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“A minha proposta é trabalho”, afirma novo presidente da Fundação Mata do Buçaco

“A minha proposta é trabalho”, afirma novo presidente da Fundação Mata do Buçaco

“A minha proposta é trabalho, pois sem trabalho não há sucesso”. É esta, para já, a garantia do novo presidente da Fundação Mata do Buçaco (FMB), António Gravato, que tomou posse esta quinta-feira, dia 28 de agosto. O engenheiro silvícola de 60 anos diz que vai basear o seu trabalho em três alicerces: “lealdade, para com o sr. Presidente da câmara da Mealhada; zelo, defendendo intransigentemente os interesses da Fundação; e ambição, porque este espaço deve ter ambição para sonhar”.

António Gravato tomou posse dois dias depois do seu nome ter sido aprovado, por maioria (seis votos e favor e um branco), em reunião extraordinária do executivo municipal. Está assim encontrado o sucessor de Fernando Correia, que renunciou ao cargo no início de agosto. Rui Marqueiro teceu elogios ao novo presidente, que considerou “homem cordial e bom líder”.

António Gravato ressalvou as suas ligações afetivas ao Buçaco e frisou que desenvolveu aqui “um PO [Programa Operacional] para o Ambiente” e que, mais recentemente, participou na criação dos estatutos da Fundação Mata do Buçaco.

Quanto ao futuro e à estratégia para a Mata, disse ser necessário “fazer uma avaliação e relançar o programa 2020 dos Fundos Comunitários”.

Oriana Pataco

Reportagem na íntegra na edição de 4 de setembro de 2014 do Jornal da Bairrada.

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António Gravato é o novo presidente da Fundação Mata do Buçaco

António Gravato é o novo presidente da Fundação Mata do Buçaco

António Gravato, engenheiro silvícola de 60 anos, é o novo presidente da Fundação Mata do Buçaco. A decisão foi tomada esta terça-feira, dia 26 de Agosto, em reunião de câmara extraordinária, com seis votos a favor e um branco (voto secreto).
António Eduardo Ferreira Gravato “não é de cá”, reside na Figueira da Foz, confirmou o presidente da câmara da Mealhada, mas “conhece bem o Buçaco, tendo assessorado Ascenso Simoes [secretario de estado da Administração Interna e da Agricultura no primeiro governo de José Sócrates] na criação dos estatutos da Fundação Mata do Buçaco”, em 2008.
António Gravato deverá tomar posse até ao final desta semana. Recorde-se que esta foi uma decisão tomada na sequência da renúncia de Fernando Correia ao cargo, que ocupava há apenas oito meses.
Licenciado em Engenharia Silvícola pela Universidade Técnica de Lisboa, António Gravato deixa o cargo de assessor principal no Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, para o qual havia sido nomeado em janeiro deste ano, para presidir ao conselho de administração da Fundação Mata do Buçaco. Entre outros cargos e funções, foi, entre 2008 e 2009, diretor nacional das Fileiras Florestais e, entre 2010 e janeiro deste ano, secretario executivo da Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIM-BM). Em 2007, foi nomeado sub-diretor geral dos Recursos Florestais.

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Fundação Mata do Buçaco: Câmara quer encontrar solução até final de Agosto

Fundação Mata do Buçaco: Câmara quer encontrar solução até final de Agosto

A Câmara Municipal da Mealhada reuniu, extraordinariamente, esta quarta-feira, dia 20 de Agosto, para encontrar um sucessor para Fernando Correia, na presidência do conselho executivo da Fundação Mata do Buçaco (FMB). O encontro foi inconclusivo mas o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, lançou o alerta ao colégio de vereadores: “Temos que encontrar alguém até final de agosto”.
“Estamos enrascados”, disse o líder do executivo, referindo-se às exigências e perfil para o cargo maior da fundação deixado vago por Fernando Correia, que no passado dia 11 renunciou àquelas funções, invocando razões pessoais.
Os compromissos ordinários da FMB, a questão do futuro do Palace Hotel do Buçaco (que necessita de investimentos rápidos) e o cumprimento de dois programas internacionais (BRIGHT e LIFE +) sustentam as preocupações de Rui Marqueiro, que pediu aos vereadores da oposição apoio para encontrar um novo líder para a fundação.
Nesta reunião, os três vereadores da coligação Juntos Pelo Concelho da Mealhada apresentaram um perfil geral para o próximo presidente da fundação, dando enfoque à recuperação da mata e do seu património. Gonçalo Louzada, Marlene Lopes e João Seabra entendem que o futuro presidente da FMB terá que possuir conhecimentos botânicos “profundos” sobre a manutenção e preservação da mata”, experiência comprovada em gestão, espírito de iniciativa, forte ligação ao Luso-Buçaco, capacidade de diálogo e facilidade na execução de projetos com vista à obtenção de fundos comunitários.
Com uma reunião de Câmara marcada para 1 de Setembro, o executivo quer resolver esta questão durante este mês. Marqueiro assegura que tem alguns nomes para contactar, depois de ver goradas as expetativas em relação a dois técnicos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), que declinaram o convite do presidente da Câmara. “Temos pouco tempo, temos de encontrar alguém e sabemos que não é fácil encontrar alguém que congregue todos os conhecimentos necessários para gerir a mata”, disse Rui Marqueiro, pedindo aos vereadores presentes nomes de possíveis candidatos ao cargo.

Críticas às gestões do passado

No decorrer da reunião, o vereador da oposição, João Seabra, foi extremamente crítico em relação à gestão da mata, especialmente ao período de Fernando Correia, comentando que “o Buçaco não pode voltar a ser um campo de treinos” e “não pode voltar a ser entregue a madeireiros ou a intelectuais universitários”.
Já antes, Rui Marqueiro assegurou que percebeu a posição de Fernando Correia ao demitir-se talvez por “alguma frustração” em relação às exigências do cargo. E deixou algumas notas em relação à gestão do antigo e primeiro líder da FMB, António Jorge Franco. “É certo que a mata teve notoriedade com António Jorge Franco mas há coisas inexplicáveis, como por exemplo a empreitada das Casas do Buçaco, que tem erros de conceção básicos”. “É bom construir uma boa imagem mas também é importante fazer as coisas bem feitas. Mais vale cair em graça, do que ser engraçado”, concluiu.
João Paulo Teles

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Luso: Feira do Pão e do Mel até domingo

A Associação dos Apicultores do Litoral Centro (AALC) vai levar a efeito a XVI Feira do Mel e do Pão, marcada para o Luso, de 15 a 17 de agosto.
Para além da possibilidade de os visitantes adquirirem estes dois produtos, este evento integra ainda uma exposição de apicultura e um atrativo cartaz de animação.
A feira volta a realizar-se na Alameda do Casino, sendo inaugurada às 11h do dia 15, contando nesse dia com a presença da fadista Edna (17h).
No sábado haverá pagode com Grupo Ligação Urbana (17h30) e, no domingo atuará o Rancho Infantil Serras de Ansião (17h30).

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Fundação Mata do Bussaco: Presidente Fernando Correia demite-se

Fundação Mata do Bussaco: Presidente Fernando Correia demite-se

O biólogo Fernando Correia, presidente da Fundação Mata do Bussaco [sucedeu a António Jorge Franco], acaba de apresentar a demissão do cargo que ocupava há apenas oito meses. Rui Marqueiro, presidente da autarquia mealhadense confirmou esta informação ao Jornal da Bairrada e diz ter sido confrontado com o pedido de renuncia do cargo, com efeitos imediatos, ao final da tarde da última segunda-feira, dia 11 de agosto. O edil mealhadense avança ainda que Fernando Correia terá argumentando “motivos pessoais”, mas não se mostra surpreso, uma vez que o presidente da Fundação, já anteriormente, teria manifestado intenção de deixar o cargo. Todavia, nega a existência de conflitos entre a Câmara Municipal e a direção da Fundação. Neste momento, o executivo poderá vir a reunir, com caráter de urgência, para encontrar um o novo inquilino para a presidência da Fundação.
Em virtude do Jornal da Bairrada não sair a 21 e a 28 de agosto – devido a férias – voltaremos a este assunto na primeira semana de setembro.

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Câmara Municipal da Mealhada avança judicialmente contra empresa “poluente”

Câmara Municipal da Mealhada avança judicialmente contra empresa “poluente”

A Câmara da Mealhada quer tirar o suporte legal para laborar à empresa Alcides Branco e Companhia SA, situada na Lameira de Santa Eufémia, acusando-a de “persistir no incumprimento” nos últimos anos, e por ser “motivo de queixas dos cidadãos” devido ao “fumo e cheiros nauseabundos” que aquela unidade liberta às portas da vila termal do Luso. O assunto foi à última reunião de Câmara, na passada segunda-feira, onde o edil Rui Marqueiro foi peremptório, vincando que “já não há margem de manobra para resolver o problema a bem”.
O executivo mealhadense está a estudar a forma judicial de cassação da licença provisória de exploração daquela empresa de refinação de óleos e gorduras do concelho, com quem já tem um longo historial de desavenças. Na abertura da última reunião de Câmara, Rui Marqueiro informou os vereadores que este “argumento jurídico é o único meio possível para evitar mais confusões”, considerando que “ é triste chegar a este ponto mas não podemos deixar os cidadãos sem resposta, temos que estar com os cidadãos neste processo”.
Acusando a receção de várias queixas na autarquia sobe o assunto, o presidente da Câmara disse que “prontamente” foi pedida uma vistoria às várias entidades com responsabilidades no assunto, como os Ministérios do Ambiente e da Economia, ASAE e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) mas “dada a falta de respostas dessas entidades, decidimos avançar nós pela via judicial para impedir que este cenário se mantenha”, disse ao JB Rui Marqueiro.
O edil mealhadense, recordou que a administração da empresa em causa, que alegadamente não cumpre as determinações sobre emissão de poluentes, ”foi, no passado, alertada várias vezes para laborar em condições aceitáveis, teve todas as oportunidades mas nunca cumpriu com o que foi pedido”.
Esta intenção de avançar judicialmente contra a empresa agradou aos vereadores presentes na reunião. Arminda Martins (PS) lembrou que “ter a empresa no concelho e segurar posto de trabalho é bom mas temos que fazer opções. O problema arrasta-se há muito tempo e agora não resta muito para fazer, há que minimizar os problemas”.
Os vereadores da oposição também aplaudiram a ideia, com João Seabra (Coligação JPCM) a destacar que “é importante fazer coisas que reduzam o impacto ambiental” e “não pode a falta de empenhamento e de capital do empresário por em causa o bem-estar das pessoas”. “Gostava que a empresa continuasse a laborar, mas é preciso funcionar bem, senão não vale a pena”.
“A situação arrasta-se há muito tempo e agora vejo alguém a tomar uma posição firme em relação ao assunto”, disse Gonçalo Louzada (JPCM) que se congratulou igualmente pela decisão da autarquia.
Recorde-se que este braço de ferro entre a empresa e Câmara dura há vários anos e tem sido motivo de várias ações populares, desde abaixo-assinados a manifestações junto à empresa, a última das quais em novembro de 2007 com a presença maciça da população, num ato que contou com a presença do ex-presidente de Câmara, Carlos Cabral, e de outras entidades locais.
JB tentou contactar o administrador da empresa visada, mas até ao fecho desta edição não conseguiu uma reação ao assunto.

João Paulo Teles

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87.º aniversário dos Bombeiros da Mealhada marcado com homenagens e nova viatura

87.º aniversário dos Bombeiros da Mealhada marcado com homenagens e nova viatura

Os Bombeiros Voluntários da Mealhada celebraram 87 anos de atividade no dia 26 de julho e motivos de festa não faltaram para assinalar a data. A bênção de duas viaturas, o descerramento de duas galerias fotográficas, a atribuição de medalhas de assiduidade ao corpo ativo e discursos quase em uníssono, a alertar o Estado e as autarquias para a importância do trabalho dos voluntários e do devido apoio financeiro às associações humanitárias, dominaram a festa dos bombeiros mealhadenses.
A questão do financiamento dos bombeiros e o período de dificuldades pelo qual passam muitas corporações foi a tónica dominante dos discursos, com Jacinto Oliveira, da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, a reconhecer que “o Estado português tem exigido muito e pouco tem dado aos bombeiros”.
José Gomes da Costa, da Liga dos Bombeiros Portugueses, defendeu igualmente uma intervenção junto da Associação Nacional de Municípios Portugueses e do Ministério da Administração Interna “para que haja uma uniformidade na questão dos subsídios a atribuir aos bombeiros para que possam pagar as suas despesas, pois os dirigentes das associações fazem autênticos milagres para gerir a casa”.
O presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro, corroborou, comentando que “seria um desastre não haver voluntários” e vincou que “o município não tem problemas com as suas duas corporações”, pois “se mais razões não houvesse, há uma que é fundamental: quando há problemas os bombeiros são sempre os primeiros a chegar”.
A direção dos bombeiros aproveitou o aniversário para descerrar uma galeria à entrada do quartel com as fotografias dos três fundadores,  para além de uma outra, no salão nobre, com os retratos dos presidentes das assembleias-gerais. Já no exterior, foram benzidas duas viaturas, uma ambulância de transportes de doentes e uma viatura de combate a incêndios agora convertida em unidade de apoio e logística.
Aassociação condecorou 14 elementos do corpo ativo com medalhas de assiduidade numa cerimónia em que o comandante Nuno João, apesar de estar já em funções, viu a sua posse oficializada com a assinatura do Auto de Entrega, recebendo das mãos do presidente da direção, Nuno Canilho, a Carta de Missão.
João Paulo Teles

Leia a notícia completa na edição impressa ou digital do Jornal da Bairrada de 31 de julho de 2014

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Raquel Strada promove Luso Tea

Raquel Strada promove Luso Tea

Raquel Strada – figura pública que é agora o rosto da Luso Tea – esteve no Luso no passado dia 24 para uma sessão fotográfica. Conhecer melhor as origens do produto que promove foi também um dos objetivos do dia.
“O ice tea com um Luso de vantagens” serve de slogan para a campanha. Luso Tea é uma bebida com ingredientes de origem natural, nomeadamente extratos de chá e de fruta. Contudo, o ponto que distingue este produto é o facto de ser o primeiro ice tea português produzido com a já conhecida e aclamada Água do Luso.
“É bom ter este ice tea, é mais divertido”, explica Raquel Strada. Disponível nas variedades Limão, Pêssego e Frutos Vermelhos, esta bebida com um forte sabor adocicado vende-se em garrafas e latas. A apresentadora aponta o Luso Tea Limão como o seu favorito, acrescentando que “o sabor foi agradavelmente surpreendente, é muito natural por causa da água do Luso”. Raquel Strada adiantou ainda que se “identifica com a marca”, uma vez que “cada vez mais queremos coisas diferentes e inesperadas”.
O novo produto vem juntar-se ao já extenso portefólio da Luso, num investimento de cerca de quatro milhões de euros distribuídos por uma campanha associada em TV, Outdoor e Digital. A marca vende também a tradicional Água Luso, a Luso Fruta e a Água Cruzeiro.
Quanto à região, Raquel Strada confessou que não conhecia mas que “tinha muita curiosidade”. Estava, no entanto, familiarizada com Anadia, onde participou num programa realizado na Feira da Vinha e do Vinho. A apresentadora louvou a gastronomia bairradina, revelando que acha que “Portugal tem sítios maravilhosos que vale a pena visitar”.
Infelizmente, as condições climatéricas não permitiram que a sessão fotográfica acontecesse nos espaços verdes do Luso e do Buçaco. Ainda assim, Raquel Strada não poupou elogios às instalações, quer do Grande Hotel de Luso, quer do Casino do Luso. Para a apresentadora, este “é um bom sítio para passar um fim de semana agradável” e, por isso, espera voltar em breve.
Inês Filipe/Colaboradora

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Câmara da Mealhada é a menos endividada do país

Câmara da Mealhada é a menos endividada do país

A Câmara da Mealhada é a autarquia menos endividada do país, acusando um registo de menos de um euro por munícipe. As contas são do Portal da Transparência Municipal e, segundo o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, os números ainda estão abaixo dos apresentados. Confrontado com os resultados, o autarca não nega a satisfação por ver o município liderar este ranking mas equaciona, no futuro, alterar os números ao ter que recorrer à banca para obras do município que possam não ser contempladas no próximo quadro comunitário de apoio.
Estes dados da responsabilidade do Governo, relativos a 2013, dão conta que, em média, o município da Mealhada deve um euro por cada habitante, à semelhança de Penedono, numa lista que é liderada por Fornos de Algodres (6627 euros em dívida camarária, por pessoa).
Sobre o assunto, em declarações ao JB, Rui Marqueiro, que assumiu a presidência da Câmara a 15 de outubro do ano passado, explicou que os anteriores executivos, liderados pelo seu colega de partido, Carlos Cabral, “há muito tempo que mostravam esta estratégia de desaceleração de dívidas, chegando a dezembro passado com uma dívida de cerca de 1,5 milhões de euros. Como havia dinheiro na tesouraria, mandámos pagar aquela importância”.
“Há muitos anos que podíamos ter liquidado este passivo mas o executivo anterior não o fez por questões de estratégia, talvez antecipando custos com juros mas agora a economia mudou e a visão é outra e não há receios a esse nível, numa altura em que é fácil contrair empréstimos quase sem spread”, disse Marqueiro.
O presidente da Câmara, que assegura não ser defensor do endividamento das autarquias, recorda que, quando exerceu anteriormente estas funções, “nunca foi necessária uma estratégia de endividamento sem cabeça, e nunca pedi dinheiro para despesas correntes“. “Hoje, o município tem uma situação mais equilibrada e, se algum dia for necessário pedir dinheiro à banca, será para investimentos, para obras importantes para o concelho, nos próximos anos”.
Abrindo a possibilidade da autarquia ter de recorrer a empréstimos para financiar algumas obras, Rui Marqueiro confessou que, “se não houver apoio financeiro para determinadas obras,  podemos ter que recorrer à banca. Temos que aproveitar oportunidades, assumo isso, e no caso concreto do novo edifício municipal, não abro mão desse investimento”, disse, deixando também a convição de que outro dos investimentos nesta situação será a intervenção a fazer na área das antigas instalações do IVV.
Esta base de dados sobre as dívidas dos municípios está disponível no Portal da Transparência Municipal (www.portalmunicipal.pt) e mostra que os dez concelhos mais endividados do país têm dívidas de 1,8 mil milhões de euros, 26% do total dos 308 municípios (sete mil milhões de euros).
João Paulo Teles

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JB recebe Prémio Gazeta 2013

O Jornal da Bairrada foi um dos galardoados nos Prémios Gazeta 2013, atribuídos pelo Clube dos Jornalistas, com o patrocínio exclusivo da Caixa Geral de Depósitos. Os prémios serão entregues em breve, numa cerimónia conduzida pelo Presidente da República.
O JB recebeu o Prémio na categoria de Imprensa Regional, tendo o júri considerado que o nosso semanário “tem, a par de uma informação cuidada, plural e de proximidade, uma moderna e atrativa apresentação gráfica, com uma vasta tiragem impressa”.
O Júri dos Prémios Gazeta analisou, em maio e junho, mais de uma centena de trabalhos concorrentes.
O Prémio Gazeta Revelação foi atribuído a Catarina Fernandes Martins, pelo trabalho “Homem que matou um Homem e encontrou Saramago na prisão”, publicado no jornal “Público”.
O Prémio Gazeta Multimédia foi atribuído ao trabalho “Filhos do Vento”, de Catarina Gomes, Ricardo Rezende, Manuel Roberto, Dinis Correia e Andreia Espadinha.
A reportagem “Verdade Inconveniente”, de Ana Leal, transmitida pela TVI, recebeu o Prémio Gazeta de Televisão.
Já o Prémio Gazeta de Imprensa foi atribuído a Paulo Pena, por trabalhos publicados na revista “Visão”.
O Prémio Gazeta de Rádio foi para Maria Augusta Casaca, pelo trabalho “Catarina é o meu nome”, transmitido na TSF.
José Carlos Carvalho recebeu o Prémio Gazeta de Foto-Reportagem, pelo trabalho “Triscaidecafobia”, publicado no jornal i.
O Prémio Gazeta de Mérito foi atribuído a Helena Marques, que finalizou a sua carreira no Diário de Notícias.
O júri dos Prémios Gazeta 2013 foi composto por Eugénio Alves (CJ), Elizabete Caramelo (docente universitária), Eva Henningsen (Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal), Fernando Cascais (docente universitário), Fernanda Bizarro (free-lancer), Fernando Correia (jornalista e docente universitário), Jorge Leitão Ramos (crítico de cinema e televisão) e José Rebelo (docente universitário).

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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