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Renault Talisman apresentado na Feira de Março

Renault Talisman apresentado na Feira de Março

O novo Renault Talisman é apresentado esta sexta-feira, dia 15 de abril, na Feira de Março, em Aveiro. A mais recente aposta da Renault será dada a conhecer ao grande público no espaço de exposição do Entreposto A. Fontes, S.A, no Pavilhão B.

O concessionário convida clientes, amigos e população em geral, para que estejam presentes neste lançamento, que decorrerá por volta das 18h.

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Aveiro: Próximos concertos no Teatro Aveirense

Aveiro: Próximos concertos no Teatro Aveirense

No próximo sábado, dia 12 de março, Katia Guerreiro sobe ao palco do Teatro Aveirense com “Tour até ao fim”. O concerto tem início pelas 21h30 e os bilhetes custam 20 euros.

“Até ao Fim” é um álbum de emoções. Emoções passadas, presentes e futuras. É o disco pelo qual Katia Guerreiro esperou, até garantir que o sentia no seu todo. Esperou também por todos, autores, compositores, músicos, com quem queria fazer esta viagem. E ao longo dos 12 temas que o compõem, é este o fado que se ouve… e que Katia quer partilhar com o público… Até ao Fim.

No domingo, dia 13, a partir das 21h30, o palco do Teatro Aveirense recebe o Concerto de Páscoa. Com cerca de 155 músicos em palco, sob a direção do maestro convidado Vasco Negreiros e com a participação da soprano Daniela Matos e do baixo Miguel Maduro-Dias, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Classe de Coro do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DeCA/UA) interpretam “Héroïde funèbre” de Franz Liszt, “Hymnus an das Leben” de Friedrich Nietzsche e a estreia ibérica do “Requiem” de Frederick Delius. Bilhetes a 7 e 5 euros.

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Salvador Malheiro vence distrital do PSD

Salvador Malheiro venceu a corrida à Comissão Permanente Distrital do PSD com 3274 votos, contra 2040 da lista A.
Dos 19 concelhos do distrito de Aveiro, a lista de Salvador Malheiro ganhou 14, incluindo a capital, enquanto a lista de Ulisses Pereira obteve a vitória em cinco.
O elenco apresentado por Salvador Malheiro obteve diferenças significativas nas votações em Arouca (8-213), Oliveira de Azeméis (30-346), Ovar (20-513), Vale de Cambra (5-74) e Murtosa (13-46).
A sul do distrito, a lista B venceu em Águeda (46-77), Albergaria (2-63), Anadia (260-313) Estarreja (9-73),ílhavo (27-62), Mealhada (4-91), Oliveira do Bairro (26-132). Sever do Vouga, com apenas 44 votantes em 84 inscritos, teve a votação mais renhida: 21 votos na A, e 22 na B (1 branco). A secção da cidade-sede do distrito seguiu a tendência da maioria: 191-436.
A lista encabeçada por Ulisses Pereira venceu nas urnas de Castelo de Paiva (137-38), Espinho (212-70), Vagos (231-106) S. João da Madeira (253-217) e Santa Maria da Feira (565-393).
Nas eleições dos órgãos distritais do PSD votaram 5380 militantes de 7805 inscritos.
O novo líder da distrital do PSD, já disse tratar-se de “uma vitória da militância de base” e prometeu que sob a sua direção, o órgão do partido será aberto a todos os militantes e estará empenhado no terreno em conquistar mais câmaras para o PSD nas próximas eleições autárquicas.

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PSD/Aveiro: Listas concorrentes integram bairradinos

PSD/Aveiro: Listas concorrentes integram bairradinos

É já este sábado, dia 5 de março, que se saberá quem é o próximo presidente da Distrital do PSD de Aveiro. Haverá duas listas a concorrer à sua liderança, uma liderada por Ulisses Pereira e a outra por Salvador Malheiro. Saiba quem são os bairradinos que integram ambas as listas.

 

Ulisses Pereira:

Sérgio Lopes – Oliveira do Bairro

Silvana Marques – Anadia

Carlos Pinheiro – Mealhada

Silvério Regalado – Vagos

Nuno Moura – Vagos

Dulcínia Sereno – Vagos

Luís Tendeiro – Águeda

Amílcar Pereira – Oliveira do Bairro

Paulo Oliveira – Anadia

 

Salvador Malheiro:

Rui Cruz – Vagos

Henrique Fidalgo – Anadia

Bruno Coimbra – Mealhada

Hilário Santos – Águeda

António Mota – Oliveira do Bairro

Anabela Melo – Anadia

Paulo Matos – Águeda

Graciete Crasto – Anadia

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Câmara de Cantanhede transfere verbas para as juntas

O presidente da Câmara Municipal de Cantanhede reuniu com os presidentes de junta, no passado dia 2 de fevereiro, para formalizar os protocolos de transferência de verbas para as freguesias cumprirem competências que estão no seu âmbito de intervenção. No encontro, João Moura esteve acompanhado por Helena Teodósio, vice-presidente da autarquia e responsável pelo pelouro financeiro, e pelo vereador Pedro Cardoso.
Os contratos interadministrativos de delegação de competências tem enquadramento na política de cooperação institucional que a Câmara Municipal tem vindo a manter desde há anos com as juntas de freguesia.

Total de 500 mil euros. Além da atribuição das verbas inscritas nos referidos contratos, neste caso destinadas a obras de requalificação urbana nas freguesias, o Município de Cantanhede tem previsto transferir para estas outros apoios financeiros no âmbito de protocolos de cooperação e que no total deverão ascender a um montante global de 500 mil euros.
Como habitualmente, esses protocolos destinam-se a financiar intervenções em vários domínios, designadamente a execução de valetas em betão ou em calçada, calcetamento e colocação de lancil nas ruas e passeios no perímetro da freguesia, bem como à gestão, conservação e reparação de equipamentos culturais e desportivos, escolas e estabelecimentos de educação pré-escolar, creches e jardins-de-infância.
Segundo o líder do executivo camarário cantanhedense, “o alcance da política de cooperação subjacente aos acordos com as juntas é bem maior que a soma das partes, porquanto configura um modelo integrado de intervenção com várias frentes e que abarca todo o território do concelho”.
Enfatizando o facto de, “desde há muitos anos, a Câmara Municipal atribuir às freguesias de acordo com critérios de justiça, equilíbrio e equidade”, João Moura garante que esta é uma orientação que vai ser mantida, tanto mais que estão demonstrados os benefícios decorrentes das obras e intervenções que neste âmbito têm sido realizadas nas comunidades locais”.
O autarca adianta “que o valor global inscrito em orçamento destinado às freguesias é idêntico ao de anos anteriores, o que demonstra bem o apreciável esforço financeiro que a Câmara Municipal se propõe continuar a fazer na valorização das zonas urbanas, espaços públicos e equipamentos coletivos, no sentido de reforçar a coesão territorial do concelho”.

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Estudo potencia produção de mais e melhores vinhos

Uma equipa de investigadores do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) estudou pela primeira vez, em Portugal, a relação entre o tipo de castas, as características do solo e os fatores ambientais que as envolvem para que os produtores extraiam de cada tipo de casta as potencialidades para o vinho que querem produzir. Com a nova ferramenta ganha o produtor, que tem menos encargos com o processo tecnológico, ganha o consumidor, que bebe um vinho com menos coadjuvantes enológicos adicionados, e o ambiente, pela diminuição da necessidade do uso de químicos na vinha e no lagar.
“O estudo afirma-se como uma ferramenta destinada a fortalecer o setor vitivinícola em Portugal, criando oportunidades para alcançar mercados mais exigentes”, aponta Sílvia Petronilho, a autora do estudo no âmbito do doutoramento em Química sob orientação científica dos professores Manuel A. Coimbra e Sílvia Rocha.
O interesse dos produtores na investigação realizada na Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ cresce de dia para dia. Em curso, estão já a ser estabelecidas parcerias com produtores de várias regiões demarcadas do país para a aplicação do conceito de qualificação e valorização das castas na produção de vinhos brancos, tintos e rosés.
O trabalho, que englobou o estudo de sete castas, brancas e tintas, ao longo de três anos em vários tipos de ambientes e localizações, ainda que circunscrito para já às vinhas do Campolargo da Região Demarcada da Bairrada, pode ser extrapolado para qualquer zona de produção vinícola nacional.

Projetar o vinho e potenciar a produção. Primeiro o produtor pensa no vinho que quer obter, tendo em conta determinado mercado. Escolhidas as particularidades do vinho, a hora é de selecionar não só as castas como também a localização geográfica da vinha, cujas características do solo, da topografia e do clima permitirão aos produtores obter o néctar desejado com o mínimo de processamentos químicos.
O resultado é que sai para o mercado um vinho que não só foi produzido com menos custos no processo tecnológico, como também foi obtido sem excesso de coadjuvantes enológicos.

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Apelo: Utente do Centro de Saúde de Oliveira do Bairro necessita de dador de medula

No próximo sábado, dia 5 de dezembro, decorrerá uma recolha de medula na sede da ADASCA (Associação de Dadores de Sangue de Aveiro), no Bairro de Santiago, em Aveiro. Esta recolha de medula visa encontrar um dador compatível com uma utente do Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, que luta neste momento contra uma leucemia.
Apela-se a todas as pessoas saudáveis, entre os 18 e os 45 anos, que ajudem e colaborem nesta iniciativa, que terá lugar entre as 9h e as 13h.

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Centenário das Caves São João: Vinho Branco Integral 2014, um tributo à década de 70 e à liberdade

Centenário das Caves São João: Vinho Branco Integral 2014, um tributo à década de 70 e à liberdade

 

Chama-se 95 Anos de História – Vinho branco integral 2014 e é o mais recente produto vínico lançado pelas Caves São João no âmbito do projeto das comemorações do centenário da empresa. Foi precisamente no dia de S.Martinho (11 novembro) que a administração desta prestigiada empresa anadiense apresentou este vinho evocativo da década de 70 para o qual foi escolhido como tema “a Liberdade”, acontecimento mais marcante daquela década. Um vinho que é o sexto de uma coleção de 11 produtos vínicos que a empresa vai lançar até ao ano 2020, data em que celebrará o centenário.
Um projeto que teve início em 2010, com a edição anual de uma série limitada de garrafas de vinho de elevada qualidade, cuja imagem refletirá um acontecimento cultural que marcou a história do século XX.
Foi na magnífica Quinta do Poço do Lobo, localizada na Pocariça – Cantanhede, que a administração das Caves São João deu mais um passo em direção ao centenário, com a apresentação pública desta edição dos 95 Anos de História, desta feita um vinho branco integral, comemorativo da década de 70, precisamente a década em que a empresa adquiriu (1971) aos herdeiros de Manuel Evaristo Pessoa, a Quinta do Poço do Poço do Lobo, hoje, uma propriedade com 37 hectares e que serviu de palco a este lançamento.
“Esta quinta deu-nos liberdade para experimentar, criar vinhos, escolher castas”, diria, na ocasião, a administradora Fátima Flores, já que foi a partir desta data que a empresa deu início a uma nova fase do seu portefólio com a produção de vinhos de quinta.
O vinho agora lançado, numa edição numerada e limitada, apresenta na garrafa um rótulo alusivo à Liberdade – onde não falta o cravo -, que “nos fazem recordar a quinta década de existência da Caves São João”, disse a gestora da empresa, Célia Alves, mas também a revolução de Abril. “Um vinho elaborado à semelhança do primeiro vinho branco da Quinta do Poço do Lobo, que também foi 100% da casta Arinto mas que homenageia também os antecessores da empresa”, concluiu.
Já o enólogo José Carvalheira destacaria tratar-se de um vinho “que é quase uma aventura, que apela muito à liberdade e ao que a década de 70 trouxe a Portugal e aos portugueses”. A ideia foi “criar um vinho integral, contra as regras. Um vinho que evoca os vinhos de outrora. Cem por cento Arinto é um vinho integral, ou seja, em que a intervenção humana foi a menor possível, por forma a que a natureza se exprimisse ao máximo”. E, de facto, exprimiu-se e de que forma.
Um vinho branco elaborado de forma ancestral, sem adição de produtos enológicos, engarrafado diretamente das barricas em julho de 2015, sem qualquer clarificação, como outrora era hábito.
De cor amarela citrina, é um vinho muito complexo, com evidentes notas minerais, vegetal seco e flores secas. As notas de madeira estão perfeitamente integradas. Com grande frescura gustativa, é elegante e bastante persistente, o que lhe confere grande potencial de envelhecimento. PVP: 30 euros.
No futuro, foi avançado que a empresa quer reativar nesta Quinta do Poço do Lobo o lagar de azeite e tornar esta vasta área num local de referência no ecoturismo e enoturismo da região.
Neste dia decorria a vindima da casta Semillon para o colheita tardia (ver caixa) e foram também apresentadas outras novidades que marcam este ano de 2015: o vinho tinto DOC Bairrada Bom Caminho (ver caixa), mas também o azeite Quinta do Poço do Lobo que em breve – antes do Natal – vai também ser lançado.

(ler mais na edição em papel ou digital)

Catarina Cerca

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Oito vinhos Bairrada premiados  no concurso “Escolha da Imprensa” no Encontro com o Vinho e Sabores

Oito vinhos Bairrada premiados no concurso “Escolha da Imprensa” no Encontro com o Vinho e Sabores

Este ano, foram oito os vinhos da Bairrada que se destacaram no Concurso Escolha da Imprensa 2015, organizado mais uma vez pela Revista de Vinhos, no âmbito do Encontro com o Vinho e Sabores, que decorreu de 30 de outubro a 2 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa.
Nesta 16.ª edição do evento promovido pela Revista de Vinhos, o destaque vai para os oito vinhos da região da Bairrada distinguidos com o Prémio Escolha da Imprensa.
De sublinhar que, de acordo com a Revista de Vinhos, “este ano foram batidos todos os recordes: de participação e de jurados. Entraram 357 vinhos, em cinco categorias (espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados). E o júri foi constituído por 34 provadores de todo o leque de órgãos de comunicação social do país, desde a especialidade até aos blogs de assumidamente pendor vínico.”
A entrega de prémios foi realizada no primeiro dia do Encontro com o Vinho e Sabores e os vinhos premiados estiveram em degustação livre ao público durante os quatro dias do evento.
Aqui deixamos a lista dos premiados da região da Bairrada:
ESPUMANTES: Aliança Vintage Bairrada branco 2010 (Aliança – Vinhos de Portugal); Primavera Baga-Bairrada branco 2013 (Caves Primavera); Regateiro Bairrada branco 2013 (Ares da Bairrada) e São Domingos Cuvée Bairrada branco 2011 (Caves do Solar de São Domingos).
BRANCOS: Aveleda Reserva da Família Bairrada 2014 (Aveleda).
ROSÉS: Quinta do Poço do Lobo Bairrada Baga Pinot Noir Reserva 2014 (Caves São João).
TINTOS: 2221 Terroir Cantanhede Bairrada 2011 (Adega Cooperativa de Cantanhede) e Foral de Cantanhede Gold Edition Bairrada Baga Grande Reserva 2009 (Adega Cooperativa de Cantanhede).

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Ílhavo: Confraria Gastronómica do Bacalhau perde confrade Chefe Silva

Ílhavo: Confraria Gastronómica do Bacalhau perde confrade Chefe Silva

A Confraria Gastronómica do Bacalhau de Ílhavo manifesta um profundo pesar pelo falecimento do Confrade Chefe Silva. Além da enorme amizade recíproca nutrida entre ambos, o nosso Confrade Chefe Silva foi sempre um elemento presente na vida e no ser da nossa Confraria.
O Chefe Silva foi entronizado Confrade de Honra em janeiro de 2001 e em janeiro de 2004, juntamente com o atual Grão-mestre da Confraria, João da Madalena, foi entronizado Confrade Efetivo.
O Confrade Chefe Silva, ao qual estamos imensamente gratos, desenvolveu a reconhecida receita do Bacalhau à Confraria que, hoje, é um ícone no cardápio da Região e um ex-libris no Festival do Bacalhau.
Na história da Confraria Gastronómica do Bacalhau o Chefe Silva tem um lugar especial, um lugar de carinho, de amizade e de respeito. Sendo, reconhecidamente, um dos primeiros Chefes portugueses, e com a forte ligação ao mais puro elemento gastronómico português, a Confraria Gastronómica do Bacalhau olha entristecida para uma perda inqualificável e insubstituível no panorama gastronómico nacional.
Antagonicamente, não poderemos deixar de estar satisfeitos pelo trabalho realizado e pelo legado que, acreditamos, seja hoje património nacional. Certo é que a gastronomia tem um papel central no turismo e na preservação dos valores imateriais do país e, indubitavelmente, muito desse património foi alavancado pelo nosso Confrade Chefe Silva.
O livro dedicado a um dos maiores símbolos do nosso Portugal – o Bacalhau, e à Confraria Gastronómica do Bacalhau, deixa-nos uma sensação de dever cumprido, de respeito pela cultura, pelo nosso passado e pelas gentes que, arduamente, batalharam na difícil arte da pesca do bacalhau.
Nesse pressuposto, atento a todo o ecossistema relativo ao Bacalhau, o Chefe Silva sempre identificou o Fiel Amigo como um representante de uma Região que tem vindo a potenciar e proporcionar uma crescente importância na dinamização de novas soluções gastronómicas entre o tecido empresarial setorial e a comunidade de apreciadores, centros de conhecimento popular e hotelaria, com a ambição de conceber soluções gastronómicas audazes nos mercados da saudade internacionais, reforçando desta forma os níveis de competitividade do município, aportando qualidade de vida das nossas gentes e proporcionando um bem-estar inigualável.
Hoje, no último adeus físico ao Chefe Silva, a Confraria Gastronómica do Bacalhau estará, naturalmente, presente. Todo um legado perpetuará na rica cultura ilhavense e, sem falsas pretensões, na cultura nacional.
A toda a família e a todos os seguidores do eterno Chefe Silva, a Confraria Gastronómica do Bacalhau apresenta as mais profundas e sinceras condolências.
O Chefe Silva perpetuará sempre entre nós.
A Confraria Gastronómica do Bacalhau

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