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À conversa: “Bacalhau é o principal valor histórico e cultural do município de Ílhavo”

À conversa: “Bacalhau é o principal valor histórico e cultural do município de Ílhavo”

O Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, recebe, de 13 a 17 de agosto, mais uma edição do Festival
do Bacalhau.
Em entrevista, o vereador da autarquia ilhavense, Paulo Costa, revela as muitas novidades da presente edição que apelida de “estimulante desafio”, assim como dá a conhecer a vasta e aliciante programação transversal a vários públicos.
Garantir a longevidade e sustentabilidade, aumentando a notoriedade e a conquista de novos públicos, são alguns dos objetivos desta edição.

O Festival do Bacalhau decorre, este ano, de 13 a 17 de agosto, no Jardim Oudinot. Quais são as expetativas da organização em relação à presente edição?
As expetativas são muito elevadas, atendendo não só ao enorme sucesso que o Festival tem tido desde a sua primeira edição, o que torna cada nova edição um grande e muito estimulante desafio, mas também ao facto de este ano apresentar alterações muito significativas, visíveis ao público, sobretudo ao nível da organização do espaço e do programa.
Podemos afirmar que o Festival do Bacalhau entra, este ano, numa nova fase da sua vida, procurando, não obstante o sucesso que tem tido, alcançar novos e importantes objetivos, que lhe irão seguramente permitir obter ainda mais sucesso, longevidade e sustentabilidade. Assim, mantendo a sua estrutura base e sem aumentar o seu custo para a Câmara Municipal, o Festival pretende reforçar a sua dimensão cultural, aumentar a sua notoriedade nacional mas também ibérica, conquistar novos públicos e aumentar o seu impacto positivo na economia local.

Qual o número de visitantes que gostariam de atingir?
Os números do ano passado apontam para cerca de 200 mil visitantes. Não estamos demasiado focados nestes números, mas naturalmente que, em termos de público, pretendemos que o Festival mantenha a sua notável capacidade de atração, mas ao mesmo tempo garantindo que quem o visita, o faz com a necessária tranquilidade, segurança e qualidade. Iremos, este ano, pela primeira vez, realizar um estudo de públicos que nos irá permitir conhecer quem nos visita, de onde vem, como teve conhecimento do evento, qual a sua opinião sobre o mesmo, etc., o que constituirá uma excelente ferramenta para edições futuras.

O que motiva a Câmara Municipal, em conjunto com a Confraria Gastronómica do Bacalhau, a apostar neste evento?
O Festival do Bacalhau tal como o conhecemos surgiu em 2008, substituindo as Tasquinhas do Bacalhau, que se realizavam há alguns anos, mas cujo modelo não lhes permitia crescer, quer em dimensão, quer em notoriedade e diferenciação. A criação desta iniciativa teve como principais objetivos a divulgação daquele que é o principal valor histórico e cultural do município de Ílhavo, o bacalhau, contribuindo assim para a sua promoção, sobretudo como destino turístico de elevado interesse, assim como contribuir para a dinamização da economia local, seja ao nível do setor turístico e do comércio de uma forma geral, mas também para a sustentabilidade económica das muitas Associações parceiras deste evento, que têm nele uma fundamental fonte de receita para a sua atividade regular.

No seu entendimento, que fatores contribuíram para a fama alcançada por esta iniciativa em apenas seis anos?
Considero que o segredo do sucesso desta iniciativa se deve, sobretudo à qualidade global que o Festival apresenta desde o seu início, fruto do trabalho quer da organização, quer da grande rede de parceiros, inexcedíveis na sua dedicação, na sua motivação e na sua exigência, ao facto de estarmos a falar de bacalhau, o prato nacional por excelência, à beleza do Jardim Oudinot, que lhe dá o enquadramento perfeito, marcado pela presença da Ria de Aveiro e do Navio Museu Santo André, e por se realizar no município de Ílhavo, mais precisamente na Gafanha da Nazaré, coração de toda a epopeia do bacalhau no nosso país, a que habitualmente chamamos Faina Maior. Nenhum outro Festival do Bacalhau em Portugal, e mesmo no mundo, conseguirá juntar todos estes ingredientes.

O Festival está integrado nas Festas do Município “Mar Agosto”. Qual o balanço desta ação?
O Mar Agosto reúne um conjunto de iniciativas que decorrem durante o mês de agosto, mês de férias por excelência, e durante o qual somos visitados diariamente por milhares de pessoas, que procuram sobretudo as praias da Barra e da Costa Nova.
Podemos, no fundo, dizer que agrupa as iniciativas com maior potencial turístico, de forma a melhor as divulgar junto desses milhares de pessoas e assim contribuir para o aumento da atratividade do município de Ílhavo, no qual o turismo assume uma relevante importância para a sua economia. Da edição deste ano destaco o Ria A Gosto – 8.º Festival de Marisco, que decorreu com grande sucesso na Costa Nova, de 31 de julho a 3 de agosto, o 77.º aniversário do Museu Marítimo de Ílhavo, de 8 e 9 de agosto, o Festival do Bacalhau de 13 a 17 de agosto e o Ílhavo Miss Sumol Cup 2014, Campeonato Europeu de Bodyboard Feminino e Campeonato Nacional de Surf Feminino, que irá decorrer na Costa Nova de 29 de agosto a 2 de setembro, e que fecha a edição deste ano do Mar Agosto – Festas do Município de Ílhavo. Para o ano voltaremos com mais novidades.

Atualmente qual a importância da indústria do bacalhau para o setor económico do município?
A indústria do bacalhau assume, ainda hoje, uma relevância muito grande na economia local, empregando centenas de pessoas, não obstante, como todos sabemos, o número de navios bacalhoeiros ter decrescido muito comparativamente como há por exemplo duas décadas atrás. Para além disso, Ílhavo tem esta característica única de possuir relevante atividade de pesca lagunar, costeira e longínqua, o que significa que o mar constitui de facto o ganha pão de muitas e muitas famílias.

O Festival do Bacalhau é uma marca já consolidada ou ainda há muito para fazer?
As duas afirmações são verdadeiras. Se por um lado é já hoje uma marca forte e consolidada, a nossa ambição é torna-la ainda mais forte e conhecida sobretudo além fronteiras, de forma a contribuir para uma maior notoriedade do Município de Ílhavo e da região, com todas as vantagens que daí advêm.

Quantas toneladas de bacalhau e seus derivados prevê que sejam servidos?
Segundo os números de 2013, nessa edição do Festival foram consumidas cerca de 12 toneladas de bacalhau e derivados e servidas 28.500 refeições. O nosso objetivo, assim como das Associações parceiras, será ter estes números como horizonte, e, naturalmente, ultrapassa-los.

O programa de 2014 integra tasquinhas, concursos, provas e showcooking. Pode falar-nos de cada uma dessas iniciativas?
É impossível escrever em tão poucas linhas tudo aquilo que constitui o programa do Festival do Bacalhau 2014. Aconselho, por isso, a consulta do programa completo que se encontra no site da Câmara Municipal de Ílhavo na Internet. Ainda assim, poderei adiantar que, naquilo que mais diretamente diz respeito à gastronomia, iremos ter como habitualmente dez espaços de restauração geridos por dez associações, cujo bacalhau será fornecido desta vez por dez empresas de bacalhau do município de Ílhavo, o que constitui uma das grandes novidades deste ano e, na minha opinião, uma das mais relevantes, pois passa a existir um envolvimento muito maior do sector no festival, seguramente com efeitos positivos ao nível da qualidade final das refeições servidas.
Existirão ainda dois espaços onde se irá servir o delicioso pão de Vale de Ílhavo, e dois bares igualmente geridos por Associações, instalados junto a um novo palco, para além de um bar gerido pela Rota da Bairrada, um dos novos parceiros do evento, onde se encontrarão alguns dos melhores vinhos e espumantes da Região da Bairrada. No Pavilhão Terra e Mar irão acontecer de forma constante um conjunto de iniciativas, das quais se destacam degustações, provas de vinhos, apresentações, conversas e showcooking por vários chefs.

Quais as novidades para esta edição?
A edição deste ano apresenta profundas alterações quer na organização do espaço, quer no programa.
No que diz respeito ao espaço, a nova ocupação irá essencialmente tirar melhor partido de todo o potencial do Jardim Oudinot. O programa passa a contemplar mais de uma centena de atividades, que irão acontecer ao longo de todo o dia, destinadas a todos os públicos. Iremos ter concertos nos dois palcos e no porão do Navio Museu Santo André, dos quais destaco Mickael Carreira, Gisela João, Rita Guerra, Herman José e Os Aurora, para além de outros nomes, atividades desportivas (aulas de Fitness, mini maratona, pedalada solidária, corrida mais louca da ria , etc.), atividades para crianças e jovens no Cais das Brincadeiras (Festa do Livro, Hora do Conto, Ateliês, Teatro de Marionetas), visitas encenadas ao Navio Museu Santo André, exposições, animação de rua, piqueniques, etc., etc.

Quais os horários da edição de 2014? As entradas têm sido gratuitas. Mantém-se desta forma?
As iniciativas irão decorrer ao longo de todo o dia nos vários pontos do recinto, começando normalmente cerca das 10h, com exceção naturalmente de quarta-feira, dia da abertura do Festival, que irá acontecer às 17h30.
As refeições irão ser servidas entre as 12h e as 15h e entre as 19h e as 23h.
A entrada no Jardim Oudinot é gratuita.

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Ílhavo: Festival do Bacalhau com vasta  e aliciante programação

Ílhavo: Festival do Bacalhau com vasta e aliciante programação

Após seis edições de grande sucesso, a edição 2014 do Festival do Bacalhau, a decorrer entre os dias 13 e 17 de agosto, no Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, “irá marcar o início de um novo ciclo na vida desta iniciativa que, mantendo a sua estrutura base, irá apresentar profundas alterações nomeadamente ao nível da programação e organização do espaço, tendo como objetivos mais relevantes o reforço da sua dimensão cultural, o aumento da sua notoriedade nacional e ibérica, a conquista de novos públicos e o aumento do seu impacto na economia local.”
Esta foi a indicação deixada pelo presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Fernando Caçoilo, durante a conferência de imprensa de apresentação do certame que decorreu na última segunda-feira, dia 4, a bordo do Navio-Museu Santo André.
Nesta apresentação pública do certame, o autarca congratulou-se com a realização de mais um Festival do Bacalhau, que atrai anualmente ao Jardim Oudinot dezenas de milhares de pessoas e que, sendo já um acontecimento incontornável na região e no país, contribui de forma muito relevante para a divulgação dos principais valores do município de Ílhavo e da região, constituindo ainda uma importante mais valia financeira para as Associações parceiras e para a dinamização da economia local.
Nota especial ainda para o elevado número de parceiros, sendo de destacar a participação de 10 empresas de bacalhau que fornecem os 10 espaços de restauração geridos pelas Associações.

Muita animação e tasquinhas para todos os gostos. Numa organização conjunta entre a Câmara Municipal de Ílhavo e a Confraria Gastronómica do Bacalhau, não vão faltar as tradicionais tasquinhas e os habituais espetáculos musicais no palco principal com Mickael Carreira, Gisela João, Rita Guerra, Herman José e “Os Aurora”.
Mas este ano, o Festival do Bacalhau irá contar, uma vez mais, com duas padeiras de Vale de Ílhavo, reconhecidas pelas suas padas, assim como os bares dinamizados por Associações vão estar igualmente presentes.
O certame vai integrar ainda mostras e provas de vinhos da região da Bairrada, de azeite e de outros produtos regionais.
As noites vão ser animadas com muita e boa música. Ao palco principal sobem alguns dos nomes maiores do panorama musical português, assim como haverá pequenos concertos no porão do Navio-Museu Santo André e no Palco “2”.
Uma programação mais intensa e diversificada, a decorrer ao longo de todo o dia, em diversos locais por forma a conquistar diferentes públicos.
Destaque ainda para os showcooking, mostra de produtos regionais e de artesanato.
Na ocasião, o presidente da autarquia de Ílhavo sublinhou que esta “é uma aposta que conta já com longos anos e que tem vindo a evoluir de dimensão”.

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Águeda: Em setembro, leitão é rei durante cinco dias de festa rija

Águeda: Em setembro, leitão é rei durante cinco dias de festa rija

David Carreira, Blind Zero, Deolinda e Boss AC são os cabeças de cartaz da 21.ª edição da Festa do Leitão assado à Bairrada que decorre em Águeda, de 3 a 7 de setembro.
A apresentação do certame, promovido pela ACOAG (Associação Comercial de Águeda) em parceria com a Câmara Municipal de Águeda, aconteceu no passado dia 1 de agosto e teve como palco, uma vez mais, as Caves S.João, em Sangalhos.
Nesta que é a 21.ª edição o cartaz musical de grande qualidade, associado à gastronomia, ao artesanato e aos doces regionais serão os ingredientes suficientes para atrair ao Largo 1.º de Maio milhares de visitantes.
Este ano, o emblemático certame aguedense, terá cinco restaurantes presentes, mantendo-se o preço por dose de leitão nos 12,50 euros. E uma vez mais, esta que é a iguaria maior da região, será acompanhada pela excelência dos vinhos e espumante das Caves São João.
“Em volta dos restaurantes decorre toda a restante dinâmica da Festa, sendo de salientar a tenda da novidade”, avançou Olívia Passos, presidente da ACOAG, durante a apresentação do certame.
“Temos tido o apoio do Turismo do Centro e da Câmara Municipal de Águeda que nunca nos faltou com o seu apoio e tem estado sempre disponível”, diria ainda.

Novidades gastronómicas. Este ano as novidades gastronómicas são de comer e chorar por mais. Novamente confecionadas pela Padaria Pastelaria Trigal, acabam por ser inspiradas no próprio certame: o semi-folhado com formato e recheio de leitão e o folhado em formato de garrafa de espumante, mas com recheio doce de ovos, prometem fazer a delícia de todos os comensais. Acrescente-se que esta pastelaria volta a reeditar aquelas que foram as novidades dos anos de 2009 e de 2010: bola de leitão, bateirinha do Águeda doce, bateira de leitão e lencinhos de Águeda, sendo certo que na presente edição haverá ainda outra tentação em cima da mesa: as sombrinhas de Águeda, um doce inspirado no agitÁgueda.
No recinto de espetáculos estarão a funcionar quatro bares assim como diversas animações: pista de carros de choque e insufláveis para os mais novos.

Variados ramos de negócio presentes. Paralelamente, a mostra de artesanato e gastronomia serão os grandes atrativos. Expositores dos mais variados ramos de negócio (pastéis de Águeda; doces da Confraria Sabores do Botaréu; produtos regionais alentejanos; iguarias da Ilha da Madeira; Mirtilos e a batata frita artesanal, entre outros), vão atrair muitos visitantes.
Na ocasião, Olívia Passos falou da segunda corrida e caminhada Solidária+. Um evento organizado e dinamizado pela ATIVA+ em colaboração com a ADERCUS e inserido na 21.ª Festa do Leitão. De acordo com o princípio solidário que rege esta iniciativa, a totalidade das verbas angariadas reverterá a favor da Associação de Pais de Mourisca do Vouga – “Os Pioneiros”.
Jorge Almeida, vice-presidente da autarquia aguedense, avançou estarem reunidos todos os ingredientes para que o certame seja um sucesso. “Só é preciso rezar a S. Pedro para que esteja um tempo ótimo”, considerando que “Águeda se vai orgulhar deste certame” que marca “a maioridade da Festa do Leitão”.
Também Alberto Marques, presidente da Assembleia Geral da ACOAG, apelou aos associados e amigos da ACOAG para que não faltem a esta festa: “Passem a palavra junto de fornecedores e clientes para que tenhamos muitos visitantes”, num evento que considerou ter evoluído muito ao longo destas duas décadas, sendo já “uma referência na região”, mas que poderá evoluir ainda mais por forma “a dar o salto importante”. O preço das entradas será de 3 euros, exceto no domingo que será de apenas dois.

Programa
Quarta-feira, dia 3: David Carreira
Quinta-feira, dia 4: Blind Zero
Sexta-feira, dia 5: Deolinda
Sábado, dia 6: Boss AC e espetáculo piro-musical; Dj’s The Fucking Bastards
Domingo, dia 7: Portugal em Festa (programa da SIC) com seis hora de emissão, em direto, que prometem essencialmente humor, música, reportagem, prémios e muita animação e ainda uma SunSet Party com vários Dj’s.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Festival de Marisco da Costa Nova de 31 de julho a 3 de agosto

Festival de Marisco da Costa Nova de 31 de julho a 3 de agosto

Numa organização conjunta entre a Câmara Municipal de Ílhavo e o Illiabum Clube, decorrerá entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, no Relvado da Costa Nova, a oitava edição do “Ria A gosto” – Festival de Marisco da Costa Nova.
Integrado no programa do “Mar agosto 2014 – Festas do Município de Ílhavo”, o Festival de Marisco tem como principal objetivo divulgar o marisco e todos os produtos da Ria, numa aposta de promoção dos produtos “Ria de Aveiro” e de dinamização da economia local, tendo o Relvado da Costa Nova como palco e os típicos Palheiros como cenário.
O Festival abre ao público na quinta-feira, dia 31 de julho, pelas 20h, e encerra no domingo, dia 3, após o serviço de almoço. No dia 31, às 21h30, no Relvado da Costa Nova, decorre o Concerto com a Banda dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo – Música Nova.
A comercialização, apanha e cultivo de bivalves e captura de Marisco é uma das mais relevantes atividades económicas das comunidades piscatórias da Ria de Aveiro. No Município de Ílhavo, para além do consumo efetuado nos restaurantes locais, em especial nas praias da Costa Nova e da Barra, existe ainda um equipamento vocacionado para a sua comercialização – o Mercado do Peixe da Costa Nova, que emprega familiares dos pescadores e que está adaptado à venda do marisco já confecionado.
No ambiente informal de uma mega-tenda, instalada no relvado da Costa Nova e enquadrada pelo Canal de Mira e pelos palheiros, é também uma forma de apoiar uma das mais emblemáticas equipas de basquetebol nacional – o Illiabum Clube.

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JB recebe Prémio Gazeta 2013

O Jornal da Bairrada foi um dos galardoados nos Prémios Gazeta 2013, atribuídos pelo Clube dos Jornalistas, com o patrocínio exclusivo da Caixa Geral de Depósitos. Os prémios serão entregues em breve, numa cerimónia conduzida pelo Presidente da República.
O JB recebeu o Prémio na categoria de Imprensa Regional, tendo o júri considerado que o nosso semanário “tem, a par de uma informação cuidada, plural e de proximidade, uma moderna e atrativa apresentação gráfica, com uma vasta tiragem impressa”.
O Júri dos Prémios Gazeta analisou, em maio e junho, mais de uma centena de trabalhos concorrentes.
O Prémio Gazeta Revelação foi atribuído a Catarina Fernandes Martins, pelo trabalho “Homem que matou um Homem e encontrou Saramago na prisão”, publicado no jornal “Público”.
O Prémio Gazeta Multimédia foi atribuído ao trabalho “Filhos do Vento”, de Catarina Gomes, Ricardo Rezende, Manuel Roberto, Dinis Correia e Andreia Espadinha.
A reportagem “Verdade Inconveniente”, de Ana Leal, transmitida pela TVI, recebeu o Prémio Gazeta de Televisão.
Já o Prémio Gazeta de Imprensa foi atribuído a Paulo Pena, por trabalhos publicados na revista “Visão”.
O Prémio Gazeta de Rádio foi para Maria Augusta Casaca, pelo trabalho “Catarina é o meu nome”, transmitido na TSF.
José Carlos Carvalho recebeu o Prémio Gazeta de Foto-Reportagem, pelo trabalho “Triscaidecafobia”, publicado no jornal i.
O Prémio Gazeta de Mérito foi atribuído a Helena Marques, que finalizou a sua carreira no Diário de Notícias.
O júri dos Prémios Gazeta 2013 foi composto por Eugénio Alves (CJ), Elizabete Caramelo (docente universitária), Eva Henningsen (Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal), Fernando Cascais (docente universitário), Fernanda Bizarro (free-lancer), Fernando Correia (jornalista e docente universitário), Jorge Leitão Ramos (crítico de cinema e televisão) e José Rebelo (docente universitário).

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D. António Moiteiro Ramos é o novo bispo da diocese de Aveiro

O Papa Francisco nomeou hoje como novo bispo de Aveiro D. António Moiteiro Ramos, de 58 anos, até agora auxiliar da Arquidiocese de Braga, revelou à Agência ECCLESIA a Nunciatura Apostólica em Portugal.

O prelado sucede a D. António Francisco dos Santos, que em abril deste ano tomou posse como bispo do Porto.

D. António Moiteiro Ramos tinha sido nomeado bispo auxiliar de Braga por Bento XVI, a 8 de junho de 2012, quando era pároco da Sé e São Vicente, na Diocese da Guarda, e foi ordenado a 12 de agosto do mesmo ano pelo cardeal português D. José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos.

O novo bispo de Aveiro nasceu a 17 de maio de 1956 na freguesia de Aldeia de João Pires, Concelho de Penamacor, Diocese da Guarda e Distrito de Castelo Branco.

Padre desde 1982, o desempenhou funções de pároco e foi diretor espiritual do Seminário Maior, sempre na Guarda, ao longo de várias décadas.

Doutorado em Teologia Pastoral, D. António Moiteiro Ramos foi responsável pelo Departamento de Catequese da Infância e Adolescência, bem como do Ensino da Igreja nas Escolas; atualmente era diretor do Secretariado Diocesano da Educação Cristã, coordenador da pastoral, assistente diocesano das Conferências Vicentinas, membro do Conselho Presbiteral, do Conselho Episcopal e do de Pastoral.

Além de ter colaborado em 1991 para a publicação dos catecismos do Programa Nacional de Catequese «Jesus gosta de Mim» (1-º ano) e «Estou com Jesus» (2.º ano), o novo bispo editou as obras «Guia de leitura do Diretório Geral de Catequese (1998), «Os catecismos portugueses da infância e adolescência de 1953-1993», «A catequese na Diocese da Guarda» (2003), «Procuramos o rosto de Deus» e «Celebramos o encontro com Cristo» (2006).

A Diocese de Aveiro foi criada por Clemente XIV, mediante o breve ‘Militantis Ecclesiae gubernacula’, de 12 de Abril de 1774, a pedido do rei D. José I, com território destacado da Diocese de Coimbra, até à sua extinção pela bula do Papa Leão XIII ‘Gravissimum Christi Ecclesiam regendi et gubernandi munus’, de 30 de setembro de 1881, executada no ano seguinte

O Papa Pio XI pela bula ‘Omnium Ecclesiarum’ (24 de agosto de 1938) restaurou-a, dando-lhe novos limites, com 82 paróquias, desmembradas das Dioceses de Coimbra, do Porto e de Viseu; foi então elevada a catedral a igreja conventual de São Domingos e matriz da Paróquia de Nossa Senhora da Glória.

A sentença executória da restauração da Diocese deu-se em 11 de dezembro de 1938, tendo-se seguido desde então cinco bispos residenciais: D. João Evangelista de Lima Vidal, D. Domingos da Apresentação Fernandes, D. Manuel de Almeida Trindade, D. António Baltasar Marcelino e D. António Francisco dos Santos.

Segundo os dados da última edição do Anuário Católico de Portugal, a Diocese de Aveiro tem 311 mil habitantes (270 mil católicos) espalhados por 1538 quilómetros quadrados, com 101 paróquias e 82 sacerdotes diocesanos, a que se somam 18 religiosos.

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Verallia Portugal revela vencedores do Concurso de Design & Criatividade

A 1.ª Edição do “Concurso de Design & Criatividade – À Conquista de Novas Tendências de Mercado e Consumidores”, promovido pela Verallia Portugal e apadrinhado pelo célebre designer Francisco Providência, já tem vencedores.

Numa cerimónia que decorreu no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE), no dia 13 de junho, a Verallia Portugal revelou os 5 vencedores e as 5 Menções Honrosas atribuídas. O 1.º prémio foi atribuído a Fábio Martins, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, com o Projeto Drop Cut, na categoria Vinhos. O 2.º prémio foi atribuído a Ricardo Pereira, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viana do Castelo, com o Projeto Simbiose, na categoria Sumos e Refrigerantes. O 3.º prémio foi atribuído a Wilson Sanches, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, com o Projeto Ártica, na categoria Aguardentes e Licores. O 4.º prémio foi atribuído a Catarina Pires, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, com o Projeto Gota, na categoria Azeites. O 5.º prémio foi atribuído a Rui Antunes, da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa, com o Projeto Été, na categoria Aguardentes e Licores.

Na abertura da cerimónia, o Diretor Geral da Verallia Portugal, Paulo Pinto, referiu o sucesso desta 1.ª edição do Concurso e garantiu uma 2.ª edição já no próximo ano letivo. Nesta 1.ª edição do concurso aberto a todas as instituições de ensino nacionais, foram recebidas 94 inscrições e avaliados 50 projetos de 4 instituições de ensino: Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha do Instituto Politécnico de Leiria (ESAD); Escola Superior Gallaecia de Vila Nova de Cerveira, Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESTG) e a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa.

A realização dos projetos teve como base novas soluções de vidro de embalagem, direcionadas a nichos de mercado ou mass-market com vantagens diferenciadoras para os consumidores e distinção no mercado vidreiro. No desenvolvimento deste projeto, os alunos deviam criar essas mesmas soluções em função de um público-alvo específico, tendo em consideração as questões económicas do lançamento de uma garrafa ou de um boião em vidro.

Para além dos prémios indicados no Regulamento do Concurso (5.º prémio: Entrevista com o Diretor Geral da Verallia Portugal e a Diretora de Recursos Humanos; 4.º prémio: estágio de verão de um mês na Verallia Portugal; 3.º prémio: 1.000 euros; 2.º prémio: 1.500 euros; 1.º prémio: 2.000 euros), a Verallia Portugal decidiu oferecer a cada premiado o livro “Design et al”, cujo autor do terceiro capítulo é o Padrinho do Concurso, o Professor Francisco Providência.

Todos os participantes terão, igualmente, a oportunidade de visitar gratuitamente a Exposição “O Vinho & O Fado”, patente no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, em que a Verallia Portugal é patrocinadora e parceira.

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Tardio é o primeiro álbum a solo do músico aveirense Ricardo Fino

ricardo_fino.jpgRicardo Fino anda na música desde os anos 70, tendo integrado algumas bandas pop/rock. Apresenta agora o seu primeiro álbum com o título Tardio, com 14 temas de sua autoria, ou com parcerias de autores como Pedro da Silva Martins, Jesus Zing e Viriato Teles.

O disco tem edição marcada para a primeira semana de junho e nele participam as cantoras portuguesas Ana Laíns, Micaela Vaz e a galega Uxía. Inspirado por muitos anos de audição de muita música portuguesa e de outras de toda a parte, construiu um trabalho onde se mistura o fado, a balada, a música tradicional portuguesa, o bolero, a morna, o chorinho, a música irlandesa e outros sons que podem lembrar muitas origens.

O som é baseado na sua voz, sendo acompanhado por Alfredo Teixeira na guitarra portuguesa e na rabeca, João Gentil na acordina e no acordeão, Jorge Loura na guitarra, Miguel Calhaz no contrabaixo e Quiné Teles na percussão. Tem também participação de Aoife Hiney no tin whistle, Marco Freire na tuba e Pedro Martins no violino. Os arranjos e produção são de Quiné Teles que assume também a direcção musical em concerto.
O álbum começa a ser comercializado a partir da próxima segunda-feira, dia 9.

 

fonte: Antena 1

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Coral Polifónico de Aveiro lança projecto Cantares Doces

O Coral Polifónico de Aveiro, instituição de utilidade pública que perfaz 32 anos, realiza de 22 a 27 de julho o projeto “Cantares Doces”, celebrando pela música as relações seculares entre Aveiro e a Ilha da Madeira.

Tendo por mote a narrativa dos Ovos Moles, o projeto tem como ponto alto um espetáculo na noite de dia 23 de julho de 2014, no Centro Cultural e de Congressos, capaz de atender as preferências de um público plural, numa heterogeneidade de estilos, linguagens musicais, intencionalidades e períodos cronológicos.

Abre com um cantor consagrado da região, José Cid, que em várias das suas canções evoca o mar, tema tão caro do cancioneiro aveirense e madeirense, a que se junta a voz de outro grande artista, Zé Perdigão, e ainda, de forma inédita, no refrão de uma das músicas de Cid, as vozes do Coral Polifónico de Aveiro.

À volta dos famosos “Ovos Moles” e da sua História, o espetáculo prossegue depois numa alternância de formações corais, em que se destaca a participação do Coro de Câmara de Câmara de Lobos, num reencontro pela música entre Aveiro e a Região Autónoma da Madeira, trocando melodias populares como “Ria de Aveiro” pelo “Mar ao Fundo” insular.

Percorre também sonoridades do mundo lusófono, toca em África, com temas como “Siyahamba” e no Brasil com “Prece ao Vento” ou “Romaria”, procurando evidenciar a importância da música para o intercâmbio de culturas e evocando as ambiências marítimas, através de obras contemporâneas como “Queda do Império”.

Os Ovos Moles terão nascido da combinação feliz entre a dotação do açúcar da Madeira de que dispunha a Princesa Santa Joana, que se recolheu no Mosteiro de Jesus, em Aveiro, e as rendas pagas em ovos à casa conventual.

A produção açucareira madeirense, durante séculos, serviu-se sobretudo de formas cerâmicas saídas das olarias aveirenses.
Os barcos que carregavam no Porto de Aveiro e chegavam à Ribeira de Machico, com formas para o pão de açúcar, mas também com sal, vinham depois com lastro de pedras vulcânicas, ainda hoje visíveis em construções da cidade de Aveiro.

Esse movimento mercantil envolveu troca de mercadorias, mas também necessariamente de conhecimentos, culturas e gentes. Poderá estar aí a explicação para o apelido madeirense “Aveiro”, a indicar a origem de algumas famílias insulares, nomeadamente da ascendência paterna do ídolo do futebol português Cristiano Ronaldo.

É nesse enquadramento que, juntamente com a Confraria dos Ovos Moles, o Coral Polifónico de Aveiro organiza também uma conferência, que deverá decorrer na Universidade de Aveiro, sobre essas relações, com a projeção comentada pelos autores do documentário “cidades do açúcar e da cerâmica” e visitas turísticas à região de Aveiro dos coralistas e acompanhantes da Madeira.

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Ministério Público investiga corrupção na GNR de Aveiro

O Ministério Público está a investigar um esquema de corrupção envolvendo quatro militares da GNR de Aveiro que, alegadamente, recebiam vantagens patrimoniais para não fiscalizar empresas ligadas à extração de areias.
Além dos militares, um primeiro-sargento e três cabos do Núcleo de Proteção Ambiental do Destacamento da GNR de Aveiro, a investigação abrange também dois empresários de Vagos do setor da extração de inertes, que são suspeitos da prática de crimes de corrupção ativa para ato ilícito.
O inquérito está a ser dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Aveiro.
Na penúltima quinta-feira, a Polícia Judiciária levou a cabo buscas nas residências e nas viaturas automóveis dos suspeitos, tendo sido apreendidos documentos e discos rígidos.
De acordo com os investigadores, os empresários contactavam os militares para se assegurarem que podiam exercer a sua atividade ilícita sem qualquer ação ou fiscalização por parte da GNR.
Além disso, há ainda suspeita de os militares beneficiarem aqueles empresários, desviando autos de notícia, que deveriam ter sido remetidos à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Centro, a entidade competente para processar a contraordenação, e não foram.
Até ao momento, foram detetados oito autos de notícia relacionados com infrações ambientais que não foram rececionados na CCDR do Centro, incluindo um caso de escavações e aterros ilegais numa zona de proteção e recarga de aquíferos inserida na Reserva Ecológica Nacional, em Lombomeão, Vagos.
Estas ações constituem uma contraordenação ambiental muito grave, punível com coima de 20.000 a 30.000 euros ou de 38.500 a 70.000 euros, consoante se trate de pessoa singular ou coletiva, em caso de negligência.
Como contrapartida da omissão dos seus deveres funcionais, os quatro militares da GNR terão recebido vantagens patrimoniais, designadamente dinheiro e bens móveis.
Os investigadores sustentam que, em junho do ano passado, um dos empresários almoçou num restaurante em Aveiro com os militares que estão a ser investigados e terá entregado mil euros a distribuir por todos.

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