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População une-se à Casa do Povo e luta por Centro de Dia

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A Casa do Povo da Mamarrosa quer construir um Centro de Dia na freguesia. Trata-se de uma infraestrutura inexistente, que pretende dar uma maior qualidade de vida a muitos seniores, residentes naquela vila, e que já motivou o apoio da população, que está a ser ouvida, através de um abaixo-assinado que circula pela terra.
Luís Tribuna, presidente da direção da Casa do Povo, conta que “a direção está empenhada em colocar em prática este projeto”. “A Casa do Povo foi criada pelas pessoas e continuará ao serviço das pessoas, só assim fará sentido e mantém os princípios da criação das Casas do Povo”, afirma Luís Tribuna, explicando que “cada Casa do Povo era um organismo de cooperação social, dotado de personalidade jurídica, destinando-se a colaborar no desenvolvimento económico-social e cultural das comunidades locais, bem como a assegurar a representação profissional e a defesa dos legítimos interesses dos trabalhadores agrícolas”.
Diz ainda que “as Casas do Povo assumiram, também, a função de realizar a previdência social de todos os residentes na sua área de atuação”, confessando, no entanto, que o objetivo da criação de um Centro de Dia, “é difícil devido aos mais diversos constrangimentos, no entanto desistir de o fazer não está nos planos desta direção. Acresce o facto da vila de Mamarrosa ser a única da União de Freguesias que não tem uma infraestrutura capaz de receber a sua população sénior”.
O presidente da direção da Casa do Povo afirma que “é nosso dever enquanto cidadãos e membros da direção de uma IPSS, fazer o que está ao nosso alcance para dotar a mesma de novas valências que vão ao encontro dos anseios e das necessidades da população em que está inserida”.

Aceitação. Luís Tribuna dá conta que o abaixo-assinado, que está a circular na freguesia, “está a ter bastante aceitação e de certa forma irá ultrapassar as nossas expectativas, o que reforça a necessidade da infraestrutura”, sublinhando que “o número de assinaturas ainda não está contabilizado”. “A aceitação da população está a ser bastante positiva, uma vez que este tipo de infraestrutura já há muito tempo que é desejada na nossa vila”, afirma este responsável.

Local. Relativamente ao local de implantação, Luís Tribuna diz que “é intenção da Casa do Povo que o Centro de Dia se fixe ou nas instalações da própria Casa do Povo, com as devidas alterações ao edifício, ou que seja implantado no terreno de que somos proprietários”. No entanto, ressalva que, nesta fase, “é primordial para a direção acabar de ouvir a população”.
Sobre o andamento do processo, junto dos organismos competentes, Luís Tribuna especifica que já participou em várias reuniões com a Segurança Social, seja reuniões de acompanhamento da valência em que já existe um protocolo(ATL), seja em reuniões solicitadas para a dotação de novas valências. “Neste momento, para a Casa do Povo, não é viável a criação de novas valências para infância e juventude, uma vez que um dos constrangimentos criados pela agregação das freguesias, foi ao nível das entidades públicas olharem para a União de Freguesias como uma única e neste caso em concreto, na União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa, a oferta das valências de infância e juventude é superior à procura e, como tal, não é viável nem para nós enquanto associação, nem para a segurança social para a celebração de novos protocolos”. Portanto, afirma Luís Tribuna, “a escolha incide na população mais idosa. Temos o objetivo de poder proporcionar que as pessoas depois de uma vida inteira de trabalho, possam, caso seja a sua vontade, passar os seus dias, com conforto, qualidade de vida, com convívio, atividades, novas aprendizagens e ensinamentos”.
Acapacidade do Centro de Dia está dependente dos acordos que forem celebrados e da dimensão da infraestrutura, assim como o funcionamento depende dos protocolos celebrados. Os utentes pagarão sempre uma quota, tendo em conta os seus rendimentos.
Entretanto, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, apesar de não ter conhecimento oficial do projeto, já disse ao JB que, à semelhança de outras IPSS’s, está disponível para apoiar esta pretensão das gentes da Mamarrosa.

Direção. O abaixo-assinado anda a circular na freguesia, através dos elementos dos diversos órgãos que compõem a Casa do Povo (Direção, Conselho fiscal, Mesa da Assembleia): Direção – Luís Tribuna, Yerson Simões, Pedro Tavares, Lídia Bem-Haja e Sónia Alves. Conselho Fiscal – Inês Pato, Olga Castanhas e Adérito Carriço. Mesa da Assembleia – Artur Bem-Haja, Aurora Teixeira e Olga Santos.

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Banda Filarmónica culmina comemorações do centenário

banda_mamarrosa_100_anosTem sido um ano intenso para a Banda Filarmónica da Mamarrosa, que assinala em 2016 o seu centenário. As comemorações da efeméride culminaram no último domingo, dia 13, com o descerramento de uma placa comemorativa na sede da associação, um almoço no salão da AMMA com perto de 400 participantes e um concerto de grande nível com que a Banda a todos brindou. Para trás, ficaram concertos memoráveis, a atribuição, pelo Município, do diploma de mérito e reconhecimento e uma exposição no Museu de Etnomúsica.
No almoço de aniversário, a Banda foi presenteada com 30 mil euros, por parte da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, valor que será empregue num novo fardamento. Recebeu ainda mil euros da Junta de União de Freguesias.

Após a missa de sufrágio e uma romagem aos cemitérios de Bustos e Mamarrosa e antes ainda do almoço, foi realizada a primeira parte do concerto da Banda, que interpretou “La Cotovia”, “Um dia em Viena”, “Pilatus” e “Pela Ordem Pela Pátria”. Para a segunda parte, os músicos, dirigidos pelo maestro Fernando Ribeiro Lopes, reservaram aos muitos amigos presentes (entre eles, vários presidentes de direção de Bandas da região e também alguns afamados maestros e compositores, como Ilidio Costa, Alberto Madureira e Amílcar Morais), um espetáculo surpreendente, que levou a várias ovações de pé.
Abriram com o “Tributo a Fernando Maria Cardoso”, uma peça de Alberto Madureira, que o maestro Ribeiro Lopes dedicou ao Padre Gustavo Fernandes, desejando-lhe os maiores sucessos no trabalho nas paróquias de Bustos e Mamarrosa, que recentemente encetou. Depois de “The Greatest Hits” (aranjo de Diogo Costa), seria protagonizado, por Ricardo Neves, um dos momentos altos da tarde. O jovem cantou e encantou com a interpretação de “Granada”, “Sole Mio” e “Surdato Nammurato”.
O concerto terminou de forma festiva e efusiva, com a Banda a interpretar a Marcha “Mamarrosa”, uma oferta e homenagem do Capitão e maestro Amílcar Morais no âmbito do centenário da Banda.

Em tão importante data, a atual direção, liderada pela bisneta do fundador, Susana Pato, entendeu homenagear todos os maestros e presidentes de direção. Assim, subiram ao palco os maestros Silas Granjo e Fernando Ribeiro Lopes (foram também mencionados Juan Carlos Fernandez, Vítor Ferreira e Paulo Margaça, a quem serão entregues os diplomas mais tarde); e os antigos presidentes Manuel Plácido (já falecido, diploma entregue à filha Cristiana Almeida), Afonso Libório, Fausto Silva, Arsélio Canas, João Bastos e a própria Susana Pato.
A atual presidente lembrou, então, um ano recheado de novidades, com concertos “absolutamente memoráveis” da Banda Sinfónica da GNR; Banda da Marinha e da Banda Sinfónica da PSP; e a inauguração da Exposição «100 anos de história» no Museu de         Etnomúsica da Bairrada.
A presidente frisaria que este trabalho “é contínuo, ajudado por muitos, criticado por muitos outros, provavelmente, aqueles que nunca souberam o que é fazer parte de uma associação com o trabalho que esta exige”, deixando o repto: “a apenas alguns meses das eleições para a nova direção, é hora de quem tanto critica, colocar mãos à obra”. Mas… com a convicção de que não é um trabalho fácil. “É um trabalho voluntário, e em que despendemos muito tempo, dedicação, muito amor…em suma, muito de nós.”
A presidente confessou que não conseguiu “fazer tudo o que queria [por exemplo, as instalações do Museu da Banda], mas fiz sempre o melhor que consegui, e trabalhei todos os dias para a associação”.
Deixou ainda inúmeros agradecimentos a todos os patrocinadores e amigos que têm ajudado a associação (ABCRM, que serve de suporte legal à Banda e assinalou 38 anos) e a Banda.
Caberia ao presidente da Câmara Municipal, Mário João Oliveira, encerrar os discursos, manifestando que tem acompanhado de muito perto, ao longo dos últimos 11 anos, “a vida, dinamismo e trabalho desta grande associação”.
Destacou que “festejar cem anos com saúde é para muito poucos” e que “juventude, qualidade, inovação, criatividade são atributos desta Banda, tendo por base o trabalho do seu maestro”. Este ano em particular, regozijou-se pelos “maravilhosos arranjos interpretados por Ricardo Neves”.
Disse ainda ter acompanhado as comemorações do centenário “e aquilo que foi feito teve muito trabalho, dedicação, entrega, conhecimento e persistência”. “Conseguiram a Susana e o maestro, trazer a esta vila o melhor do que existe no país em termos de bandas e de música”, agradecendo a ambos em nome do município de Oliveira do Bairro. Como prenda à Associação, deixou um cheque de 30 mil euros para um novo fardamento.

Oriana Pataco

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Centenário da Banda Filarmónica da Mamarrosa

A Banda Filarmónica da Mamarrosa assinalou, no domingo, 13 de novembro, o seu centenário, com um almoço servido a perto de 400 pessoas, no salão da AMMA. A segunda parte do concerto com que presentou os convidados culminou com a estreia da interpretação da Marcha “Mamarrosa”, peça oferecida à Banda pelo compositor e maestro Amílcar Morais.

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Bicicletas com mais de 80 anos desfilam pelas ruas da União

Cerca de 80 bicicletas antigas, desde finais do séc. XIX até à década de 40 do séc. XX, desfilaram, no domingo, pelas ruas da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa. Pelo segundo ano consecutivo, o Relíquias Clube da Bairrada, que visa defender o colecionismo e neste acontecimento em particular, a bicicleta antiga, levou a cabo um evento “inédito no país”, como ressalva o seu responsável, Vítor Ferreira. “Só temos aqui exemplares até 1940, o que torna esta iniciativa única a nível nacional”.
Os participantes (perto de uma centena), trajados a rigor e à época, vieram um pouco de todo o país, desde a margem sul de Lisboa até Viana do Castelo. A bicicleta mais antiga datava de 1892 e pertence a António Vilar. “É uma Dürkopp [alemã] e foi do exército prussiano. Quando eu ia para o Algarve, parava sempre em Ourique e foi lá que a comprei, em 1975, por 100 escudos.” António Vilar começou a restaurá-la em 1976 e terminou em 2000. “Tenho várias bicicletas, de família – a do meu avô, de 1898; a do meu pai, de 1933; a minha que é de 1954; a do meu irmão, de 1956; e a da minha mulher, de 1948. Para além, disso, sou um grande colecionador de automóveis antigos, com mais de 100 anos. Os automóveis mais antigos do país são os meus e os que estão no Museu do Caramulo”, contou ao JB.

Trabalho e dedicação. De Esposende, veio um grupo de 30 elementos, mais 10 do que no ano passado. “A minha amizade com o Vítor já vem de há longos anos e, como ele sabe que temos boas máquinas no Minho, convida-nos sempre”, disse Carlos Amaro, também ele organizador de um evento único em Portugal. “Isto dá muito trabalho. Eu organizo um evento em Esposende, mas noturno. No ano passado, na 3.ª edição, tivémos 450 participantes. Dou os meus parabéns ao Vítor, porque com bicicletas selecionadas e com trajes à época, esta iniciativa torna-se também ela única no país.”
Admirado com a dimensão deste evento numa “terra pequena como esta”, Albino Amorim, de Viana do Castelo, confessou ser estreante nas andanças de bicicletas, mas não das duas rodas. “Participo em eventos ligados a motas desde 1988.” Para o desfile de domingo, trouxe uma Adler, de 1908. “É alemã, arranjei-a através de um emigrante”, adiantou. Enquanto compunha a boina e se preparava para o início do passeio, considerou a iniciativa “surpreendente”: “não esperava que fosse possível juntar numa terra destas um património deste género”.
E, de facto, isso só se consegue com muita dedicação e amor ao colecionismo. Vítor Ferreira afirmou mesmo ao JB que, mal terminou o primeiro desfile, começou logo a trabalhar para o segundo. “Está aqui um ano de trabalho”, disse, deixando alguns agradecimentos a quem ajudou nas despesas e na logística, nomedamente a Junta da União de Freguesias. O presidente Duarte Novo também participou no desfile e mostrou-se honrado por este acontecer na sua terra. “Acho que é um evento muito importante, que ajuda a preservar a nossa identidade histórica.”
O desfile começou na Mamarrosa (junto ao IEC), em direção ao Parque da Vila de Bustos, onde foi tomado o pequeno-almoço. Seguiu-se uma visita ao “museu automóvel” de Fernando Luzio. Os participantes foram depois até ao Parque dos Liberais, no Troviscal, onde tiraram uma foto de grupo. Houve, depois, uma visita às Caves de Fernando Martins, onde decorreu o almoço. Repostas as energias, o desfile continuou em direção ao salão das Obras Sociais, na Mamarrosa, onde o Rancho S. Simão atuou para os visitantes.
Oriana Pataco

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Marrocos e Mamarrosa geminados pelo sangue

adasma

A Associação de Dadores de Sangue da Mamarrosa (ADASMA) assinou, na última quinta-feira, a Carta de Geminação com a sua congénere de Marrocos, AMDS – Association Marocaine des Donneurs de Sang-Marrocos.
Trata-se, segundo Pedro Dias, presidente da ADASMA, de uma carta de geminação com a “intenção amigável entre as duas associações, em que tomámos o compromisso solene de manter laços permanentes, de continuar vínculos estreitos, vontade de trabalhar para a dádiva benévola de sangue e desenvolver um melhor entendimento mútuo. Assim como manter o sentimento vivo de fraternidade mundial, de conjugar os nossos esforços a fim de garantir na plena medida dos nossos meios o sucesso da missão humanitária que nós livremente escolhermos, como de vir em ajuda ao nosso próximo pela dádiva do sangue”.
Pedro Dias referiu estar muito satisfeito com a concretização da geminação, algo que já estava a ser trabalhado há bastante tempo. “Geminação significa uma expressão de partilha de bens e da vida, pelo bem comum que é o sangue”, acrescentou Pedro Dias, sublinhando que “temos tentado dar seguimento ao trabalho do Eng. Manuel Martins, fundador da ADASMA e que hoje ocupa o lugar de presidente da Assembleia Geral”.
Pedro Dias disse ainda sentir uma grande honra ao colocar a sua assinatura “num documento tão rico de partilha”, afirmando que “somos uma associação muito orgulhosa por aquilo que fazemos”.

Hospitalidade. O presidente da AMDS – Association Marocaine des Donneurs de Sang-Marrocos, Farid Belouafi, começou por entregar um dossiê com toda a parte legal da associação a que preside, agradecendo a hospitalidade. “Agradecemos muito a forma generosa como fomos acolhidos”, afirmou Farid Belouafi.
O presidente da AMDS confessou ainda que a assinatura da carta de geminação “é uma ótima forma de dignificar o dador de sangue”, deixando, por último, uma palavra de reconhecimento a todos os dadores de sangue.
Por seu lado, Maria Helena Gonçalves, Coordenadora Nacional do Sangue e Medicina Transfusional do Instituto Português do Sangue, começou por elogiar o ato, que “permite uma aproximação dos dois países e dos seus povos e por conseguinte dos laços de amizade”, elogiando o trabalho que a ADASMA tem feito ao longo dos tempos.

Salvar vidas. Por último, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, agradeceu o convite para um ato “simbólico”, mas que “encerra dentro de si muito conteúdo”, realçando a longa história da ADASMA e a sua “consecutiva e persistente luta para encontrar novos dadores de sangue. Um esforço que tem permitido salvar vidas”.
O autarca realçou ainda que “se trata da primeira carta de geminação que é assinada no Espaço Inovação”, dando conta que, ao longo dos últimos dez anos, tem acompanhado mais de perto o trabalho da ADASMA. Um trabalho que é feito em prol daqueles que não conhecemos”.

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Banda da Mamarrosa recebe diploma de mérito

A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro atribuiu, na última segunda-feira, feriado de 25 de Abril, um diploma de mérito e reconhecimento à Banda Filarmónica da Mamarrosa pela comemoração do seu centenário. A atribuição do diploma foi aprovada por unanimidade em reunião de Câmara e por unanimidade e aclamação em Assembleia Municipal.
De acordo com a proposta, a atribuição do diploma teve por base a relevância histórica e o importante papel desempenhado pela Banda Filarmónica da Mamarrosa na divulgação da música e da cultura portuguesa. “A Banda tem sido sempre uma grande embaixadora do concelho, elevando o nome de Oliveira do Bairro pelo mundo fora e engrandecendo o município”, refere a proposta, que considera “a vontade já expressa pela Assembleia Municipal, em sede própria, de distinguir a Banda Filarmónica da Mamarrosa pela sua muito especial contribuição para a valorização do concelho”. “Assim a reunião de vontades dos órgãos deste município na atribuição de um sentido reconhecimento à Banda Filarmónica da Mamarrosa que, em 2016, comemora o seu centenário, com dinâmica e ininterrupta atividade”, lê-se na proposta.
O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, disse tratar-se de “um singelo ato, mas importante por aquilo que encerra em si e pela importância do dia e o local onde é feito”. “Falamos de 100 anos de atividade ininterrupta da Banda da Mamarrosa”, referiu o edil, sublinhando ser um privilégio “ser presidente no ano em que a Banda assinala os 100 anos”.
O autarca referiu ainda que a presidente da Banda, Susana Pato é descendente direta do seu fundador [é bisneta e não trineta, como, erradamente, noticiamos na última edição], pelo que tem a responsabilidade de “perpetuar o crescendo da qualidade da banda, inovando na cultura, mas não esquecendo a tradição”.

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Unidades de Saúde de Bustos e da Mamarrosa em risco de encerrar

As Unidade de Saúde de Bustos e da Mamarrosa poderão encerrar em breve de acordo com um plano de reorganização dos serviços de saúde. A Administração Regional de Saúde do Centro não confirma nem desmente este encerramento, prometendo para dentro de algumas semanas uma reação. Contudo, Manuel Nunes, presidente da Assembleia Municipal, em resposta às preocupações levantadas por alguns deputados no decurso da última Assembleia, clarificou que a reorganização dos serviços de saúde que se iniciou em 2009 poderá levar efetivamente ao encerramento daquelas duas Unidades de Saúde.

Reorganização. Manuel Nunes explicou que nesta reorganização não podem existir mais do que duas Unidades de Saúde Familiares (USF). “Uma para Oliveira do Bairro e uma segunda para a União das Freguesias”, afirmou Manuel Nunes, sublinhando que “a criação destas USF depende da vontade expressa de uma equipa e, neste caso, atendendo à passagem à reforma de vários médicos, os novos vieram com vontade para esta reorganização”.
Manuel Nunes deixou claro que este encerramento não é uma questão política, mas apenas o “cumprimento de uma legislação que está em vigor e que foi reconhecida pelos sucessivos governos”.
O autarca disse não entender como é que nesta matéria tão sensível, as pessoas colocam problemas, “quando para se deslocarem a uma pastelaria ou a um hipermercado andam três ou quatro quilómetros”.

Troviscal. Manuel Nunes defendeu ainda que, caso a reorganização avance, a mesma terá que passar pelo Troviscal, já que, “neste momento, é o único espaço que responde e tem capacidade mínima para albergar todos os serviços. O Troviscal tem três gabinetes para médicos, para enfermeiros e casas de banho”.

Mudanças. “Estamos a falar entre optar por esta forma centralizada, onde existirá sempre um médico ou mantermos os três postos abertos e quando um médico, ou um enfermeiro vai de férias é colocado um papel na porta”, acrescentou Manuel Nunes, apelando que “nos preocupemos verdadeiramente com a saúde”. “Falo assim, porque estou convicto de que esta forma vai responder melhor às necessidades de saúde dos nossos concidadãos.” “Entendo que existem hábitos criados e que existem pessoas que temem uma determinada prática, mas também todos percebemos que temos que estar abertos às mudanças e as mudanças apontam para que sejam melhores, pelo que devemos contribuir para um esclarecimento cabal.”

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Pedro Dias reconduzido na direção da Adasma

Cumprido um primeiro mandato, Pedro Dias prepara-se para conduzir os destinos da Adasma – Associação de Dadores de Sangue da Mamarrosa, por mais três anos.
A tomada de posse dos novos órgãos sociais aconteceu no passado sábado, depois de uma tarde de formação para os novos diretores da associação.
Três anos depois “de termos abraçado o desafio de liderar os destinos da Adasma, virou-se uma página na vida da nossa Associação, a nossa família cresceu e rejuvenesceu”, afirmou o presidente reeleito. Neste período, “tentámos conciliar as novas ideias com a experiência dos nossos anciãos e manter fortes os laços que nos unem aos nossos amigos de Vigo, Lamballe, Tunis e Marrocos”.
Pedro Dias afiança que a equipa agora eleita continua “motivada e disponível para um novo ciclo de dedicação a esta nobre causa, honrando o bom nome desta Associação”. “É nosso propósito abraçar a dinâmica dos novos elementos dos órgãos sociais que, com a sua jovialidade, altruísmo e competência, nos transportem para novos voos e nos renovem a nossa, já tão forte, convicção”.

Novos órgãos sociais
Assembleia Geral
Presidente – Manuel Martins da Silva; Vice-presidente – Gabriel C. da Silva; Secretário – Fausto dos Santos Pato

Conselho Fiscal
Presidente – Jorge M. M. Rodrigues; Vogais – Manuel Celso de Oliveira e Manuel A. Palmeira Correia; Suplente – Herculano R. Oliveira

Direção
Presidente – Pedro M. J. Neto Dias; Vice-presidente – Mónica Esgueira dos Santos; 1.ª Secretária – Liliana Esgueira dos Santos; 2.ª Secretária – Joana C. O. Martins; Tesoureira – Neide M. Martins; 1.ª Vogal – Carla S. M. T. Bem-Haja; 2.ª Vogal – Ana Raquel M. Covas; 3.º Vogal – Rui M. A. Braga; 4.º Vogal -Hillson J. Augusto; 5.º Vogal – Renato A. Vaz Almeida; 6.º Vogal – Manuel A. A. Reis; Diretores – Jorge M. N. da Costa, Carlos A. F. Pascoal, Maria Fernanda F. Marques, André M. S. Ferreira, Lúcia M. O. A. Rocha, Marisa R. Rosete Almeida, Liliana S. Tribuna, Patrícia B. Rato, Marco A. S. Ferreira, José P. Monteiro, Sara A. C. O. Queiroz Silva, Rita A. C. Raínho e Carlos J. R. Ferreira.

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Oliveira do Bairro: Espaços do Cidadão chegam às 4 freguesias

Oliveira do Bairro: Espaços do Cidadão chegam às 4 freguesias

Oliveira do Bairro passou, desde o dia 26 de novembro, a usufruir de quatro Espaços do Cidadão que estão agora a funcionar na cidade de Oliveira do Bairro e, de forma rotativa, nas restantes três freguesias do Município.
O Espaço do Cidadão de Oliveira do Bairro, instalado numa sala do Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, virada para a Incubadora de Empresas, funcionará todos os dias úteis, das 9h às 13h e das 14h às 17h30. O Espaço do Cidadão de Oiã está localizado no edifício da Junta de Freguesia e funcionará todas as quintas-feiras; o da Palhaça às terças-feiras, nas instalações da antiga escola primária; e o da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa utiliza as instalações da antiga Junta de Freguesia do Troviscal, funcionando às segundas-feiras. O horário para estes três espaços será o mesmo, das 9h às 13h e das 14h às 17h30.

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“Mão Amiga na União” vai dar apoio aos idosos solitários

“Mão Amiga na União” vai dar apoio aos idosos solitários

A União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa (Oliveira do Bairro) lançou um projeto de Voluntariado, de intervenção local – “Mão Amiga na União”, que tem como objetivo o apoio ocupacional em conjunto e na União de Freguesias, anunciou o presidente daquela União de Freguesias, Duarte Novo. O projeto, que arrancou no passado dia 5 de novembro, conta com a participação de vários voluntários e de uma coordenadora que supervisiona e gere todas as visitas efetuadas.
Segundo Duarte Novo, “na sequência de termos verificado e recebido sugestões sobre as necessidades de acompanhamento dos nossos idosos, lançamos este projeto com o intuito de colmatar a solidão na 3.ª idade”.
“Deste modo, o projeto irá funcionar ao domicílio e pretende proporcionar atividades de ocupação de tempos livres gratificantes e contribuir para a promoção do bem-estar físico, psicológico e social dos idosos”, explicou o autarca da União de Freguesias.

Leia a notícia completa na edição de 19 de dezembro de 2015

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