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Lugar dos Afectos deixa Convite do Cupido

O Lugar dos Afectos, em Eixo, Aveiro, quer juntar o maior número de namorados e… Cupidos, no próximo Dia dos Namorados. Assim, no sábado, convida todos os apaixonados, de todas as idades, a visitar aquele espaço, a partir das 14h30.

Declarações de amor à janela, beijos, prendas e lembranças, brindes ao Amor, de tudo isto e muito mais se fará na Grande Festa do(s) Cupido(s), no Lugar dos Afectos.

O Lugar dos Afectos, obra de Graça Gonçalves (escritora e médica), para além de ter no alicerce a mensagem dos seus livros, jogos de afetos e da colecção Afetos, dá continuidade à Rede de Afeto, sque começou nas sua obras e, hoje em dia, tem cada vez mais expressão, e adesão, a nível nacional e internacional.

O Lugar dos Afectos, profundamente inovador, foi pensado e construído de modo a comportar várias casas temáticas, caminhos, jardins e recantos únicos. Graça Gonçalves, a autora de todo o projeto, concebeu até os mais pequenos pormenores da arquitetura exterior e interior.

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Certificação de vinhos DO Bairrada aumenta 8% em 2014

Certificação de vinhos DO Bairrada aumenta 8% em 2014

Dois mil e catorze termina como mais um ano de afirmação da qualidade dos vinhos e espumantes da Bairrada, tendo-se registado um crescimento no volume de garrafas certificadas com Denominação de Origem (DO) Bairrada na ordem dos 8%, o que corresponde a mais 500.000 unidades se compararmos com 2013.
O aumento foi superior nos espumantes, a rondar os 24%, valor que dista em 20% dos vinhos tranquilos, que registaram um crescimento na ordem dos 4%.
Para Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, “estes são números que têm margem para crescer: por via dos produtores, que apostam cada vez mais na certificação dos seus vinhos, revelando o interesse em alavancar a notoriedade da região Bairrada; mas também pelo facto da procura dos vinhos desta região estar a aumentar – cá dentro e fora de portas –, o que se traduz no aumento (e valorização) da produção”.
A Bairrada é hoje uma região dinâmica, com adegas e viticultura moderna, e onde o clima e as castas (com destaque para a tradicional Baga) formam o fator diferenciador. Com uma incrível plasticidade, é uma das poucas regiões do país onde se fazem espumantes, tintos e brancos com grande consistência qualitativa; onde as uvas dão origem a vinhos com vários estilos mas mantendo a identidade regional; e em que as uvas podem ser vindimadas em diferentes períodos para fazer os vários vinhos, com as uvas da poda em verde a serem aproveitadas para espumante.

Leia mais na edição de 29/01/2015

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Burlão dividia dinheiro com professora de O. do Bairro

Um homem, de 44 anos, e uma mulher, de 36, que já tinham sido condenados a prisão efetiva por burlas e outros crimes, começaram a ser julgados no tribunal de Aveiro num novo processo.
Os arguidos, um engenheiro químico, que se encontra detido há mais de dez anos, e a antiga companheira, estão acusados pelo Ministério Público (MP) de 19 crimes de falsificação de documento.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Associação Portuguesa de Imprensa repudia atentado à Charlie Hebdo

Associação Portuguesa de Imprensa repudia atentado à Charlie Hebdo

A Associação Portuguesa de Imprensa já manifestou publicamente o seu repúdio pelo bárbaro atentado desta quarta-feira (7 de janeiro), perpetrado em Paris contra a Redação da revista Charlie Hebdo.

“Aos Editores do Charlie Hebdo e às famílias dos jornalistas e dos agentes de segurança tão barbaramente assassinados bem como às Associações Francesas de Editores de Jornais e Revistas, a APImprensa vem manifestar a sua solidariedade e apoio na luta contra todos os que, por razões políticas, religiosas ou étnicas atentam contra a vida humana e põem em causa o direito à informação e à expressão de opiniões seja por que meio for. Este atentado tem tal dimensão que só uma firme e global condenação pode assegurar que os valores democráticos sairão vitoriosos de ataques como o que o Charlie Hebdo foi vítima, sem qualquer justificação ou compreensão”, considera a API.

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Mensagem de Natal do Bispo de Aveiro

Mensagem de Natal do Bispo de Aveiro

É Natal, Jesus está connosco. Desde a Sua conceção, Ele é verdadeiro homem e verdadeiro Deus: homem como nós, nascido numa família humana, mas concebido pelo Espírito Santo. Ele é o verdadeiro «Emanuel», o Deus connosco (Mt 1, 23).
Este Jesus é a razão do verdadeiro Natal. Celebramos o Seu nascimento. A narração da natividade, tal como a descrevem os Evangelhos, é muito simples: tudo ocorre na solidão e no silêncio. Maria e José são as únicas testemunhas. A grandiosidade de um Imperador que ordena um recenseamento em todo o mundo conflui num humilde presépio, no qual está deitado o Menino.
Assim valoriza Deus o que somos e temos. Quando falamos em “oferecer o melhor que temos ao Senhor”, deveríamos examinar se a nossa escala de valores se ajusta a esta que Deus Pai estabeleceu, preparando o acolhimento ao Seu querido Filho, que nasceu para cada um de nós. O que é verdadeiramente extraordinário é que Deus se fez homem.
A verdade fundamental do nascimento de Jesus é esta: nascido numa aldeia desconhecida, em absoluta pobreza, no seio de uma família humilde, expressa-se a exaltação das coisas pequenas. É nesta pequenez, nesta humildade, que devemos crescer para o acolhimento de Deus e para a entrega de nós próprios ao seu serviço, traduzido no amor generoso e gratuito aos outros. Mas só à luz da Ressurreição podemos avaliar esta pequenez como grão de mostarda que se converterá em árvore frondosa (Mt 13, 32).
No início do meu ministério como bispo de Aveiro, no passado mês de setembro, centrei a atenção nas famílias e nos desafios que se lhes deparam na realização da sua missão. Apelei a que não se fechassem em si mesmas, mas que se abrissem à vida como um dom que vem de Deus. Também a Mensagem do Sínodo dos Bispos sobre a família refere que o amor do homem e da mulher nos ensina que cada um dos cônjuges precisa do outro para ser ele mesmo, mantendo-se diferente do outro na sua identidade, que se abre e se revela no dom recíproco. É o que exprime de uma forma sugestiva a mulher do Cântico dos Cânticos: «O meu amado é meu e eu sou dele… Eu sou do meu amado e o meu amado é meu» (Ct 2,16; 6,3). Nesta reciprocidade, temos de concluir que só partilhando o Natal alguém pode viver a sério o seu Natal.
A família cristã, como verdadeira Igreja doméstica, deve ser a primeira e principal educadora dos seus filhos. Enquanto pais cristãos, estão obrigados, antes que quaisquer outros, a formar os seus filhos na fé e na prática da vida cristã, através da palavra e do exemplo. Apesar das dificuldades que se deparam hoje à família cristã, ela continua a ser uma estrutura básica na iniciação cristã e inclusive um desafio pastoral: a família cristã não pode renunciar à sua missão de educar na fé os seus membros e ser modelo para as gerações mais jovens. Em tempo de Natal, a manifestação do amor de Deus deve chegar ao seio das famílias com a mesma ternura e ardor que nos é transmitido pela família deste Menino que em cada ano festejamos o Seu nascimento, para que a Sua luz irradie para os que caminham longe da luz.
O modelo da família de Nazaré – Jesus, Maria e José – deve inspirar todas as famílias, porque o amor faz parte da nossa identidade cristã: «Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 34-35). Devemos amar-nos uns aos outros porque Deus nos ama, e nos amou primeiro, e mostra esse amor enviando o seu filho Jesus, que por amor deu a vida por nós. Aprendamos o amor para sairmos de nós mesmos e irmos ao encontro da grande família humana.
Neste Natal, procuremos estreitar laços, fazer com que o amor de Deus renasça em nós e no coração daqueles que vivem à nossa volta. Que ninguém sem lar, sem pão ou sem trabalho, sem horizontes de vida… nos seja indiferente. Procuremos ajudar a construir, naquilo que estiver ao nosso alcance, um mundo mais belo e mais justo, onde a paz anunciada pelos anjos na noite de Natal se estenda a toda a terra.
Desejo que o nascimento de Jesus seja um desafio a uma vida nova, na esperança de que nos empenhemos para que o ano 2015 seja de graças e bênçãos para todos os diocesanos de Aveiro.
A todos desejo a melhor prenda do Natal!

António Moiteiro
Bispo de Aveiro

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João César das Neves em Cantanhede para “Dois Dedos de Conversa” sobre “As Figuras do Presépio”

João César das Neves é o próximo convidado da Biblioteca Municipal de Cantanhede para “Dois Dedos de Conversa”, ação de dinamização sociocultural que tem vindo a ser realizada no âmbito das Tardes Comunitárias: Dar mais Vida aos Anos. O economista e escritor, também conhecido pelas suas posições públicas enquanto católico, virá a Cantanhede falar sobre “As Figuras do Presépio”, numa sessão agendada para a próxima quarta-feira, dia 17 de dezembro, pelas às 14h30, com entrada livre.
Doutorado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, mestre em Economia pela Universidade Nova de Lisboa e em Investigação Operacional e Engenharia de Sistemas, pela Universidade Técnica de Lisboa, João César das Neves foi assessor económico do Primeiro-Ministro Cavaco Silva, de 1991 a 1995, e, além da sua prestigiante carreira académica como professor catedrático da Universidade Católica Portuguesa, tem desenvolvido uma intensa atividade como analista de temas económicos e sociais.
Neste âmbito, tem publicados diversos livros, a maioria relacionados com as matérias em que é especialista, mas também com outros assuntos como é o caso da obra que escreveu sobre “As Figuras do Presépio” (2014), que dará o mote para o colóquio do próximo dia 17 de dezembro, na Biblioteca Municipal de Cantanhede.
A iniciativa “Dois Dedos de Conversa…. na Biblioteca” pretende facultar a diferentes setores da população a partilha de experiências e a visão do mundo de personalidades da cultura e de outras áreas do saber. A iniciativa faz parte do leque de atividades do projeto de intervenção social “Tardes Comunitárias: Dar mais Vida aos Anos”, que têm vindo a ser dinamizadas pela Biblioteca Municipal e outros serviços do Município, e que vão prosseguir no próximo ano com várias ações, algumas delas já programadas.

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Animação cultural assinala Natal no concelho de Cantanhede

A atmosfera de Natal está de regresso ao concelho de Cantanhede com um programa de animação cultural especialmente associado ao espírito que caracteriza esta época do ano. Como habitualmente, a agenda do mês de dezembro é quase integralmente dominada por eventos alusivos à quadra natalícia, na maioria organizados pela Câmara Municipal ou com o apoio da autarquia, no âmbito de parcerias com outras entidades. Esta que é uma orientação seguida relativamente às iniciativas promovidas pelos agentes socioculturais adquire particular expressão neste período através de uma agenda que contempla diferentes tipos de manifestações artísticas em torno do Natal, do seu significado e dos seus valores.
Este fim-de-semana, essa agenda propõe já para amanhã, 12 de dezembro, às 21h30, a atuação do Coro de Câmara da Bairrada na Igreja Matriz de Cantanhede. Trata-se de uma iniciativa promovida pela Paróquia de S. Pedro Coro que permitirá apreciar peças de canto coral alusivas à quadra.

No sábado, dia 13 de dezembro, às 21 horas, realiza-se na Igreja Matriz de Ançã o Encontro de Cantares Natalícios, promovido pelo Grupo Típico de Ançã, com apoio do Município de Cantanhede, da Junta de Freguesia de Ançã, da Federação Portuguesa de Folclore e do INATEL. Esta antiga tradição natalícia da vila histórica conta com a participação do Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão, do Rancho Típico de S. Mamede Infesta e do Grupo Típico de Cadima.

Finalmente, no domingo, dia 14 de dezembro, também na Igreja Paroquial de Ançã, a partir das 17h30, realiza-se o I Concerto Promenade para Órgão de Tubos e Ensemble de Sopros. Organizado pela AACCC – Associação de Arte e Cultura do Concelho de Cantanhede, no âmbito de uma parceria com a Paróquia de Ançã que conta também com o apoio do Município de Cantanhede, o evento começa com a atuação de jovens organistas da paróquia no órgão de tubos local, um dos de maior qualidade na região, seguido de uma alocução sobre a importância dos órgãos de tubos existentes no concelho, terminando com o concerto de órgão de tubos e a atuação da Divina Philarmonia Ensemble.

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Recluso morre na cadeia

Um recluso de 48 anos faleceu, na última segunda-feira na cadeia de Aveiro, ao que tudo indica devido a doença súbita. O recluso estava detido preventivamente à ordem de um processo por tráfico de droga.
O falecido já tinha faltado a uma das últimas audiências devido a doença grave.
O INEM foi chamado ao local, mas limitou-se a confirmar o óbito. O cadáver foi autopsiado no Instituto de Medicina Legal.

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Universidade de Aveiro quer potencializar o consumo do saudável medronho

Aproveitado exclusivamente para a produção de aguardentes e licores, uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) quer ver também o medronho nacional fora das garrafas e consumido fresco ou incluído noutros alimentos. A capacidade de evitar os radicais livres responsáveis por doenças como o cancro, de controlar os níveis de colesterol e de melhorar a saúde da pele e dos ossos, propriedades descobertas no medronho pelo Departamento de Química (DQ) da UA, dão o mote aos objetivos dos investigadores desafiados pela Cooperativa Portuguesa de Medronho: colocar o fruto na roda alimentar dos portugueses.

E se dúvidas possam haver quanto à versatilidade gastronómica do medronho, dia 3 de dezembro, às 16h30, na sala do Senado da Reitoria, uma mostra de alimentos, com o fruto na lista de ingredientes pretende acabar com o ceticismo. Toda a comunidade está convidada a ver e, literalmente, a provar o porquê do trabalho do DQ.

O desafio lançado à UA para o desenvolvimento de produtos naturais, saudáveis, de produção local e práticos, em conformidade com as atuais tendências do mercado alimentar e que contenha o ingrediente que abunda em todo o país, foi formalizado há um ano atrás. Desejam os produtores que os milhares de toneladas de medronho produzidas anualmente em Portugal não só tenham outros destinos para além das destilarias como também que o fruto possa constituir uma imagem de marca de uma alimentação saudável.

O trabalho desenvolvido em colaboração entre as unidades de investigação Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ e o Centro de Investigação em Materiais Cerâmicos e Compósitos (CICECO) da UA, já resultou na incorporação da polpa do medronho em vários alimentos comuns, sejam biscoitos, iogurtes, barras energéticas ou bombons. O passo seguinte da equipa de químicos de Aveiro será o do eventual isolamento dos compostos do fruto que possam ser promotores de saúde humana e a sua adição a alimentos funcionais. E ingredientes para isso não faltam.

A caracterização química detalhada do medronho realizada pelos investigadores da UA destaca a presença de ácidos gordos insaturados, nomeadamente ómega 3 e 6, fitoesteróis e triterpenóides, compostos com importante atividade biológica. “Os ómegas 3 e 6 são ácidos gordos essenciais que têm de ser obtidos a partir da dieta uma vez que o nosso organismo não os sintetiza”, explica Sílvia Rocha. A investigadora no QOPNA, juntamente com os investigadores Armando Silvestre, do CICECO, e a aluna de Mestrado Daniela Fonseca, lembra que esses compostos “têm demonstrado um papel importante no controlo dos níveis de colesterol, na saúde da pele e dos ossos e uma relação inversa entre o consumo de ómega 3 e a perda de funções cognitivas”.

Da mesma forma, os esteróis, aponta Sílvia Rocha, “têm um importante papel na saúde uma vez que contribuem regular o nível de colesterol”. E os triterpenóides, para além de ajudarem igualmente a controlar o colesterol, têm uma ação anti-inflamatória, antimicrobiana e antifúngica. Assim, sublinha, “a presença destes compostos com atividade biológica reconhecida contribui para a valorização do consumo do medronho”.

Potencialidades antioxidantes

Os resultados do estudo desenvolvido mostram ainda que os medronhos da Serra da Beira, que os investigadores têm usado no trabalho, “apresentam uma atividade antioxidante superior à de frutos de outras proveniências, tanto de Portugal como de outros países europeus”.

“A atividade antioxidante reflete a capacidade de evitar a formação de radicais livres, substâncias que, quando produzidas em excesso no organismo são responsáveis pelo stress oxidativo, conhecido por provocar danos no organismo humano, os quais estão associado ao envelhecimento e aumento da suscetibilidade a diversas doenças, nomeadamente as doenças civilizacionais emergentes”, aponta Sílvia Rocha. A investigadora lembra que “o estilo de vida atual é um dos fatores desencandeadores de stress” e que por isso, “o consumo regular de medronho em fresco ou a sua inclusão noutros alimentos pode ser visto como aspeto valorizador da dieta e, por conseguinte, diminuir a suscetibilidade ao desenvolvimento de doenças”.

Os investigadores do QOPNA e do CICECO lembram que não é comum encontrar medronhos frescos no mercado. “Este fruto é muito perecível e, quando colhido maduro da planta, apresenta um teor alcoólico que tem uma conotação negativa junto da população”, destaca Sílvia Rocha. Para contrariar o cenário os químicos da UA já têm definidas as condições para recolha e armazenamento do fruto no sentido de incrementar respetivo consumo ao natural.

“Agora é preciso arranjar parceiros e financiamento”, sublinha Sílvia Rocha. “Esses são os dois elementos chave que estamos a procurar neste momento para se avançar com a introdução do medronho na indústria alimentar”, acrescenta.

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GNR alerta para furto de metais não preciosos

A Guarda Nacional Republicana lançou uma campanha de sensibilização dirigida à população em geral e à rural em particular, para a adoção de comportamentos preventivos em casos de eventuais ilícitos criminais, nomeadamente o furto de produtos agrícolas, o furto de cobres e outros metais não preciosos, situações de exploração do trabalho especialmente interligadas com o tráfico de seres humanos e, ainda, para a utilização segura dos veículos agrícolas. É que o valor dos furtos dos metais não preciosos tem aumentado muito nos últimos anos, assim como a sua procura no mercado. O furto de metais não preciosos e os danos causados nas instalações pode significar a diferença entre um ano produtivo e um ano de prejuízos. Daí que a GNR adverte que os agricultores deverão estacionar as máquinas e colocar as condutas de irrigação e demais equipamento fora da visibilidade das vias públicas, atrás de árvores ou colinas. “A proximidade das estradas aumenta a probabilidade de furtos ou danos. Se for possível, coloque o equipamento e os seus componentes de forma a poderem ser vigiados de um local habitado”, avisa da GNR.
a GNR refere ainda que “a maior parte dos furtos são facilitados pela desatenção e descuido da própria vítima”. Daí que “tenha presente: a ocasião faz o ladrão”.
Para comunicar um crime em curso ou qualquer atividade suspeita, os lesados deverão marcar imediatamente o número de telefone do Posto da GNR mais perto da sua residência

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