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Brigotintas assinala 18.º aniversário durante todo o mês de maio

Brigotintas assinala 18.º aniversário durante todo o mês de maio

A Brigotintas está a assinalar os seus 18 anos de vida, ao longo de todo o mês de maio. Para isso, conta com a colaboração dos seus fornecedores, que estão presentes nas ações promotoras, nas várias lojas da Brigotintas, em Cabecinhas (Calvão, Vagos), Ílhavo e Oiã.
A gerente Helena Domingues recorda como tudo começou, há 18 anos. “Começámos praticamente do zero, numa pequena loja, aqui em Cabecinhas. Depois, estendemo-nos para Ílhavo, em 2004, e Oiã, em 2007. Um ano depois, transferimos a loja de Cabecinhas para este espaço”, na mesma localidade.
Um percurso “trabalhoso”, mas que “valeu a pena”, garante Helena Domingues, que gere uma empresa que conta já com nove funcionários.
As comemorações deste aniversário tão especial vão ter ações, sempre nas três lojas, relacionados com as próprias datas e começaram já no dia 2 (sábado), numa antecipação do Dia da Mãe, com entrega de rosas a todas as mães. Uma ação com apoio da Barbot (foi, aliás, uma semana dedicada a este fornecedor de tintas).
No dia 4, Dia do Sol, foram oferecidos bonés. Ainda neste dia e no dia seguinte, comemorando o Dia da Imprensa (que se assinala no dia 3), houve apontamentos decorativos e distribuição dos dois jornais que colaboram nesta iniciativa, Jornal da Bairrada e O Ponto.
No dia 5, Dia do Trânsito, foram distribuídos folhetos com conselhos aos automobilistas.
No dia 15 de maio, assinalou-se o Dia Internacional da Família.
Já no dia 18, aproveitando o Dia da Internet que se assinala na véspera, haverá uma interação com quem escolher um produto através da loja online e o levar impresso à loja física. Neste mesmo dia, Dia dos Museus, serão oferecidos bilhetes para o Museu do Brincar (Vagos), folhetos informativos sobre o Museu de Etnomúsica (no Troviscal).
No dia 21, Dia Mundial da Diversidade e Cultura para o Diálogo e Desenvolvimento, serão aceites inscrições para uma visita à Casa Gandareza. No dia seguinte, Dia Internacional da Biodiversidade, haverá uma oferta relacionada com o tema.
No dia 28, Dia Internacional da Saúde Feminina, será feita uma interação com a esteticista Joana Ramos, de Calvão, que oferece vouchers de 10% de desconto a todas as mulheres.
No dia 29, Dia da Energia, estará em vigor uma campanha de LED’s.
Finalmente, no dia 30 de maio, a Brigotintas antecipa o Dia da Criança. Serão oferecidos brindes, de vários fornecedores e os mais pequenos podem contar com muita animação.
Todas estas ações serão patrocinadas e realizadas em colaboração com os principais fornecedores da Brigotintas: Barbot, Dyrup, Robbialac, Tintas Titan, Lusaveiro, Mistolin, UHU, Indasa, Central Lobão e também com o apoio dos Municípios de Vagos, Oliveira do Bairro e Ílhavo.

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Escola Básica e Secundária de Anadia: Falta de certidão do Registo Predial compromete comparticipação comunitária

Escola Básica e Secundária de Anadia: Falta de certidão do Registo Predial compromete comparticipação comunitária

 

A inexistência de uma certidão do Registo Predial que comprove que a titularidade dos terrenos onde está a ser implantada a nova Escola Básica e Secundária de Anadia pertence à Parque Escolar/Ministério de Educação pode colocar em causa a comparticipação da obra por parte dos Fundos Comunitários.

Autarca preocupada. O alerta foi deixado pela autarca Teresa Cardoso, durante a última assembleia municipal, realizada no passado dia 29 de abril.
Desafiada pelo deputado e presidente da Concelhia de Anadia do PSD, Henrique Fidalgo, a explicar a razão por que parece estar mais preocupada com a titularidade dos terrenos da atual ESA e da EB 2/3 de Anadia do que com a conclusão da nova escola, a edil anadiense rebateu a acusação elencando as várias fases do processo e o seu envolvimento pessoal, tendo-se desdobrado em contactos e reuniões com Ministro da Educação e Secretários de Estado da Educação, bem como com a Parque Escolar, no sentido de pressionar para retomar a obra e saber da sua conclusão.

Perda de financiamento. Agora, explicou, com a obra na reta final, a autarca relembra que existe uma questão que tem de ser rapidamente ultrapassada, sob pena de se poder perder financiamento europeu.
A questão prende-se com a titularidade dos terrenos onde está a ser construído o novo equipamento escolar.
Durante a sessão, Teresa Cardoso defendeu a “permuta de terrenos e edifícios” para que tanto a EB 2/3 como a ESA não fiquem ao abandono, depois da entrada em funcionamento da nova escola. “Os edifícios já estão bastante degradados e sabemos que depois de desativados, ficam ao abandono”. A edil lamentou ainda que sobre esta matéria, até àdata, não haja resposta da tutela, embora tenha, no passado, existido um compromisso verbal de que aqueles terrenos e equipamentos passariam para a mão da autarquia com a construção do novo equipamento escolar em terrenos cedidos pelo município.

Burocracia. Com o passar do tempo e com a obra a chegar ao fim, Teresa Cardoso mostra-se preocupada com o impasse, mas também com o tempo que a Direção Geral do Património do Estado (tutelada pelo Ministério das Finanças) demora a tratar qualquer questão que se relacione com o património do Estado. Aliás, esta terá sido uma das várias questões que abordou com Pedro Passos Coelho, aquando da recente deslocação do Primeiro-Ministro ao concelho. “Este é um problema transversal a todos os municípios. Esbarra-se sempre no Ministério das Finanças/Direção Geral do Património do Estado sempre que é necessário resolver algum assunto seja com que ministério for, desde que envolva património.”
A edil adiantou ainda a disponibilidade da Parque Escolar “para suportar os custos com a avaliação” até ao momento por fazer, embora saiba que da avaliação até ao acordo final pode passar bastante tempo. E dá como exemplo o caso dos Dispensários de Serviço de Luta Anti-Tuberculose – SLAT (existem dois no concelho – um em Sangalhos e outro em Anadia – este último praticamente em ruínas) avaliados em dezembro de 2014, mas que ainda não passaram para a posse da autarquia.
A edil explicou aos deputados que, sendo a nova escola uma obra financiada pelos Fundos Comunitários, é preciso que se comprove, através de certidões do Registo Predial, a posse dos terrenos. “A Parque Escolar tem de fazer prova de que os terrenos são seus”, explicou, dizendo ainda que “neste momento, os terrenos são do município. É preciso resolver esta matéria sob pena de não poderem encerrar a candidatura relativa à obra”. Uma situação que, na pior das hipóteses, pode levar à perda total do financiamento comunitário por parte desta obra, ou seja, vários milhões de euros.
A JB Teresa Cardoso avançou também que ainda no mandato do ex-autarca Litério Marques “quando começaram as negociações, os terrenos onde estam a EB 2/3 e a ESA nem sequer estavam registados”, defendendo agora que para ambas as partes (município e Ministério da Educação) a permuta de terrenos e equipamentos será a melhor solução.
Teresa Cardoso destaca ainda que esta não deveria ser apenas uma preocupação do município mas, sobretudo, do Poder Central que pode sair bastante prejudicado.

Catarina Cerca

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Vagos: Acólitos a caminho de Roma

Vagos: Acólitos a caminho de Roma

Peregrinar até Roma, com casa cheia. A comunidade cristã da paróquia de S. Tiago respondeu presente, ao convite dos acólitos de Vagos, que reuniram, no último fim de semana, cerca de 250 convivas em jantar convívio. Em causa estava a recolha de fundos, para a deslocação a Roma, onde vão participar, em agosto, na Peregrinação Internacional de Acólitos (PIAR).
Para além da ementa, confecionada e servida por um grupo de voluntários, destaque para animação cultural, a cargo do grupo típico da Associação Recreativa e Cultural de Ouca (ARCO), e do fadista António Machado.
O convívio, onde estiveram os arciprestes de Vagos, Pe. Manuel Carvalhais, e Ílhavo, Pe. Ângelo Silva, registou ainda a presença do Pe. Nuno Queiroz, diretor diocesano da pastoral litúrgica. Também os presidentes da Câmara, Silvério Regalado, e da Junta de Freguesia de Vagos/Santo António, Fernando Julião, aderiram ao evento.
Organizada pelo CIM – Coetus Internationalis Ministrantium, a peregrinação junta acólitos de todo o mundo, incluindo dos diferentes países da língua oficial portuguesa. De referir que, só de Portugal vão mais de 200 acólitos, sendo que o grupo de Vagos é o único inscrito a nível da diocese.
Eduardo Jaques/Colaborador

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Paraimo/Sangalhos: Acidente com moto na variante faz 4 mortos

Paraimo/Sangalhos: Acidente com moto na variante faz 4 mortos

 

O trágico acidente ocorrido na madrugada do primeiro dia de maio deixou a Bairrada em choque. Dois irmãos que moravam há vários anos no Paraimo e um casal que seguia de moto e que residia no concelho de Oliveira do Bairro perderam a vida num acidente ocorrido por volta da 1h da manhã, na variante à EN 235, no Paraimo (Sangalhos). Joaquim Ramos, de 38 anos e o irmão Augusto Ramos, de 47, foram colhidos mortalmente por uma moto, quando tentavam atravessar a variante. Do acidente resultou ainda a morte dos ocupantes da moto, Telmo Silva, de 39 anos e Paula Outerelo, de 45.
Os dois irmãos tinham passado a noite juntos num café no Paraimo a conviver com os amigos. Por volta da 1h saíram e Joaquim (irmão mais novo) decidiu acompanhar o irmão a casa. Com eles seguia a cadela pastor-alemão “Rita”, companhia inseparável de Augusto.
Ambos fizeram o que é frequente outras pessoas da localidade fazerem – atravessar a variante num local vedado a peões – e que lhes foi fatal.
Os irmãos acabariam por ser colhidos por uma moto (Honda CBR 1000) que circulava no sentido Oliveira do Bairro/Anadia. O casal de namorados também não resistiu à colisão, falecendo no local.
O estrondo do acidente foi de tal forma violento que se ouviu a vários metros de distância.
Ana Matias, comandante da corporação de bombeiros anadiense, conta que foi “um choque brutal” e que os bombeiros, ao chegarem ao local, se depararam com “um cenário muito violento”. Os corpos das quatro vítimas estavam espalhados por vários metros, nas duas faixas de rodagem. O corpo de Joaquim Ramos estava pendurado no separador central da variante. Era também aí, na berma, junto ao separador, que se encontrava o corpo da cadela de raça pastor-alemão. Já o do seu irmão, Augusto, fora projetado para a faixa de rodagem contrária.
O jovem que seguia de moto, Telmo Silva, natural de Aguim, foi arrastado algumas dezenas de metros, enquanto que a namorada foi projetada para fora da estrada, encontrando-se o corpo numa zona de vegetação, junto à valeta.
A comandante Ana Matias avança que para o local foram chamadas as corporações de Anadia, Oliveira do Bairro e Águeda, a que se juntou a VMER de Aveiro. O posto territorial de Sangalhos da GNR tomou conta da ocorrência e o Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR recolheu elementos para clarificar o acidente.
A circulação de trânsito só foi restabelecida perto das 6h da manhã.

Testemunhos

“Disse-me ‘Adeus, Costa’ e morreu
Eduardo Costa reside no Paraimo e era amigo de longa data dos dois irmãos. Foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local do acidente. É com lágrimas nos olhos e a voz embargada que fala do que viu. Tinha estado com ambos no café Estafeta, no Paraimo, “a ver a bola”. Assim que ouviu o estrondo, dirigiu-se imediatamente para o local. “Tinha combinado ficar à espera do Quim, no café. Mas quando não apareceu e ouvi o estrondo tive um mau pressentimento”, disse. “Fiquei em choque mas fui ter com o Quim. Pus-lhe a mão na cara mas não reagiu. Já estava morto. Depois, vi o Augusto. Ajoelhei-me e perguntei-lhe se estava bem. Falou-me, num tom de voz muito baixinho, e tentou dar-me a mão. Disse-me ‘Adeus, Costa’ e morreu”.

“Trabalhador, brincalhão, condutor cauteloso”
Vítor Andrade, amigo da família, recorda Telmo Silva como um jovem trabalhador, humilde, sempre com um sorriso nos lábios e muito brincalhão. “Bem disposto, amigo de toda a gente”, especialmente dos familiares, aos quais fazia questão de cuidar pessoalmente dos carros, já que esta era a sua profissão (mecânico/bate-chapas).
De igual forma, o cunhado de Telmo, Carlos Nogueira, lembra um jovem de excelente caráter, amigo de toda a gente. “Simples, brincalhão e com um enorme coração”, mas também um condutor cauteloso e experiente, que cresceu no seio de uma família muito unida. “Eram 10 irmãos e perderam os pais muito cedo. Tornaram-se muito unidos”.

Junta de Freguesia quer medidas urgentes
Dez anos depois da inauguração da variante, a povoação do Paraimo continua dividida ao meio e sem a prometida ponte pedonal sobre aquela via.
Em 2005, a Junta de Freguesia, então liderada pelo autarca Sérgio Aido, recebia a promessa das Estradas de Portugal (EP), de que a obra seria concretizada. Os anos passaram, os ofícios da JF e os abaixo-assinados a solicitar reuniões e a pressionar para a realização da obra sucederam-se, mas a verdade é que, até ao momento, tudo permanece igual.
Por diversas vezes o ex-autarca criticou o facto deste processo se encontrar parado. Agora, perante este trágico acidente, lamenta que “a povoação e famílias inteiras continuem divididas porque a EP não fez o prometido. O terreno existe. Está lá junto à cabine e à antiga churrascaria do Teófilo. Este acidente poderia ter-se evitado”, dando como exemplo a CP que, no caminho de ferro, construiu uma passagem aérea e elevadores, conforme prometido, aquando da remodelação da linha do Norte que dividiu a povoação ao meio.
Agora, o atual autarca António Floro deseja que sejam tomadas medidas urgentes para melhorar a segurança no local. Avança estar em contacto com a Câmara Municipal de Anadia no sentido de voltar a pressionar a EP para a necessidade da passagem pedonal, mas também para a rápida recolocação das redes (cortadas pelos populares que atravessam a variante naquele local), com reforço das mesmas.
Recorde-se que este troço entre Oliveira do Bairro e Sangalhos, inaugurado em julho de 2005, foi construído para afastar o tráfego rodoviário entre estas povoações.

Catarina Cerca

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Ciclismo: IV Troféu Luso-Galaico este domingo em Sangalhos

Ciclismo: IV Troféu Luso-Galaico este domingo em Sangalhos

No âmbito das Bodas de Diamante do Sangalhos Desporto Clube, a Associação de Ciclismo de Aveiro, a Federação Portuguesa de Ciclismo e a Federação Galega de Ciclismo promovem mais uma edição do Troféu Luso-Galaico no próximo domingo, dia 3 de maio.
O Troféu Luso Galaico consta de duas provas uma já disputada em Espanha no passado dia 11 de abril e outra, agora domingo, que comemora também o 75.º Aniversário do Sangalhos Desporto Clube.
A prova é destinada a corredores Sub-23 das equipas de clube, podendo participar corredores Elites das citadas equipas.
Com saída e chegada a Sangalhos, a prova de 159,5 kms terá partida simbólica na Av Dr. Seabra Dinis e partida real às 13.01 em frente à Aliança – Vinhos de Portugal.

A prova segue em direção a Vila Verde, Póvoa do Forno, Quinta do Gordo, Campanas, Poutena, Torres, Vilarinho do Bairro, Curia (meta volante), Póvoa do Pereiro, Monsarros, Moita, Vale de Boi, Póvoa do Gago (prémio de montanha), Canelas, Boialvo, Perrães, Palhaça, Ílhavo (meta volante), Albergaria a Velha, Águeda, Piedade, Perrães, Oiã, Oliveira do Bairro e Sangalhos (meta final) na Avenida Dr. Seabra Dinis.

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Lugar dos Afectos deixa Convite do Cupido

O Lugar dos Afectos, em Eixo, Aveiro, quer juntar o maior número de namorados e… Cupidos, no próximo Dia dos Namorados. Assim, no sábado, convida todos os apaixonados, de todas as idades, a visitar aquele espaço, a partir das 14h30.

Declarações de amor à janela, beijos, prendas e lembranças, brindes ao Amor, de tudo isto e muito mais se fará na Grande Festa do(s) Cupido(s), no Lugar dos Afectos.

O Lugar dos Afectos, obra de Graça Gonçalves (escritora e médica), para além de ter no alicerce a mensagem dos seus livros, jogos de afetos e da colecção Afetos, dá continuidade à Rede de Afeto, sque começou nas sua obras e, hoje em dia, tem cada vez mais expressão, e adesão, a nível nacional e internacional.

O Lugar dos Afectos, profundamente inovador, foi pensado e construído de modo a comportar várias casas temáticas, caminhos, jardins e recantos únicos. Graça Gonçalves, a autora de todo o projeto, concebeu até os mais pequenos pormenores da arquitetura exterior e interior.

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Certificação de vinhos DO Bairrada aumenta 8% em 2014

Certificação de vinhos DO Bairrada aumenta 8% em 2014

Dois mil e catorze termina como mais um ano de afirmação da qualidade dos vinhos e espumantes da Bairrada, tendo-se registado um crescimento no volume de garrafas certificadas com Denominação de Origem (DO) Bairrada na ordem dos 8%, o que corresponde a mais 500.000 unidades se compararmos com 2013.
O aumento foi superior nos espumantes, a rondar os 24%, valor que dista em 20% dos vinhos tranquilos, que registaram um crescimento na ordem dos 4%.
Para Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, “estes são números que têm margem para crescer: por via dos produtores, que apostam cada vez mais na certificação dos seus vinhos, revelando o interesse em alavancar a notoriedade da região Bairrada; mas também pelo facto da procura dos vinhos desta região estar a aumentar – cá dentro e fora de portas –, o que se traduz no aumento (e valorização) da produção”.
A Bairrada é hoje uma região dinâmica, com adegas e viticultura moderna, e onde o clima e as castas (com destaque para a tradicional Baga) formam o fator diferenciador. Com uma incrível plasticidade, é uma das poucas regiões do país onde se fazem espumantes, tintos e brancos com grande consistência qualitativa; onde as uvas dão origem a vinhos com vários estilos mas mantendo a identidade regional; e em que as uvas podem ser vindimadas em diferentes períodos para fazer os vários vinhos, com as uvas da poda em verde a serem aproveitadas para espumante.

Leia mais na edição de 29/01/2015

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Burlão dividia dinheiro com professora de O. do Bairro

Um homem, de 44 anos, e uma mulher, de 36, que já tinham sido condenados a prisão efetiva por burlas e outros crimes, começaram a ser julgados no tribunal de Aveiro num novo processo.
Os arguidos, um engenheiro químico, que se encontra detido há mais de dez anos, e a antiga companheira, estão acusados pelo Ministério Público (MP) de 19 crimes de falsificação de documento.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Associação Portuguesa de Imprensa repudia atentado à Charlie Hebdo

Associação Portuguesa de Imprensa repudia atentado à Charlie Hebdo

A Associação Portuguesa de Imprensa já manifestou publicamente o seu repúdio pelo bárbaro atentado desta quarta-feira (7 de janeiro), perpetrado em Paris contra a Redação da revista Charlie Hebdo.

“Aos Editores do Charlie Hebdo e às famílias dos jornalistas e dos agentes de segurança tão barbaramente assassinados bem como às Associações Francesas de Editores de Jornais e Revistas, a APImprensa vem manifestar a sua solidariedade e apoio na luta contra todos os que, por razões políticas, religiosas ou étnicas atentam contra a vida humana e põem em causa o direito à informação e à expressão de opiniões seja por que meio for. Este atentado tem tal dimensão que só uma firme e global condenação pode assegurar que os valores democráticos sairão vitoriosos de ataques como o que o Charlie Hebdo foi vítima, sem qualquer justificação ou compreensão”, considera a API.

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Mensagem de Natal do Bispo de Aveiro

Mensagem de Natal do Bispo de Aveiro

É Natal, Jesus está connosco. Desde a Sua conceção, Ele é verdadeiro homem e verdadeiro Deus: homem como nós, nascido numa família humana, mas concebido pelo Espírito Santo. Ele é o verdadeiro «Emanuel», o Deus connosco (Mt 1, 23).
Este Jesus é a razão do verdadeiro Natal. Celebramos o Seu nascimento. A narração da natividade, tal como a descrevem os Evangelhos, é muito simples: tudo ocorre na solidão e no silêncio. Maria e José são as únicas testemunhas. A grandiosidade de um Imperador que ordena um recenseamento em todo o mundo conflui num humilde presépio, no qual está deitado o Menino.
Assim valoriza Deus o que somos e temos. Quando falamos em “oferecer o melhor que temos ao Senhor”, deveríamos examinar se a nossa escala de valores se ajusta a esta que Deus Pai estabeleceu, preparando o acolhimento ao Seu querido Filho, que nasceu para cada um de nós. O que é verdadeiramente extraordinário é que Deus se fez homem.
A verdade fundamental do nascimento de Jesus é esta: nascido numa aldeia desconhecida, em absoluta pobreza, no seio de uma família humilde, expressa-se a exaltação das coisas pequenas. É nesta pequenez, nesta humildade, que devemos crescer para o acolhimento de Deus e para a entrega de nós próprios ao seu serviço, traduzido no amor generoso e gratuito aos outros. Mas só à luz da Ressurreição podemos avaliar esta pequenez como grão de mostarda que se converterá em árvore frondosa (Mt 13, 32).
No início do meu ministério como bispo de Aveiro, no passado mês de setembro, centrei a atenção nas famílias e nos desafios que se lhes deparam na realização da sua missão. Apelei a que não se fechassem em si mesmas, mas que se abrissem à vida como um dom que vem de Deus. Também a Mensagem do Sínodo dos Bispos sobre a família refere que o amor do homem e da mulher nos ensina que cada um dos cônjuges precisa do outro para ser ele mesmo, mantendo-se diferente do outro na sua identidade, que se abre e se revela no dom recíproco. É o que exprime de uma forma sugestiva a mulher do Cântico dos Cânticos: «O meu amado é meu e eu sou dele… Eu sou do meu amado e o meu amado é meu» (Ct 2,16; 6,3). Nesta reciprocidade, temos de concluir que só partilhando o Natal alguém pode viver a sério o seu Natal.
A família cristã, como verdadeira Igreja doméstica, deve ser a primeira e principal educadora dos seus filhos. Enquanto pais cristãos, estão obrigados, antes que quaisquer outros, a formar os seus filhos na fé e na prática da vida cristã, através da palavra e do exemplo. Apesar das dificuldades que se deparam hoje à família cristã, ela continua a ser uma estrutura básica na iniciação cristã e inclusive um desafio pastoral: a família cristã não pode renunciar à sua missão de educar na fé os seus membros e ser modelo para as gerações mais jovens. Em tempo de Natal, a manifestação do amor de Deus deve chegar ao seio das famílias com a mesma ternura e ardor que nos é transmitido pela família deste Menino que em cada ano festejamos o Seu nascimento, para que a Sua luz irradie para os que caminham longe da luz.
O modelo da família de Nazaré – Jesus, Maria e José – deve inspirar todas as famílias, porque o amor faz parte da nossa identidade cristã: «Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 34-35). Devemos amar-nos uns aos outros porque Deus nos ama, e nos amou primeiro, e mostra esse amor enviando o seu filho Jesus, que por amor deu a vida por nós. Aprendamos o amor para sairmos de nós mesmos e irmos ao encontro da grande família humana.
Neste Natal, procuremos estreitar laços, fazer com que o amor de Deus renasça em nós e no coração daqueles que vivem à nossa volta. Que ninguém sem lar, sem pão ou sem trabalho, sem horizontes de vida… nos seja indiferente. Procuremos ajudar a construir, naquilo que estiver ao nosso alcance, um mundo mais belo e mais justo, onde a paz anunciada pelos anjos na noite de Natal se estenda a toda a terra.
Desejo que o nascimento de Jesus seja um desafio a uma vida nova, na esperança de que nos empenhemos para que o ano 2015 seja de graças e bênçãos para todos os diocesanos de Aveiro.
A todos desejo a melhor prenda do Natal!

António Moiteiro
Bispo de Aveiro

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Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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