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Arquivo | Vilarinho do Bairro

ANADIA: Placas de sinalização e  identificação vão ser revistas

ANADIA: Placas de sinalização e identificação vão ser revistas

As placas de sinalização, de identificação e de informação existentes nas freguesias do município vão ser alvo de uma atenção especial por parte da Câmara Municipal de Anadia. O deputado do PSD, José Manuel Ribeiro, questionou a edil Teresa Cardoso sobre esta matéria, durante a última reunião de executivo, lamentando que em muitas localidades as mesmas se encontrem em péssimo estado de conservação, muitas das quais derrubadas, vandalizadas e carcomidas pelo tempo. “Nalguns locais por onde passamos, os populares já colocaram placas improvisadas” o que, no seu entender, dá uma péssima imagem do concelho, bem diferente da forma urbana e moderna como Anadia se quer afirmar.
Teresa Cardoso avançou já ter abordado esta questão com os presidentes de Junta no sentido de ajudarem a identificar as várias situações, através de um levantamento exaustivo e complexo (já iniciado) mas que vai demorar algum tempo até ficar concluído.

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Consolidação da Caminhada pelo Coração envolve 300 participantes

Vai na 9. ª edição e é um sucesso. A presença de cerca de 300 participantes confirmam a consolidação da “Caminhada pelo Coração”, como uma das iniciativas mais bem sucedidas promovida, anualmente, pela Escola Básica de Vilarinho do Bairro.
A edição deste ano teve lugar no passado dia 13 de maio e como destino a Lagoa de Torres, na freguesia de Vilarinho do Bairro.
Numa distância de cinco quilómetros para cada lado, aos cerca de 240 alunos juntaram-se muitos professores, funcionários, pais e encarregados de educação, que partilharam uma agradável manhã de caminhada pelo meio dos vinhedos e matas que separam a escola da zona de recreio da Lagoa de Torres.
Pelo primeiro ano, juntaram-se a esta grande festa de convívio as crianças que frequentam o 1.º ciclo, naquele estabelecimento de ensino. Todos os 23 alunos, com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos acompanharam os colegas, mostrando a sua determinação em participar nas atividades dos mais crescidos.
“Poucos alunos ficaram na escola (14) e apenas três professores”, revela António Alves, coordenador do estabelecimento de ensino, que se mostrou comovido com a forma como os mais pequeninos se fizeram à estrada, com grande entusiasmo. Leia mais na versão digital do seu JB.

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Vinhos Bairrada: Relançamento do “Vadio 2005” celebra 10 anos do projeto

Vinhos Bairrada: Relançamento do “Vadio 2005” celebra 10 anos do projeto

Para comemorar os seus 10 anos de existência, o projeto VADIO, que nasceu pelas mãos do jovem enólogo Luís Patrão e de seu pai Manuel Dinis Patrão, na Poutena (Vilarinho do Bairro), relança o seu primeiro vinho produzido: o VADIO tinto 2005. Respeitando o estilo mais clássico da região da Bairrada, este vinho foi feito a partir da casta Baga, fermentado em pequenos lagares, e envelheceu durante 18 meses em carvalho usado, e mais 18 meses em garrafa. Foram produzidas 6 mil garrafas, e 600 guardadas em adega para o relançamento desta edição 10 anos.
O objetivo deste relançamento, avança Luís Patrão, “é poder demonstrar o potencial de envelhecimento dos vinhos produzidos a partir da casta baga”. Anualmente, 10% da produção do VADIO é guardada para um relançamento de uma edição 10 anos.
O VADIO é um projeto pequeno e familiar que tem como elemento essencial a recuperação das castas tradicionais e a produção de autênticos vinhos DOC BAIRRADA.
Os vinhos apresentam um estilo clássico que pretende respeitar a autenticidade da região e o caráter das castas que lhe dão origem.

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Vil. Bairro: Simulacro de incêndio na EB 2/3 testa  evacuação e eficácia dos meios de socorro

Vil. Bairro: Simulacro de incêndio na EB 2/3 testa evacuação e eficácia dos meios de socorro

Não se registaram feridos e o incêndio que deflagrou na cozinha da EB 2/3 de Vilarinho do Bairro, no passada dia 18, cerca das 15h, foi rapidamente debelado, ainda que tenha obrigado à evacuação da escola. Tudo não passou de um simulacro, mas de grande utilidade para testar o plano de evacuação daquele estabelecimento de ensino e a eficácia dos meios de socorro.
Realizado no âmbito do projeto “Ser Protegido”, promovido pela UCC Anadia e integrado no Projeto de Educação para a Saúde do Agrupamento de Escolas de Anadia, o simulacro envolveu 250 alunos, 23 professores e 13 funcionários daquela escola, bombeiros da corporação anadiense e GNR de Anadia.
O simulacro encerrou um ciclo de ações de sensibilização realizadas ao longo do ano destinadas aos alunos, encarregados de educação, professores e restante comunidade. Uma iniciativa que no ano passado testou também o plano de evacuação dos Centros Escolares de Arcos e de Paredes do Bairro, pretendendo-se, no próximo ano, abranger outros centros escolares de Anadia.
No final do simulacro, Silvana Marques, coordenadora da Unidade de Cuidados na Comunidade de Anadia, avançou que são iniciativas como esta que ajudam a “desenvolver procedimentos de planeamento, de coordenação e de conduta que melhorem as condições de segurança dos alunos e professores em situação de emergência impostas por evacuação urgente da escola”. Por outro lado, através da mobilização dos meios de socorro, estes simulacros ajudam a avaliar os riscos e a evolução da situação.
Segundo a comandante dos Bombeiros Voluntários, Ana Matias, o tempo de evacuação foi conseguido num tempo razoavelmente bom, havendo necessidade de melhorar os tempos de contagem das pessoas evacuadas. Por isso, em termos gerais, o balanço do simulacro é positivo, até porque as falhas detetadas servem precisamente para aperfeiçoar o trabalho futuro da escola. Estiveram envolvidos o Agrupamentos de Escolas de Anadia, UCC Anadia, Bombeiros Voluntários de Anadia e GNR- Escola Segura.

Catarina Cerca

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Vil. Bairro: Comemoração da atribuição de Foral Manuelino

A Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro dá início, no próximo dia 6 de março, pelas 20h30, na sede da Junta de Freguesia, à sessão inaugural das comemorações dos 500 anos da atribuição do Foral Manuelino a esta freguesia.

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Poutena: Vadio, projeto vínico de Luís Patrão,  destaca-se pela qualidade e irreverência

Poutena: Vadio, projeto vínico de Luís Patrão, destaca-se pela qualidade e irreverência

 

O jovem enólogo Luís Patrão é o rosto do projeto Vadio, que nasceu há uma década na Poutena, freguesia de Vilarinho do Bairro.
Licenciado em Enologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), juntamente com seu o pai Manuel Dinis Patrão, e esposa, Eduarda Dias, dá corpo e forma a um projeto familiar, de pequeníssima dimensão, mas de elevada qualidade, consistência e personalidade.
Na pequena adega de família, instalada num antigo armazém que em tempos serviu como farmácia agrícola para os agricultores da região, nascem autênticas peças de relojoaria, vinhos de estilo clássico que respeitam a autenticidade da região e o caráter das castas que lhe dão origem.

Nome. Vadio foi o nome escolhido para este projeto e Luís Patrão explica o porquê da escolha. “Não queríamos nada que fosse do tipo Quinta, Casa ou Herdade. Não queríamos nada formal, mas sim algo que rasgasse, que fosse ‘out of the box’ ”.
Vadio foi a designação escolhida para a marca porque tem atitude e irreverência. Um nome que traduz integralmente o espírito do projeto, ainda que para Luís Patrão este seja um projeto pessoal – que desenvolve, sobretudo aos fins de semana – paralelo à sua atividade profissional, já que passa a semana fora, ao serviço da Herdade do Esporão, onde é enólogo residente. Um negócio de família, alicerçado no pai, Manuel Dinis Patrão que, já reformado e com 73 anos, se dedica de corpo e alma à viticultura.

Terroir. Atualmente são cerca de 4 hectares de vinha mas a intenção é aumentar a área de vinha, ainda que esta seja uma tarefa bastante difícil numa região onde as pessoas são muito agarradas à terra. “Por exemplo, para conseguir um hectar, tenho de comprar a 4 ou 5 pessoas diferentes”, adianta.
Assim, tendo como elemento fundamental a recuperação das castas tradicionais e a produção de autênticos e genuínos vinhos DOC Bairrada, Luís Patrão possui duas parcelas de vinha totalmente distintas.
Localizadas em pleno Vale do Forno, estas têm condições geológicas completamente distintas entre si, mas que permitem explorar todo o potencial enológico da região.
A JB revela também que o maneio de cada parcela é planeado atendendo às diferentes composições de solo e castas, em conjunto com o resto dos fatores vitícolas, a fim de chegar a uma completa e equilibrada maturação com a personalidade própria de cada terreno e casta.
“Praticamos uma viticultura assente na sustentabilidade através de um modo de produção integrada, protegendo a biodiversidade da região”, sublinha, destacando ser esta a forma de conceder uma maior autenticidade e caráter aos vinhos. Por isso, a vindima demora muito tempo, vai sendo feita de forma cirúrgica, dependendo do estado de maturação dos cachos.

Prémios e reconhecimento. No final do mês de janeiro, Luís Patrão foi premiado pela WINE – A essência do vinho, uma das publicações especializadas mais prestigiadas de Portugal, com a distinção de Produtor Revelação do Ano 2014. Uma distinção que vem trazer às “luzes da ribalta” o trabalho do enólogo neste seu projeto vínico pessoal.
Segundo a Wine, “vinhos simultaneamente de autor e de terroir, vinhos de reflexão, que mostram que os projetos pequenos, mas bem estruturados e íntegros, merecem ser destacados”.
Prémio e críticas muito positivas têm-se sucedido, o que o leva a fazer um balanço muito positivo. “São 10 anos num negócio que demora muito até começarem a aparecer resultados. Por isso, ao fim de 10 anos, ter este reconhecimento demonstra que estamos a trabalhar de forma acertada, a fazer as coisas bem feitas e como as pessoas gostam”. Por outro lado, reconhece que os prémios “são um importante incentivo, um estímulo, pois não só premeiam o nosso esforço, dedicação e trabalho árduo, como também nos ajudam a mantermo-nos no rumo que traçámos, ajudando também, naturalmente, a vender.”

Vinhos. O projeto Vadio é responsável por um branco, dois tintos e um espumante. Os vinhos brancos fermentam e estagiam em depósitos de inox. Os vinhos tintos fermentam em lagares ou em depósitos de pequena capacidade e terminam com um estágio de pelo menos 18 meses em barrica. Os espumantes são feitos de acordo com o método clássico, tendo um período de estágio mínimo de 12 meses em contacto com as leveduras após segunda fermentação.
“O espumante é um produto de menor volume que encaro como algo que devemos fazer porque estamos na Bairrada e esta foi a primeira região do país na produção de espumante”, acrescenta.
Luís Patrão revela que o perfil dos vinhos tinha de ser trilhado na aposta nas castas da região, num estilo menos comercial e mais clássico, ou seja, voltados para pequenas quantidades, mas de excecional qualidade.
“A nossa aposta é feita em nichos de mercado, apostando nos mercados de exportação, mercados mais maduros, tais como são o Japão, EUA, Bélgica, Brasil, Inglaterra, Suiça e países nórdicos. Assim, noventa por cento da produção destina-se ao mercado externo, o restante encontra-se na restauração e nas garrafeiras de referência.
Reservado qb, Luís Patrão está determinado em fazer crescer este projeto, fazendo-o ganhar dimensão e notoriedade. Ao mesmo tempo, acredita que a Bairrada encontrou o seu rumo. “Sendo esta uma região pequena, tem um património único – a casta baga – que a torna diferenciadora.” Por isso, “o caminho deve fazer-se com projetos como o Vadio, Filipa Pato, Quinta da Vacariça, Quinta da Bágeiras ou Luís Pato”, apostando em “peças de relojoaria.”

Catarina Cerca

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Anadia: Setenta sopas brilharam no Agrupamento de Escolas

Anadia: Setenta sopas brilharam no Agrupamento de Escolas

Para assinalar o Dia Mundial da Alimentação, o Agrupamento de Escolas de Anadia promoveu mais uma Mostra de Sopas. Decorreu no passado dia 16, entre as 12h30 e as 14h e durante o dia nos vários estabelecimentos de ensino foram degustadas cerca de sete dezenas de sopas.
Na Escola Básica n.º 2 de Vilarinho do Bairro foi a 8.ª edição, enquanto que nas Escolas Básica nº 2 e Secundária de Anadia esta foi a 5.ª edição da iniciativa que envolve toda a comunidade escolar.
Esta iniciativa foi promovida pela Equipa do Projeto da Educação para a Saúde (PES), tendo como principais objetivos, não só comemorar o Dia Mundial da Alimentação, mas também fomentar a adoção de comportamentos e hábitos alimentares saudáveis; sensibilizando a comunidade educativa para a importância da sopa na alimentação quotidiana. Por outro lado, pretendeu-se promover a recuperação do uso da sopa nos hábitos alimentares das famílias e ainda envolver os pais no Projeto de Educação para a Saúde.

29 sopas na EB n.º2 de Anadia. No que respeita à EB n.º2 de Anadia, a mostra registou 29 sopas, mais uma virtual: a Sopa da Partilha, da disciplina de EMRC.
Como sempre, os Pais e Encarregados de Educação aderiram em massa, tanto na confeção das sopas como na sua própria degustação. Da mesma forma, merece realce a adesão dos alunos, que não só comeram das sopas das suas turmas, como provaram as sopas das outras. Merece igual destaque a variedade de sopas que todos os anos vai aparecendo, sempre com novidades agradáveis.
Nesta edição da Mostra destacamos algumas: sopa da pedra, creme de mar e terra ou sopa de urtigas.
De acordo com a professora Licínia Simões, coordenadora do PES na EB de Anadia, esta edição foi um sucesso. Realçou que “cada vez mais os encarregados de educação se preocupam em trazerem pequenos ‘mimos’ para acompanhar as sopas”.

Expetativas superadas na Secundária. “A atividade na Secundária correu muito para lá das expetativas”. Quem o afirmou foi Margarida Marques, coordenadora do PES na Escola Secundária de Anadia. E acrescenta que “inicialmente, não havia muitas inscrições, mas na quinta-feira de manhã, à última hora, surgiram mais sopas e totalizámos cerca de 16”. Realçou, ainda, a participação ativa de pais bastante superior ao habitual.

25 sopas em Vil. Bairro. Na EB n.º 2 de Vilarinho do Bairro, veterana nesta atividade, apresentaram-se 25 sopas, mais uma virtual: a “sopa dos Valores”, de EMRC.
O primeiro realce vai para a grande diversidade de sabores nas sopas confecionadas pelos Encarregados de Educação, podendo destacar-se a sopa da pedra, sopa de peixe, aveludado de abóbora ou a sopa primitiva, inspirada numa das teorias da origem da vida… enfim, tantas e tão boas que difícil foi provar de todas.
Outro realce importante cabe à participação ativa das duas turmas do 1.º CEB, que este ano passaram a funcionar na EB n.º 2, devido ao encerramento daquelas escolas.

Inédita presença da Confraria do Leitão presente com uma sopa. Destaque, ainda, para a Confraria Gastronómica do Leitão da Bairrada, que acedeu ao pedido da docente Noémia Machado, professora Bibliotecária nesta Escola. A Confraria apresentou-se com uma deliciosa sopa, tendo por base o leitão, evidentemente. Foi servida pelo confrade António Duque, fundador e presidente da direção da Confraria.
Como já é habitual, também foi apresentada a sopa da Educação Especial, confecionada durante a manhã pelos alunos, com a orientação das respetivas docentes. Também a professora Bibliotecária voltou a fazer uma ‘bibliosopa’, desta vez uma “Canja francesa”, muito apreciada por todos.
Pais fazem balanço positivo. A Associação de Pais e Encarregados de Educação esteve em todas as escolas e faz um balanço muito positivo da atividade. “Alguns de nós (como eu, que levei uma sopa para representar o 8.ºA) tivemos uma participação ativa, o que muito gosto nos deu”, disse Patrícia Flores, presidente desta associação. Reforçou a ideia dizendo que “vale a pena ver o nosso Agrupamento a fazer atividades desta qualidade, em que reúne alunos, professores, funcionários e pais/encarregados de educação”.
Em nome do grupo de trabalho do PES, Alexandra Gonçalves agradeceu o envolvimento e empenho de todos os que contribuíram para o sucesso da atividade. Começou pelos Diretores de Turma, que souberam motivar os alunos a participar ativamente na Mostra de Sopas.
“É com grande satisfação que, ano após ano, vemos os nossos alunos comerem não uma sopa, mas várias”, acrescenta Alexandra Gonçalves, para quem “o sucesso de mais uma Mostra de Sopas só foi possível pela dedicação de todos os que estiveram sempre prontos a ajudar.
Destaque, ainda, para a exposição bibliográfica; para a sopa de legumes com salpicão, do professor João Joaquim; para a decoração do espaço pela turma do ensino vocacional, 8.º D, sob orientação da professora Paula Lucas; para a presença, nas três escolas, dos elementos da direção do Agrupamento. Peça EB n.º2 de Vilarinho do Bairro passaram também a edil Teresa Cardoso e o professor Ângelo Santos, da Câmara Municipal. Foi ainda gratificante notar a presença de antigos alunos, bem como de professores, uns já aposentados, outros em funções noutros agrupamentos, mas cujo vínculo afectivo a Vilarinho do Bairro nunca se perdeu.
Rui Godinho

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Anadia: Feira Social, no Velódromo, arranca no dia 16 de outubro

A Câmara Municipal de Anadia inaugura, no próximo dia 16 de outubro, pelas 14h30, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, a quinta edição da Feira Social de Anadia, mostra que estará patente até 18 do corrente, entre as 14 e as 18h, com entrada gratuita.
Organizada pela autarquia, em parceria com as instituições concelhias, esta será a quinta mostra global de projetos sociais desenvolvidos e implementados, junto da sociedade civil, no concelho. Nela participarão todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social e Santas Casas da Misericórdia existentes no concelho, bem como outras entidades que integram a Rede Social de Anadia.
Durante os três dias da Feira, o público terá a oportunidade de assistir ou de participar num vasto leque de atividades. Uma dessas iniciativas está já a decorrer: trata-se da ação solidária “Ajude a Ajudar, Traga um Género Alimentar!” que, a propósito do Dia Internacional contra a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social (17 de outubro), tem como objetivo a recolha de géneros alimentares, que serão entregues a famílias com comprovada carência económica, devidamente sinalizadas por entidades da área social do concelho. Neste momento, os donativos podem ser entregues nas instituições sociais, e, no decorrer da Feira, poderão também ser entregues no recinto da mesma. Para além de ajudar famílias desfavorecidas, esta ação visa igualmente sensibilizar a comunidade em geral para a problemática da pobreza e da exclusão social.
No âmbito desta 5.ª Feira Social de Anadia, serão também dinamizados diversos workshops, bem como outras atividades de caráter diverso, que passam por atuações a cargo das instituições sociais, bem como animação infantil, circuito de prevenção rodoviária, demonstração de karaté, e os projetos “Livraria Social” e “Árvore da Sabedoria Social”. No dia 18 de outubro, entre as 16h e as 18h, junto ao edifício do Velódromo, os visitantes terão também a possibilidade de realizar um voo cativo em balão de ar quente, graças a uma parceria com a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

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Vilarinho do Bairro: Mudanças dos alunos para a EB 2/3 pouco consensual

Vários alunos que frequentavam as Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro (a encerrar este ano, no âmbito da reforma educativa) vão sair para escolas fora do concelho de Anadia.
Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha apresentado no Tribunal, em julho, uma Providência Cautelar contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro a verdade é que, até agora, reina o silêncio relativamente ao resultado da mesma, assim como perante os dois encerramentos, a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro (frequentada por alunos do 5.º ao 9.º ano) foi escolhida como escola de acolhimento para estas crianças.
Uma situação que tem causado muito descontentamento no seio da população, com vários encarregados de educação a rejeitarem a solução da EB 2/3 e a preferirem retirar os filhos da rede de ensino do concelho.
EB 2/3 preparada. Embora António Alves, responsável pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro diga que está tudo a postos para receber as crianças do 1.º CEB e que foram criadas duas turmas do ensino básico (uma de 15 e de 18 alunos), a verdade é que muitos pais não querem que os filhos, tão pequenos, convivam numa escola com alunos mais velhos.
“Esta escola é mais segura, tem excelentes condições, uma cantina com alimentação de excelência”, diz o docente António Alves, rejeitando os argumentos dos pais. “As salas de aulas e o refeitório têm mobiliário igual ao das escolas primárias e estão selecionados sanitários públicos só para os mais pequenos”, embora admita que ainda falta efetuar algumas adaptações.
Esta mudança levou, oportunamente, a autarca Teresa Cardoso a alertar, no passado mês de agosto, para estaa situação que agora se confirma: os pais iriam retirar os filhos para fora do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Vilarinho do Bairro: Produtores bairradinos de batata protestam contra silêncio do Governo

Vilarinho do Bairro: Produtores bairradinos de batata protestam contra silêncio do Governo

Numa iniciativa promovida pela ALDA – Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro, cerca de 50 produtores de batata dos concelhos de Anadia e Oliveira do Bairro reuniram-se junto ao mercado de Vilarinho do Bairro, Anadia, indignados pela falta de resposta do Governo e do Ministério da Agricultura aos problemas de escoamento e da baixa dos preços à produção.
A situação é calamitosa e dramática para os produtores. Após a concentração dos agricultores junto ao mercado de Vilarinho do Bairro, os promotores da conferência de imprensa convidaram os jornalistas a visitar um terreno de batatas, nos Banhos, Vilarinho do Bairro, propriedade de Mário dos Santos Simões, onde era visível o amontoado de sacos de batatas, ainda sem destino.

Silêncio. “A preocupação dos produtores e agricultores é enorme. Depois de uma primeira iniciativa na Câmara Municipal de Aveiro com os produtores do leite, onde também estiveram presentes agricultores de batata, enviámos vários documentos ao Ministério da Agricultura e ao presidente da República para os problemas de escoamento e da baixa dos preços à produção da batata. Até hoje não obtivemos qualquer tipo de resposta por parte do Ministério da Agricultura e de Cavaco Silva, nem de outros órgãos de soberania.” Foi deste modo que, Albino Silva, presidente da ALDA, se dirigiu aos muitos jornalistas presentes.
Atualmente, o preço por quilo de batata, custa cinco cêntimos, as grandes superfícies praticam outro tipo de preços (30 cêntimos), e os agricultores, em uníssono, dizem que “alguém está a ganhar à nossa custa”.
Albino Silva proclamou que era importante haver uma reunião com as grandes empresas e pediu que a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, “venha aqui, olhos nos olhos, falar com os agricultores e ver o problema da falta de escoamento do nosso produto e os preços que estão a ser praticados, pois não há qualquer intervenção por parte do Governo”, acrescentando que “a situação é muito grave para os agricultores e, no próximo ano, também não sabemos se nos pagam o preço certo. O futuro não é risonho”.

Sem retorno. “O setor da batata tem muito investimento. Uma pessoa, por dia, na apanha da batata, ganha 30 euros. Os cinco cêntimos por quilo não pagam a colheita. Quinze cêntimos, por quilo, é um preço para não perder dinheiro e para fazer face ao custo da produção”, afirmou Manuel Reis, produtor da Mamarrosa – Oliveira do Bairro, que este ano semeou três hectares – cerca de 100 sacos de batatas. “No ano passado deu algum dinheiro, este ano semeou-se muita batata, e é aquilo que todos sabem. Há agricultores que não têm outra fonte de rendimento e, perante este estado de coisas, não têm dinheiro para pagar os custos e vão à falência. O cenário poderá ser este”, avisa Manuel Reis.
Antíbio Seabra, outro dos produtores, referiu que “há jovens que ficam endividados para toda a vida”, e que o Governo terá que “tomar medidas urgentes na resolução deste problema”.
Mário dos Santos Simões, proprietário do terreno visitado pelos agricultores em Banhos, dedica-se em exclusivo à produção da batata desde 1999. Diz que houve um ano em que as batatas ficaram todas na terra por causa de uma praga de traça. Agora, adianta, que “este ano é para esquecer”, ele que semeou 12 hectares.
“Tenho 350 toneladas de batatas e ainda não vendi 100. E daqui a uma ou duas semanas, os espanhóis invadem o país, e tudo se torna ainda mais complicado para os agricultores.”
O produtor bairradino confessou, já numa alusão à próxima posição a tomar pelos produtores, que “o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro (Mário João Oliveira) é muito amigo do povo dele e apoia estas iniciativas”, sublinhando ainda que “a CALCOB já devia ter feito alguma coisa pelos agricultores, tal como as cooperativas”.

Concentração. Na próxima quinta-feira, dia 7 de agosto, pelas 11h, a Comissão de Produtores de Batata, vai levar a efeito uma concentração em frente à Câmara Municipal de Oliveira do Bairro.
O tema volta a ser “pelo escoamento a melhores preços para a nossa batata” e os promotores da iniciativa vão entregar um documento ao presidente da Câmara Municipal, Mário João Oliveira, e solicitar o apoio da autarquia e dos autarcas.
A Comissão de Produtores de Batata faz um apelo para que os agricultores compareçam em massa e levem a sua máquina ou viatura agrícola.
Manuel Zappa
zappa@jb.pt

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