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Arquivo | Vagos

Imagem religiosa viaja de Vagos até Paris

Oferecida à antiga presidente de câmara, Alda Santos Victor, e posteriormente entregue ao pároco de Vagos, para que este “lhe desse o destino que melhor entendesse”, uma imagem de Nossa Senhora de Fátima, em marfinite, acaba de “viajar” até França.
Cedida a uma emigrante vaguense, que reside perto da sede do jornal “Charlie Ebdo”, a imagem está agora ao culto de uma igreja parisiense, que costuma ser visitada pelos portugueses. “E lá partiu a suscitar amor, confiança e devoção em muitos católicos, obrigados a viver entre muçulmanos, judeus, indiferentes, agnósticos e ateus”, refere o Pe. Manuel Carvalhais, na folha semanal da paróquia de São Tiago de Vagos.

Eduardo Jaques

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Certificação de vinhos DO Bairrada aumenta 8% em 2014

Certificação de vinhos DO Bairrada aumenta 8% em 2014

Dois mil e catorze termina como mais um ano de afirmação da qualidade dos vinhos e espumantes da Bairrada, tendo-se registado um crescimento no volume de garrafas certificadas com Denominação de Origem (DO) Bairrada na ordem dos 8%, o que corresponde a mais 500.000 unidades se compararmos com 2013.
O aumento foi superior nos espumantes, a rondar os 24%, valor que dista em 20% dos vinhos tranquilos, que registaram um crescimento na ordem dos 4%.
Para Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, “estes são números que têm margem para crescer: por via dos produtores, que apostam cada vez mais na certificação dos seus vinhos, revelando o interesse em alavancar a notoriedade da região Bairrada; mas também pelo facto da procura dos vinhos desta região estar a aumentar – cá dentro e fora de portas –, o que se traduz no aumento (e valorização) da produção”.
A Bairrada é hoje uma região dinâmica, com adegas e viticultura moderna, e onde o clima e as castas (com destaque para a tradicional Baga) formam o fator diferenciador. Com uma incrível plasticidade, é uma das poucas regiões do país onde se fazem espumantes, tintos e brancos com grande consistência qualitativa; onde as uvas dão origem a vinhos com vários estilos mas mantendo a identidade regional; e em que as uvas podem ser vindimadas em diferentes períodos para fazer os vários vinhos, com as uvas da poda em verde a serem aproveitadas para espumante.

Leia mais na edição de 29/01/2015

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Vagos: EPADRV promove seminário “A Valorização do Vigor Híbrido na Produção Leiteira”

No próximo dia 15 de janeiro (quinta-feira), entre as 15h30 e as 17h30, no auditório da EPADRV, decorrerá um seminário sobre Procross em bovinos- uma nova tendência genética-, cujo tema é “A valorização do Vigor Híbrido na produção leiteira”, aberto à comunidade escolar e exterior.

Neste seminário pretende-se dar a conhecer uma nova técnica de cruzamentos entre 3 raças de vacas e para isso, a EPADRV contará com a presença de especialistas qualificados na área, entre eles Carlos Serra, criador de bovinos, e de produtores de leite de vários pontos do país.

À semelhança de outras iniciativas, como o 1.º Curso Certificado “Tratamentos podais e correção de cascos”, realizado no passado dia 22 de novembro e destinado a alunos do 12.º ano do Curso Técnico de Produção Agrária, este seminário visa alargar o horizonte formativo dos alunos do Curso de Produção agrária, constituindo uma formação complementar ao Plano Curricular do Curso.

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Vagos: Paulo Gravato continua provedor na Misericórdia

Vagos: Paulo Gravato continua provedor na Misericórdia

É seguramente o dirigente mais antigo, que preside aos destinos de uma IPSS no concelho de Vagos. António Paulo Gravato, ex-bancário, voltou a ser eleito, em lista única, provedor da Santa Casa da Misericórdia, cargo que desempenha desde 1986.
Vai cumprir novo mandato (2015/2018), depois de há quatro anos ver aprovada uma moção, que lhe garantia “experiência acumulada” no desempenho de funções, para enfrentar as dificuldades, obstáculos e desafios que o futuro próximo reservava à instituição.
Com Paulo Gravato, foram também reeleitos os mesários João Manuel Domingues, Maria Céu Matos, Manuel Cruz, Dorinda Esmerada Neves e Horácio Dionísio Mateus. O único estreante é Eduardo Manuel Cipriano, sendo suplentes José Manuel Franco e Maria Celeste Almeida.
Na Assembleia-geral, a que preside o Pe. Manuel Carvalhais, Basílio Oliveira, Alexandre Ferreira e Valter Ribeiro e António Machado (suplente) fazem parte do elenco.
Quanto ao Definitório (Conselho Fiscal), a remodelação operada trouxe Óscar Oliveira Gaspar à presidência deste órgão. Com o antigo secretário de Estado da Saúde, que presidiu à cerimónia dos 50 anos da instituição, estão João Mário Fernandes e Carlos Guilhermo Pereira. Amândio Carvalhais é suplente.
EJ

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Vagos: Décadas para benzer a Igreja Matriz

Vagos: Décadas para benzer a Igreja Matriz

Aberta ao culto no final da década de 70 [do século passado], a igreja de Vagos esperou quase 40 anos para ser benzida e obter a sagração do altar. A cerimónia já tem data marcada, 26 de julho, dia do padroeiro, S. Tiago, e conta com a presença do bispo da diocese, D. António Moiteiro.
A cerimónia esteve agendada para 1976, por altura da solenidade do Espírito Santo (Festas da Vila), mas os trabalhos de reconstrução do novo templo, que se arrastavam desde os primeiros meses de 1972, estavam atrasados. Alegadamente devido a “arreliadoras e numerosas paralisações”, atribuídas a “numerosas circunstâncias e ainda a dificuldades de mão-de-obra”, referia, então, o Pe. Manuel Carvalho e Silva, que pretendia uma inauguração “simples, como simples e silencioso foi o processo de construção”.
Anos mais tarde, já em 1985, face à existência de mais obras, seria o próprio Conselho Económico, alegadamente à revelia do pároco, a preconizar a necessidade da nova igreja ser inaugurada. Em comunicado (não assinado), a referida estrutura considerava que o templo deveria ser acabado, “principalmente no que toca à comodidade, acolhimento e embelezamento interno”.
Por decreto do bispo de Aveiro, o Pe. Carvalho e Silva cessaria funções em setembro desse mesmo ano, sendo transferido para Oiã. E seria no tempo do seu sucessor, Pe. Manuel Teixeira das Neves, que parte do sonho da comunidade católica vaguense se haveria de concretizar.
Aproveitando a sua presença em Vagos, para celebrar a eucaristia e o sacramento da confirmação, foi o próprio bispo, D. António Marcelino a dar por inaugurada a referida igreja, adiantando que a dedicação da mesma “se faria em cerimónia condizente, em data a escolher”. Por sugestão do pároco, publicada em artigo de opinião no mensário “Terras de Vagos”, propriedade da paróquia, a data mais apropriada “seria a 25 de Julho de 1987, sábado, festa de S. Tiago, padroeiro da freguesia”.

Arrepio das normas. O que acabaria por não acontecer, ao arrepio das normas promulgadas no Código de Direito Canónico de 1983, as quais determinam que “a nova igreja seja dedicada ou benzida quanto antes”, considera agora o atual pároco de Vagos, Pe. Manuel Carvalhais.
A cerimónia está, finalmente, marcada para 26 de julho, e conta com a presença do bispo de Aveiro. D. António Moiteiro estará em Vagos nessa data, para presidir aos ritos de bênção e sagração da igreja matriz, que curiosamente ainda continua em obras.
A última empreitada, já concluída, diz respeito à aplicação de seis portas de freijó brasileiro, fixação do crucifixo do Senhor da Agonia, e mudança da peanha que suporta a imagem do padroeiro, S. Tiago (século XVI). Para breve vai avançar o tratamento do soalho do coro, pintura de portas exteriores e melhoramento da iluminação elétrica.

Eduardo Jaques/Colaborador

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Vagos: Misericórdia continua a sonhar aos 55 anos

No balanço de 2014, destaque para a Santa Casa da Misericórdia, que comemorou em dezembro o 55º aniversário. A IPSS de Vagos existe desde 1959. Continua a trabalhar, fruto das parcerias/protocolos que mantém, com organismos estatais, em prol da franja social que revela maiores fragilidades sócio económicas. Instituição de mérito foi, durante mais de mais de meio século, visitada por alguns governantes, incluindo um primeiro-ministro, como se dá conta no trabalho de pesquisa, em jeito de memória, que a seguir reproduzimos.
Em setembro de 1980, por exemplo, coube ao então secretário de Estado da Segurança Social, Bagão Félix, inaugurar o Infantário. Alda Santos Victor era presidente da câmara, João Carlos Regalado o provedor, sendo a nova infraestrura benzida pelo arciprestre de Vagos, padre Carvalho e Silva. O governante admitia, nessa altura, que o país estava “longe de possuir um mínimo de proteção, no campo social”. E lembrava que a justiça social não devia ser “mensagem panfleária”, uma vez que “se existe é para se praticar, para se cumprir”.
Anos mais tarde, em 1984, seria a vez de Leonor Beleza, titular da mesma pasta, inaugurar o Centro de Dia para a Terceira Idade. Foi benzido pelo bispo de Aveiro, D. Manuel Almeida Trindade, na presença, entre outros, de Gilberto Madail, governador civil, e João Rocha, presidente da câmara.
Em pleno cavaquismo, Silva Peneda, ministro do Emprego e Segurança Social, inaugurou, em Fevereiro de 1991, o Lar da Terceira Idade. O governante seria generoso, depois de ouvir o rol de carências, enunciadas pelo provedor, Paulo Gravato. No seu discurso, depois de lembrar que o apoio do governo é “firme, mas discreto”, anunciou a atribuição de um subsídio extraordinário, no valor de cinco mil contos, para a obra que acabara de inaugurar.
Em 2005, Vagos fez parte do roteiro do ministro da Segurança Social, Fernando Negrão, que em janeiro aqui inaugurou duas novas valências, Centro de Medicina e Reabilitação Física e Lar para Jovens em Risco. Na presença do então bispo de Aveiro, D. António Marcelino, o ministro destacou o papel das misericórdias, em particular na área da saúde, tendo-se mostrado surpreendido pela “coragem desta instituição querer instalar aqui valências deste nível”.
A iniciativa “Governo Presente” trouxe José Sócrates à Santa Casa da Misericórdia, em fevereiro de 2009. O antigo primeiro-ministro vinha observar, no ano em que a IPSS de Vagos completava meio século, as duas mais recentes valências – a Creche e o Centro de Acolhimento Temporário (CAT) para jovens raparigas em risco. Deixou uma palavra, de coragem: “Estamos muito orgulhosos de vós e do vosso trabalho, que queremos apresentar com um bom exemplo para o país”. E outra, de esperança: “Com este trabalho diário, em prol da solidariedade humana, do companheirismo e entreajuda, é que a coesão do país se torna uma realidade”.
Ainda em 2009, mas em dezembro, coube ao vaguense Óscar Gaspar, então secretário de Estado da Saúde, presidir à cerimónia festiva dos 50 anos da instituição. Descerrou a placa comemorativa e confirmou a aprovação da candidatura para a construção de uma unidade de cuidados continuados de média duração e manutenção, no âmbito da segunda fase do Programa Modelar. A referida infra-estrutura, com um custo de 1,5 milhões de euros, receberia a comparticipação de 750 mil euros do Estado. Infelizmente, a obra nunca passou do papel.
Eduardo Jaques
Colaborador

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Vagos: Trabalho inspirado no evangelho é “mais-valia para município”

“Que o bem que se faz, seja cada vez mais e melhor”, foi a mensagem, deixada pelo bispo de Aveiro, que marcou presença no arranque das comemorações do 55.º aniversário da Santa Casa da Misericórdia de Vagos.
D. António Moiteiro, que pela primeira vez desde que tomou posse, celebrou missa na igreja matriz de Vagos, reconheceu que fazer o bem ao próximo será, na perspetiva cristã, fazê-lo sempre “na dimensão das obras da misericórdia”.
“É aqui que está a marca de Deus”, referiu, destacando o trabalho, que disse ser “inspirado no Evangelho”, que vem sendo desenvolvido pela misericórdia local. “Uma mais-valia para o município de Vagos, e para as pessoas que nele vivem”, confirmou o bispo de Aveiro, fazendo votos para que aquela instituição continue a fazer “cada vez mais e melhor”.

Eduardo Jaques/Colaborador

Reportagem completa na edição de 23/12/2014 do JB

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Mensagem de Natal do Bispo de Aveiro

Mensagem de Natal do Bispo de Aveiro

É Natal, Jesus está connosco. Desde a Sua conceção, Ele é verdadeiro homem e verdadeiro Deus: homem como nós, nascido numa família humana, mas concebido pelo Espírito Santo. Ele é o verdadeiro «Emanuel», o Deus connosco (Mt 1, 23).
Este Jesus é a razão do verdadeiro Natal. Celebramos o Seu nascimento. A narração da natividade, tal como a descrevem os Evangelhos, é muito simples: tudo ocorre na solidão e no silêncio. Maria e José são as únicas testemunhas. A grandiosidade de um Imperador que ordena um recenseamento em todo o mundo conflui num humilde presépio, no qual está deitado o Menino.
Assim valoriza Deus o que somos e temos. Quando falamos em “oferecer o melhor que temos ao Senhor”, deveríamos examinar se a nossa escala de valores se ajusta a esta que Deus Pai estabeleceu, preparando o acolhimento ao Seu querido Filho, que nasceu para cada um de nós. O que é verdadeiramente extraordinário é que Deus se fez homem.
A verdade fundamental do nascimento de Jesus é esta: nascido numa aldeia desconhecida, em absoluta pobreza, no seio de uma família humilde, expressa-se a exaltação das coisas pequenas. É nesta pequenez, nesta humildade, que devemos crescer para o acolhimento de Deus e para a entrega de nós próprios ao seu serviço, traduzido no amor generoso e gratuito aos outros. Mas só à luz da Ressurreição podemos avaliar esta pequenez como grão de mostarda que se converterá em árvore frondosa (Mt 13, 32).
No início do meu ministério como bispo de Aveiro, no passado mês de setembro, centrei a atenção nas famílias e nos desafios que se lhes deparam na realização da sua missão. Apelei a que não se fechassem em si mesmas, mas que se abrissem à vida como um dom que vem de Deus. Também a Mensagem do Sínodo dos Bispos sobre a família refere que o amor do homem e da mulher nos ensina que cada um dos cônjuges precisa do outro para ser ele mesmo, mantendo-se diferente do outro na sua identidade, que se abre e se revela no dom recíproco. É o que exprime de uma forma sugestiva a mulher do Cântico dos Cânticos: «O meu amado é meu e eu sou dele… Eu sou do meu amado e o meu amado é meu» (Ct 2,16; 6,3). Nesta reciprocidade, temos de concluir que só partilhando o Natal alguém pode viver a sério o seu Natal.
A família cristã, como verdadeira Igreja doméstica, deve ser a primeira e principal educadora dos seus filhos. Enquanto pais cristãos, estão obrigados, antes que quaisquer outros, a formar os seus filhos na fé e na prática da vida cristã, através da palavra e do exemplo. Apesar das dificuldades que se deparam hoje à família cristã, ela continua a ser uma estrutura básica na iniciação cristã e inclusive um desafio pastoral: a família cristã não pode renunciar à sua missão de educar na fé os seus membros e ser modelo para as gerações mais jovens. Em tempo de Natal, a manifestação do amor de Deus deve chegar ao seio das famílias com a mesma ternura e ardor que nos é transmitido pela família deste Menino que em cada ano festejamos o Seu nascimento, para que a Sua luz irradie para os que caminham longe da luz.
O modelo da família de Nazaré – Jesus, Maria e José – deve inspirar todas as famílias, porque o amor faz parte da nossa identidade cristã: «Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 34-35). Devemos amar-nos uns aos outros porque Deus nos ama, e nos amou primeiro, e mostra esse amor enviando o seu filho Jesus, que por amor deu a vida por nós. Aprendamos o amor para sairmos de nós mesmos e irmos ao encontro da grande família humana.
Neste Natal, procuremos estreitar laços, fazer com que o amor de Deus renasça em nós e no coração daqueles que vivem à nossa volta. Que ninguém sem lar, sem pão ou sem trabalho, sem horizontes de vida… nos seja indiferente. Procuremos ajudar a construir, naquilo que estiver ao nosso alcance, um mundo mais belo e mais justo, onde a paz anunciada pelos anjos na noite de Natal se estenda a toda a terra.
Desejo que o nascimento de Jesus seja um desafio a uma vida nova, na esperança de que nos empenhemos para que o ano 2015 seja de graças e bênçãos para todos os diocesanos de Aveiro.
A todos desejo a melhor prenda do Natal!

António Moiteiro
Bispo de Aveiro

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Santa Casa da Misericórdia de Vagos assinala 55 anos de existência

Santa Casa da Misericórdia de Vagos assinala 55 anos de existência

O bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, preside hoje, na igreja matriz de Vagos, pelas 18h30, à celebração da missa de ação de graças e sufrágio pelos Irmãos, clientes, colaboradores e benfeitores da Santa Casa da Misericórdia, que assinala 55 anos de existência.
Das comemorações, que se estendem ao longo do próximo ano, faz parte o lançamento de um livro para crianças, da responsabilidade do escritor Paulo Frade.
De acordo com a mesa administrativa daquela IPSS, a referida publicação resulta da recolha de estórias, contadas por utentes da estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI). Os textos serão ilustrados por desenhos de crianças, que frequentaram o pré-escolar da Misericórdia no ano letivo passado.
Paralelamente, serão lançadas ações, de caráter cultural e lúdico, com destaque para uma mostra de pintura envolvendo artistas vaguenses. Dedicada às catorze obras de misericórdia, com a exposição será, ainda, publicado um livro sobre o mesmo tema.
Instituição de mérito, a Santa Casa da Misericórdia de Vagos foi fundada em 1959, por despacho do então ministro da saúde e da assistência, Henrique Martins Carvalho, publicado no Diário do Governo nº 303, 3ª série, de dezembro do mesmo ano.

Boa resposta. Com múltiplas valências (a primeira, infantário-creche, foi inaugurada em 1980, por Bagão Félix, secretário de Estado da Segurança Social), a IPSS de Vagos continua a dar excelente resposta às necessidades emergentes, através de acordos de cooperação com a Segurança Social.
Falamos do serviço de apoio domiciliário, estrutura residencial para idosos, centro de acolhimento temporário, creche e estabelecimento pré-escolar. Mas, também, da participação no núcleo local de inserção, fundo europeu de auxílio a carenciados e desenvolvimento da cantina social, entre outros.
Destaque, ainda, para a Rede Local de Intervenção Social (RLIS), na qual a instituição vaguense foi selecionada para desenvolver, a nível concelhio, um dos doze projetos-piloto, a realizar no continente.
O projeto, a desenvolver até junho de 2015, será liderado por equipa multidisciplinar, e configura um serviço de atendimento e acompanhamento social a famílias, em situação de vulnerabilidade, de exclusão ou emergência social.

Eduardo Jaques
Colaborador

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Conselho Municipal da Juventude de Vagos já “mexe”

Acaba de ser instalado o Conselho Municipal da Juventude de Vagos (CMJV). Liderado pelo presidente da câmara, o novo órgão é composto por representantes dos partidos, com assento na assembleia municipal (PSD, CDS e PS), e de cada organização de juventude partidária (JSD e JS), para além da única agremiação juvenil sedeada no concelho, Jamunas – Associação, com sede no Boco.

Na sua primeira reunião, o CMJV contou com a participação de oito “observadores permanentes”, sem direito a voto, conforme determina o artigo 5.º da Lei 8/2009, de 18 de fevereiro. Estiveram presentes os representantes da coordenação da pastoral juvenil, dos agrupamentos de escuteiros de Vagos, Calvão, Fonte de Angeão e Ponte de Vagos, ainda membros das associações de estudantes da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Secundária de Vagos e Colégio de Calvão.

De referir que o regulamento do CMJV, apesar de aprovado, por unanimidade, pelo anterior executivo, em junho de 2013, só seria aprovado, por maioria, pela assembleia municipal a 30 de abril do corrente ano. Foi publicado em Diário da República a 4 de julho, tendo entrado em vigor quinze dias depois.

Na altura, a única voz discordante partiu da bancada centrista, que se mostrou contra a iniciativa camarária. Trata-se, diria o porta-voz do CDS, Mário Castelhano, de um “conselho setorial”, pelo que a sua criação só faria sentido se, por exemplo, “fossem criados órgãos semelhantes para os setores da 3.ª idade ou infância.”

Nos termos da legislação em vigor, o CMJV pode colaborar, entre outras, na “definição e execução das políticas municipais de juventude”, nomeadamente nas áreas do emprego e formação profissional, habitação, educação e ensino superior, cultura, desporto, saúde e ação social. Paralelamente, para além de colaborar com o município em questões relacionadas com a juventude, pode, ainda, promover a discussão de “matérias relativas às aspirações e necessidades”, dos jovens aqui residentes.

Ainda sem agenda definida, o novo órgão volta a reunir em janeiro de 2015. Para o presidente da câmara, Silvério Regalado, o que se pretende é “operacionalizar o Conselho Municipal da Juventude, em prol de Vagos e dos vaguenses, mas sobretudo dos vaguenses mais jovens.”

Eduardo Jaques

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