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Câmara de Cantanhede transfere verbas para as juntas

O presidente da Câmara Municipal de Cantanhede reuniu com os presidentes de junta, no passado dia 2 de fevereiro, para formalizar os protocolos de transferência de verbas para as freguesias cumprirem competências que estão no seu âmbito de intervenção. No encontro, João Moura esteve acompanhado por Helena Teodósio, vice-presidente da autarquia e responsável pelo pelouro financeiro, e pelo vereador Pedro Cardoso.
Os contratos interadministrativos de delegação de competências tem enquadramento na política de cooperação institucional que a Câmara Municipal tem vindo a manter desde há anos com as juntas de freguesia.

Total de 500 mil euros. Além da atribuição das verbas inscritas nos referidos contratos, neste caso destinadas a obras de requalificação urbana nas freguesias, o Município de Cantanhede tem previsto transferir para estas outros apoios financeiros no âmbito de protocolos de cooperação e que no total deverão ascender a um montante global de 500 mil euros.
Como habitualmente, esses protocolos destinam-se a financiar intervenções em vários domínios, designadamente a execução de valetas em betão ou em calçada, calcetamento e colocação de lancil nas ruas e passeios no perímetro da freguesia, bem como à gestão, conservação e reparação de equipamentos culturais e desportivos, escolas e estabelecimentos de educação pré-escolar, creches e jardins-de-infância.
Segundo o líder do executivo camarário cantanhedense, “o alcance da política de cooperação subjacente aos acordos com as juntas é bem maior que a soma das partes, porquanto configura um modelo integrado de intervenção com várias frentes e que abarca todo o território do concelho”.
Enfatizando o facto de, “desde há muitos anos, a Câmara Municipal atribuir às freguesias de acordo com critérios de justiça, equilíbrio e equidade”, João Moura garante que esta é uma orientação que vai ser mantida, tanto mais que estão demonstrados os benefícios decorrentes das obras e intervenções que neste âmbito têm sido realizadas nas comunidades locais”.
O autarca adianta “que o valor global inscrito em orçamento destinado às freguesias é idêntico ao de anos anteriores, o que demonstra bem o apreciável esforço financeiro que a Câmara Municipal se propõe continuar a fazer na valorização das zonas urbanas, espaços públicos e equipamentos coletivos, no sentido de reforçar a coesão territorial do concelho”.

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Estudo potencia produção de mais e melhores vinhos

Uma equipa de investigadores do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA) estudou pela primeira vez, em Portugal, a relação entre o tipo de castas, as características do solo e os fatores ambientais que as envolvem para que os produtores extraiam de cada tipo de casta as potencialidades para o vinho que querem produzir. Com a nova ferramenta ganha o produtor, que tem menos encargos com o processo tecnológico, ganha o consumidor, que bebe um vinho com menos coadjuvantes enológicos adicionados, e o ambiente, pela diminuição da necessidade do uso de químicos na vinha e no lagar.
“O estudo afirma-se como uma ferramenta destinada a fortalecer o setor vitivinícola em Portugal, criando oportunidades para alcançar mercados mais exigentes”, aponta Sílvia Petronilho, a autora do estudo no âmbito do doutoramento em Química sob orientação científica dos professores Manuel A. Coimbra e Sílvia Rocha.
O interesse dos produtores na investigação realizada na Unidade de Investigação de Química Orgânica, Produtos Naturais e Agroalimentares (QOPNA) do DQ cresce de dia para dia. Em curso, estão já a ser estabelecidas parcerias com produtores de várias regiões demarcadas do país para a aplicação do conceito de qualificação e valorização das castas na produção de vinhos brancos, tintos e rosés.
O trabalho, que englobou o estudo de sete castas, brancas e tintas, ao longo de três anos em vários tipos de ambientes e localizações, ainda que circunscrito para já às vinhas do Campolargo da Região Demarcada da Bairrada, pode ser extrapolado para qualquer zona de produção vinícola nacional.

Projetar o vinho e potenciar a produção. Primeiro o produtor pensa no vinho que quer obter, tendo em conta determinado mercado. Escolhidas as particularidades do vinho, a hora é de selecionar não só as castas como também a localização geográfica da vinha, cujas características do solo, da topografia e do clima permitirão aos produtores obter o néctar desejado com o mínimo de processamentos químicos.
O resultado é que sai para o mercado um vinho que não só foi produzido com menos custos no processo tecnológico, como também foi obtido sem excesso de coadjuvantes enológicos.

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Apelo: Utente do Centro de Saúde de Oliveira do Bairro necessita de dador de medula

No próximo sábado, dia 5 de dezembro, decorrerá uma recolha de medula na sede da ADASCA (Associação de Dadores de Sangue de Aveiro), no Bairro de Santiago, em Aveiro. Esta recolha de medula visa encontrar um dador compatível com uma utente do Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, que luta neste momento contra uma leucemia.
Apela-se a todas as pessoas saudáveis, entre os 18 e os 45 anos, que ajudem e colaborem nesta iniciativa, que terá lugar entre as 9h e as 13h.

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Centenário das Caves São João: Vinho Branco Integral 2014, um tributo à década de 70 e à liberdade

Centenário das Caves São João: Vinho Branco Integral 2014, um tributo à década de 70 e à liberdade

 

Chama-se 95 Anos de História – Vinho branco integral 2014 e é o mais recente produto vínico lançado pelas Caves São João no âmbito do projeto das comemorações do centenário da empresa. Foi precisamente no dia de S.Martinho (11 novembro) que a administração desta prestigiada empresa anadiense apresentou este vinho evocativo da década de 70 para o qual foi escolhido como tema “a Liberdade”, acontecimento mais marcante daquela década. Um vinho que é o sexto de uma coleção de 11 produtos vínicos que a empresa vai lançar até ao ano 2020, data em que celebrará o centenário.
Um projeto que teve início em 2010, com a edição anual de uma série limitada de garrafas de vinho de elevada qualidade, cuja imagem refletirá um acontecimento cultural que marcou a história do século XX.
Foi na magnífica Quinta do Poço do Lobo, localizada na Pocariça – Cantanhede, que a administração das Caves São João deu mais um passo em direção ao centenário, com a apresentação pública desta edição dos 95 Anos de História, desta feita um vinho branco integral, comemorativo da década de 70, precisamente a década em que a empresa adquiriu (1971) aos herdeiros de Manuel Evaristo Pessoa, a Quinta do Poço do Poço do Lobo, hoje, uma propriedade com 37 hectares e que serviu de palco a este lançamento.
“Esta quinta deu-nos liberdade para experimentar, criar vinhos, escolher castas”, diria, na ocasião, a administradora Fátima Flores, já que foi a partir desta data que a empresa deu início a uma nova fase do seu portefólio com a produção de vinhos de quinta.
O vinho agora lançado, numa edição numerada e limitada, apresenta na garrafa um rótulo alusivo à Liberdade – onde não falta o cravo -, que “nos fazem recordar a quinta década de existência da Caves São João”, disse a gestora da empresa, Célia Alves, mas também a revolução de Abril. “Um vinho elaborado à semelhança do primeiro vinho branco da Quinta do Poço do Lobo, que também foi 100% da casta Arinto mas que homenageia também os antecessores da empresa”, concluiu.
Já o enólogo José Carvalheira destacaria tratar-se de um vinho “que é quase uma aventura, que apela muito à liberdade e ao que a década de 70 trouxe a Portugal e aos portugueses”. A ideia foi “criar um vinho integral, contra as regras. Um vinho que evoca os vinhos de outrora. Cem por cento Arinto é um vinho integral, ou seja, em que a intervenção humana foi a menor possível, por forma a que a natureza se exprimisse ao máximo”. E, de facto, exprimiu-se e de que forma.
Um vinho branco elaborado de forma ancestral, sem adição de produtos enológicos, engarrafado diretamente das barricas em julho de 2015, sem qualquer clarificação, como outrora era hábito.
De cor amarela citrina, é um vinho muito complexo, com evidentes notas minerais, vegetal seco e flores secas. As notas de madeira estão perfeitamente integradas. Com grande frescura gustativa, é elegante e bastante persistente, o que lhe confere grande potencial de envelhecimento. PVP: 30 euros.
No futuro, foi avançado que a empresa quer reativar nesta Quinta do Poço do Lobo o lagar de azeite e tornar esta vasta área num local de referência no ecoturismo e enoturismo da região.
Neste dia decorria a vindima da casta Semillon para o colheita tardia (ver caixa) e foram também apresentadas outras novidades que marcam este ano de 2015: o vinho tinto DOC Bairrada Bom Caminho (ver caixa), mas também o azeite Quinta do Poço do Lobo que em breve – antes do Natal – vai também ser lançado.

(ler mais na edição em papel ou digital)

Catarina Cerca

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Oito vinhos Bairrada premiados  no concurso “Escolha da Imprensa” no Encontro com o Vinho e Sabores

Oito vinhos Bairrada premiados no concurso “Escolha da Imprensa” no Encontro com o Vinho e Sabores

Este ano, foram oito os vinhos da Bairrada que se destacaram no Concurso Escolha da Imprensa 2015, organizado mais uma vez pela Revista de Vinhos, no âmbito do Encontro com o Vinho e Sabores, que decorreu de 30 de outubro a 2 de novembro, no Centro de Congressos de Lisboa.
Nesta 16.ª edição do evento promovido pela Revista de Vinhos, o destaque vai para os oito vinhos da região da Bairrada distinguidos com o Prémio Escolha da Imprensa.
De sublinhar que, de acordo com a Revista de Vinhos, “este ano foram batidos todos os recordes: de participação e de jurados. Entraram 357 vinhos, em cinco categorias (espumantes, brancos, rosés, tintos e fortificados). E o júri foi constituído por 34 provadores de todo o leque de órgãos de comunicação social do país, desde a especialidade até aos blogs de assumidamente pendor vínico.”
A entrega de prémios foi realizada no primeiro dia do Encontro com o Vinho e Sabores e os vinhos premiados estiveram em degustação livre ao público durante os quatro dias do evento.
Aqui deixamos a lista dos premiados da região da Bairrada:
ESPUMANTES: Aliança Vintage Bairrada branco 2010 (Aliança – Vinhos de Portugal); Primavera Baga-Bairrada branco 2013 (Caves Primavera); Regateiro Bairrada branco 2013 (Ares da Bairrada) e São Domingos Cuvée Bairrada branco 2011 (Caves do Solar de São Domingos).
BRANCOS: Aveleda Reserva da Família Bairrada 2014 (Aveleda).
ROSÉS: Quinta do Poço do Lobo Bairrada Baga Pinot Noir Reserva 2014 (Caves São João).
TINTOS: 2221 Terroir Cantanhede Bairrada 2011 (Adega Cooperativa de Cantanhede) e Foral de Cantanhede Gold Edition Bairrada Baga Grande Reserva 2009 (Adega Cooperativa de Cantanhede).

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Ílhavo: Confraria Gastronómica do Bacalhau perde confrade Chefe Silva

Ílhavo: Confraria Gastronómica do Bacalhau perde confrade Chefe Silva

A Confraria Gastronómica do Bacalhau de Ílhavo manifesta um profundo pesar pelo falecimento do Confrade Chefe Silva. Além da enorme amizade recíproca nutrida entre ambos, o nosso Confrade Chefe Silva foi sempre um elemento presente na vida e no ser da nossa Confraria.
O Chefe Silva foi entronizado Confrade de Honra em janeiro de 2001 e em janeiro de 2004, juntamente com o atual Grão-mestre da Confraria, João da Madalena, foi entronizado Confrade Efetivo.
O Confrade Chefe Silva, ao qual estamos imensamente gratos, desenvolveu a reconhecida receita do Bacalhau à Confraria que, hoje, é um ícone no cardápio da Região e um ex-libris no Festival do Bacalhau.
Na história da Confraria Gastronómica do Bacalhau o Chefe Silva tem um lugar especial, um lugar de carinho, de amizade e de respeito. Sendo, reconhecidamente, um dos primeiros Chefes portugueses, e com a forte ligação ao mais puro elemento gastronómico português, a Confraria Gastronómica do Bacalhau olha entristecida para uma perda inqualificável e insubstituível no panorama gastronómico nacional.
Antagonicamente, não poderemos deixar de estar satisfeitos pelo trabalho realizado e pelo legado que, acreditamos, seja hoje património nacional. Certo é que a gastronomia tem um papel central no turismo e na preservação dos valores imateriais do país e, indubitavelmente, muito desse património foi alavancado pelo nosso Confrade Chefe Silva.
O livro dedicado a um dos maiores símbolos do nosso Portugal – o Bacalhau, e à Confraria Gastronómica do Bacalhau, deixa-nos uma sensação de dever cumprido, de respeito pela cultura, pelo nosso passado e pelas gentes que, arduamente, batalharam na difícil arte da pesca do bacalhau.
Nesse pressuposto, atento a todo o ecossistema relativo ao Bacalhau, o Chefe Silva sempre identificou o Fiel Amigo como um representante de uma Região que tem vindo a potenciar e proporcionar uma crescente importância na dinamização de novas soluções gastronómicas entre o tecido empresarial setorial e a comunidade de apreciadores, centros de conhecimento popular e hotelaria, com a ambição de conceber soluções gastronómicas audazes nos mercados da saudade internacionais, reforçando desta forma os níveis de competitividade do município, aportando qualidade de vida das nossas gentes e proporcionando um bem-estar inigualável.
Hoje, no último adeus físico ao Chefe Silva, a Confraria Gastronómica do Bacalhau estará, naturalmente, presente. Todo um legado perpetuará na rica cultura ilhavense e, sem falsas pretensões, na cultura nacional.
A toda a família e a todos os seguidores do eterno Chefe Silva, a Confraria Gastronómica do Bacalhau apresenta as mais profundas e sinceras condolências.
O Chefe Silva perpetuará sempre entre nós.
A Confraria Gastronómica do Bacalhau

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Assembleia Municipal da Mealhada: Pampilhosa exige mais da Câmara

Assembleia Municipal da Mealhada: Pampilhosa exige mais da Câmara

Alguns populares da Pampilhosa e o presidente da Junta local reivindicaram uma maior atenção da Câmara da Mealhada para com a freguesia. As reclamações surgiram no decorrer da última sessão da Assembleia Municipal, na penúltima quarta-feira, dia 30, que se realizou na Pampilhosa ao abrigo da medida descentralizadora proposta por aquele órgão para estas reuniões. Os pampilhosenses aproveitaram o espaço reservado ao público para reclamar pequenos investimentos, exigindo também solução para obras há tanto ansiadas, como é o caso da requalificação da baixa da freguesia e resolução para o mercado municipal.
O presidente da Câmara, Rui Marqueiro, respondeu e disse “assumir todas as queixas feitas ao executivo”, informando que a capacidade financeira da Câmara não é ilimitada, pois está “sujeita a um garrote financeiro e de recursos humanos”. Mesmo assim, anunciou que no próximo ano a Câmara avançará com o concurso público para uma das grandes obras esperadas, a requalificação da baixa de Pampilhosa.
Perante algumas críticas, o edil mealhadense fixou-se naquela obra para garantir que quando tomou posse, há dois anos, não havia qualquer projeto para a requalificação da baixa. “Eram só ideias base, intenções e estudos prévios, mas agora vamos abrir concurso publico para avançar para o projeto de execução”, o que nas suas previsões pode acontecer já para o próximo ano.
Rui Marqueiro referiu, no entanto, que mesmo que houvesse projeto, era difícil avançar com a obra por falta de capacidade financeira e por indefinição da antiga REFER quanto aos terrenos para esta obra. “Há toda a vantagem de fazermos esta obra, para já só há apoio para investimentos deste tipo nas sedes de concelho, mas vamos procurar a melhor forma de arranjar recursos para a Pampilhosa”, disse.
A falta de capacidade financeira da autarquia e o “insuficiente” número de funcionários são razões que o autarca aponta para a ausência de obras, “não só na Pampilhosa como em todas as freguesias”, recordando, como já fez em outras ocasiões, que herdou do anterior executivo uma série de obras e investimentos avultados, entre eles os dois polos escolares (Luso e Mealhada), Espaço Inovação e Posto 4 Maravilhas, terminando que “foi opção do executivo anterior de não fazer nenhuma obra na Pampilhosa” e “nós vamos acabar o que está projetado e depois faremos outras obras”.
“Com o quadro financeiro que tínhamos à partida não era possível fazer mais nada, depois tivemos que repor 700 mil euros de verbas que recebemos do Ministério da Educação por engano e por tudo isto não fizemos nada em lado nenhum, não foi só na Pampilhosa”, disse Rui Marqueiro, prometendo, em seguida, que para além da requalificação da baixa, o mercado vai entrar em obras ainda neste mandato.

“Pampilhosa anda a ver passar comboios” . Foi o presidente da Junta de Pampilhosa que abriu as reclamações da noite, logo no início da sessão e depois de congratular-se com a realização daquela reunião na freguesia, nas instalações da Filarmónica Pampilhosense, queixando-se que neste mandato autárquico, “a Pampilhosa anda a ver passar comboios”. Seguiram-se, no período do público, algumas intervenções de populares sobre pequenos melhoramentos locais, a começar pelo deficiente escoamento de águas pluviais, por falta de valetas, na Pampilhosa Alta, assim como a falta de policiamento local e a situação do pontão sobre o caminho de ferro a sul da freguesia, que se encontra com sinalética limitadora de velocidade. A ausência de obras apontadas no Orçamento Participativo, a remodelação do mercado e a intervenção necessária para a conservação do Chalet Suisso que ameaça derrocada foram outros dos assuntos aflorados pelos populares.
Em resposta, o presidente da Câmara argumentou que quanto ao “Chalet Suisso” a autarquia vai avançar com processo de contraordenação “porque há leis para cumprir e não podemos obrigar ninguém a fazer obras”, informando que, para as antigas fábricas cerâmicas da freguesia, a Câmara vai avançar com candidatura a fundos comunitários para a descontaminação daqueles terrenos para depois avançar com os projetos previstos.
Em relação ao policiamento, Rui Maqueiro comprometeu-se a levar o assunto à próxima reunião do Conselho Municipal de Segurança, prometendo resolver, parcialmente para já, a questão da ausência de valetas na Pampilhosa Alta.
Quanto ao viaduto a sul da vila, o edil lembrou que o problema do viaduto prende-se com as águas pluviais e citou informações de técnicos da área, que garantem a segurança daquela obra, não vendo a necessidade de fazer qualquer intervenção.

Câmara com falta de funcionários. Já no período de antes da ordem do dia, o presidente da Junta de Pampilhosa, Vítor Matos, alertou o executivo municipal para “uma série de pequenos problemas” que “causam revolta nas pessoas da freguesia”. “Pouco ou nada se tem feito aqui e a população sente que há algo errado”, concluiu.
Depois de receber elogios por parte dos presidentes das restantes Juntas por investimentos feitos nas respetivas freguesias, o presidente da Câmara acabaria por receber lamentos semelhantes aos da Pampilhosa por parte da freguesia vizinha de Vacariça, com o presidente Carlos Rocha a sugerir “uma melhor ligação entre a Junta e a Câmara para que pequenas e médias obras não deixem de ser feitas no futuro”.
Rui Marqueiro, que agradeceu os elogios e assumiu as críticas, reiterou a existência de “um garrote financeiro e de recrutamento de recursos humanos, que impede outro tipo de intervenção da Câmara”. “Não conseguimos ter gente suficiente e acredito que se pudéssemos contratar meia dúzia de operacionais, resolvíamos os problemas que aqui foram levantados”.
João Paulo Teles

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Mercentro apresenta dois novos modelos esta sexta-feira

Os novos modelos GLC e Classe A da Mercedes-Benz chegam esta sexta-feira, dia 18 de setembro, à Mercentro (Esgueira – Aveiro), num evento envolto em música e dança, com início às 21h30. Os convidados terão a oportunidade exclusiva de sentir de perto a dinâmica dos modelos antes da venda ao público.

O elogio ao movimento prossegue com a performance de Dança Contemporânea, da autoria da coreógrafa Lara Pereira, no âmbito do Projeto LP Movimento, com música de Renato Machado.

Para apresentar os irreverentes modelos ao público presente, a Mercentro rodeia-se de alguns parceiros regionais: o sabor artesanal da Cerveja Maldita, os tradicionais doces da Confeitaria Framboesa e o novíssimo Gin Gold Grail, proposta do jovem empreendedor Rui Pinho.

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Fundo Escolar BIO Somos Todos premeia pequenos heróis

Depois de ganhar o duplo prémio internacional Terre de Femmes no passado mês de abril, a bióloga Milene Matos, da Universidade de Aveiro, reforça a intenção de devolver ao público, na forma de oportunidades educativas, o prémio que resultou da votação pública. Após o encerramento das candidaturas a uma bolsa de mestrado, em parceria com a Universidade de Aveiro, a bióloga anuncia agora a criação do Fundo Escolar BIO Somos Todos.

Este Fundo visa contribuir para a promoção da consciência ambiental e social em crianças portuguesas até aos 14 anos. Consiste num subsídio de regresso às aulas no valor de 200 euros para crianças do 1º ciclo e 250 euros para crianças do 2º ciclo, de modo a aliviar o regresso às aulas que infelizmente muitas famílias enfrentam com dificuldades.

Até 13 de setembro, as crianças terão de apresentar um projeto a desenvolver ao longo do ano letivo, que ajude o ambiente ou a sua comunidade, e o subsídio será entregue à(s) proposta(s) mais original(is). O júri é constituído pelo Prof. Doutor Amadeu Soares, diretor do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, pela bióloga Milene Matos e por Nelson Matos, responsável do Departamento Planeamento e Gestão Florestal e Ambiental da Fundação Mata do Buçaco.

Portanto se conhece uma criança dinâmica, solidária e empreendedora, incentive-a a apresentar um projeto. Desde plantar flores, apanhar lixo, poupar água ou distribuir livros, todas as ideias contam!

O regulamento está disponível em http://tinyurl.com/fundoBIO e as candidaturas apresentam-se no formulário disponível em http://tinyurl.com/formulario-FundoBIO. Mais informações poderão ser obtidas pelo email biosomostodos@gmail.com

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Ílhavo: Festival do Bacalhau é o “festival das famílias”

Ílhavo: Festival do Bacalhau é o “festival das famílias”

O maior Festival de Bacalhau do país vai voltar ao Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, de 12 a 16 de agosto, e com muitas novidades. Um dia depois do terminus de mais um Festival do Marisco, no relvado da Costa Nova, “um verdadeiro sucesso, com novo recorde de receita e assistência”, o presidente da Câmara Municipal, Fernando Caçoilo apresentou, na última segunda-feira, mais uma “aposta forte” do Município de Ílhavo.
E como de bacalhau se trata, o espaço escolhido para apresentar os destaques desta edição só podia ser o Navio Museu Santo André, arrastão que fez parte da frota portuguesa do bacalhau. “O Festival do Bacalhau é um festival de famílias, que contempla mais de cem atividades, para as crianças, para os pais, para os avós, desde as nove da manhã até acabar, durante cinco dias”, frisou.
O orçamento – 230 mil euros – é ligeiramente superior ao do ano passado, “aumento que se justifica com melhorias nas tendas [materiais nobres no piso das tasquinhas] e no Pavilhão Terra e Mar”, entre outras melhorias.
Fernando Caçoilo espera que o evento continue a crescer, ultrapassando quiçá os números do ano passado: consumo de 10 toneladas de bacalhau e derivados; passagem de 150 mil pessoas e 25 mil refeições servidas. O autarca reforçou ainda o aumento de 15% nas receitas de publicidade (70 mil euros de apoios publicitários) e sublinhou aquela que é uma aposta para manter: “neste Festival, não se paga bilhete”.

Em crescendo

A Paulo Costa, vereador do Turismo, coube pormenorizar “o reforço da componente cultural e o aumento da notoriedade a nível ibérico”, esperando colher frutos da recente promoção do Município em Vigo, Espanha. Reconheceu que este é um evento que “permite o incremento da atividade económica local, importante para o tecido associativo, para a hotelaria e restauração do município e da região”.
A venda de bacalhau é uma das grandes novidades deste ano. No Mercado do Bacalhau, poder-se-á comprar bacalhau seco, línguas, samos e outros derivados do “fiel amigo”.
Entre showcookings (para crianças e adultos), degustações, concursos, workshops, mostras de artesanato, visitas ao Navio Museu, tasquinhas/restaurantes (10) e bares, atividades desportivas (como a II Mini Maratona do Museu Marítimo de Ílhavo e a XVI Corrida Mais Louca da Ria), há ainda concertos com artistas bem conhecidos do público (Rouxinol Faduncho, Os Azeitonas, GNR, Sérgio Godinho e Diogo Piçarra), e este ano, num palco junto aos bares, também atuam novas bandas do panorama musical português, terminando as noites no “Palco Ria” com concertos e DJ sets de talentos locais.
Os bares vão servir petiscos e será lançado o concurso “Prato Inovação”, ao qual podem concorrer restaurantes e bares, sendo premiados uma entrada e um prato principal.
Ainda no âmbito de concursos, a Confraria Gastronómica do Bacalhau, parceiro do evento, convida os visitantes a participar num concurso fotográfico onde se registem pormenores dentro do espaço do evento. O Confrade Mor, João Madalena, destacou ainda a “evolução fantástica” do festival, num Município que se afirma, uma vez mais, como a capital do bacalhau.

Oriana Pataco

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Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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