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Anadia: Feira da Vinha e do Vinho, de 22 a 30 de junho

Nomes sonantes do panorama musical português, tais como Jorge Palma, Quim Barreiros, The Gift, Gonçalo Tavares, David Fonseca, Rui Veloso e Mariza vão passar pelo palco 1, da Feira da Vinha e do Vinho de Anadia, que se realiza de 22 a 30 de junho, na zona do Vale Santo, em Anadia.
Paralelamente, o município vai tentar concretizar o maior brinde de espumante em cadeia do mundo e assim entrar para o Guinness Book.
A 10.ª edição do certame foi apresentada publicamente na última segunda-feira, dia 27. Com um orçamento a rondar os 300 mil euros, a autarquia promete nove dias de animação para todos os gostos, completamente gratuitos.

(Ver notícia integral na edição em papel de Jornal da Bairrada)

Cartaz
Dia 22: Marchas Populares e Gonçalo Tavares
Dia 23: Ala dos Namorados com Jorge Palma
Dia 24: Richie Campbell
Dia 25: Quim Barreiros
Dia 26: The Gift
Dia 27: Tributo aos Abba, com grupo inglês
Dia 28: David Fonseca & Katedral Party
Dia 29: Rui Veloso
Dia 30: Mariza e espetáculo de fogo de artifício

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V.N.Monsarros: Autarca é candidato, apesar de “aviso” para ponderar decisão

V.N.Monsarros: Autarca é candidato, apesar de “aviso” para ponderar decisão

António Duarte, presidente da Junta de Freguesia de Vila Nova de Monsarros admite ser candidato (como n.º 2) às próximas eleições autárquicas na freguesia, mas nas listas do Movimento de Independentes (criado pelo atual presidente da Câmara Municipal, Litério Marques) apesar de ter sido “avisado para ponderar bem a minha decisão porque, no futuro, ela poderia ter repercussões”.
O aviso, diz, “foi feito por alguém da Concelhia do PSD Anadia e em frente a testemunhas”.
António Duarte, que já tinha decidido manter-se na vida política local, mas concorrer num local não elegível da lista, dá agora o dito por não dito, para responder ao que admite ser um aviso em jeito de ameaça.

Interpretação do aviso. O autarca faz uma interpretação, que diz ser bastante óbvia, do aviso. Se, por um lado, não tem nada contra quem quer que seja dentro da Concelhia do PSD de Anadia, por outro, interpreta o aviso como uma tentativa de intimidação que não resultou: “como estou ligado à direção de uma IPSS local, é óbvio que caso sentisse que a instituição poderia vir a ser, de alguma forma, prejudicada, sairia imediatamente da direção; depois, profissionalmente todos sabem que a minha empresa faz muitos trabalhos para a Câmara Municipal de Anadia. Se o aviso é uma ameaça a nível profissional, farei como os outros, se não tiver trabalho fecho as portas”, diz.
“Com a nossa candidatura queremos, sobretudo, dar continuidade ao trabalho que temos vindo a desenvolver até à data”, diz.

Movimento vai ganhar na freguesia. António Duarte está convicto de que o Movimento de Independentes vai ganhar na sua freguesia. “Fui convidado para fazer parte das listas do PSD na freguesia ou então para colaborar na elaboração das mesmas. Não aceitei pelo que me fizeram na Concelhia”, explica, dando conta de que a sua decisão de concorrer é uma forma de responder não só a esta “ameaça encapotada”, mas também porque “todos os sete elementos que estão comigo na Assembleia de Freguesia me pediram para reconsiderar a minha eventual saída, pois só nestas condições António Ferreira Carvalho, atual presidente da Assembleia de Freguesia e agora cabeça de lista e todos os restantes elementos que estão connosco aceitariam concorrer na lista do Movimento de Independentes”.
“Será uma lista vencedora”, diz António Duarte que, cumpre o terceiro mandato, sempre eleito como independente nas listas do PSD, mas que vai agora concorrer como n.º 2, pelos Independentes.
“A lei impede-me de ser o cabeça de lista, mas aceitei o convite e vou em segundo lugar, embora o PSD ande a dizer na freguesia que não me candidato e que o Movimento não vai ter lista a concorrer em Vila Nova de Monsarros.”
O autarca revela ainda que a atual secretária, Adelina Almeida, será a número três, da lista do Movimento.

Enorme trapalhada. Refira-se ainda que o autarca entrou em rutura com a Concelhia do PSD Anadia quando, para se tornar militante do PSD teve de se inscrever numa Concelhia, em Lisboa: “aqui, em Anadia, foi-me retirado o direito de ser militante do PSD, já que a minha candidatura foi rejeitada”. E conclui, “toda esta trapalhada poderia ter sido resolvida nestes últimos quatro anos, quer pela Concelhia, pela Distrital ou pela Nacional”, admite, ciente de que o PSD poderá ser penalizado nas próximas autárquicas, já que a divisão da família “laranja”, em Anadia, pode beneficiar os partidos da oposição.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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VN Monsarros:Autarca fala de obras e do apoio aos Independentes

VN Monsarros:Autarca fala de obras e do apoio aos Independentes

Doze anos de vida autárquica deram a António Duarte uma visão diferente da ideia que se tem do que é o poder local e o seu relacionamento com as populações. Aliás, mais do que de obras, prefere falar de um trabalho de fundo realizado pelo seu executivo que, em vários anos, foi para lá do que os planos de atividades previam realizar: “acabámos sempre por improvisar um pouco, porque surgem, diariamente, situações novas com as quais não contávamos e que se tornaram prioritárias”. Por outro lado, defende que a grande vitória e mais valia do mandato foi conseguir “um bom relacionamento com as pessoas, saber ouvir a população”.

Apoio ao Movimento Independente. “Saio de consciência tranquila porque não arranjei inimigos, nem problemas com ninguém, embora não seja possível agradar a todas as pessoas”, diz, ao mesmo tempo que faz um balanço extremamente positivo destes 12 anos de vida autárquica. Embora não se possa recandidatar (atingiu o limite de mandatos previstos na lei) dá a cara pelo Movimento Independente, criado por Litério Marques. Porquê? A JB explica que a memória política das pessoas é muito curta : “se bem se lembram, se não fosse o atual executivo de Litério Marques, eu não teria feito este terceiro mandato, porque simplesmente não era o candidato que a Concelhia do PSD queria. Eu não lhes servia”, adianta, dizendo que a sua filiação no PSD foi sempre negada pela Concelhia e conseguida apenas quando se inscreveu em Lisboa. Por isso, espera que nas próximas autárquicas, embora não seja cabeça de lista à JF, “a população apoie a nossa lista, porque eu vou estar no terreno, como Independente”.

Obra feita. Em 12 anos à frente de uma freguesia predominantemente serrana e rural, António Duarte reconhece como obras mais marcantes os vários melhoramentos realizados sucessivamente nos cemitérios de Grada e de Vila Nova de Monsarros, mas também as beneficiações nos vários estabelecimentos de ensino que, entretanto, foram fechando, por falta de crianças. Também ao nível da floresta o seu executivo tem vindo a apostar na limpeza e arranjos de caminhos florestais, em parceria com a Câmara Municipal.
O autarca fala ainda da retificação das margens do Rio da Serra, em Algeriz, Parada e em Vila Nova de Monsarros, mas também na construção de uma ponte em betão, em Vale de Barrão. Já ao nível do saneamento, sublinha o muito que foi feito estando Vila Nova de Monsarros, Poço, Grada e Monsarros com cobertura quase a 100%: “Parada não tem ainda saneamento e o lugar de Algeriz já tem a canalização enterrada.” Este lugar poderá, até ao final do mês de março, passar a ter água da rede, uma vez que já se encontra concluído o furo, o tanque e os ramais. “Falta só fazer a ligação.”

Obra em final de mandato. A oito meses do fim do mandato, existe uma beneficiação que irá, por certo, marcar o mandato. Trata-se da reabilitação do centro de Vila Nova de Monsarros, mais concretamente do Largo Júlio José Almeida. Um espaço central, onde se encontra um chafariz que vai ser totalmente reabilitado. O projeto de reabilitação urbana que está a ser ultimado prevê a demolição de um imóvel bastante degradado (adquirido pela Câmara Municipal) e o alargamento da via e zona envolvente: “a obra vem requalificar o trânsito que naquela zona é caótico, dar um aspeto visual mais digno ao local, criar uma pequena zona de lazer.

Perdas na saúde. De saída, António Duarte não deixa de lamentar profundamente a perda da Extensão de Saúde, por culpa da Tutela: “falta de sensibilidade de quem nos governa”, mas também por culpa do próprio povo, que optou por ir atrás do médico de família para Anadia, esvaziando a Extensão de Saúde local. Também na Educação, a freguesia assistiu a sucessivos encerramentos de estabelecimentos de ensino, não só porque nascem menos crianças, mas porque os pais “não são bairristas e colocam-nos noutras instituições, noutras freguesias vizinhas, quando a freguesia até possui uma IPSS capaz de dar resposta a estas solicitações”, afiança.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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VNMonsarros: Direção do CAS apela à solidariedade da população

A direção do Centro de Apoio Social (CAS) da Freguesia de Vila Nova de Monsarros (Anadia) faz um apelo à participação da população da freguesia e amigos da instituição no jantar de angariação de fundos, que terá lugar na instituição, no próximo dia 26 de janeiro, pelas 20h.
Um evento que irá contar com a presença do diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro.
A braços com graves problemas financeiros, a direção do CAS está esperançada que as gentes da freguesia sejam generosas neste período difícil que a instituição está a atravessar.

Empréstimo bancário agrava situação económica. Com as contas a negativo e com dívidas a fornecedores que ainda vão sendo compreensivos e pacientes, António Duarte, vice-presidente do CAS, revela que a situação, “muito delicada”, se deve ao empréstimo bancário realizado aquando da construção da instituição que custou cerca de um milhão de euros: “neste momento, os encargos bancários mensais rondam os quatro mil euros, com a agravante dos membros da direção terem ficado como avalistas”.
Um enorme problema, numa altura em que o país atravessa uma das maiores crises de que há memória.
No dia em que realizámos este trabalho (sexta-feira) a direção levou mais um balde de água fria: chegava, por mail, de Lisboa, a indicação de que a candidatura que a instituição fizera, há um ano, para ser apoiada financeiramente , fora indeferida.
A obra, que dá resposta às valências de Creche (13 utentes), Centro de Dia (30), Apoio Domiciliário (15) e prolongamento de horário ao 1.º CEB, foi alvo de um empréstimo bancário de 400 mil euros, faltando pagar, neste momento, ainda mais de metade da verba.

Gestão rigorosa. A braços com uma redução de utentes (parte infantil) e com idosos a pagar prestações mensais muito baixas (porque as reformas são irrisórias), no dia a dia, a instituição sente na pele as dificuldades com que se debatem muitos agregados familiares: “temos um dinheirão na rua por receber”, diz, ciente de que as pessoas começam a ter muitas dificuldades em honrar os seus compromissos.
Por isso, seguem uma gestão muito rigorosa, sem desperdícios: “chegamos ao final do mês a contar os trocos”.
Por isso, a Junta de Freguesia deliberou apoiar em 25 euros, cada criança colocada na Creche, o que mesmo assim não tem tido grande recetividade, já que as crianças vão escasseando na instituição.
Embora, neste momento, os salários estejam em dia, o mesmo não acontece com os subsídios dos cerca de 20 funcionários, já em atraso, devido às dificuldades financeiras.

Angariação de fundos é vital para a instituição. “Este jantar de angariação de fundos é para criar uma bolha de oxigénio”, diz António Duarte, sublinhando que “apenas a qualidade do serviço que é prestado a todos os utentes se mantém num elevado padrão”. “Se um dia a qualidade do serviço cair ou diminuir, mais vale fechar a porta”, admite.
Por isso, para manter a qualidade e a satisfação dos utentes, alguns projetos vão sendo adiados sucessivamente, na expetativa de melhores dias.
“O projeto do Lar não avançou, adiámos a compra de uma carrinha adaptada, a renovação do sistema informático e dos equipamentos para o Apoio Domiciliário, por falta de disponibilidade financeira, porque não temos outra alternativa”, diz.
Assim, a maior prioridade para 2013 passa por pagar a dívida ao banco.
Numa freguesia rural e serrana, cada vez mais envelhecida, a instituição constitui a única resposta social na zona: “é uma alegria ver esta casa cheia de idosos, mostra que a obra era necessária”, sublinha destacando ainda que a população começa, pouco a pouco, a aperceber-se da importância da instituição para a comunidade, sobretudo no apoio aos mais idosos.
O apelo vai agora no sentido de conseguir juntar à mesa nesta animada confraternização, mais de 200 pessoas.
O preço, por pessoa, é de 15 euros e o casal paga 25 euros. Na localidade existem várias listas para inscrições, que podem ser feitas até ao próximo dia 25.
Da ementa consta: sopa da pedra, medalhões de pescada com arroz primavera, porco e vaca estufados à padeiro e doces vários.
Catarina Cerca

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Reforma autárquica: Assembleia Municipal de Anadia não se pronuncia

A Assembleia Municipal (AM) de Anadia decidiu, por maioria, não se pronunciar sobre a Reorganização Administrativa Territorial Autárquica.
A decisão foi tomada na última reunião extraordinária da Assembleia Municipal, realizada no dia 8 de outubro.
Com 31 votos a favor e três votos contra (deputados Rafael Timóteo, Carlos Oliveira e Fernando Fernandes) a maioria optou por fazer chegar a Lisboa a indicação de que a AM anadiense não se irá pronunciar sobre esta matéria.
Esta posição resulta das várias decisões tomadas em Assembleia de Freguesia, recolhidas pela Comissão de Acompanhamento da Reorganização Administrativa Territorial Autárquica, criada para o efeito.

Leia mais na edição impressa ou digital.

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1.º Encontro dos Amigos das Motorizadas em Vila Nova de Monsarros

Mais uma vez, os Amigos do Centro realizam uma iniciativa para angariação de fundos para o Centro de Apoio Social de Vila Nova de Monsarros. Responsáveis pela realização do jantar anual da instituição, desta vez vão realizar o 1.º Encontro dos Amigos das Motorizadas, no próximo dia 10 de junho.
O local de concentração será o Centro de Apoio Social de Vila Nova de Monsarros, pelas 8h, onde poderão tomar um pequeno-almoço. A saída será pelas 9h com destino ao Parque da Redonda em Castanheira do Vouga. A chegada está prevista para as 12h, após visita a diversos locais de interesse ambiental. O almoço vai ser servido pelas 13h, cujo prato será uma grelhada mista com arroz de feijão.
O regresso a Vila Nova de Monsarros será pelas 17h e a chegada ao Centro de Apoio Social está prevista para as 19h30, onde terá lugar um jantar de rojões com batata cozida.
Qualquer pessoa poderá participar com qualquer tipo de viatura, respeitando as regras de segurança rodoviária e as indicações da organização. Será cobrado um valor de 7,50 euros a crianças dos 6 aos 10 anos e de 15 euros a maiores de 10 anos.
Ema Martins

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VN Monsarros: Encontro anual do Pichel

O encontro anual do Pichel realizou-se, mais uma vez, a 1 de maio e contou com cerca de 120 pessoas. Normalmente é um passeio de bicicleta às termas de Vale da Mó, mas este ano as condições climatéricas não ajudaram e rumaram para mais perto de Vila Nova de Monsarros, reunindo os convivas num salão da localidade de Barrô.
O almoço e as bebidas foram à fartazana e a animação não faltou durante toda a tarde. Para ajudar a gastar as calorias do almoço, começaram com uma aula de aeróbica, conduzida por Patrícia Marques, seguida por diversos jogos tradicionais.
Parabéns à organização deste ano pelas excelentes iniciativas e, também, para a próxima comissão organizadora, que tomou posse neste mesmo dia.
Este ano o encontro anual do Pichel estendeu-se ao Luxemburgo, onde 25 pessoas se reuniram no parque Lac d’Echternach, num convivio idêntico ao efetuado em Portugal.
A ideia surgiu a partir de três vilanovenses (Carlos Cerveira, Diogo Santos e Henrique Santos) a residir no Luxemburgo. Liliana Carvalho desenhou uma réplica da bandeira do Pichel e foram feitas t-shirts do Pichel, tudo adaptado ao país em questão.

Ema Martins

Leia a notícia completa na edição impressa ou digital de Jornal da Bairrada

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Grada: Noite de teatro para angariar fundos

“O morto em cuecas” é a peça que o TEMA – Teatro Espontâneo de Macinhata vai levar a cena, no próximo sábado, dia 14 de abril, pelas 21h30, a Grada.
O espetáculo terá lugar na sede da Associação Recreativa de Grada e está integrado no Plano de Atividades para o ano 2012.
De acordo com a direção da Associação Recreativa de Grada, este primeiro espetáculo integrado nas “Noites e Teatro” visa a angariação de fundos a favor da Associação de Grada.
Assim, a população está convidada a assistir a esta comédia.
Entrada com donativo livre.

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Revista de imprensa do Jornal da Bairrada | 29 março 2012

Revista de imprensa do Jornal da Bairrada, referente à edição do dia 29 março 2012

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Feira do Livro a decorrer no Centro de Apoio Social de VN Monsarros

Até ao dia 13 de abril decorre, nas instalações do Centro de Apoio Social de Vila Nova de Monsarros, uma Feira do Livro, que conta com a parceria da Papelaria Mascote.
Esta feira está aberta ao público, das 9h às 18h30.
O objetivo é promover hábitos de leitura, com base na frase: “Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história”(Bill Gates).
Estarão à venda livros infanto-juvenis.
Ao comprar já está a ajudar!

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