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Escola Básica Vil. Bairro: Comunidade educativa celebra 10.ª Mostra de Sopas

Escola Básica Vil. Bairro: Comunidade educativa celebra 10.ª Mostra de Sopas

Para assinalar o Dia Mundial da Alimentação (que se celebra anualmente a 16 de outubro), a Escola Básica de Vilarinho do Bairro levou a cabo, na última sexta-feira, dia 14, a 10.ª edição da Mostra de Sopas.
Uma edição especial já que era solidária, revertendo todo o lucro angariado a favor da corporação de bombeiros de Anadia. “Foi decidido ter um ato de gratidão com quem fez tudo por tudo para proteger a nossa floresta e as habitações que estiveram em risco no incêndio que atingiu o concelho. É um ato simbólico, mas mostra a nossa gratidão”, avançou a docente Alexandrina Leitão, representante do PES (Projeto Educação para a Saúde) na escola de Vilarinho do Bairro.
Um evento que, com o passar dos anos, se destacou como um dos de maior relevo promovidos por este estabelecimento de ensino. Assim, à semelhança de anos anteriores, toda a comunidade educativa esteve envolvida, sem esquecer algumas associações locais (caso do Rancho Folclórico local), que se associaram a esta mostra.
À prova estiveram 25 sopas confecionadas por pais e encarregados de educação de alunos de todas as turmas: “são encarregados de educação sempre atentos e participativos e sem os quais não seria possível fazer esta atividade”, sublinhou Alexandrina Leitão.
O difícil era mesmo escolher a melhor sopa, já que a oferta era muito variada, desde as mais tradicionais (caldo verde, canja, passando pela sopa de feijão preto, sopa da pedra, sopa açoreana, sopa de peixe), até às mais inovadoras e diferentes, como a sopa de alho francês com gengibre, sopa de fruta ou sopa de banana.
A docente Alexandrina Leitão, ligada ao PES desde o seu início juntamente com a professora Alexandra Gonçalves (mentora deste evento e da caminhada pelo coração, que se tornaram imagens de marca da escola) mostrou-se muito satisfeita com a moldura humana presente nesta edição.
“O balanço é francamente positivo. Hoje os miúdos comem mais sopa e este tipo de iniciativas ajuda a promover o seu consumo”, afiança.
Simultaneamente, esta iniciativa teve o mérito de se tornar um hábito na comunidade onde está inserida. Pais e encarregados de educação, ex-alunos, docentes de outras escolas e muitos amigos reúnem-se aqui ano após ano, ainda que a iniciativa tenha acabado por ser replicada, realizando-se em muitas outras escolas do concelho.

Iniciativa muito elogiada. A iniciativa é muito elogiada por todos. A enfermeira Fátima Gomes, do Centro de Saúde de Anadia, explicou que este evento se insere num projeto mais abrangente, designado por Sopa.come.
Daí a sua presença para sensibilizar a comunidade escolar para o projeto Sopa.Come, que visa promover a redução de sal na sopa como forma de contribuir para uma alimentação mais saudável.
“O objetivo é que desde pequenino se consuma pouco sal”, disse, considerando este evento “excelente, um espaço de partilha, de promoção da sopa como base alimentar.”
De igual forma, a edil anadiense Teresa Cardoso avançaria tratar-se de “uma excelente iniciativa, que tem sido um bom exemplo e, este ano, bem acolhida com vários estabelecimentos de ensino do concelho a promover a mesma ação.”
Um evento que ganhou dimensão e que a seu ver “é uma forma de trazer os pais à escola, mas ao mesmo tempo uma forma de deixar os filhos orgulhosos por verem os pais a colaborar na confeção das sopas.”
Quanto à vertente solidária da iniciativa, reconheceu que vem “reforçar o que eu venho dizendo. A população de Anadia é generosa e solidária. Todos os dias vamos assistindo a eventos e iniciativas que visam dar o seu contributo solidário para as nossas associações do concelho”.

Bibliosopa aposta na inovação

Nesta mostra, que tem o mérito de apresentar sempre novidades, destaca-se, na presente edição, a Sopa Asiática, confecionada pela professora responsável pela biblioteca Noémia Leitão que, vestida a rigor, falou um pouco da cultura e dos sabores asiáticos.
Na sua banca, sempre uma das mais inovadoras, faz questão de, ano após ano, deliciar os participantes com uma sopa diferente. “Aposto todos os anos numa sopa diferente, seja sobre uma região do país ou até sobre outros países e regiões do globo.”
Este ano, à prova esteve uma sopa chinesa de frango, com legumes e ovos e leva massa chinesa: “uma sopa muito leve e refrescante. Quem provou gostou, mas é um pouco exótica, admito,” explicou a docente.

Catarina Cerca

 

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Vilarinho Bairro: Freguesia em contagem decrescente para viagem à Idade Média durante três dias

Vilarinho Bairro: Freguesia em contagem decrescente para viagem à Idade Média durante três dias

 

A freguesia de Vilarinho do Bairro está em contagem decrescente para uma viagem no tempo. Vai regressar ao passado, mais concretamente, à Idade Média, durante três dias (22 a 24 de julho).
Neste momento, ultimam-se os preparativos para mais uma recriação histórica promovida pela Junta de Freguesia local.
Entre sexta-feira e domingo, o Largo da Saudade – junto à Igreja e cemitério, será palco de uma Feira Histórica e Tradicional que vai recriar o ambiente da Idade Média.

Três dias de muita animação. Uma iniciativa que surge na sequência da celebração dos 500 anos de foral no ano transato e da realização da primeira recriação histórica levada a cabo na freguesia, “Feira Quinhentista”, que se traduziu num enorme sucesso.
Aliás, o êxito foi de tal forma que a Junta de Freguesia se viu “obrigada” a avançar com uma segunda recriação, este ano, mas já relativa a outro período histórico.
“Era nossa vontade dar continuidade a esta feira e prendeu-se com o facto da freguesia ter um vazio neste aspeto. Por outro lado, após a realização da 1.ª edição do ano passado, pela Junta de Freguesia com o apoio das associações locais, facilmente se percebeu que teria de haver continuidade nesta ação”, avança a JB o autarca Carlos Torres, que não esconde ter sido uma “pressão saudável” que compeliu a Junta de Freguesia a preparar uma segunda edição, agora focada na Idade Média.
“Uma Feira Quinhentista, este ano, não faria sentido. Por isso, a aposta feita em torno da Idade Média. Mas como uma feira que recrie unicamente a Idade Média nos traz vários condicionalismos, decidimos que dentro dos moldes e contexto medieval a feira deve ser Histórica e Tradicional, por forma a ser mais abrangente.”
Desta forma, será possível à organização, durante estes três dias oferecer um leque variado de atividades.
O espírito será efetivamente a época medieval, mas haverá, por exemplo, a atuação de marchas e de ranchos folclóricos, que já remetem para eventos tradicionais, mais ligados aos usos e costumes da freguesia.
Fica a promessa de três dias de muita animação, com forte componente histórica, mas sobretudo um evento que quer, através das várias atividades que integram o programa, aproximar as gentes da freguesia, envolvendo-as numa festa que será de todos e para todos.
Por isso, as expetativas para a presente edição mantêm-se elevadas: “o ano passado queríamos atingir uma determinada fasquia e essa foi de tal forma ultrapassada que, este ano, se alcançarmos o mesmo sucesso, se igualarmos a edição anterior, já ficaremos bastante satisfeitos”, avança o autarca.
Programa
Dia 22 (sexta-feira)
Pelas 19h terá lugar a abertura da Feira, com um cortejo medieval, mas que se repetirá também nos dois dias seguintes.
Neste dia, já à noite, vão atuar as marchas populares da Freguesia de Vilarinho do Bairro (Samel) e de S. Lourenço do Bairro, freguesia vizinha. Ambas as marchas participaram este ano na Feira da Vinha e do Vinho, em Anadia, podendo agora, ser revistas as suas atuações integradas neste Feira Histórica e Tradicional.

Dia 23 e 24 (sábado e domingo)
Pela manhã, terá lugar o passeio cicloturístico à freguesia de Vilarinho do Bairro (ver caixa na página ao lado).
À tarde, pelas 17h, terá lugar a atuação de dois ranchos folclóricos: o da Casa do Povo de Vilarinho do Bairro e de Paredes do Bairro.
O resto da tarde e noite de sábado e tarde de domingo estará a cargo do grupo Bombarda (Vila Nova, freguesia de Outil), responsável pela recriação histórica. Terão sempre, durante toda a feira, um acampamento medieval. Depois, ao longo destes dias, haverá os cortejos medievais, espetáculos de fogo, torneios de artilharia e luta de armas apeado, caça às bruxas e ainda gigantones.
Pelo recinto da feira e durante o fim de semana será possível contactar com as várias classes sociais existentes à época (mendigos, povo, nobres, clero). Será o grupo Bombarda que estará responsável por estas recriações.
Tasquinhas da freguesia e artesãos
À semelhança do ano anterior, a Junta de Freguesia tem como principais aliados na realização deste evento, as associações locais. Praticamente todas vão ter tasquinhas (10) na Feira, onde será possível provar petiscos e iguarias regionais. Um espaço que vai contar ainda com a presença de vários artesãos, que vão dar ao espaço uma maior dinâmica e diversidade de oferta.
Carlos Torres destaca a forma empenhada e colaborante com que as associações se envolvem nesta iniciativa, tentando cumprir ao máximo a recriação histórica. Por outro lado, são três dias em que, apesar do imenso trabalho, lhes é possível angariar fundos para o trabalho que vão desenvolvendo ao longo do ano.
“Para além dos lucros que podem tirar do evento, mais significativa é a aproximação, o envolvimento e entreajuda que se consegue entre as várias associações”, diz. “Foi e é um evento que aproximou as coletividades umas das outras, encurtou distâncias e fortaleceu laços entre as pessoas”, destaca Carlos Torres.
À semelhança de 2015, o autarca de Vilarinho do Bairro acredita que a Feira vai conseguir atrair muitos visitantes, não só da freguesia como de várias freguesias limítrofes e de vários pontos da região.
Embora a organização de um evento desta natureza tenha custos elevados, a Junta de Freguesia defende que este é um evento incontornável da freguesia, já que traz mais-valias e benefícios a vários níveis.

Passeio à freguesia em cicloturismo

Numa organização da Junta de Freguesia, esta volta vai fazer-se pelos vários locais da freguesia, numa distância de aproximadamente 20 quilómetros.
O passeio, aberto a todas as faixas etárias, tem um custo de 7,5 euros com oferta de T-Shirt e boné e almoço (porco no espeto).
Carlos Torres sublinha o aspeto descontraído do passeio que junta crianças, jovens, adultos e idosos. Por isso, o passeio será feito em ritmo lento, com duas a três paragens para que os cicloturistas não se dispersem.
Na edição do ano passado, participaram cerca de 200 pessoas e o autarca acredita que o número neste edição poderá ser semelhante.
Com hora prevista de chegada para as 12h30, segue-se o almoço (sandes de porco no espeto). As bebidas não estão incluídas no preço da inscrição, já que as tasquinhas das várias associações vão explorar esta área das bebidas.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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EB 2/3 Vilarinho do Bairro: Festa na escola mostra saberes e sabores da região

EB 2/3 Vilarinho do Bairro: Festa na escola mostra saberes e sabores da região

No dia 3 de junho, na EB de Vilarinho do Bairro, ocorreu a III Mostra de Saberes e Sabores, com a participação de alunos, pais e encarregados de educação, professores e assistentes operacionais.
Cada turma, do 1.º ao 9.º anos, em colaboração com os docentes, apresentou a sua barraquinha, na sua maioria “de saberes e sabores”, passando pela quermesse, devidamente apetrechadas com produtos caseiros elaborados pelos alunos e encarregados de educação, e posteriormente vendidos na feira.

Manhã dedicada à cultura e ao saber. Na parte da manhã, houve a cerimónia de entrega à escola do quadro alusivo à Paz, no âmbito da participação dos nossos alunos no projeto Impossibility Challenge. O quadro, da autoria do mentor do projeto, Sri Chinmoy, pretendeu agraciar a escola pela sua participação no recorde mundial de maior exposição de desenhos, realizados por crianças, sobre o tema da Paz e Harmonia.
Seguiu-se a apresentação de atividades: o 1.º ciclo apresentou frases sobre a Paz, preparadas em conjunto com as respetivas professoras; o 9.º A cantou “A Paz”, traduzida para português pelo grupo Roupa Nova, e o 5.º B declamou um poema sobre o mesmo tema.
No final, foram entregues os diplomas de participação nas Olimpíadas de Línguas Estrangeiras, Pangea, concurso de Matemática que pretende unir estudantes de diferentes estratos sociais e níveis de ensino, e torná-los entusiastas da matemática; Literacia 3D, concurso que consistiu num desafio nacional dirigido aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico de todo o país, envolvendo os respetivos professores e estabelecimentos de ensino, com o propósito de avaliar a literacia da leitura, da matemática e da ciência, e para o melhor fato de Carnaval.

Artes e saúde, da parte da tarde. A parte da tarde, para além da animação própria de uma feira, teve ainda o escutar de música medieval e jogos de entretenimento, bem como a atividade Dizfruta- degustação, da autoria de Nelson Franco, José Melo e Mauro Oliveira, que nos presentearam com apresentações invulgares de peças de fruta. Esta degustação insere-se no Projeto de Educação para a Saúde e visa promover hábitos de alimentação saudáveis.
A apresentação teatral do 9.º A, Amores e Desamores, foi um bom exemplo de teatro inclusivo, com impacto no desenvolvimento do indivíduo com deficiência mental (DM) em áreas como a aprendizagem, o civismo, a autoestima, o autoconceito, a criatividade e a inclusão, em contexto normalizante.
O zumba, da autoria da professora Dulcínia Almeida, e a atuação do Rancho Folclórico de Paredes do Bairro, foram outros espetáculos que fizeram as delícias dos presentes.
Ao longo de todo o dia, toda a comunidade educativa pôde apreciar a exposição de fotografia subordinada ao tema “A vinha”, da autoria do professor da nossa escola, Rui Bastos, bem como os trabalhos elaborados pelos 8.º e 9.º anos alusivos ao Ambiente, e todas as atividades realizadas ao longo deste ano letivo.
Todo o trabalho realizado e apresentado contribuiu para momentos de partilha e de convívio, tão característicos desta escola, que perdurarão na memória de todos quantos nesta escola continuarão e por esta escola passaram.
Este evento contou com a participação de: Um Saber, Multisabores- Biblioteca Escolar de Vilarinho do Vsi; Adega Luís Pato; Arte de Empalhar- Natália Morais; Artesanato Isabel Almeida; Sapateiro Artesão Anacleto Luís; Apicultor Alberto Jesus; Tremoços de Cadima- Andreia Ribeiro; Framboesas- Lucília Silva; Colheita de Sabores; Rancho Folclórico de Paredes do Bairro; Rita Cândido (pinturas faciais), e animação de rua pelo grupo Popularis.
Margarida Moura

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EB 2/3 Vilarinho Bairro: Sucesso consolida 10.ª Caminhada pelo Coração

EB 2/3 Vilarinho Bairro: Sucesso consolida 10.ª Caminhada pelo Coração

 

O sucesso, que já era inquestionável, da Caminhada pelo Coração, promovida pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho de Bairro ficou definitivamente consolidado com a 10.ª edição, realizada no passado dia 4 de maio. Um evento ao qual não faltou a própria presidente de Câmara que, a par de alunos, professores e encarregados de educação, percorreu, a pé, os mais de cinco quilómetros que separam aquele estabelecimento de ensino da Lagoa de Torres.

Caminhada plena de significado por se estar em maio, mês do coração. Este ano, a 10.ª edição contou com a presença de um convidado especial. O Professor Doutor Polybio Serra e Silva, presidente da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) marcou presença e mostrou-se bastante agradado com o ambiente vivido neste estabelecimento de ensino, tanto ao nível do espaço “agradável, simpático e arranjado”, mas também com a moldura humana, com os jovens bem dispostos para participar em mais uma iniciativa escolar.
Uma caminhada pelo coração, “plena de significado por se estar em maio, mês do coração”, este ano dedicado pela FPC à “insuficiência cardíaca”, doença cardiovascular que podemos prevenir, adotando um estilo de vida saudável.
Polybio Serra e Silva sublinhou a necessidade de se saber distinguir atividade física, de exercício físico e de desporto, sendo esta caminhada a forma mais simples de realizar atividade física.
“De pequenino se torce o pepino”, disse, para justificar que é desde pequeno, em idade escolar, que se deve educar a criança para um estilo de vida saudável. “Devemos introduzir o bichinho da atividade física desde cedo” e “todos devemos praticar 30 minutos de caminhada diária para prevenir doenças cardiovasculares”, acrescentou.
Na ocasião, frisou que o álcool, o tabaco, o açúcar, a gordura saturada devem ser evitados. “É fundamental sensibilizar a população para estas questões, para o equilíbrio e moderação na alimentação.”
Quanto à caminhada propriamente dita, avançou ser “uma iniciativa meritória”, mas também “inteligente” pelo facto de, através das crianças e jovens, se pretender chegar aos adultos, já que os filhos conseguem sempre despertar mais os pais para estas questões.

Presidente da autarquia não faltou ao evento. Também estreante nestas andanças da Caminhada pelo Coração esteve a edil Teresa Cardoso. A presidente da Câmara Municipal de Anadia vestiu (literalmente) a camisola e caminhou os cerca de cinco quilómetros que distam a escola da Lagoa de Torres.
O dia de sol tórrido adivinhava uma caminhada difícil mas a verdade é que todos chegaram ao fim e com uma enorme disposição. Pelo meio da natureza, circundados por vinhas e pinhais, os participantes foram pondo a conversa em dia, ouvindo música e descontraíndo num dia de grande animação.
De facto, pela primeira vez, a adesão foi maciça e a comunidade educativa esteve em força nesta caminhada.
Com saída da escola por volta das 11h30, foi debaixo de um sol escaldante que mais de 300 pessoas participaram na caminhada promovida no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES).
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que esta 10.ª edição se revela um êxito, ano após ano, e que a Escola de Vilarinho do Bairro tem sabido aqui marcar uma posição nesta atividade que tem vindo a crescer, ao conseguir envolver escola, pais, enfim, toda a comunidade educativa.
“Esta caminhada tem, de forma eficaz e persistente, sabido alertar e despertar as pessoas para as questões da saúde e do bem estar”, por isso “é um projeto louvável”, acrescentou.

Escola de afetos. Já a docente Alexandra Gonçalves, coordenadora da Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro destacou o facto da total adesão da comunidade escolar a este evento mostrar que esta é, efetivamente, “uma escola de afetos” com docentes que já aqui não lecionam e estão colocados noutras escolas a partilhar a sua hora de almoço, neste dia, na Caminhada pelo Coração, em Torres. Por outro lado, destaca o facto de, pela primeira vez, todo o pessoal não docente da escola querer aderir à caminhada, que envolveu também este ano um maior número de pais e encarregados de educação. A docente sublinhou ainda a particularidade de, sendo esta uma atividade voluntária, “é de aplaudir que os professores e alunos que neste dia não têm aulas da parte da tarde ou estão livres o dia todo marquem presença. Isto mostra o empenho de todos para que esta seja uma iniciativa marcada pelo êxito”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Vilarinho do Bairro: Caminhada pelo Coração é já a 4 de maio

Vilarinho do Bairro: Caminhada pelo Coração é já a 4 de maio

Vem aí a 10.ª Caminhada pelo Coração. A iniciativa tem lugar no próximo dia 4 de maio e é promovida pela Escola Básica de Vilarinho do Bairro, no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde(PES). Envolve toda a comunidade educativa, adivinhando-se, por isso, muito participada.
Tendo como destino a Lagoa de Torres, todos os participantes (alunos, docentes, auxiliares, pais, encarregados de educação e ex-alunos) vão sair daquele estabelecimento de ensino e percorrer, a pé ou de bicicleta, o percurso, pelo meio dos vinhedos, até chegar ao parque de merendas, junto à Lagoa de Torres. Aí será servido um saudável almoço, onde a salada e a fruta são elementos obrigatórios.
Resta esperar que S. Pedro se junte à festa.

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JF Vilarinho Bairro: Requalificação de vários espaços

JF Vilarinho Bairro: Requalificação de vários espaços

Carlos Torres estreou-se nas lides autárquicas e está a cumprir o seu primeiro mandato. Faz um balanço muito positivo destes dois anos e meio, em que realizou as obras e eventos a que o executivo se propôs.
No que concerne a obras, destaca a beneficiação feita no cemitério da Ribeira, onde foi realizada a primeira fase dos arruamentos em pedra de Ançã e o arranjo paisagístico no Largo do Passo, junto à APPACDM. “Existem ali dois largos, mas para já, intervencionamos o jardim mais pequeno, a que se seguirá o maior”, avança. Em Vilarinho do Bairro, foi igualmente recuperado o Largo do Espírito Santo. “Ficou um arranjo engraçado e recuperou-se um poço antigo, substituindo ainda uma centenária e doente palmeira por uma oliveira”.
“2015 foi um ano de extrema importância para a freguesia com a comemoração dos 500 anos de foral e todas as iniciativas e eventos realizados foram neste âmbito”, diz, destacando realizações como a Ceia Quinhentista no centro da Poutena, o rally paper em colaboração com a Associação da Quinta do Perdigão e a Feira Quinhentista, um verdadeiro sucesso que envolveu as gentes de todos os lugares da freguesia, e que se vai repetir em 2016, ainda que com uma temática diferente.

Obras em vários locais. Com um orçamento no valor de 143.250 euros, Carlos Torres reconhece que a verba não chega para tudo, porque a Junta de Freguesia “é o poder autárquico mais próximo das populações e dos lugares e aquele que acaba por ser o primeiro contacto e o elo de ligação com outras entidades”.
Quanto a obras, a aposta será no sentido da requalificação do património, dividindo as obras pelos lugares ao longo dos quatro anos de mandato. Por exemplo, o passeio do lado sul do Largo da Saudade, que transitou para este ano, será uma das primeiras obras a realizar. Segue-se a conclusão dos arruamentos do cemitério da Ribeira (com a colaboração da Câmara Municipal de Anadia, no âmbito dos acordos de cooperação), mas também a requalificação do Parque de Merendas de Banhos, sendo que os sanitários precisam de urgente e total reabilitação. Por sua vez, o parque precisa de um grande arranjo porque, em agosto, altura em que ali vão centenas de romeiros, é necessário ter aquele espaço digno. “Vamos trabalhar em conjunto com a comissão local e beneficiar aquele local”.

Requalificação do mercado. Outra grande obra prende-se com a beneficiação do mercado local. Uma obra que terá uma intervenção determinante da Câmara, que reconhece a urgência da intervenção. “A zona da restauração e onde se assa o frango de churrasco vai ser toda alterada, assim como a zona de venda de verdes e legumes frescos. São os locais onde é necessário intervir urgentemente. Segue-se a construção de mais uns sanitários e recuperação dos existentes, a repavimentação e reorganização de outros espaços, assim como a vedação e a zona de estacionamento que poderá ser alargada, caso as negociações de terrenos nas proximidades cheguem a bom porto.
Em perspetiva está também o arranjo do Parque Infantil de Chipar de Baixo, bastante degradado. “Vamos retirar os equipamentos que lá estão, pois são inseguros. Depois vamos tornar aquele espaço mais asseado, torná-lo um pequeno parque de lazer.”
A Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro possui terrenos onde irá investir na arborização com eucaliptos. São cerca de 3 mil metros que a curto prazo não vão dar qualquer rendimento à Junta, mas poderá mais tarde vir a tornar-se uma boa fonte de receita, permitindo por outro lado manter os terrenos mais limpos.
A obra de maior vulto prevista para o ano em curso é a conclusão do arranjo urbanístico do Largo da Azenha, que implica a intervenção numa grande área. Este largo é dividido ao meio pelo Rio Levira: uma parte está arranjada e ajardinada e no leito do rio existe uma piscina natural bastante procurada no verão; a outra parte do largo, a norte, nunca foi intervencionada e será alvo de uma profunda requalificação, dando continuidade à zona verde, à colocação de equipamento de manutenção geriátrico, plantação de árvores, passeio e zona de estacionamento, ligando ainda os dois largos separados pelo rio por uma ponte pedonal em madeira.
Ainda este ano vai ser feito o levantamento de todas as necessidades da freguesia em matéria de sinalização e de placas de informação e indicação de localidades. Carlos Torres fala ainda de uma verba colocada no orçamento para este ano e que se destina a trabalhos de parceria realizados com os fregueses: “queremos incentivar as pessoas a cimentar as frentes das suas casas. A Junta disponibiliza o material e as pessoas a mão de obra e com o empenho de todos será possível deixar os lugares /valetas mais asseados. Eles só têm de nos contactar.”

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Anadia: Apoios ao desporto somam 159.500 euros e 31.600 quilómetros

Anadia: Apoios ao desporto somam 159.500 euros e 31.600 quilómetros

A assinatura dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo, estabelecidos entre a Câmara Municipal de Anadia e diversas coletividades sediadas no concelho, e referentes à época 2015-2016, decorreu no passado dia 12 de outubro, pelas 18h, em cerimónia realizada no salão nobre dos Paços do Município.
Tal como aconteceu na época anterior, os contratos foram celebrados ao abrigo do “Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Desportivo” (PAMDD), aprovado pela autarquia em 2014. Totalizam para a época de 1015/16 o montante de 159.500 euros a que se soma ainda o apoio em transportes (quilómetros) no total de 31.600 quilómetros.
Trata-se de um documento que visa orientar a concessão de apoios pelo município às entidades que desenvolvem atividade de natureza desportiva, e que sistematiza os procedimentos que decorrem da legislação que vigora nesta matéria. Por outro lado, procura também estabelecer um modelo criterioso de benefícios públicos que apoie, de forma adequada, as associações desportivas, garantindo princípios como a equidade, a proporcionalidade, a legalidade, a transparência, a universalidade, a igualdade e a prossecução do interesse público, entre outros.
O PAMDD pretende, ainda, assegurar uma efetiva monitorização da aplicação desses benefícios, definindo as formas da sua concretização, fixando os critérios de seleção das ações ou projetos a apoiar, estabelecendo os métodos de avaliação dos apoios concedidos e garantindo o cumprimento dos direitos e das obrigações das partes.
Assim, a atribuição destes apoios da autarquia acontece na sequência da aprovação, pelo executivo municipal, das candidaturas oportunamente apresentadas pelas associações desportivas do concelho ao PAMDD.

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Anadia: Escolas desativadas na mão das juntas e das associações

Anadia: Escolas desativadas na mão das juntas e das associações

Oito escolas básicas do 1.º ciclo e um jardim de infância já desativados foram entregues pela Câmara Municipal de Anadia às juntas de freguesia e associações locais. Foi com o objetivo de dar uma nova vida a diversos edifícios escolares devolutos que a Câmara Municipal de Anadia procedeu à assinatura, com juntas de freguesia e associações do concelho, de diversos protocolos de cedência, em cerimónia que teve lugar no passado dia 13 de outubro, pelas 18h, no salão nobre dos Paços do Município.
Os protocolos foram assinados com as Juntas de Freguesia (Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Sangalhos e União das Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas) e associações destas freguesias que ficarão responsáveis pelos edifícios escolares devolutos, conciliando, desta forma, a garantia de manutenção desses espaços com a sua reutilização para o desenvolvimento de atividades que contribuam para o bem-estar social e cultural da população do concelho.

Regras. Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou aos presentes que a cedência destes espaços foi aprovada por unanimidade no executivo, ainda que esta passagem lhe traga, pessoalmente, “um aperto no coração” por significar que as escolas estão vazias, sem crianças, após a entrada em funcionamento dos novos Centros Escolares, ainda que várias outras escolas igualmente pequenas existentes no concelho se vão manter em funções, como são os casos das escolas básicas existentes em V.N. de Monsarros, Aguim, Tamengos ou Mogofores.
A presidente de câmara reconhece que o empréstimo deste património poderá vir a ajudar as várias associações e coletividades a melhor desempenharem as suas atividades junto das populações. No entanto, deixou bem claro que estes espaços – cedidos por um período de cinco anos (renovável) – terão de ser bem cuidados e tratados pelos novos inquilinos. Ao mesmo tempo, Teresa Cardoso deixou um outro recado, relativo a obras: “obras e investimentos, recomendo calma”, ou seja, a edil explicou que, primeiro, a Câmara Municipal terá de voltar toda a sua atenção para as escolas que ainda continuam abertas e que necessitam de ser preservadas ou de intervenções dotando-as de equipamento, conforto e segurança próximo do que existe nos Centros Escolares.
Só depois, a Câmara poderá olhar para estas escolas agora entregues às associações. “Faremos o possível para vos apoiar, não nos desresponsabilizamos, mas o que for feito, será de forma gradual e faseada”. Por outro lado, defendeu que, em primeiro lugar, será necessário que as associações façam uma adaptação aos espaços, melhorando-os, ainda que qualquer intervenção que implique alteração aos espaços tenha de ser solicitada à Câmara Municipal e nunca desvirtuando os espaços.

Cedências. Jardim de infância do Pereiro – Associação de Caça e Pesca do Pereiro; EB1 Pereiro – Associação Desportiva e Cultural do Pereiro; EB1 Avelãs de Caminho – JF Avelãs de Caminho; EB1 Avelãs de Cima e EB1 da Cerca – JF Avelãs de Cima; EB1 Cruzeiro (Sangalhos) – ADASFES e Agrupamento de Escuteiros 681 de Sangalhos; EB1 Pista (Sangalhos) – Sangalhos Desporto Clube; EB1 da Fogueira – Grupo Coral Óasis; EB1 de Paredes do Bairro (2 edifícios) – Associação Desportiva de Paredes do Bairro, Grupo Folclórico e Cultural de Paredes do Bairro e Grupo Motard Ligeirinhos do Asfalto.

Catarina Cerca

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Vilarinho do Bairro: Recinto do mercado vai sofrer profunda requalificação

Vilarinho do Bairro: Recinto do mercado vai sofrer profunda requalificação

Com várias décadas de vida, o recinto onde semanalmente se realiza o mercado de Vilarinho do Bairro vai ser alvo, em 2016, de uma profunda requalificação, uma vez que existem espaços degradados e que requerem intervenção.
A indicação foi dada pela edil Teresa Cardoso na última semana, após reunião semanal do executivo anadiense.
Ainda que esta beneficiação tenha de ser aprovada em assembleia de freguesia e assembleia municipal, tudo aponta para a sua concretização através de um protocolo a estabelecer com a Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro.
Este melhoramento, por ser de vulto vai, segundo a presidente de Câmara, ter incluída uma verba no orçamento da Câmara Municipal para 2016.
Para já, os serviços da câmara, em colaboração com a Junta de Freguesia, vão proceder a um levantamento das necessidades para depois delinear o projeto e estabelecer prioridades e as várias fases da obra, já que a intervenção não deverá prejudicar o normal funcionamento do mercado, que se realiza aos domingos.
Uma intervenção profunda que deverá implicar mexidas no piso, instalações sanitárias, vedação, iluminação e em todas as infraestruturas de apoio aos feirantes.
De qualquer forma, a edil alerta que “temos de ser realistas em relação à nossa situação financeira e não embarcar em obras megalómanas”. No entanto, é certo que o espaço será dotado de melhores condições, que visam torná-lo mais atrativo.

CC

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Hospital de Anadia: Cirurgia do ambulatório cresce 157% em apenas um ano

Hospital de Anadia: Cirurgia do ambulatório cresce 157% em apenas um ano

A cirurgia do ambulatório cresceu, em apenas um ano, 157% no Hospital José Luciano de Castro da Misericórdia de Anadia.
Por isso, o balanço não poderia ser mais animador, revelam a JB Luísa Pais, enfermeira coordenadora do serviço de cirurgia do ambulatório e Pedro Nogueira, enfermeiro diretor daquela unidade hospitalar.
Uma melhoria surpreendente se tivermos em consideração que só em janeiro deste ano a Santa Casa de Misericórdia de Anadia assumiu a gestão do Hospital (até então nas mãos do Estado), tendo como timoneiros, o Provedor Carlos Matos e administradora hospitalar, Maria João Passão.
A verdade é que em meia dúzia de meses já foram investidos, só no bloco operatório, cerca de meio milhão de euros, sendo hoje a dinâmica interna muito maior, o que permitiu atingir números em consultas e cirurgias que há muito não se viam.
Os investimentos em recursos materiais e equipamento de ponta, sobretudo para o bloco operatório, as consultas externas, nas mais diversas especialidades e o vasto leque de clínicos, não passam despercebidos.

Mudança radical na cirurgia. “Houve muitas alterações ao nível de técnicas cirúrgicas e anestésicas com uma qualidade e segurança que vieram possibilitar dar ao doente uma resposta mais eficiente e com mais qualidade e que até agora não era possível dar”, avança Luísa Pais, enfermeira com 30 anos de experiência. E os números não deixam mentir.
Pedro Nogueira admite que o balanço não poderia ser melhor e que a cirurgia do ambulatório (ortopedia, oftalmologia, cirurgia geral e urologia) aumentou substancialmente. “Em 2014 fizeram-se 353 cirurgias do ambulatório e no mesmo período homólogo, em 2015, passamos para 907, o que corresponde a um aumento de 157%”.
O responsável por este incremento está na forma de gestão do hospital: “no passado havia limites na contratação de recursos humanos, por exemplo. Agora, com uma gestão privada, podemos contratar os recursos que precisamos de forma a dar uma resposta com eficiência e qualidade à população”, diz Pedro Nogueira, acrescentando que “assim que esgotarmos a capacidade da primeira sala passaremos a rentabilizar, ao máximo, também a segunda sala do bloco operatório”.
Estando contratualizado com o Estado a realização de 1600 cirurgias e 26 mil consultas por ano, estes dois responsáveis acreditam que, no final de dezembro, o Hospital poderá estar perto de atingir esses números: “é preciso ter em atenção que nos meses de janeiro e fevereiro se estava a recomeçar e o desenvolvimento da cirurgia começou realmente em março”.

(Ver artigo completo na edição em papel)

Catarina Cerca

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