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Anadia: Cartão “Anadia Jovem” será apresentado publicamente, no início de abril, na Praça da Juventude


O cartão “Anadia Jovem” será apresentado no próximo dia 4 de abril, em evento público que terá como palco a Praça da Juventude, no centro de Anadia que, de resto, serve, em termos gráficos, de suporte ao cartão.
“A Praça da Juventude estilizada que serve de fundo ao cartão pretende isso mesmo, identificar os jovens, com Anadia e com a praça”, avança o vereador Lino Pintado, responsável pelo pelouro da Juventude na Câmara Municipal de Anadia.
O autarca aguarda com bastante expectativa a adesão dos jovens do concelho a este cartão: “já temos recebido vários telefonemas, incluindo de comerciantes interessados em aderir”, revela, dando conta que a autarquia começa a aceitar as primeiras inscrições já a partir do dia 4.
Por outro lado, a autarquia tem estado a contactar instituições de ensino, associações e clubes no sentido de dar a conhecer e divulgar a existência deste inédito cartão cujo regulamento já fora aprovado em reunião de câmara e de assembleia municipal.

O cartão. Este cartão, completamente gratuito (até final de 2014) “é a mais recente iniciativa da Câmara Municipal em matéria de política de juventude”, defende Lino Pintado. (O cartão só terá o custo de um euro a partir de 1 de janeiro de 2015).
O cartão, que será emitido pela Câmara Municipal, destina-se a jovens residentes no concelho, ente os 12 e os 30 anos, e concede benefícios que se traduzirão em isenções e descontos na aquisição de bens e serviços.
“Ao mesmo tempo, o cartão será um meio destinado divulgar informação capaz de aglutinar os jovens e as suas famílias em torno do seu concelho e dos agentes que contribuem para a sua dinamização, nomeadamente o comércio e entidades culturais, desportivas e sociais, entre outros”, defende ainda o vereador da Juventude.
Lino Pintado realça também que para a Câmara Municipal, este cartão será mais um meio de responde às necessidades sentidas pela camada mais jovem da população, facilitando a sua fixação e vivência no município. “É um sinal que passamos aos jovens, de que a Câmara está com eles, se preocupa e que no concelho eles podem usufruir de benefícios vários”.
Uma medida que, acredita, poderá contribuir para fixar, captar e criar condições para uma juventude dinâmica e com capacidade de intervenção e participação na comunidade, sendo necessário ter em atenção que este cartão “garante vantagens económicas” ao seu portador.
O vereador revela ainda que o cartão caduca no momento em que o seu titular fizer 31 anos e que é válido em todo o município, não deixando de destacar que o mesmo “é utilizável em todas as empresas ou entidades que adiram ao Cartão e que ostentem na sua montra o autocolante do Cartão Anadia Jovem, a editar e a fornecer pela Câmara Municipal”.

Como aderir. Para aderir é necessário o preenchimento de um formulário de inscrição, que deverá ser entregue acompanhado de uma fotografia tipo passe, fotocópia do Cartão de Cidadão e comprovativo de morada. “Os jovens aderentes recebem um exemplar do regulamento ficando o guia de utilização do Cartão disponível na página da Internet da Câmara Municipal”, explica Lino Pintado, frisando como benefícios mais aliciantes, descontos nas empresas ou entidades do município que adiram a este Cartão. JB sabe que a Rota da Bairrada (Associação sem fins lucrativos, criada com o objetivo de unir os vários intervenientes do setor do turismo, existentes no território Bairrada) já deliberou ser o parceiro n.º1.

Benefícios e descontos. A autarquia possibilita aos titulares do cartão isenção e descontos nos bens, serviços, infraestruturas e equipamentos, como: Museu do Vinho, Cineteatro Anadia (20% nas sessões de cinema e 10% nos espetáculos assinalados); Biblioteca Municipal; Piscinas Municipais (20%), nas Termas de Vale da Mó (20%); no Centro de Alto Rendimento de Anadia – Velódromo Nacional (10%) e nos Pavilhões Desportivos Municipais (10%) e noutros eventos organizados pela autarquia.
O Cartão Anadia Jovem concederá também descontos nos serviços prestados pela Câmara Municipal: 30% na faturação do consumo mensal de água (desde que o contrato esteja em nome próprio e o beneficiário da redução de água tem que obrigatoriamente fazer prova de que é proprietário ou arrendatário de casa, junto da Câmara, através de documentos legalmente exigíveis).
Nesta fase estão a ser contactados os comerciantes, para dar corpo ao “Guia de Aderentes” a ser elaborado a partir também do dia 4, sendo certo que será um Guia que vai constar e ser constante atualização no site da Câmara Municipal.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Canil/Gatil não avança


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A questão da construção ou não de um Canil/Gatil em Anadia foi colocada, na última reunião pública do executivo, pelo vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, mas a autarca Teresa Cardos não teve dificuldade em avançar que a construção não está prevista.
Já na reta final da reunião, realizada na manhã do dia 26 de fevereiro, o vereador social-democrata mostrou-se preocupado com a quantidade de cães e gatos famintos que vagueiam pelas ruas, um pouco por todo o concelho, mas também pelas notícias vindas a público, nos órgãos de comunicação social regional, revelando, semana após semana, ataques de cães famintos a rebanhos e capoeiras. “É uma questão de segurança e de saúde pública”, disse, questionando diretamente Teresa Cardoso relativamente à instalação de um Canil/Gatil em Anadia: “nem que seja em parceria com outros municípios”.
A edil anadiense, embora se tenha mostrado preocupada com as notícias vindas a público relativamente aos ataques, sublinhou ter já solicitado ao veterinário municipal um ponto de situação. Todavia, reconhece tratar-se de uma problemática muito complexa, já que os animais vagueiam pelas povoações, umas vezes sozinhos, outras em grupo, o que dificulta a sua localização e captura.
“O problema da recolha dos cães é complexo” e “transversal a todos os municípios”.
E, não estando nos planos da autarquia a construção de um Canil/Gatil, Teresa Cardoso destaca a existência de protocolo com o Município de Ílhavo para transferência de animais capturados em Anadia para o Canil de Ílhavo.
Contudo, admite a necessidade de se vir a criar um ponto que designou de primeira recolha, onde os animais sejam colocados e em seguida transferidos para Ílhavo.
A autarca deu ainda a conhecer a intenção da criação de um Canil Intermunicipal que está a ser equacionado no âmbito da CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro. Um equipamento que terá de reunir o consenso de todos os municípios e ir ao encontro das necessidades de cada um e de todos.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Junta de Freguesia promove Sangalhos através de selos dos CTT


A Junta de Freguesia de Sangalhos começou a promover a freguesia através de selos do CTT. Embora o processo seja, há muito, utilizado por empresas, comércios e particulares, as autarquias estão a aderir à moda e a Junta de Freguesia de Sangalhos não é exceção.
Todos os interessados, sejam ou não colecionadores, podem adquirir exemplares dos selos que reproduzem quatro locais de Sangalhos (Aliança Museum, Igreja Matriz, Jardim do Passal e Centro de Alto Rendimento) na sede da Junta de Freguesia, em horário normal de expediente. Cada selo está à venda por 1,50 euros.
António Floro, presidente da Junta de Freguesia local, diz que, após um contacto feito pelos CTT, o executivo decidiu participar no projeto “meuselo” e fazer quatro modelos diferentes de selos, alusivos à freguesia.
Os selos podem ser colecionados, ou então utilizados na correspondência normal. “Isto não é uma forma de angariarmos dinheiro, não foi feito com esse intuito, mas sim de poder promover a freguesia e alguns dos seus locais mais emblemáticos”.
A escolha das imagens recaiu sobre o executivo da Junta de Freguesia. Antóni Floro explica cada uma das opções: “o Passal, por ser o maior e mais central jardim da freguesia; a Igreja Matriz por todo o seu valor e riqueza patrimonial; o Velódromo por se tratar de um equipamento desportivo de referência a nível nacional e internacional e o Museu da Aliança, por ser um espaço muito visitado na freguesia, por gente de todo o lado e estrangeiro”. Contudo, avança que caso este primeiro ensaio corra bem, a Junta de Freguesia pondera escolher outras imagens de Sangalhos igualmente dignas de constar nos selos.
Nesta primeira aquisição, foram feitos pela Junta de Freguesia, 50 selos do Museu e igual número de selos da Igreja Matriz e do Velódromo. Do Jardim do Passal foram feitos 25 selos.
Para o autarca “esta é uma excelente forma de promover a freguesia, o seu património”, mas também uma forma dos sangalhenses poderem surpreender amigos e familiares que se encontrem radicados noutras zonas do país e do mundo, através de cartas e postais com selos da sua terra natal.

Catarina Cerca

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Desentendimento entre eleitos mantém-se na União de Freguesias Paredes Bairro, Amoreira Gândara e Ancas


Mais uma vez, não houve consenso. Na noite de terça-feira, dia 29 de outubro, dia em que teve lugar mais uma reunião/Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, não houve entendimento entre os eleitos, pelo que, pela terceira vez, não foi possível escolher os vogais (secretário e tesoureiro) para o executivo da Junta de Freguesia, assim como não foi igualmente possível escolher o presidente e secretários da mesa da Assembleia de Freguesia desta União.
Embora na reunião anterior, realizada a 21 de outubro, se tenha conseguido instalar a nova assembleia (todos os elementos assinaram a ata referente à instalação), a verdade é que a partir deste ponto nada mais avançou.
A cidadã melhor posicionada na lista vencedora (MIAP), das eleições de 29 de setembro, Ema Pato tentou, uma vez mais, encontrar o consenso necessário para ultrapassar o impasse, mas a verdade é que se mantém tudo na mesma, sendo cada vez mais espectável que a solução passe inevitavelmente por uma decisão da tutela.
Uma vez mais, o salão nobre da Junta de Freguesia de Paredes do Bairro voltou a encher-se de populares das três freguesias.
Ema Pato, nesta terceira e derradeira tentativa, voltou a escolher para secretariar a reunião Anabela Santos, eleita pelo MIAP, natural de Ancas e que já nas duas anteriores reuniões assumira esta mesma função.
Depois de questionar os membros eleitos se a votação que se seguiria seria em lista ou uninominal, acabaria por se optar pela eleição em lista.
Ema Pato propôs, ao longo da noite, cinco conjuntos de pessoas diferentes para a acompanharem no executivo, nos lugares de secretário e tesoureiro.
Votação após votação, por voto secreto, todas as alternativas apontadas foram “chumbadas”.

Várias propostas a votação. A sua primeira proposta recaiu sobre os nomes de Anabela Santos, de Ancas e João Nunes Ferreira, de Paredes do Bairro, ambos eleitos pela lista do MIAP à qual também pertence a presidente. Esta, que já na anterior reunião fora a primeira opção de Ema Pato, voltou a ser chumbada com 5 votos contra e 4 a favor.
Seguiu-se nova proposta, recaindo a escolha nos nomes de Sílvio Moreira Marinha, de Paredes do Bairro, eleito pelo MIAP, e novamente Anabela Santos. Igual votação ditava que teria de se continuar a encontrar alternativas.
Seguiram-se os nomes de Artur Gorjão, de Paredes do Bairro, eleito pelo PS, e Anabela Santos. Na hora da votação, uma vez mais, não sofreu alterações, sendo a proposta novamente chumbada.
Uma quarta tentativa foi ensaiada com os nomes de André Domingues, de Paredes do Bairro, cabeça de lista pelo PSD, e Anabela Santos, que arrecadou 6 votos contra e 3 a favor.
Na última e derradeira tentativa, já por volta das 22h, em cima da mesa foram colocados os nomes de João Nunes Ferreira e de Maria de Lurdes Santos, eleita pelo PSD, residente em Ancas, que registou 4 votos a favor e 5 contra.
Face a este impasse, Ema Pato deu por encerrada a reunião, pelo que foi assinada nova ata pelos presentes.

Obrigatório entendimento. O facto de não se ter chegado a um entendimento já foi comunicado pela presidente de Câmara Municipal de Anadia, Teresa de Belém Cardoso, à CCDR-Centro, mas também ao secretário de Estado da Administração Local.
Ao JB, Teresa Cardoso revelou já ter inclusive enviado à tutela ofícios comunicando o acontecido. “As respostas que recebi de três locais diferentes (CCDR Centro – Recursos Jurídicos, Associação Nacional de Municípios e Secretário de Estado da Administração Local) vão no sentido de ser necessário encontrar o entendimento porque não há lugar a eleições. As eleições decorreram dentro de toda a normalidade e legalidade; a Assembleia de Freguesia está legalmente instalada pelo que agora caberá aos seus membros chegarem a um entendimento”, revelou.
Apesar das tentativas já realizadas, “será necessário continuar a tentar as vezes que forem precisas até conseguir escolher as pessoas”, admitiu a edil anadiense, lamentando que “uma Lei mal feita que impôs a união de freguesias e impôs o número de freguesias a existir no país, deveria ter dito claramente onde ficaria instalada a sede das novas uniões de freguesias”.
A autarca, todavia, não rejeita que, em último caso e depois de esgotadas todas as possibilidades, possa haver eleições intercalares, ainda que para tal “todos os eleitos tivessem de renunciar, assim como os suplentes de todas as listas”, diz.
Rejeitando que este impasse possa ser visto como uma forma de se querer boicotar o mandato da própria Ema Pato (o que será ilegal), Teresa Cardoso insiste que “cabe a Ema Pato escolher os seus vogais e só depois é que caberá à Assembleia de Freguesia propor e escolher os nomes para a mesa da Assembleia”.
Até ao fecho desta edição, ainda não foi marcada nova reunião, para tentar encontrar uma solução de consenso.
Podemos avançar ainda que, em caso de eleições intercalares, parece certo que nenhum dos agora eleitos poderá voltar a concorrer.
Catarina Cerca

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Fogueira:Falta de capacidade no saneamento responsável pela poluição no Rio Lindo


A falta de capacidade de resposta da rede pública de saneamento está a ser responsável pela poluição do Rio Lindo, no lugar da Fogueira, na freguesia de Sangalhos.
A denúncia foi feita ao nosso jornal por um morador da rua do Queimado, cansado do mau cheio, mas também do aspeto da água que corre no leito do rio.
No quintal de sua casa, Manuel Seco facilmente se apercebe de que algo está realmente errado com o saneamento básico.
Ao jornal revela já ter pedido uma solução para este problema, uma vez que os maus cheiros são constantes, bem como as pragas de mosquitos e melgas, sobretudo no tempo mais quente.
O rio, outrora limpo e “lindo”, não passa, nos dias de hoje, de uma vala imunda, devido à falta de limpeza e a um problema na rede de saneamento.
“Existe aqui uma caixa de visita que bombeia o saneamento. Acontece que, do lado de lá do rio, existe uma outra caixa feita pelos serviços da Câmara Municipal de Anadia mas que, através de um cano, despeja para este lado do rio”, explica.
Como é bem visível no local, o mau cheiro é constante, sendo certo que de um cano corre permanentemente água suja para o rio.
“Antes das chuvas, até pensos higiénicos e papel higiénico aqui víamos a boiar. Uma enorme porcaria”, diz Manuel Seco, para quem a Junta de Freguesia e Câmara Municipal, sabendo desta situação, há anos, já deveriam ter tomado medidas concretas para pôr cobro a esta situação. Manuel Seco diz que nas alturas mais secas, quando anda no quintal, o cheiro nauseabundo é tão intenso que até dá vómitos.
No fundo do quintal aponta para o local, do outro lado do rio, onde os funcionários da Câmara que fazem a manutenção das caixas, volta e meia, regressam. “Já perdi a conta às vezes que os alertei para isto. Dizem que há um projeto para alterar aqui o sistema, mas nada”, lamenta o morador.
“Só agora percebemos por que razão quando plantamos ou semeamos o quintal as culturas morrem ou secam. Essas águas poluídas já contaminaram os nossos poços com água para rega. É o que se vê”, acrescenta.

Explicações e obra a caminho. Da Câmara Municipal de Anadia a ainda vice-presidente, Teresa de Belém Cardoso (que sábado próximo assumirá o cargo de presidente da Câmara Municipal de Anadia) avançou que aquele local vai ser, já na próxima semana, intervencionado. Isto porque já está adquirido o equipamento para avançar com uma obra que passa pela construção de uma estação elevatória intermédia.
“A solução depende de uma obra de construção civil que ali vamos fazer. Já amanhã serão iniciados os trabalhos”, refere Teresa Cardoso, acrescentando que “o equipamento está comprado. Trata-se de construir uma nova estação elevatória intermédia, próximo da linha de caminho de ferro”, admitindo, contudo que, neste momento a caixa está a vazar para o rio porque o volume de efluentes é grande pelo que o equipamento ali existente é já insuficiente para dar resposta ao caudal registado. Por outro lado, acrescenta, “a quota, na zona, é muito baixa e é preciso equipamento para bombear o saneamento”.
Catarina Cerca

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Anadia: Feira da Saúde recebe centenas de visitantes


A 2.ª edição da Feira Municipal da Saúde, promovida pela Câmara Municipal de Anadia, no passado dia 18 de maio, voltou, à semelhança da anterior edição, a revelar-se um sucesso e de grande importância para a comunidade, a avaliar pela adesão da população.
Dos três aos 97 anos, cerca de seis centenas de pessoas, oriundas de todas as freguesias do município de Anadia, mas também de outros concelhos, nomeadamente Águeda, Mealhada, Aveiro, Cantanhede, Coimbra, Oliveira do Bairro, Albergaria entre outros, marcaram presença neste certame e beneficiaram dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas 26 entidades presentes.
Pela segunda vez, o Pavilhão dos Desportos de Anadia, no Complexo Desportivo da cidade, serviu de palco a esta iniciativa que pretendeu reforçar a promoção da Saúde dos munícipes, proporcionando-lhes a possibilidade de beneficiarem dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas inúmeras entidades prestadoras de cuidados de saúde presentes no certame.
Daí que, na hora, do balanço, a Câmara Municipal de Anadia aponte que como um dos principais fatores para o bom resultado conseguido, tenham sido determinantes a colaboração, o empenho e o elevado profissionalismo de todos os técnicos envolvidos, bem como a variedade e a qualidade dos serviços prestados.
Daí que a Câmara Municipal de Anadia não deixe de manifestar o seu apreço “pela forma generosa como todas as entidades colaboraram nesta iniciativa”.
Uma iniciativa de sucesso que poderá continuar nos próximos anos, já que a recetividade da população é grande.

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De acordo com a DGAL, Câmara Municipal de Anadia paga a zero dias


A Câmara Municipal de Anadia é das 308 existentes no país a que mais rapidamente paga a fornecedores e empreiteiros. Paga a zero dias, ou seja, a pronto. Quem o garante é o autarca Litério Marques que revelou, na última terça-feira, à comunicação social, o ranking da DGAL (Direção-Geral das Autarquias Locais), referente ao último trimestre de 2012.
Na região da Bairrada, a Câmara Municipal da Mealhada paga a 4 dias e a de Cantanhede, a 22 dias.
Assim, a 31 de dezembro de 2012, a Câmara Municipal de Anadia figurava como a mais eficiente do país em termos de pagamentos (zero dias), contrastando com autarquias como Porto Santo (Região Autónoma da Madeira), que demorava 2 mil dias a efetuar os pagamentos a fornecedores e empreiteiros; Portimão, com 1970 dias; Nazaré, com 1464 dias; ou Guarda, com 443 dias.
Dos 308 municípios portugueses, segundo a DGAL, Anadia é, portanto, a que tem melhor desempenho, no cumprimento dos pagamentos.
A lista da DGAL compreende 308 municípios e reporta a dados da aplicação informática «SIIAL», de acordo com a informação fornecida pelos municípios.
Litério Marques diz que este último relatório da DGAL não é mais do que a confirmação da estratégia seguida pelo seu município: “temos uma gestão eficiente e muito rigorosa”, diz, revelando ainda que numa recente auditoria da Inspeção Geral das Finanças, a Câmara Municipal de Anadia passou, com distinção.
“Foi-nos dito que ficavam com boa impressão da organização desta casa, da distribuição de tarefas e da saúde financeira, que nos valeu uma nota muito positiva”, disse.
Aos jornais, o edil anadiense sublinhou ainda que nos aspetos menos positivos elencados pela Inspeção Geral das Finanças – empolamento dos orçamentos – também Anadia tem vindo a melhorar nos últimos anos.
Litério Marques, que numa recente Assembleia Municipal, assumira e reconhecera o empolamento dos orçamentos, justifica essa medida com o facto de ser necessário “acautelar obras adjudicadas, mas também acautelar obras que a Câmara pretende vir a adjudicar”.
“A auditoria das Finanças deu-nos nota positiva e fiquei muito agradado com esse facto, mas agora estes dados revelados pela DGAL vêm confirmar isso mesmo”, acrescenta.
Aos jornalistas diz que Anadia consegue, contra a corrente, baixar taxas e impostos, ao contrário de muitas outras Câmaras.
“Baixámos o preço da água, temos o IMI mais baixo e ajudamos as famílias mais numerosas e carenciadas”, constata, dando conta de que Anadia tem percorrido um caminho com base em projetos com maturidade e sustentabilidade.
Todavia, reconhece que a equipa que consigo trabalha está atenta e “anda sempre de olhos bem abertos” para não perder candidaturas.
O edil anadiense avança ainda que a capacidade de endividamento da Câmara também não levanta qualquer problema. A 31 de dezembro de 2012 o endividamento rondava os 7 milhões de euros. “Estamos tranquilos. Temos até um empréstimo aprovado pelo Tribunal de Contas de cinco milhões que ainda não chegamos a utilizar”, diz congratulando-se ainda por a Câmara ter conseguido, para as grandes obras projetadas, comparticipações que variaram sempre entre os 80 e os 90%.
“A nossa capacidade financeira deixa o executivo bastante tranquilo”, refere, dando nota de que, a 8 de maio, o saldo de fundos disponíveis era de 3 milhões e 300 mil euros.

Câmaras da região
(PAGAMENTOS)

Anadia – zero dias; Mealhada – 4 dias; Cantanhede – 22 dias; Oliveira Bairro – 42 dias; Águeda – 64 dias; Vagos – 196 dias; Ílhavo – 245 dias; Aveiro – 250 dias

CC

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Anadia: Corrida pela Paz passa no concelho


No próximo dia 17 de maio, os atletas da WH-PR2013 irão visitar a cidade de Anadia, estando previsto a passagem no Colégio de Nª. Sra. da Assunção (Famalicão) pelas 10h15, no Colégio Salesiano de S. João de Bosco (Mogofores) pelas 10h35, na Escola Secundária de Anadia às 10h50, na Casa da Imaculada Conceição pelas 10h55, culminando com uma cerimónia na Praça da Juventude, em Anadia pelas 11h.
O evento contará com a presença do presidente da Câmara Municipal, representantes das Forças de Segurança, Bombeiros Voluntários, Escolas com várias atuações e outras entidades convidadas. A cerimónia culminará com uma mensagem muito significativa de Paz e Harmonia através de uma largada de pombas.
Trata-se de uma corrida em estafeta na qual qualquer pessoa pode participar transportando uma tocha, símbolo da Paz e Harmonia. A Corrida é organizada por uma rede internacional de voluntários.
Este ano, a corrida conta com uma rota portuguesa que une a cidade do Porto a Lisboa, num percurso contínuo de aproximadamente 368 km. Este percurso de 12 dias, começou a 13 de maio e termina a 24 em Lisboa. O evento é organizado pela Mensagens Positivas (Associação Recreativa e Cultural com sede em Coimbra).
Acrescente-se que a World Harmony – Peace Run é um evento humanitário de cariz desportivo e mundial que procura promover a amizade e a compreensão internacionais.

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Avelãs de Cima: Rota dos Moinhos ajuda a preservar património e a dinamizar trilho pedestre


 

São 18, os moinhos de água, existentes ao longo do rio que começa no lugar de Ferreirinhos (Avelãs de Cima), passando por Canelas, Póvoa do Gago, terminando em Ferreiros, junto ao Moinho Velho (Moita). Um património centenário que um grupo de canelenses (Canelas – Avelãs de Cima) quer recuperar para dar forma a um projeto único no concelho e na região, designado de Rota dos Moinhos.

Aspeto legal e burocrático. Esta Rota, que poderá ser uma realidade dentro de um ano, é um sonho antigo mas que só agora poderá concretizar-se na medida em que o aspeto burocrático e legal deverá contar com o envolvimento da Câmara Municipal de Anadia e da União Recreativa e Cultural de Canelas, até por causa desta coletividade poder ser a base legal, possibilitando agilizar apoios e subsídios para as obras necessárias.
“Este projeto será integrado na secção cultural e do património da URC de Canelas, que ficará com a responsabilidade da sua execução e posterior manutenção”, diz Alberto Simões, enquanto que Américo Tomás sublinha a boa recetividade do executivo anadiense à ideia.
“Na reunião pública do executivo, realizada a 24 de abril, depois de expormos a ideia da reconstrução e da criação de um percurso pedonal, todo o executivo foi unânime em considerar o projeto uma mais valia para a freguesia e para o concelho. Isso foi um grande incentivo para nós”, acrescenta, dando conta que a autarquia anadiense poderá ajudar no apoio técnico, jurídico, material e de máquinas para a realização das obras.
Cientes das dezenas de contactos que ainda terão de fazer com todos os proprietários e herdeiros de moinhos, os promotores da ideia (Alberto Simões, Américo Tomás, João Figueiredo e António Melo, todos de Canelas) estão determinados, com ajuda da população e das entidades locais, em levar o projeto a bom porto.
“Pretendemos proceder à reconstrução dos que se encontrem menos degradados e preservar as ruínas dos restantes”, dizem.
“Uma coisa é certa, queremos preservar o mais fielmente possível o aspeto original dos moinhos. Para já, queremos reconstruir três: um na Póvoa do Gago, outro em Canelas e um terceiro em Ferrerinhos), ou seja, um em cada povoação, deixando os outros em ruínas, mas limpos, preservados e todos eles devidamente identificados.

Obras em curso. Prova do trabalho já em curso é o moinho que já se encontra na fase final de recuperação (na foto), que ascende a 2 mil euros, a espensas dos proprietários e herdeiros, é certo, mas que em breve deverá marcar o início deste arrojado projeto.
“Agora não vamos parar”, diz Alberto Simões, dando conta de que ao longo do percurso existe ainda, um lagar de azeite de vara (os proprietários vão ser igualmente contactados) que, apesar do avançado estado de degradação, poderá vir a ser integrado nesta rota, dada a sua singularidade.
A par destas obras vai também ser criado um percurso pedonal, numa extensão de aproximadamente 8 quilómetros (até ao Moinho do Pisco), com principal enfoque para a preservação das árvores existentes, nomeadamente carvalhos, castanheiros, salgueiros, sobreiros, sanguinheiros, medrunheiros, entre outras espécies.
Em simultâneo, deverá também ser construído um paredão numa presa existente no rio e que fornecerá água a este moinho que se encontra já praticamente reconstruido. A vala original já foi limpa, possibilitando a passagem da água que vai “alimentar” este moinho.
“Será sem dúvida uma atração turística para o concelho, uma forma de preservar o património,” destacam.

Catarina Cerca

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Reforma Administrativa em Vagos: Agregação provoca dissonâncias


Continua na ordem do dia o processo da reforma administrativa, depois do presidente da Assembleia Municipal ter garantido que uma das freguesias foi perdida por não “termos coragem de assumir a responsabilidade de agregar” duas no sul do concelho. Carlos Neves, que falava no decorrer da cerimónia comemorativa do 25 de Abril, admitiu que, se tal tivesse acontecido, ter-se-ia evitado a agregação de Santo António com Vagos.
Um desfecho que vai “desequilibrar ainda mais” a divisão administrativa do concelho, reconheceu. De acordo com Carlos Neves, o governo tratou de forma “inqualificável” o poder local, castigando os concelhos “que não concordaram com a reforma administrativa, com uma percentagem maior de freguesias agregadas”.
Reagindo às críticas, o presidente da Câmara, Rui Cruz, confirmou que o assunto foi discutido, de forma exaustiva, em sede da Assembleia Municipal. Quanto à decisão “não dependia nem do presidente da Câmara nem da Câmara, mas exclusivamente dos deputados municipais”.
Em declarações a uma rádio local, o edil vaguense argumentou que “havia muito boa gente, incluindo o presidente da Assembleia Municipal” que não acreditava na eventualidade da freguesia de Santo António poder vir a ser agregada.
“Eu chamei a atenção para esse risco”, disse Rui Cruz, sublinhando que à exceção da Gafanha da Boa Hora, “quase todas as freguesias podiam ser, mediante a lei, agregadas ou agregadoras”.
Publicada em Diário da República, após promulgação de Cavaco Silva, na lei relativa à reorganização administrativa do território das freguesias, são três as freguesias agregadas no concelho: Vagos/Santo António, Covão do Lobo/Fonte de Angeão e Ponte de Vagos/Santa Catarina. Das três providências cautelares a requerer efeitos suspensivos, duas acabaram chumbadas pelo Tribunal Constitucional.
Agora já “não há volta a dar”, concede Rui Cruz, sugerindo que o processo autárquico comece a ser preparado em função de oito e não 11 freguesias.

Eduardo Jaques
Colaborador

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Pergunta da semana

Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

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