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No Velódromo Nacional: “Óscares do Vinho” da Revista de Vinhos entregues em Sangalhos

No Velódromo Nacional: “Óscares do Vinho” da Revista de Vinhos entregues em Sangalhos

Terminado o ano de 2015, é tempo de fazer balanços, elegendo o que de melhor aconteceu no setor vitivinícola e gastronómico.
Uma tarefa que a Revista de Vinhos faz pelo 19.º ano consecutivo ao distinguir os melhores vinhos provados durante o ano findo, ao mesmo tempo que atribui as estatuetas prateadas que assinalam ‘Os Melhores do Ano’ a um conjunto de empresas e personalidades ligadas ao meio.
A cerimónia, já conhecida como os “Óscares do Vinho”, vai ter lugar na sexta-feira, dia 12 de fevereiro, na nossa região, tendo como palco o Centro de Alto Rendimento de Sangalhos.

Noite de gala, com mais de 900 participantes. O evento, que conta este ano com o apoio logístico do Município de Anadia, reúne cerca de 900 pessoas do setor do vinho e da gastronomia portuguesa, sendo a maior concentração de profissionais do ramo em Portugal.
A Gala da Revista de Vinhos é “uma noite longa”, habitualmente recheada de grandes emoções e tem um impacto muito importante neste setor. É durante o jantar que são anunciados os vencedores, frente a uma plateia com os principais agentes da fileira do vinho e da gastronomia, desde produtores de vinho, enólogos, técnicos de viticultura, escanções, empresários mas também chefes e empresários da restauração, além de outros players, vindos de todo o país. Os critérios das escolhas são exclusivamente editoriais e da responsabilidade dos jornalistas da Revista de Vinhos.

Os melhores do ano: 19 categorias. Nos vinhos, para além de serem distinguidos os melhores em cada uma das regiões em que se divide o país vinícola (“Melhores de Portugal”), a redação da Revista de Vinhos escolhe aqueles que, na sua opinião, foram os 30 melhores vinhos entre os vários milhares que foram provados durante o ano 2015.
São os cobiçados “Prémios de Excelência”, os melhores entre os melhores, que fazem sonhar os enófilos e todos os apreciadores de vinho.
Entre empresas, instituições e personalidades, a Revista de Vinhos anuncia “Os Melhores do Ano”, distinguindo-os com um troféu em prata da autoria da conhecida criadora de jóias Maria João Bahia. São 19 as categorias galardoadas (subindo ao palco pela ordem dos respetivos números): Campanha Publicitária (1); Restaurante Cozinha Tradicional Portuguesa (2); Restaurante (3); Loja Gourmet (5); Garrafeira (6); Wine Bar (7); Enoturismo (8); Organização Vitivinícola (9); Viticultura (10); Adega Cooperativa (11); Produtor Revelação (12); Produtor (13); Empresa de Vinhos Generosos (14); Empresa (15); Identidade e Caráter (16); Enólogo de Vinhos Generosos (17); Enólogo (18); e ainda 2 prémios especiais de carreira que distinguem personalidades com vida e obra reconhecida nos campos da gastronomia e vinhos, o prémio “David Lopes Ramos” (4) e o “Senhor do Vinho” (19).

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Livros: “Sangalhos de Ontem e de Hoje, a monografia que faltava

Livros: “Sangalhos de Ontem e de Hoje, a monografia que faltava

“Esta obra vem dar um excelente contributo para a construção de um futuro risonho para a freguesia e para as suas gentes. Benício Miguéis ama a sua terra e acaba de dar uma eloquente prova desse amor. Merece a nossa gratidão.” Foi desta forma que o investigador e historiador sangalhense, Luís Seabra Lopes (a quem coube a apresentação da obra) se referiu à monografia “Sangalhos de Ontem e de Hoje” e ao seu autor, o igualmente sangallhense Benício Miguéis.
A apresentação e lançamento desta monografia teve lugar no sábado, dia 12, no auditório da Junta de Freguesia de Sangalhos que se encheu de amigos e conterrâneos do autor.
Na ocasião, Luís Seabra Lopes falou das origens bastante remotas da vida de Sangalhos (séculos IX). Os presentes ficaram a saber que a referência mais antiga a Sangalios é do ano de 957 e que Sangalhos é uma vila cuja “história tem vindo a ser objeto de vários estudos e monografias desde o início do século XX”, referindo-se mais concretamente ao sangalhense Joaquim da Silveira, amante dos temas históricos e prestigiado a nível nacional sobretudo como toponimista; e de Bento Lopes, outro sangalhense, que em 1978 incluiu algumas páginas sobre Sangalhos num estudo etnográfico sobre a Bairrada e numa monografia, publicada dois anos depois, sobre o concelho de Anadia. Falou ainda dos inúmeros escritos do pároco Padre Miguel Ferreira que “publicou na sua folha dominical, entre 1984 e 1988 uma sequência de pequenos e despretensiosos estudos” sobre a história da freguesia, recorrendo sobretudo aos registos paroquiais, mas também a Luís Malheiro que, em 1997, publicou os resultados de pesquisas arqueológicas por si realizadas em Sangalhos.
O próprio Luís Seabra Lopes tem sido um estudioso sobre a freguesia, responsável por várias investigações e estudos. Nas últimas décadas as suas investigações sobre a freguesia deram origem à publicação: “A longa história de Sangalhos: uma síntese documentada”, publicada em 2011.
Sobre o autor Benício Miguéis diria ter-se debruçado sobre a história mais recente, do século XX. “Tem vindo a acumular ao longo dos anos jornais publicados em Sangalhos e recortes de jornais relativos a Sangalhos, entre outro material”.
Um livro com 510 páginas e mais de 300 fotografias que obrigou à consulta de diversas fontes. “Estamos perante o trabalho de um memorialista”, disse, avançando que nesta obra Benício Miguéis “teceu a sua narrativa partindo da sua própria vivência e das suas próprias memórias. Complementou depois essas memórias com recurso a notícias contemporâneas encontradas principalmente nos jornais e recortes que foi colecionando metodicamente ao longo de décadas”.
São 25 capítulos onde o autor fala de tudo um pouco: um resumo sobre o meio físico e as origens de Sangalhos; os órgãos autárquicos e os seus protagonistas; a Igreja Matriz, as capelas e os padres; atividades económicas; vias de comunicação, infraestruturas públicas, ensino primário e secundário, instituições de saúde e assistência social, etnografia, vida cultural e artística; desporto e associativismo; pessoas notáveis; casas e quintas com interesse. Pelo meio aparecem incontornáveis detalhes, curiosidades e pequenas estórias.
Um livro com o qual se aprende que “a primeira metade do século XX foi, tudo o indica, um ponto alto na história da freguesia, fruto talvez da construção do caminho-de-ferro, da criação da cadeira de ensino primário na freguesia, desenvolvimento do comércio e da indústria, dos setores das duas rodas e dos vinhos, do desenvolvimento social, cultural e desportivo (Teatro Paraíso, Éden Teatro, Santa Casa de Misericórdia de Sangalhos, Colégio Nacional, Sangalhos DC”.
Na ocasião António Floro, presidente da Junta de Freguesia local, destacou a importância da obra que “nasce de um sonho” e foi “concretizado pelo engenho e arte do nosso muito estimado Benício Miguéis”, autor de “um livro que é um suporte importantíssimo de conhecimento que se partilha e se dá ao mundo para os nossos filhos e os filhos deles.”
Um dia “que fica para a história da nossa freguesia”, referiu o autarca.
Parco em palavras, o autor agradeceu à Junta de Freguesia, na pessoa de António Floro e a Luís Seabra Lopes, assim como a Armor Pires Motas (amigo de longa data, que ajudou a corrigir o livro).
Catarina Cerca

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Sangalhos: Monografia “Sangalhos de ontem e de hoje”, apresentada sábado, no auditório da JF

Sangalhos: Monografia “Sangalhos de ontem e de hoje”, apresentada sábado, no auditório da JF

No próximo sábado, dia 12, vai ser apresentada a monografia, “Sangalhos de ontem e hoje”, da autoria de Benício Miguéis, cerimónia que terá lugar no auditório da Junta de Freguesia de Sangalhos, com início às 15h30. Será apresentador o historiador, investigador e docente universitário Engº. Seabra Lopes.
Benício Miguéis cumpre assim um desejo: “como sangalhense gostava que ficasse para os vindouros tudo o que tivesse possibilidade de registar sobre esta minha amada terra”, como realça na abertura do livro, que não é um livro qualquer, é enorme no formato, A4, na densidade dos temas abordados, na quantidade de páginas, exactamente 510, no número de fotografias, mais de 300.
É um registo que abarca grande diversidade de assuntos e mostra bem quanto trabalho exaustivo, quanto denodado esforço e quanta salutar coragem o autor teve para recolher em livro muita história da grande freguesia de Sangalhos, fazer memória de usos e costumes, de figuras, iniciativas, comércio e indústria.
Se Benício Miguéis de Sangalhos antigo se limita a transcrever o que algumas pessoas foram buscar a fontes a que ele não teve acesso, já o mesmo não acontece com Sangalhos no séc. XX. Para chegar onde chegou e concluir este levantamento importante para a memória futura, o autor andou muitos anos pesquisando em jornais e revistas e fazendo recorte de tudo o que falasse da freguesia.
Com paixão, com coragem, mas houve também desalentos e suportou alguns sorrisos desencorajadores. Muita coragem mesmo, pois abalançou-se a publicar esta obra sem quaisquer ajudas oficiais. Para bem da comunidade.
São 24 os capítulos: Território e Povoamento, Agricultura, Comunicações e Transportes, Luz do progresso, Sangalhos e a política, Usos e Costumes, Indústria Comércio, Etnografia, Vida cultural e artística, Publicações diversas, Ensino, Santa Casa da Misericórdia, Associativismo, Sangalhos Desporto Clube, Recordando, Profissões extintas ou em vias de extinção, à volta da igreja, Igreja de S. Vicente e capelas dos lugares, Quintas, Casas antigas, Figuras em destaque, Assuntos polémicos, Curiosidades e “Estórias” de Sangalhos do século XX – enfim, um manancial de informação para quem quer saber alguma coisa da vila de Sangalhos, um roteiro notável sob muitos aspectos.
Assim saiba entender a população este esforço, a riqueza deste trabalho que era necessário ser feito e que deve ser reconhecido pela população, marcando presença massiva neste evento no próximo sábado.
Armor Pires Mota

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Sangalhos: Velódromo lotado em concerto solidário

Sangalhos: Velódromo lotado em concerto solidário

 

José Cid, Meninos da Sacristia, Gonçalo Tavares e o fadista Victor Almeida e Silva levaram o Velódromo ao rubro na noite de sábado, dia 5 de dezembro. Numa noite inesquecível para as mais de 5 mil pessoas (número provisório) que quiseram participar neste concerto solidário a favor das IPSS’s do concelho de Anadia, a diversão, a generosidade e a segurança andaram de mãos dadas.
A JB a edil Teresa Cardoso faz, por isso, um balanço muito positivo, já que o concerto e a adesão de público superaram as melhores expetativas. “As pessoas responderam à chamada, sem receios, e ao convite das IPSS’s”, permitindo que estas, através de um trabalho bastante cuidado, quer na venda de ingressos, quer na elaboração de produtos que colocaram à venda nas barraquinhas, dentro do Velódromo, tivessem aumentado as receitas, que revertem inteiramente a seu favor.
Ainda que só hoje, quarta-feira, a câmara municipal vá reunir com as IPSS’s para fazer um balanço final do evento, tudo leva a crer que os objetivos foram largamente alcançados.
“As pessoas mostraram-se muito solidárias com as instituições”, disse a edil, destacando que as 13 barraquinhas das IPSS’s estiveram muito concorridas, tendo algumas esgotado os produtos, conseguindo-se assim “multiplicar toda a receita de bilheteira”. A edil destaca ainda a forma solidária como vários fornecedores das IPSS’s também se envolveram nesta iniciativa inédita no concelho.
No Velódromo, assistiu-se a um espetáculo de grande qualidade, que agradou a todo o público presente, mais ou menos jovem.
“José Cid conseguiu apresentar-se com um reportório para todas as idades. Os Meninos da Sacristia estiveram também muito bem e o fadista bairradino Victor Almeida e Silva, apesar de dispensar apresentações, deu-se a conhecer a muitos dos presentes”, fazendo a ponte entre a atuação dos Meninos da Sacristia e José Cid, que teve o cuidado de começar pelas músicas que o consagraram – que o público com mais idade tão bem sabe trautear – até às músicas dos álbuns mais recentes.
O concerto solidário, que terminou por volta das 00h30, é para a edil anadiense “uma experiência inédita no concelho e no Velódromo”.
“Desta experiência retiramos lições das coisas mais e menos positivas”, não fechando a porta a um novo concerto nestes moldes, em 2016. “Em 2015 este evento não estava previsto e também se concretizou. Quem sabe, se houver vontade, em 2016”.
Catarina Cerca

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Centro Escolar Sangalhos: Oitenta chapéus “de gritos” exibem criatividade de alunos

Centro Escolar Sangalhos: Oitenta chapéus “de gritos” exibem criatividade de alunos

No âmbito da celebração do “Dia das Bruxas”, o Centro Escolar de Sangalhos, do Agrupamento de Escolas de Anadia, organizou o I Concurso/Exposição de Chapéus de Bruxa(o).
A exposição esteve patente ao público de 28 a 30 de outubro, reuniu cerca de 80 chapéus elaborados pelos alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, em conjunto com as suas famílias.
Os trabalhos expostos foram feitos em materiais reciclados, alusivos com o “Dia das Bruxas” e expostos junto à Biblioteca Escolar.
A atribuição dos prémios teve em consideração a criatividade, originalidade, a diversidade dos materiais utilizados e respeito pelo tema. A votação decorreu durante os três dias do evento, através de um boletim do voto preparado para o efeito e utilizado pelo visitante.
Esta atividade pretendeu introduzir do vocabulário alusivo ao tema, convidando os alunos a fazerem um exercício de “brainstorming” no qual aprenderam o vocabulário sobre o mesmo.
Salientamos ainda a socialização e promoção do convívio respeitando as normas estabelecidas e as regras de segurança. Finalmente, dar a conhecer a origem do “Dia das Bruxas” e explorar a criatividade e a promoção do domínio das línguas inglesa e portuguesa. Agradecemos a cooperação de todas as turmas e o envolvimento e participação de toda a comunidade escolar.
Alunos da turma E do C.E. Sangalhos

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Anadia: Acordos de cooperação assinados com dez IPSS’s

Anadia: Acordos de cooperação assinados com dez IPSS’s

Foram dez as instituições particulares de solidariedade social (IPSS) que se fizeram representar no salão nobre dos Paços do Município de Anadia, no passado dia 14 de outubro, para a assinatura, com a Câmara Municipal, de acordos de cooperação em matéria de desenvolvimento de atividades não letivas dirigidas a crianças que frequentam jardins de infância e escolas do 1.º CEB, da rede pública, do concelho de Anadia.
Estão em causa as atividades de animação e apoio à família (AAAF) e fornecimento de refeições para crianças de oito jardins de infância, bem como o apoio referente ao programa de generalização de refeições em nove escolas do 1.º ciclo do ensino básico (1.º CEB). Os 18 acordos de cooperação agora assinados possibilitam a prestação destes serviços a um total de 594 crianças, sendo 162 do pré-escolar e 432 do 1.º CEB.
Os acordos foram celebrados com a Associação Social Avelãs de Caminho, Casa do Povo de Amoreira da Gândara, Centro Social Poutena, CAS V.N. Monsarros, Centro Social e Paroquial da Moita, Centro Social N.ª S.ª do Ó de Aguim, Centro Social de Avelãs de Cima, Centro Social Paredes do Bairro, Centro Social Maria Auxiliadora de Mogofores e da Misericórdia da Freguesia de Sangalhos.

 

Câmara entrega 48.500 euros de subsídios às IPSS´s
Numa tarde de assinatura de protocolos de colaboração, as IPSS’ s foram ainda brindadas com a novidade do Concerto Solidário de Natal, cuja receita reverterá a favor das IPSS’s do concelho (ver texto ao lado), mas também com a atribuição de subsídios camarários que totalizam 48.500 euros.
O executivo aprovou a atribuição de subsídios a todas as 18 instituições de solidariedade social do concelho. Os apoios agora atribuídos pela autarquia destinam-se a contribuir para o reforço da capacidade de resposta das IPSS de Anadia no seu trabalho diário de intervenção social com vista ao auxílio às famílias, crianças, jovens, idosos, e integração social e comunitária, que se traduz na concessão de bens e na prestação de serviços.
Na ocasião, a edil recordou que as dificuldades des todas elas são diferentes, pois têm respostas sociais diferentes e número de utentes igualmente diferentes. Todas com as suas especificidades e valências o que as torna mais ou menos complexas. Por isso, o executivo adotou uma metedologia para a atribuição dos subsídios. Foi criado um critério de diferenciação em função do número de utentes.
Como explicou, “ter 15 crianças ou 15 idosos é diferente. Pode não ser um critério de todo justo, mas temos de criar essa diferenciação”, sublinhando, contudo, que “o apoio não acaba aqui. O apoio está presente as solicitações que nos vão fazendo chegar, estando a Câmara sempre disponível para vos apoiar nas várias solicitações que nos fazem”.

 

CC

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Anadia: José Cid em concerto solidário de Natal promovido pela Câmara Municipal

Anadia: José Cid em concerto solidário de Natal promovido pela Câmara Municipal

José Cid é o cabeça de cartaz do concerto solidário de Natal que se realiza no próximo dia 5 de dezembro, a partir das 21h30, no Velódromo Nacional, em Sangalhos. Antecedem-no os Meninos da Sacristia, neste concerto único, cuja receita reverte integralmente a favor das IPSS’s do concelho.
O evento acontece no âmbito das atividades natalícias promovidas pela autarquia.
Aproveitando a presença dos representantes das várias associações existentes no município, algumas das quais, momentos antes, estiveram presentes na assinatura de protocolos de cooperação (no passado dia 14), a edil Teresa Cardoso lançou o repto a todas as 18 IPSS’s do concelho no sentido em que colaborem neste projeto inédito.
Pela primeira vez, o Velódromo Nacional recebe um grande concerto musical na noite do dia 5 de dezembro (sábado). O famoso artista José Cid subirá ao palco após a atuação dos bairradinos Meninos da Sacristia, numa noite que se adivinha memorável. À venda vão ser colocados 10 mil bilhetes, ao preço de 5 euros. Todos os encargos com o concerto caberão à Câmara Municipal de Anadia, enquanto que toda a receita reverte a favor das IPSS’s.
O desafio lançado por Teresa Cardoso vai no sentido de que cada instituição venda um determinado número de bilhetes, ou seja, a cada instituição serão entregues algumas centenas de bilhetes (que podem vir a ser mais se estas o pretenderem) que os vão vender. “Quanto mais bilhetes venderem, mais vão receber de subsídio”, explicou.
No entanto, a Câmara Municipal de Anadia, nos seus vários serviços (Paços do Concelho, Pavilhões, Piscinas, Biblioteca, Museu do Vinho) vai também vender bilhetes cuja receita final será dividida de forma equitativa por todas as IPSS’s.
Uma iniciativa original que mereceu o aplauso geral dos representantes das várias IPSS’s que, no dia a dia e no terreno, são obrigadas a grande ginástica orçamental. “Todas as receitas dão entrada na Câmara Municipal e depois serão transferidas em forma de subsídio”.
As instituições poderão ainda, no dia do concerto, ter no interior do Velódromo um pequeno espaço onde podem vender pequenas recordações de Natal, comida e bebidas.
Instituições e autarquia apelam à participação de todos por forma a tornar este concerto numa enorme corrente de cariz solidário.
Catarina Cerca

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Anadia: Apoios ao desporto somam 159.500 euros e 31.600 quilómetros

Anadia: Apoios ao desporto somam 159.500 euros e 31.600 quilómetros

A assinatura dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo, estabelecidos entre a Câmara Municipal de Anadia e diversas coletividades sediadas no concelho, e referentes à época 2015-2016, decorreu no passado dia 12 de outubro, pelas 18h, em cerimónia realizada no salão nobre dos Paços do Município.
Tal como aconteceu na época anterior, os contratos foram celebrados ao abrigo do “Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Desportivo” (PAMDD), aprovado pela autarquia em 2014. Totalizam para a época de 1015/16 o montante de 159.500 euros a que se soma ainda o apoio em transportes (quilómetros) no total de 31.600 quilómetros.
Trata-se de um documento que visa orientar a concessão de apoios pelo município às entidades que desenvolvem atividade de natureza desportiva, e que sistematiza os procedimentos que decorrem da legislação que vigora nesta matéria. Por outro lado, procura também estabelecer um modelo criterioso de benefícios públicos que apoie, de forma adequada, as associações desportivas, garantindo princípios como a equidade, a proporcionalidade, a legalidade, a transparência, a universalidade, a igualdade e a prossecução do interesse público, entre outros.
O PAMDD pretende, ainda, assegurar uma efetiva monitorização da aplicação desses benefícios, definindo as formas da sua concretização, fixando os critérios de seleção das ações ou projetos a apoiar, estabelecendo os métodos de avaliação dos apoios concedidos e garantindo o cumprimento dos direitos e das obrigações das partes.
Assim, a atribuição destes apoios da autarquia acontece na sequência da aprovação, pelo executivo municipal, das candidaturas oportunamente apresentadas pelas associações desportivas do concelho ao PAMDD.

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Anadia: Escolas desativadas na mão das juntas e das associações

Anadia: Escolas desativadas na mão das juntas e das associações

Oito escolas básicas do 1.º ciclo e um jardim de infância já desativados foram entregues pela Câmara Municipal de Anadia às juntas de freguesia e associações locais. Foi com o objetivo de dar uma nova vida a diversos edifícios escolares devolutos que a Câmara Municipal de Anadia procedeu à assinatura, com juntas de freguesia e associações do concelho, de diversos protocolos de cedência, em cerimónia que teve lugar no passado dia 13 de outubro, pelas 18h, no salão nobre dos Paços do Município.
Os protocolos foram assinados com as Juntas de Freguesia (Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Sangalhos e União das Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas) e associações destas freguesias que ficarão responsáveis pelos edifícios escolares devolutos, conciliando, desta forma, a garantia de manutenção desses espaços com a sua reutilização para o desenvolvimento de atividades que contribuam para o bem-estar social e cultural da população do concelho.

Regras. Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou aos presentes que a cedência destes espaços foi aprovada por unanimidade no executivo, ainda que esta passagem lhe traga, pessoalmente, “um aperto no coração” por significar que as escolas estão vazias, sem crianças, após a entrada em funcionamento dos novos Centros Escolares, ainda que várias outras escolas igualmente pequenas existentes no concelho se vão manter em funções, como são os casos das escolas básicas existentes em V.N. de Monsarros, Aguim, Tamengos ou Mogofores.
A presidente de câmara reconhece que o empréstimo deste património poderá vir a ajudar as várias associações e coletividades a melhor desempenharem as suas atividades junto das populações. No entanto, deixou bem claro que estes espaços – cedidos por um período de cinco anos (renovável) – terão de ser bem cuidados e tratados pelos novos inquilinos. Ao mesmo tempo, Teresa Cardoso deixou um outro recado, relativo a obras: “obras e investimentos, recomendo calma”, ou seja, a edil explicou que, primeiro, a Câmara Municipal terá de voltar toda a sua atenção para as escolas que ainda continuam abertas e que necessitam de ser preservadas ou de intervenções dotando-as de equipamento, conforto e segurança próximo do que existe nos Centros Escolares.
Só depois, a Câmara poderá olhar para estas escolas agora entregues às associações. “Faremos o possível para vos apoiar, não nos desresponsabilizamos, mas o que for feito, será de forma gradual e faseada”. Por outro lado, defendeu que, em primeiro lugar, será necessário que as associações façam uma adaptação aos espaços, melhorando-os, ainda que qualquer intervenção que implique alteração aos espaços tenha de ser solicitada à Câmara Municipal e nunca desvirtuando os espaços.

Cedências. Jardim de infância do Pereiro – Associação de Caça e Pesca do Pereiro; EB1 Pereiro – Associação Desportiva e Cultural do Pereiro; EB1 Avelãs de Caminho – JF Avelãs de Caminho; EB1 Avelãs de Cima e EB1 da Cerca – JF Avelãs de Cima; EB1 Cruzeiro (Sangalhos) – ADASFES e Agrupamento de Escuteiros 681 de Sangalhos; EB1 Pista (Sangalhos) – Sangalhos Desporto Clube; EB1 da Fogueira – Grupo Coral Óasis; EB1 de Paredes do Bairro (2 edifícios) – Associação Desportiva de Paredes do Bairro, Grupo Folclórico e Cultural de Paredes do Bairro e Grupo Motard Ligeirinhos do Asfalto.

Catarina Cerca

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Feliciano Neves alvo de homenagem

Feliciano Neves alvo de homenagem

Feliciano Godinho Neves é, aos 88 anos, uma das figura incontornável de Sangalhos. Por isso, será, no próximo dia 24 de outubro, sábado, homenageado pelos seus amigos sangalhenses, num evento que terá como ponto alto a atribuição do seu nome a uma das ruas envolventes ao Pavilhão do Sangalhos Desporto Clube, seguindo-se um almoço na Quinta de Santo António, na Fogueira.
José Aleixo, da Comissão Organizadora (que integra ainda Manuel Barbosa, Rui Gradeço, Carlos Santiago e Augusto Jorge) avançou que, depois de se pensar na homenagem, “não mais se parou”, no sentido de estabelecer um programa condigno deste emblemático sangalhense: “Queríamos fazer algo com um grande sentido de respeito e gratidão, com pés e cabeça”. Daí que a homenagem integre já um vasto número de pessoas, que na comissão organizadora, bem como na comissão de honra começam a dar corpo à iniciativa.
“O Feliciano é uma pessoa transversal, no tempo, a todos nós. Ele passou por toda esta gente”, avança José Aleixo, sublinhando a justeza e mérito deste reconhecimento a um filho da terra que fez imenso por ela, ao longo de uma vida, muitas vezes em prejuízo da família.
José Aleixo foi jogador do Sangalhos DC e recorda o quanto é gratificante prestar esta homenagem a alguém que foi “para muitos de nós um irmão mais velho e que o continua a ser.” A título de curiosidade, recorda como no passado, o seu carro era uma espécie de secretariado do clube, onde se faziam muitas inscrições de atletas e a mala da viatura uma verdadeira sapataria, com vários modelos e números de sapatilhas que comprava, muitas das vezes a expensas próprias para calçar atletas provenientes de famílias mais carenciadas.
“Abria a mala do carro e lá estavam sapatilhas da Sanjo e depois mais tarde da All Star que muitas vezes mandava vir dos EUA através de amigos e muitos contactos que ia estabelecendo a nível profissional”.
Visto como uma pessoa extremamente simples, do povo, muito afável e sempre disponível, Feliciano Neves nasceu em Sá, a 25 de dezembro de 1927. Com 11 anos assistia aos primeiros jogos de basquetebol que se realizavam aos domingos à tarde, num campo de terra batida, situado na Cova da Areia. E foi o gosto por esta modalidade que o ligaram ao Sangalhos DC. Com 15 anos iniciou os treinos no clube e nessa época treinava e jogava, tendo sido várias vezes chamado a representar as seleções do distrito de Aveiro em competições nacionais.
Como dirigente, destaca-se a sua ligação ao clube desde 1958 até maio de 2015, desempenhando cargos de vogal, presidente da direção, vice-presidente da direção, comissões administrativas e presidente da mesa da assembleia geral.

Distinções e prémios
Sócio honorário do Sangalhos Desporto Clube.
Prémio Prestígio/Consagração (Federação Portuguesa de Basquetebol).
Medalha Bons Serviços Desportivos (Secretaria de Estado da Juventude e Desportos).
Distinção pela dedicação ao Basquetebol (Associação de Basquetebol de Aveiro).
Homenagem como dirigente do Sangalhos Desporto Clube.

Programa do dia 24
10h – Receção a entidades, convidados e amigos, junto ao Pavilhão do Sangalhos Desporto Clube
11h30 – Descerramento de uma placa – Rua Feliciano Godinho Neves, envolvente ao Pavilhão do Sangalhos DC
13h – almoço comemorativo no Restaurante Mugasa, na Fogueira,(inscrições nas listas em locais públicos da freguesia ou junto de Rui Gradeço – 938076324 ou de Manuel Barbosa – 962838869).

Comissão de Honra
Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, presidente da Junta de Freguesia de Sangalhos, presidente do SDC, Juíz Conselheiro, Mário Mendes, Luís Oliveira, Amândio Neves Albuquerque, Emanuel Maia, António Vela, Sidónio Sousa, Fernando Gradeço, Manuel Calvo.
Catarina Cerca

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Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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