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Amoreira da Gândara e Ancas: Populações sem médico de família há meses

Amoreira da Gândara e Ancas: Populações sem médico de família há meses

O Posto Médico de Amoreira da Gândara está há cerca de três meses sem médico.
O anterior clínico reformou-se e, até à data, o Ministério da Saúde (MS) e a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) não colocaram nenhum substituto nesta unidade de saúde.
Assim, todos os utentes da localidade de Amoreira da Gândara e do vizinho lugar de Ancas (que aqui também recorriam, depois de ter sido encerrado o seu Posto Médico) estão sem médico de família, sendo obrigados a uma maior deslocação para a Extensão de Saúde de Sangalhos, onde muitas vezes não conseguem obter consultas nem receituários.
Uma situação que dizem ser “vergonhosa e lamentável”, responsabilizando a tutela “pela enorme insensibilidade e falta de respeito”, pelos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Duas localidades com a população extremamente envelhecida, muitos deles sem meios de transporte próprios ou apoio familiar de retaguarda que lhes possa valer. Aliás, algumas das pessoas com quem conversamos sobre esta questão sublinham a humildade e os muitos casos de pobreza que fazem com que os idosos deixem de tomar a medicação ou de ir ao médico porque as magras pensões não chegam para tudo.
No entanto, todos dizem que, de um dia para o outro, foram confrontados com a saída do médico e criticam as entidades superiores que, “sabendo que o médico se iria aposentar, não acautelaram a sua saída com a entrada de um outro médico para o seu lugar”.

Leia mais na versão digital do seu JB.

Catarina Cerca

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Amoreira da Gândara: Luísa Pato produz azeite para restaurante com estrelas Michelin

Amoreira da Gândara: Luísa Pato produz azeite para restaurante com estrelas Michelin

Diz o ditado popular que “filho de peixe sabe nadar” e, na verdade, no coração da Bairrada, no concelho de Anadia, Filipa e Luísa são exemplos disso. Filhas do consagrado produtor vitivinícola Luís Pato, ambas estão ligadas ao torrão que as viu nasceu. Filipa optou por seguir as pisadas do pai e é, hoje, a par de Luís Pato, um dos nomes maiores na produção de vinhos de qualidade na Bairrada.

Produtora de azeite. Luísa seguiu um rumo ligeiramente diferente – é uma promissora produtora de azeite, um dos produtos tradicionais e seculares, reconhecido hoje como muito benéfico para a saúde, mas também apreciado pela sua versatilidade na gastronomia e na dieta mediterrânica.
Com a paixão pela terra a correr-lhe nas veias, a filha do meio do produtor Luís Pato, com apenas 35 anos, está a trilhar o seu próprio caminho no setor agrícola, aventurando-se no mundo do azeite.
“O meu pai e a minha irmã já estão lançados no mundo dos vinhos. Não tinha sentido eu dedicar-me à mesma área”, admite a jovem licenciada em Engenharia e Gestão industrial, que decidiu trocar as quatro paredes de um gabinete pelo campo.
“Gosto de campo e da aldeia e sempre me fascinou o ar livre. É como um SPA do dia a dia”, avança, admitindo que a cultura da oliveira e a produção do azeite são um património ancestral na região, mas subaproveitado. Como na casa de lavoura dos bisavós já se produziam azeite, vinagre e vinho para consumo doméstico, agora a jovem Luísa está apostada em transformar a produção de azeite num produto de referência.
O berço do projeto é a Quinta do Ribeirinho, na Relvada (Amoreira da Gândara). “Adoro esta quinta. Sempre gostei deste local. O meu bisavô já aqui produzia azeite e foi nesta quinta que me casei. Por isso, tem um grande significado para mim”, revela, admitindo ainda que cedo se apercebeu de uma lacuna na região, que embora tenha muitas oliveiras galegas a delimitar as zonas de vinha, estas estão subaproveitadas, sentindo-se também uma lacuna na produção de azeite de grande qualidade. Por isso, decidiu apostar toda a sua energia neste produto, legado da família, mas que vê como “um filho”. “Este azeite é como que um filho para mim. É o meu primeiro produto, pelo qual sou inteiramente responsável”.

Azeitona galega é a melhor. A Quinta do Ribeirinho faz parte da família Pato desde o século XVII, emprestando agora o nome não só a um vinho (Luís Pato) mas também ao azeite, produzido por Luísa Pato. Aqui é rainha a azeitona galega, uma espécie autóctone da Bairrada que se caracteriza por ser uma azeitona muito pequena, mas com um caroço grande, e cuja rentabilidade não ultrapassa os 8%.
“Aqui as oliveiras produzem ano sim, ano não”, avança, e como produtora ainda recente que é, vai buscar alguma matéria-prima à zona da Guarda, onde comprou parte da azeitona que utilizou na produção do primeiro ano. O processo na produção de azeite é simples e a opção recaiu na extração a frio.

Azeite gourmet. A reduzida produção – uns escassos 200 litros – foram imediatamente todos vendidos para o belga “Hostellerie Le Fox”, restaurante detentor de duas estrelas Michelin, que funcionou como uma alavanca do projeto, que se quer afirmar como uma referência na produção de azeite de elevada qualidade na região. Um alento que levou Luísa Pato a aventurar-se, de corpo e alma, este ano na produção de mil litros.
“Este ano comprei mais quantidade de azeitona na Guarda, ao mesmo agricultor e já tenho produção própria. Para o restaurante belga vendi a mesma quantidade e vou começar a exportar para o Brasil.”
“Sigo todo o processo muito de perto. As oliveiras da Quinta do Ribeirinho são centenárias e dali consigo uma produção de 200 litros, que vai para o azeite Essência da Quinta do Ribeirinho”. Um topo de gama, já que as garrafas são de apenas 1/4 de litro e cuja rentabilidade é de apenas 8%. A restante azeitona galega que compra é proveniente de oliveiras biológicas e totalmente apanhada à mão, na Guarda.

Mais área de plantação. “Já plantei mais meio hectare de oliveiras na Quinta do Ribeirinho, mas para o ano vamos expandir e plantar mais dois hectares, porque o solo é bom. Como uma oliveira demora cerca de 4 a 5 anos a começar a produzir, a rentabilidade do investimento não é imediata”.
É num lagar da região que acompanha a produção do azeite. “O meu azeite caracteriza-se por ser picante, ter bastante corpo e ser muito aromático porque é puro, muito estruturado. É um azeite da Bairrada que até tem características muito idênticas ao vinho da região”, revela, dizendo que “quem gosta do vinho Luís Pato, com as suas características da Bairrada, vai com certeza gostar muito deste azeite. Combinam os dois muito bem numa refeição”.
Para já, desenvolveu uma imagem muito cuidada da garrafa e do rótulo, com ajuda de Maria João Pato, irmã mais nova do clã Pato, e do Grupo Marques Associados.
O azeite encontra-se em garrafas de meio litro, muito elegantes e com uma roupagem sóbria e delicada. Com um conceito gráfico inspirado na arquitetura da Quinta do Ribeirinho que empresta o nome à marca do azeite, o rótulo foi desenvolvido tendo como imagem principal um esquiço da casa, envolvido por uma gota (formato do rótulo) de azeite.
Direcionado para um público médio/alto e principalmente para as cadeias de restauração e hotelaria, é um produto que se destaca no mercado quer pela qualidade do azeite, quer pela sua imagem moderna.
Luísa Pato acredita que, pouco a pouco, a região e o país vão conhecer este azeite, mas que prefere dar passos pequenos e sólidos, num projeto que não deixa de ser ambicioso e que poderá passar também pela produção de uma “manteiga de azeite”. “Como é um azeite muito saudável, encorpado que, com o frio, coalha, estou a pensar fazer uma experiência com manteiga de azeite”, diz, revelando ainda estar para lançar também um vinagre. As barricas com o vinho já existem há muito e dentro de dois anos, poderá sair para o mercado um vinagre gourmet, produzido artesanalmente, nascido no mesmo berço do azeite.
O destino destes produtos é o mercado nacional (lojas gourmet e garrafeiras), mas em especial o exterior, devendo parte desta produção de azeite rumar ao Brasil.

Catarina Cerca

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Amoreira da Gândara: Mais 9 mil euros para a obra da Casa do Povo

No último sábado, a Casa do Povo de Amoreira da Gândara realizou, pelo quarto ano consecutivo, um almoço de angariação de fundos para as obras de ampliação e remodelação das instalações destinadas ao Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário. Participaram cerca de 300 pessoas, tendo envolvido ainda 35 pessoas (entre colaboradoras e serventes). Devido ao tempo incerto, o almoço não se realizou no agradável jardim da Instituição, mas nas novas infraestruturas. Assim, apesar de inacabado, foi uma forma dos convidados desfrutarem e conhecerem o novo espaço.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, esteve presente e deixou um incentivo às obras da instituição, disponibilizando-se a ajudar na agilização dos processos burocráticos que têm surgido e a apoiar, na medida do possível, esta iniciativa.
O presidente da Casa do Povo de Amoreira da Gândara, Manuel Ferreira, referiu que, mais do que dizer quando irá acabar a obra, prefere reforçar que a mesma já começou e esse era o pior passo. “Prefiro não avançar com datas, pois depende exclusivamente da disponibilidade financeira existente”, disse, garantindo que de momento se estão a canalizar esforços para finalizar a 1.ª fase até ao fim do ano, o que permitirá aos idosos começar a usufruir de uma parte das novas instalações.
O presidente da direção reforçou que “estamos conscientes de que existe um longo caminho a percorrer, mas estamos melhor hoje do que há quatro anos e para o ano estaremos com certeza melhores do que hoje”.
Frisou que “a Casa do Povo é a instituição do concelho de Anadia que possui as piores infraestruturas, o que não a impede de estar sempre lotada ao nível das respostas para idosos”, devido aos serviços prestados e “ao seu capital humano”.
A obra em curso “vai minorar as dificuldades, criar oportunidades e responder de forma mais realista às exigências de cada idoso; vai melhorar os serviços e ser uma aposta na sustentabilidade e na garantia da qualidade de vida dos futuros beneficiários e familiares”. Nos agradecimentos, o presidente evocou o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, que atribuiu dois subsídios determinantes para o início da obra e também na sua continuidade. Aproveitou para agradecer o apoio da Câmara e manifestou a sua gratidão às colaboradoras da instituição, pelo esforço e empenho, aos fornecedores, aos sócios, clientes e a todos os presentes. Ficou também verbalizado o apreço da instituição pelos serventes que ajudaram no almoço, de forma voluntária.
Já o vice-presidente da direção, Luís Ferreira, enfatizou estarem ali pessoas não apenas de Anadia, mas também de Oliveira do Bairro, Vagos, Águeda, Cantanhede e agradeceu a todos os que não puderam estar, mas contribuíram.
O vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, verbalizou que não vira as costas a esta iniciativa, porque continua a acreditar nela.
A festa continuou com muita animação, tendo a instituição angariado cerca de 9 mil euros, verba que será canalizada para as obras de ampliação e remodelação.

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Amoreira da Gândara: Almoço de angariação de fundos para a Casa do Povo

A Casa do Povo de Amoreira da Gândara realiza o 4.º almoço de angariação de fundos da instituição, já no próximo dia 28 de junho, pelas 13h.
A realização deste almoço surgiu, desde a sua génese, com o único propósito de angariar fundos para serem exclusivamente canalizados para as tão necessárias obras de ampliação e remodelação da instituição.
De facto, as obras já iniciaram e têm continuado consoante a disponibilidade financeira existente. Neste momento, está em curso o investimento de um subsídio no valor de 170 mil euros atribuído pelo Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, estimando-se que este seja desbloqueado até final de agosto.
Contudo, ainda existe um longo caminho a percorrer, o que exige uma luta persistente e focalizada.
A verdade é que este último subsídio não irá permitir finalizar a 1.ª fase da obra, que se prende com a ampliação, e é para aqui que estão direcionados todos os esforços, sendo desejo da direção da Casa do Povo concluir esta parte até ao final do ano, para que os idosos desta instituição possam já começar a usufruir das novas instalações, que permitirão oferecer-lhes melhores condições físicas e adaptadas às suas necessidades.
Pela obra que está em causa e pelos benefícios que trará à população na melhoria da sua qualidade de vida, a direção apela à participação da população, utentes e amigos, neste convívio.
A presença neste almoço deve ser comunicada através do contacto telefónico 231596450, com indicação do nome e número de pessoas presentes.

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ASAE apreende espumante de imitação e rótulos

A ASAE apreendeu, na semana passada, em Amoreira da Gândara, quase 1400 garrafas de vinho espumante por indícios de contrafação e imitação de marca, no valor total de 13.860 euros.
Segundo informa a autoridade de segurança alimentar, o material em causa foi encontrado na freguesia de Amoreira da Gândara.
A apreensão deve-se a indícios de contrafação, imitação e uso ilegal de marca, explica a mesma informação. Na altura, a ASAE detetou igualmente 19.963 rótulos supostamente falsos.
A Comissão Vitivinícola da Bairrada estima que por ano sejam produzidas cerca de um milhão de garrafas de espumante na Bairrada sem rótulo, o que é ilegal.

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Detidos caçadores com cornetas e chocalhos a fazer batidas à raposa

Dois caçadores, de 45 e 47 anos, na última segunda-feira, foram detidos pelos militares do Destacamento Territorial de Anadia, em flagrante delito, quando procediam a uma batida à raposa. Foram ainda apreendidos 24 artefactos pirotécnicos, que estavam a ser usados para afugentar as raposas.
A detenção ocorreu durante uma ação de fiscalização ao ato venatório, na zona de Caça Municipal em Amoreira da Gândara – Anadia, quando os militares ouviram fortes barulhos, conseguindo deter em flagrante delito dois caçadores a utilizar artefactos pirotécnicos.
Segundo fonte policial, os indivíduos encontravam-se a fazer uma batida à raposa usando para o efeito, cornetas, chocalhos, buzinas e os artefactos pirotécnicos. Em virtude de não terem licença para tal, foram detidos por terem na sua posse e utilizarem os referidos artefactos pirotécnicos.
Por orientação do Ministério Público, os caçadores foram libertados e notificados para comparecer no Tribunal da Comarca do Baixo Vouga de Anadia, tendo o processo judicial passado para inquérito a aguardar perícia do Núcleo de Armas e Explosivos da PSP de Aveiro.

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UF Paredes, Amoreira e Ancas: Doença súbita da presidente obriga a adiamento de Assembleia

UF Paredes, Amoreira e Ancas: Doença súbita da presidente obriga a adiamento de Assembleia

A Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, marcada para a noite da última quinta-feira, na sala de reuniões do edifício sede da União de Freguesias, sito em Paredes do Bairro, acabou por não acontecer apesar do salão se encontrar lotado.
Ema Pato, presidente eleita das listas do MIAP, terá sido vítima de uma doença súbita que a obrigou a uma deslocação ao Hospital, precisamente na hora (21h) em que estava previsto começar a Assembleia.
Uma situação invulgar que apanhou de surpresa todos os eleitos presentes, mas também muitos populares que ali se tinham deslocado para assistir à reunião, que tinha na ordem de trabalhos dois importantes pontos: a eleição dos vogais da Junta de Freguesia e a eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia.
Contudo, já passava das 21h30 quando foi conhecida a razão para a ausência de Ema Pato. Os eleitos que entraram e saíram da sala por diversas vezes, acabaram por reunir e regressar para dar conhecimento aos muitos populares presentes que não iria haver assembleia.
Coube a João Ferreira, eleito das listas do MIAP, de Paredes do Bairro, dar conhecimento público do adiamento da assembleia. Falhava mais uma tentativa para instalar os órgãos eleitos para a União de Freguesias.
Como já veio a público anteriormente, Ema Pato (cidadã melhor posicionada na lista do MIAP, vencedora nas Autáquicas de setembro de 2013) não conseguiu, até hoje, encontrar o desejado consenso entre os elementos da própria lista do MIAP, nem junto dos eleitos do PSD ou do PS para formar os órgãos autárquicos.

Petição segue por correio. Presentes na assembleia estavam Artur Castro e Miguel Cunha (ambos de Ancas), proponentes de uma petição que andou a circular, nas últimas semanas, nas três localidades, com vista à realização de uma assembleia extraordinária.
A petição, dirigida a Ema Pato, conseguiu reunir 272 assinaturas.
A JB, Autur Castro avançou que “a petição de ação popular é um instrumento que permite a qualquer cidadão apresentar aos órgãos de soberania petições para defesa dos seus direitos, nomeadamente para que a Assembleia de Freguesia reúna em sessão extraordinária”.
Uma reunião que deve acontecer no final de fevereiro, início de março e que pretende fazer constar da convocatória questões muito delicadas e até fraturantes.
Os signatários querem que Ema Pato faça constar da ordem de trabalhos “a votação pelos membros eleitos da Moção de Censura que esta Petição de Alteração Política incorpora, na defesa do futuro da União de Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas; mas também que no período regimental, antes e depois da ordem de trabalhos, exista um período para intervenção do público”.
Por outro lado, exigem ainda que sejam também ratificadas as deliberações anteriores e se diligenciem os procedimentos necessários para a convocação de novas eleições.
É que, segundo Artur Castro, “é público que por diversas vezes foi deliberado, unanimemente pelos 9 eleitos, a necessidade de levar a cabo novo ato eleitoral”, assim como todos os signatários “estão preocupados com o facto do Executivo não ter sido ainda formado, mais de três meses volvidos do ato eleitoral”. Consideram ser esta “a única alternativa que resta para assegurar uma réstia de respeito dos eleitores e população em geral nos titulares dos cargos autárquicos da sua União e promover a confiança num próspero e unido futuro.”
Catarina Cerca

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União de Freguesias: Paredes do Bairro ganha a sede. E agora?

Paredes do Bairro é oficialmente a sede da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas.
O prazo de 90 dias previsto na Lei para poder existir alteração da sede da União de Freguesias terminou no passado dia 19 de janeiro (domingo), sem que a Assembleia de Freguesia tenha deliberado a alteração da localização da sede.
Parece então ter terminado aqui este episódio relativo à questão da sede de freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, que tanta tinta fez correr, mas que poderá fazer correr muita mais, na medida em que falta eleger ainda o 1.º secretário e o tesoureiro para aquele executivo.
Que cartadas vão os atores políticos locais jogar nos próximos dias é também a questão que se coloca.
Parca em palavras, Ema Pato, presidente de Junta de Freguesia, eleita a 29 de setembro, das listas do MIAP – Movimento Independente Anadia Primeiro, e que até agora não conseguiu formar executivo, em virtude das divergências entre os eleitos, apenas avançou estar prevista uma reunião, ainda esta semana, com a presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, para depois serem tomadas providências.
Com a sede definida, resta agora saber que lugares os eleitos vão ocupar.
De acordo com explicação do Gabinete do Secretário de Estado da Administração Local: “se após o período de 90 dias [após a instalação dos órgãos] não houver deliberação de alteração, nem comunicação da mesma à DGAL manter-se-á a localização da sede prevista na Lei”.
Por outro lado, a Lei Eleitoral não prevê qualquer mecanismo de intervenção do Governo, do município ou de qualquer outro órgão no sentido de ultrapassar as dificuldades sentidas na eleição do 1.º secretário e tesoureiro para o executivo. Sobre esta questão lê-se ainda na missiva que “as dificuldades na constituição do órgão executivo devem-se a sucessivas decisões negativas pela AF relativamente às propostas de lista apresentadas a sufrágio pela presidente eleita Ema Pato”, contrapondo com muitas outras situações registadas no país, onde “apesar de não existir maioria absoluta de qualquer partido ou movimento independente, os eleitos locais conseguiram encontrar uma solução de viabilização para a constituição do órgão executivo”.
O documento esclarece também que qualquer alteração do quadro legislativo vigente só poderá ser realizado pelo Parlamento. Na missiva a que JB teve acesso, é explicado que “qualquer tentativa de intervenção legislativa ou normativa do Governo ou do próprio município de Anadia seria inconstitucional”.
Ema Pato foi empossada, por natureza, na sequência da sua eleição direta (eleições autárquicas de 29 de setembro de 2013) e pelo facto de ter ocorrido a instalação da Assembleia de Freguesia, a 21 de outubro. “O presidente de JF é um órgão em si mesmo e que tem competências próprias”, adianta o documento.
Na carta, é explicado que o Governo não tem poder de dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia, assim como novas eleições para os órgãos das autarquias locais só terão lugar no caso de “renúncia da maioria dos membros da AF e seus substitutos legais” ou por “renúncia da presidente da JF e de todos os membros da lista mais votada para a AF”. Por outro lado, a Lei Eleitoral prevê que no prazo de 6 meses após as eleições autárquicas gerais não podem realizar-se eleições intercalares, ou seja, não seria possível realizar novas eleições antes de 29 de março de 2014. Mas “caso a AF seja dissolvida na sequência de uma das renúncias descritas, então até à data da instalação dos órgãos após novo ato eleitoral, a freguesia será governada por uma Comissão Administrativa que será nomeada pelo membro responsável pela área da administração interna.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: “Sweet Sugar”, loja de cake design abre na cidade

Anadia: “Sweet Sugar”, loja de cake design abre na cidade

A cidade de Anadia tem, desde o passado dia 7, um novo espaço comercial que promete fazer as delícias dos mais gulosos e dos entusiastas por cake design.
A loja e ateliê de cake design “Sweet Sugar” acaba de surgir pelas mãos de duas jovens, a enfermeira Lúcia Rosa e a professora, Rita Figueira.
O espaço, localizado em plena Avenida das Laranjeiras, no Edifício Palmeiras, é completamente inovador, pois é a primeira casa (loja e ateliê) na região a dedicar-se exclusivamente à área da confeção de bolos temáticos, mais conhecido como pastelaria decorativa (cake design), por encomenda, baseada em pasta de açúcar.
Uma aposta arrojada, em tempos de crise, mas que as promotoras acreditam ter pernas para andar, tal a movimentação que a loja tem tido desde a abertura.
Um projeto que tem vindo a amadurecer, desde a altura em que ambas que se conheceram, numa formação de cake design.

Loja e ateliê. “É uma área nova, que não existe na região, aliás não existe nada do género entre Coimbra e Aveiro”, dizem, ao mesmo tempo que confessam querer “trazer algo de novo à cidade, colmatando assim uma lacuna que existia na área da pastelaria”.
No espaço reservado à loja encontra-se todo o tipo de utensílios para fazer bolos, bombons, cupcakes, bolachas decorativas e cakepops. Formas, utensílios de cake design, pastas de açúcar, pratos decorativos, chocolate, corantes, essências dos mais variados sabores (anis, morango, avelã, café, amêndoa), pérolas, purpurinas, frosting de várias cores, até recheios para bolos (também variados, caramelo, nutela, maça-canela, ananás, limão, creme de pasteleiro), num sem fim de sabores, velas, entre outros fazem parte das ofertas deste espaço.
Uma mais valia, dizem, são os preços competitivos que praticam, comparativamente a espaços semelhantes localizados nas cidades.
“Fazemos vários tipos de massas e todo o tipo de decoração. Mas se o cliente desejar fazer o bolo em casa e encomendar o boneco ou o elemento para a decoração, nós fazemo-lo”, explicam, dando conta que esta é uma “área muito específica, que requer muita técnica e cada bolo é único, podendo a decoração de um só bolo demorar 2 a 3 dias a realizar”.
Isto, porque todos os trabalhos são únicos, verdadeiros desafios que podem exigir a idealização de um projeto, primeiro em papel, e só depois em bolo.
“Já deitámos muito bolo e pasta de açúcar para o lixo, por não ficar exatamente como queríamos”, sublinham, evidenciando que na Sweet Sugar se procura o perfecionismo em todos os trabalhos.

Workshop dia 21. Para além da loja existe ainda a cozinha onde bolos de aspeto simples se transformam em verdadeira obras de arte.
É neste espaço ainda que têm ainda lugar os workshops abertos ao público.
O segundo workshop tem lugar no próximo dia 21 de dezembro e é subordinado ao tema: modelagem de figuras humanas avançada. Começa às 9h e termina às 13h.
Nestas aulas práticas os participantes são desafiados a fazer cake design seja em cupcakes, cakepops, ou em bolos.
Refira-se ainda que a loja está aberta todos os dias, de segunda a sábado, das 10 às 19h.
As encomendas de bolos deverá ser feita com antecedência por forma a que o produto final idealizado pelo cliente seja alcançado.
Os adeptos de cake design podem acompanhar “Sweet Sugar” na rede social facebook.com/sweetsugardesign ou então pelo mail sweetsugar.cakedesign@gmail.com

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Club de Ancas: Emotiva Noite de Fados em tributo a José Roberto

Club de Ancas: Emotiva Noite de Fados em tributo a José Roberto

O dia 13 de dezembro nunca foi um dia igual aos outros!
Foi sempre um dia muito especial… Dia do Aniversário do José Roberto! Este ano fez 41 anos!
No âmbito das comemorações da 12.ª Semana Cultural do Club de Ancas, associação pela qual José Roberto nutria um carinho muito especial, onde desenvolvia vários projetos em simultâneo e desempenhava as funções de coordenador do Núcleo Cultural, quis esta mesma Associação, juntamente com os seus familiares e amigos, prestar-lhe uma merecida e sentida homenagem! Uma grande Noite de Fados! … porque o Fado era um dos projetos em que ele se revia!
Grupos de Fado de que ele fazia parte, tais como: Tertúlia Bairradina, Baga Madura, Grupo de Fados de Aveiro, Grupo de Trovas e Serenatas e outros amigos, disseram: Presente! E cantaram… e encantaram… e o público amigo que enchia por completo, na noite da última sexta-feira, dia 13, o salão do Club escutava em silêncio, não escondendo a sua emoção…
E para que tudo fosse perfeito, não faltou a presença de um grande amigo seu, amigo de infância, que hoje tem responsabilidades como vice-presidente na Câmara Municipal de Anadia. Jorge Sampaio no seu breve discurso, disse duas coisas que não vamos esquecer tão cedo! Estava ali “para prestar duas homenagens”: uma, ao seu querido amigo Roberto, “como amigo de todo o sempre e como reconhecimento de toda a obra que no campo cultural realizou em tão curto espaço de tempo.” A outra homenagem era para o Club de Ancas “pela sua vertente cultural já tão apreciada e espalhada por toda a região”.
O Club de Ancas agradece o elogio. Estava a necessitar deste incentivo, depois da grande perda que sofreu. Jorge Sampaio comunicou ainda que ia agendar uma reunião com elementos da direção. Ficámos felizes! Foi uma prenda para o Club no dia de aniversário do Roberto!
Para todos quantos contribuíram e participaram neste Tributo, o Club de Ancas fica com uma imensa dívida de gratidão. Bem hajam!
Natália Seabra

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