face do vereador Litério Marques (o que já era de prever) uma vez que há três anos a esta parte tem sido o maior opositor da presidente Teresa Cardoso no executivo, já me decidi pela minha recandidatura. Para ajudar a presidente e o excelente trabalho que tem realizado, mas para lutar também contra estas formas de estar. Se a política é isto, recuso-me a ser político porque estas jogadas descredibilizam os partidos, a política e os políticos”, sublinha, deixando um alerta: “há três anos que anda a ser cozinhada uma caldeirada para ser servida daqui a poucos meses. Só espero que a caldeirada faça mal apenas a quem a cozinha”, referindo-se claramente ao afastamento do “pai” e vereador eleito pelo MIAP, Litério Marques, da sua presidente Teresa Cardoso, situação que culminou recentemente com o anúncio do seu nome para candidato do PSD às próximas autárquicas em Anadia.

Parque de Merendas e Lazer da Fogueira marca último ano do mandato

O Parque de Merendas e de Lazer da Fogueira é o primeiro parque do género a nascer na freguesia de Sangalhos. Um sonho antigo no plano de intenções de vários executivos, mas que começa agora a tomar forma. As obras arrancaram em 2015 com a construção dos sanitários e do muro exterior de suporte, mas o grosso está para fazer e este poderá ser o ano que marca a viragem no embelezamento deste espaço. O objetivo é fazer o parque tal como está projetado, ainda que para isso tenha de haver um apoio considerável por parte da Câmara Municipal de Anadia.
São cerca de 6 mil metros onde existe um lavadouro que vai ser requalificado, criada uma zona pedonal e um amplo estacionamento. A rigueira onde corre água o ano inteiro será empedrada e alargada de forma a formar um pequeno lago onde haverá uma ponte em madeira que une as duas margens. Depois serão concluídos os sanitários e colocadas várias mesas, bancos, churrasqueira e um parque infantil.
As árvores serão alvo de uma análise por parte de um especialista que irá indicar quais as que será necessário abater ou replantar.
“Gostava de deixar o parque concluído, mas depende do apoio da Câmara, pois não temos dinheiro para fazer tudo de uma vez. Temos de ir devagar.”

Catarina Cerca

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Sangalhos: Câmara Municipal ajuda na reconstrução de habitação

Sangalhos: Câmara Municipal ajuda na reconstrução de habitação

A Câmara Municipal de Anadia vai ajudar a reconstruir a casa do jovem casal de Sangalhos que, a 18 de dezembro de 2016, ficou sem casa, na sequência de um incêndio que destruiu por completo a moradia onde habitavam em Sá-Sangalhos.
A informação foi anunciada a JB pela edil anadiense Teresa Cardoso, depois do executivo ter aprovado por unanimidade, em reunião, uma ajuda que vai rondar os 33 mil euros, sendo certo que a Câmara Municipal irá ainda fazer o acompanhamento na fiscalização da obra.
Na última sexta-feira, a edil anadiense Teresa Cardoso, o vice-presidente da autarquia, Jorge Sampaio, o autarca da freguesia de Sangalhos, António Floro e o casal estiveram reunidos na Junta de Freguesia para trocar algumas impressões acerca desta ajuda e decisão do executivo.
A JB, António Floro, que foi o autor do projeto, revelou que durante o encontro a edil explicou todos os passos que culminaram neste apoio. Também Patrícia Oliveira confessou ter ficado muito satisfeita com o apoio dado pela Câmara Municipal, que permite encarar o futuro de uma forma mais esperançosa.
A obra, que deverá começar dentro de duas semanas, vai estar a cargo de um empreiteiro da freguesia de Sangalhos que terá apresentado o orçamento mais baixo.
O projeto da “nova” casa traçado por António Floro, que é desenhador, vai ao encontro do desejo do casal. A habitação, com uma área aproximada de 100 m2, terá cozinha e sala comuns com lareira, dois quartos, um pequeno hall e uma casa de banho, permitindo que os compartimentos sejam ligeiramente maiores, uma vez que as áreas foram melhor aproveitadas em relação aos compartimentos que existiam na antiga casa.
Agora, a prioridade é mesmo reconstruir a habitação, o que poderá acontecer até ao verão.
O casal, para fazer face à reconstrução e para mobilar a habitação, disponibilizou na sua página no facebook um NIB: 0038008101200001771 74 (Filipe Vieira – Banco Santander Totta) para quem quiser ajudar monetariamente, de forma a que possam adquirir o mínimo para recomeçar.
Recorde-se que, numa primeira fase, a Câmara Municipal de Anadia ajudou nos trabalhos de remoção de entulho, uma vez que foi necessário proceder à demolição de todas as paredes interiores da habitação.
Filipe Vieira, de 30 anos e Patrícia Oliveira, de 25 anos, são pais de uma bebé com três meses. Ficaram apenas com a roupa do corpo, na sequência deste incêndio.
De imediato, à volta desta tragédia nasceu uma enorme onda de solidariedade, que envolveu não só familiares e amigos, mas também muitos anónimos que mostraram vontade de ajudar a minorar o sofrimento do casal.
Catarina Cerca

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Anadia: Presidente da Câmara retira pelouros ao vereador Litério Marques

Anadia: Presidente da Câmara retira pelouros ao vereador Litério Marques

Na sequência do anúncio do PSD, de que o vereador Litério Marques será o candidato do partido à Câmara Municipal de Anadia nas próximas autárquicas, a presidente da Câmara, Teresa Cardoso, já fez saber que lhe é retirado “o regime de permanência e todas as funções inerentes” ao cargo de vereador. Litério Marques era vereador nas áreas de gestão de obras municipais, gestão da rede de transportes e trânsito, gestão da frota municipal e eficiência energética.
Em comunicado enviado ao JB, Teresa Cardoso justifica esta tomada de posição depois de Litério Marques ter “repudiado publicamente o MIAP”, movimento independente que este criou e pelo qual foi eleito nas últimas eleições; e após ter sido anunciado como candidato do PSD.
A atribuição do regime de permanência ao vereador Litério Marques, nas áreas referidas, adianta Teresa Cardoso, “foi feita na plena convicção de que o seu exercício seria desenvolvido com verdadeiro espírito de confiança, transparência e lealdade”. No entanto, a autarca acusa o vereador de ter assumido publicamente “uma conduta que demonstra falta de lealdade e de respeito para com todos os autarcas eleitos pelo MIAP”.
Por outro lado, “ao contrário dos restantes vereadores em regime de permanência, o vereador Litério Marques não vem exercendo as funções que lhe foram confiadas” em 2013. A autarca vai mesmo mais longe, acusando o vereador de não cumprir com o seu trabalho, já que, desde que assumiu funções até à data, não apresentou, “em articulação com a presidente de câmara ou com os dirigentes da autarquia responsáveis pelas respetivas unidades orgânicas, quaisquer propostas, projetos ou outros contributos”.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia mostra-se ainda desagradada pelo facto de Litério não lhe ter comunicado, “formal ou informalmente, “o seu novo rumo político”, tendo tomado conhecimento através da comunicação social.
Conclui dizendo que, “das atitudes do senhor vereador Litério Marques resulta, inevitavelmente, uma clara falta de confiança pessoal e institucional, e incompatibilidade no que respeita ao exercício das funções, que conduziram a uma rotura que obriga a uma tomada de posição inadiável e categórica”.
Assim sendo, foram retirados, ao vereador, desde 16 de janeiro, “o regime de permanência e todas as funções que lhe foram cometidas”, é revogado todo e qualquer despacho “que lhe atribua funções, nomeadamente de representação municipal”, sendo ainda Litério Marques obrigado a “libertar todos os recursos físicos, materiais e humanos que lhe foram disponibilizados” no âmbito das funções que exercia.

“A seu tempo, falarei.” O vereador Litério Marques não quis tecer grandes comentários a esta decisão da presidente, apenas afirmou que, “conhecendo-a como conheço, não estranho esta decisão”.
Questionado se esta decisão não seria natural, dado já ser conhecida a sua candidatura pelo PSD, Litério Marques discorda, afirmando-se “um homem livre”, podendo “concorrer por quem quiser”.
O vereador, agora sem pelouros, critica esta deliberação, dizendo que tem “os seus projetos na Câmara e tenho o meu vencimento – se não tivesse outros rendimentos, como é que viveria a partir de agora?”
Quanto à falta de lealdade e outras acusações, refere que “a seu tempo” falará.
A decisão, agora revelada pela presidente da Câmara, vem na sequência de declarações de Litério Marques, em dezembro último, de que ia abandonar o MIAP, e que a sua existência já não fazia, inclusive, sentido. No dia 9 de janeiro, a Concelhia do PSD/Anadia entregou a Litério marques duas fichas, uma de candidatura e outra de militância, que assinou para formalizar o processo. No dia 10 de janeiro, o seu nome é anunciado, pela Distrital de Aveiro do PSD, como candidato à presidência da Câmara Municipal.
Oriana Pataco

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Alerta de tempo frio – Temperaturas podem chegar aos 8 negativos

Portugal está sob influência de uma massa de ar polar, seco e frio, e esta quarta-feira as mínimas poderão atingir mesmo os oito graus negativos na região interior centro.

De acordo com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), está prevista uma diminuição da temperatura a partir da noite de terça para quarta-feira, provocando uma situação de tempo frio e seco que se prolongará até ao próximo sábado (21 de janeiro).

A ANPC dá conta que os valores de temperatura mínima deverão variar aproximadamente entre 0º e 4º C, na generalidade do território, e será significativamente mais baixa nas regiões do interior, em particular nas regiões do Norte e Centro, onde poderá descer até – 8º C; os valores da temperatura máxima não deverão ultrapassar os 8º a 12º C no litoral oeste e no interior sul, sendo ligeiramente superior na costa sul do Algarve (entre 12º e 14º C) e significativamente inferior no interior Norte e Centro, onde os valores não deverão ultrapassar 5º/6º C, e adicionalmente, a partir da noite de terça-feira e até quinta-feira, o vento soprará mais intenso, em geral de intensidade moderada, forte nas terras altas, o que acentuará o desconforto térmico sentido pela população.

ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
– Que se evite a exposição prolongada ao frio e às mudanças bruscas de temperatura;
– O uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;
– A proteção das extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol);
– A ingestão de sopas e bebidas quentes, evitando o álcool que proporciona uma falsa sensação de calor;
– Especial atenção com a proteção em termos de vestuário por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade.
– Especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex. braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte;
– Que se assegure uma adequada ventilação das habitações, quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras;
– Que se evite o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar;
– Que se tenha em atenção a condução em locais onde se forme gelo na estrada, adotando uma condução defensiva;
– Especial atenção por parte das famílias e vizinhos, e das redes sociais de proximidade, com as situações de pessoas idosas ou em condição de maior isolamento;
– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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Anadia: Presidente da Câmara retira pelouros a vereador Litério Marques

Anadia: Presidente da Câmara retira pelouros a vereador Litério Marques

Literio-Marques

Na sequência do anúncio do PSD, de que o vereador Litério Marques será o candidato do partido à Câmara Municipal de Anadia nas próximas autárquicas, a presidente da Câmara, Teresa Cardoso, já fez saber que lhe é retirado “o regime de permanência e todas as funções inerentes” ao cargo de vereador. Litério Marques era vereador nas áreas de gestão de obras municipais, gestão da rede de transportes e trânsito, gestão da frota municipal e eficiência energética.

Teresa Cardoso justifica esta tomada de posição depois de Litério Marques ter “repudiado publicamente o MIAP”, movimento independente que este criou e pelo qual foi eleito nas últimas eleições; e após ter sido anunciado como candidato do PSD.

Em comunicado enviado à nossa redação, a autarca acusa ainda o vereador de ter assumido publicamente “uma conduta que demonstra falta de lealdade e de respeito para com todos os autarcas eleitos pelo MIAP”.

O vereador Litério Marques não quis tecer grandes comentários, apenas afirmou que, “conhecendo a presidente como conheço, não estranho esta decisão”.

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