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S.Lourenço do Bairro: Ex-autarcas homenageados no Dia da Freguesia

S.Lourenço do Bairro: Ex-autarcas homenageados no Dia da Freguesia

Seis ex-presidentes de Junta de Freguesia e quatro ex-presidentes de Assembleia de Freguesia foram homenageados pelo atual executivo da Junta de Freguesia de S. Lourenço do Bairro, no âmbito das comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino, atribuído a 5 de abril de 1514.
Foi no último sábado, dia 5 de abril, no final da missa de ação de graças, realizada na Igreja Matriz de S.Lourenço do Bairro que, perante várias dezenas de convidados, os ex-autarcas (um deles do período anterior ao 25 de Abril), receberam das mãos do atual autarca Mário Marinho, uma medalha alusiva à efeméride.

Emoção e gratidão. Uma cerimónia carregada de emoção e gratidão por tudo o que fizeram pelo desenvolvimento desta freguesia .
No final da eucaristia, celebrada pelo padre Nicolau Barroqueiro, a edil anadiense Teresa Cardoso mostrou-se bastante sensibilizada com a homenagem aos autarcas que passaram por esta Junta de Freguesia, considerando ser “um privilégio” assistir a tão significativo gesto, que evidencia ainda “a humildade do autarca Mário Marinho” que, ao homenagear os seus antecessores, está disponível a aprender com todos aqueles que deram o seu melhor pela freguesia, não esquecendo a importância da comunidade, das associações e coletividades locais, que tornam a freguesia grande: “gente que dá seu melhor pela freguesia, por forma a manter a comunidade coesa e unida, em prol do melhor para todos”, diria Teresa Cardoso.
No palco onde, pouco depois, atuaria o Grupo Folclórico da Pedralva e o Grupo K7, teve lugar a também sentida e justa homenagem a todas as associações e coletividades da freguesia.
Na ocasião, Mário Marinho sublinharia a importância da carta de Foral, “ao reconhecer a importância estratégica de S. Lourenço do Bairro, freguesia que se foi adaptando, no sentido de responder às necessidades e anseios das populações”, mas também realçaria o valor de todos aqueles que serviram os outros na Junta ou na Assembleia de Freguesia.
“Gente abnegada e altruísta, exemplos que honram todos os fregueses”.

Autarquia definiu priodidades. Apesar das expetativas ambiciosas que tem para o presente mandato, mas ciente das dificuldades atuais e desafios que o país e o concelho atravessam, Mário Marinho diz não esmorecer e que o ânimo se mantém na medida em que o atual executivo está empenhado em definir prioridades, potencializar esforços, mas também estar mais disponível e solidário pelo melhor para todos.
Ainda neste ambiente de festa, onde não faltou o cantar dos “parabéns à freguesia” e um lanche aberto à população, foi descerrada uma placa alusiva à efeméride.

Autarca apela à união e coesão. Teresa Cardoso, que se fez acompanhar pelos vereadores Jorge Sampaio, Litério Marques e Lino Pintado (presente esteve ainda o vereador eleito pelo PSD, Jorge São José), evidenciou ser um dia histórico para a freguesia, que pode agora fazer uma retrospetiva e concluir que nestes anos muita coisa mudou e que as populações, hoje, têm qualidade de vida. Melhorias alcançadas graças ao trabalho de vários autarcas, mas também devido à grande participação de associações e coletividades que “se foram construindo e souberam dar o seu melhor às populações”. Admitindo muito haver ainda a fazer, reconheceu que, hoje, “as autarquias se debatem com limitações e dificuldades a vários níveis, sendo preciso estar alerta”, nomeadamente, para as questões sociais. Por isso, lançou um desafio a todos os dirigentes associativos, e em especial aos jovens da freguesia para que, em colaboração, em união com a autarca e câmara, unidos e próximos, trabalhem pelas diferentes vertentes no concelho na defesa dos interesses das populações e que, congregando energias, deem o melhor para ter um concelho com mais progresso.

Exposição “Coisas que falam da Bairrada”. Associado às comemorações, a artista plástica Maria Emília Cristiano expôs, no salão da Junta de Freguesia, uma mostra de trabalhos alusivos exclusivamente à Bairrada. Intitulada “Coisas que falam da Bairrada”, a mostra integrou algumas dezenas de óleos, em que as memórias, as casas antigas (Quinta de Santa Luzia, Quinta do Ribeirinho), a matança do porco e a vinha, temas queridos à região, foram retatados.
A JB a artista revelou que os quadros, alguns dos quais para venda, são fruto do trabalho desenvolvido nos últimos anos.

Homenageados

∑ ex presidentes de Junta de Freguesia: Luís Varandas; António Marinha; Virgílio Coelho; Eduardo Castelão; Manuel Almeida; Leonildo Macedo.
∑ ex presidentes de Assembleia de Freguesia: Lino Araújo; Carlos Santiago; Luís Varandas; Paula Gonçalves.
∑ Associações e coletividades: Agrupamento Escuteiros de S.Lourenço do Bairro; Rouxinóis do Outeiro de Baixo; Centro Social e Recreativo do Outeiro Baixo; Centro Cultural e Desportivo de Couvelha; Grupo Folclórico da Pedralva; Centro Social da Pedralva; Associação dos Amigos de Levira e Câmara Municipal de Anadia.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: “Sweet Sugar”, loja de cake design abre na cidade

Anadia: “Sweet Sugar”, loja de cake design abre na cidade

A cidade de Anadia tem, desde o passado dia 7, um novo espaço comercial que promete fazer as delícias dos mais gulosos e dos entusiastas por cake design.
A loja e ateliê de cake design “Sweet Sugar” acaba de surgir pelas mãos de duas jovens, a enfermeira Lúcia Rosa e a professora, Rita Figueira.
O espaço, localizado em plena Avenida das Laranjeiras, no Edifício Palmeiras, é completamente inovador, pois é a primeira casa (loja e ateliê) na região a dedicar-se exclusivamente à área da confeção de bolos temáticos, mais conhecido como pastelaria decorativa (cake design), por encomenda, baseada em pasta de açúcar.
Uma aposta arrojada, em tempos de crise, mas que as promotoras acreditam ter pernas para andar, tal a movimentação que a loja tem tido desde a abertura.
Um projeto que tem vindo a amadurecer, desde a altura em que ambas que se conheceram, numa formação de cake design.

Loja e ateliê. “É uma área nova, que não existe na região, aliás não existe nada do género entre Coimbra e Aveiro”, dizem, ao mesmo tempo que confessam querer “trazer algo de novo à cidade, colmatando assim uma lacuna que existia na área da pastelaria”.
No espaço reservado à loja encontra-se todo o tipo de utensílios para fazer bolos, bombons, cupcakes, bolachas decorativas e cakepops. Formas, utensílios de cake design, pastas de açúcar, pratos decorativos, chocolate, corantes, essências dos mais variados sabores (anis, morango, avelã, café, amêndoa), pérolas, purpurinas, frosting de várias cores, até recheios para bolos (também variados, caramelo, nutela, maça-canela, ananás, limão, creme de pasteleiro), num sem fim de sabores, velas, entre outros fazem parte das ofertas deste espaço.
Uma mais valia, dizem, são os preços competitivos que praticam, comparativamente a espaços semelhantes localizados nas cidades.
“Fazemos vários tipos de massas e todo o tipo de decoração. Mas se o cliente desejar fazer o bolo em casa e encomendar o boneco ou o elemento para a decoração, nós fazemo-lo”, explicam, dando conta que esta é uma “área muito específica, que requer muita técnica e cada bolo é único, podendo a decoração de um só bolo demorar 2 a 3 dias a realizar”.
Isto, porque todos os trabalhos são únicos, verdadeiros desafios que podem exigir a idealização de um projeto, primeiro em papel, e só depois em bolo.
“Já deitámos muito bolo e pasta de açúcar para o lixo, por não ficar exatamente como queríamos”, sublinham, evidenciando que na Sweet Sugar se procura o perfecionismo em todos os trabalhos.

Workshop dia 21. Para além da loja existe ainda a cozinha onde bolos de aspeto simples se transformam em verdadeira obras de arte.
É neste espaço ainda que têm ainda lugar os workshops abertos ao público.
O segundo workshop tem lugar no próximo dia 21 de dezembro e é subordinado ao tema: modelagem de figuras humanas avançada. Começa às 9h e termina às 13h.
Nestas aulas práticas os participantes são desafiados a fazer cake design seja em cupcakes, cakepops, ou em bolos.
Refira-se ainda que a loja está aberta todos os dias, de segunda a sábado, das 10 às 19h.
As encomendas de bolos deverá ser feita com antecedência por forma a que o produto final idealizado pelo cliente seja alcançado.
Os adeptos de cake design podem acompanhar “Sweet Sugar” na rede social facebook.com/sweetsugardesign ou então pelo mail sweetsugar.cakedesign@gmail.com

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Club de Ancas: Emotiva Noite de Fados em tributo a José Roberto

Club de Ancas: Emotiva Noite de Fados em tributo a José Roberto

O dia 13 de dezembro nunca foi um dia igual aos outros!
Foi sempre um dia muito especial… Dia do Aniversário do José Roberto! Este ano fez 41 anos!
No âmbito das comemorações da 12.ª Semana Cultural do Club de Ancas, associação pela qual José Roberto nutria um carinho muito especial, onde desenvolvia vários projetos em simultâneo e desempenhava as funções de coordenador do Núcleo Cultural, quis esta mesma Associação, juntamente com os seus familiares e amigos, prestar-lhe uma merecida e sentida homenagem! Uma grande Noite de Fados! … porque o Fado era um dos projetos em que ele se revia!
Grupos de Fado de que ele fazia parte, tais como: Tertúlia Bairradina, Baga Madura, Grupo de Fados de Aveiro, Grupo de Trovas e Serenatas e outros amigos, disseram: Presente! E cantaram… e encantaram… e o público amigo que enchia por completo, na noite da última sexta-feira, dia 13, o salão do Club escutava em silêncio, não escondendo a sua emoção…
E para que tudo fosse perfeito, não faltou a presença de um grande amigo seu, amigo de infância, que hoje tem responsabilidades como vice-presidente na Câmara Municipal de Anadia. Jorge Sampaio no seu breve discurso, disse duas coisas que não vamos esquecer tão cedo! Estava ali “para prestar duas homenagens”: uma, ao seu querido amigo Roberto, “como amigo de todo o sempre e como reconhecimento de toda a obra que no campo cultural realizou em tão curto espaço de tempo.” A outra homenagem era para o Club de Ancas “pela sua vertente cultural já tão apreciada e espalhada por toda a região”.
O Club de Ancas agradece o elogio. Estava a necessitar deste incentivo, depois da grande perda que sofreu. Jorge Sampaio comunicou ainda que ia agendar uma reunião com elementos da direção. Ficámos felizes! Foi uma prenda para o Club no dia de aniversário do Roberto!
Para todos quantos contribuíram e participaram neste Tributo, o Club de Ancas fica com uma imensa dívida de gratidão. Bem hajam!
Natália Seabra

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Anadia: Feira da Vinha e do Vinho, de 22 a 30 de junho

Nomes sonantes do panorama musical português, tais como Jorge Palma, Quim Barreiros, The Gift, Gonçalo Tavares, David Fonseca, Rui Veloso e Mariza vão passar pelo palco 1, da Feira da Vinha e do Vinho de Anadia, que se realiza de 22 a 30 de junho, na zona do Vale Santo, em Anadia.
Paralelamente, o município vai tentar concretizar o maior brinde de espumante em cadeia do mundo e assim entrar para o Guinness Book.
A 10.ª edição do certame foi apresentada publicamente na última segunda-feira, dia 27. Com um orçamento a rondar os 300 mil euros, a autarquia promete nove dias de animação para todos os gostos, completamente gratuitos.

(Ver notícia integral na edição em papel de Jornal da Bairrada)

Cartaz
Dia 22: Marchas Populares e Gonçalo Tavares
Dia 23: Ala dos Namorados com Jorge Palma
Dia 24: Richie Campbell
Dia 25: Quim Barreiros
Dia 26: The Gift
Dia 27: Tributo aos Abba, com grupo inglês
Dia 28: David Fonseca & Katedral Party
Dia 29: Rui Veloso
Dia 30: Mariza e espetáculo de fogo de artifício

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S.Lourenço Bairro: Populares contra fumos e maus cheiros

S.Lourenço Bairro: Populares contra fumos e maus cheiros

 

Os alegados maus cheiros e fumos intensos provenientes de uma empresa, localizada na ZI da Arroteia, na Pedralva, freguesia de S. Lourenço do Bairro, levaram alguns populares a sair à rua, no último sábado, para se manifestarem contra o que dizem ser “um atentado ambiental”, em frente às instalações da empresa que labora 24h, sete dias por semana.
As cerca de três dezenas de manifestantes dizem que os problemas começaram há um ano, quando a Destilaria Levira instalou neste local uma nova unidade industrial para secagem, desidratação e separação de todos os subprodutos sólidos do processo de destilação.
Violete Dinis, de S.Lourenço do Bairro, sente-se revoltada: “não é só o fumo que, ora é branco, ora é preto, e o mau cheiro insuportável”, mas também os resíduos de gordura que só saem com detergentes fortes, que impregnam tudo em redor da empresa, hortas, árvores, vidros, persianas, roupa que seca nas estendais, etc. “No cemitério temos de lavar as sepulturas com as pedras mais claras uma série de vezes, tal a camada de gordura”, diz ainda.
Maria Adelaide Cruz, que já contactara a empresa por carta, reside a algumas dezenas de metros. Queixa-se ainda dos barulhos que as máquinas e viaturas fazem toda a noite, e vai mais longe dizendo que “da chaminé costuma sair o dobro do fumo. Hoje, é assim, porque eles sabiam que iria haver manifestação e que os jornais iam cá estar”.
Também Manuel Moreira confirma as razões do protesto: “há dias em que o cheiro a podre é insuportável”, acusando os organismos públicos e autárquicos de serem coniventes com esta situação.

Explicações. A Destilaria do Levira dedica-se à produção de aguardente bagaceira e secagem do bagaço, fazendo nesta unidade industrial, o tratamento e valorização de subprodutos sólidos da destilação (bagaço queimado), transformando os mesmos em três componentes (grainha de uva desidratada, folhelho de uva desidratada e engaço desidratado), assim como efetua neste mesmo local a secagem de frutos e subprodutos hortícolas.
Aos jornalistas, o empresário Pedro Carvalho avançou nunca ter havido uma abordagem direta à empresa por parte dos populares, e que algumas ações de fiscalização de que a empresa tem sido alvo resultam de denúncias. “Nunca houve vontade de se sentarem à mesa e discutir as melhorias possíveis a implementar por forma a reduzir os impactos nefastos da atividade”, diz. O empresário garante ainda que “desde que a empresa começou a trabalhar tem tentado sempre melhorar o desempenho ambiental: aumento da chaminé para 11 metros (investimento recente de 7.500 euros) para que os fumos tenham um percurso ascendente e cause menos incómodos”.
“Os cheiros, esses haverá sempre, como se sabe num setor deste género”, afiança, reconhecendo que para minimizar o incómodo “temos, sempre que possível, utilizado como combustível pellets de madeira em vez de folhelho de uva porque provoca menos densidade de fumo e menor odor”.
Pedro Carvalho não compreende tantas críticas, até porque, diz, “os gases de exaustão da fábrica são constituídos em 90% por vapor de água que se retira ao bagaço húmido. Apenas 10% são fumos da queima da biomassa/lenha”, explicando que o aspeto branco e denso é do vapor de água.

Catarina Cerca

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S.Lourenço do Bairro: Autarca não se recandidata mas sai com noção do dever cumprido

S.Lourenço do Bairro: Autarca não se recandidata mas sai com noção do dever cumprido

Leonildo Macedo, autarca de S. Lourenço do Bairro, a cumprir o terceiro e último mandato à frente dos destinos da freguesia, não se vai recandidatar nas próximas autárquicas de outubro, mas sai com a noção do dever cumprido.
“Não me recandidato. Termino um ciclo de 12 anos à frente da Junta de Freguesia”, explica, dando conta de que já terá dado a sua quota parte à freguesia. Agora, avança, “é tempo de outros assumirem esta responsabilidade”.

Balanço positivo. Apesar disto, faz um balanço muito positivo dos 12 anos na autarquia, embora reconheça que, com um orçamento de 75 mil euros para gerir uma freguesia com 12 povoações, “não dá para fazer quase nada”.
“Este é um ano de eleições e de mudança. Por isso, as despesas têm que ser muito controladas para, no final do mesmo, não apresentar dívidas”, acrescentou, admitindo que este será “um ano muito difícil em termos económicos e sociais para o país e para a região”, traçando, a nível autárquico, um cenário igualmente pouco animador, estando certo que, devido à reorganização administrativa territorial das freguesias, nestas eleições autárquicas haverá um grande boicote, a nível nacional.
Leonildo Macedo acredita que esta é a única forma clara e inequívoca das pessoas e freguesias se poderem manifestar e fazer ouvir contra as reformas implementadas pelo governo. “Ainda estou para ver para que serve esta reorganização administrativa. Que vantagens vai trazer”.
Ano de contenção e rigor. Para a Junta de Freguesia de S. Lourenço do Bairro, este será um ano semelhante ao anterior e obras de maior vulto só serão possíveis com o apoio da Câmara Municipal, que “tem estado sempre do nosso lado”. Contudo, diz, “este será um ano de muita contenção e rigor”. Por isso, “obras a iniciar, só serão feitas se tiver garantias de que as conseguimos concluir”.
Reconhecendo não ter realizado todas as obras que gostava de deixar à população, diz que tal não aconteceu pelo facto das verbas disponíveis serem sempre insuficientes face às necessidades. Por isso, lamenta não ter conseguido apostar mais em áreas como o recreio e lazer, nomeadamente terminar os parques de merendas começados em Espairo, no espaço da Refer, e em Couvelha, junto à rotunda.
Nestes 12 anos, diz que a instalação da Junta de Freguesia em nova sede e a construção do relvado sintético (a Junta de Freguesia ainda está a pagar a sua parte na obra) do Couvelha, são as marcas maiores que conseguiu deixar à população, sem esquecer os melhoramentos realizados em Espairo.

Pequenas obras. “Tentei fazer com que a população acreditasse nas pessoas que estavam à frente da Junta de Freguesia e dar-lhes, sempre que solicitado, o apoio em tudo o que nos foi possível, numa boa relação com o povo”.
Para este ano não se perspetivam obras de monta, contudo já foi adjudicada a recuperação das coberturas de dois lavadouros e fontanários, localizados em S. Lourenço do Bairro e em S. Lourencinho. Ambas as coberturas, há muito degradadas, precisavam de ser substituídas, pelo que a Junta de Freguesia vai investir cinco mil euros na sua recuperação.
A obra deverá ficar concluída neste primeiro trimestre e Leonildo Macedo avança que se trata de dois equipamentos que estão a ser cada vez mais usados pelas populações, já que, devido a algumas dificuldades económicas, “são uma forma de poupar água e eletricidade”. Para além da cobertura, serão recuperados e pintados os muros, estando os tanques ainda em bom estado, abastecidos por nascente, durante todo o ano.
Em perspetiva está também a recuperação de caminhos agrícolas com tout venant e saibro. Caminhos muito utilizados e danificados e que precisam urgentemente de ser recuperados.
Durante este ano, quer ainda avançar com pequenos arranjos nas várias localidades e ajudar as coletividades da freguesia. “Se houver lucro, se a verba chegar gostava de melhorar a sinalização (informativa) das localidades”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Reforma autárquica: Assembleia Municipal de Anadia não se pronuncia

A Assembleia Municipal (AM) de Anadia decidiu, por maioria, não se pronunciar sobre a Reorganização Administrativa Territorial Autárquica.
A decisão foi tomada na última reunião extraordinária da Assembleia Municipal, realizada no dia 8 de outubro.
Com 31 votos a favor e três votos contra (deputados Rafael Timóteo, Carlos Oliveira e Fernando Fernandes) a maioria optou por fazer chegar a Lisboa a indicação de que a AM anadiense não se irá pronunciar sobre esta matéria.
Esta posição resulta das várias decisões tomadas em Assembleia de Freguesia, recolhidas pela Comissão de Acompanhamento da Reorganização Administrativa Territorial Autárquica, criada para o efeito.

Leia mais na edição impressa ou digital.

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Revista de imprensa do Jornal da Bairrada | 29 março 2012

Revista de imprensa do Jornal da Bairrada, referente à edição do dia 29 março 2012

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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