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Anadia: Feira da Saúde recebe centenas de visitantes


A 2.ª edição da Feira Municipal da Saúde, promovida pela Câmara Municipal de Anadia, no passado dia 18 de maio, voltou, à semelhança da anterior edição, a revelar-se um sucesso e de grande importância para a comunidade, a avaliar pela adesão da população.
Dos três aos 97 anos, cerca de seis centenas de pessoas, oriundas de todas as freguesias do município de Anadia, mas também de outros concelhos, nomeadamente Águeda, Mealhada, Aveiro, Cantanhede, Coimbra, Oliveira do Bairro, Albergaria entre outros, marcaram presença neste certame e beneficiaram dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas 26 entidades presentes.
Pela segunda vez, o Pavilhão dos Desportos de Anadia, no Complexo Desportivo da cidade, serviu de palco a esta iniciativa que pretendeu reforçar a promoção da Saúde dos munícipes, proporcionando-lhes a possibilidade de beneficiarem dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas inúmeras entidades prestadoras de cuidados de saúde presentes no certame.
Daí que, na hora, do balanço, a Câmara Municipal de Anadia aponte que como um dos principais fatores para o bom resultado conseguido, tenham sido determinantes a colaboração, o empenho e o elevado profissionalismo de todos os técnicos envolvidos, bem como a variedade e a qualidade dos serviços prestados.
Daí que a Câmara Municipal de Anadia não deixe de manifestar o seu apreço “pela forma generosa como todas as entidades colaboraram nesta iniciativa”.
Uma iniciativa de sucesso que poderá continuar nos próximos anos, já que a recetividade da população é grande.

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De acordo com a DGAL, Câmara Municipal de Anadia paga a zero dias


A Câmara Municipal de Anadia é das 308 existentes no país a que mais rapidamente paga a fornecedores e empreiteiros. Paga a zero dias, ou seja, a pronto. Quem o garante é o autarca Litério Marques que revelou, na última terça-feira, à comunicação social, o ranking da DGAL (Direção-Geral das Autarquias Locais), referente ao último trimestre de 2012.
Na região da Bairrada, a Câmara Municipal da Mealhada paga a 4 dias e a de Cantanhede, a 22 dias.
Assim, a 31 de dezembro de 2012, a Câmara Municipal de Anadia figurava como a mais eficiente do país em termos de pagamentos (zero dias), contrastando com autarquias como Porto Santo (Região Autónoma da Madeira), que demorava 2 mil dias a efetuar os pagamentos a fornecedores e empreiteiros; Portimão, com 1970 dias; Nazaré, com 1464 dias; ou Guarda, com 443 dias.
Dos 308 municípios portugueses, segundo a DGAL, Anadia é, portanto, a que tem melhor desempenho, no cumprimento dos pagamentos.
A lista da DGAL compreende 308 municípios e reporta a dados da aplicação informática «SIIAL», de acordo com a informação fornecida pelos municípios.
Litério Marques diz que este último relatório da DGAL não é mais do que a confirmação da estratégia seguida pelo seu município: “temos uma gestão eficiente e muito rigorosa”, diz, revelando ainda que numa recente auditoria da Inspeção Geral das Finanças, a Câmara Municipal de Anadia passou, com distinção.
“Foi-nos dito que ficavam com boa impressão da organização desta casa, da distribuição de tarefas e da saúde financeira, que nos valeu uma nota muito positiva”, disse.
Aos jornais, o edil anadiense sublinhou ainda que nos aspetos menos positivos elencados pela Inspeção Geral das Finanças – empolamento dos orçamentos – também Anadia tem vindo a melhorar nos últimos anos.
Litério Marques, que numa recente Assembleia Municipal, assumira e reconhecera o empolamento dos orçamentos, justifica essa medida com o facto de ser necessário “acautelar obras adjudicadas, mas também acautelar obras que a Câmara pretende vir a adjudicar”.
“A auditoria das Finanças deu-nos nota positiva e fiquei muito agradado com esse facto, mas agora estes dados revelados pela DGAL vêm confirmar isso mesmo”, acrescenta.
Aos jornalistas diz que Anadia consegue, contra a corrente, baixar taxas e impostos, ao contrário de muitas outras Câmaras.
“Baixámos o preço da água, temos o IMI mais baixo e ajudamos as famílias mais numerosas e carenciadas”, constata, dando conta de que Anadia tem percorrido um caminho com base em projetos com maturidade e sustentabilidade.
Todavia, reconhece que a equipa que consigo trabalha está atenta e “anda sempre de olhos bem abertos” para não perder candidaturas.
O edil anadiense avança ainda que a capacidade de endividamento da Câmara também não levanta qualquer problema. A 31 de dezembro de 2012 o endividamento rondava os 7 milhões de euros. “Estamos tranquilos. Temos até um empréstimo aprovado pelo Tribunal de Contas de cinco milhões que ainda não chegamos a utilizar”, diz congratulando-se ainda por a Câmara ter conseguido, para as grandes obras projetadas, comparticipações que variaram sempre entre os 80 e os 90%.
“A nossa capacidade financeira deixa o executivo bastante tranquilo”, refere, dando nota de que, a 8 de maio, o saldo de fundos disponíveis era de 3 milhões e 300 mil euros.

Câmaras da região
(PAGAMENTOS)

Anadia – zero dias; Mealhada – 4 dias; Cantanhede – 22 dias; Oliveira Bairro – 42 dias; Águeda – 64 dias; Vagos – 196 dias; Ílhavo – 245 dias; Aveiro – 250 dias

CC

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Anadia: Corrida pela Paz passa no concelho


No próximo dia 17 de maio, os atletas da WH-PR2013 irão visitar a cidade de Anadia, estando previsto a passagem no Colégio de Nª. Sra. da Assunção (Famalicão) pelas 10h15, no Colégio Salesiano de S. João de Bosco (Mogofores) pelas 10h35, na Escola Secundária de Anadia às 10h50, na Casa da Imaculada Conceição pelas 10h55, culminando com uma cerimónia na Praça da Juventude, em Anadia pelas 11h.
O evento contará com a presença do presidente da Câmara Municipal, representantes das Forças de Segurança, Bombeiros Voluntários, Escolas com várias atuações e outras entidades convidadas. A cerimónia culminará com uma mensagem muito significativa de Paz e Harmonia através de uma largada de pombas.
Trata-se de uma corrida em estafeta na qual qualquer pessoa pode participar transportando uma tocha, símbolo da Paz e Harmonia. A Corrida é organizada por uma rede internacional de voluntários.
Este ano, a corrida conta com uma rota portuguesa que une a cidade do Porto a Lisboa, num percurso contínuo de aproximadamente 368 km. Este percurso de 12 dias, começou a 13 de maio e termina a 24 em Lisboa. O evento é organizado pela Mensagens Positivas (Associação Recreativa e Cultural com sede em Coimbra).
Acrescente-se que a World Harmony – Peace Run é um evento humanitário de cariz desportivo e mundial que procura promover a amizade e a compreensão internacionais.

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Avelãs de Cima: Rota dos Moinhos ajuda a preservar património e a dinamizar trilho pedestre


 

São 18, os moinhos de água, existentes ao longo do rio que começa no lugar de Ferreirinhos (Avelãs de Cima), passando por Canelas, Póvoa do Gago, terminando em Ferreiros, junto ao Moinho Velho (Moita). Um património centenário que um grupo de canelenses (Canelas – Avelãs de Cima) quer recuperar para dar forma a um projeto único no concelho e na região, designado de Rota dos Moinhos.

Aspeto legal e burocrático. Esta Rota, que poderá ser uma realidade dentro de um ano, é um sonho antigo mas que só agora poderá concretizar-se na medida em que o aspeto burocrático e legal deverá contar com o envolvimento da Câmara Municipal de Anadia e da União Recreativa e Cultural de Canelas, até por causa desta coletividade poder ser a base legal, possibilitando agilizar apoios e subsídios para as obras necessárias.
“Este projeto será integrado na secção cultural e do património da URC de Canelas, que ficará com a responsabilidade da sua execução e posterior manutenção”, diz Alberto Simões, enquanto que Américo Tomás sublinha a boa recetividade do executivo anadiense à ideia.
“Na reunião pública do executivo, realizada a 24 de abril, depois de expormos a ideia da reconstrução e da criação de um percurso pedonal, todo o executivo foi unânime em considerar o projeto uma mais valia para a freguesia e para o concelho. Isso foi um grande incentivo para nós”, acrescenta, dando conta que a autarquia anadiense poderá ajudar no apoio técnico, jurídico, material e de máquinas para a realização das obras.
Cientes das dezenas de contactos que ainda terão de fazer com todos os proprietários e herdeiros de moinhos, os promotores da ideia (Alberto Simões, Américo Tomás, João Figueiredo e António Melo, todos de Canelas) estão determinados, com ajuda da população e das entidades locais, em levar o projeto a bom porto.
“Pretendemos proceder à reconstrução dos que se encontrem menos degradados e preservar as ruínas dos restantes”, dizem.
“Uma coisa é certa, queremos preservar o mais fielmente possível o aspeto original dos moinhos. Para já, queremos reconstruir três: um na Póvoa do Gago, outro em Canelas e um terceiro em Ferrerinhos), ou seja, um em cada povoação, deixando os outros em ruínas, mas limpos, preservados e todos eles devidamente identificados.

Obras em curso. Prova do trabalho já em curso é o moinho que já se encontra na fase final de recuperação (na foto), que ascende a 2 mil euros, a espensas dos proprietários e herdeiros, é certo, mas que em breve deverá marcar o início deste arrojado projeto.
“Agora não vamos parar”, diz Alberto Simões, dando conta de que ao longo do percurso existe ainda, um lagar de azeite de vara (os proprietários vão ser igualmente contactados) que, apesar do avançado estado de degradação, poderá vir a ser integrado nesta rota, dada a sua singularidade.
A par destas obras vai também ser criado um percurso pedonal, numa extensão de aproximadamente 8 quilómetros (até ao Moinho do Pisco), com principal enfoque para a preservação das árvores existentes, nomeadamente carvalhos, castanheiros, salgueiros, sobreiros, sanguinheiros, medrunheiros, entre outras espécies.
Em simultâneo, deverá também ser construído um paredão numa presa existente no rio e que fornecerá água a este moinho que se encontra já praticamente reconstruido. A vala original já foi limpa, possibilitando a passagem da água que vai “alimentar” este moinho.
“Será sem dúvida uma atração turística para o concelho, uma forma de preservar o património,” destacam.

Catarina Cerca

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Reforma Administrativa em Vagos: Agregação provoca dissonâncias


Continua na ordem do dia o processo da reforma administrativa, depois do presidente da Assembleia Municipal ter garantido que uma das freguesias foi perdida por não “termos coragem de assumir a responsabilidade de agregar” duas no sul do concelho. Carlos Neves, que falava no decorrer da cerimónia comemorativa do 25 de Abril, admitiu que, se tal tivesse acontecido, ter-se-ia evitado a agregação de Santo António com Vagos.
Um desfecho que vai “desequilibrar ainda mais” a divisão administrativa do concelho, reconheceu. De acordo com Carlos Neves, o governo tratou de forma “inqualificável” o poder local, castigando os concelhos “que não concordaram com a reforma administrativa, com uma percentagem maior de freguesias agregadas”.
Reagindo às críticas, o presidente da Câmara, Rui Cruz, confirmou que o assunto foi discutido, de forma exaustiva, em sede da Assembleia Municipal. Quanto à decisão “não dependia nem do presidente da Câmara nem da Câmara, mas exclusivamente dos deputados municipais”.
Em declarações a uma rádio local, o edil vaguense argumentou que “havia muito boa gente, incluindo o presidente da Assembleia Municipal” que não acreditava na eventualidade da freguesia de Santo António poder vir a ser agregada.
“Eu chamei a atenção para esse risco”, disse Rui Cruz, sublinhando que à exceção da Gafanha da Boa Hora, “quase todas as freguesias podiam ser, mediante a lei, agregadas ou agregadoras”.
Publicada em Diário da República, após promulgação de Cavaco Silva, na lei relativa à reorganização administrativa do território das freguesias, são três as freguesias agregadas no concelho: Vagos/Santo António, Covão do Lobo/Fonte de Angeão e Ponte de Vagos/Santa Catarina. Das três providências cautelares a requerer efeitos suspensivos, duas acabaram chumbadas pelo Tribunal Constitucional.
Agora já “não há volta a dar”, concede Rui Cruz, sugerindo que o processo autárquico comece a ser preparado em função de oito e não 11 freguesias.

Eduardo Jaques
Colaborador

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Vagos: Caminhada pela Vida e Concerto de Primavera


No Dia da Mãe, 5 de maio, venha sentir a cultura num concerto com o Orfeão de Vagos, pelas 16h, no Centro de Educação e Recreio. Este concerto solidário realiza-se a favor Liga Portuguesa de Luta Contra o Cancro. Antes, pelas 14h30, terá lugar uma caminhada na Quinta do Ega, a favor da Liga Portuguesa de Luta contra o Cancro. O Kit caminhada tem o valor de 5 euros e inclui t-shirt, lenço e água. As receitas das várias atividades revertem a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

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Vagos: Comemorações do “25 de Abril”


Realiza-se amanhã, dia 25 de abril, o “Aniversário do 25 de Abril”, com início previsto às 10h, com o seguinte programa:
10h: Içar das Bandeiras no Edifício dos Paços do Concelho, com a participação da Filarmónica Vaguense e Bombeiros Voluntários de Vagos;
De seguida: Sessão Solene, no Salão Paroquial de Vagos;
15h45h: Largada de Pombas, pela Sociedade Columbófila de Soza;
16h: Notas de Abril: concerto com a Banda Filarmónica Vaguense, no Salão dos Bombeiros Voluntários de Vagos. Concerto solidário a favor do Centro de Atividades Ocupacionais de Santa Catarina.
Convidamos, a todos, a estarem presentes.

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Sangalhos: Autarca confirma recandidatura independente


António Floro confirmou a JB a sua recandidatura às próximas eleições autárquicas, mas como independente, deixando assim de ser candidato pelo PSD, que o elegera no primeiro mandato. “Entendo que me devo recandidatar, mas também que o devo fazer com a pessoa [Litério Marques] que me convidou pessoalmente para ser candidato no primeiro mandato. Acho que seria desleal da minha parte não o fazer”, explicou, revelando que, contas feitas, o mandato até foi positivo.

O que está por fazer. Embora reconheça que algumas obras deixaram de ser realizadas devido a sucessivas reduções de verbas, nomeadamente do FEF que tem vindo a cair cerca de 7 mil euros/ano e com um orçamento que não vai além dos 200 mil euros, lamenta não ter podido avançar com o restauro da Fonte de Guimarães, localizada perto da Estalagem da freguesia. Uma obra de vulto mas que seria, na sua opinião, uma mais valia para a freguesia dada a beleza da zona e a paisagem única que possui. Também a reabilitação do edifício sede da Junta de Freguesia, que apresenta graves problemas de infiltrações e humidade, tem sido adiado, por causa da indisponibilidade financeira. Contudo, o autarca acredita que possa ser recuperado, pelo menos o piso do salão, ainda antes do final do mandato. O mesmo acontece com o mercado da freguesia que precisa de alguns arranjos urgentes que devem avançar em breve, já que António Floro admite que são de menor monta.

Obras que dignificam mandato. Mesmo assim, fala de várias obras que vieram dignificar o mandato, tais como: espaço construído em pedra, em terreno oferecido pelo próprio e por Teófilo Godinho para colocação de ecopontos e contentores do lixo, na Rua Narciso da Marça, em Sá, libertando o local onde os contentores se encontravam inicialmente junto à capela do lugar; passeios na Avenida Dr. Seabra Dinis. Neste local serão ainda colocados, em breve, alguns bancos para que as pessoas que por aqui fazem passeios e caminhadas possam descansar; realização de muro da Rua Principal de Sá, por forma a permitir a construção de passeios. Uma obra conseguida graças à cedência de terrenos por parte de vários proprietários; alcatroamento na Rua do Pedregal que se encontrava em péssimo estado de conservação, após ter sofrido obras de saneamento e substituição da rede de água; cedência de todo o material para a construção de passeios da Rua Ivo Neves, com a colaboração dos moradores que suportaram os custos com a mão de obra; nivelamento de terreno para alcatroamento da Travessa do Pontão, paralelo à linha do comboio, junto a uma pequena oficina. Para breve está o alcatroamento de uma pequena via que serve quatro habitações (do lado esquerdo) na descida para S. João de Azenha. Ali próximo, também a Rua da Milheiriça, deverá ser alcatroada, pondo igualmente cobro a uma reivindicação antiga dos moradores. A obra deverá ser feita antes do final do mandato uma vez que existe esse compromisso por parte da Câmara Municipal. “Essa via vai ter saneamento básico e será seguidamente alcatroada, já que ela vai ligar à rua da ETAR”, explica.
De destacar ainda que na Rua Vale do Mouro, na EN 235, que liga a freguesia a Oliveira do Bairro, entre a Capela de Santa Eufêmea até ao limite da freguesia com Oliveira do Bairro, vão ser brevemente colocados passeios em ambos os lados da via.

Parque de Lazer da Fogueira. O Parque de lazer da Fogueira começa a tomar forma. Está implantado junto ao lavadouro do lugar – Porto das Figueiras – , local que segundo António Floro, “possui condições privilegiadas”. São aproximadamente 8 mil m2 de terreno que vão dar lugar a um parque único na freguesia, dotado com bancos, mesas, churrasqueira e sanitários. Após a limpeza do terreno, segue-se o empedramento da regueira que abastece o lavadouro, que sofrerá ainda uma ligeira alteração do curso de água. Ali será construído um lago e arranjado todo o espaço envolvente, com relva, flores e árvores.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Sangalhos: Custos da ampliação do cemitério ultrapassam 11 mil euros


Estão em curso as obras de ampliação do cemitério da freguesia de Sangalhos.
Esta ampliação, com um custo que ultrapassa os 11 mil euros era, segundo o autarca António Floro, “uma urgência”, dado que o cemitério só já tem livre menos de metade de um talhão.
As obras começaram há cerca de três semanas e dizem respeito à construção de mais de cem metros de muro em betão. O espaço referente ao alargamento vai possibilitar a construção de mais quatro talhões, equivalentes a mais 230 sepulturas e mais 30 jazigos, que António Floro acredita sejam suficientes para as próximas três décadas.
Refira-se que esta ampliação foi subsidiada com 5 mil euros pelo executivo de Anadia. Um montante insuficiente, mas que António Floro diz ser uma ajuda, já que a JF “tem vindo a amealhar alguma verba para poder levar a bom porto esta ampliação”, que obrigou ainda a Junta de Freguesia a negociar a cedência/compra de terrenos.
Com uma média de 50 a 60 funerais, por ano, o cemitério da freguesia já sofreu três ampliações, sendo esta a quarta.
Refira-se também que foi já no presente mandato de António Floro e, face ao elevado número de funerais, que a Junta de Freguesia decidiu contratar um coveiro a tempo inteiro que, para além de ser responsável pela abertura de sepulturas, é responsável pela limpeza de todo o espaço. “Nos dias mais livres, o coveiro tem vindo a cimentar os espaços entre campas, onde nasciam muitas ervas, o que obrigava a um esforço redobrado na manutenção e asseio do espaço”, explicou, concluindo que com esta beneficiação “o cemitério fica com um aspeto muito mais limpo.”
António Floro explica também que, após a conclusão dos muros, os talhões só irão sendo feitos à medida das necessidades.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Movimento Independente diz-se preparado para ganhar


O Movimento de Cidadãos Independentes diz-se preparado para “vencer” as próximas autárquicas de outubro, em Anadia. Embora o nome dos candidatos permaneça no segredo dos deuses, é certa que esta candidatura terá como homem forte e rosto mais visível, o atual presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, impedido de se recandidatar ao cargo de presidente por ter atingido o número de mandatos permitidos por lei. Eleito, ao longo de cinco mandatos, sempre pelo PSD, tornou público que irá encabeçar um Movimento, inédito no concelho, já que de todos são conhecidas as divergências que o separam da Concelhia do PSD e do seu presidente, José Manuel Ribeiro.
Aliás, esta candidatura está a ser vista por muitos como a resposta de Litério Marques à candidatura de José Manuel Ribeiro, mas também uma reação à postura do Partido, na escolha dos candidatos aos órgãos autárquicos.
“Como militante e presidente da Câmara, há mais de duas décadas, contactei as estruturas do Partido para manifestar a minha total disponibilidade para colaborar na escolha de pessoas experientes como candidatos aos diversos órgãos autárquicos do concelho. Sem qualquer resposta, tomo conhecimento através dos jornais que a Distrital do PSD homologou uma candidatura de um cidadão que há precisamente quatro anos recusou. Imagine-se, por unanimidade e aclamação”, diz, em tom crítico. Por isso, adivinha-se uma “guerra” política entre aqueles que estão com a Concelhia do PSD, liderada por José Manuel Ribeiro e aqueles que, embora sociais-democratas ou não, não se reveem nessa mesma candidatura.
Certo é que vão acompanhar Litério Marques nesta corrida à Câmara alguns dos atuais membros do executivo anadiense, bem como outros autarcas do concelho, que começam também a escolher de que lado vão estar.
Litério Marques garante que o Movimento não é seu, mas sim “de todos os cidadãos que não se revêem nas pessoas que estão na Concelhia e que desejam para o concelho o caminho de progresso e sucesso que começámos a trilhar há alguns anos atrás”. Por isso, mostra-se muito agradado com as manifestações de apoio recebidas, “são pessoas que não reivindicam qualquer lugar na lista, apenas nos apoiam por nos conhecerem e acreditarem no nosso trabalho”. A candidatura, que diz ser “apartidária”, nasce de um movimento cívico de cidadãos, que procuram exercer a sua cidadania em plena democracia. Perante a acusação de estar a pressionar alguns presidentes de Junta a ficarem do seu lado, nega determinantemente tal acusação, ainda que admita que estes e outros boatos comecem a aparecer, como já vem sendo hábito: “já se sabe que, de quatro em quatro anos, surgem cartas anónimas e boatos sobre a minha pessoa, numa tentativa de desacreditar e denegrir a minha pessoa”.
Convites recusados. Embora não possa ser candidato à presidência da Câmara Municipal por ter atingido o limite de mandatos, não nega ter sido sondado e até convidado a encabeçar candidaturas noutros concelhos limítrofes, graças à longa experiência de vida autárquica que possui. “Não aceitei, por uma questão de princípio. O limite de mandatos é para todos e para cumprir”, refere.

Rutura com o PSD. Embora continue a afirmar que o PSD é e será sempre o seu Partido, lamenta a rutura instalada com a Comissão Política local do PSD, liderada por José Manuel Ribeiro e com a Comissão Política Distrital do PSD Aveiro, liderada por Ulisses Pereira.
Litério Marques diz mesmo que, ao longo destes 20 anos de vida autárquica deu mais ao partido do que recebeu dele, contrariando, assim, algumas afirmações de que estaria, com esta lista de independentes, a desafiar o PSD, mas também a deitar por terra um apoio inequívoco que recebera sempre por parte do Partido Social Democrata. “Nunca me servi do PSD, pelo contrário, o PSD é que se tem servido de mim todos estes anos”, refere, dando nota de que parte para uma nova campanha política, sem receios: “levo a votos uma equipa de pessoas de vários quadrantes políticos, que se revêem no nosso projeto de desenvolvimento e progresso para o concelho”.
Quanto à Concelhia “laranja”, lamenta nunca ter havido uma crítica positiva ou negativa ao trabalho do executivo que lidera. “Fomos desprezados ao longo deste mandato. Nunca foram solidários ou críticos em relação ao nosso trabalho, o que lamento profundamente”. Por isso, entende que o PSD é que afrontou uma equipa eleita democraticamente pelo povo e não o contrário.
Contactado por Jornal da Bairrada, José Manuel Ribeiro não se quis pronunciar.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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BTT Nariz

Pergunta da semana

A FAO defende que os insetos são uma alternativa promissora à carne. O que acha de comer insetos?

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