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Paraimo/Sangalhos: Acidente com moto na variante faz 4 mortos

Paraimo/Sangalhos: Acidente com moto na variante faz 4 mortos

 

O trágico acidente ocorrido na madrugada do primeiro dia de maio deixou a Bairrada em choque. Dois irmãos que moravam há vários anos no Paraimo e um casal que seguia de moto e que residia no concelho de Oliveira do Bairro perderam a vida num acidente ocorrido por volta da 1h da manhã, na variante à EN 235, no Paraimo (Sangalhos). Joaquim Ramos, de 38 anos e o irmão Augusto Ramos, de 47, foram colhidos mortalmente por uma moto, quando tentavam atravessar a variante. Do acidente resultou ainda a morte dos ocupantes da moto, Telmo Silva, de 39 anos e Paula Outerelo, de 45.
Os dois irmãos tinham passado a noite juntos num café no Paraimo a conviver com os amigos. Por volta da 1h saíram e Joaquim (irmão mais novo) decidiu acompanhar o irmão a casa. Com eles seguia a cadela pastor-alemão “Rita”, companhia inseparável de Augusto.
Ambos fizeram o que é frequente outras pessoas da localidade fazerem – atravessar a variante num local vedado a peões – e que lhes foi fatal.
Os irmãos acabariam por ser colhidos por uma moto (Honda CBR 1000) que circulava no sentido Oliveira do Bairro/Anadia. O casal de namorados também não resistiu à colisão, falecendo no local.
O estrondo do acidente foi de tal forma violento que se ouviu a vários metros de distância.
Ana Matias, comandante da corporação de bombeiros anadiense, conta que foi “um choque brutal” e que os bombeiros, ao chegarem ao local, se depararam com “um cenário muito violento”. Os corpos das quatro vítimas estavam espalhados por vários metros, nas duas faixas de rodagem. O corpo de Joaquim Ramos estava pendurado no separador central da variante. Era também aí, na berma, junto ao separador, que se encontrava o corpo da cadela de raça pastor-alemão. Já o do seu irmão, Augusto, fora projetado para a faixa de rodagem contrária.
O jovem que seguia de moto, Telmo Silva, natural de Aguim, foi arrastado algumas dezenas de metros, enquanto que a namorada foi projetada para fora da estrada, encontrando-se o corpo numa zona de vegetação, junto à valeta.
A comandante Ana Matias avança que para o local foram chamadas as corporações de Anadia, Oliveira do Bairro e Águeda, a que se juntou a VMER de Aveiro. O posto territorial de Sangalhos da GNR tomou conta da ocorrência e o Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR recolheu elementos para clarificar o acidente.
A circulação de trânsito só foi restabelecida perto das 6h da manhã.

Testemunhos

“Disse-me ‘Adeus, Costa’ e morreu
Eduardo Costa reside no Paraimo e era amigo de longa data dos dois irmãos. Foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local do acidente. É com lágrimas nos olhos e a voz embargada que fala do que viu. Tinha estado com ambos no café Estafeta, no Paraimo, “a ver a bola”. Assim que ouviu o estrondo, dirigiu-se imediatamente para o local. “Tinha combinado ficar à espera do Quim, no café. Mas quando não apareceu e ouvi o estrondo tive um mau pressentimento”, disse. “Fiquei em choque mas fui ter com o Quim. Pus-lhe a mão na cara mas não reagiu. Já estava morto. Depois, vi o Augusto. Ajoelhei-me e perguntei-lhe se estava bem. Falou-me, num tom de voz muito baixinho, e tentou dar-me a mão. Disse-me ‘Adeus, Costa’ e morreu”.

“Trabalhador, brincalhão, condutor cauteloso”
Vítor Andrade, amigo da família, recorda Telmo Silva como um jovem trabalhador, humilde, sempre com um sorriso nos lábios e muito brincalhão. “Bem disposto, amigo de toda a gente”, especialmente dos familiares, aos quais fazia questão de cuidar pessoalmente dos carros, já que esta era a sua profissão (mecânico/bate-chapas).
De igual forma, o cunhado de Telmo, Carlos Nogueira, lembra um jovem de excelente caráter, amigo de toda a gente. “Simples, brincalhão e com um enorme coração”, mas também um condutor cauteloso e experiente, que cresceu no seio de uma família muito unida. “Eram 10 irmãos e perderam os pais muito cedo. Tornaram-se muito unidos”.

Junta de Freguesia quer medidas urgentes
Dez anos depois da inauguração da variante, a povoação do Paraimo continua dividida ao meio e sem a prometida ponte pedonal sobre aquela via.
Em 2005, a Junta de Freguesia, então liderada pelo autarca Sérgio Aido, recebia a promessa das Estradas de Portugal (EP), de que a obra seria concretizada. Os anos passaram, os ofícios da JF e os abaixo-assinados a solicitar reuniões e a pressionar para a realização da obra sucederam-se, mas a verdade é que, até ao momento, tudo permanece igual.
Por diversas vezes o ex-autarca criticou o facto deste processo se encontrar parado. Agora, perante este trágico acidente, lamenta que “a povoação e famílias inteiras continuem divididas porque a EP não fez o prometido. O terreno existe. Está lá junto à cabine e à antiga churrascaria do Teófilo. Este acidente poderia ter-se evitado”, dando como exemplo a CP que, no caminho de ferro, construiu uma passagem aérea e elevadores, conforme prometido, aquando da remodelação da linha do Norte que dividiu a povoação ao meio.
Agora, o atual autarca António Floro deseja que sejam tomadas medidas urgentes para melhorar a segurança no local. Avança estar em contacto com a Câmara Municipal de Anadia no sentido de voltar a pressionar a EP para a necessidade da passagem pedonal, mas também para a rápida recolocação das redes (cortadas pelos populares que atravessam a variante naquele local), com reforço das mesmas.
Recorde-se que este troço entre Oliveira do Bairro e Sangalhos, inaugurado em julho de 2005, foi construído para afastar o tráfego rodoviário entre estas povoações.

Catarina Cerca

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SANGALHOS Solidariedade vale nova viatura para o Apoio Domiciliário da Misericórdia

SANGALHOS Solidariedade vale nova viatura para o Apoio Domiciliário da Misericórdia

Integrado no programa de comemorações do 24.º aniversário do Rotary Club (RC) de Oliveira do Bairro, a Misericórdia de Sangalhos esteve em festa no último domingo, ao ser contemplada com uma nova viatura para a valência de Apoio Domiciliário.
Uma generosa oferta do Comendador Almeida Roque (ofereceu 10 mil euros), do RC de Oliveira do Bairro (mil euros) e da Fundação Rotária Portuguesa (2.500 euros). Foram 13.500 euros de donativo a que se juntou o restante montante (4 mil euros) suportado pela instituição.
A viatura virá substituir outra bastante degradada, afeta ao Apoio Domiciliário que, neste momento, serve 30 utentes. Entrará ao serviço dentro de dias, depois de ultimada a sua adaptação para o transporte de cestos de alimentação, roupa suja e roupa lavada, e produtos para higiene e limpeza de habitações.
Na ocasião, António Sucena Rodrigues, presidente do RC de Oliveira do Bairro, mostrava-se bastante satisfeito não só porque a cerimónia representa a implementação do espírito rotário, mas porque é fruto de um dos rostos mais solidários da região – o Comendador Almeida Roque que, mais uma vez, se associou a uma das tantas coisas solidárias que tem patrocinado. António Sucena revelou ainda que também o projeto apresentado à Fundação Rotária Portuguesa teve luz verde, aumentando substancialmente o valor do donativo. “Nunca tínhamos tido o prazer de entregar uma verba tão elevada”, diria, dirigindo palavras de reconhecimento à direção da Misericórdia pelo trabalho da maior qualidade desenvolvido pela instituição e à vista de todos.
Para o provedor Manuel Gamboa, a amizade e carinho são um estímulo para que todos continuem na Misericórdia a missão que lhes foi confiada. Uma tarefa que admitiu não ser nada fácil, mas possível graças ao “trabalho sério, honesto e rigoroso”, mantendo e melhorando o serviço prestado pelas respostas sociais. Sobre o Comendador Almeida Roque (ausente por motivos de saúde) agradeceu “por tudo quanto tem feito por esta casa”, recordando a generosa contribuição dada para a construção da CAT (Centro de Acolhimento Temporário de Crianças e Jovens) entre outras colaborações que tem dado à instituição. Manuel Gamboa agradeceria ainda à Fundação Rotária Portuguesa pela ajuda dada, não só agora na aquisição desta viatura mas também na aquisição de uma outra que ficou afeta ao CAT e que “veio colmatar uma enorme carência”. Os agradecimentos foram extensivos ao Rotary “pelo empenho demonstrado em várias circunstâncias a favor desta casa.”
Paulo Gravato, do Secretariado Regional de Aveiro da União das Misericórdias Portuguesas sublinharia ainda o “extraordinário trabalho” realizado pela Misericórdia de Sangalhos em prol da população, procurando sempre “alargar a instituição por forma a receber com mais dignidade todos os utentes”, enquanto que Teresa Mayer, em nome da Fundação Rotária Portuguesa, destacou que Sangalhos e Oliveira do Bairro poderão sempre contar com os companheiros que fazem parte da Fundação.
Na ocasião, também a edil anadiense Teresa Cardoso reconheceu a grande generosidade do Comendador “pelos muitos donativos que já ofereceu a instituições do concelho”, mas também ao Rotary “por olhar para as necessidades e estar atento ao concelho vizinho”. Sobre a viatura, disse vir dar “uma preciosa ajuda numa valência cada vez mais importante, não só porque estamos perante uma situação de população envelhecida mas porque há cada vez mais gente isolada e carente deste tipo de apoio”.
A terminar a cerimónia, Emanuel Maia sublinhou ser um facto que a viatura vem “agilizar os serviços”, numa valência que “não desenraíza o utente em domicílio”. O presidente da Assembleia-geral da Misericórdia terminaria destacando a “grandeza da alma” do “homem solidário” que é o Comendador Almeida Roque, “que tem feito uma obra de bem inquestionável, de grande dádiva e de amor” para com esta instituição.
Seguiu-se o almoço de aniversário, na Estalagem de Sangalhos.
Catarina Cerca

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ETAR de Sangalhos inaugurada em dia de balanço de sete anos de POVT

ETAR de Sangalhos inaugurada em dia de balanço de sete anos de POVT

Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia presidiu na terça-feira, dia 21 de abril, à inauguração da remodelação e ampliação da ETAR de Sangalhos, projeto financiado pelo Fundo de Coesão, da responsabilidade do município de Anadia.
Antes, nesta sua deslocação a Sangalhos, estivera no CAR – Centro de Alto Rendimento (Velódromo Nacional), onde encerrou a sessão de esclarecimento sobre a conclusão do POVT. Um evento anual onde foram apresentados os resultados relativos a sete anos de Programa Operacional Temático em Portugal.
Na ocasião, o ministro Jorge Moreira da Silva lembrou que Portugal já se encontra na fase do desenho dos projetos e que a transição do POVT para o PO SEUR foi uma forma de garantir uma transição eficiente de um quadro comunitário para outro, até porque muitas das matérias elegíveis no novo quadro resultam de apostas feitas no contexto do POVT.
Depois da aposta nas infraestuturas, o ministro do Ambiente defendeu que o país está “pronto para apostar no crescimento verde”.
Jorge Moreira da Silva falava das oportunidades de financiamento para o Crescimento Verde 2014-2020 através do PO SEUR. Em Sangalhos, referiu que “é incontornável apostas em todas as políticas que assegurem a esta e às próximas gerações o direito que lhes era devido do ponto de vista da qualidade de vida”. Por isso, “é preciso olhar para a área do ambiente como uma área de retorno económico e de benefício social”. Sobre o PO SEUR, referiu a aposta em “investimentos seletivos, em áreas estratégicas”, mas também em investimento produtivo capaz de gerar “uma reação catalítica a partir do investimento verde”. Uma área em que Portugal tem uma vantagem adicional, pelas reformas já efetuadas e pelo contexto europeu e internacional. Jorge Moreira da Silva disse ainda que o país tem, por isso, “garantias adicionais de que este investimento será produtivo”, na medida em que as reformas estruturais relevantes já foram feitas.
Como existe uma procura internacional cada vez maior por bens e serviços verdes do ponto de vista transacionáveis, “Portugal pode beneficiar da vantagem de ser pioneiro e tem neste momento ao nível de infraestruturas, recursos e condições para competir e vencer à escala internacional”, afirmou, concluindo que “o crescimento verde ganhou uma centralidade completa na estratégia nacional”, tendo o país “o desígnio de liderar a economia verde, assumir o objetivo de liderança do crescimento verde à escala internacional”.
Também Helena Pinheiro Azevedo, gestora do Programa Operacional de Valorização do Território, destacou a importância do evento para esclarecer dúvidas sobre o instrumento para encerramento dos projetos, partilhar as regras, por forma a ajudar os projetos a ser encerrados com pleno sucesso.
Na sessão de boas-vindas, a edil anadiense Teresa Cardoso falou da grande festa de encerramento do POVT e do Velódromo, infraestrutura que considerou ser um bom exemplo dos vários investimentos realizados no âmbito deste programa operacional.

PROJETOS DE SUCESSO

A autarca Teresa Cardoso apresentou os resultados do POVT no concelho de Anadia, com destaque para o Centro de Alto Rendimento (CAR), Sistema Autónomo de Saneamento de Couvelha e Sistema Integrado de Drenagem de Águas Residuais do Concelho de Anadia.
Relativamente ao saneamento, a edil anadiense destacou o facto do Sistema Autónomo de Saneamento de Couvelha servir as povoações de Póvoa da Preta, Samel e Couvelha, num total de 469 habitantes. Uma obra de 313 mil euros e comparticipada em 266 mil euros. Já o Sistema Integrado de Drenagem de Águas Residuais do Concelho de Anadia, atingiu 8 milhões e 900 mil euros, comparticipado pelo POVT em 6 milhões e 260 mil euros. Uma obra que veio beneficiar 28 localidades e 5.473 habitantes. “Anadia tem hoje uma taxa de cobertura de saneamento de 96%, integrados no sistema do Cértima e do Levira, apoiados no âmbito do POVT”, referiu a edil.
Mas foi sobre o CAR – Velódromo Nacional, um investimento na ordem dos 11,6 milhões de euros e com financiamento na ordem dos 9,1 milhões de euros através do FEDER, que mais falou. Um equipamento desportivo que, em quatro anos e meio de atividade, já recebeu atletas de 47 países.
Uma obra construída em tempo recorde, face à sua dimensão (iniciada em maio de 2007 e inaugurada a 11 de setembro de 2009), inteiramente justificável por ser a primeira pista coberta no país.
A autarca destacou ainda as vertentes desportiva, histórica e económica de Sangalhos que justificaram a sua implantação nesta freguesia. Sangalhos tem história no ciclismo e com bastante sucesso, assim como a economia da vila se desenvolveu na indústria das duas rodas. A centralidade foi outras vantagens que destacou.
Teresa Cardoso falou ainda do impulso no turismo desportivo e no facto do CAR estar a conseguir atrair muitos estágios, competições e federações estrangeiras que trazem grande número de pessoas, que aqui ficam instaladas vários dias ou semanas, nas excelentes unidades hoteleiras existentes do concelho.
A edil falou ainda da aposta da autarquia no reforço a esta infraestrutura, com a construção de uma pista olímpica de BMX “aqui ao lado”. “Será uma pista única também no país face às suas características”, acrescentou, sublinhando que o CAR é, hoje, a residência de cinco modalidades (ciclismo, ginástica, judo, esgrima e trampolins), mas que poderá vir a ser também a do pentatlo, cuja experiência parece estar a correr muito bem.
Obras, diria, “impossíveis de realizar sem os fundos comunitários”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Sangalhos: Ministro do Ambiente preside à inauguração da ETAR de Sangalhos

Sangalhos: Ministro do Ambiente preside à inauguração da ETAR de Sangalhos

 

Jorge Moreira da Silva, ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, preside, no próximo dia 21 (terça-feira) à inauguração da obra de requalificação e ampliação da ETAR de Sangalhos, projeto financiado através do Fundo de Coesão.

A obra, da responsabilidade do município de Anadia, custou mais de 2 milhões e meio de euros. Juntamente com as ETAR’s de Amoreira da Gândara e de Couvelha são as três principais infraestruturas de tratamento do concelho. A de Sangalhos é aquela que vai tratar o maior volume de caudal de águas residuais do concelho.

O ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, descola-se a Anadia, no âmbito de uma um encontro nacional de esclarecimentos sobre o encerramento do POVT (Programa Operacional Temático Valorização do Território 2007-2013), evento anual de apresentação de resultados que se realiza este ano, entre as 9h30 e as 17h30, no Centro de Alto Rendimento – Velódromo Nacional em Sangalhos.

Esta sessão de esclarecimentos sobre o Encerramento do Programa vai contar ainda com a presença de Helena Azevedo, gestora do POVT que fará, juntamente com a presidente da Câmara Municipal da Anadia, a abertura da sessão. O encerramento será feito pelo ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, que falará sobre oportunidades de financiamento para o Crescimento Verde 2014-2020 através do PO SEUR. Segue-se a inauguração da ETAR de Sangalhos.

PROGRAMA

Dia 21

9h30- Receção dos participantes

10h – Mensagem de Boas Vindas com Teresa Cardoso, Presidente da Câmara Municipal de Anadia Helena Pinheiro de Azevedo, Gestora do Programa Operacional Valorização do Território

1.º Painel – Sessão de Esclarecimentos sobre Encerramento do POVT

10h10 – Aspetos críticos no encerramento dos Programas Operacionais no QREN, com Dina Ferreira, Vogal do Conselho Diretivo da AD&C

10h40 – Ponto de situação do POVT e fatores de sucesso no encerramento do POVT, com Helena Pinheiro de Azevedo, Gestora do Programa Operacional Valorização do Território

12h – Debate com executores sobre regras de encerramento de projetos POVT

12h30 – Encerramento com Sucesso do POVT (Paulo Lemos, Secretário de Estado do Ambiente)

13h – Almoço

2.º Painel – Apresentação de Resultados do POVT

14h30 – O POVT no Concelho da Anadia – Resultados, com Teresa Cardoso, Presidente da Câmara Municipal da Anadia

15h20 – Apresentação do Documentário “Conta-me uma História de Sucesso – Velódromo” (Rui Oliveira e Ivo Oliveira, atletas e Helena Pinheiro de Azevedo, Gestora do POVT

3.º Painel – O Velódromo da Anadia – Perspetivas e Sucessos

16h -Debate “O Velódromo Nacional – Perspetivas e Sucessos”, moderador – Jornalista do Porto Canal

Perspetiva Empresarial – Unidade Hoteleira

Perspetiva Gestão – Presidente do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e Jorge Sampaio, Vice-presidente da Câmara Municipal da Anadia

Perspetiva de Valorização Territorial – CEDRU

Sucesso Internacional – Representante QATAR e Selecionadores Nacionais de Ginástica do Brasil e do Chile

Sucesso Desportivo – Federação Portuguesa de Ciclismo

4.º Painel – O Futuro dos Fundos Estruturais no Portugal 2020

17h – O PO SEUR – Oportunidades de financiamento para o Crescimento Verde, com  Jorge Moreira da Silva, Ministro Ambiente, Ordenamento do Território e Energia

5.º Painel – Inauguração ETAR Sangalhos

17h30 – Inauguração da ETAR de Sangalhos, projeto financiado pelo Fundo de Coesão através do POVT

Encerramento

17h30 – Apresentação de Modalidades Desportivas praticadas no Velódromo – Ciclismo, Esgrima, Ginástica e Judo) a cargo das Federações Nacionais. Segue-se um espumante de honra oferecido pela Câmara Municipal da Anadia.

 

Catarina Cerca

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VIDOEIRO (Sangalhos) – Ligação do saneamento básico ainda sem data

A falta da ligação do saneamento básico no lugar do Vidoeiro, na freguesia de Sangalhos, voltou à agenda do executivo na última reunião pública.
Lígia Seabra, vereadora do PSD, lamentou que mais de uma década depois da colocação das infraestruturas para o saneamento básico naquele lugar, este não tenha ainda sido ligado.
De resto, este foi um tema que trouxera, há meio ano atrás, a uma outra reunião do executivo. Regressou agora com o tema porque entende que neste meio tempo nada terá mudado. Por isso, questionou a edil Teresa Cardoso se no concelho existem munícipes de 1.ª e de 2.ª.
A edil explicou que o caso não está esquecido, pois está a ser tratado, nomeadamente com o presidente da Junta de Freguesia e que, quando for possível, será feita a ligação ao saneamento, escusando-se, contudo, a responder diretamente às questões colocadas pela vereadora, relativamente à aquisição dos terrenos para a implantação da ETAR.
Refira-se que a ligação do saneamento básico é, há muito, uma reivindicação da população deste lugar. Uma situação que levou a vereadora Lígia Seabra, há meio ano, a desafiar a edil a avançar com uma solução definitiva para este problema. Na altura, Teresa Cardoso avançou que o caso do Vidoeiro era excecional, já que se tratava de uma pequena povoação no limite do concelho com o vizinho concelho de Águeda, dando conta da intenção de aquisição de uma pequena ETAR para servir a população do lugar, deixando ainda a indicação de que a autarquia teria de procurar terreno para implantar este equipamento.

CC

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Sangalhos: Passeios e rotunda inacabados

Sangalhos: Passeios e rotunda inacabados

Em Sangalhos, não passa despercebido a ninguém que a conclusão dos arruamentos, passeios, rotunda e arranjos exteriores ao Complexo Desportivo do Sangalhos Desporto Clube tarda a chegar.
Na última reunião do executivo anadiense, a vereadora Lígia Seabra, do PSD, voltou a questionar a presidente de Câmara Municipal, Teresa Cardoso, sobre esta situação, que considera ser “um feio cartão de visita” a todos os clubes e atletas de outras localidades que semanalmente se deslocam a este complexo desportivo, causando ainda, diariamente, muitos transtornos aos pais e atletas que se deslocam para o pavilhão.
De resto, os vereadores do PSD, já em julho de 2014, trouxeram esta mesma questão a uma reunião do executivo, por se mostrarem preocupados com a interrupção na construção dos arranjos exteriores e acessos ao pavilhão. É que, dois anos após a inauguração do pavilhão de treinos e recuperação do pavilhão principal, obra orçada em cerca de 900 mil euros, a zona envolvente ainda não foi totalmente requalificada.
Assim, a vereadora Lígia Seabra questionou novamente a edil Teresa Cardoso quanto ao atraso na conclusão das obras: “Há sete meses questionei este caso, pela primeira vez. Disse que as obras iam avançar”, referiu, lamentando, contudo, que o que se veja sejam obras por concluir, obras começadas e deixadas ao abandono.
A presidente da autarquia de Anadia explicou que, no que concerne à rampa de acesso aos balneários e passeios, a intervenção está terminada e que oportunamente vai lançar um novo concurso para uma outra empreitada, com vista à conclusão das obras em causa.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Autocaravanistas celebram Natal em Sangalhos

Cerca de 140 pessoas, distribuídas por 65 autocaravanas escolheram o Parque de Pernoita para Autocaravanas de Sangalhos, em espaço contíguo à Junta de Freguesia, para celebrar o Natal.
À semelhança de anos anteriores, esta foi a terceira vez que este numeroso grupo passou um final de semana, de 6 e 7 de dezembro, em Sangalhos.
Oriundos de vários pontos do país, autocaravanistas, pertencentes ao Clube Português de Autocaravanismo aproveitaram para conhecer a freguesia e o concelho.
Os almoços e jantares decorreram no salão de festas da Junta de Freguesia, mas o grupo, dadas as magníficas condições do parque inaugurado em maio de 2010 pela autarquia local, acabou por ficar neste local entre duas e três noites.
O autarca António Floro mostrou-se muito satisfeito com a preferência por este espaço disponibilizado pela autarquia, sublinhando que o mesmo tem sido bastante procurado, ao mesmo tempo que revela que, em 2015, já está previsto o regresso deste grupo para mais duas estadias em Sangalhos.
O autarca de Sangalhos reconhece que o espaço tem sido muito procurado e que ao longo de todo o ano se podem ver autocaravanas naquele local, sendo uma mais-valia para a freguesia.

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Sangalhos: “Calinas” recebe prenda de Natal antecipada

Sangalhos: “Calinas” recebe prenda de Natal antecipada

Nesta quadra natalícia, os gestos solidários e a boa vontade assumem uma maior importância, acabando por tocar mais corações.
Em Sangalhos, um grupo de amigos e conhecidos decidiu abraçar uma causa solidária a favor de um filho da terra.
Sob o lema “ Unidos por uma causa”, no passado sábado, dia 13 de dezembro, entregaram a Manuel Fernandes, mais conhecido por “Calinas” uma scooter adaptada à sua mobilidade reduzida, que lhe possibilitará agora uma maior autonomia.
A iniciativa de angariação de fundos decorreu durante o último mês e envolveu amigos da terra e fora dela que, conhecendo “Calinas” há vários anos – alguns andaram na escola primária com ele -, se uniram por forma a ajudá-lo.
Com graves problemas de saúde (diabetes) teve, em 2013, de se submeter à amputação de uma perna, ficando bastante limitado em termos de locomoção. Como reside sozinho, dependia das suas canadianas para todas as deslocações.
Pessoa bastante humilde e de parcos recursos económicos, pode agora deslocar-se com extrema facilidade para vários pontos, já que o veículo, orçado em 2 mil euros, lhe permite essa mobilidade.
Na ocasião, bastante sensibilizado com o gesto, “Calinas” agradeceu a todos aqueles que contribuíram com donativos para a aquisição deste veículo.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Única aluna do 4.º ano coloca Escola da Fogueira no top (público) do ranking

Sangalhos: Única aluna do 4.º ano coloca Escola da Fogueira no top (público) do ranking

A Escola Básica do 1.º Ciclo da Fogueira, atualmente designada por Sangalhos D, alcançou o melhor lugar – das escolas públicas – no ranking nacional relativo aos exames do 4.º ano (Português e Matémática), no ano letivo 2013/2014.
No ranking geral do 1.º CEB agora conhecido, esta pequena escola surge em 3.º lugar. À sua frente estão apenas dois estabelecimentos de ensino privados, um de Lisboa e outro de Coimbra.
O insólito do caso prende-se com o facto de ter sido apenas uma aluna a realizar exames do 4.º ano naquela escola.
A pequena Matilde Marinho, de 9 anos, conseguiu esta proeza para a escola ao obter no exame de Português 90% (nível 5) e 87% (nível 4) a Matemática. O somatório dos dois exames atribui à escola uma média de 88,5%, catapultando-a para o 3.º lugar no ranking nacional, sendo a 1.ª das escolas públicas.

Professora orgulhosa. A professora Lúcia Silva dá aulas nesta pequena escola de aldeia vai para uns 15 anos e, com 33 anos de profissão, não poderia estar mais orgulhosa de uma aluna. “A Matilde é, desde o 1.º ano, uma menina muito atenta, aplicada, muito responsável”, recorda. Por isso, sempre acreditou nas suas capacidades e no facto dela conseguir tirar boas notas nos exames, embora os fatores nervosismo, ansiedade e medo, por vezes sejam verdadeiras “ratoeiras”, bloqueando os melhores alunos, tanto mais que foi a única aluna desta escola a ter de se deslocar para um Centro Escolar vizinho onde fez os exames, num ambiente que lhe era completamente desconhecido.
Habituada a trabalhar com grupos pequenos, no ano transato, a sala da professora Lúcia tinha um total de nove alunos (um aluno do 1.º ano, um do 2.º, seis do 3.º e uma aluna no 4.º ano).
Este ano, o panorama é semelhante. São sete alunos, mas distribuídos por apenas dois anos (2.º e 4.º ano).
Embora reconheça que estas turmas pequenas lhe têm permitido tirar notas muito jeitosas nos exames, sabe, melhor do que ninguém, que não é fácil estar numa escola agora de lugar único, com os quatro graus de ensino.
Como explicou a JB, “não é fácil planificar aulas diárias para diferentes graus de ensino, fazer fichas de trabalho, sumários, tudo diferente, consoante os anos”. E, depois, dentro de cada ano, avança existirem também alunos ou grupo de alunos que estão mais avançados ou mais atrasados. “Acabo por não estar a dar trabalho a dois anos mas a mais, consoante o estado de evolução/aprendizagem de cada criança”, admite a docente.
Recorda com saudade o tempo em que havia mais crianças, mais docentes. Hoje, são cada vez menos as crianças nesta escola condenada ao encerramento (talvez ainda este ano), quando abrir o novo Centro Escolar de Sangalhos. Uma situação que admite ter-se agravado com o encerramento do Jardim de Infância, localizado paredes meias com a Escola.

Sonha com a área da Saúde. Matilde Marinho é hoje aluna do 5.º ano na EB 2/3 Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro. Aluna empenhada e trabalhadora, continua a tirar boas notas, apesar da mudança que se sabe ser enorme quando um aluno passa da primária para o segundo ciclo.
A Matemática e o Português continuam a ser matérias muito queridas para esta aluna e, recordando os dias em que fez os exames, diz que, apesar de terem corrido bem, não esperava tanto.
“Achei que podia ter boas notas, mas estava nervosa pois não conhecia ninguém na escola onde fiz os exames” e sublinha que as notas que alcançou mostram que, “embora estas pequenas escolas de aldeia sejam desvalorizadas, não lhes sendo dada grande importância, agora são obrigadas a reconhecer que basta uma pessoa para mudar tudo”. Foi o seu caso. Para os pais, Maria do Céu Marinho e Ramiro Marinho, esta foi uma muito agradável surpresa, motivo do maior orgulho.
Hoje, a Matilde diz estar completamente integrada no 2.º ciclo, ter muitos amigos e gostar muito da nova escola.
Catarina Cerca

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Voluntários para apoio ao estudo na Casa da Criança, em Sangalhos

O Banco Local de Voluntariado de Anadia (BLVA), coordenado pela Câmara Municipal de Anadia, procura voluntários para colaborarem no projeto de acompanhamento ao estudo dirigido às crianças que frequentam a Casa da Criança de Sangalhos (Centro de Acolhimento Temporário para Crianças e Jovens em Perigo).

Este projeto, que o BLVA dinamiza há já alguns anos, visa o acompanhamento e apoio ao estudo de crianças dos 6 aos 12 anos, constituindo uma grande alavanca no sucesso do seu percurso escolar. Neste momento, são necessários voluntários para acompanhar o estudo de Português e de Matemática das 17 crianças da Casa da Criança de Sangalhos que se encontram matriculadas em escolas dos 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico.

Lembramos que o BLVA pretende ser um espaço de encontro entre pessoas que expressam vontade de ser voluntários, bem como de entidades promotoras que reúnam condições para integrar esses mesmos voluntários.

As informações sobre o BLVA estão disponíveis em www.cm-anadia.pt (Serviços > Ação Social) e os interessados em obter esclarecimentos poderão contactar esta entidade pelo telefone 231510486 ou através do endereço de correio eletrónico voluntariado.anadia@hotmail.com.

 

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SFImobiliaria

Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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