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MOITA: Associação UKA ITO celebra 1.º aniversário


A Associação Uka Ito completou no passado sábado, dia 5, o seu primeiro aniversário. Trata-se de uma associação que tem como objetivo social: promover atividades culturais, desportivas e recreativas que ocupem de forma útil e saudável, a população em geral.
Localizada nas instalações da antiga Escola Primária, na Póvoa do Pereiro, tem como principais responsáveis Mário Ferreira, Diana Ferreira, Francisco Andrade e Joana Andrade. Quatro jovens que fazem um balanço muito positivo deste primeiro ano de atividade.
“Este primeiro ano pode considerar-se francamente positivo, uma vez que o principal objetivo para que foi criada, a dinamização de um espaço inativo, foi atingido”. A referida dinamização tem sido levada a cabo com a realização de diversas atividades lúdico-desportivas. Assim, a aula de Aero Gym foi a primeira a ser implementada e continua a ter bastante adesão por parte da população interessada. Já o Yoga é outra atividade que continua a despertar curiosidade e a atrair novos praticantes, revelam os promotores do espaço que recentemente intriduziram nova modalidade que abrange uma faixa etária mais jovem, o AeroZumba Kids.
“Esta modalidade vem, de alguma forma, colmatar uma lacuna existente no concelho, onde não existem atividades rítmicas e expressivas para jovens e crianças”, dizem, sublinhando que o karaté Kids e as Danças Latinas são modalidades também oferecidas pela associação e que aguardam inscrições suficientes para se iniciarem.
Este espaço está ainda à disposição da comunidade em geral, para os mais variados fins, tais como festas de aniversário, com parque infantil, podendo o espaço ser alugado para qualquer evento.
Assim, a associação disponibiliza as seguintes atividades: 2ª e 6ª: 19h30-20h30, Aero Gym; 6ª: 18h30-19h20 AeroZumba Kids; sábado: 10h-11h30, Yoga; 2ª: 20h30-22h, Danças Latinas e 3ª e 5ª: 18h30-19h30, Karaté Kids. Todos os interessados devem contactar: 968530712/915844728.

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Bombeiros comemoram 40 anos de existência


A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro vai comemorar, no próximo dia 23 de março, 40 anos de existência.
Uma data que, segundo o presidente da direção, Alberto Cardoso, “será levada a cabo com a forte convicção de dever cumprido em prol da segurança das nossas gentes e num âmbito mais alargado, da Proteção Civil deste concelho”.
O programa das comemorações é o seguinte: 11h, missa no quartel dos Bombeiros; 14h30, receção às entidades (quartel da AHBVOB); 14h40, juramento e imposição de capacetes a novos Bombeiros (quartel da AHBVOB); 15h, atribuição de distinções honoríficas (quartel da AHBVOB; 15h15, bênção de viaturas (quartel da AHBVOB); 15h30, desfile apeado e motorizado (na Alameda da cidade de Oliveira do Bairro); 16h30, sessão solene (salão do quartel da AHBVOB) e 19h, lanche convívio (quartel da AHBVOB).
Ao contrário do que é habitual, a missa de sufrágio realiza-se no quartel e não na Igreja de Oliveira do Bairro.

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Cêrca – S.Pedro – Sem saudosismos, centenária prefere os tempos de agora


Maria Jesus completou ontem, dia 19 (Dia do Pai), cem anos de vida.
A centenária senhora, natural de Levira (S. Lourenço do Bairro) é viúva de António Arada dos Santos, natural de Boialvo, freguesia de Avelãs de Cima.
Fomos conhecê-la e ouvir a sua história em casa da filha, Maria Gracinda Jesus Santos, que reside no lugar da Cerca-S.Pedro, em Avelãs de Cima.
Ao nosso jornal, revela que é mãe de quatro filhos: Fernando, Maria Gracinda, Rosa La Salete e Teresa Isabel Jesus Santos, mas que tem também cinco netos e uma bisneta.

Vida de trabalho. A vida de Maria Jesus foi dedicada ao trabalho (no campo e a tratar da lida da casa), por isso, embora esboce um simpático sorriso por completar o centésimo ano de vida, não deixa de dizer: “estou e não estou contente”. Porquê? “Porque já passei por muitos trabalhos”, avança sem rodeios.
De uma lucidez invejável, ainda não usa óculos e a sua memória permite desfiar inúmeras histórias. Apenas a audição está diminuída, assim como as pernas já não têm muita força, o que a obriga a passar mais tempo na cadeira de rodas: “as pernas falham-me, não tenho muita força”, avança.
Para Maria Jesus, os tempos de outrora não deixam grande saudade: “agora é que eu devia estar a nascer, agora é que eu devia viver”, revela, acrescentando não ser pessoa muito saudosista, “o passado lá vai, o presente é que interessa”, admitindo também que hoje a vida é muito mais fácil e com atrativos bem melhores do que os do seu tempo de rapariga. “A luz elétrica, os eletrodomésticos, a televisão, os carros e o telefone” são modernidades que viu chegar e os quais muito aprecia.
“Agora filhos e netos, todos têm carro”, conta, dizendo ainda: “com a minha [Teresa] Isabel andei e vi muita coisa. Coisas que nunca tinha visto em solteira, nem em casada.”
Recuando umas largas dezenas de anos, lembra como era a vida na sua juventude.
“Antigamente só tínhamos candeeiros a petróleo, salgávamos a carne, não havia carros.”
Lamenta que ninguém a tenha mandando à escola e sente uma mágoa por não saber ler nem escrever.
Uma situação que não impediu que se correspondesse com o marido por carta: “tinha uma grande amiga minha que me escrevia as cartas e mas lia”.
Casou aos 26 anos. E diz que foi num baile que o marido ficou de olhos nela. “Ele é que me pediu em namoro. Vinha de muito longe namorar-me”, acrescenta, dizendo que adorava dançar e não faltava a um baile “nos clubes”.

Muito poupada. Com o marido empregado (era metalúrgico, em Sangalhos, durante 40 anos) cabia-lhe a ela todas as tarefas da casa e das terras, ajudada pelos filhos. Outros tempos, em que as crianças mal saíam da escola rumavam a casa para ajudar os pais, no campo e na casa.
Na lavoura, sabia fazer de tudo, incluindo vinho e todos os trabalhos que antecediam a vindima: podar, empar e enxertar. “Fazia esses trabalhos melhor do que muitos homens”, adianta.
Na sua casa, tinha ainda tempo para criar gado (porcos, galinhas, coelhos, ovelhas) e tinha também uma vaca. “Eu vendia leitões e cordeiros”, recorda. Por isso, os dias começavam bem cedo, fosse verão ou inverno e terminavam sempre tarde.
“O meu marido ainda tinha um ordenadinho bom”, por isso fala que nunca passou necessidades, nem privações. “Também fui sempre uma mulher poupada e com muita orientação” e o que sobrava, no final do mês, “ia para o banco”.
Ao nosso jornal recorda que tem saudades do tempo em que cozia Bolo da Páscoa e pão: “era uma mestra”.
A terminar, diz que em nova e já depois de casada raramente foi ao médico ou tomou medicamentos. Agora é que o faz com mais frequência, devido à idade.
Para celebrar o aniversário houve, ontem, festa num restaurante localizado na Piedade (Águeda), onde juntou familiares e amigos.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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ADABEM celebra Bodas de Prata rodeada de amigos


Cerca de 240 pessoas participaram, na noite do último sábado, no jantar de aniversário da ADABEM – Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Mogofores.
Vinte e cinco anos de atividades, elencada ao longo da noite, num jantar informal, completamente “familiar” que serviu para enaltecer o trabalho desta associação e de todos os dadores a ela ligados, mas também para homenagear com diplomas, todos os dadores da ADABEM com mais de 25 dádivas. Aliás, a boa disposição e o espírito solidário foi uma constante, mostrando que esta é, “uma associação diferente”, como diria Albano Jorge, presidente da ADABEM.
Na ocasião, ele que é rosto da ADABEM , falou dos 25 anos da Associação que nasceu pela mão de Fernando Serrano e Armando Santos (28/11/1988) que, em boa hora, deram corpo a um entusiasmo coletivo da população de Mogofores, berço da associação.
Falta de sangue é um problema nacional. Joaquim Silva, vice-presidente da Federação da Associação de Dadores de Sangue, sublinhou que o país atravessa uma grave situação na área da dádiva de sangue: “há dois anos éramos autossuficientes”. Hoje, a situação inverteu-se e para tal tem contribuído o envelhecimento da população, mas também o facto de haver cada vez um maior número de jovens a deixar o país. Por outro lado, este responsável não deixaria de destacar as “tomadas de decisões políticas desgraçadas” que conduziram a uma redução de dádivas. Daí ter deixado um apelo aos jovens para que se juntem a esta causa. Mostrou-se ainda bastante entusiasmado com as palavras de Albano Jorge, mas também muito comovido e sensibilizado com a forma como fora recebido em Anadia.
Também na ocasião, Ana Marques, em representação do IPST – Coimbra recordou aos dadores presentes que o Instituto Português do Sangue, estará sempre disponível para ajudar, apelando a que os dadores tragam mais dadores para as associações, até porque “2014 é um ano que se adivinha com muitas crises. Temos de dar a volta à questão, porque os doentes estão nos hospitais e precisam de sangue”.

Gesto de autarca aplaudido. Fernando Fernandes, autarca da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, foi o protagonista de um dos gestos mais aplaudidos da noite, ao chamar o ex-autarca da extinta freguesia de Mogofores, José Maria Ribeiro, para, em conjunto, ofertarem uma lembrança à ADABEM, mostrando que nas Uniões de Freguesias é possível haver entendimento e boas relações entre os fregueses.
Sobre a ADABEM, Fernando Fernandes diria tratar-se de uma associação com grande importância no meio onde está inserida, felicitando todos os que estão envolvidos neste projeto de voluntariado. Por isso, deixou a certeza de que a Junta de Freguesia estará sempre disponível para ajudar, ainda que dentro das suas parcas possibilidades: “vocês honram-nos muito”.

Presidente de Câmara elogia Albano Jorge. Também a presidente de Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, não faltou a esta comemoração, mostrando-se “profundamente sensibilizada”, por participar num evento que conseguiu mobilizar tantas pessoas, de uma forma empenhada e participativa.
A autarca, que enalteceu o facto da ADABEM aproveitar o evento para homenagear os dadores com mais dádivas, considerou de todo justa uma homenagem a Albano Jorge, a força motriz deste projeto: “temos de prestar uma justa homenagem a este homem de metro e meio e com pouco mais de 40 quilos. Também ele é uma dádiva para nós”, diria, sublinhando que as palavras de Albano Jorge “fazem-nos crescer e aprender sempre mais. A sua alegria, energia, associadas à espontaneidade que nos transmite, é contagiante e fascinante”.
Aos presentes recordou que a ADABEM cresceu pelas mãos de Albano Jorge, que “deu o corpo e a alma” ao projeto e que sabe, como poucos, motivar e levar a mensagem às pessoas, criando uma grande empatia com todos com quem se cruza.
Por outro lado, Teresa Cardoso referiu-se à ADABEM como uma das associações que menos verbas pede à Câmara Municipal: “só querem estar presentes nas nossas iniciativas e atividades”, o que demontra “uma forma de estar diferente”, “pois é assim que fazem chegar a mensagem e estar na sociedade”. E deixando a indicação de que 2014 será um ano profícuo em atividades culturais e recreativas no concelho, não será de estranhar que a ADABEM venha a estar presente em várias dessas iniciativas.

25 anos em franco crescimento.Com o à vontade de todos conhecido, Albano Jorge traçou o percurso da ADABEM e da dinâmica secção cultural (a noite foi animada pelo Grupo Coral da ADABEM), mas também das dádivas de sangue já realizadas não só em Mogofores, como também nos vários núcleos. Aos presentes avançou que a quebra nacional entre 2012 e 2011 foi de 11% nas presenças e de 10% nas dádivas, enquanto que na ADABEM foi mais do dobro. “Contudo, para a Associação, o ano de 2013 consolida uma notória recuperação, com 409 presenças”. Um bom indicador, já que a presença de novos dadores/ano atesta um crescimento de 40%.
“Esta é a resposta de quem é dador de sangue e que a sociedade deve reconhecer”, diria.
Um caso impressionante é o do jovem núcleo de Paredes do Bairro, criado em 2010. Conta já com 91 dadores. Em Mogofores são 176, em Avelãs de Cima 33, na Moita 30 e em Tamengos 18. Albano Jorge lamentou ainda que em 2011, o Decreto-Lei n.º 113 tenha limitado a isenção do pagamento das taxas moderadoras aos dadores de sangue nos cuidados primários de saúde. “Esta atitude do governo, inexplicável, motiva uma contínua contestação das Associações”. Contudo, “o número crescente de presenças e dadores mostra que esta é a melhor resposta ao Decreto-Lei que nos cortou algumas benesses. Estamos com uma média de 60 dadores por mil potenciais dadores. Superámos a média nacional”, realçaria, deixando ainda a nota que o futuro passa por um maior contacto com alunos das escolas da região, convicto de que a ADABEM irá comemorar 50 anos: “tem gente nova e capaz de dar resposta às exigências atuais”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Museu do Vinho é referência nacional


Muitos foram os amigos e convidados que, na tarde do último sábado, celebraram o 10.º aniversário do Museu do Vinho Bairrada, em Anadia.
Os 10 anos de atividade do Museu fizeram-se à volta de uma exposição singular do mestre Nadir Afonso, da mostra das fotografias premiadas no âmbito da 1.ª edição do Photo Museu do Vinho Bairrada, da abertura da exposição de tamboladeiras, da coleção particular do comandante José Rafeiro e do lançamento do espumante Museu do Vinho Bairrada.
A abertura da cerimónia caberia a Pedro Dias, diretor do Museu, para quem esta é “a segunda casa onde nos últimos 10 anos tenho procurado contribuir com o meu modesto saber e paixão pela Bairrada”. Na ocasião, sublinharia ainda o facto deste museu ser um veículo de defesa e valorização do património secular da região, promovendo e divulgando a marca territorial Bairrada.
“Assumimos desde sempre, que este seria um Museu supra municipal, ou seja, um Museu que procura, ir sempre mais além, do que o local onde foi edificado”.
Um palco por onde têm passado exposições resultantes de parcerias com inúmeros particulares e inúmeras instituições públicas e privadas. “O museu acolhe, atualmente, uma multiplicidade de tipologias de espólio histórico com bens de cariz arqueológico; histórico; bibliográfico e arquivístico; técnico, científico e industrial; etnográfico, etc.”.
No entanto, a forte aposta em arte contemporânea, tem ajudado na afirmação deste espaço, no panorama artístico e cultural português. Grandes referências das artes plásticas nacionais e internacionais têm colaborado com o Museu do Vinho, e por aqui já passaram prestigiados artistas plásticos tais como: Pablo Picasso; Chagall; Cargaleiro; Cutileiro; Cruzeiro Seixas; Fernanda Fragateiro; Júlio Pomar; Paula Rego, entre tantos outros.

Uma década ao serviço de todos. Para assinalar uma década ao serviço da cultura e da arte, nada melhor do que ter uma mostra da obra do mestre Nadir Afonso em exposição. Este prestigiado arquiteto e pintor, um dos artistas plásticos portugueses mais consagrados e reconhecidos expõe, em Anadia, uma mostra intitulada “Arte é como Vinho”, apresentando uma magnífica coleção de originais, sendo alguns deles completamente inéditos com referências à Bairrada (Buçaco e Curia).
Dada a idade avançada do mestre (93 anos), não esteve presente. Caberia à esposa Laura Afonso falar da mostra e ao jornalista Carlos Magno falar do mestre que tão bem conhece.
Carlos Magno destacou a lucidez do mestre. “Um individualista, que não frequentou escolas, nem cartilhas, um homem livre”, deixando ainda a nota de que Nadir Afonso começou a pintar muito cedo, continuando, até aos dias de hoje, a pintar cidades e mulheres. Um artista que classificou de “perfeito, rigoroso, brilhante e fascinante”. Por isso, “é bom ter aqui tantos amigos para ver um dos mais internacionais pintores portugueses”, concluiria.
Na ocasião, Pedro Soares referiu-se às comemorações como um marco e uma data da qual a CV Bairrada não se poderia dissociar, até porque considerou este espaço “a sala de visitas da CV Bairrada”. Reportando-se ao espumante comemorativo que assinala estes 10 anos de atividade do Museu, mostrou-se bastante sensibilizado pelo facto do mestre Nadir Afonso ter autorizado a utilização de uma obra sua para figurar no rótulo do espumante. A escolha recaiu na ilustração, “Filhas de Dionísio”, porque a Bairrada se escreve no feminino, sendo a única região demarcada do país com tal característica e com a singularidade de também aqui a casta Fernão Pires se chamar Maria Gomes.
Também Fernando Castro, presidente da da Confraria dos Enófilos da Bairrada, realçou o trabalho desenvolvido ao longo da última década pelo Museu: “o trabalho tem de prosseguir por forma a continuar a louvar a Bairrada e para que a colheita de amanhã seja melhor”, deixando ainda aos presentes uma evidência: “a Bairrada está a mexer (fim de semana recheado de eventos vínicos), o que mostra claramente o que a região pode e tem para oferecer. Uma região pequena, mas com um futuro promissor, não só por ter muito potencial, mas por atravessar um grande momento de renovação, graças ao trabalho da CVB, dirigida há cerca de um ano por Pedro Soares”.
A terminar, também o autarca Litério Marques recordou o nascimento do museu que surge em Anadia porque foi o município que teve coragem para avançar. “É um orgulho para o município e para a região”, ciente de que este espaço virá, no futuro, a ser ainda muito mais importante.

Mostra única de tamboladeiras. Em simultaneamente, uma exposição temporária daquela que provavelmente será, a maior coleção nacional de Tamboladeiras, resultante da colaboração e cedência protocolada com o proprietário, Comandante José Rafeiro. Esta coleção, maioritariamente concebida em prata nos séculos XVIII e XIX e agora exposta numa ala das exposições de longa duração, certamente irá provocar motivações de visita.

Fotografia vale 1500 euros
Em simultâneo com a abertura deste novo espaço expositivo, foram apresentadas as fotografias resultantes do 1.º concurso Photo Museu do Vinho Bairrada, dedicado à temática “Espumante Bairrada”.
O grande vencedor foi Pedro Nóbrega que, desde cedo, aprendeu a reconhecer os fatores de produção que influenciam o sabor único do espumante Bairrada.
Para casa levou um cheque no valor de 1500 euros. A sua e as restantes fotografias concorrentes podem ser visitadas numa das salas do Museu.
“A imagem surreal criada é dividida em partes que representam um todo! A imagem é criada com a mais avançada tecnologia fotográfica e de iluminação,todos os elementos são fotográficos e com a manipulação digital (pós produção). Tentei criar um acabamento simples a fazer lembrar os primórdios da reprodução fotográfica analógica”, diz o autor.
Foram ainda premiadas outras oito fotografias, cabendo as menções honrosas a Carlos Gomes e a Igor Pinto.

Espumante comemorativo
Em dia de festa e de brinde, numa iniciativa da Comissão Vitivinícola da Bairrada, foi apresentada uma edição limitada de um espumante Museu do Vinho Bairrada, comemorativo da data.
Um espumante DOC Bairrada, nascido nas vinhas da região, com a particularidadede de ser uma edição limitada de garrafas com rótulo embelezado com uma das obras de Nadir Afonso.
As duas primeiras garrafas foram entregues por Pedro Soares, presidente da CV Bairrada à esposa de Nadir Afonso e ao autarca Litério Marques.
Os interessados podem adquirir este espumante no Museu do Vinho Bairrada.

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ACIB comemora 20 anos com a presença de Marques Mendes


A ACIB comemora o seu 20.º aniversário no mês de maio e, para assinalar esta data, vai realizar, a 31 de maio, pelas 16h30, no Espaço Inovação, na Zona Industrial de Vila Verde, em Oliveira do Bairro, a conferência Portugal – Que futuro?.
Esta iniciativa conta com um painel de ilustres convidados, que vão debater sobre as perspectivas do tecido empresarial português para os próximos anos.
Como oradores estarão presentes Luís Marques Mendes, advogado e comentador político, Almeida Henriques, antigo secretário de Estado adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, e Martinho Gonçalves, da Metalcértima.
A sessão terminará com um espumante de honra.
Esta iniciativa tem o patrocínio da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Câmara Municipal de Anadia, Vinhos Sidónio de Sousa, Quinta do Cavaleiro, Restaurante Alambra, Supermercados Ponto Fresco, Escola Secundária de Oliveira do Bairro, Porcel, Con Vocação, CTCV e Incograf.
Todos os interessados em participar, poderão inscrever-se através do telefone 234 730 320 ou via o e-mail: acib@acib.pt, até 28 de maio.

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Várias atividades assinalam 4.º aniversário da Fundação Mata do Buçaco


A Fundação Mata do Buçaco comemora no próximo dia 19 de maio (domingo) o seu quarto aniversário. Para festejar o acontecimento a instituição está a organizar uma série de iniciativas, nomeadamente: noites de teatro nos Jardins do Palace Hotel do Bussaco, uma mega ação de voluntariado, a instalação de um apiário e uma exposição na Assembleia da República.

As comemorações do 4.º aniversário da Fundação Mata do Buçaco têm início no dia 14 de maio, com a instalação de um apiário na zona do Pinhal do Marquês. Esta ação tem como parceiro a Associação de Apicultores do Litoral Centro e insere-se no âmbito do Projeto BRIGHT.

A escolha do local deste apiário centrou-se na composição florística da envolvente que inclui plantas como o medronheiro, torga, urze-molar, esteva, carqueja, estevão, giesta-amarela, rosmaninho, tojo-menor, eucalipto e silva, entre outras.

Este projeto tem caráter pedagógico, podendo vir a ser visitado por escolas e outras entidades e onde serão realizadas demonstrações de remoção de mel, por exemplo. Irão ser instaladas colmeias padrão e colmeias tradicionais (cortiços).

Já na sexta-feira, dia 17, e sábado, dia 18, pelas 21h, a Companhia de Teatro NOC leva à cena a peça ““Entre este e o outro”, nos jardins do Palace Hotel do Bussaco, tendo aquele edifício como pano de fundo. A peça será uma criação de “raiz” que procurará revelar as histórias e lendas mais antigas e misteriosas da fabulosa Mata do Buçaco.

Ainda no âmbito das comemorações do quarto aniversário, a Mata Nacional do Buçaco vai estar representada numa exposição na Assembleia da República, em Lisboa. Uma mostra que terá a duração de uma semana, de dia 20 a 24 de maio e que pretende, mais uma vez, divulgar e promover o património natural e edificado da Mata Nacional do Buçaco e ainda dar a conhecer as atividades realizadas neste destino turístico e serviços existentes.

No dia 19 de maio, dia de aniversário da Fundação Mata do Buçaco, será levada a cabo mais uma ação de voluntariado em prol da Mata Nacional do Buçaco.

Para esta data, a Fundação Mata do Buçaco convida toda a sociedade civil a dirigir-se à Mata para mais uma grande ação de voluntariado. Esta realizar-se-á dia 19 de maio, domingo, das 9h30 até às 12h30. As inscrições e mais informações são realizadas através do 231 937 000 ou do atividades@fmb.pt. Aconselha-se a inscrição prévia e, no dia da ação, o uso de roupa e calçado confortável e luvas.

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Bombeiros de Oliveira do Bairro há 39 anos a socorrer a população


O recém-eleito presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro (AHBVOB), Alberto Cardoso defendeu, no domingo, durante a sessão solene dos 39 anos da coletividade, que os apoios da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro deveriam “ser institucionalizados, pois assim vencer-se-iam incertezas e facilitar-se-ia o planeamento na gestão da nossa Associação”.

Alberto Cardoso recordou que “as responsabilidades que cabem à Câmara Municipal e à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, sobretudo, no campo da Proteção Civil, obrigam-nos a ter uma forte relação de cooperação”.

O dirigente enalteceu “o esforço que a Câmara Municipal tem feito na atribuição da ajuda financeira anual à nossa Associação”.

Orgulho. Mário João Oliveira começou por agradecer o trabalho que tem sido desempenhado pelos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro e em particular, em janeiro, aquando do mau tempo que afetou o país e o concelho de Oliveira do Bairro. “Apesar das dificuldades, os problemas foram todos solucionados”, afirmou o edil de Oliveira do Bairro, sublinhando que “a autarquia tem apoiado os bombeiros, seja ao nível dos subsídios regulares, equipamentos e ainda uma equipa permanente”. “Em grosso modo, têm sido transferidos para a associação cerca de 100 mil euros por ano.”

O autarca anunciou ainda que, no âmbito da “Região de Aveiro”, foi apresentada uma candidatura para a aquisição de equipamentos. Reconheceu ainda “o excelente trabalho” prestado pela última direção, afirmando não concordar com a institucionalização dos apoios.

Por seu lado, Marco Maia, Comandante dos Bombeiros, disse orgulhar-se de comandar homens e mulheres ao serviço da Associação que “continuam a dignificar e a honrar as pessoas que há 39 anos se juntaram numa escola, para fundar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro”. “Esta corporação foi no passado, é no presente e continuará a ser no futuro uma referência nos bombeiros, do distrito e do país”, finalizou.

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Am. Gândara: Luís Pato é nome maior dos vinhos portugueses


 

A Adega Luís Pato, localizada em Amoreira da Gândara, concelho de Anadia, esteve em festa no passado dia 22 de novembro, ao celebrar uma década de vida. Estas novas instalações foram, há 10 anos atrás, inauguradas pelo então ministro da Agricultura, Armando Sevinate Pinto, que não faltou ao convite tal como outras cerca de três dezenas de amigos, entre os quais Frederico Falcão, presidente do IVV, Pedro Soares, presidente da CVB, João Machado, presidente da CAP, Mário João Oliveira, presidente da CM de Oliveira do Bairro e Litério Marques, presidente da CM de Anadia.
Num almoço comemorativo, com assinatura do não menos conhecido chefe Vitor Sobral, Luís Pato, que sabe receber como poucos, voltou a inovar, como se a inovação não lhe corresse, desde sempre, nas veias.
Uma vez mais, surpreendeu os presentes com um menu que integrou cinco pratos e um trio de sobremesas que fez acompanhar com alguns dos vinhos que marcaram o seu percurso de vida, a saber: Espumante Maria Gomes Método Antigo 2012, Homenagem a DLR 2011, Pé Franco Vinha das Valadas 2011 1,5L, Abafado Molecular Tinto 2010, Vinha Pan 2009, Espumante Vinha Formal 2008, FLP 2007, Vinhas Velhas Brancas 2006, Vinhas Velhas Tinto 2005 1,5L, Vinha Formal 2004, Vinha Barrosa 2003 e Quinta do Ribeirinho Pé Franco 2002.

10 anos é o corolário de vivências e experiências. Num dia bastante frio mas soalheiro de outono, Luís Pato deixou a nota de que “quando se pensou na construção de um novo edifício, o objetivo era ter um local onde, para além de ter os vinhos em condições térmicas exemplares, se desenvolvesse a faceta de enoturismo que uma Rota da Bairrada exigia”.
Uma década a aliar a tradição, que são as castas portuguesas (aqui é de salientar a Sercialinho de que será praticamente um dos únicos produtores no mundo) e sobretudo as locais: “fomos divertindo-nos criando novos vinhos, usando novas técnicas”, disse, uma vez que admite que “a diferenciação é a grande arma do marketing”, mas porque (ao vender para 25 mercados diferentes) houve a necessidade de desenvolver, “até por uma questão de frescura mental, novos vinhos com estilos bem diferenciados, chegando a realizar cinco vinhos diferentes de uvas criadas no mesmo pé de videira, durante a mesma safra”, avançou.
A terminar diria que “estes 10 anos foram o corolário das vivências e das experiências que fomos tendo, não só nas viagens, onde aprendemos a respeitar as diferenças culturais e a ultrapassar a ideia de que os vinhos portugueses não se vendem porque não há restaurantes portugueses de elevada qualidade como sucede com os franceses, italianos e ultimamente com os espanhóis”. “Tentamos contornar sempre essa dificuldade com um diferenciado quadro de vinhos.”
Na ocasião, destacou ainda as presenças, neste evento, dos membros das duas associações de promoção a que pertence: Amigos da Baga (Baga Friends) e IWA – (Independent Winegrower’s Association), que “são um exemplo de união fundamental num país pequeno que necessita de ganhar dimensão na promoção além-fronteira”.

Luís Pato é uma referência. Na Adega, em Amoreira da Gândara, num ambiente acolhedor e reconfortante, como só Luís Pato sabe recriar, Frederico Falcão, do IVV, não deixou de sublinhar tratar-se de “um dos grandes e bons produtores de vinhos de Portugal” e, recordando os tempos que correu mundo, ligado ao setor, lembrou: “lá fora, a marca Luís Pato é uma referência”, assim como os seus vinhos “são uma referência dos vinhos portugueses de grande qualidade”.
Admitindo que a Bairrada passou por momentos difíceis, Frederico Falcão acredita que esta “começa a dar a volta e a recuperar o fôlego e o prestígio de outros tempos”. “O facto da Bairrada ter aumentado, no último ano, 10% na venda de selos é um sinal de recuperação, pequeno, mas importante”.

Inconformista. Na ocasião, o ex-ministro da Agricultura, Armando Sevinate Pinto recordou que já há 10 anos atrás “era uma adega inovadora”, tal como o seu proprietário que carateriza de “inovador e inconformista”, uma pessoa “por quem tenho muito respeito e admiração pelo seu trabalho na área do vinhos”.
Sevinate Pinto admite que o setor precisa precisamente de “gente inconformada, que faça novo e diferente”, ou seja, na linha seguida por Luís Pato “a quem se deve muito da visibilidade que os vinhos portugueses têm no exterior”.
Para o ex-ministro, que tem estado atento à evolução da região, “a Bairrada tem vindo a recuperar, resultado do trabalho de muitas pessoas.”
A seu ver, esta região demarcada tem de saber influenciar os consumidores, fazendo com que eles passem a gostar e a apreciar os vinhos aqui produzidos, num esforço de aproximação ao que o consumidor prefere, terminando dizendo que “o vinho é um setor que orgulha o país e um elemento incontornável da nossa cultura”.

Figura emblemática. Por seu turno, João Machado, da CAP, há mais de três décadas amigo do produtor bairradino, referiu-se a estes últimos 10 anos, como que a “uma continuidade do percurso escolhido”, ou seja, “ele é um inovador, que tem demonstrado conseguir manter-se sempre atual e a fazer da Bairrada um local de produção de vinhos de grande qualidade, inovadores e que vende no mundo inteiro”. Pelo que, na sua opinião, “a nova adega só veio solidificar o que fez ao longo de toda a vida, pois Luís Pato é um dos vitivinicultores mais emblemáticos de Portugal”.
João Machado explicou ainda aos jornalistas que o setor do vinho tem sabido aproveitar oportunidades, modernizado, replantado vinhas, aproveitado fundos comunitários, assim como explorado novos mercados.
“Em 2011, pela primeira vez na história da exportação, os vinhos de mesa (em litros e valor) ultrapassaram o vinho do Porto”, o que “é demonstrativo de que se trata de um setor dos mais importantes e dos que mais contribuiu para o equilíbrio da balança externa”.

História. A família Pato produz vinho na Quinta do Ribeirinho desde, pelo menos, o séc. XVIII. João Pato começou a engarrafar vinho das suas vinhas em 1970, tornando-se o primeiro produtor/engarrafador na região da Bairrada depois da sua demarcação.
O seu filho Luís Pato herdou o seu espírito inconformista e pioneiro, e em 1980 produz o seu primeiro vinho, um monovarietal de Baga de uma qualidade excecional e raridade absoluta, que é hoje procurado por apreciadores como um tesouro.
Luís Pato possui 60 hectares de vinha plantada com as castas Baga, Touriga Nacional e Tinto Cão nas variedades tintas, e as castas Maria Gomes, Bical, Cercial da Bairrada e Sercialinho nas variedades brancas.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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ABCR Mamarrosa mais rica em património


A Associação Beneficente, Cultura e Recreio da Mamarrosa (ABCRM), que assinalou 34 anos de existência no passado domingo, está mais rica em património, com a aquisição de um pavilhão com 660m2, que para já servirá para albergar as viaturas da coletividade. “Ainda não está escriturado, mas já se está a pagar desde março”, anunciou o presidente da direção, Arsélio Canas, durante o almoço, que assinalou também o 96.º aniversário da Banda Filarmónica da Mamarrosa.
No final, seria assinado, entre Arsélio Canas e o presidente da Câmara Municipal, Mário João Oliveira, um protocolo de apoio a esta compra, no valor de 15 mil euros.
Leia toda a reportagem na edição impressa ou digital do Jornal da Bairrada.

Oriana Pataco

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