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Vagos Metal Fest ambiciona ser festival de referência a nível ibérico

Vagos Metal Fest ambiciona ser festival de referência a nível ibérico

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O cartaz ainda não está fechado, mas já se sabe que a histórica banda de power metal Helloween vai regressar a Portugal e será o cabeça de cartaz do segundo dia do Vagos Metal Fest. Nos dias 13 e 14 de agosto, a Quinta do Ega, em Vagos, vai voltar a ser o ponto de encontro dos aficionados do heavy metal.
Na sexta-feira, dia 17 de junho, o Município de Vagos e as duas empresas promotoras do evento – Metrónomo e Amazing Events – confirmaram os nomes já fechados do cartaz, que inclui algumas bandas nacionais e até uma da região, Godvlad.
Helloween, Thrash Metal, Dark Funeral, Discharge, RAMP, Godvlad, Tribulation e ainda os portugueses Bizarra Locomotiva e Heavenwood são portanto as primeiras confirmações deste festival.

Toda a reportagem na edição de 23 de junho de 2016 do Jornal da Bairrada

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5.º Jantar Conferência Jornal da Bairrada em Vagos: “Tudo o que corre bem a Vagos, é bom para Portugal”

5.º Jantar Conferência Jornal da Bairrada em Vagos: “Tudo o que corre bem a Vagos, é bom para Portugal”

O Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, destacou o exemplo do Município de Vagos “na revolução positiva que está a acontecer na indústria portuguesa”.
No 5.º Jantar Conferência do Jornal da Bairrada, realizado pela primeira vez em Vagos e em parceria com o Município, o Secretário de Estado parabenizou Silvério Regalado pelo “bom trabalho” realizado na área económica.

“Vocês são uns sortudos, não há muitos presidentes da Câmara como este.” Foi desta forma informal e revelando desde logo uma grande proximidade com Silvério Regalado, que o Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, se dirigiu a uma plateia de centena e meia de empresários, que participavam no 5.º jantar-conferência do Jornal da Bairrada, em Vagos, na penúltima quarta-feira, dia 1 de junho.A iniciativa contou ainda com a participação de Victor Neto, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, e de José Couto, presidente do Conselho Empresarial do Centro (CEC).
Confessando que, desde a sua tomada de posse, mantém uma relação muito próxima com o presidente da Câmara de Vagos, João Vasconcelos teceu-lhe rasgados elogios, congratulando-o pelo seu trabalho. “A maneira como ele defende os vossos interesses, a maneira como ele luta pela atração de investimento para Vagos, a maneira como ele luta pelas empresas que já cá estão… é muito raro encontrar um presidente da câmara assim. És um dos melhores exemplos que conheço no país, desta nova geração de autarcas, que tem como prioridade não só o espaço público e a componente social, mas também uma componente económica, no apoio ao empreendedorismo, no apoio ao empresário e na criação de condições de qualidade de vida para atrair mais quadros para essas empresas.” Por tudo isso, deu os parabéns a Silvério Regalado, sublinhando que “tudo o que corre bem a Vagos, é bom para Portugal”.
Antes ainda de se dirigir ao restaurante O Barracão, onde decorreu o jantar, o Secretário de Estado passou pela Zona Industrial de Vagos, afirmando ter ficado com a ideia “que estamos num país diferente daquele que se ouve em Lisboa ou quando ligamos as televisões”. Admitiu que há problemas para resolver, de infraestruturas, custos de energia, etc., mas “há uma revolução a acontecer na indústria portuguesa e Vagos é um ótimo exemplo disso”. “Infelizmente, essa revolução é silenciosa, mas eu estarei cá para a testemunhar, do lado do governo sabemos aquilo que vocês estão a fazer todos os dias”, destacou.

Tecido empresarial aveirense “é irrequieto e ambicioso”. Frisando que estava na região pela 14.ª vez, o Secretário de Estado enalteceu o facto de Aveiro ser hoje “o terceiro maior distrito do país em volume de negócios, em valor acrescentado e em exportações”. Conhecedor do tecido empresarial da região, realçaria o facto de a região ter sabido manter a indústria tradicional “vibrante e competitiva”, assegurando inovação e transferência de tecnologia para as suas empresas.
Um tecido empresarial que classificou de “irrequieto e ambicioso”, que soube crescer, “respondendo a mercados externos altamente exigentes em circunstâncias de acesso ao crédito muitas vezes limitadas e num cenário de perda de recursos humanos qualificados para o estrangeiro”.
Em Vagos, o Secretário de Estado da Indústria deixou ainda a indicação de que “o Governo está apostado em ajudar as empresas a crescer”, apoiando-as no caminho para os mercados externos.
João Vasconcelos destacou, entre outras, as medidas do Programa de Reformas que se destinam “a apoiar a internacionalização e que consistem num programa orientado para atração de IDE para atividades de inovação, na promoção de clubes de fornecedores de PME para empresas estrangeiras de maior dimensão e no alargamento da capacidade exportadora do país através da qualificação das empresas.”
Sublinhou ainda que o governo está igualmente focado na criação de emprego, e no apoio a novas empresas criadas por uma nova geração de empreendedores.
Referiu-se ainda ao Startup Portugal, que consiste numa Estratégia Nacional para o Empreendedorismo e cujas medidas de apoio passam por “linhas de cofinanciamento com Capitais de Risco e com Business Angels, a criação de uma Rede Nacional de Incubadoras e de Fablabs ou a criação de vales de Incubação, que vão permitir disponibilizar 10 milhões de euros para contratar serviços às incubadoras”.
Já sobre a temática desta nova revolução, conhecida por Indústria 4.0, o Secretário de Estado destacou que se “caracteriza pela introdução de um conjunto de tecnologias digitais nos processos de produção, na relação entre os vários intervenientes na cadeia de valor, na relação com o cliente ou mesmo no modelo de negócio”. Uma revolução já em marcha em vários setores e onde é “fundamental investirmos”.
“A Europa tem de liderar a Internet da indústria e não pode ficar para trás, como fez com a Internet do consumo”, sublinhou, defendendo em Vagos “a integração e partilha de conhecimento, nomeadamente com centros tecnológicos, politécnicos e Universidades.”
Aos presentes deixaria ainda a indicação de que “ao Governo compete iniciar a discussão e criar condições para que possamos estar na linha da frente desta inovação”, enquanto que aos empresários “cabe estar atentos para que as oportunidades sejam bem aproveitadas.”
“Não há motivo para que não possa existir a partir de Portugal uma base qualificada de fornecedores de soluções de base para a Indústria 4.0 e para que as startups portuguesas não possam liderar no mercado global enquanto agentes de inovação dos setores mais tradicionais.”
Por isso, a tutela anunciou recentemente uma nova linha só para investir nessas startups: “São 10 milhões até ao fim do ano para empresas em early stage desenvolverem os seus produtos e protótipos, com apoios que podem ir até aos 500 mil euros por empresa.”

Problemas e soluções. José Couto, empresário com responsabilidade na gestão de empresas e presidente da direção do Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro e vice-presidente do Conselho Geral da CIP (Confederação Empresarial de Portugal), começou por falar do paradigma da indústria que “se está a alterar”, tendo pela frente a 4.ª revolução industrial. Um desafio em relação ao qual é necessário perceber se Portugal está preparado: “As empresas portuguesas estão preparadas e reconhecem a importância deste desiderato?”, questionou.
Sendo a produtividade da indústria portuguesa baixa (cerca de 70% da média comunitária) e com uma intensidade tecnológica “abaixo das congéneres europeias”, avançou que “estamos abaixo do desejado”.
Por isso, acredita que no futuro haverá outra indústria – o que vai alterar o conceito de competitividade. As palavras de ordem são, segundo José Couto, “inovação, tecnologia e qualidade dos recursos humanos”, sendo também “incontornável a importância da inovação para a indústria 4.0.”
Daí que tenha sublinhado a esta plateia de empresários que “o processo industrial não pode passar ao lado da inovação tecnológica, porque só assim haverá saltos competitivos.”
“São as soluções tecnológicas adequadas e desenvolvimento dos recursos humanos que constituem a base dos pressupostos da Indústria 4.0.”, diria, acrescentando que “haverá então ganhos de produtividade, diminuição dos custos de produção, ganhos de margem e criação de empregos qualificados.”
José Couto defende ainda que o país precisa de trabalhar mais na interação entre empresas e centros de saber; assim como há que ter uma atitude dirigida e consequente no estabelecimento de parcerias.
Deixou ainda a indicação de que o Conselho Empresarial do Centro, há três anos, aquando da preparação do Portugal 2020, realizou um estudo que permitiu identificar um conjunto de constrangimentos e dificuldades: “dificuldade de comunicação entre empresas e estabelecimentos de ensino superior; falta de confiança; incapacidade de dar resposta em tempo útil às necessidades das empresas; fraca motivação por parte dos investigadores para trabalhar em conjunto com as empresas; fraca estrutura organizacional das empresas para adotar novos procedimentos; assim como os empresários das PME’s não reconheciam a importância do processo de investigação como fator de competitividade.” Um estudo realizado há três anos, mas que agora revisitado, resultou em respostas em muitos casos idênticas às daquela altura.
Este responsável destacou ainda a importância do Programa Qualificar para as empresas poderem entrar na Indústria 4.0.
Referiu ainda existir, hoje, uma forte perceção da importância do desenvolvimento e da introdução de tecnologias no processo produtivo por parte das PME’s que começam a reconhecer os centros tecnológicos como importantes parceiros.

4.ª Revolução Industrial. Victor Neto, investigador e professor auxiliar convidado do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, falou aos presentes da importância e necessidade que as empresas têm em adaptar-se às novas tecnologias, “cada vez mais pequenas e mais potentes” e que estão em tudo: “atualmente, 90% dos computadores estão embebidos em equipamentos, nos nossos carros e em utensílios que usamos no dia a dia.”
Para este responsável, a Indústria 4.0 é a 4.ª revolução industrial, ou seja, aquela que quer “transformar toda a nossa produção e dar o salto para algo que incorpore mais tecnologia”. Com isto, quis dizer que, num futuro próximo, os produtos serão completamente personalizados, tornando cada um deles único, à necessidade do cliente/consumidor.
O resultado será mais produtividade em todos os aspetos e uma melhor eficiência de materiais (menos gastos com materiais, com energia).
Na ocasião, não deixou de destacar a importância das pessoas nesta revolução: “elas são um fator importante”, assim como sublinhou o desafio que será para as empresas “passar a utilizar menos recursos materiais e energéticos”, mas também “partilhar informação – tudo o que é conhecimento deve ser acessível a todos.”
Convicto de que surgirão novos modelos de negócio, Victor Neto terminaria dando a conhecer aos empresários o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, que trabalha na área da investigação e desenvolvimento de projetos, e também em cooperação com a sociedade.

Da ruralidade à industrialização

O anfitrião da noite foi o autarca Silvério Regalado, presidente da Câmara Municipal de Vagos.
Na ocasião, dirigiu-se ao Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, como um aliado, “um amigo da indústria”, que tem apoiado o município vaguense.
Perante a vasta plateia, Silvério Regalado referiu-se ao tema da conferência (Indústria) como “um setor que Vagos tem estimado muito ao longo dos últimos anos”. E, na realidade, quem passa pelas zonas industriais deste município, facilmente se apercebe da importância e investimentos ali realizados pela autarquia.
O edil recordou que, há apenas 25 anos, este era um concelho marcadamente rural e ao longo destas duas décadas e meia, sofreu grandes transformações. Muito devido a “empresas que, em Vagos, ajudaram nestes últimos anos a balança comercial do concelho de Vagos.” Por isso, avançou que o saldo das exportações é de 62 mil milhões de euros superior às importações, num concelho que exporta 172 mil milhões de euros e importa 110 mil milhões de euros.
E, sendo a indústria transformadora responsável por 45% da faturação das empresas no concelho de Vagos – na ordem dos 200 milhões de euros -, Silvério Regalado referiu-se ainda ao facto de o concelho registar a menor taxa de desemprego no país.
Durante o jantar, transmitiu ao Secretário de Estado um leque de preocupações, nomeadamente quanto ao processo da revisão dos fundos comunitários, que torne possível a ligação da A17, à ZI de Vagos e seguidamente à A25 e ao porto de Aveiro. Vias que considerou fundamentais e estruturantes para a competitividade das empresas do concelho. Depois, elencou ainda algumas preocupações relacionadas com a legislação sobre áreas industriais; licenciamentos industriais e ligação da energia elétrica.
Ainda que favorável à descentralização de competências para as autarquias locais, Silvério Regalado defendeu que estas têm de ser dotadas de recursos financeiros e humanos. “É preciso desburocratizar”, sublinhou, destacando ainda que “os empresários que aqui estão não andam à cata de subsídios do Governo. Só querem que os deixem trabalhar”.

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Milhares nas festas de Vagos

Milhares nas festas de Vagos

Servidas por uma programação cuidada e dinâmica, de novo com a “marca” da câmara, as festividades de Vagos voltaram a trazer milhares à sede do município. Seis dias de folguedo e de cultura, aliados à religiosidade popular, acabaram por dar a cobiçada dimensão ao evento.
Milhares que encheram literalmente o anfiteatro municipal, onde decorreu o concerto da banda portuguesa de pop/rap D.A.M.A, sigla para a expressão “Deixa-me Aclarar-te a Mente, Amigo”. A popular banda, de que fazem parte Francisco Pereira (Kasha), Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho, autores da “Dá-me um segundo”, entusiasmou a assistência através da sua proverbial empatia.
Milhares, também, no santuário mariano de Nossa Senhora de Vagos, que acolheu a peregrinação anual dos devotos da região de Cantanhede, que ali cumpriram suas promessas. Uma “memória espiritual, cultural e geográfica”, que une os dois povos, confessaria um peregrino, em declarações a este jornal.
A presença do bispo diocesano, que de manhã presidiu à missa, concelebrando com sacerdotes do arciprestado de Vagos e de Cantanhede, serviu para celebrar Santa Maria de Vagos como “modelo da igreja que é Maria”.
A meio da tarde, antecedida do terço, cumpriu-se a cerimónia da bênção e distribuição do bodo, que este ano terá reunido cerca de uma centena de promessas. Mais de 20 mil pães, segundo fonte ligada à comissão, com Cantanhede e Varziela à cabeça.
Milhares, ainda, na procissão de velas, ligando o santuário ao centro da vila. Outra vez uma imensa manifestação de fé, testemunhada este ano por D. António Moiteiro, que também marcou presença.

Mérito reconhecido. Nas festas de Vagos destaque, por outro lado, para diversas iniciativas, de caráter cultural e recreativo. Desde logo a entrega de diplomas e medalhas de mérito, aos melhores alunos das escolas do Agrupamento de Escolas de Vagos, Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (EPADR) e Colégio Diocesano Nossa Senhora da Apresentação de Calvão.
Na mesma ocasião, foram ainda entregues os prémios “Projeto Escolas Sustentáveis”.
No vertente cultural, Colégio de Calvão e Secundária de Vagos apresentaram, no jardim S. Sebastião, as provas de dança, teatro, arte e claque, exibidas nas “Escoliadas 2016”. Houve ainda desfile de moda, e o tradicional concerto da Banda Vaguense. No auditório do Centro de Educação e Recreio, o grupo de teatro “O Fantástico” levou à cena a peça “Há petróleo no Beato”. Lotação esgotada, tem reposição agendada para este sábado, dia 21.
Eduardo Jaques
Colaborador

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Heavy Metal Vagos 2016 em agosto

Está decidido: a comunidade vaguense metaleira vai ter festival de Heavy Metal, em Vagos. “Os laços criados não serão rompidos, mas antes reforçados”, confirma a autarquia, que anunciou o novo evento para os dias 13 e 14 de agosto. Para alegadamente compensar, a deslocalização do “Vagos OpenAir” que voou para a Quinta da Marialva, em Corroios, admite o presidente da Câmara.
Para Silvério Regalado, o festival vinha marcando, “de forma indelével”, a vila de Vagos e a região centro. Razões de sobra para que a edilidade pretenda assegurar a sua realização. “Será a melhor forma de demonstrar o respeito por todos aqueles que, durante anos consecutivos, nos deram o privilégio e a honra de nos visitar e de conviver com as nossas gentes”, reconhece o presidente da Câmara.
Com epicentro na Quinta do Ega, o novo festival resulta de um protocolo, firmado entre a Câmara Municipal e um consórcio de prestígio, cuja experiência, segundo a autarquia, se alia à qualidade. Para além de constituir ponto obrigatório de visita a Vagos e à região centro, o evento “disputará atenções com os melhores festivais ibéricos”, assegura a edilidade.

Prejuízos acumulados. O “Vagos OpenAir” começou por realizar-se em Calvão, passando depois para Vagos, sendo no espaço da Quinta do Ega que ganhou “asas”. A mudança, ao que apuramos, ficou a dever-se à falta de acordo, entre o promotor e a direção do Colégio Diocesano de Calvão.
Em causa estavam as prestações, que o Colégio queria cobrar à Prime Artists, pela utilização do recinto e edifícios. Contudo, o alegado “conflito de interesses”, dizia respeito “à liberdade de expressão dos artistas a convidar, e o direito ao bom nome da Igreja Católica e da doutrina cristã”, reconhece fonte ligada ao processo.
A empresa promotora tinha protocolo com a Câmara até 2016, mas em novembro do ano transato comunicou estar desinteressada do projeto, alegadamente “face ao prejuízo com a edição de 2015”.
Já em 2013, após ter tomado posse, Silvério Regalado anunciou, numa das primeiras reuniões de Câmara, que a continuidade do Vagos OpenAir “estava em risco”, em virtude da edição desse ano ter dado prejuízo “de mais de 50 mil euros”.
O autarca quis ouvir a vereação, e considerou ser “fundamental analisar a proposta”, que iria ser feita pela organização. Queria, ainda, decidir se “tendo em conta o retorno que o festival tem”, o município poderia ou não disponibilizar uma verba para o efeito.
A proposta de realizar um estudo, avançada pelos vereadores do CDS, seria entretanto descartada pelo edil.
A questão ficaria resolvida em dezembro desse ano, com a revisão da cláusula monetária, a qual viria a introduzir um reforço financeiro, traduzido na seguinte configuração: 30 mil euros, em 2014, 25 mil em 2015, e outros 25 mil em 2016. A proposta acabaria votada por maioria, tendo o PS optado pela abstenção.
Eduardo Jaques
Colaborador

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Rota da Bairrada: Loja Bairrada online já está disponível

Rota da Bairrada: Loja Bairrada online já está disponível

A Associação Rota da Bairrada inaugurou, no passado dia 6 de abril, no Espaço Bairrada em Oliveira do Bairro (edifício do antigo Posto de Turismo, aberto desde dezembro de 2015), a sua nova loja online.
A loja.rotadabairrada.pt é basicamente um site moderno, apelativo e bastante intuitivo onde, a partir de agora, todos os interessados podem adquirir os produtos que existem nas duas lojas físicas que a Rota da Bairrada, possui, na Curia e em Oliveira do Bairro. A página, com ligação à própria página da Rota da Bairrada foi apresentada por Cristina Azevendo, técnica superior da Rota da Bairrada que avançou estarem já disponíveis 179 vinhos (de 19 produtores), alguns livros sobre o vinho e acessórios de vinho, existentes também nas lojas físicas. De fora estão, para já, os vários produtores regionais que futuramente virão a estar incluídos.
Para além de muita informação sobre a Rota da Bairrada, sobre os Espaços Bairrada, sobre os Produtores e Região (história, cultura e património), Cristina Azevedo destacou que os vinhos podem ser selecionados através de várias opções: Tipo (aguardente, vinho tinto, branco, rosés, espumantes); Classificação da certificação (DOC Bairrada ou IG Beira Atlântico); Ano (1965 a 2015); Produtor; Casta; Preço. O “Top 10” e as “Novidades” estão também presentes. De registar que a expedição é gratuita a partir de 100 euros para Portugal Continental e Ilhas. O pagamento pode ser feito por duas modalidades (Paypal e transferência bancária e futuramente o pagamento com referência multibanco).

Dar mais força à marca Bairrada. Jorge Sampaio, presidente da Rota da Bairrada, aproveitou a cerimónia para sublinhar a importância do dia para a Rota, já que representa o culminar de um processo que esteve a ser desenvolvido nos últimos dois anos. Um trabalho possível “graças a muitos colaboradores que têm estado a trabalhar nesta nova página (loja online)”.
Um passo importante, já que é consensual que esta nova ferramenta pode levar a Bairrada a casa de todas as pessoas apenas num clic, podendo adquirir os produtos existentes na loja virtual de uma forma simples, segura e cómoda. Por isso, destacou também ser este mais um importante passo na vida da Rota: “disponibilizar uma loja online é um trabalho que tem sido desenvolvido no sentido de levar a Bairrada para mais perto das pessoas”, destacando ainda que o objetivo, este ano, passa por “dar mais força à marca Bairrada, levando a marca pelo país e com ela os seus associados” (produtores, hotéis, restaurantes, municípios, etc.).
Aos vários convidados presentes, recordou que a abertura do Espaço Bairrada, na Curia, há seis anos, triplicou o número de visitantes, entre 2014 e 2015 e que este novo espaço, aberto em dezembro de 2015, “já está a ter mais visitas do que o da Curia, em meses homólogos”. Daí que as expectativas em relação a este Espaço Bairrada sejam grandes.

Espaço online revela estratégia, visão e ambição. Adriana Rodrigues, do Turismo Centro Portugal, reconheceu ser Jorge Sampaio o responsável pelo sucesso da Rota da Bairrada: “uma pessoa de trabalho, de trabalho persistente, insistente, ponderado e estratégico, que tem sabido ao longo deste período motivar e desafiar”, vários parceiros, neste caso a autarquia de Oliveira do Bairro, que permitiu a instalação do Espaço Bairrada no antigo Posto de Turismo.
Ciente de que os espaços físicos “são fundamentais” para que as pessoas possam conhecer os produtos, não deixou de elogiar a autarquia de Oliveira do Bairro por ter feito “uma boa aposta” ao associar-se e disponibilizar este espaço.
“A Câmara de Oliveira do Bairro conseguiu perspetivar a importância de ter um espaço destes”, sublinhou, referindo-se à região da Bairrada como “uma das mais importantes e fortes marcas que temos na região centro de Portugal”.
“A Rota da Bairrada tem realizado um trabalho muito feliz e é uma das nossas maiores marcas em termos turísticos”, destacou, concluindo que “este espaço online revela estratégia, visão e ambição”, para além de ser mais uma ferramenta de trabalho e de negócio que pode trazer aos produtores da região mais notoriedade e negócio.
Cristóvão Batista, vice-presidente da autarquia de Oliveira do Bairro, referiu-se ao site como um “espaço muito bem concebido e intuitivo” e sobre o qual não tem dúvidas do seu sucesso.
Agradado por ser “anfitrião” nesta apresentação, sublinhou a forma “apaixonada como toda a equipa da Rota da Bairrada se entrega àquilo que faz”, destacando ainda o trabalho meritório desenvolvido pela Rota da Bairrada na promoção e divulgação da região.
O vice-presidente da autarquia oliveirense realçou a importância da intermunicipalidade, do trabalho de parceria entre os municípios da região nesta matéria, o que só acontece se “formos audazes”. “É preciso ter coragem, assumir o risco, ter objetivos e concretizá-los”, de forma a levar o nome Bairrada além fronteiras.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Câmara Municipal de Vagos associa-se à “hora do planeta”

No próximo dia 19 de março de 2016 toda a iluminação do exterior do edifício da Câmara Municipal de Vagos, do Palacete Visconde de Valdemouro, da Biblioteca Municipal e do Centro Escolar de Fonte de Angeão será desligada por 60 minutos, entre as 20h30 e 21h30, numa associação à iniciativa mundial “Hora do Planeta”. Além desta iniciativa, o município compromete-se, em 2016, continuar com a introdução de tecnologias de eficiência energética na iluminação pública.

Esta é uma iniciativa, em parceria com a WWF, que pretende estimular indivíduos, empresas e comunidades a tomarem medidas para reduzir as suas emissões de carbono numa base contínua e diária. Indivíduos, empresas, governos e comunidades de todo o mundo são convidados a desligar as suas luzes, por uma hora, no sábado, 19 de março de 2016, precisamente às 20h30, para mostrar o seu apoio à ação ambientalmente sustentável.

A Hora do Planeta 2016 irá juntar centenas de milhões de pessoas de todo o mundo, inde-pendentemente da raça, religião, cultura, geografia, numa ação simbólica em defesa do ambiente, um momento único de contemplação do planeta e celebração do compromisso de protege-lo durante todo o ano.

Este é o décimo ano que o mundo fica às escuras em sinal de apoio a uma iniciativa que começou em Sydney, em 2007, e que é hoje o maior evento mundial de ação ambiental. Em 2015, a Hora do Planeta chegou a 172 países e territórios, a mais de 8000 cidades e vilas. Em Portugal, 118 municípios aderiram e centenas de monumentos emblemáticos nacionais ficaram às escuras, como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, em Lisboa e o Convento de Cristo, em Tomar. Em 2016 , a Hora do Planeta pretende aproveitar o poder dos seus milhões de adeptos em todo o mundo contra as alterações climáticas.

Assim, Câmara Municipal convida todos a desligar as luzes pela “Hora do Planeta”, durante as 20h30 e 21h30, do dia 19 de março, mostrando o seu apoio e compromisso com esta causa.

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Espumantes Bairrada a caminho da ProWein para promoção mundial

Espumantes Bairrada a caminho da ProWein para promoção mundial

 

Este ano com foco nos espumantes, com destaque para os BAGA BAIRRADA, a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) volta a promover a região na ProWein, o maior ponto de encontro entre quem vende e quem compra no mercado mundial de vinhos. Os néctares estão já de partida para a mais importante e prestigiada feira mundial do sector que vai ter lugar em Düsseldorf, na Alemanha, de 13 a 15 de março.
Depois de em 2015 a conceituada crítica de vinhos e jornalista Christina Fischer – que escreve para publicações como a Vinum, a Sommelier e a Allgemeine Hotel- und Gastronomie-Zeitung – ter ministrado um seminário em que abordou de forma mais genérica a região, seu terroir e vinhos, este ano a abordagem será mais específica, sob o tema ‘Bairrada Buble Point’. Durante cerca de uma hora, profissionais do sector e compradores internacionais vão ter a possibilidade de se “especializar” no que a Bairrada tem de mais genuíno: os seus espumantes.
Este é um dos primeiros passos de promoção do projecto de espumantes BAGA BAIRRADA fora de Portugal, mas para breve está a ser planeada uma acção de promoção em Inglaterra. Começaram por ser cinco as referências aquando do lançamento do projecto BAGA BAIRRADA em final de julho, mas o grupo aumentou para sete em outubro e para este ano estão já pensadas novidades, que se vão juntar às segundas colheitas dos primeiros néctares. Um passo de cada vez numa iniciativa na qual a região e seus players estão empenhados para que seja de continuidade e sucesso.

BAGA BAIRRADA: uma região, uma casta, um (tipo) espumante

BAGA BAIRRADA é uma iniciativa promovida pela Comissão Vitivinícola da Bairrada, aberta a todos os produtores da região, com o propósito de estabelecer um standard colectivo para “um espumante” feito a partir da casta bandeira da região, a Baga. Uma nova categoria para um produto distinto, com regras de produção e identidade gráfica próprias, criada para melhor promover e vender a região – e seus vinhos – em Portugal e no Mundo.
“A Baga é um património inquestionável, que tem que ser preservado e potenciado.”, in Plano de Ação para a viticultura bairradina.
A CVB pretende assim sinalizar, demarcar e autenticar a casta Baga como variedade típica (e predominante) da Bairrada, valorizando a casta, a região vitivinícola, e gerando notoriedade para o grande factor diferenciador: a Bairrada como região com massa crítica suficiente para fazer espumantes brancos de uma casta tinta. Embora a regulamentação desta nova categoria contemple brancos, rosados e tintos, a CVB tem como objectivo principal assegurar um denominador comum e estilo que faça crescer os espumantes “Blanc de Noirs Baga Bairrada”, em particular nos mercados de exportação, onde o espumante português ainda tem dificuldades em afirmar as suas especificidades.
Por questões climáticas, é difícil produzir todos os anos grandes (volumes de) vinhos tintos de Baga, já a qualidade de excelência nos espumantes desta casta é sempre garantida, o que faz a diferença para a região da Bairrada, ainda mais se “uniformizados” e consolidados numa categoria de produto.
A importância da casta Baga na valorização e diferenciação dos espumantes Bairrada é hoje uma realidade indiscutível. Durante anos, vários foram os produtores que encontraram nela o complemento perfeito para os seus lotes de vinho base espumante. No entanto, nos últimos 8 a 10 anos os espumantes varietais de Baga têm ganho adeptos na produção, mas também junto da crítica especializada e do consumidor, que lhe atribuem uma conotação extremamente positiva.

LISTA DE ESPUMANTES ‘BAGA BAIRRADA’

. Adega de Cantanhede . Marquês de Marialva Baga Bairrada Bruto 2013

. Aliança Vinhos de Portugal . Aliança Baga Bairrada Reserva Bruto 2013

. Caves da Montanha . Montanha Baga Bairrada Grande Cuvée 2009

. Caves Primavera . Primavera Baga Bairrada Extra Bruto 2013

. Caves São Domingos . São Domingos Baga Bairrada Bruto 2008

. Caves São João . Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada Bruto Natural 2013

. Rama&Selas . Rama&Selas Baga Bairrada Bruto Natural 2013

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Mau estado das estradas preocupa população

camara de vagosO presidente da Junta de Freguesia de Soza, Fernando Vieira, alertou, na penúltima quinta-feira, durante a reunião da Câmara Municipal de Vagos, realizada na sua freguesia, que “existem muitas coisas que estão por resolver, desde a última reunião descentralizada”.
O autarca destacou o mau estado das estradas da freguesia que são uma preocupação constante da população. “As pessoas estão a ficar cansadas”, afirmou Fernando Vieira.
O mau estado em que se encontram algumas vias de Soza, também foi motivo para outros moradores intervirem no período aberto ao público, referindo-se ao deficiente escoamento das águas pluviais na Rua da Barreira, que nos dias mais invernosos deixa intransitável a rua e provoca estragos.
Na mesma reunião, descentralizada, do executivo vaguense, outros moradores identificaram mais problemas relacionados com as ruas, nomeadamente a falta de passadeiras e deram conta que a iluminação pública em alguns locais não é a melhor.
Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Vagos, Silvério Regalado, confirmou que nem tudo foi resolvido, desde a última rota das freguesias. Contudo, “resolvemos outros problemas que, entretanto, foram surgindo”, acrescentou Silvério Regalado, afirmando que “a autarquia está atenta ao estado das estradas e está a procurar substituir todas as luminárias que sejam em vapor de mercúrio”.
Ao pedido de colocação de passadeiras elevadas em algumas das ruas mais movimentadas, Silvério Regalado deu conta ainda que em alguns locais, “os condutores circulam a velocidades de outro mundo” e que a colocação deste tipo de passadeiras nem sempre é pacífica. “Nós podemos colocar as passadeiras elevadas, mas logo de seguida há sempre alguém que vem reclamar”, alertou o edil vaguense, dando ainda conta que “o executivo está atento a esta situação”.

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Câmara ganha ação intentada pelo antigo dono do “camping” de Vagos

Alienado no decorrer do último mandato de João Rocha, o processo relativo ao parque de campismo da Vagueira ainda “mexe”. E, mais uma vez, através dos tribunais. Agora é o seu antigo proprietário, José Arlindo Abreu, que viu recusada a queixa apresentada, contra o município de Vagos.
A Câmara de Vagos foi absolvida de um pedido de indemnização de 5 milhões de euros, numa ação cível intentada por José Arlindo Abreu e relacionada com à anulação da venda do Parque de Campismo da Praia da Vagueira, assim como com um contrato de promessa de venda de 15 hectares de terreno adjacente ao referido Parque.
Datada de 29 de dezembro do ano passado, a decisão da Instância Cível da comarca de Aveiro não deixa dúvidas: embora seja passível de recurso, julga “improcedente a ação intentada”, e absolve o município de Vagos “do pedido contra si formulado”.
Tanto quanto se sabe, o luso-americano pedia a condenação da câmara, no pagamento de uma dupla indemnização, no valor de cerca de cinco milhões de euros, a título de “cláusula penal”. Em causa estava a anulação da venda do referido “camping” (2.493.989,48 euros), e o contrato promessa da venda de 15 hectares de terreno, adjacente ao mesmo (outros 2.493.989,48 euros).
Na apreciação dos factos, o tribunal considerou que, muito embora (como defendia José Arlindo Abreu) a escritura de compra e venda, outorgada com o município, se referisse a “dois negócios em estádios diferentes”, é um facto que a deliberação camarária foi anulada judicialmente. Primeiro, por decisão do Tribunal Administrativo de círculo, em 1993, e, posteriormente, confirmada pelo Supremo Tribunal Administrativo, por decisão transitada em julgado em 2009.
Daí que, como refere a sentença, a nulidade do contrato “deixa de produzir quaisquer efeitos jurídicos, desde a sua formação”.

Polémica. Vendida por concurso, o primeiro contrato promessa de compra e venda foi celebrado a 5 de novembro de 1991. José Arlindo Abreu iria desembolsar cerca de 1.496 milhões de euros (300 mil contos à época), para comprar o “camping” da Vagueira. A escritura pública seria outorgada a 22 de dezembro de 1993, depois de a câmara ter deliberado vender, agora por 250 mil contos, o parque de campismo e mais 15 hectares de terreno adjacente.
Da escritura fazia parte a cláusula de indemnização, por parte da câmara, se viesse a ocorrer, “por facto emergente do seu processo deliberativo ou outro da sua exclusiva responsabilidade”, qualquer situação que inviabilizasse a venda.
João Rocha perdeu as eleições, tendo o [longo e polémico] processo de anulação da venda sido iniciado no primeiro mandato de por Carlos Bento. A sentença seria proferida apenas em 2006, pelo Tribunal Judicial de Vagos, e mais tarde confirmada pela Relação de Coimbra. A câmara seria condenada a restituir a quantia de 1.307 milhões de euros ao antigo proprietário, e determinado o cancelamento do registo predial na conservatória de Vagos.

Eduardo Jaques
Colaborador

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Vagos: Biblioteca Municipal expõe “As 14 Obras da Misericórdia”

Vagos: Biblioteca Municipal expõe “As 14 Obras da Misericórdia”

Em ano de “jubileu extraordinário” da Misericórdia, decretado no passado dia 8 de dezembro pelo Papa Francisco, a criatividade de alguns [amigos] artistas vaguenses resultou na exposição “As 14 Obras da Misericórdia”. A mostra, cuja iniciativa é da responsabilidade da mesa administrativa da Santa Casa da Misericórdia local, que assinala o seu 56.º aniversário, pode ser vista no edifício da Biblioteca Municipal João Grave.
Trata-se de um trabalho “dignificante”, que vai dar lugar a um livro, a ser lançado já em março ou abril, disse o provedor daquela instituição. António Paulo Gravato, que na cerimónia da inauguração trouxe a Vagos Mariano Cabaço, responsável pelo departamento do património cultural da União de Misericórdias Portuguesas (UMP), confirmou que a obra incluirá textos sobre “obras de misericórdia”, pedidos a diversas pessoas e entidades, nacionais e locais.
Um dos testemunhos é do atual bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, que saudou a iniciativa da instituição de Vagos, e se fez representar na inauguração pelo Pe. João Gonçalves. De acordo com o vigário episcopal para a Pastoral Social, que na sua intervenção destacou o papel “extraordinário” das misericórdias no país (“temos aqui catequeses verdadeiras sobre bem-fazer”), o bispo diocesano colaborou “com alguns escritos”.
Para além da imagem de “Nossa Senhora do manto de Vagos”, em grés com óxidos e vidrados, da autoria de Cláudia Rocha, os 14 trabalhos que integram a exposição constituem património da Santa Casa da Misericórdia de Vagos. São assinados por Joana Cristina Ribeiro Matos, Artur Dionísio, Maria Susete Sarabando, António José Gonçalves, Sandra Ferro, Bruno O. Gonçalves e Fernando Grave (obras corporais), João Carlos Sarabando, Paulo Graça, Filomena Neves, Paulo Frade, Ângelo Costa, João Almeida e César Mouro (obras espirituais).
Eduardo Jaques

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