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Sangalhos: Requalificação da rede viária e arranjos urbanísticos são prioritários

Sangalhos: Requalificação da rede viária e arranjos urbanísticos são prioritários

António Floro que admite a recandidatura pelo MIAP, diz que este é um ano de viragem na freguesia com obras de vulto em várias frentes. A requalificação da rede viária, os arranjos urbanísticos e os parques e jardins estão na linha das prioridades.

“O balanço do trabalho realizado em 2016 é positivo”. Quem o afirma é o autarca de Sangalhos, António Floro. Ainda que admita que “nunca se fica satisfeito com o que se vai realizando”, a verdade é que no ano de 2016, graças à ajuda da Câmara Municipal de Anadia, conseguiu realizar alguns melhoramentos.
“As obras não são muito visíveis ou têm um grande impacto, porque a freguesia é muito grande, são vários lugares. Temos 192 ruas o que dá uma ideia do esforço necessário para as manter minimamente apresentáveis”, justificando só nesta área o gasto de mais de metade da verba disponível no orçamento.
Depois, explica, “temos a conservação de vários jardins, custos elevados com o pessoal, com o trator, e todo o equipamento afeto a esta área”.
Mesmo assim, elenca algumas obras realizadas em 2016 e que visam a melhoria da qualidade de vida das populações: “fizeram-se centenas de metros de passeios na Avenida Dr. Seabra Dinis que é uma avenida bastante grande e dá muita despesa; fez-se a conservação e manutenção de valetas; cimentamos valetas em várias ruas; iniciámos a construção do Parque de Merendas na Fogueira (sanitários e muro), entre outras.”
António Floro destaca ainda a construção do tão desejado Parque Infantil no Jardim do Passal, em Sangalhos.

Prioridades para 2017. Com um orçamento para 2017 a rondar os 158 mil euros, o autarca explica que o Plano de Atividades se divide em duas partes (obras grandemente financiadas pela Câmara Municipal de Anadia) e obras da responsabilidade da Junta de Freguesia.
Assim, graças ao apoio financeiro da Câmara Municipal, destaca a beneficiação da Rua Narciso da Marça, em Sá. Uma obra já iniciada e que vai permitir a requalificação da Rua Fonte de Guimarães. Integra a substituição das águas pluviais, água da rede pública, iluminação, passeios, asfalto e sinalização. “Era uma luta antiga porque o acesso à Estalagem e à Misericórdia de Sangalhos deixava muito a desejar”, defende.
A renovação da rede pública de água nos lugares do Paraimo e da Fogueira é também uma obra que destaca pela sua dimensão e importância. “É inadiável, importantíssima” e à qual se vai seguir a repavimentação das várias ruas intervencionadas.
Por outro lado, já deu conta ao executivo de Teresa Cardoso a necessidade de avançar com a repavimentação de 16 ruas na freguesia: “se fossem contempladas ficaria muito feliz. Algumas delas já sofreram intervenção na rede de água e agora é preciso colocar novo piso”, alerta.
O autarca acredita que a Pista de BMX e o Museu das Duas Rodas serão duas grandes obras que vão ter a sua conclusão este ano.
Uma outra beneficiação de vulto prende-se com a construção de uma rotunda no cruzamento da Rua Professor Bento Lopes com a Rua Nova do Pedregal onde vão ser construídos passeios e uma ciclovia. A requalificação da Rua das Roseiras, em Sá, que liga à Rotunda, perto da variante à EN 235 é outra via que quer ver beneficiada. “É uma rua que se encontra em muito mau estado de conservação e urge requalificar”, admite.
Na Fogueira, gostaria de ver concluída a requalificação do Largo de S.Silvestre, na parte que pertence ao domínio público. “O adro terá de passar por um entendimento entre a Câmara Municipal, a Junta de Freguesia e a Igreja”, admite.
Uma outra área é a intervenção que deseja realizar em várias paragens de autocarros. “Algumas estão em muito mau estado, mas como são caras estamos a estudar as melhores soluções. Mas vamos intervir nas que se encontram em pior estado, na Fogueira, no Paraimo e também na Rua Fonte de Guimarães que liga à EN 235, onde vai ser construída uma pequena rotunda (perto da Igreja Protestante). Aqui as crianças não têm paragem”, refere.

Outras obras. O autarca António Floro fala ainda da intenção de avançar com as obras de melhoramento no cemitério, no seguimento do trabalho que vem sendo desenvolvido; continuação da construção de passeios na Avenida Dr. Seabra Dinis; requalificação de fontes e lavadouros; colocação de manilhas e construção de valetas em diversas ruas; substituição de sinalização vertical danificada; pintura de passadeiras para peões e de zonas de estacionamento; levantamento topográfico e tratamento do processo relativo aos limites da freguesia com as freguesias limítrofes; apoiar as coletividades e associações da freguesia nas atividades que vão desenvolvendo.

Recandidatura à vista. A completar o segundo mandato como presidente da Junta de Freguesia, admite estar disponível para concorrer a mais um mandato nas listas do MIAP (Movimento Independente Anadia Primeiro).
“Há um ano admiti que estava cansado, que queria dar lugar a outros. Estivera como secretário quatro anos, como tesoureiro outros quatro anos e como presidente oito anos. Após 16 anos, ao serviço da população, seria tempo de dar lugar a outros”. Contudo, diz que, “devido à situação que se vive com o volte-face do vereador Litério Marques (o que já era de prever) uma vez que há três anos a esta parte tem sido o maior opositor da presidente Teresa Cardoso no executivo, já me decidi pela minha recandidatura. Para ajudar a presidente e o excelente trabalho que tem realizado, mas para lutar também contra estas formas de estar. Se a política é isto, recuso-me a ser político porque estas jogadas descredibilizam os partidos, a política e os políticos”, sublinha, deixando um alerta: “há três anos que anda a ser cozinhada uma caldeirada para ser servida daqui a poucos meses. Só espero que a caldeirada faça mal apenas a quem a cozinha”, referindo-se claramente ao afastamento do “pai” e vereador eleito pelo MIAP, Litério Marques, da sua presidente Teresa Cardoso, situação que culminou recentemente com o anúncio do seu nome para candidato do PSD às próximas autárquicas em Anadia.

Parque de Merendas e Lazer da Fogueira marca último ano do mandato

O Parque de Merendas e de Lazer da Fogueira é o primeiro parque do género a nascer na freguesia de Sangalhos. Um sonho antigo no plano de intenções de vários executivos, mas que começa agora a tomar forma. As obras arrancaram em 2015 com a construção dos sanitários e do muro exterior de suporte, mas o grosso está para fazer e este poderá ser o ano que marca a viragem no embelezamento deste espaço. O objetivo é fazer o parque tal como está projetado, ainda que para isso tenha de haver um apoio considerável por parte da Câmara Municipal de Anadia.
São cerca de 6 mil metros onde existe um lavadouro que vai ser requalificado, criada uma zona pedonal e um amplo estacionamento. A rigueira onde corre água o ano inteiro será empedrada e alargada de forma a formar um pequeno lago onde haverá uma ponte em madeira que une as duas margens. Depois serão concluídos os sanitários e colocadas várias mesas, bancos, churrasqueira e um parque infantil.
As árvores serão alvo de uma análise por parte de um especialista que irá indicar quais as que será necessário abater ou replantar.
“Gostava de deixar o parque concluído, mas depende do apoio da Câmara, pois não temos dinheiro para fazer tudo de uma vez. Temos de ir devagar.”

Catarina Cerca

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Sangalhos: Câmara Municipal ajuda na reconstrução de habitação

Sangalhos: Câmara Municipal ajuda na reconstrução de habitação

A Câmara Municipal de Anadia vai ajudar a reconstruir a casa do jovem casal de Sangalhos que, a 18 de dezembro de 2016, ficou sem casa, na sequência de um incêndio que destruiu por completo a moradia onde habitavam em Sá-Sangalhos.
A informação foi anunciada a JB pela edil anadiense Teresa Cardoso, depois do executivo ter aprovado por unanimidade, em reunião, uma ajuda que vai rondar os 33 mil euros, sendo certo que a Câmara Municipal irá ainda fazer o acompanhamento na fiscalização da obra.
Na última sexta-feira, a edil anadiense Teresa Cardoso, o vice-presidente da autarquia, Jorge Sampaio, o autarca da freguesia de Sangalhos, António Floro e o casal estiveram reunidos na Junta de Freguesia para trocar algumas impressões acerca desta ajuda e decisão do executivo.
A JB, António Floro, que foi o autor do projeto, revelou que durante o encontro a edil explicou todos os passos que culminaram neste apoio. Também Patrícia Oliveira confessou ter ficado muito satisfeita com o apoio dado pela Câmara Municipal, que permite encarar o futuro de uma forma mais esperançosa.
A obra, que deverá começar dentro de duas semanas, vai estar a cargo de um empreiteiro da freguesia de Sangalhos que terá apresentado o orçamento mais baixo.
O projeto da “nova” casa traçado por António Floro, que é desenhador, vai ao encontro do desejo do casal. A habitação, com uma área aproximada de 100 m2, terá cozinha e sala comuns com lareira, dois quartos, um pequeno hall e uma casa de banho, permitindo que os compartimentos sejam ligeiramente maiores, uma vez que as áreas foram melhor aproveitadas em relação aos compartimentos que existiam na antiga casa.
Agora, a prioridade é mesmo reconstruir a habitação, o que poderá acontecer até ao verão.
O casal, para fazer face à reconstrução e para mobilar a habitação, disponibilizou na sua página no facebook um NIB: 0038008101200001771 74 (Filipe Vieira – Banco Santander Totta) para quem quiser ajudar monetariamente, de forma a que possam adquirir o mínimo para recomeçar.
Recorde-se que, numa primeira fase, a Câmara Municipal de Anadia ajudou nos trabalhos de remoção de entulho, uma vez que foi necessário proceder à demolição de todas as paredes interiores da habitação.
Filipe Vieira, de 30 anos e Patrícia Oliveira, de 25 anos, são pais de uma bebé com três meses. Ficaram apenas com a roupa do corpo, na sequência deste incêndio.
De imediato, à volta desta tragédia nasceu uma enorme onda de solidariedade, que envolveu não só familiares e amigos, mas também muitos anónimos que mostraram vontade de ajudar a minorar o sofrimento do casal.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Reconstrução possível graças a enorme onda solidária

Sangalhos: Reconstrução possível graças a enorme onda solidária

 

A enorme onda de solidariedade em torno do casal de Sá (Patrícia Oliveira, de 25 anos e Filipe Vieira, de 30), na freguesia de Sangalhos, que na noite do dia 18 de dezembro, perdera a habitação, na sequência de um incêndio, não pára de crescer.
Para além da família e amigos, muitos anónimos da região e dos mais variados pontos do país têm ajudado a minorar o sofrimento do jovem casal que tudo perdeu.
Numa primeira fase e logo a seguir ao trágico incêndio que os deixou apenas com as roupas que traziam no corpo, foram as inúmeras partilhas dos pedidos de ajuda feitos no facebook que deram de imediato frutos. Em poucas horas multiplicavam-se as partilhas e contactos que resultaram numa onda de solidariedade, que se traduziu no verdadeiro e genuíno espírito natalício.
“No meio da tragédia, vimos que ainda existe gente muito boa e solidária, pois graças a todos conseguimos já ter o mínimo para viver,” diz Patrícia Oliveira.
Ainda que a residir temporariamente na casa dos pais de Patrícia Oliveira, também em Sangalhos, o casal já possui todos os bens de primeira necessidade.
Agora, a prioridade está em arranjar materiais de construção para recomeçar a reconstruir a casa.
Passados que estão 15 dias sobre o sinistro que desalojou o casal com uma bebé de três meses, é hora de começar a pensar numa nova casa.
Os trabalhos de remoção de entulho – com a colaboração da Câmara Municipal de Anadia – estão terminados, tendo familiares, amigos e conhecidos sido determinantes neste processo que obrigou à demolição de todas as paredes interiores da habitação.

Autarca de Sangalhos elaborou projeto da “nova” casa. Neste momento, o projeto de reconstrução está concluído graças à colaboração do autarca da freguesia de Sangalhos, António Floro, que é também desenhador. Logo a seguir ao incêndio, disponibilizou-se para fazer o projeto.
“Estive aqui com o casal, tirámos medidas, fez-se um levantamento da área (100m2) e, de acordo com as necessidades do casal, fiz o projeto”, referiu António Floro.
A JB revelou tratar-se de um projeto simples, uma vez que a casa é pequena. Num novo “desenho, com novas divisões”, a habitação de Patrícia e Filipe terá cozinha e sala comuns com lareira, dois quartos, um pequeno hall e uma casa de banho, permitindo que os compartimentos sejam ligeiramente maiores uma vez que as áreas foram melhor aproveitadas em relação aos compartimentos que existiram na antiga casa.
O autarca de Sangalhos acredita que se existirem donativos suficientes, será possível fazer a obra em escassos meses.
Refira-se ainda que o jovem casal tinha gasto no ano passado todas as suas economias (cerca de 10 mil euros) na recuperação da habitação.

Materiais de construção, mobiliário e eletrodomésticos. Patrícia Oliveira revela que já têm roupa suficiente para o casal e para a bebé, sendo agora o apelo feito para a oferta de materiais de construção e recheio para mobilar a habitação (móveis, eletrodomésticos).
Até ao momento, já foram oferecidas portas interiores, vidros das janelas e piso flutuante. Mas será necessário muito mais. O casal precisa de tijolos, cimento, areia, telhas, sem falar nos pavimentos e revestimentos, caixilharia de alumínio, persianas e louça sanitária.
Por isso, para fazer face à necessidade de adquirirem materiais de construção para reconstruir a habitação, disponibilizaram já na sua página de facebook um NIB: 00380081 01200001771 74 (Filipe Vieira – Banco Santander Totta) para quem quiser ajudar monetariamente, de forma a que possam adquirir os referidos materiais.

Câmara Municipal atenta e pronta a ajudar. Na última reunião do executivo anadiense, a edil Teresa Cardoso transmitiu o pedido de ajuda endereçado à Câmara Municipal pelo casal, avançando ainda que a Câmara está empenhada em ajudar o casal, à semelhança de outras situações.
“Numa próxima reunião de executivo serão apresentados já em concreto valores de forma a deliberar com exatidão o apoio a conceder ao casal”, explicou. Para já, foi solicitado aos serviços técnicos da autarquia uma avaliação precisa da intervenção a realizar na habitação para depois quantificar a ajuda a conceder.
“Não podemos perder a onda de solidariedade e a vontade de ajudar este casal. Por isso, é preciso agir com rapidez”, sublinhou a edil, reconhecendo que “como tudo faz falta, todas as ajudas são bem-vindas”.
A edil contactou também a Cáritas, que deverá estar disponível para apoiar mas numa fase posterior, em equipamentos (eletrodomésticos ou mobílias).

Gente de má fé. No meio de tanta ajuda e solidariedade, há também quem se esteja a aproveitar da situação.
Patrícia Oliveira dá conta de uma ou duas situações em que, depois de terem a indicação de algumas ofertas, quando as foram levantar, alguém já o teria feito, fazendo-se passar pelo casal.
Por isso, deixa o alerta para que todas as ajudas sejam feitas diretamente ao casal.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Casal com bebé de meses fica sem nada após incêndio

Sangalhos: Casal com bebé de meses fica sem nada após incêndio

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Um casal com uma bebé de 3 meses ficou ontem sem teto, depois da sua moradia, em Sangalhos, ter ardido por completo. O incêndio terá sido provocado por um curto-circuito e, quando deflagrou, o casal não se encontrava na habitação.

Está já a decorrer uma campanha de solidariedade a favor deste casal jovem, que tinha acabado de comprar e reconstruir esta casa. Neste momento, necessitam de tudo pois, como diz o dono da habitação, Filipe Silva Vieira, “ficámos sem nada, só com a roupa do corpo”, mas “estamos os três bem, dentro dos possíveis”.

Roupa para o casal e para a bebé, eletrodomésticos, loiças, enfim tudo o que é necessário para equipar uma casa é o que agora precisam Filipe Vieira e a esposa Patrícia Costa de Oliveira.

Quem quiser ajudar, pode fazê-lo através do IBAN já disponibilizado por Filipe Vieira: 0038 0081 0120 0001 771 74 (Banco Santander Totta).

Toda a reportagem na próxima edição do JB.

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Sangalhos: Almoço de Natal solidário no salão da Junta de Freguesia

À semelhança de anos anteriores, o executivo da Junta de Freguesia de Sangalhos, liderado por António Floro, promove no próximo dia 11 de dezembro, a partir das 12h30, um almoço-convívio de Natal que tem como principais destinatários as famílias e pessoas mais carenciadas da freguesia, contudo aberto a todos os sangalhenses que nele queiram participar. Ao evento, promovido pela autarquia, associa-se um grupo de voluntários que vai ajudar a realizar o evento.
Da ementa natalícia não poderiam faltar a sopa de legumes, o bacalhau com todos e sobremesas diversas.
Fica a promessa de um animado convívio, onde reine a paz, a alergia e a solidariedade.
Inscrição até ao dia 7 de dezembro, na Junta de Freguesia.

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Sangalhos: Misericórdia encerra hospital a 31 de dezembro

Sangalhos: Misericórdia encerra hospital a 31 de dezembro

O plano de ação, de atividades e o orçamento para 2017 da Misericórdia de Sangalhos já não contempla a unidade de saúde que a Misericórdia possui e estava a explorar em Sangalhos.
Na última assembleia-geral de irmãos, realizada na noite de sexta-feira, dia 25, foi revelado que o prejuízo de aproximadamente 300 mil euros, nos dois anos em que funcionou sob a alçada da Misericórdia, inviabilizam que continue aberto em 2017, ainda que tenha sido esta a valência que há mais de oito décadas fez nascer e crescer a Misericórdia.
A decisão da mesa administrativa de cessar a atividade do hospital, a 31 de dezembro próximo, foi explicada pelo provedor Manuel Gamboa às várias dezenas de irmãos presentes.
“Há cerca de um ano prometi, em nome da mesa administrativa, não só viabilizar a continuação da unidade de saúde do hospital da Misericórdia, mas também fazer um esforço para se vir a tornar sustentável”, deixando, na altura, a indicação de que “se não se verificasse uma linha ascendente de recuperação económica e financeira, no final do atual exercício em curso de 2016 poderíamos equacionar a possibilidade de cessar a atividade exploratória do hospital”.

Lutar pela melhor solução. De facto, ao longo dos dois últimos anos e sobretudo deste, “fomos avaliando passo a passo a vida da unidade de saúde com crescente preocupação”, isto porque pese embora o acréscimo de atividade diária, registou-se igualmente uma evolução constante nos prejuízos quando se esperava precisamente o contrário.
A meio do ano em curso, revelou o provedor, terá alertado o diretor clínico, a administradora do hospital e outros colaboradores afetos ao hospital para a situação, numa tentativa de a inverter, apelando ainda ao corpo clínico para a sua boa-vontade, abdicando de parte dos seus honorários. “Poucos o fizeram e por valores insignificantes”, acrescentou.
Por isso, entende que continuar com a atividade exploratória do hospital conduziria, nos próximos dois ou três anos, ao colapso financeiro da instituição, colocando em situação de elevado risco as restantes respostas sociais”.
“Respostas sociais que se têm revelado deficitárias mas que, mesmo juntas, não atingem valores negativos evidenciados pelo hospital”, disse ainda sobre as valências direcionadas para o apoio à infância, juventude e terceira idade que é preciso preservar: “o hospital tem uma enorme concorrência nas proximidades.”
Aos irmãos, avançou ser vontade da mesa que as instalações e equipamentos do hospital possam continuar a ser úteis à comunidade, sob a exploração de outra entidade “credível e que mereça a confiança da Misericórdia”. Revelou estar já em negociações com potenciais interessados (Hospital da Misericórdia da Mealhada): “gente séria, honesta, conhecedora do ramo e com capacidade económica e financeira que suporte o investimento a médio/longo prazo que nós não temos”.
Mas, caso não seja possível dar este rumo àquela unidade de saúde, é certo que ser-lhe-á dado outro destino, ao edifício com alienação dos equipamentos para os quais já haverá um grupo na área da saúde interessado.
“O nosso desejo é que no dia 2 de janeiro esteja lá uma entidade a dar continuidade ao nosso projeto”, frisou o provedor, não descartando a hipótese de dar dar outro rumo ao hospital.
Na ocasião, Emanuel Maia, presidente da assembleia-geral, disse ser necessário encontrar soluções para o futuro daquele espaço, mas também que considerava a decisão da mesa administrativa relativa à cessação da valência “uma decisão lúcida”, uma vez que está em causa a vida da Misericórdia, até porque esta (saúde) é uma valência que esteve sujeita a várias pressões, já que na região existe uma grande oferta de unidades privadas de saúde: “não podemos querer ter – só por querer – uma unidade de saúde que consome o que a Misericórdia tem e que deve servir para outros fins”, avançou. “Esta decisão talvez só peque por tardia, uma vez que está em causa a falência a médio prazo da instituição”, sublinhou Emanuel Maia, reforçando que a decisão da mesa administrativa não invalida que haja um esforço para encontrar soluções para aquela unidade de saúde.
Também o irmão Amândio Albuquerque destacou que, sem desvalorizar quem ali trabalha, aquele espaço não era nenhum hospital, mas sim um mero centro de consultas, logo não sendo uma valência lucrativa, não é prioritária para os princípios da Misericórdia.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Bairrada: “Sons na Bairrada”  regressa com concerto na Aliança Vinhos de Portugal

Bairrada: “Sons na Bairrada” regressa com concerto na Aliança Vinhos de Portugal

A 2.ª edição do ciclo de concertos “Sons na Bairrada” terá lugar na Aliança Vinhos de Portugal, em Sangalhos.
É já amanhã, dia 18, que estas emblemáticas caves recebem a iniciativa lançada pela Associação Rota da Bairrada.
Depois do sucesso que foi a 1.ª edição do evento, realizado no passado dia 28 de outubro, nas belíssimas Caves São Domingos, “Sons na Bairrada” está de regresso à Aliança Vinhos de Portugal e o programa não deixa ninguém indiferente… num ambiente único, a música estará aliada ao vinho para, em conjunto, proporcionar momentos de emoções e sentidos.

Leitão será o rei à mesa. O início está marcado para as 19h30, onde o cocktail de boas-vindas fará as honras da casa para se partir à descoberta do Aliança Underground Museum, num percurso de 1,5km.
Ao longo da visita seremos surpreendidos pelos sentidos em três momentos de prova de um espumante, um vinho tinto e uma aguardente.
Segue-se o momento de jantar na cave, onde o rei é o Leitão da Bairrada. A magia da música encerrará a noite com a atuação de Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro.
A eles juntam-se Rogério Pitomba na bateria e Tiago Mourão no baixo.
Quarteto que apresentará clássicos da música brasileira em versões próprias e também alguns originais do seu mais recente trabalho.
O acesso a este “Sons na Bairrada” tem um valor de 38 euros por pessoa. A reserva é obrigatória.
Informações e reservas junto da Associação Rota da Bairrada, pelo telefone 231 503 105| geral@rotadabairrada.pt | https://www.facebook.com/rotadabairrada.

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Caves São Domingos  acolheram 1.ª edição do ciclo de concertos “Sons na Bairrada”

Caves São Domingos acolheram 1.ª edição do ciclo de concertos “Sons na Bairrada”

A Bairrada deu início a um ciclo de concertos ‘Sons na Bairrada’ que prometeram e cumpriram, com enorme sucesso, a visita às belíssimas Caves São Domingos, a prova de três excecionais vinhos do produtor, a degustação de produtos regionais e o concerto musical.
Na passada sexta-feira, dia 28 de outubro, as Caves São Domingos encetaram, da melhor forma, os Sons na Bairrada, deixando-se invadir por mais de 60 visitantes, na sua grande maioria fora da região, e curiosos por descobrir este mundo das caves e vinhos Bairrada.
O início estava marcado para as 18h nas Caves São Domingos e a receção aos convidados foi feita na sala das aguardentes, onde estagiam em quartolas de carvalho francês aguardentes vínicas, com a degustação de espumante Rosé São Domingos (100% Baga) e um brinde de boas-vindas do presidente da Rota da Bairrada, Jorge Sampaio e o anfitrião, Alexandrino Amorim.
Seguiu-se a visita pelos túneis de espumantes, que albergam mais de dois milhões de garrafas, onde a história das Caves com mais de 75 anos foi contada efusivamente por Alexandrino Amorim. No percurso o som do clarinete de João Sousa surpreendeu os convidados.
Chegado à Sala Bairrada deu-se início ao concerto com a atuação de The Drowning Bride, tendo à guitarra e voz de Ana Figueiras e com multi instrumentismo João Sousa, que criaram um ambiente intimista com a recriação das ‘Murder Ballads’ e do folk americano.
A degustação dos produtos regionais foi acompanhada da prova de dois espumantes e um vinho tinto São Domingos, comentados pelo produtor: Espumante São Domingos Velha Reserva (Pinot Noir e Chardonnay), Espumante São Domingos Elpídio (Chardonnay e Arinto) e Vinho Tinto São Domingos Grande Escolha (Touriga Nacional, Merlot e Syrah).

Dia 18 será na Aliança Vinhos de Portugal. Os “Sons na Bairrad” voltam no dia 18 de novembro, pelas 19h30, na Aliança Vinhos de Portugal (em Sangalhos), desta vez com prova de vinhos e um jantar na cave (onde o rei é o Leitão da Bairrada), acompanhado de Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro Quarteto. Uma dupla brasileira que apresenta clássicos em versões próprias e também alguns originais do seu mais recente trabalho. A eles juntam-se Rogério Pitomba na bateria e Tiago Mourão no baixo. Informações e reservas na Associação Rota da Bairrada, pelo telefone 231 503 105| geral@rotadabairrada.pt.

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Centro Escolar de Sangalhos: Exposição de vassouras de halloween para ver até ao dia 4

Centro Escolar de Sangalhos: Exposição de vassouras de halloween para ver até ao dia 4

O Centro Escolar de Sangalhos tem patente ao público uma exposição de vassouras alusivas ao halloween (dia da bruxas).
Patente no átrio do Centro Escolar de Sangalhos, desde o passado dia 27 de outubro, esta interessante e original mostra pode ser vista até sexta-feira, dia 4 de novembro.
“Viagens de encantar com vassouras a voar” foi o tema lançada a todos os alunos do pré-escolar e do 1.º CEB, ao qual as crianças e famílias responderam de forma muito positiva.
Patentes estão cerca de 60 trabalhos elaborados com o recurso ao mais variado tipo de materiais.
Contudo, há a registar a utilização de materiais vindos da natureza (ramos secos, palha, folhas).
“Desde vassouras das mais sofisticadas, que podem ir ao espaço, até às mais tradicionais, há um pouco de tudo”, disse a JB o professor Amílcar Costa, diretor do Centro Escolar.
Uma nota para alguns modelos inspirados nos veículos das duas rodas, não se estivesse em Sangalhos, freguesia à qual o ciclismo tanto diz.
Amílcar Costa revelou ainda que, no âmbito desta quadra festiva, na última segunda-feira, dia 31, foram realizadas várias atividades alusivas ao dia das bruxas. O ponto alto do dia incluiu a confeção das tradicionais papas de abóbora, mas também falar da tradição dos Santoros.
De referir ainda que os trabalhos expostos, todos muito originais, merecem uma visita pela grande criatividade na sua elaboração.
O docente explicou ainda que esta iniciativa visou desenvolver a criatividade e sentido estético, assim como dar a conhecer a origem e diferentes tradições desta comemoração, assim como promover o espírito de entreajuda na família e o intercâmbio entre a escola e a comunidade.
CC

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Sangalhos: 2.ª Mostra dá à prova 21 sopas no Centro Escolar

Sangalhos: 2.ª Mostra dá à prova 21 sopas no Centro Escolar

A 2.ª Mostra de Sopas do Centro Escolar de Sangalhos (integrada no PES – Projeto Educação para a Saúde, do Agrupamento de Escolas de Anadia) confirmou, uma vez mais, o sucesso da iniciativa.
Na última sexta-feira, dia 14, estiveram à prova, entre as 12h30 e as 14h, neste estabelecimento de ensino, 21 sopas (1,5 euros/sopa).
Este ano, uma edição inteiramente solidária com o objetivo de angariar receitas para a corporação de bombeiros do concelho de Anadia, um dos concelhos mais fustigados, durante o verão, pelos fogos florestais.
Sopas de peixe, marisco, canja, caldo verde, feijão, legumes e dos Açores, confecionadas pelos encarregados de educação, num evento que esteve aberto à comunidade fizeram as delícias de muitas dezenas de participantes.
Uma mostra que contou com a presença do vereador Jorge Sampaio, da Câmara Municipal de Anadia, que acompanhou uma comitiva franceses de La Chaize Le Vicomte, geminada com a vila de Sangalhos, mas também pelo autarca de Sangalhos, António Floro e pelos representantes da Associação das Geminações da Vila Sangalhos que durante quatro dias estiveram de visita à vila.
A visita da comitiva francesa inseriu-se no âmbito da geminação para avaliar futuros intercâmbios em áreas como o desporto, educação e cultura.
De destacar o apoio logístico da equipa da Misericórdia da Freguesia de Sangalhos que organizou e serviu – em articulação com as assistentes operacionais do Centro Escolar – as 21 sopas que estiveram expostas.
CC

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