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Cantanhede: Columbófila completou 66 anos


Embora sem continuar a festejar a data da sua fundação, a Direção Geral da Associação Social de Solidariedade Sociedade Columbófila Cantanhedense, dá um enorme significado à mesma, aproveitando a efeméride, para internamente, proceder a reflexões mais aprofundadas, mas também para aflorar recordações, mas sobretudo vivências, que todos, os que tem a felicidade e o privilégio de integrar a família columbófila, tem vivido e partilhado ao longo destes 66 anos de atividade ininterrupta, que aquela Associação já leva.
Data também, para recordar aquele “punhado” de cantanhedenses que em 24 de agosto de 1950, meteram as “mãos” na massa e “construíram” a então Sociedade Columbófila Cantanhedense, estando certamente longe de poder pensar que o seu trabalho seria continuado e que a referida coletividade viesse e granjear a simpatia e o respeito de tantas entidades e pessoas.
Data igualmente para recordar todos aqueles, que por força do “destino” já não se encontram entre “nós” e que com o seu trabalho, esforço e dedicação, muito contribuíram para o rico historial desta Associação.
Num ano difícil que continua marcado pela perca de enormes valores humanos, a Associação de Solidariedade Social Sociedade Columbófila Cantanhedense, fruto da dedicação dos seus atletas, do trabalho dos seus técnicos, dos seccionistas mas sobretudo do apoio dos seus familiares e dos seus patrocinadores e do Município de Cantanhede e da União de Freguesias de Cantanhede e Pocariça, conquistou alguns títulos nacionais, nesta época desportiva que há pouco findou, conhecendo o seu expoente máximo com a conquista pela primeira vez, do Campeonato Distrital de Basquetebol, Sub – 19 feminino e com a participação dos seus nadadores no Meeting Internacional de Lisboa, nos Multinations Youth Meet 2016, que se realizou no Chipre, na Taça Latina que decorreu na cidade de Santiago de Cali na Colômbia, no XIX Open de Espanha de Águas Abertas, prova realizada no lago de Banyoles em Barcelona, no Campeonato Mundial de Juniores de Águas Abertas, que se realizou na cidade de Hoor na Holanda, na X edição dos Jogos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, que se realizou em Cabo Verde e a integração nas seleções distritais e nacionais das modalidades de Natação e Basquetebol que muito enriquecem o historial daquela Associação.
“Estamos crentes que a juventude vindoura irá colher aquilo que agora a custo semeamos; é isto que pretendemos”.

Alberto Abrantes – junho de 1986

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Mealhada: Bombeiros aguardam prenda de 450 mil euros para os 90 anos


A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Mealhada celebrou o 89.º aniversário no passado dia 26 de julho, com uma cerimónia evocativa que ficou marcada pela bênção de uma nova viatura, a promoção de bombeiros e o juramento de novos elementos. Agora, a altura é de preparar os 90 anos da instituição, efeméride que pode trazer uma prenda de 450 mil euros para as esperadas obras no quartel.
O 89.º aniversário do Bombeiros da Mealhada, depois das cerimónias habituais do hastear de bandeiras, prestou uma homenagem, póstuma, ao bombeiro do quadro de honra Joaquim Ricardo Jorge, com a atribuição do seu nome a uma viatura de transporte de doentes, benzida naquele dia festivo. “Eletricista, sempre disponível, foi bombeiro e um forte dinamizador das organizações dos bombeiros, muito em especial nos últimos anos na tasquinha dos bombeiros na feira de artesanato, agora FESTAME”, justificou o presidente dos bombeiros, Nuno Canilho, destacando o homenageado como “pessoa que ajudou muito os bombeiros e, por isso, optámos por esta forma tradicional que temos de homenagear os nossos beneméritos”.
Para além daquele momento, no decorrer da cerimónia que assinalou o aniversário da instituição, com a presença de autarcas locais e de responsáveis locais, regionais e nacionais dos bombeiros, prestaram juramento cinco novos bombeiros (três elemento masculinos e dois femininos), foram promovidos nove bombeiros, que passaram de terceira para segunda categoria e foi promovido um bombeiro de primeira categoria a sub-chefe.
“É um dia muito na véspera das comemorações dos 90 anos, mas não deixa de ser um dia muito especial”, disse ao JB, Nuno Canilho, completando que “com os 90 anos à porta, há muitas coisas em perspetiva. Estamos a procurar levar a cabo um programa comemorativo condizente com esta data redonda, havendo um aspeto que merecerá maior atenção”, disse o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Mealhada, referindo-se à candidatura que a associação submeteu para conseguir financiar “uma grande ampliação e renovação do atual quartel”.
Aquele investimento poderá ter um apoio de fundos comunitários na ordem dos 450 mil euros. “Vamos andar com este ‘fantasma’, esta hipótese a pairar sobre nós, pois seria uma boa prenda e um motivo de orgulho para celebrar os 90 anos”, concluiu Nuno Canilho.
João Paulo Teles

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8.º aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia: “Um espaço de todos e para todos”


 

O serão de sábado não poderia ter sido mais agradável. No âmbito da comemoração do 8.º aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia, o Cineteatro da cidade viveu uma enchente para assistir a uma noite cultural única que distinguiu um vasto leque de alunos, docentes e utilizadores dos mais variados serviços prestados por esta biblioteca, que “é um espaço de todos e para todos”, como destacou a edil Teresa Cardoso durante a sua intervenção.

Homenagem sentida. Um evento marcado pela forma singela mas muito emotiva como a Câmara Municipal de Anadia homenageou o padre José Fernandes (Salesiano de Mogofores), mentor do concurso “Ler & Aprender” e que prefaciou a obra agora editada. Foi ele, disse Sónia Almeida, diretora da Biblioteca Municipal, que sugeriu, em boa hora, a criação do concurso “Ler & Aprender” por sentir a necessidade de promover a escrita entre os alunos. Por isso, foi-lhe entregue pela mão da edil anadiense Teresa Cardoso o cartão de utilizador honorário da biblioteca, “não só pelo enorme contributo que deu ao projeto como ao desenvolvimento educativo do concelho.” Um gesto tanto mais relevante pelo facto do padre José Fernandes estar de partida (vai deixar os Salesianos de Mogofores e irá para os Salesianos de Mirandela).
Na ocasião, o padre José Fernandes realçava que “todos os bons livros levam a que cada um de nós se encontre e desafie”.
Durante o evento, Sónia Almeida explicava ao público presente que, pela primeira vez, a cerimónia de aniversário fez-se fora da biblioteca porque o número crescente de utilizadores não permitia albergar condignamente tão elevado número de pessoas naquele espaço.
Sónia Almeida recordou que a biblioteca, inaugurada a 3 de julho de 2008, tem sabido desenvolver um trabalho único com base na comunidade, procurando disponibilizar a todos os munícipes os recursos informativos fundamentais para apoiar o seu desenvolvimento pessoal, cultural e social. Por isso, “o trabalho tem-se feito no aumento e diversificação da oferta cultural e educativa, disponibilizando vários serviços que estreitem os laços entre a biblioteca e a comunidade”. Exemplos disso mesmo são os projetos como o Biblioescola, o Bibliosocial, a Rede de Bibliotecas de Anadia, a Rede de Bibliotecas Municipais da CIRA e mais recentemente a Rota dos Livros.
Com um auditório cheio, a edil Teresa Cardoso sublinhou que “Anadia é um concelho ativo e dinâmico, que tem sabido apostar na educação e na cultura, gerando uma energia positiva entre estes dois setores indissociáveis”, realçando também que todo o trabalho desenvolvido pela biblioteca municipal “já extrapolou fronteiras”, tendo recentemente o município sido convidado a estar presente na mais importante conferência anual de bibliotecas europeias que decorreu em Haia, na Holanda.
Uma biblioteca que continua a ter como preocupação central a “aproximação à comunidade”, disse Teresa Cardoso, salientando ainda o facto da biblioteca estar a concluir o processo de Gestão da Qualidade, mas também na aposta que está a ser feita nos recursos informáticos e na requalificação da zona envolvente da biblioteca, que vai avançar em breve.

Muitos prémios e distinções. Mas uma área onde a biblioteca se tem distinguido mais é na criação e fortalecimento de hábitos de leitura das crianças e jovens. O estreitamento de relações com as várias bibliotecas do município, nomeadamente as escolares, tem permitido desenvolver um conjunto de projetos inéditos e bastante profícuos – casos da 7.ª edição do concurso escolar “Ler & Aprender”, que promove a educação literária e a escrita criativa através da redação de textos dos géneros narrativo e lírico. Por isso, este ano a Câmara Municipal editou o novo livro “Ler & Aprender”, com textos vencedores das quatro últimas edições (2011-2015). E este ano com uma novidade – foram alunos das escolas do concelho que ilustraram os textos publicados.
Impossível de publicar nesta página o nome de todas as dezenas de alunos premiados, cujos textos foram publicados no novo livro “Ler & Aprender” (2011-2015), bem como dezenas de alunos que ilustraram os textos, podemos acrescentar que todos os trabalhos vencedores conferiram ao respetivo estabelecimento de ensino a possibilidade de receberem um prémio pecuniário.
Também no âmbito da Rede de Bibliotecas de Anadia, teve lugar um concurso promovido pela autarquia para a criação de um logótipo para esta rede. O desafio lançado aos jovens alunos traduziu-se numa enorme participação e na distinção de três trabalhos, sendo vencedor o logótipo de Débora Miguel da Silva Nogueira, aluna dos Salesianos de Mogofores.
No concurso de poesia “Letras da Primavera”, que vai na 8.ª edição e subordinado ao tema “Anadia, capital do Espumante”, é de assinalar a criatividade e originalidade presentes em todos os trabalhos. Foi vencedor o poema “Anadia, Capital do Espumante”, de Paulo da Silva Ferreira, do Pereiro, Avelãs de Cima. O autor, que foi chefe fundador do Agrupamento de Escuteiros de Avelãs de Cima, doou o valor do prémio aos seus “lobitos” como lhes havia prometido, num gesto de enorme carinho pelo agrupamento que ajudou a nascer. Em segundo lugar ficou o poema “Espumante”, de António Lebre de Freitas, da Mealhada e em terceiro lugar, o poema “Anadia, Capital do Espumante”, de Rosário Pinto, residente em Lisboa.
Durante a cerimónia, o espetáculo abriu com o jovem Francisco Power, aluno da Escola Básica e Secundária de Anadia, que trouxe a palco um belo momento de magia. Pelo meio atuaram Fernanda Henriques da EB de Vilarinho do Bairro, Leonor Santos e Inês Oliveira, do CNSA e Margarida Pereira, da EBSA, cujas belíssimas vozes encantaram todos os presentes. O evento encerrou com chave de ouro, com a atuação (rap) de João Nina, de Coimbra e o obrigatório cantar dos “Parabéns” e corte do bolo de aniversário.
Outros premiados
Rota dos Livros – Junta de Freguesia de Avelãs de Caminho.
No Projeto BiblioEscola, distinções para a Educadora Alzira Moreira, Educadora no JI da Mata da Curia e Professora Anunciação Calado (Centro Escolar de Arcos).
No Projeto BiblioSocial, a Biblioteca Municipal de Anadia elegeu este ano a Misericórdia de Anadia.
Utilizadores do ano: Crianças: Beatriz de Almeida (7 anos) Moita – Anadia; Francisco Miguel Aleixo (8 anos) Espairo – Anadia; Lara Duarte Esteves (8 anos) Candieira – Avelãs de Cima.
Adultos: Ana Lúcia Santos S. Queijeira – Mogofores; António Leonel Araújo – Figueira de Boialvo; João Venâncio Marques – Anadia.
Catarina cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Anadia: Biblioteca Municipal celebra 8.º aniversário


O município de Anadia festeja com pompa e circunstância mais um aniversário da sua Biblioteca Municipal, promovendo, no Cineteatro, um serão cultural agendado para o próximo sábado, dia 9, a partir das 21h.
A sessão terá início com a atribuição dos prémios da 8.ª edição do concurso escolar “Ler & Aprender”, uma iniciativa que a Câmara Municipal de Anadia vem realizando com o objetivo de promover a leitura e a escrita criativa através da produção de textos literários. A ocasião servirá também para a apresentação da obra “Ler & Aprender: 2011-2015”, uma coletânea dos textos vencedores das últimas quatro edições deste concurso, ilustrados por alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia.
Seguir-se-á a entrega dos prémios do concurso de poesia “Letras da Primavera”, que teve “Anadia, Capital do Espumante” como mote e que, assim, inspirou os mais de 20 poemas concorrentes. O vencedor foi Paulo da Silva Ferreira, do Pereiro, Avelãs de Cima, autor de “Anadia, Capital do Espumante”. O programa prosseguirá com mais uma entrega de prémios, desta vez os referentes ao Concurso de Ideias para a Criação do Logótipo da Rede de Bibliotecas de Anadia, que desafiou os alunos do concelho a criarem uma imagem identificativa da Rede de Bibliotecas de Anadia, tendo-se sagrado vencedora Débora Miguel da Silva Nogueira, aluna dos Salesianos de Mogofores.
Serão, ainda, anunciados e distinguidos os “Utilizadores do Ano” nas categorias “Projetos” e “Utilizadores”.
A cerimónia será abrilhantada com atuações dos alunos de estabelecimentos de ensino de Anadia.

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Agrupamento 221 de Anadia celebra cinquentenário e inaugura sede


 

O Agrupamento de Escuteiros 221 de Anadia está a celebrar meio século de existência (completa 50 anos no dia 16 de abril) mas no próximo domingo, dia 3 de abril, inaugura a nova sede, localizada na EB 1 de Alféloas.
Luís Rocha, chefe do Agrupamento há cinco anos, falou a JB desta data tão marcante na vida do Agrupamento, mas também da sua história e evolução ao longo destas cinco décadas de vida, e de como esta nova casa veio melhorar a forma de trabalhar.

Conforto e espaço. A nova sede, que será inaugurada domingo, resulta de um esforço conjunto: Agrupamento, União de Freguesias de Arcos/Mogofores e da Câmara Municipal de Anadia.
Desativada em 2012, a EB 1 de Alféloas é o novo “lar” do Agrupamento que, depois de obras de recuperação e de ampliação, dotaram o espaço de todas as condições para o desenvolvimento de um trabalho de excelência com todas as secções.
Assim, qualidade, conforto e segurança são apenas alguns dos adjetivos que podem caracterizar esta nova sede. “Esta escola foi um tiro certeiro, foi desativada em 2012 e foi cedida à União de Freguesias. É a nossa segunda casa própria que, graças a muito trabalho, empenho e dedicação de todas as partes envolvidas, permitiu que, em 2013, acontecesse a nossa passagem para estas novas instalações que vão agora ser inauguradas”. O programa inaugural inclui, no dia 3, às 11h: Eucaristia na Igreja Matriz de Anadia; 12h: Sessão Solene no mesmo local, seguida de inauguração da sede em Alféloas; 13h: Convívio na sede, em Alféloas.
Luís Rocha afiança que esta sede é um bom reflexo da forma como o Agrupamento está na comunidade e de como a comunidade vê o Agrupamento: “O Agrupamento conseguiu, com a sua credibilidade, o reconhecimento que transmite aos pais, à comunidade, às empresas e entidades oficiais e autárquicas, obter daqueles, num muito curto espaço de tempo, o apoio necessário para criar esta sede”, não deixando também de garantir que “neste momento não haverá muitos agrupamentos na região de Aveiro com sedes e instalações como têm os Agrupamentos do concelho”.
“Nós investimos aqui muito, porque quisemos ir mais longe. Por isso, o futuro passa por mais 50 anos e esta sede é um bom exemplo dos propósitos do Agrupamento, pois estamos convictos do que queremos”, destacou.

Cinquenta anos. A inauguração que agora vai acontecer está inserida no âmbito da comemoração do cinquentenário, já iniciada em 2015. “Quisemos, dentro do que são as atividades normais na vida do Agrupamento dar-lhe um revestimento especial por via da comemoração do cinquentenário, trazendo para Anadia muitas das atividades que normalmente são feitas noutros pontos do distrito” (ver caixa).
Embora não haja registos entre 1965 e 1985, Luís Rocha admite que por este Agrupamento já passaram 600 elementos (confirmados), número que pode rondar os 800 elementos, tendo em conta os 20 anos dos quais não há registos.
Reconhecendo que os 50 anos são, sem dúvida, um marco na história de qualquer associação, garante que no Agrupamento (apesar da idade) se respira jovialidade. Integram presentemente o Agrupamento de Anadia 73 elementos, dos quais 12 dirigentes. Mas olhando para trás, o grande boom deu-se efetivamente na década de 80 em que o Agrupamento atingiu os 170 elementos. Depois, com o tempo, este número foi diminuindo, situação justificada com a criação de outros Agrupamentos no concelho (Sangalhos, Avelãs de Cima e S. Lourenço do Bairro), o que fez com que os jovens se fossem distribuindo pelos novos agrupamentos. Nos dias que correm é incontornável o decréscimo do número de elementos, muito devido a uma menor taxa de natalidade. “Está a inverter-se o nível de efetivos nas secções que eram maiores na entrada (1.ª e 2ª secções) e, neste momento, vive-se uma inversão, as secções mais velhas têm mais efetivos, o que nos deixa alguma preocupação do ponto de vista pedagógico e de como dar a volta a esta tendência”. Por isso, têm promovido várias ações para captar crianças, revelou, admitindo que o efetivo ideal deveria rondar os 90 elementos.
“Neste momento, temos uma enorme quantidade de pessoas a colaborar e a trabalhar connosco no mais variado tipo de atividades, desde os pais, familiares, FNA – Fraternidade de Nuno Álvares – Núcleo de Anadia”.
Convicto de que o escutismo não está a atravessar nenhuma crise, Luís Rocha explica esta tendência com o facto do escutismo estar a viver uma contingência e uma conjuntura que é transversal ao país (envelhecimento da população, decréscimo acentuado da taxa de natalidade), mas a tentar com as armas que tem ao seu dispor, contrariar essa tendência, através de um projeto educativo muito mais aperfeiçoado, pensado e planeado, capaz de cativar mais crianças e jovens.
“Aqui consegue-se implementar uma relação de partilha, amizade e cumplicidade entre as pessoas que não se encontra em nenhum outro sítio”, diz.
“Cinquenta anos parece imenso tempo, mas o nosso propósito é continuar a fazer o que temos feito até hoje, se possível com a mesma motivação, convicção e com melhores resultados”, diz, sublinhando que a durabilidade se deve ao facto do que “é o escutismo em si, a mensagem se transmite, o que representa para os jovens. É um fator de distinção, algo que não é substituível ainda que haja muita oferta de atividades”, diz.

Ano repleto de atividades
No âmbito do cinquentenário, o Agrupamento 221 tem realizado um conjunto de atividades de relevo ao longo do último ano. Casos de uma atividade para Caminheiros, realizada em outubro; a atividade Luz da Paz de Belém (Natal) envolvendo escolas, associações, catequeses e colégios do concelho. Agora, a inauguração e os 50 anos de existência serão tratados com alguma solenidade, no próximo dia 3. Segue-se a celebração do S.Jorge (padroeiro dos Escuteiros), a 24 de abril. Uma atividade que envolve todos os Agrupamentos da diocese. Serão cerca de dois mil participantes em atividades na zona do Complexo Desportivo, seguindo-se um desfile, durante a tarde, terminando na zona do Vale Santo (anfiteatro) onde será realizada uma eucaristia e sessão solene. O “Dia do 221” celebra-se em maio, por forma a congregar todo o efetivo do Agrupamento desde o início até ao momento atual, numa grande festa, mas também a recuperação das “Alfelinas” em junho, uma tradição antiga da povoação de Alféloas. “A recuperação desta tradição será uma forma de agradecer à população a forma como nos recebeu. Será um convívio, à volta de um pernil no espeto”.
Catarina Cerca

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Grupo de Cantares da ADREP comemorou 7.º aniversário


O Grupo de Cantares Raízes da Nossa Terra, da ADREP (Palhaça), assinalou no domingo, dia 6 de março, o 7.º aniversário, com um almoço convívio no salão da associação. A tarde de festa culminou com a atuação do grupo.

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Bombeiros da Pampilhosa celebram 90 anos até agosto


A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Pampilhosa (AHBVP) comemora este ano o 90.º aniversário, tendo projetado vários momentos festivos até ao dia 29 de agosto, data da fundação da Associação. A efeméride vai ser assinalada de forma bem marcante com um programa de comemorações que contempla também outras iniciativas, a decorrer ao longo do ano.
Confira o programa completo na edição de 25 de fevereiro 2016 do Jornal da Bairrada

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Avelãs de Caminho: Jantar assinala 25 anos de existência da APPACDM


A APPACDM de Anadia está a comemorar, ao longo deste ano, 25 anos de existência. No próximo dia 26, promove um jantar de angariação de fundos, em Anadia, aberto a toda a comunidade.
A celebrar Bodas de Prata, a verdade é que estes 25 anos de presença no concelho de Anadia, não passam despercebidos de ninguém, na medida em que deram lugar à criação e crescimento de uma obra ímpar.
Este ano, a data está a ser assinalada através da realização de um conjunto de eventos capazes de mostrar a toda a comunidade aquilo que é hoje, como cresceu e para onde quer caminhar a APPACDM.
“Estes 25 anos foram povoados pela construção e realização de múltiplos projetos que tiveram como objetivo o desenvolvimento de estruturas capazes de dar resposta aos inúmeros desafios com que se deparou no dia-a-dia, tendo sempre como meta a realização e o desenvolvimento dos seus jovens e seus significativos”, revela em comunicado Maria Madalena Cerveira, presidente da direção da APPACDM.
Na missiva comemorativa dos 25 anos da APPACDM avança ainda que “o passado permite a História e esta é a memória dos feitos realizados, sendo nela que alicerçamos os nossos projetos futuros.”
Assim, para além deste jantar comemorativo, no próximo dia 26 de setembro, pelas 20h, na Quinta Villa Tropical, em Anadia – evento que será animado com a atuação da Orquestra Desigual da Bairrada – a presidente da APPACDM perspectiva a realização de mais eventos e melhoramentos que visam aumentar a qualidade de vida dos seus utentes.
Por isso, faz um convite à população no sentido desta se envolver em mais esta iniciativa, partilhando com a APPACDM de Anadia mais um momento comemorativo.
“Associando-se a este jantar, contribuindo com a generosidade e a consciência solidária com que nos habituaram ao longo da nossa existência”, a comunidade estará uma vez mais a mostrar que se mantém ao lado da instituição que tem construído um trabalho em prol da pessoa com perturbação do desenvolvimento inteletual.

Obras e beneficiações vão continuar. Recorde-se que, durante este ano, a APPACDM procedeu à requalificação da residência de Vilarinho do Bairro (telhado, janelas e pintura de interior), da residência de Montouro (apartamento alugado – compra de equipamento necessário), tudo num valor aproximado de 20 mil euros.
Ainda este ano, no âmbito das comemorações haverá nos dias 3,4 e 5 de dezembro, o Festival D’Art, no Cine-teatro. com a colaboração de várias instituições congéneres do país.
Já em 2016, a APPACDM pretende fazer a requalificação da residência de Avelãs de Caminho. Para tal, vai apresentar um projeto ao Portugal 2020, prevendo ainda este projeto realizar a ampliação da carpintaria, requalificação do telhado da sede que ainda é em fibra-cimento e a climatização de sede.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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26 Anos da Vila de Oiã representa um maior amadurecimento do nosso povo


26 anos de vila de Oiã. O que representa para si esta data?
No meu entender, 26 Anos de Vila de Oiã representa um maior amadurecimento do nosso povo e um melhor e maior conhecimento da nossa população, aliado a uma maior responsabilidade de cada um de nós individualmente e de todos nós em geral. Representa também um agradecimento a todos aqueles que, de um modo ou de outro, tudo fizeram por existir hoje este espaço digno, que é a nossa linda Vila de Oiã. Não nos podemos também esquecer de todos aqueles homens e mulheres espalhados pelo mundo que, ao emigrarem e com o fruto do seu árduo trabalho, criaram riqueza e investiram na nossa terra. Um bem-haja a todos eles, que continuam a visitar a nossa terra e a preservar as suas raízes históricas e familiares.

Sente que a população se envolve nas comemorações? Ou cada vez está mais distante?
De um modo geral, sinto que a população está mais participativa e envolve-se muito mais. É certo que, com a construção do Auditório de Oiã, passou a haver uma outra possibilidade de proporcionar a toda a população, mais cultura e até divertimento. Mais recentemente foi também criada uma nova dinâmica na vila, em especial na Praça do Cruzeiro, com as Feirinhas de Artesanato, acrescido de outras atividades dinamizadas para todas as classes etárias, com incidência para os mais jovens. Também o projeto de Cooperação Associativa criou uma outra dinâmica entre as Associações, onde o espírito de entreajuda mútua está a dar resultados, tanto a nível de socialização como até monetário para estas. Como o caminho se faz caminhando, o mais importante é nunca desistir, e acreditamos que vale a pena sermos persistentes.

Leia mais na versão digital do seu JB.

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Palhaça: Recanto da Natureza comemora 16.º aniversário e arranca com Parque de Lazer


O Recanto da Natureza comemorou, no sábado, 16 anos de existência. Manuel Justiniano, que assumiu a direção do Recanto da Natureza há nove anos, e vai continuar à frente dos destinos da IPSS da Tojeira, Palhaça, até 2018, anunciou o arranque, oficial, da construção do Parque de Lazer da instituição.
Manuel Justiniano, rodeado da sua direção, reeleito, recentemente, para um novo mandato, diz que pretende, nos próximos anos, solidificar ainda mais a boa gestão que tem sido feita e preparar uma direção que, depois de 2018, irá assumir o rumo do Recanto da Natureza.
Por outro lado, o presidente da direção pretende, ainda este ano, deixar concluídas as obras de requalificação da parte antiga do Recanto, que passará pelo revestimento das paredes exteriores (colocação de capoto) e troca de janelas com vidros duplos, assim como é ainda objetivo terminar o Parque de Lazer e a aquisição de uma carrinha. “Espero que o próximo aniversário seja feito no nosso Parque de Lazer”, referiu Manuel Justiniano.

Convívio. Em dia de aniversário, Manuel Justiniano juntou toda a “família” do Recanto da Natureza, proporcionando um agradável convívio, que se estendeu ao longo de toda a tarde do último sábado.
Recordou que, quando chegou à instituição, encontrou uma casa sem rumo. “Havia apenas dinheiro para pagar o mês e uma dívida aos bancos de 275 mil euros. “E hoje? Manuel Justiniano fala de uma instituição que “tem um património superior a dois milhões de euros, não deve nada a ninguém e proporciona condições de excelência aos seus utentes”.
Manuel Justiniano, ao longo dos anos, tem procurado mexer na equipa diretiva, no sentido de aperfeiçoar ainda mais a direção junto das reais exigências do Recanto da Natureza. Tem reunido pessoas com conhecimentos necessários à boa gestão e que, como sempre aconteceu, sejam todos voluntários e lutem por uma causa.
O presidente acredita que o futuro do Recanto da Natureza se perspetive “brilhante, se continuar a ser planeado com muito rigor e máxima qualidade”.
Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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