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Despiste fatal para menino de dois anos


O menino de dois anos que, na noite do dia 5 de novembro, fora vítima de um grave acidente de viação ocorrido na estrada que liga a Moita ao lugar de Ferreiros, no concelho de Anadia, acabou por não resistir à gravidade dos ferimentos. Faleceu no dia seguinte (sexta-feira, dia 6), no Hospital Pediátrico de Coimbra.
O pequeno Vasco Morais tinha apenas dois anos e seguia com o pai, numa viatura ligeira que entrou em despiste, capotou, embatendo com violência contra dois eucaliptos.
O acidente aconteceu na Rua do Vale do Fojo, por volta das 22h20, de 5 de novembro, na estrada que liga a Moita a Ferreiros.
O pai da criança, Mário Rui Morais, com 32 anos, sofreu uma fratura de um dos membros inferiores, tendo sido conduzido aos Hospitais da Universidade de Coimbra, avançou a JB o adjunto do comando dos Bombeiros Voluntários de Anadia, António Matos.
O despiste terá acontecido quando o condutor, bombeiro na corporação de Anadia há mais de uma década, se deslocava para a sua residência em Ferreiros. Ocupa o lugar de subchefe na corporação e neste fatídico dia encontrava-se a gozar um dia de férias, não estando portanto ao serviço da corporação, avançou a JB o adjunto do comando de Anadia, António Matos.
Em estado crítico, e depois de ter sofrido várias paragens cardiorrespiratórias, o bebé, que deu entrada no Pediátrico de Coimbra, acabaria por não resistir.
O corpo do pequeno Vasco foi velado na Capela de Avelãs de Cima e o seu funeral, que constituiu uma enorme manifestação de dor e pesar, realizou-se na passada terça-feira, pelas 16h, para o cemitério de São Pedro, em Avelãs de Cima.
Fonte da GNR avança que as causas do acidente ainda estão por apurar. Contudo, o condutor apresentava uma taxa de álcool superior a 1,20 gr/litro sangue, valor já considerado crime.
Para o local foram deslocadas sete viaturas de socorro e 17 bombeiros: duas ambulâncias e o INEM dos Bombeiros Voluntários de Anadia, a viatura de desencarceramento também da corporação anadiense, a SIV de Águeda e a VMER dos HUC.
A GNR de Oliveira do Bairro tomou conta da ocorrência.
Catarina Cerca

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Pedralva: Dois feridos graves em aparatoso acidente


Dois feridos graves foi o resultado de um aparatoso acidente que ocorreu por volta das 20h50, na terça-feira, dia 22.
O acidente ocorreu na localidade da Pedralva (S.Lourenço do Bairro), perto de um viaduto. Da colisão entre um veículo ligeiro de passageiros e um trator carregado de engaço de uvas, registaram-se duas vítimas que tiveram de receber tratamento hospitalar.
A mais grave viajava na viatura ligeira. Trata-se de Judite Ferreira, professora, de 57 anos, residente na Pedralva, que apresentava fraturas expostas nos membros inferiores. Teve de ser desencarcerada da viatura onde seguia e foi transportada pelo INEM dos Bombeiros Voluntários de Anadia com apoio VMER dos Covões para os HUC.
A outra vítima foi o ocupante do trator que, na sequência da colisão, foi cuspido e ficou inconsciente, prostrado na via.
António Pereira, de 76 anos, residente no Outeiro de Baixo, teve de ser transportado pela SBV de Anadia acompanhado pela SIV de Cantanhede para os HUC.
Segundo apurámos, o socorro chegou ao local do acidente em dez minutos, mas o trânsito esteve interrompido nos dois sentidos até à retirada da vítima encarcerada, ficando um sentido desimpedido após conclusão do desencarceramento. Depois da retirada do veículo ligeiro, procedeu-se à lavagem de estrada.
Para o local foram deslocados vários meios: INEM dos Bombeiros de Anadia (2 elementos); VSAT dos Bombeiros de Anadia (5 elementos); SBV de Anadia (2 elementos); SIV de Cantanhede (2 elementos) e VMER dos Covões (2 elementos).
A GNR de Anadia e a de Sangalhos tomaram conta da ocorrência.
CC

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V.N. Monsarros: Acidente de viação vitima jovem GNR


Um jovem militar da GNR, a exercer funções no Posto de Oliveira do Bairro, natural de Vila Nova de Monsarros, faleceu, na quarta-feira, dia 23, na sequência de um grave acidente de viação.
Paulo Campos, de 35 anos, seguia de moto quando sofreu uma colisão com um camião, por volta das 23h40, no IC2, na zona de Anadia. O acidente aconteceu perto do Restaurante Dom Ferraz.
Alegadamente o jovem militar perdeu o controle da moto numa curva, acabando por embater num pesado que circulava na via contrária.
Embora tenha sido assistido no local pela ambulância de Suporte Básico de Vida, sediada no Hospital de Anadia, acabaria por não resistir à gravidade das lesões.
O jovem era militar há alguns anos no Posto Territorial da GNR de Oliveira do Bairro.
Segundo apurámos, era um jovem cheio de vida, um excelente profissional, competente e amigo dos colegas.
O seu funeral realizou-se na última sexta-feira, dia 25 de setembro, numa enorme manifestação de pesar, para o cemitério de Vila Nova de Monsarros.
Catarina Cerca

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Cinco feridos em colisão entre dois carros


Cinco feridos, um dos quais em estado grave, é o resultado de uma colisão ocorrida, no último domingo, pelas 19h, na EN-333, na zona da antiga Feira da Palhaça.
Lina Maria Dias, 56 anos, residente em Avelãs de Caminho; Maria do Carmo Abrantes, 29 anos, residente em Sangalhos e Mário Jorge Silva, de 38 anos, residente nos Covões, são três dos cinco feridos transportados para o Hospital Infante D. Pedro em Aveiro.
No local estiveram os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro – que procederam às operações de desencarceramento -, os Bombeiros Voluntários de Vagos e uma ambulância de Suporte Imediato de Vida do INEM, proveniente de Cantanhede.
Na origem da colisão terá estado o desrespeito da sinalização vertical por um dos intervenientes na colisão.
A EN333 esteve cortada, ao longo de uma hora, tendo a GNR tomado conta da ocorrência.

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Prisão para condutor que transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda


 

O condutor do autocarro que transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda, que se despistou, há quase seis anos, em Santa Maria da Feira, foi, na segunda-feira, condenado pelo tribunal daquela cidade a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa. Do acidente resultou um morto, uma mulher de 44 anos, sete feridos graves, entre os quais uma grávida, e 20 ligeiros.
O coletivo de juízes deu como provado que o acidente ficou a dever-se ao “excesso de velocidade, potenciado pelas deficiências mecânicas do veículo” que, na altura, transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda.
Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente referiu ainda que o local onde ocorreu o acidente “estava mal sinalizado”, adiantando não ter sido dado como provado que o motorista conhecesse aquela zona.
“Este acidente também teve consequências para si. Já sofreu sanção pela prática destes crimes, mas o tribunal não poderia deixar de o sancionar”, referiu o magistrado dirigindo-se ao arguido, após a leitura do acórdão.
O arguido, de 60 anos, foi condenado a um ano e meio de prisão, por um crime de homicídio por negligência, oito meses, por um crime de ofensa à integridade física grave por negligência, e três meses, por cada um dos dez crimes de ofensa à integridade física por negligência.

Pena. Em cúmulo jurídico, foi-lhe aplicada uma pena única de dois anos e meio de prisão, suspensos por igual período.
Na noite da tragédia, o coro do Orfeão de Águeda dirigia-se para São Paio de Oleiros, em Santa Maria da Feira, onde era esperado para as celebrações do 25.º aniversário da Associação Musical Oleirense.

Acusação. Segundo a acusação do Ministério Público, o arguido “conduzia desatento, não tomando as precauções devidas e de que era capaz, iniciando a aproximação à curva sem diminuir a velocidade da forma devida e sem se precaver que a podia descrever em segurança, manifestando desprezo para com as pessoas que consigo seguiam no veículo”.
A defesa do arguido requereu a abertura da instrução, alegando que as causas do acidente ficaram a dever-se a falhas de manutenção no veículo acidentado. Contudo, o Juiz de Instrução confirmou que o veículo apresentava, desde o início da marcha, problemas que determinavam “a existência de folga no volante”, mas, ainda assim, decidiu pronunciar o arguido por todos os crimes de que estava acusado.

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Paraimo/Sangalhos: Acidente com moto na variante faz 4 mortos


 

O trágico acidente ocorrido na madrugada do primeiro dia de maio deixou a Bairrada em choque. Dois irmãos que moravam há vários anos no Paraimo e um casal que seguia de moto e que residia no concelho de Oliveira do Bairro perderam a vida num acidente ocorrido por volta da 1h da manhã, na variante à EN 235, no Paraimo (Sangalhos). Joaquim Ramos, de 38 anos e o irmão Augusto Ramos, de 47, foram colhidos mortalmente por uma moto, quando tentavam atravessar a variante. Do acidente resultou ainda a morte dos ocupantes da moto, Telmo Silva, de 39 anos e Paula Outerelo, de 45.
Os dois irmãos tinham passado a noite juntos num café no Paraimo a conviver com os amigos. Por volta da 1h saíram e Joaquim (irmão mais novo) decidiu acompanhar o irmão a casa. Com eles seguia a cadela pastor-alemão “Rita”, companhia inseparável de Augusto.
Ambos fizeram o que é frequente outras pessoas da localidade fazerem – atravessar a variante num local vedado a peões – e que lhes foi fatal.
Os irmãos acabariam por ser colhidos por uma moto (Honda CBR 1000) que circulava no sentido Oliveira do Bairro/Anadia. O casal de namorados também não resistiu à colisão, falecendo no local.
O estrondo do acidente foi de tal forma violento que se ouviu a vários metros de distância.
Ana Matias, comandante da corporação de bombeiros anadiense, conta que foi “um choque brutal” e que os bombeiros, ao chegarem ao local, se depararam com “um cenário muito violento”. Os corpos das quatro vítimas estavam espalhados por vários metros, nas duas faixas de rodagem. O corpo de Joaquim Ramos estava pendurado no separador central da variante. Era também aí, na berma, junto ao separador, que se encontrava o corpo da cadela de raça pastor-alemão. Já o do seu irmão, Augusto, fora projetado para a faixa de rodagem contrária.
O jovem que seguia de moto, Telmo Silva, natural de Aguim, foi arrastado algumas dezenas de metros, enquanto que a namorada foi projetada para fora da estrada, encontrando-se o corpo numa zona de vegetação, junto à valeta.
A comandante Ana Matias avança que para o local foram chamadas as corporações de Anadia, Oliveira do Bairro e Águeda, a que se juntou a VMER de Aveiro. O posto territorial de Sangalhos da GNR tomou conta da ocorrência e o Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR recolheu elementos para clarificar o acidente.
A circulação de trânsito só foi restabelecida perto das 6h da manhã.

Testemunhos

“Disse-me ‘Adeus, Costa’ e morreu
Eduardo Costa reside no Paraimo e era amigo de longa data dos dois irmãos. Foi uma das primeiras pessoas a chegar ao local do acidente. É com lágrimas nos olhos e a voz embargada que fala do que viu. Tinha estado com ambos no café Estafeta, no Paraimo, “a ver a bola”. Assim que ouviu o estrondo, dirigiu-se imediatamente para o local. “Tinha combinado ficar à espera do Quim, no café. Mas quando não apareceu e ouvi o estrondo tive um mau pressentimento”, disse. “Fiquei em choque mas fui ter com o Quim. Pus-lhe a mão na cara mas não reagiu. Já estava morto. Depois, vi o Augusto. Ajoelhei-me e perguntei-lhe se estava bem. Falou-me, num tom de voz muito baixinho, e tentou dar-me a mão. Disse-me ‘Adeus, Costa’ e morreu”.

“Trabalhador, brincalhão, condutor cauteloso”
Vítor Andrade, amigo da família, recorda Telmo Silva como um jovem trabalhador, humilde, sempre com um sorriso nos lábios e muito brincalhão. “Bem disposto, amigo de toda a gente”, especialmente dos familiares, aos quais fazia questão de cuidar pessoalmente dos carros, já que esta era a sua profissão (mecânico/bate-chapas).
De igual forma, o cunhado de Telmo, Carlos Nogueira, lembra um jovem de excelente caráter, amigo de toda a gente. “Simples, brincalhão e com um enorme coração”, mas também um condutor cauteloso e experiente, que cresceu no seio de uma família muito unida. “Eram 10 irmãos e perderam os pais muito cedo. Tornaram-se muito unidos”.

Junta de Freguesia quer medidas urgentes
Dez anos depois da inauguração da variante, a povoação do Paraimo continua dividida ao meio e sem a prometida ponte pedonal sobre aquela via.
Em 2005, a Junta de Freguesia, então liderada pelo autarca Sérgio Aido, recebia a promessa das Estradas de Portugal (EP), de que a obra seria concretizada. Os anos passaram, os ofícios da JF e os abaixo-assinados a solicitar reuniões e a pressionar para a realização da obra sucederam-se, mas a verdade é que, até ao momento, tudo permanece igual.
Por diversas vezes o ex-autarca criticou o facto deste processo se encontrar parado. Agora, perante este trágico acidente, lamenta que “a povoação e famílias inteiras continuem divididas porque a EP não fez o prometido. O terreno existe. Está lá junto à cabine e à antiga churrascaria do Teófilo. Este acidente poderia ter-se evitado”, dando como exemplo a CP que, no caminho de ferro, construiu uma passagem aérea e elevadores, conforme prometido, aquando da remodelação da linha do Norte que dividiu a povoação ao meio.
Agora, o atual autarca António Floro deseja que sejam tomadas medidas urgentes para melhorar a segurança no local. Avança estar em contacto com a Câmara Municipal de Anadia no sentido de voltar a pressionar a EP para a necessidade da passagem pedonal, mas também para a rápida recolocação das redes (cortadas pelos populares que atravessam a variante naquele local), com reforço das mesmas.
Recorde-se que este troço entre Oliveira do Bairro e Sangalhos, inaugurado em julho de 2005, foi construído para afastar o tráfego rodoviário entre estas povoações.

Catarina Cerca

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Jovens bairradinos morrem durante manutenção de chaminé


Dois operários, de 26 e 28 anos, residentes na Bairrada, morreram carbonizados, na sexta-feira, quando se encontravam a fazer a manutenção de uma chaminé na fábrica de celulose do Caima, em Constância.
A empresa e as autoridades já abriram um inquérito para apurar as circunstâncias em que ocorreu o acidente.
Cristiano Catarino, de 26 anos, residente em Anadia, e Filipe Miguel Tomás, de 28, residente em Ventosa do Bairro, Mealhada, eram funcionários da empresa de revestimento de superfícies Orbisource, com sede em Anadia. Os seus serviços foram contratados pela Caima.
A presidente da Câmara Municipal de Constância, Júlia Amorim, disse à Lusa que, de acordo com a informação recolhida junto dos bombeiros o acidente decorreu da inflamação de um produto que estava a ser usado nos trabalhos de manutenção.
Fonte da empresa de Constância explicou ao Correio da Manhã que a produtora de pasta de papel suspende a laboração uma vez por ano para proceder a trabalhos de manutenção dos equipamentos. Desde 29 de setembro que a empresa estava parada. Enquanto decorrem estes procedimentos, a Caima tem ao serviço cerca de 700 trabalhadores, a maioria pertencente a empresas contratadas. No resto do ano, o quadro de pessoal é de 180 trabalhadores, divididos por dois turnos.
No local compareceram os Bombeiros Voluntários de Constância, com quatro veículos, e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Centro Hospitalar do Médio Tejo.
O funeral de Cristiano Catarino decorreu na terça-feira, pelas 17h30, tendo o seu corpo ido a enterrar para o cemitério de Vila Nova de Monsarros. Já o funeral de Filipe Miguel realizou-se na segunda-feira. Ambos os atos lutuosos decorreram debaixo de grande consternação.

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NEWARK – Lusodescendentes morrem em despiste


acidenteDois jovens lusodescendente morreram na madrugada do último domingo, em Newark, estado de Nova Jérsei, divulgou ao Jornal da Bairrada um familiar. Erik Pires, de 19 anos, era filho de José Pires e de Maria Pires, naturais dos Carris, Oiã, enquanto que Filipe Timóteo, também com 19 anos, era filho de José Timóteo e Dora Timóteo, naturais da Gafanha da Boa Hora. As causas que terão motivado o despiste não são conhecidas

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Menina de dois anos fica com mão entalada numa máquina de brindes


Uma criança de dois anos ficou, na penúltima quarta-feira, ao início da tarde, com a mão entalada numa máquina de bolas de brindes, num café em Oliveira do Bairro. A menina esteve cerca de 40 minutos com a mão entalada na máquina.
Movida pela sua curiosidade, a criança meteu a mão dentro do orifício por onde saem as bolas, não conseguindo depois retirá-la. A menina entrou, entretanto, em pânico, fazendo com que a saída da mão fosse cada vez mais difícil, pelo que os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro foram chamados ao local, tendo desmontado a máquina e retirado a mão. Além dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, que compareceram com uma ambulância e um carro de desencarceramento, a viatura de Suporte Imediato de Vida do INEM, Águeda, também esteve no local. Leia mais na versão digital do seu JB.

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Grada:Sem-abrigo encontrado morto numa vala perto de uma vinha


Um sem-abrigo, que era frequentemente visto na zona central da cidade de Anadia (junto ao Tribunal) foi encontrado sem vida na manhã da última sexta-feira, dia 14, em Grada (Anadia).
Para já, parece estar afastada a hipótese de crime, pois os indícios encontrados levam a crer que o homem, natural de Mangualde, terá caído da bicicleta para uma pequena ribanceira, na zona de Grada.
Abílio Sequeira tinha 47 anos e era solteiro. Residia em Anadia, ainda que em condições bastante precárias.
Segundo apurámos, o corpo foi encontrado por um trabalhador que se dirigia para uma vinha onde ia começar a trabalhar ao início da manhã. “Apercebi-me, ao longe, da bicicleta e pensei que teria sido abandonada ali. Quando me aproximei é que vi o corpo. Foi um enorme susto. Já devia ali estar há uns dias. O corpo estava inchado e começava a cheirar mal”, disse Carlos Pior, que de imediato contactou o 112.
Aparentemente, o homem terá saído da estrada e caído na ribanceira, junto a uma vala. “Ele estava com a cabeça na água”, adiantou Carlos Prior.
Embora seja possível que o homem tenha morrido na sequência da queda ou por afogamento, no local, a GNR de Anadia só pôde proceder ao levantamento do corpo por volta as 11h30, tendo sido transportado para o Instituto de Medicina Legal de Aveiro onde foi autopsiado.
Segundo apuramos, Abílio Sequeira poderia já estar no local onde foi encontrado há vários dias e não mantinha qualquer contacto com a família há cerca de oito anos, altura em que esta, residente em Mangualde, lhe perdeu o rasto.
O seu funeral realizou-se ontem, quarta-feira, na sua terra natal.
Catarina Cerca

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