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Anadia: Feira Social, no Velódromo, arranca no dia 16 de outubro

A Câmara Municipal de Anadia inaugura, no próximo dia 16 de outubro, pelas 14h30, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, a quinta edição da Feira Social de Anadia, mostra que estará patente até 18 do corrente, entre as 14 e as 18h, com entrada gratuita.
Organizada pela autarquia, em parceria com as instituições concelhias, esta será a quinta mostra global de projetos sociais desenvolvidos e implementados, junto da sociedade civil, no concelho. Nela participarão todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social e Santas Casas da Misericórdia existentes no concelho, bem como outras entidades que integram a Rede Social de Anadia.
Durante os três dias da Feira, o público terá a oportunidade de assistir ou de participar num vasto leque de atividades. Uma dessas iniciativas está já a decorrer: trata-se da ação solidária “Ajude a Ajudar, Traga um Género Alimentar!” que, a propósito do Dia Internacional contra a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social (17 de outubro), tem como objetivo a recolha de géneros alimentares, que serão entregues a famílias com comprovada carência económica, devidamente sinalizadas por entidades da área social do concelho. Neste momento, os donativos podem ser entregues nas instituições sociais, e, no decorrer da Feira, poderão também ser entregues no recinto da mesma. Para além de ajudar famílias desfavorecidas, esta ação visa igualmente sensibilizar a comunidade em geral para a problemática da pobreza e da exclusão social.
No âmbito desta 5.ª Feira Social de Anadia, serão também dinamizados diversos workshops, bem como outras atividades de caráter diverso, que passam por atuações a cargo das instituições sociais, bem como animação infantil, circuito de prevenção rodoviária, demonstração de karaté, e os projetos “Livraria Social” e “Árvore da Sabedoria Social”. No dia 18 de outubro, entre as 16h e as 18h, junto ao edifício do Velódromo, os visitantes terão também a possibilidade de realizar um voo cativo em balão de ar quente, graças a uma parceria com a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

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UF Paredes, Amoreira e Ancas: Doença súbita da presidente obriga a adiamento de Assembleia

UF Paredes, Amoreira e Ancas: Doença súbita da presidente obriga a adiamento de Assembleia

A Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, marcada para a noite da última quinta-feira, na sala de reuniões do edifício sede da União de Freguesias, sito em Paredes do Bairro, acabou por não acontecer apesar do salão se encontrar lotado.
Ema Pato, presidente eleita das listas do MIAP, terá sido vítima de uma doença súbita que a obrigou a uma deslocação ao Hospital, precisamente na hora (21h) em que estava previsto começar a Assembleia.
Uma situação invulgar que apanhou de surpresa todos os eleitos presentes, mas também muitos populares que ali se tinham deslocado para assistir à reunião, que tinha na ordem de trabalhos dois importantes pontos: a eleição dos vogais da Junta de Freguesia e a eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia.
Contudo, já passava das 21h30 quando foi conhecida a razão para a ausência de Ema Pato. Os eleitos que entraram e saíram da sala por diversas vezes, acabaram por reunir e regressar para dar conhecimento aos muitos populares presentes que não iria haver assembleia.
Coube a João Ferreira, eleito das listas do MIAP, de Paredes do Bairro, dar conhecimento público do adiamento da assembleia. Falhava mais uma tentativa para instalar os órgãos eleitos para a União de Freguesias.
Como já veio a público anteriormente, Ema Pato (cidadã melhor posicionada na lista do MIAP, vencedora nas Autáquicas de setembro de 2013) não conseguiu, até hoje, encontrar o desejado consenso entre os elementos da própria lista do MIAP, nem junto dos eleitos do PSD ou do PS para formar os órgãos autárquicos.

Petição segue por correio. Presentes na assembleia estavam Artur Castro e Miguel Cunha (ambos de Ancas), proponentes de uma petição que andou a circular, nas últimas semanas, nas três localidades, com vista à realização de uma assembleia extraordinária.
A petição, dirigida a Ema Pato, conseguiu reunir 272 assinaturas.
A JB, Autur Castro avançou que “a petição de ação popular é um instrumento que permite a qualquer cidadão apresentar aos órgãos de soberania petições para defesa dos seus direitos, nomeadamente para que a Assembleia de Freguesia reúna em sessão extraordinária”.
Uma reunião que deve acontecer no final de fevereiro, início de março e que pretende fazer constar da convocatória questões muito delicadas e até fraturantes.
Os signatários querem que Ema Pato faça constar da ordem de trabalhos “a votação pelos membros eleitos da Moção de Censura que esta Petição de Alteração Política incorpora, na defesa do futuro da União de Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas; mas também que no período regimental, antes e depois da ordem de trabalhos, exista um período para intervenção do público”.
Por outro lado, exigem ainda que sejam também ratificadas as deliberações anteriores e se diligenciem os procedimentos necessários para a convocação de novas eleições.
É que, segundo Artur Castro, “é público que por diversas vezes foi deliberado, unanimemente pelos 9 eleitos, a necessidade de levar a cabo novo ato eleitoral”, assim como todos os signatários “estão preocupados com o facto do Executivo não ter sido ainda formado, mais de três meses volvidos do ato eleitoral”. Consideram ser esta “a única alternativa que resta para assegurar uma réstia de respeito dos eleitores e população em geral nos titulares dos cargos autárquicos da sua União e promover a confiança num próspero e unido futuro.”
Catarina Cerca

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União de Freguesias: Paredes do Bairro ganha a sede. E agora?

Paredes do Bairro é oficialmente a sede da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas.
O prazo de 90 dias previsto na Lei para poder existir alteração da sede da União de Freguesias terminou no passado dia 19 de janeiro (domingo), sem que a Assembleia de Freguesia tenha deliberado a alteração da localização da sede.
Parece então ter terminado aqui este episódio relativo à questão da sede de freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, que tanta tinta fez correr, mas que poderá fazer correr muita mais, na medida em que falta eleger ainda o 1.º secretário e o tesoureiro para aquele executivo.
Que cartadas vão os atores políticos locais jogar nos próximos dias é também a questão que se coloca.
Parca em palavras, Ema Pato, presidente de Junta de Freguesia, eleita a 29 de setembro, das listas do MIAP – Movimento Independente Anadia Primeiro, e que até agora não conseguiu formar executivo, em virtude das divergências entre os eleitos, apenas avançou estar prevista uma reunião, ainda esta semana, com a presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, para depois serem tomadas providências.
Com a sede definida, resta agora saber que lugares os eleitos vão ocupar.
De acordo com explicação do Gabinete do Secretário de Estado da Administração Local: “se após o período de 90 dias [após a instalação dos órgãos] não houver deliberação de alteração, nem comunicação da mesma à DGAL manter-se-á a localização da sede prevista na Lei”.
Por outro lado, a Lei Eleitoral não prevê qualquer mecanismo de intervenção do Governo, do município ou de qualquer outro órgão no sentido de ultrapassar as dificuldades sentidas na eleição do 1.º secretário e tesoureiro para o executivo. Sobre esta questão lê-se ainda na missiva que “as dificuldades na constituição do órgão executivo devem-se a sucessivas decisões negativas pela AF relativamente às propostas de lista apresentadas a sufrágio pela presidente eleita Ema Pato”, contrapondo com muitas outras situações registadas no país, onde “apesar de não existir maioria absoluta de qualquer partido ou movimento independente, os eleitos locais conseguiram encontrar uma solução de viabilização para a constituição do órgão executivo”.
O documento esclarece também que qualquer alteração do quadro legislativo vigente só poderá ser realizado pelo Parlamento. Na missiva a que JB teve acesso, é explicado que “qualquer tentativa de intervenção legislativa ou normativa do Governo ou do próprio município de Anadia seria inconstitucional”.
Ema Pato foi empossada, por natureza, na sequência da sua eleição direta (eleições autárquicas de 29 de setembro de 2013) e pelo facto de ter ocorrido a instalação da Assembleia de Freguesia, a 21 de outubro. “O presidente de JF é um órgão em si mesmo e que tem competências próprias”, adianta o documento.
Na carta, é explicado que o Governo não tem poder de dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia, assim como novas eleições para os órgãos das autarquias locais só terão lugar no caso de “renúncia da maioria dos membros da AF e seus substitutos legais” ou por “renúncia da presidente da JF e de todos os membros da lista mais votada para a AF”. Por outro lado, a Lei Eleitoral prevê que no prazo de 6 meses após as eleições autárquicas gerais não podem realizar-se eleições intercalares, ou seja, não seria possível realizar novas eleições antes de 29 de março de 2014. Mas “caso a AF seja dissolvida na sequência de uma das renúncias descritas, então até à data da instalação dos órgãos após novo ato eleitoral, a freguesia será governada por uma Comissão Administrativa que será nomeada pelo membro responsável pela área da administração interna.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: “Sweet Sugar”, loja de cake design abre na cidade

Anadia: “Sweet Sugar”, loja de cake design abre na cidade

A cidade de Anadia tem, desde o passado dia 7, um novo espaço comercial que promete fazer as delícias dos mais gulosos e dos entusiastas por cake design.
A loja e ateliê de cake design “Sweet Sugar” acaba de surgir pelas mãos de duas jovens, a enfermeira Lúcia Rosa e a professora, Rita Figueira.
O espaço, localizado em plena Avenida das Laranjeiras, no Edifício Palmeiras, é completamente inovador, pois é a primeira casa (loja e ateliê) na região a dedicar-se exclusivamente à área da confeção de bolos temáticos, mais conhecido como pastelaria decorativa (cake design), por encomenda, baseada em pasta de açúcar.
Uma aposta arrojada, em tempos de crise, mas que as promotoras acreditam ter pernas para andar, tal a movimentação que a loja tem tido desde a abertura.
Um projeto que tem vindo a amadurecer, desde a altura em que ambas que se conheceram, numa formação de cake design.

Loja e ateliê. “É uma área nova, que não existe na região, aliás não existe nada do género entre Coimbra e Aveiro”, dizem, ao mesmo tempo que confessam querer “trazer algo de novo à cidade, colmatando assim uma lacuna que existia na área da pastelaria”.
No espaço reservado à loja encontra-se todo o tipo de utensílios para fazer bolos, bombons, cupcakes, bolachas decorativas e cakepops. Formas, utensílios de cake design, pastas de açúcar, pratos decorativos, chocolate, corantes, essências dos mais variados sabores (anis, morango, avelã, café, amêndoa), pérolas, purpurinas, frosting de várias cores, até recheios para bolos (também variados, caramelo, nutela, maça-canela, ananás, limão, creme de pasteleiro), num sem fim de sabores, velas, entre outros fazem parte das ofertas deste espaço.
Uma mais valia, dizem, são os preços competitivos que praticam, comparativamente a espaços semelhantes localizados nas cidades.
“Fazemos vários tipos de massas e todo o tipo de decoração. Mas se o cliente desejar fazer o bolo em casa e encomendar o boneco ou o elemento para a decoração, nós fazemo-lo”, explicam, dando conta que esta é uma “área muito específica, que requer muita técnica e cada bolo é único, podendo a decoração de um só bolo demorar 2 a 3 dias a realizar”.
Isto, porque todos os trabalhos são únicos, verdadeiros desafios que podem exigir a idealização de um projeto, primeiro em papel, e só depois em bolo.
“Já deitámos muito bolo e pasta de açúcar para o lixo, por não ficar exatamente como queríamos”, sublinham, evidenciando que na Sweet Sugar se procura o perfecionismo em todos os trabalhos.

Workshop dia 21. Para além da loja existe ainda a cozinha onde bolos de aspeto simples se transformam em verdadeira obras de arte.
É neste espaço ainda que têm ainda lugar os workshops abertos ao público.
O segundo workshop tem lugar no próximo dia 21 de dezembro e é subordinado ao tema: modelagem de figuras humanas avançada. Começa às 9h e termina às 13h.
Nestas aulas práticas os participantes são desafiados a fazer cake design seja em cupcakes, cakepops, ou em bolos.
Refira-se ainda que a loja está aberta todos os dias, de segunda a sábado, das 10 às 19h.
As encomendas de bolos deverá ser feita com antecedência por forma a que o produto final idealizado pelo cliente seja alcançado.
Os adeptos de cake design podem acompanhar “Sweet Sugar” na rede social facebook.com/sweetsugardesign ou então pelo mail sweetsugar.cakedesign@gmail.com

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Anadia: União de Freguesias (afinal) não vai a eleições

Anadia: União de Freguesias (afinal) não vai a eleições

“Termina aqui o episódio da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas”, revelou aos jornalistas Teresa Cardoso, na última sexta-feira, dia em que reuniu com alguns dos eleitos desta União de Freguesias.
Para a edil anadiense, a resposta da tutela é clara e não deixa margem para dúvidas. Neste caso concreto, não haverá lugar a eleições intercalares, assim como é praticamente certo que a sede da freguesia fica mesmo em Paredes do Bairro.
Como a Lei determina que “no prazo de 90 dias após a instalação (…) a Assembleia de Freguesia delibera a localização da sede” e já lá vão 52 dias (a Assembleia de Freguesia foi instalada a 21 de outubro), o prazo termina a 19 de janeiro, data em que estabelece como sede da UF, Paredes do Bairro.
Por outro lado, embora não se vislumbre ainda a resolução do impasse à volta da eleição do 1.º secretário e tesoureiro da Junta de Freguesia e da mesa da Assembleia de Freguesia, o governo clarifica que não tem poder para dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia (neste caso já instalada em outubro).
“Só há lugar a novas eleições quando houver renúncia da maioria dos membros da Assembleia de Freguesia e seus substitutos legais, ou no caso de renúncia do presidente da Junta de Freguesia e de todos os elementos da lista mais votada para a Assembleia de Freguesia”, diz a resposta recebida por Teresa Cardoso, que indica também que um novo ato eleitoral, a acontecer, seria só em final de março (6 meses após as eleições) o que obrigaria o governo a nomear uma Comissão Administrativa. Por isso, a edil apela ao entendimento entre os eleitos, a bem do melhor para a União de Freguesias e para as populações. “São todos adultos e deveriam ter assumido as responsabilidades para as quais foram eleitos”, diz, dando conta de que a Câmara Municipal “fez o que lhe competia”.
“Não nos cabe intervir porque as pessoas foram eleitas pelo povo e a Assembleia de Freguesia está instalada”. A edil anadiense revelou ainda que a resposta agora recebida da Secretaria de Estado da Administração Local, depois de várias insistências, incluindo junto do Ministro Adjunto e do próprio Primeiro-Ministro, acaba com as dúvidas.
Teresa Cardoso pedira esclarecimentos a duas questões: qual o enquadramento legal que permite a realização de novas eleições, uma vez que a Assembleia de Freguesia foi instalada; e qual o entendimento sobre o prazo e localização da sede de freguesia”. Pedidos de esclarecimento que seguiram ainda para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, para o presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) e para a diretora das Autarquias Locais.
Respostas. Teresa Cardoso avança que é do entendimento da ANAFRE que a solução está nas mãos dos eleitos. Já a resposta da tutela não prevê qualquer intervenção do Governo, nem da Assembleia da República ou da Câmara Municipal, “seria inconstitucional”, assim como clarifica que o governo não tem poder para dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia (neste caso já instalada em outubro).
A edil reuniu, na sexta-feira, com a maioria dos eleitos. “Li os ofícios que enviei a todas as entidades e as respostas que recebi. Espero que tenha ficado claro que, da minha parte, nada mais há a fazer e que necessariamente cabe aos eleitos criar as condições para eleger o secretário e tesoureiro e a mesa da Assembleia de Freguesia”, avança. Segundo revelou, todos os presentes (à exceção de quatro eleitos que se mostraram indisponíveis) manifestaram vontade de encontrar consenso, assim como mostraram algumas preocupações decorrentes da situação, nomeadamente quanto à gestão da UF, ainda sem orçamento aprovado e sem poder receber o FEF para 2014.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Paredes do Bairro: Centro Escolar de dois milhões recebe apenas 40 crianças

Foi inaugurado, no último domingo, o Centro Escolar de Paredes do Bairro, no concelho de Anadia.
Orçado em cerca de dois milhões de euros, abre com apenas duas salas de ensino básico e uma do pré-escolar. A falta de crianças, devido ao decréscimo acentuado na natalidade e a crise económica são apontadas como as principais razões para que as escolas tenham cada vez menos alunos.
Assim, o novo e moderno Centro Escolar recebeu, já na última segunda-feira, as 40 crianças que o vão frequentar, embora tenha capacidade para muitas mais (50 no pré-escolar e 120 no 1.º ciclo. Aliás, este equipamento possui cinco salas para o 1.º CEB e duas para Jardim de Infância.
De resto, segundo a Carta Educativa, este Centro Escolar poderá, no futuro, vir a receber crianças de S.Lourenço do Bairro e talvez de Ancas e Mogofores.
Neste momento, para rentabilizar os espaços existentes, para além de duas salas de aulas para o 1.º CEB (29 crianças) e uma outra para o Pré-Escolar (11 alunos), outras duas serão ocupadas pela CAF (Componente de Apoio à Família) e pelo ATL (Atividades Tempos Livres).
Apesar deste cenário, o dia foi de festa e nem o Rancho Folclórico local faltou à inauguração do espaço, que recebeu uma verdadeira multidão.

Farpas apontadas à tutela. A tarde ficaria ainda marcada por um início de discurso invulgar por parte do edil anadiense, Litério Marques. O autarca, aproveitando a presença dos populares dirigir-se-ia, em primeiro lugar, à pessoa de Nuno Crato, ministro da Educação, ausente da cerimónia. De uma forma trocista, diria que o ministro não estava ali por estar porventura a acompanhar o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a reinaugurar Centros Escolares no concelho vizinho de Oliveira do Bairro. E “porque o homem não apareceu” (apesar do convite efetuado à Tutela) caberia à prata da casa (executivo, Junta de Freguesia, autarcas convidados, deputados da Assembleia Municipal e elementos do Agrupamento de Escolas de Anadia) inaugurar este moderno, atrativo e bem equipado Centro Escolar.
O edil denuncia o que considera uma escandalosa postura e diferença de tratamento manifestada pelo atual governo, o qual, constantemente, tem recusado os sucessivos convites de presença, endereçados pela autarquia.
Um dia de festa, disse, fruto de uma promessa agora cumprida. Um investimento de aproximadamente dois milhões, dos quais 50% saíram do orçamento da Câmara Municipal. A restante verba veio de Fundos Comunitários. “Por isso, como o Governo não meteu aqui dinheiro nenhum, não apareceu”, disse, lamentando profundamente que membros do governo venham, por exemplo, inaugurar a Expofacic, em Cantanhede e a Feira da Vinha e do Vinho, em Anadia, não mereça idêntico tratamento.
O edil recordou ainda o recente empréstimo de aproximadamente dois milhões de euros junto da banca com vista à requalificação de mais escolas, nas freguesias onde não será feito qualquer Centro Escolar.
“Este é um edifício igual ao que de melhor se faz no país”, disse ainda.

Freguesia extinta. Na ocasião, o autarca de Paredes do Bairro sublinharia o dia de festa que este 15 de setembro significa para a freguesia já que a “obra veio ampliar e muito a terra, dando progresso à freguesia” que, embora estando condenada à extinção, por fusão com Amoreira da Gândara e Ancas, não deixa de ter a sua própria identidade.
Também Elói Gomes, presidente do Agrupamento de Escolas de Anadia, se mostrou satisfeito e reconhecido pelo contributo dado pela Câmara Municipal na construção destas instalações que classificou de magníficas, por forma a que o parque escolar fique mais rico. Instalações “de excelência, com condições ótimas, que vão fazer com que os alunos tenham melhor sucesso e aproveitamento escolar”.

Catarina Cerca

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Anadia: Feira da Vinha e do Vinho, de 22 a 30 de junho

Nomes sonantes do panorama musical português, tais como Jorge Palma, Quim Barreiros, The Gift, Gonçalo Tavares, David Fonseca, Rui Veloso e Mariza vão passar pelo palco 1, da Feira da Vinha e do Vinho de Anadia, que se realiza de 22 a 30 de junho, na zona do Vale Santo, em Anadia.
Paralelamente, o município vai tentar concretizar o maior brinde de espumante em cadeia do mundo e assim entrar para o Guinness Book.
A 10.ª edição do certame foi apresentada publicamente na última segunda-feira, dia 27. Com um orçamento a rondar os 300 mil euros, a autarquia promete nove dias de animação para todos os gostos, completamente gratuitos.

(Ver notícia integral na edição em papel de Jornal da Bairrada)

Cartaz
Dia 22: Marchas Populares e Gonçalo Tavares
Dia 23: Ala dos Namorados com Jorge Palma
Dia 24: Richie Campbell
Dia 25: Quim Barreiros
Dia 26: The Gift
Dia 27: Tributo aos Abba, com grupo inglês
Dia 28: David Fonseca & Katedral Party
Dia 29: Rui Veloso
Dia 30: Mariza e espetáculo de fogo de artifício

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Paredes do Bairro: Centro Escolar à espera de inauguração

Um dos assuntos extra ordem do dia, abordado na última Assembleia Municipal de Anadia, foi o facto do Centro Escolar de Paredes do Bairro, cuja inauguração estava prevista para as férias da páscoa, permanecer fechado.
A questão foi levantada pelo deputado socialista Rui Marinha, que ainda questionou o autarca anadiense sobre a veracidade de uma informação que circulava de que o piso do Centro Escolar teria abatido, inviabilizando a sua entrada em funcionamento.
Segundo o edil, Litério Marques, os arranjos exteriores do Centro Escolar foram condicionados por um inverno rigoroso que atrasou o calendário inicialmente previsto, sendo certo que, com a chegada do bom tempo, os acessos serão rapidamente concluídos. Quanto ao alegado abate do piso, mostrou-se estupefacto, já que desconhece a existência de algum problema do género.
Na ocasião, o presidente da JF de Paredes do Bairro explicou tratar-se de um mero boato. Joaquim Cruz explicou aos presentes que “ao pé do Centro Escolar existe um poço que tinha uma mina que arrunhou”. “Depois, todos sabem como é, aparecem umas moscas varejeiras que andam a dizer que no Centro Escolar tinham arreado duas salas de aulas. Mas a verdade é que nada aconteceu. Apenas a mina, que está a cerca de 50 metros, arrunhou”, explicou, admitindo que este tipo de boato infundados tem sempre outras intenções. Não foi avançada qualquer data para a sua inauguração.

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Dádiva de sangue em Paredes do Bairro

O Grupo Foclórico do Centro Social Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro, em parceria com a ADABEM, promovem uma dádiva/recolha de sangue a realizar no próximo domingo, dia 21 de abril, no salão do Centro Social de Paredes do Bairro, das 9h às 13h.

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Paredes do Bairro: Crítica Social aqueceu tarde fria e chuvosa

Paredes do Bairro: Crítica Social aqueceu tarde fria e chuvosa

A tarde de terça-feira, dia 12, ficou marcada pelo frio e pela chuva que teimavam em estragar os Carnavais da região. Em Paredes do Bairro, o corso, mesmo com condições climatéricas adversas, saiu à rua, a partir das 15h e o balanço da edição até foi positivo, como constatou Manuel Seabra, da organização.
“O balanço é bom, cumpriu-se a tradição e as expetativas até foram ultrapassadas”, disse dando conta de que “a crise não afetou a imaginação dos grupos que deram asas à crítica social”, que este ano teve como alvo o governo de Pedro Passos Coelho e a austeridade imposta pela Troika.
Embora o público tenha sido em menor número, e percebe-se bem porquê, muitas pessoas estiveram a trabalhar neste dia, enquanto que outras preferiram não arriscar uma “molha” e ficaram em casa – a verdade é que os foliões fizeram a festa.
Pelas ruas da freguesia desfilaram dezenas de figurantes pertencentes a vários grupos, num total de 12 carros alegóricos. A crítica à promiscuidade entre a Lei e a Maçonaria que chega ao Estado; o IVA a 23%; o IMI e a Troika foram alguns dos temas escolhidos pelos grupos.
Como é tradição, encerrou o corso o carro dos reis. Este ano, a tarefa coube a Albano Santos e esposa, Lina Portovedo, que distribuíram beijos e doces pela assistência.
Manuel Seabra deixa a garantia de novo corso em 2014 e lança um apelo e desafio a uma maior participação dos comércios (donativos) e a uma maior entreajuda entre a população.

Catarina Cerca

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