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União de Freguesias de Arcos e Mogofores: “O mais importante é trabalhar para melhorar a qualidade de vida das pessoas”


A cumprir o primeiro mandato como presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, Fernando Fernandes diz-se satisfeito com o trabalho realizado em 2016, mas também com a colaboração e apoio que tem recebido da parte dos colegas de executivo e dos elementos da Assembleia de Freguesia. Para 2017 elenca várias obras prioritárias, que passam pela requalificação da rede viária, arranjo de pracetas, jardins e parques, mas também da sua vontade de ver nascer, no centro da cidade, uma “horta comunitária”.

“O ano de 2016 foi um ano muito positivo porque conseguimos concretizar, quase na totalidade, aquilo a que nos propusemos no plano de atividades”, destaca Fernando Fernandes, autarca da União de Freguesias de Arcos e Mogofores ao Jornal da Bairrada, nesta que é a última grande entrevista do mandato.
O autarca diz mesmo que, com taxas de execução acima dos 80%, o balanço “só poderia ser francamente positivo”, não deixando de agradecer aos colegas que o acompanham no executivo, mas também a todos os elementos que integram a Assembleia de Freguesia. “Muitas vezes, é graças às suas ideias e sugestões que corrigimos situações. Temos que ouvir todos, em equipa e isso não é de estranhar quando na Assembleia de Freguesia temos dois ex-presidentes de Junta, Carlos Santiago, de Arcos e José Maria Ribeiro, de Mogofores, ambos com muita experiência de vida autárquica”.
Quanto a obras, o autarca de Arcos-Mogofores avança que foram realizadas várias, assim como iniciadas outras que devem ficar concluídas este ano.
Com um orçamento a rondar os 155 mil euros, reconhece que é preciso ser muito rigoroso e gerir muito bem as verbas disponíveis, agora repartidas por um território muito maior.
Ainda que considere como o mais importante “as pessoas”, “procurando formas de melhorar as respostas para as quais somos solicitados, tanto no atendimento diário de experiente, como na execução de limpezas, obras em espaços públicos ou até no apoio às mais diversas associações.”
Por isso, diz que as obras são todas importantes, sejam elas grandes ou pequenas. “Graças a esta nova forma de trabalhar com as Juntas de Freguesia, a Câmara Municipal canaliza mais verbas para as Juntas, o que nos permite concretizar projetos e ter mais autonomia”.
Fernando Fernandes destaca ainda o facto de, sob o executivo de Teresa Cardoso, “nós sabermos sempre o que vai ser feito na nossa freguesia com alguma antecedência. Isso é muito importante, porque assim conseguimos organizar muito melhor o nosso plano de atividades”, reconhece.

Ano de 2016 com balanço positivo. O ano de 2016 fica, assim, marcado pelo início da reabilitação do Parque de Merendas de Mogofores. Uma obra dispendiosa e emblemática do mandato, mas que ainda vai demorar a concluir. A razão, apenas uma: “trata-se de uma obra muito cara, que nos levou a maior fatia do orçamento e que ainda vai obrigar a investimentos avultados no presente ano.
O autarca recorda ainda com satisfação a abertura da Alameda de acesso ao Colégio de Famalicão, que veio facilitar o trânsito no local.

Obras para 2017. Quanto a investimentos para 2017 destaca as várias obras previstas e já a concurso. Obras para realizar em parceria com a Câmara Municipal e que só ainda não avançaram devido a atrasos burocráticos relacionados com os concursos públicos.
Fernando Fernandes fala da requalificação da Avenida Eng.º Cancela de Abreu, no entroncamento com a Rua dos Olivais, na parte sul de Anadia; a requalificação da rede viária em Alféloas e a requalificação da rede viária na zona da Malaposta; requalificação da Rua S.José de Cluny até à Malaposta; beneficiação da Rua do Cértima; execução de obras de saneamento nos Bairros das Corgas e da Gândara, em Alféloas, um velho anseio dos moradores.
Mas é a requalificação do Parque de Merendas, em Mogofores, que lhe causa maiores dores de cabeça, uma vez que esta obra absorve muita da verba disponível no orçamento. “Trata-se de uma obra com muitos custos e que só é possível concretizar aos poucos”, explica.
No entanto, as prioridades para 2017 passam ainda pela execução de passeios na Rua do Campo de Futebol, em Mogofores; Requalificação da Praceta Marquês da Graciosa, em Famalicão e a requalificação da Praceta do Bairro Mira-Crasto, em Alféloas.
O autarca quer ainda avançar com a construção de valetas cimentadas em Arcos e nas Vendas da Pedreira, mas também corrigir o velho problema das águas pluviais na zona de Canha.
O cemitério de Mofogores poderá vir também a sofrer uma beneficiação, não só na pintura de muros mas também na correção dos espaços entre as campas.
Por outro lado, considera importante encontrar uma solução para o estacionamento na Urbanização da Encosta do Sol. “É um local onde urge fazer uma correção de estacionamento e que aos fins de semana é mesmo caótico.” Um melhoramento complexo, já que se trata de um loteamento, mas que defende ser muito necessário.
E porque a União de Freguesia é rica em termos associativos, Fernando Fernandes realça o apoio que o executivo vai dando às várias associações e coletividades da União de Freguesias, que leva também uma fatia significativa do orçamento disponível. “São coletividades com atividade, que envolvem muitas pessoas e sempre disponíveis a colaborar com a Junta de Freguesia, logo temos também de as ajudar.”

Possível recandidatura. A cumprir o quarto mandato (três como presidente da JF de Arcos) e este primeiro como presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores diz ainda não ter pensado nas eleições autárquicas que vão acontecer este ano.
Todavia, admite uma eventual recandidatura: “em princípio e se todos os elementos de executivo da Junta de Freguesia concordarem, estamos a trabalhar para isso”, ainda que não descarte a hipótese de o virem a fazer fora das listas do PSD, que os elegera em 2013.

Cidade de Anadia poderá vir a ter “horta comunitária”

Ainda não passa de um sonho mas poderá vir a ser uma realidade. Fernando Fernandes revela que gostaria de disponibilizar uma horta comunitária no centro da cidade de Anadia.
Para isso, já pensa na aquisição de cerca de seis mil metros de terrenos agrícolas mas que não estão a ser usados.
Localizados na Avenida das Laranjeiras, nas traseiras do Edifício Cravo, os terrenos agrícolas possuem água e estão praticamente votados ao abandono.
Os contactos já estão a ser desenvolvidos com os proprietários e, segundo Fernando Fernandes, “resolvíamos com este projeto dois problemas: a limpeza e manutenção dos terrenos, mas também a questão das águas pluviais junto ao Edifício Cravo, arranjando uma forma de as encaminhar para o rio, evitando assim que se acumulem naquele local.
“Ali poderíamos ainda ter um espaço para arrumos da Junta de Freguesia”, diz, sublinhando que para o local está a ser pensado um projeto “com cabeça, tronco e membros” e conclui: “acredito que havendo uma espécie de horta comunitária, as pessoas iam aderir. O projeto poderá ser muito interessante”.

Catarina Cerca

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Avelãs de Cima: Obras realizadas a pensar nas pessoas


“Todas as obras realizadas são sempre feitas a pensar nas populações que servimos”, garante Manuel Veiga, autarca há oito anos na freguesia de Avelãs de Cima.
Disponível para uma nova candidatura, faz um balanço positivo do mandato e elenca as obras mais relevantes para o ano em curso.

A concluir o segundo mandato à frente dos destinos da freguesia de Avelãs de Cima, Manuel Veiga faz um balanço muito positivo do trabalho realizado pelo seu executivo nos últimos três anos. “Implementamos procedimentos e novos serviços, realizámos obras, todas direcionadas para as pessoas, já que essa é a nossa grande preocupação – servir as pessoas”.
Com uma taxa de realização orçamental a rondar sempre a casa dos 85%, diz-se satisfeito com o que tem conseguido fazer na freguesia que lidera.

Candidatura à vista. Manuel Veiga diz-se, por isso, com vontade e alento para fazer mais um mandato ao serviço da freguesia, ainda que não rejeite a hipótese de fazê-lo fora das listas do PSD, nas quais fora eleito há quatro anos atrás. Por isso, aposta num trabalho de continuidade, caso venha a ser reeleito, com a atual equipa que o acompanha a não sofrer alterações significativas. “Somos uma equipa coesa, unida, não havendo necessidade de realizar grandes mudanças”, sublinhou.

Obras prioritárias. Para este ano decisivo, congratula-se por ter havido da parte do executivo camarário a indicação de mais transferências de verbas para as Juntas de Freguesia, o que permitirá fazer mais investimentos.
Assim, Manuel Veiga aponta como obras prioritárias para 2017 a construção de um passeio que ligue o novo Centro Escolar à Rua de Santo António, no lugar da Cêrca.
Uma necessidade urgente, para garantir uma maior segurança, porque muitos pais e avós vão a pé com as crianças para a escola e circulam na via que já não é larga.
Depois da conclusão da tão desejada estrada de ligação entre a Figueira-Boialvo (que veio diminuir significativamente a distância entre as duas povoações), Manuel Veiga pretende, este ano, avançar com a construção da ponte do Souto. “Uma ponte muito necessária, que permite atravessar o rio com mais segurança e facilidade no acesso por estradão ao Moinho do Pisco”, destaca.
Durante este ano, fica também a promessa de requalificação de todas as paragens de autocarros – perto de uma dezena – existentes em todos os lugares da freguesia. “Somos amigos do ambiente e, para além de recuperar todas as paragens, vamos retirar todas as coberturas em fibrocimento”.
Outras obras. Também é intenção do executivo avançar, em parceria com a Câmara Municipal de Anadia, com a colocação de faixas redutoras de velocidade na EN334, entre o Centro Escolar e Boialvo: “é um perigo diário devido ao excesso de velocidade, já que é uma via com muito movimento”, admite.
Em fase de imple- mentação no terreno, com a vizinha freguesia de Avelãs de Caminho, está também o projeto da Rota das Avelãs que, até à Páscoa, deverá estar devidamente assinalada e pronta a ser utilizada pelos munícipes.
Nesta área, a Rota da Flor de Liz, projeto implementado pelo Agrupamento dos Escuteiros de Avelãs de Cima terá também um apoio da Junta de Freguesia nesta sua fase de conclusão, de forma a que possa estar ao serviço dos munícipes e dos visitantes dentro de poucos meses.
Sempre tendo a questão ambiental na linha das prioridades, o autarca Manuel Veiga destaca o investimento que pretende fazer no Parque do Brejo, no Pereiro. “É um espaço que já está muito bonito mas queremos melhorar com a construção de sanitários pré-fabricados, pois já lá temos mesas, bancos e churrasqueira”.
O executivo de Avelãs de Cima quer ainda, na área da Cultura e Educação, oferecer na altura da Páscoa, a todas as crianças da freguesia, uma ida ao teatro: “vamos contratar uma empresa que venha representar uma peça de teatro ao Centro Escolar, agora com todas as condições para isso”, assim como irá apoiar o Grupo de Cantares da freguesia – Incantus a gravar o seu primeiro CD de originais. Um apoio que o autarca admite juntar-se a outras colaborações, nomeadamente de empresas locais: “trata-se de um grupo que tem desenvolvido um trabalho meritório a nível cultural e o musical ao interpretar, em exclusivo, letras de poemas escritos por poetas da freguesia.”
Manuel Veiga quer ainda continuar a apoiar todos os torneios desportivos que se realizem na freguesia, oferecendo os respetivos troféus.
Neste âmbito, revela ainda que no dia 30 de abril, a Junta de Freguesia promove, em parceria com uma associação de Estarreja, uma demonstração de jogos tradicionais no Parque em S. Pedro, junto ao cemitério. Uma iniciativa que irá contar com a participação de todas as coletividades da freguesia, “para dar a conhecer aos mais novos jogos do antigamente e recordar aos mais idosos brincadeiras da sua meninice”, explica.
Neste ano de 2017, a Junta de Freguesia irá continuar a promover aulas de exercício físico sénior às terças e quintas-feiras, nas instalações do Centro Social de Avelãs de Cima. Uma iniciativa que tem tido muita adesão da comunidade e que se vai prolongar até junho deste ano.
Outra preocupação é as avarias no que à iluminação pública diz respeito. Por isso, faz um apelo a todos os residentes para que façam chegar à Junta de Freguesia todas as situações de avaria. “Já fizémos várias comunicações e exposições, mas a dificuldade está nos casos de prolongamento de rede que obedece a estudos, orçamentos e consenso entre a EDP e a Câmara. Relatamos as situações mas não depende de nós”, diz ainda.
A terminar, Manuel Veiga destaca a intenção de avançar com um plano de alcatroamentos em vários locais da freguesia, caso da via que liga Canelas a Ferreirinhos, porque se encontra em muito mau estado, mas também a estrada que liga a Candieira à Figueira, assim como a Rua do Bairro (Boialvo), onde terá de ser feito primeiro a renovação da rede de água e só depois colocado um novo piso.

Piscina pública – a grande obra do ano

Com um orçamento de 112 mil euros (mais 12 mil euros do que no ano transato), Manuel Veiga fala ainda da necessidade de legalizar e implementar na desativada escola primária de Avelãs de Cima uma piscina pública com um chapineiro para os mais pequeninos.
O espaço está todo vedado, possuindo ainda outras infraestruturas como balneários e sanitários que terão de ser readaptados para à nova função, em obras que não serão de vulto.
Ainda que a escola tenha estado sempre em atividade, funcionando presentemente como um centro de formação, onde são ministrados vários cursos, o vasto recreio e zona envolvente será alvo de uma enorme requalificação, com a construção de uma piscina que ficará à disposição de toda a população, sobretudo dos jovens que nas férias de verão, passarão a ter um local seguro para passar as tardes: “assim evitamos que vão para o rio ou para a charca”. Este será um espaço de lazer aprazível, que fará as delícias de todos.
Com um custo que vai rondar os 17 mil euros, este projeto está em estudo e em fase de elaboração do projeto. Terá 11 metros por 4,5 metros com 1,5 metros de profundidade. O chapineiro terá 2,5 metros por 4,5 metros e destina-se aos mais pequeninos.
Uma obra que gostaria de ver concluída ainda este ano, embora sabendo que o processo é moroso.

Catarina Cerca

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Autarquia de Águeda reconhecida como Familiarmente Responsável


A Câmara Municipal de Águeda foi distinguida como “Autarquia + Familiarmente Responsável” pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR), numa cerimónia realizada no Auditório da Fundação para os Estudos e Formação Autárquica (Fundação CEFA), em Coimbra.

A 8.ª edição desta iniciativa voltou a galardoar com a Bandeira Verde as autarquias com o intuito de lhes dar visibilidade às boas práticas realizadas, sendo igualmente um incentivo para que as restantes façam mais e melhor no âmbito das políticas de apoio à família. A Câmara de Águeda foi ainda distinguida com uma menção honrosa por fazer parte dos Municípios que já recebeu este galardão por três ou mais anos consecutivos.

A prestação das autarquias foi analisada tendo em conta duas vertentes, para tal foram analisadas as políticas de família dos municípios em nove áreas de atuação, designadamente apoio à maternidade e paternidade; apoio às famílias com necessidades especiais; serviços básicos; apoio à educação e formação; habitação e urbanismo; transportes; saúde; cultura, desporto, lazer e tempo livre; cooperação, relações institucionais e participação social; assim como outros dados facilitadores. A segunda vertente analisou ainda as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.

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Um milhão em obras no concelho de Anadia até ao final do ano


Até ao final do ano, a Câmara Municipal de Anadia vai investir cerca de um milhão de euros em obras, segundo revelou a edil Teresa Cardoso.
Foi durante um encontro com jornalistas que a presidente de Câmara falou de algumas obras colocadas agora a concurso e dos investimentos a realizar até ao final do ano e que atingem cerca de um milhão de euros.
O destaque vai para quatro grandes investimentos, contudo admitiu existirem outros projetos que quer implementar mas que estão dependentes de financiamento.

Vila Nova de Monsarros. O executivo aprovou na última reunião de câmara o projeto e caderno de encargos relativo à requalificação do Largo Júlio José de Almeida, em Vila Nova de Monsarros.
Após a demolição de um velho imóvel, a autarquia pretende ali implantar o projeto designado de requalificação paisagística do Largo Júlio José de Almeida.
O valor base para esta obra é de 118 mil euros e o prazo de execução de quatro meses.
A obra implica a reorganização do espaço, nomeadamente à correção da inserção da estrada junto ao chafariz e que vai do Largo para Além do Rio.
A reorganização do espaço permite proteger o chafariz existente, colocar lancis para definição da plataforma de estrada, a execução de passeios e acessos, estacionamentos, ajardinar espaços, colocação de mobiliário urbano e duas pequenas construções – uma para instalação de um posto de multibanco e outra que seria um pequena capela (Santuário de Schoenstatt).
De acordo com a edil anadiense, a obra permitirá melhorar as condições de circulação e de segurança para o tráfego e pessoas, assim como dota o espaço de uma zona de estar e lazer e zona de estacionamento.

Amoreira da Gândara. Também, na última reunião de câmara, foi lançado a concurso público a requalificação ambiental do Rio Levira e do Parque de Merendas, em Amoreira da Gândara, junto à AMIGA.
Um parque que ficou bastante danificado após as obras de saneamento e que agora vai ser alvo de uma profunda remodelação, com tratamento das margens do rio Levira, trabalhos na vala existente junto ao moinho e também com instalação de um novo e moderno parque infantil, zona de jogos, mesas e bancos, requalificação das churrasqueiras e dos sanitários, circuito pedonal, novos bebedouros, requalificação de fontanário e zona de estacionamento mais ampla e iluminação pública.
Obra que atinge os 217 mil euros tem com prazo de execução de quatro meses.

Rede viária. A empreitada referente à requalificação integrada dos acessos ao Centro Escolar e Desportivo de Anadia também vai avançar. Na última reunião do executivo foi aprovado o concurso relativo a esta obra que já fez correr tanta tinta, depois da rescisão de contrato que obrigou o executivo a realizar agora este novo concurso e empreitada .
A obra será mais abrangente nesta nova empreitada e prevê a drenagem de águas pluviais e pavimentação dos arruamentos junto ao campo de futebol de 11.
Segundo revelou a edil “a solução agora é outra em termos de pavimentação em relação à inicialmente prevista. A solução a concurso passa pela regularização e colocação de nova camada de tapete de desgaste, desde o Alto da Alma da Domingas até ao cineteatro”, incluindo arruamentos junto ao estádio, acesso ao pavilhão, piscinas, campo sintético, ecoparque, nova Escola Básica e Secundária.
A empreitada vai a concurso por 250 mil euros e com um prazo de execução de quatro meses.

Edifício de Serviços de Proximidade. Foi aberto, na última reunião de executivo, o concurso público relativo à realização de obras de adaptação do Edifício Serviços de Proximidade, localizado no centro de Anadia, junto à Praça da Juventude, por forma a que possa receber uma Loja do Cidadão, até final deste ano.
O valor base é de 370 mil euros e engloba todas as obras necessárias para a implantação naquele espaço dos vários serviços. A obra tem um prazo de execução de 90 dias.
Assim, até ao final do ano, deverá estar em pleno funcionamento, na cidade de Anadia, uma Loja do Cidadão. Um espaço que resulta de um protocolo, no âmbito do Programa Aproximar, celebrado entre a Câmara Municipal de Anadia e diversos serviços do Estado (AMA – Agência para a Modernização Administrativa; Autoridade Tributária e Aduaneira, Instituto dos Registos e Notariado e o Instituto da Segurança Social).
Até ao momento, este espaço acolhe apenas a delegação da ACIB (Associação Comercial e Industrial da Bairrada).
Segundo a edil Teresa Cardoso, a Câmara Municipal de Anadia está a preparar uma candidatura ano âmbito do Portugal 2020, porque caberá ao município desenvolver as obras necessárias e adquirir mobiliário para estes espaços.
O atraso de um ano em relação às metas inicialmente anunciadas para a abertura desta Loja do Cidadão é justificada pela “dificuldade em encontrar um consenso entre as entidades envolvidas no processo, na medida em que a organização funcional dos espaços foi dada por cada um dos serviços, sendo sempre difícil gerir estas situações à distância bem como cumprir todas as exigências requeridas”, explicou a edil Teresa Cardoso.
Catarina Cerca

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UF Tamengos, Aguim e Óis do Bairro: Pequenas obras, limpezas e manutenções


Óscar Ventura que, no primeiro mandato tivera à sua responsabilidade a Freguesia de Tamengos é, desde as últimas autárquicas, o presidente da União de Freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro. Como em tantos outros locais, o início de vida desta União foi conturbado e polémico. Fez correr muita tinta, mas hoje, “tudo pertence ao passado”, como refere.
Embora reconheça que os primeiros meses “foram muito difíceis”, agora “trabalha-se em prol de todos os lugares da União.”
Sobre o orçamento para 2016, avança que vai dando para as despesas, reconhecendo que nos tempos difíceis que se atravessam, “os autarcas têm que aprender a viver com o que têm, sem projetar grandes obras.”
“A nossa política passa por fazer uma manutenção adequada ao que já existe. Não temos pretensões de fazer grandes obras, até porque os tempos não estão para esse tipo de investimentos”, sublinha. Todavia, reconhece que a limpeza (sobretudo da estância termal da Curia), manutenção de espaços verdes, cimentação de valetas e poda de árvores lhes levam boa parte do orçamento disponível.

Ano de 2015 foi muito positivo. Assim, de 2015 faz um balanço positivo do trabalho desenvolvido. “Foi um ano gratificante, pois conseguimos fazer algumas valetas, arranjar os passeios e fazer o acesso ao cemitério de Aguim. Arranjámos várias obras na Mata, colocando manilhas e cimentando valetas de grande porte, por forma a evitar possíveis acidentes; fizemos a limpeza nas fontes e tanques de Ribafornos e de Óis do Bairro; construímos valetas em Alpalhão, Aguim, Mata e Óis do Bairro, assim como tivemos a preocupação de fazer a manutenção dos jardins. Aliás, a limpeza é uma prioridade. Veja que andamos constantemente a limpar as sarjetas para evitar inundações.”
Trabalhos que vão sendo desenvolvidos por nove POC’s, que vão rodando pela área correspondente às três freguesias, pois como União, o trabalho como que triplicou, exigindo ainda a presença constante do executivo nas três ex-freguesias por forma a atender às solicitações de todos os fregueses.
“Desde o início de funções, tentamos que os trabalhos se façam de forma tripartida, ou seja percorrendo os lugares das três ex-freguesias. Por isso, começámos até por Alpalhão, a limpar caminhos, fontes e valetas. E foi gratificante ouvir o apoio das pessoas.”
Em Aguim, os passeios junto à sede da Junta de Freguesia e da Extensão de Saúde deram um outro aspeto e limpeza ao local que as pessoas reconheceram. Aliás, Óscar Ventura refere que esta forma de trabalhar já lhe valeu alguns votos de louvor por parte da própria oposição, o que evidencia que o executivo trabalha em prol de todos.
Por isso, fala ainda de outras obras realizadas: a requalificação do espaço envolvente à sede da Junta de Freguesia de Óis do Bairro, do melhoramento realizado no cemitério desta localidade, com a ligação da iluminação e ainda a construção de valetas em cimento em Óis do Bairro.

Obras em 2016 são sobretudo de manutenção. Para 2016, a grande aposta, à semelhança de outras freguesias, passa pela limpeza, manutenção e embelezamento de espaços e vias públicas. A limpeza e cimentação de valetas estão na linha da frente em matéria de prioridades, até porque esta é uma área que absorve boa fatia do orçamento anual.
Prioridade será ainda a construção de uma zona pedonal na Mata da Curia, para dar segurança aos peões devido à velocidade dos automobilistas estando ainda prevista igualmente a construção de algumas lombas ,no início das localidades. O executivo quer ainda fazer a construção de uma zona pedonal no largo da Igreja em Aguim, requalificando aquela área, obra que será feita também na Mata, enquanto que em Tamengos a aposta será feita na requalificação do cemitério. Uma obra que diz ser “urgente”.
O autarca avança ainda que a Curia precisa de um melhoramento, sobretudo na rotunda principal, junto aos hotéis, por ser uma zona à noite pouco iluminada. A ideia poderá passar pela “construção de uma fonte luminosa por forma a dar uma outra vida e alegria aquele espaço.”
Óscar Ventura quer ainda reabilitar a degradada escola de Tamengos. Um equipamento escolar que foi encerrado há vários anos e sem qualquer atividade. “Entendemos que se estiver arranjada e devidamente recuperada será mais fácil entregá-la para que possa ali ser desenvolvida alguma atividade a favor das populações”.
Em matéria de equipamentos escolares diz estar prevista a requalificação profunda das EB 1 de Aguim e Tamengos. Duas grandes escolas que serão algo de atenção por parte da Câmara Municipal de Anadia durante este ano, estando em curso a elaboração dos projetos para as mesmas.
A construção de uma ciclovia que ligue a Curia ao Velódromo de Sangalhos é uma das obras que aguarda com grande expectativa, não só por este ser um concelho onde a indústria das duas rodas tem grande tradição e o ciclismo é uma das modalidades desportivas mais queridas. “Será uma mais valia para o turismo e para a região que tem um grande carinho pelo ciclismo. Será uma infraestrutura muito útil e benéfica não só para a modalidade, mas para todos, facilitando a deslocação das pessoas, incentivando o uso da bicicleta e muito bom para o turismo.”
A terminar, o autarca gostaria ainda de conseguir que a Extensão de Saúde de Tamengos voltasse a abrir aos utentes. “Já lá gastámos na recuperação do edifício cerca de 70 mil euros e seria um grande benefício para as populações, sem prejudicar as outras Extensões de Saúde”. Óscar Ventura acredita que este encerramento pode ser revertido e tem estado a lutar por essa reabertura. “Se o governo der ou criar essa possibilidade, vamos estar atentos”.

 

Catarina Cerca

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UF Amoreira, Paredes e Ancas: Três freguesias unidas exigem o triplo da atenção


A União de Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas foi a mais difícil “união” de concretizar no concelho de Anadia. Só nove meses após o ato eleitoral foi possível formar executivo. Um processo desgastante, com um final feliz se atendermos à sua dupla particularidade: cada elemento que integra o executivo (presidente, tesoureiro e secretário) representa uma freguesia e um partido diferente. Particularidades que não passam disso mesmo, pois como a autarca Ema Paula Pato destaca, “estamos em união, em sintonia e o entendimento entre nós é perfeito”.
“No executivo somos um elemento de cada uma das freguesias, o que é muito bom, porque cada um de nós traz para as reuniões os problemas, as necessidades das suas freguesias”, sublinhando que as “diferenças ficaram lá fora, pertencem ao passado. Agora, trabalhamos para a União de Freguesias e para as nossas populações”.

Requalificação do Parque de Amoreira da Gândara. Para o ano em curso, o executivo de Ana Paula Pato tem um orçamento de 127 mil euros, que “não chega para tudo”. Mas a verdade é que admite que, não havendo obras de grande dimensão para fazer, com uma boa gestão, as pequenas obras vão-se fazendo na União de Freguesias, com o apoio da Câmara Municipal de Anadia.
Contudo, admite que grandes obras só em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Anadia.
Uma dessas obras é a requalificação do parque de Amoreira da Gândara, junto ao rio Levira e à sede da AMIGA.
“É uma prioridade. Com as obras de saneamento, aquele parque de lazer ficou completamente destruído. Agora é necessário reabilitá-lo. A Câmara Municipal vai apoiar nesta requalificação e o projeto já existe. Penso que deverá começar em breve.”
No local, vai nascer uma zona de lazer muito aprazível e simpática, com mesas, bancos, parque infantil, zona de estacionamento, sanitários, circuito para manutenção (equipamentos de exercício geriátricos), assim como o leito do rio vai ser requalificado e protegido. Serão ainda plantadas árvores.
Já em Ancas, a autarca pretende requalificar o Parque de Merendas, junto à lagoa do Paúl. Um local muito procurado, onde vão ser colocadas mais mesas e bancos, plantadas mais árvores e os sanitários requalificados.
“É um local muito procurado e acredito que, depois de concluída a beneficiação, irá ficar novamente um espaço nobre da localidade”, diz.
Ema Paula Pato destaca ainda a recente aquisição de um novo trator para os serviços de limpeza e manutenção da União de Freguesias. Um equipamento que virá a ser uma mais valia para manter os lugares com mais asseio e limpeza.
“Temos uma área muito grande, muitas valetas, muitos terrenos para capinar”, explicando que este serviço vai estar a cargo de três pessoas a contrato, polivalentes, a serviço da União de Freguesias.
A autarca quer ainda proceder à colocação de um gradeamento de proteção no Parque do Cruzeiro, em Ancas, assim como a fonte do Mouchão será também requalificada nos próximos meses.

Muito trabalho em 2015. O ano de 2015 foi, pode dizer-se, o ano zero, o primeiro ano verdadeiramente de trabalho nas localidades que integram esta União de Freguesias. “Conseguimos realizar a requalificação do lavadouro do Mouchão, em Ancas, mas também avançar com a colocação de um muro, pavê e jardins na Rua da Azinhaga, também em Ancas. Depois, em Paredes do Bairro, fizemos a requalificação do jardim da Senhora do Passo, do Parque de Merendas e do Lavadouro da Póvoa da Preta e do Corgo e está em conclusão a obra de beneficiação do Largo da Póvoa da Preta, onde colocamos pedra, lancil, pavê, árvores e plantas, de forma a tornar o espaço mais agradável. Demos ainda um arranjo ao nível dos jardins e manutenção de lavadouros.”
Nesta União de Freguesias, Ema Paula Pato fala ainda da dificuldade na gestão e manutenção de quatro cemitérios. Locais que exigem uma atenção constante. “Vamos indo com calma e as coisas estão no bom caminho. Um exemplo é o facto de termos colocado água da rede no cemitério de S. Martinho”.
A JB avança que foi realizada a requalificação de vários caminhos agrícolas e alcatroamento em duas estradas que estavam em muito mau estado, em Amoreira da Gândara, assim como a limpeza de valetas tem levado boa parte do orçamento. “Por isso começámos a fazer passeios em Amoreira da Gândara. Ver se começamos a gastar menos, nesta área. Inicialmente fazemos um investimento maior, mas no futuro compensa”.
Ema Paula Pato deixa ainda a nota do seu executivo ter apoiado a Fábrica da Igreja de Amoreira da Gândara a requalificar o jardim na frente da Igreja, mas também o facto de ter já sido protocolado a cedência das Escolas Básicas desativadas com a abertura de novos Centros Escolares. São os casos da Escola de Paredes do Bairro, entregue ao Rancho Folclórico local, ao Grupo Motard Ligeirinhos do Asfalto e à Associação de Futebol de Paredes do Bairro.
“Estas escolas deixam de estar devolutas e passam a ter utilidade ao serviço das populações e são preservadas pelas associações locais”. O mesmo espera acontecer, em breve, com a EB1 de Ancas, que poderá ser protocolada com um grupo motard local e com a de Amoreira da Gândara (Relvada), embora ainda não haja interessados em ficar com esta escola.
A terminar, a autarca não deixa de destacar a importância que a Zona Industrial de Amoreira da Gândara tem na economia local. “Trata-se de uma ZI toda requalificada, que está com um aspeto fantástico e há empresários interessados em adquirir terrenos.”
A JB falou ainda das ruturas de água, sobretudo em Ancas e Paredes do Bairro: “é o nosso calcanhar de Aquiles, mas já estamos bem melhor graças ao investimento feito pela Câmara Muinicipal nesta área”, mas também de algumas deficiências ao nível da iluminação pública: “existem várias falhas. Já fizemos um levantamento que foi encaminhado. São algumas dezenas de luminárias. Espero que a situação seja rapidamente revista”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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S L Bairro: Arranjos urbanísticos e ambiente são prioritários


Mário Marinho cumpre o primeiro mandato à frente dos destinos da freguesia de S. Lourenço do Bairro. Uma freguesia vasta, com 13 povoações, que requerem uma atenção constante.
Sobre o plano de atividades para o corrente ano diz que “está mais virado para a questão ambiental, para o arranjo e embelezamento de espaços e zonas verdes, sem descurar outras necessidades”.

Ano de 2015 com balanço positivo. Já sobre 2015, diz ter sido um ano muito positivo, dedicado sobretudo à limpeza da freguesia, tendo assim cumprido um dos primeiros objetivos a que se tinha proposto para aquele ano.
“Desde o Grou a Vale de Estêvão, são muitos os lugares e valetas a precisar de limpeza e manutenção”, diz, admitindo que este tipo de melhoramentos acaba por levar boa parte do orçamento disponível.
Um dos exemplos é o parque do Grou, que “estava em muito mau estado”, acusando vários anos sem limpeza. Uma obra que levou mais de um mês a realizar: “foi uma intervenção de fundo”, admite o autarca, que sublinha ter sido o ano de 2015 dedicado à requalificação dos locais dos ecopontos, nomeadamente em S. Lourenço do Bairro e Levira.
Mário Marinho realça ainda o trabalho realizado na requalificação de fontes públicas, casos das de Couvelha, já concluída, de S. Mateus (ainda por acabar) e Fonte e lavadouro de Espairo, esta última objeto de uma requalificação mais profunda. A JB, o autarca sublinha tratarem-se de espaços ainda muito procurados nas aldeias pelos seus habitantes, sendo o lavadouro da Pedralva um dos que tem utilização diária, todos eles abastecidos por água de minas.
Debaixo da atenção do executivo da Junta de Freguesia tem estado também o cemitério da Pedralva, local onde foi substituída toda a tubagem de água da rede pública e feito o escoamento de águas. “Abrimos vários rasgos para colocar uma nova rede de água, pois a que existia estava toda podre, colocando ainda tubagem exterior nova”. Uma obra que parou por altura dos Finados e que vai recomeçar assim que o bom tempo regresse, aproveitando ainda a autarquia para colocar iluminação pública neste espaço.

Dificuldades. Mário Marinho lamenta, contudo, que a vida de autarca não seja nada fácil , sendo muito difícil dar resposta a todas as necessidades dos fregueses e que, por isso, muitas vezes, sente alguma frustração por não poder atender todos os pedidos, devido à indisponibilidade financeira. No entanto, reconhece que gosta do que faz, o que lhe permite fazer um balanço positivo: “gosto das pessoas, de interagir com elas, de poder ser útil. Sou um presidente de proximidade”.
As portas da Junta de Freguesia abrem-se três vezes por semana (segundas, terças e quintas-feiras) mas confessa, “todos os dias passo por lá”.
Com um orçamento anual de 87.500 euros, admite que esta verba sofreu um aumento, sendo, mesmo assim, insuficiente para fazer face a tantas necessidades. Contudo, realça o excelente relacionamento com a Câmara Municipal e com a forma como esta se articula com as autarquias: “é uma nova forma de trabalhar, muito melhor para todos nós, autarcas. Sabemos exatamento com o que contamos. Não dá para encontrar falhas nesta forma de trabalhar”.

Prioridades. Em 2016, o autarca de S. Lourenço do Bairro pretende continuar as obras iniciadas, nomeadamento no cemitério da Pedralva, mas também concluir as obras iniciadas no parque, junto à Extensão de Saúde de S. Lourenço do Bairro. Um espaço de lazer e recreio onde vão ser colocadas árvores e bancos. “Estamos a requalificar toda aquela zona envolvente que estava muito degradada e onde passa muita gente. O parque já tem pedra, lancil, pavê e agora vamos colocar árvores, equipamento para exercícios geriátricos e algo onde as crianças possam brincar”. Naquele local vai ainda ser construído um pequeno estaleiro de apoio à Junta de Freguesia.
A requalificação do parque envolvente aos lavadouros de Couvelha, no centro da povoação, é também uma das prioridades previstas.
“Ali só existe o lavadouro, tudo à volta está em terra. Queremos mudar radicalmente aquele local, dotando-o de passeios, pavê, areia, fazer ali um parque com árvores. E requalificar o local do ecoponto a precisar muito de intervenção”, diz.

Parque de Couvelha. Uma outra obra a avançar prende-se com a segunda fase da requalificação do Parque de Couvelha. Uma obra que obriga a um investimento elevado mas que só avança com a parceria da Câmara Municipal de Anadia. “Trata-se de um espaço muito grande que precisa de ser requalificado, por forma a fazer ali um ecoparque, com mesas para se jogar às cartas, uma zona para o jogo da malha, etc. “O projeto está a ser desenvolvido na Câmara Municipal.” Uma obra que gostaria de ver avançar ainda durante este mandato, admite, sublinhando também que em Espairo, junto à linha da CP, também o polidesportivo descoberto sintético e a zona envolvente precisam de uma intervenção. “Está tudo em terra, mas já lá pusemos árvores. Queremos requalificar aquela zona central, onde está a barraquinha das festas e substituir a rede danificada do polidesportivo, assim como arranjar um “malhódromo” para jogo da malha, que tem tradição na povoação, colocar mesas, bancos, uma churrasqueira e sanitários públicos, porque fazem muita falta naquele local”, avança, ainda que admita que uma obra desta envergadura “só com ajuda da Câmara”, pelo que, em breve, “irei apresentar um projeto na Câmara Municipal de Anadia”.
Cimentar valetas nas principais ruas da freguesia é uma das obras que vai realizar este ano.
A terminar, não deixa de destacar o facto da autarquia estar a promover aulas de exercício físico para pessoas com mais de 65 anos, duas vezes por semana, no salão da Junta. Decorre com um grupo já grande de participantes, às 3.ª e 5ª feiras, às 10h15.
A Junta de Freguesia está ainda a promover um curso de 35 horas, de aplicação de fitofármacos. Já existem três turmas, com 19 pessoas cada. O custo é de 85 euros, mas a Junta subsidia em 15% os cursos efetuados por pessoas pertencentes à freguesia.
Catarina Cerca

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Mealhada volta a ser autarquia “amiga das famílias”


A Câmara Municipal da Mealhada recebeu esta quarta-feira, dia 18 de novembro, mais uma vez, a “Bandeira Verde” por boas práticas e políticas “amigas das famílias”. A cerimónia de entrega do galardão de “Autarquia + Familiarmente Responsável” aconteceu no auditório da Associação Nacional de Municípios Portugueses. A atribuição do galardão resulta de um inquérito realizado a nível nacional pela entidade promotora do projeto, o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR), que avalia as políticas de família dos municípios em 11 áreas de atuação. “Este prémio tem como principal objetivo dar visibilidade às autarquias com boas práticas e incentivar as restantes a fazerem mais e melhor no âmbito das políticas de apoio à família”, frisa Isabel Paula Santos, Coordenadora do OAFR.
A autarquia mealhadense é uma das 41 que vão ser distinguidas, entre as 104 que responderam ao inquérito realizado pelo OAFR, num total de 308 municípios existentes no território nacional.

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Anadia: Conselho Municipal de Juventude toma posse


A tomada de posse dos membros do Conselho Municipal de Juventude de Anadia (CMJAND) decorreu no passado dia 5 de maio, no Salão Nobre dos Paços do Município, pelas 17h30, em sessão dirigida por Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia.
Órgão consultivo da autarquia para assuntos relacionados com a política de juventude, o CMJAND viu o seu regulamento aprovado em setembro de 2014.
O Conselho é constituído pela presidente da Câmara Municipal de Anadia, por um membro da Assembleia Municipal de Anadia de cada partido ou grupo de cidadãos eleitores representados na Assembleia Municipal, por um representante de cada associação de estudantes do ensino básico e secundário com sede no município, por um representante de cada organização de juventude partidária com representação nos órgãos do município, e, ainda, por um representante de cada associação jovem e equiparadas a associações juvenis. Foram ainda empossados, na qualidade de observadores, o vereador com a tutela da área da juventude e os representantes do agrupamentos e escolas básicas do concelho, do ensino secundário do concelho, da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Anadia, e da Rede Social de Anadia, integrando o Conselho um total de 18 elementos.
A presidente da Câmara, que também preside ao CMJAND, aproveitou a ocasião para manifestar o seu agrado pela participação dos jovens, mas também de conselheiros menos jovens que conhecem bem a realidade e os problemas da juventude do concelho. Reconheceu que o CMJAND poderá representar uma mais-valia e espera que, no âmbito da sua atividade, acabe por criar mais uma ponte entre a sociedade civil e a autarquia.
Sobre o momento da constituição do Conselho, lembrou que esta é feita nos termos da lei e, como tal, obedeceu a uma série de procedimentos obrigatórios, cuja concretização nem sempre foi fácil, motivo pelo qual este alicerce da política de juventude da autarquia surgiu no momento possível.
A edil Teresa Cardoso exortou, ainda, os conselheiros a participarem ativamente nas reuniões e a pronunciarem-se sobre a ordem de trabalhos do próximo plenário, que decorrerá em junho, e no qual será feita a eleição da mesa e apresentada uma proposta de regimento.

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Anadia: Autarquia cria programa de apoio à cultura


O “Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Cultural” (PAMDC), documento que visa orientar a concessão dos apoios concedidos pelo município às entidades que desenvolvem atividade de natureza cultural, foi aprovado pela Câmara Municipal de Anadia, no passado dia 12 de março.
Na linha do que já havia acontecido em matéria de apoio à atividade desportiva, com o lançamento, em 2014, do ”Programa de Apoio Municipal ao Desenvolvimento Desportivo”, a autarquia cria agora um documento destinado a apoiar as entidades que promovam atividades de índole cultural.

Critérios e monitorização. No programa são sistematizados procedimentos e é criado um modelo criterioso de concessão de benefícios públicos, com o objetivo de assegurar uma efetiva monitorização da aplicação desses benefícios. Para tal, foram definidas as formas da sua concretização, fixados os critérios de seleção das ações ou projetos a apoiar, estabelecidos os métodos de avaliação dos apoios concedidos, e garantido o cumprimento dos direitos e das obrigações das partes.
Em matéria de apoio ao desenvolvimento cultural, o PAMDC vem juntar-se ao “Programa de Apoio a Projetos do Associativismo Cultural no Município de Anadia”, delineado para o apoio às associações locais na conceção e concretização de projetos que vão de encontro às grandes temáticas que, anualmente, a autarquia define em sede de Orçamento Municipal, e que, em 2015, são “Anadia, Capital do Espumante”, “Anadia na História e no Mundo” e “Centenário da Primeira Guerra Mundial”.

Importância das associações. Estes programas decorrem do reconhecimento por parte da autarquia de que as associações culturais são entidades que contribuem para o desenvolvimento local, dado o seu papel de promoção do conhecimento e de divulgação e preservação do património cultural, material e imaterial. Integram o projeto “Sentir Anadia”, uma estratégia de âmbito mais vasto e abrangente, delineada pela autarquia.
O PAMDC pode ser consultado no site do Município de Anadia (www.cm-anadia.pt), na página do projeto Sentir Anadia.

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