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26 Anos da Vila de Oiã representa um maior amadurecimento do nosso povo


26 anos de vila de Oiã. O que representa para si esta data?
No meu entender, 26 Anos de Vila de Oiã representa um maior amadurecimento do nosso povo e um melhor e maior conhecimento da nossa população, aliado a uma maior responsabilidade de cada um de nós individualmente e de todos nós em geral. Representa também um agradecimento a todos aqueles que, de um modo ou de outro, tudo fizeram por existir hoje este espaço digno, que é a nossa linda Vila de Oiã. Não nos podemos também esquecer de todos aqueles homens e mulheres espalhados pelo mundo que, ao emigrarem e com o fruto do seu árduo trabalho, criaram riqueza e investiram na nossa terra. Um bem-haja a todos eles, que continuam a visitar a nossa terra e a preservar as suas raízes históricas e familiares.

Sente que a população se envolve nas comemorações? Ou cada vez está mais distante?
De um modo geral, sinto que a população está mais participativa e envolve-se muito mais. É certo que, com a construção do Auditório de Oiã, passou a haver uma outra possibilidade de proporcionar a toda a população, mais cultura e até divertimento. Mais recentemente foi também criada uma nova dinâmica na vila, em especial na Praça do Cruzeiro, com as Feirinhas de Artesanato, acrescido de outras atividades dinamizadas para todas as classes etárias, com incidência para os mais jovens. Também o projeto de Cooperação Associativa criou uma outra dinâmica entre as Associações, onde o espírito de entreajuda mútua está a dar resultados, tanto a nível de socialização como até monetário para estas. Como o caminho se faz caminhando, o mais importante é nunca desistir, e acreditamos que vale a pena sermos persistentes.

Leia mais na versão digital do seu JB.

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Palhaça: Recanto da Natureza comemora 16.º aniversário e arranca com Parque de Lazer


O Recanto da Natureza comemorou, no sábado, 16 anos de existência. Manuel Justiniano, que assumiu a direção do Recanto da Natureza há nove anos, e vai continuar à frente dos destinos da IPSS da Tojeira, Palhaça, até 2018, anunciou o arranque, oficial, da construção do Parque de Lazer da instituição.
Manuel Justiniano, rodeado da sua direção, reeleito, recentemente, para um novo mandato, diz que pretende, nos próximos anos, solidificar ainda mais a boa gestão que tem sido feita e preparar uma direção que, depois de 2018, irá assumir o rumo do Recanto da Natureza.
Por outro lado, o presidente da direção pretende, ainda este ano, deixar concluídas as obras de requalificação da parte antiga do Recanto, que passará pelo revestimento das paredes exteriores (colocação de capoto) e troca de janelas com vidros duplos, assim como é ainda objetivo terminar o Parque de Lazer e a aquisição de uma carrinha. “Espero que o próximo aniversário seja feito no nosso Parque de Lazer”, referiu Manuel Justiniano.

Convívio. Em dia de aniversário, Manuel Justiniano juntou toda a “família” do Recanto da Natureza, proporcionando um agradável convívio, que se estendeu ao longo de toda a tarde do último sábado.
Recordou que, quando chegou à instituição, encontrou uma casa sem rumo. “Havia apenas dinheiro para pagar o mês e uma dívida aos bancos de 275 mil euros. “E hoje? Manuel Justiniano fala de uma instituição que “tem um património superior a dois milhões de euros, não deve nada a ninguém e proporciona condições de excelência aos seus utentes”.
Manuel Justiniano, ao longo dos anos, tem procurado mexer na equipa diretiva, no sentido de aperfeiçoar ainda mais a direção junto das reais exigências do Recanto da Natureza. Tem reunido pessoas com conhecimentos necessários à boa gestão e que, como sempre aconteceu, sejam todos voluntários e lutem por uma causa.
O presidente acredita que o futuro do Recanto da Natureza se perspetive “brilhante, se continuar a ser planeado com muito rigor e máxima qualidade”.
Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Oliveira do Bairro: AMPER comemora 35 anos preocupada com sustentabilidade do Lar de Idosos


O presidente da direção da Associação dos Amigos de Perrães (AMPER), Henrique Ferreira, está preocupado com o futuro da instituição, nomeadamente com a sustentabilidade do Lar de Idosos, caso o Estado não aprove o alargamento do acordo de cooperação de 16 para 24 utentes. Durante a cerimónia do 35.º aniversário da instituição, Henrique Ferreira referiu-se ainda à necessidade urgente de substituição de algumas viaturas do parque automóvel, devido ao envelhecimento e ao custo de reparação e manutenção, que começam a ser incomportáveis.

Lar de Idosos. Henrique Pires Ferreira começou por recordar que a direção adquiriu um terreno com mais de 2 mil m2 para a construção do edifício do lar de Idosos. A candidatura foi rejeitada, mas não desistiu. Posteriormente, fez uma segunda tentativa e esta sim foi aprovada, embora sem acordo de cooperação.
A primeira pedra do Lar de Idosos foi lançada no dia 21 de março de 2010, dia em que se assinalou o 30.º aniversário da AMPER. Ao Lar foi dado o nome “Lar Dr. Álvaro Santos”. “A atribuição do nome do nosso querido amigo Dr. Álvaro Santos foi uma forma de reconhecimento dos associados da AMPER pelos serviços prestados pelo mesmo à instituição, ao longo de vários anos, de uma forma empenhada e sem qualquer contrapartida, a não ser a imensa gratidão dos associados”, acrescentou Henrique Ferreira, afirmando que o edifício do Lar de Idosos “Dr. Álvaro Santos”, acabaria por ser inaugurado no dia 1 de dezembro de 2013. “É uma obra magnífica, com ótimas instalações e bem localizada, com a possibilidade de se deslocarem até ao parque do Carreiro Velho, através do caminho pedonal que liga o Lar ao dito parque, onde poderão desfrutar das boas condições que oferece e apreciar as magníficas paisagens, proporcionando aos nossos idosos qualidade de vida”, justificou, dando a conhecer que “a AMPER, após a construção do Lar de Idosos, detém um património que, a preços de custo, ultrapassa os 3 milhões e 50 mil euros”. Contudo, o presidente da AMPER deixou claro que “para aqui chegarmos houve que vencer muitos desafios e ultrapassar muitas dificuldades, mas estas ainda não terminaram”, já que “ a construção dos edifícios do Lar Residencial, Residência Autónoma e Lar de Idosos obrigou a que a AMPER tivesse que recorrer ao financiamento externo e o cumprimento do plano de amortização preocupa-nos, pois ainda não recebemos do POPH o resto da comparticipação do Lar de Idosos, que ronda os 170 mil euros”. “Cumprimos, escrupulosamente, as regras que nos foram impostas. O processo, julgamos que esteja concluído e esperamos ser, em breve, reembolsados do valor em dívida, para assim podermos honrar atempadamente os compromissos assumidos”, afirmou.

Cooperação. O presidente da direção, Henrique Ferreira, referiu ainda que “o alargamento do acordo de cooperação do Lar de Idosos de 16 para 24 utentes é, nesta altura, a nossa grande preocupação. Esteve garantido, com data marcada para a sua assinatura, mas, sem sabermos porquê, tal não se verificou. Não encontramos explicação para este recuo, mas somos pessoas de fé e esperamos que o futuro, não muito longínquo, nos traga essa realidade, dado que os principais custos de funcionamento do Lar, recursos humanos, eletricidade, gás e água são sensivelmente os mesmos, quer tenhamos 16 ou 30 utentes”.
Afirmou ainda que “existem pessoas que se encontram em lista de espera para entrar, mas só o poderão fazer se inseridas no acordo de cooperação, pois não têm capacidade financeira para suportar os custos de extra acordo, senão já há muito teriam esgotado a capacidade do Lar”.
“Temos a promessa de que, brevemente, irá ser celebrado o acordo para o Serviço de Apoio Domiciliário para 16 utentes mas, nesta fase, o mais importante para a AMPER é o alargamento do acordo de cooperação para o Lar de Idosos. Sem o acordo, o Lar não é sustentável, o que será deveras ruinoso para a Instituição”, afirmou o presidente da direção, dando a conhecer que “outro problema com que nos deparamos é o envelhecimento do nosso parque de viaturas, cujos custos de reparação e manutenção são incomportáveis”. É que “precisamos urgentemente de adquirir duas viaturas. Uma de nove lugares, com a capacidade de adaptar quatro cadeiras de rodas. Outra, comercial de três lugares, que se destina ao Serviço de Apoio Domiciliário”. “O custo destas viaturas ronda os 54 mil euros. Com os encargos assumidos que já temos, não nos será possível libertar meios para fazer face a este investimento”. Por isso, “apelamos ao presidente do Centro Regional de Segurança Social, e ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro para que, dentro das possibilidades dos organismos que dirigem, ajudem a AMPER a concretizar este investimento”.

Pedro Fontes da Costa

pedro@jb.pt

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41.º Aniversários dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro


Desfile integrado no 41.º Aniversários dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro que decorreu no último domingo, dia 22 de março.

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Festa de aniversário da ADREP com cheirinho a Natal


No passado dia 21 de dezembro, na ADREP realizou-se um almoço comemorativo do 38.º aniversário da Associação. Estiveram presentes cerca de 240 pessoas entre estas, atletas, sócios, colaboradores do teatro e do grupo de cantares e outros colaboradores desta Associação.
Um evento que contou ainda com a participação do vice-presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, presidente da Junta de Freguesia da Palhaça, presidente da Assembleia de Freguesia da Palhaça, representante da Associação de Futebol de Aveiro, Padres João Gonçalves e Leonel, presidente do Rancho Folclórico S. Pedro da Palhaça, presidente da Associação de Pais Kotinhas e Chefe de Agrupamento 970 da Palhaça.
Na hora dos discursos, as diversas entidades enalteceram as atividades desenvolvidas pela ADREP e desejaram a todos um bom Natal e um feliz ano de 2015.
Neste mesmo fim de semana, uma equipa de futsal de formação da ADREP, composta por atletas nascidos nos anos de 2003 a 2005, participou num torneio em Espanha, onde estiveram presentes 12 equipas, classificando-se em 4.º lugar.

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Club de Ancas completa 110 anos


O Club de Ancas esteve em festa. As comemorações deste evento prolongaram-se por mais de uma semana com um programa repleto de iniciativas que muito dignificaram esta Associação centenária e preencheram os mais variados gostos de quem teve a oportunidade de as frequentar.
De salientar o momento alto de toda a programação – o almoço de gala que aconteceu no dia 8 de dezembro (dia do aniversário do Club) e que contou com representação da Câmara Municipal de Anadia, na pessoa da presidente Teresa Cardoso e dos vereadores Lino Pintado e Jorge São José, assim como de todo o elenco do executivo da União de Freguesias.
É oportuno relembrar os seus fundadores e primeiros sócios, homens com uma visão social acima da média para aquela época. As suas preocupações sociais levaram-nos ao grande desafio de criar um espaço onde as gentes da sua terra pudessem evoluir social e culturalmente e se divertissem de maneira sadia, evitando assim muitos conflitos familiares e também sociais.
Ao fundarem este Club, tiveram em mente os objetivos mais prementes para aquele tempo: Bem-Fazer, Instrução e Recreio. Bem-Fazer porque a pobreza grassava pela aldeia e atingia a maior parte das famílias. Instrução, porque a percentagem de analfabetos era significativa. Um pormenor interessante é que eram os que tinham o privilégio de saber ler e escrever que liam e escreviam as cartas aos familiares das pessoas analfabetas, num gesto de solidariedade digno de registo. Recreio, porque proporcionava às pessoas formas de passarem as longas noites de inverno e as tardes de domingo divertindo-se e ao mesmo tempo cultivando-se.

Missão e objetivos atuais. Objetivos esses que os atuais corpos sociais do Club de Ancas fazem questão de manter e valorizar, na medida em que dispõem de outras ferramentas que a nova tecnologia lhes oferece e de que, evidentemente, os seus antepassados não dispunham.
A luta é diária e o caminho é árduo porque a ambição, no bom sentido, leva esta IPSS a querer sempre mais e melhor.
A prova disso está no leque de atividades que diariamente se praticam nesta Associação e não só, porque está continuamente a interagir com outras IPSS’s e também outras entidades. Os seus Seniores são incansáveis na participação de todas as atividades propostas pela Rede Social, pela Câmara Municipal e por outras que eventualmente aparecem, contagiando os outros Seniores com a sua alegria e boa disposição.
Por todo o trabalho desenvolvido e pelos resultados obtidos, o Club de Ancas acha que vale a pena continuar a lutar, até porque este é um dos últimos baluartes da Solidariedade, Cultura e Recreio da nossa terra.
Parabéns Club de Ancas, por tudo o que foste, és e continuarás a ser!
Natália Seabra

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Santa Casa da Misericórdia de Vagos assinala 55 anos de existência


O bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, preside hoje, na igreja matriz de Vagos, pelas 18h30, à celebração da missa de ação de graças e sufrágio pelos Irmãos, clientes, colaboradores e benfeitores da Santa Casa da Misericórdia, que assinala 55 anos de existência.
Das comemorações, que se estendem ao longo do próximo ano, faz parte o lançamento de um livro para crianças, da responsabilidade do escritor Paulo Frade.
De acordo com a mesa administrativa daquela IPSS, a referida publicação resulta da recolha de estórias, contadas por utentes da estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI). Os textos serão ilustrados por desenhos de crianças, que frequentaram o pré-escolar da Misericórdia no ano letivo passado.
Paralelamente, serão lançadas ações, de caráter cultural e lúdico, com destaque para uma mostra de pintura envolvendo artistas vaguenses. Dedicada às catorze obras de misericórdia, com a exposição será, ainda, publicado um livro sobre o mesmo tema.
Instituição de mérito, a Santa Casa da Misericórdia de Vagos foi fundada em 1959, por despacho do então ministro da saúde e da assistência, Henrique Martins Carvalho, publicado no Diário do Governo nº 303, 3ª série, de dezembro do mesmo ano.

Boa resposta. Com múltiplas valências (a primeira, infantário-creche, foi inaugurada em 1980, por Bagão Félix, secretário de Estado da Segurança Social), a IPSS de Vagos continua a dar excelente resposta às necessidades emergentes, através de acordos de cooperação com a Segurança Social.
Falamos do serviço de apoio domiciliário, estrutura residencial para idosos, centro de acolhimento temporário, creche e estabelecimento pré-escolar. Mas, também, da participação no núcleo local de inserção, fundo europeu de auxílio a carenciados e desenvolvimento da cantina social, entre outros.
Destaque, ainda, para a Rede Local de Intervenção Social (RLIS), na qual a instituição vaguense foi selecionada para desenvolver, a nível concelhio, um dos doze projetos-piloto, a realizar no continente.
O projeto, a desenvolver até junho de 2015, será liderado por equipa multidisciplinar, e configura um serviço de atendimento e acompanhamento social a famílias, em situação de vulnerabilidade, de exclusão ou emergência social.

Eduardo Jaques
Colaborador

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Cooperativa de Anadia: Instituição sólida, focada nos associados


Com 64 anos de vida, a Cooperativa Agrícola de Anadia tem, neste momento, 1500 associados, provenientes dos concelhos de Anadia, Mealhada e Águeda.
Manuela Ferreira, que dirige a Cooperativa há 12 anos, vai recandidatar-se ao cargo no próximo dia 18 de dezembro e faz um balanço muito positivo destes últimos 12 anos. Por quê? Os objetivos que estavam delineados foram, praticamente todos cumpridos. Reconhecendo terem sido anos de grande exigência e desafios constantes, é com orgulho e satisfação que olha para trás e verifica que o esforço e sacrifício valeram a pena.
Manuela Ferreira revela que a equipa foi capaz de implementar uma restruturação geral, no sentido de agilizar os serviços e dar à Cooperativa uma sustentabilidade financeira. “Quisemos que os recursos da Cooperativa fossem direcionados na ajuda dos associados e não consumidos pela própria estrutura”, explica, recordando que, ao nível das instalações, a Cooperativa foi remodelada com a criação de uma Loja Agrícola, uma Farmácia de Fitofármaco, assim como foi melhorado o espaço onde é ministrada a formação profissional (apoio do IAPMEI).
Por outro lado, a Cooperativa foi dotada de um corpo técnico que tem permitido ajudar e aconselhar os associados a tomar as melhores opções, principalmente ao nível da utilização dos produtos fitofarmacêuticos, área que tem vindo a exigir uma maior e melhor qualificação de todos.
Melhorias e uma evolução constantes que conduziram a grandes mudanças. Com estas remodelações, foram criadas as condições necessárias para ter os produtos expostos e organizados por secções e proporcionar um atendimento mais personalizado. Permitiu apostar numa maior diversidade de produtos, que têm tido imensa rotação, nomeadamente os produtos da terra, do lavrador, entre outros. Estas alterações resultaram numa maior aproximação dos agricultores à Cooperativa e conquista de novos clientes.
“Implementamos e aprofundamos projetos de ajuda ao agricultor, é exemplo disso na área administrativa o parcelário agrícola, apoio na área da vitivinicultura e suinicultura. Na área comercial, contamos com parceiros muito credíveis, o que nos tem permitido disponibilizar aos nossos associados produtos de qualidade a preços bastante competitivos. Do ponto de vista da produção, dedicámos especial atenção à comercialização dos produtos dos nossos associados, ajudando ao escoamento da batata, cereais, legumes, mel e outros”, revela a responsável, dando conta de que “esta é uma área que teremos de aprofundar e aperfeiçoar no futuro”, desafiando os associados a dirigirem-se à Cooperativa com os seus produtos por forma a que a Cooperativa os possa valorizar, colocando-os no mercado, ao melhor preço possível.

Recandidatura. Com eleições na próxima semana, Manuela Ferreira vai recandidatar-se ao cargo: “a Cooperativa é ainda uma obra inacabada e, mais do que nunca, sinto-me preparada e motivada para enfrentar novos desafios”.
A JB revela que, no próximo mandato, se os associados lhe derem o voto de confiança, pretende, acima de tudo, estreitar e reforçar os laços entre a Cooperativa e os agricultores, por forma a tornar ambos mais fortes. “Esta instituição só tem razão de existir se estiver permanentemente ao serviço dos seus associados”, sublinha. Mas, como em qualquer instituição, nem tudo são rosas, pelo que os obstáculos que tem encontrado pelo caminho têm sido variados. No entanto, como revela, “com coragem, profissionalismo e dedicação de toda a equipa, com maior ou menor dificuldade, conseguimos trazer o barco a bom porto, manter a estabilidade financeira.”
Do seu ponto de vista, estão criadas as condições necessárias e suficientes para a instituição, de uma forma sustentável, se projetar no futuro e focar toda a atenção naquilo que realmente mais interessa, que é ajudar os associados. “Queremos que considerem este espaço também deles, que o frequentem como se da sua casa se tratasse”, destaca.

Aposta na formação. A Cooperativa tem vindo a apostar fortemente na Formação Profissional, em parceria com a Confagri (Confederação Nacional das Federações Cooperativas Agrícolas de Portugal). Uma das grandes apostas da Cooperativa, que começou em 2005 e de lá para cá tem vindo a crescer cada vez mais. Uma experiência muito positiva, que tem trazido e fidelizado muitos agricultores à Cooperativa. Os cursos são gratuitos para o agricultor e os mais procurados são os de Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos, pois, são obrigatórios por Lei para quem pretender comprar e aplicar agroquímicos. Está previsto mais uma vaga de cursos, estando a direção a reunir esforços para que sejam no início de 2015.
Manuela Ferreira acredita também que o setor agrícola é cada vez mais um setor onde se deve apostar. No caso concreto do concelho de Anadia, a agricultura teve e terá, na sua opinião, um lugar fundamental no desenvolvimento da região. Caso do setor vitivinícola, que desempenha um papel fundamental no desenvolvimento social e económico da região e no modo como projeta o nome do concelho. “No caso concreto da Cooperativa, para além desta agricultura de escala como é o vinho e a vinha, queremos olhar também com muita atenção para a agricultura familiar, que tem um peso enorme na região e no país e que tão maltratada tem sido”. Por isso, defende que a agricultura agro-familiar desempenha um papel fulcral do ponto de vista económico e social, como seja a produção de produtos e criação de animais para consumo. “Tem-se a vantagem de consumir produtos de melhor qualidade, de origem nacional. Contribui ainda para a criação de emprego, a preservação do ambiente e, por que não, até como atividade lúdica e de lazer. Muitos de nós procuram nas nossas hortas refúgio para o stress do dia a dia”, frisa.
A responsável defende ainda que a agricultura deve ser valorizada, assim como devem criar-se incentivos e medidas para colocar o país a produzir os seus próprios produtos, apostar mais nos produtos nacionais e não estar dependente de outros países.
A terminar, Manuela Ferreira diz que, nesta altura, as maiores preocupações dos agricultores têm sido o grande dilema dos baixos preços dos produtos à produção e a dificuldade em escoar, devido à entrada de produtos vindos de outros países a preços mais baixos. “É necessário fixar os preços e controlar a margem de lucro dos intermediários, de modo a que o agricultor possa fazer face às suas despesas. É urgente que se tomem medidas a fim de resolver esta questão”, conclui.

Catarina Cerca

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Avelãs de Cima: “Os Figueirenses” inauguram sede uma década após início da construção


Foi na década de 90 que a sede da associação “Cultura e Recreio – Os Figueirenses” começou a ser erguida.
No próximo domingo, dia 30, será inaugurada a sede e celebrado o 20.º aniversário da associação, com cerimónia inaugural às 12h30, seguida de almoço-convívio às 13h.
A obra demorou mais de uma década a erguer mas foi finalmente concluída este ano, com a construção de uma churrasqueira ao ar livre, fruto da dedicação, sacrifício e empenho das sucessivas direções, populares e muitos amigos que não deixaram morrer este sonho.
No passado dia 25 de novembro, a coletividade completou 20 anos de vida (de legalização), muito embora os primeiros passos tenham começado a ser dados na década de 60, altura em que uma Comissão de Festas local decidiu comprar terrenos anexos à capela de Santa Eufêmea para construir a sede da associação.
“Naquela altura havia dinheiro, compraram-se os terrenos mas ficou-se por aqui. Até porque, na altura, se optou, como forma de angariar verbas por explorar um café arrendado aqui na terra”, revela Amílcar Almeida, presidente da direção da Associação.
Mas as obra na sede só terminaram agora, há uns meses. Para trás ficaram muitos obstáculos, arrelias e dificuldades ultrapassadas graças à persistência, teimosia e determinação das direções.
“Foi muito difícil chegar até aqui. Há dois anos houve uma alteração grande na legislação e tivemos de fazer uma série de avultadas remodelações”, revelou o responsável, para quem o espaço agora terminado “é um orgulho para o lugar e para a freguesia”.
Na verdade, a pequena povoação da Figueira, na freguesia de Avelãs de Cima, não tem mais de seis dezenas de casas habitadas e os habitantes não ultrapassam as 150 almas. Mas não é menos verdade que, apesar do hiato de tempo, conseguiram erguer uma obra onde a população se reúne e convive. A sede possui café, por sinal o único na aldeia, sanitários, arrumos, sala de troféus e hall de entrada, sala de jogos, sala de reuniões/direção e ampla sala de festas e de convívio (1.º andar), disponível para alugar a particulares.
Amílcar Almeida não esquece que, ao longo destes anos, também a Câmara Municipal de Anadia e a Junta de Freguesia de Avelãs de Cima foram importantes aliados na execução de tamanha empreitada.
Simultaneamente, muitos populares, empresários e amigos do lugar têm ajudado a associação, que teve durante 12 anos seguidos Amílcar Almeida como presidente da direção e que, após alguns anos de interregno, está agora novamente no comando, terminando o seu mandato no final deste ano.
“Isto aqui funciona numa espécie de dança das cadeira. É um grupo de carolas, gente que vai rodando mas, de uma forma ou de outra, num lugar ou noutro estão sempre ligados à associação”, revela.
O pequeno café é a principal fonte de receita, mas só funciona porque existe uma “escala de pessoal” para que à hora de almoço e à noite tenha sempre as portas abertas. “Os dias melhores são ao final de semana. É quando mais gente se junta aqui”, pois à semana o movimento é bem mais reduzido.
As atividades que vão promovendo ao longo do ano são transversais a toda a população: passeios de bicicleta, caminhadas, torneios de futebol de 5, e celebrações de S. João e S. Martinho.
“Os convívios de S. João e S. Martinho são sempre repartidos com as Comissões de Festas. Existe uma excelente relação e, como somos sempre os mesmos, temos de manter o espírito de entreajuda”, admite, realçando o trabalho de equipa e a boa camaradagem.
O futuro passa por continuar a rentabilizar ao máximo o espaço, pelo que deixam um apelo à população e aos amigos para que se mantenham ao lado da associação, participando nos eventos.
Catarina Cerca

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87.º aniversário dos Bombeiros da Mealhada marcado com homenagens e nova viatura


Os Bombeiros Voluntários da Mealhada celebraram 87 anos de atividade no dia 26 de julho e motivos de festa não faltaram para assinalar a data. A bênção de duas viaturas, o descerramento de duas galerias fotográficas, a atribuição de medalhas de assiduidade ao corpo ativo e discursos quase em uníssono, a alertar o Estado e as autarquias para a importância do trabalho dos voluntários e do devido apoio financeiro às associações humanitárias, dominaram a festa dos bombeiros mealhadenses.
A questão do financiamento dos bombeiros e o período de dificuldades pelo qual passam muitas corporações foi a tónica dominante dos discursos, com Jacinto Oliveira, da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, a reconhecer que “o Estado português tem exigido muito e pouco tem dado aos bombeiros”.
José Gomes da Costa, da Liga dos Bombeiros Portugueses, defendeu igualmente uma intervenção junto da Associação Nacional de Municípios Portugueses e do Ministério da Administração Interna “para que haja uma uniformidade na questão dos subsídios a atribuir aos bombeiros para que possam pagar as suas despesas, pois os dirigentes das associações fazem autênticos milagres para gerir a casa”.
O presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro, corroborou, comentando que “seria um desastre não haver voluntários” e vincou que “o município não tem problemas com as suas duas corporações”, pois “se mais razões não houvesse, há uma que é fundamental: quando há problemas os bombeiros são sempre os primeiros a chegar”.
A direção dos bombeiros aproveitou o aniversário para descerrar uma galeria à entrada do quartel com as fotografias dos três fundadores,  para além de uma outra, no salão nobre, com os retratos dos presidentes das assembleias-gerais. Já no exterior, foram benzidas duas viaturas, uma ambulância de transportes de doentes e uma viatura de combate a incêndios agora convertida em unidade de apoio e logística.
Aassociação condecorou 14 elementos do corpo ativo com medalhas de assiduidade numa cerimónia em que o comandante Nuno João, apesar de estar já em funções, viu a sua posse oficializada com a assinatura do Auto de Entrega, recebendo das mãos do presidente da direção, Nuno Canilho, a Carta de Missão.
João Paulo Teles

Leia a notícia completa na edição impressa ou digital do Jornal da Bairrada de 31 de julho de 2014

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Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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