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Anadia:“Reforço da economia local e competitividade são prioritários para o concelho”


Apostar no reforço da economia local e da competitividade, nomeadamente em infraestruturas rodoviárias, fundamentais para garantir o fácil e rápido acesso às zonas industriais, são dois dos vários investimentos integrados na estratégia de desenvolvimento territorial para o período do próximo Quadro Comunitário 2014-2020, dos quais a edil anadiense, Teresa Cardoso, não abre mão.
Foi durante a apresentação do QCIRA – Quadro Comum de Investimentos da Região de Aveiro 2014-2020 – Estratégia de Desenvolvimento Territorial, que decorreu no auditório da Biblioteca Municipal de Anadia, no passado dia 11 de novembro, que a autarca de Anadia destacou como prioritárias a construção de uma via estruturante que permita melhorar as acessibilidades rodoviárias dos concelhos de Albergaria-a-Velha, Águeda, Oliveira do Bairro e Anadia, com a construção de um nó rodoviário no IP1/A1, no acesso à A1, evitando a utilização do IC2, hoje sem alternativa. Uma via que “deverá ser entendida como crucial para o reforço da competitividade da região”, garantindo ligações rápidas às zonas industriais de Sul de Águeda, Vila Verde, Paraimo e Amoreira da Gândara, sublinhou a autarca.
A expansão de redes de ciclovias e vias pedonais, a promoção e utilização da mobilidade suave, a requalificação urbana e a integração de uma rede intermunicipal de transportes públicos foram também elencados por Teresa Cardoso como áreas a privilegiar.
Na presença de Ribau Esteves e de José Eduardo Matos, da CIRA e de Filipe Teles, da Universidade de Aveiro, a edil sublinhou que o novo quadro Portugal 2020 “orienta-se para novas políticas assentes em novas estratégias de investimento, voltadas para a competitividade e internacionalização, para o capital humano, para a inclusão social e emprego e ainda para a sustentabilidade e eficiência no uso dos recursos”.
“Muda o paradigma dos investimentos outrora preconizados e lançam-se novos desafios e metas prioritárias na estratégia de desenvolvimento e de investimento para os municípios e para a região”, acrescentou.
Ciente de que para trás ficam anos de grandes investimentos no que se refere à construção de infraestruturas e equipamentos públicos, Teresa Cardoso quer ainda, sob a alçada do próximo Quadro Comunitário, apostar no setor turístico (setor termal, da saúde e bem estar, dos vinhos e da gastronomia), mas também no social. E porque o concelho tem uma importante rede de IPSS’s, defende uma aposta na resposta a valências que vão ao encontro da realidade demográfica do concelho.
“Sendo a promoção de respostas sociais, com base na inovação social, um dos desafios lançados no Plano Estratégico de Desenvolvimento Territorial para a região, acreditamos que as nossas instituições serão capazes de preconizar iniciativas e projetos, tendo como desígnios a coesão social do concelho e da região”, diria.

Anadia em números. E em dia de balanço, a presidente de Câmara anadiense aproveitou para dar a conhecer o peso de alguns investimentos realizados pelo município no âmbito do MAIS CENTRO, que representam um investimento de 660,30 euros/habitante, ligeiramente superior ao alcançado ao nível da região, que ronda os 622,60 euros/habitante.
E reportando-se também ao investimento total realizado no âmbito do POVT, disse representar mais 714,30 euros, neste período de sete anos, tivemos, até esta data, um investimento público realizado pela autarquia de 1.374,60 euros/habitante, com a comparticipação respetiva de 1.023,30 euros/habitante apenas no que se refere às obras realizadas e comparticipadas pelos fundos comunitários.
Números que lhe permitem concluir ter alcançado o município, através destes programas, investimentos que de outra forma não seria possível realizar.

QCIRA “mais e melhor região”. Em Anadia, a comunidade intermunicipal da região de Aveiro, constituída por 11 municípios, apresentou o Balanço do Plano Territorial e Desenvolvimento e dos investimentos que foram realizados no âmbito do QREN, que se iniciou em 2007 e cujo encerramento se estenderá até 2015.
Paralelamente foi dado a conhecer o “Quadro Comum de Investimentos da Região de Aveiro, QCIRA 2014-2020 – Estratégia de Desenvolvimento Territorial” que contou com a colaboração da Universidade de Aveiro.
A apresentação da estratégia regional coube ao Pró-Reitor da Universidade de Aveiro, Filipe Teles que deu a conhecer as principais áreas de especialização do quadro de investimentos definidos para a Região de Aveiro. São eles: Mar e Ria; Setores Agroalimentar e Florestal; Materiais e Tecnologias de Informação, Comunicação e Eletrónica, mas também o Uso Eficiente de Recursos, ou seja, estas são as áreas de maior potencial para contribuir para o desenvolvimento da região para um crescimento inteligente, sustentável e incluso.
Por isso, será necessário reconhecer como prioritárias questões como a criação de um contexto favorável ao empreendedorismo e à inovação, proteger e valorizar os recursos naturais da região, reforçar e capacitar as comunidades de formas inclusiva, promover a qualidade de vida e a aposta em regiões inteligentes, apostar no território como identidade, recurso e marca diferenciadora, mas também qualificar a governação e a prestação de serviços públicos.
Na ocasião, o presidente da CIRA, Ribau Esteves apontou, entre outras metas, a Fase 2 do Polis Litoral da Ria de Aveiro – operação de qualificação e valorização; a qualificação e valorização agrícola e ambiental do Baixo Vouga Lagunar “eternamente prometida e nunca cumprida”; a política intermunicipal de empreendedorismo e inovação e as acessibilidades para a inovação e competitividade, onde se incluem troços rodoviários e ferroviários, tais como a requalificação da Linha do Vouga (ligação Aveiro/Águeda), e as vias estruturantes de acesso a plataformas logisticas industriais, indispensáveis para a competitividade empresarial.
Catarina Cerca

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Anadia: Feira Social, no Velódromo, arranca no dia 16 de outubro


A Câmara Municipal de Anadia inaugura, no próximo dia 16 de outubro, pelas 14h30, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, a quinta edição da Feira Social de Anadia, mostra que estará patente até 18 do corrente, entre as 14 e as 18h, com entrada gratuita.
Organizada pela autarquia, em parceria com as instituições concelhias, esta será a quinta mostra global de projetos sociais desenvolvidos e implementados, junto da sociedade civil, no concelho. Nela participarão todas as Instituições Particulares de Solidariedade Social e Santas Casas da Misericórdia existentes no concelho, bem como outras entidades que integram a Rede Social de Anadia.
Durante os três dias da Feira, o público terá a oportunidade de assistir ou de participar num vasto leque de atividades. Uma dessas iniciativas está já a decorrer: trata-se da ação solidária “Ajude a Ajudar, Traga um Género Alimentar!” que, a propósito do Dia Internacional contra a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social (17 de outubro), tem como objetivo a recolha de géneros alimentares, que serão entregues a famílias com comprovada carência económica, devidamente sinalizadas por entidades da área social do concelho. Neste momento, os donativos podem ser entregues nas instituições sociais, e, no decorrer da Feira, poderão também ser entregues no recinto da mesma. Para além de ajudar famílias desfavorecidas, esta ação visa igualmente sensibilizar a comunidade em geral para a problemática da pobreza e da exclusão social.
No âmbito desta 5.ª Feira Social de Anadia, serão também dinamizados diversos workshops, bem como outras atividades de caráter diverso, que passam por atuações a cargo das instituições sociais, bem como animação infantil, circuito de prevenção rodoviária, demonstração de karaté, e os projetos “Livraria Social” e “Árvore da Sabedoria Social”. No dia 18 de outubro, entre as 16h e as 18h, junto ao edifício do Velódromo, os visitantes terão também a possibilidade de realizar um voo cativo em balão de ar quente, graças a uma parceria com a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro.

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Sangalhos: Início de ano letivo sem Centro Escolar divide opiniões


Amanhã, dia 12 de setembro, os alunos do concelho de Anadia regressam às escolas para mais um ano letivo, embora marcado por algumas dúvidas e até situações insólitas.
É o caso das três escolas oficialmente encerradas pelo Ministério da Educação na freguesia de Sangalhos (Pista, Cruzeiro e Fogueira) que, afinal, segundo JB conseguiu apurar, vão abrir portas, a título excecional, no arranque deste ano letivo, porque a construção do novo Centro Escolar da freguesia (na foto) não ficou concluída a tempo.
Uma situação insólita que obriga a que as antigas escolas – condenadas ao encerramento no âmbito do processo de reorganização da rede escolar – mantenham as portas abertas, pelo menos por mais alguns meses, ainda que o Agrupamento de Escolas de Anadia, até ao passado dia 9, não tenha recebido qualquer autorização escrita, da tutela, neste sentido.
Segundo indicações do Ministério da Educação, no arranque deste novo ano, já não abririam portas – neste caso concreto – as escolas básicas da Fogueira, Pista e nº 1 de Sangalhos/Cruzeiro, na freguesia de Sangalhos, uma vez que todos estes alunos (cerca de 110) iriam ser integrados no novo Centro Escolar da freguesia.
Todavia, como este não está concluído, amanhã, dia 12, as apresentações e início de aulas começam nas velhas escolas. O mesmo é esperado acontecer em Avelãs de Caminho e em Avelãs de Cima, freguesias onde as escolas básicas de Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Pereiro e Boialvo também não deveriam abrir portas. Todavia, como também o Centro Escolar que vai servir estas freguesias não está completamente operacional, as velhas escolas vão manter as portas abertas mais algum tempo.
Em Sangalhos, esta situação é encarada de forma pacífica, ainda que alguns pais e encarregados de educação revelem algum descontentamento com o facto do novo Centro Escolar da Freguesia não abrir no arranque deste novo ano escolar. Uma obra há muito desejada mas que apesar de estar aparentemente concluída, carece ainda de alguns arranjos interiores e exteriores, segundo apurámos junto da Câmara Municipal de Anadia, que também sublinha que todas as competências da autarquia relacionadas com almoços e CAF serão integralmente asseguradas nas escolas que o Ministério da Educação entender manter abertas.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Sangalhos: Comemoração dos 500 anos de foral manuelino com homenagem a ex-autarcas


A freguesia de Sangalhos esteve em festa no passado dia 20 de agosto, dia em que assinalou os 500 anos da atribuição de foral manuelino.
A data foi assinalada pelo atual executivo, que aproveitou a ocasião para homenagear os cinco ex-presidentes de Junta de Freguesia (Fernando Morais da Silva, Manuel Fernandes Costa Urbano, Armando Lincho de Castro, Joaquim Alberto Cerca e Sérgio Soares Aidos) que comandara os destinos da freguesia entre 1977 e 2009.

Leia mais na versão digital do seu JB.

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Câmara Municipal da Mealhada avança judicialmente contra empresa “poluente”


A Câmara da Mealhada quer tirar o suporte legal para laborar à empresa Alcides Branco e Companhia SA, situada na Lameira de Santa Eufémia, acusando-a de “persistir no incumprimento” nos últimos anos, e por ser “motivo de queixas dos cidadãos” devido ao “fumo e cheiros nauseabundos” que aquela unidade liberta às portas da vila termal do Luso. O assunto foi à última reunião de Câmara, na passada segunda-feira, onde o edil Rui Marqueiro foi peremptório, vincando que “já não há margem de manobra para resolver o problema a bem”.
O executivo mealhadense está a estudar a forma judicial de cassação da licença provisória de exploração daquela empresa de refinação de óleos e gorduras do concelho, com quem já tem um longo historial de desavenças. Na abertura da última reunião de Câmara, Rui Marqueiro informou os vereadores que este “argumento jurídico é o único meio possível para evitar mais confusões”, considerando que “ é triste chegar a este ponto mas não podemos deixar os cidadãos sem resposta, temos que estar com os cidadãos neste processo”.
Acusando a receção de várias queixas na autarquia sobe o assunto, o presidente da Câmara disse que “prontamente” foi pedida uma vistoria às várias entidades com responsabilidades no assunto, como os Ministérios do Ambiente e da Economia, ASAE e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) mas “dada a falta de respostas dessas entidades, decidimos avançar nós pela via judicial para impedir que este cenário se mantenha”, disse ao JB Rui Marqueiro.
O edil mealhadense, recordou que a administração da empresa em causa, que alegadamente não cumpre as determinações sobre emissão de poluentes, ”foi, no passado, alertada várias vezes para laborar em condições aceitáveis, teve todas as oportunidades mas nunca cumpriu com o que foi pedido”.
Esta intenção de avançar judicialmente contra a empresa agradou aos vereadores presentes na reunião. Arminda Martins (PS) lembrou que “ter a empresa no concelho e segurar posto de trabalho é bom mas temos que fazer opções. O problema arrasta-se há muito tempo e agora não resta muito para fazer, há que minimizar os problemas”.
Os vereadores da oposição também aplaudiram a ideia, com João Seabra (Coligação JPCM) a destacar que “é importante fazer coisas que reduzam o impacto ambiental” e “não pode a falta de empenhamento e de capital do empresário por em causa o bem-estar das pessoas”. “Gostava que a empresa continuasse a laborar, mas é preciso funcionar bem, senão não vale a pena”.
“A situação arrasta-se há muito tempo e agora vejo alguém a tomar uma posição firme em relação ao assunto”, disse Gonçalo Louzada (JPCM) que se congratulou igualmente pela decisão da autarquia.
Recorde-se que este braço de ferro entre a empresa e Câmara dura há vários anos e tem sido motivo de várias ações populares, desde abaixo-assinados a manifestações junto à empresa, a última das quais em novembro de 2007 com a presença maciça da população, num ato que contou com a presença do ex-presidente de Câmara, Carlos Cabral, e de outras entidades locais.
JB tentou contactar o administrador da empresa visada, mas até ao fecho desta edição não conseguiu uma reação ao assunto.

João Paulo Teles

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Anadia: Falta de interessados na hasta pública para a venda de 12 apartamentos


Ainda não foi desta que a Câmara Municipal de Anadia conseguiu vender os 12 apartamentos localizados no Edifício Visconde de Seabra, no centro da cidade de Anadia.
A nova hasta pública levada a cabo pela Câmara Municipal de Anadia, no passado dia 15 de maio, ficou deserta levando a autarquia, uma vez mais, a não conseguir fazer a arrematação dos 12 apartamentos.
Esta foi a terceira tentativa de venda, por hasta pública, realizada pela Câmara Municipal.

Nem em saldo. Os 12 apartamentos que a Câmara Municipal levou a hasta pública, já tinha a particularidade de, neste procedimento, terem sido previstos benefícios para os jovens dos 18 aos 35 anos: prioridade na compra e desconto de 10% sobre o valor da base de licitação para arrematação.
Estas vantagens só se aplicavam caso o imóvel se destinasse a habitação própria e permanente. Todavia, esta estratégia parece, para já, não estar a surtir efeito, já que as 12 frações do Edifício Visconde de Seabra (quatro apartamentos T1, quatro T2 e ainda quatro T4, todos com garagem e arrumos na cave), permanecem vazios. E, nem a localização priveligiada, no centro da cidade e nas proximidades do Tribunal de Anadia, da Câmara Municipal, da Escola Profissional de Anadia, da Capela de S. Sebastião, de várias agências bancárias, comércios e um posto de abastecimento de combustíveis, parece atraír compradores. Na primeira fase, e com o desconto de 10%, a base de licitação variava entre os 45 mil euros (frações Q e R) e os 99 mil euros (fração H).
Refira-se ainda que esta foi mais uma mal sucedida tentativa de venda, já que os apartamentos têm mais de uma década de vida, num prédio onde, apenas as lojas, localizadas no rés-do-chão, estão ocupadas.

Explicações da autarca. Ao Jornal da Bairrada, a presidente de Câmara, Teresa Cardoso avançou que, na próxima reunião de Câmara, será apresentada a nova data da hasta pública.
“Não houve, com efeito, lugar a arrematação. Contudo, com o desencadear deste processo recebemos algumas pessoas, entre as quais jovens casais que visitaram as frações e ficaram bastante interessados. Acontece, que a situação atual ainda não é favorável a investimentos”, explicou a edil que ressalva: “o processo ainda não está esgotado, visto que, nos termos da Lei, tendo ficado a hasta pública deserta qualquer interessado poderá, no prazo de seis meses, solicitar ao Município a aquisição por ajuste direto, sendo que o preço não pode ser inferior ao da base de licitação nos termos do regulamento da hasta pública. Vamos aguardar que se esgote todo o processo sem prejuízo de antes avaliar a situação em ordem a determinar os passos seguintes, sendo certo que, considerando a venda, já descemos os preços de forma bastante assinalável para jovens dos 18 aos 35 anos”.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Estacionamento subterrâneo já abriu ao público no centro de Anadia


O parque de estacionamento subterrâneo localizado no Edifício de Proximidade, por baixo da Praça da Juventude, no centro de Anadia, abriu ao público na última semana. Com capacidade para 127 viaturas (oito lugares para deficientes), já pode ser utilizado pelos automobilistas. Aberto de segunda a sexta-feira, das 8 às 20h (encerra aos finais de semana e feriados), o parqueamento neste local custa 15 cêntimos (cada 15 minutos). Dentro de pouco tempo está prevista a entrada em funcionamento de avenças.
Refira-se que este parque de estacionamento foi alvo de muitas críticas por permanecer encerrado desde 2012, primeiro devido à inexistência de um Regulamento de Utilização e preçário, e depois porque foi necessário construir um acesso direto para o exterior, sem passar pelo interior do Edifício de Proximidade, que permanece vazio, à exceção de uma sala ocupada pela ACIB.

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Anadia: Cartão “Anadia Jovem” será apresentado publicamente, no início de abril, na Praça da Juventude


O cartão “Anadia Jovem” será apresentado no próximo dia 4 de abril, em evento público que terá como palco a Praça da Juventude, no centro de Anadia que, de resto, serve, em termos gráficos, de suporte ao cartão.
“A Praça da Juventude estilizada que serve de fundo ao cartão pretende isso mesmo, identificar os jovens, com Anadia e com a praça”, avança o vereador Lino Pintado, responsável pelo pelouro da Juventude na Câmara Municipal de Anadia.
O autarca aguarda com bastante expectativa a adesão dos jovens do concelho a este cartão: “já temos recebido vários telefonemas, incluindo de comerciantes interessados em aderir”, revela, dando conta que a autarquia começa a aceitar as primeiras inscrições já a partir do dia 4.
Por outro lado, a autarquia tem estado a contactar instituições de ensino, associações e clubes no sentido de dar a conhecer e divulgar a existência deste inédito cartão cujo regulamento já fora aprovado em reunião de câmara e de assembleia municipal.

O cartão. Este cartão, completamente gratuito (até final de 2014) “é a mais recente iniciativa da Câmara Municipal em matéria de política de juventude”, defende Lino Pintado. (O cartão só terá o custo de um euro a partir de 1 de janeiro de 2015).
O cartão, que será emitido pela Câmara Municipal, destina-se a jovens residentes no concelho, ente os 12 e os 30 anos, e concede benefícios que se traduzirão em isenções e descontos na aquisição de bens e serviços.
“Ao mesmo tempo, o cartão será um meio destinado divulgar informação capaz de aglutinar os jovens e as suas famílias em torno do seu concelho e dos agentes que contribuem para a sua dinamização, nomeadamente o comércio e entidades culturais, desportivas e sociais, entre outros”, defende ainda o vereador da Juventude.
Lino Pintado realça também que para a Câmara Municipal, este cartão será mais um meio de responde às necessidades sentidas pela camada mais jovem da população, facilitando a sua fixação e vivência no município. “É um sinal que passamos aos jovens, de que a Câmara está com eles, se preocupa e que no concelho eles podem usufruir de benefícios vários”.
Uma medida que, acredita, poderá contribuir para fixar, captar e criar condições para uma juventude dinâmica e com capacidade de intervenção e participação na comunidade, sendo necessário ter em atenção que este cartão “garante vantagens económicas” ao seu portador.
O vereador revela ainda que o cartão caduca no momento em que o seu titular fizer 31 anos e que é válido em todo o município, não deixando de destacar que o mesmo “é utilizável em todas as empresas ou entidades que adiram ao Cartão e que ostentem na sua montra o autocolante do Cartão Anadia Jovem, a editar e a fornecer pela Câmara Municipal”.

Como aderir. Para aderir é necessário o preenchimento de um formulário de inscrição, que deverá ser entregue acompanhado de uma fotografia tipo passe, fotocópia do Cartão de Cidadão e comprovativo de morada. “Os jovens aderentes recebem um exemplar do regulamento ficando o guia de utilização do Cartão disponível na página da Internet da Câmara Municipal”, explica Lino Pintado, frisando como benefícios mais aliciantes, descontos nas empresas ou entidades do município que adiram a este Cartão. JB sabe que a Rota da Bairrada (Associação sem fins lucrativos, criada com o objetivo de unir os vários intervenientes do setor do turismo, existentes no território Bairrada) já deliberou ser o parceiro n.º1.

Benefícios e descontos. A autarquia possibilita aos titulares do cartão isenção e descontos nos bens, serviços, infraestruturas e equipamentos, como: Museu do Vinho, Cineteatro Anadia (20% nas sessões de cinema e 10% nos espetáculos assinalados); Biblioteca Municipal; Piscinas Municipais (20%), nas Termas de Vale da Mó (20%); no Centro de Alto Rendimento de Anadia – Velódromo Nacional (10%) e nos Pavilhões Desportivos Municipais (10%) e noutros eventos organizados pela autarquia.
O Cartão Anadia Jovem concederá também descontos nos serviços prestados pela Câmara Municipal: 30% na faturação do consumo mensal de água (desde que o contrato esteja em nome próprio e o beneficiário da redução de água tem que obrigatoriamente fazer prova de que é proprietário ou arrendatário de casa, junto da Câmara, através de documentos legalmente exigíveis).
Nesta fase estão a ser contactados os comerciantes, para dar corpo ao “Guia de Aderentes” a ser elaborado a partir também do dia 4, sendo certo que será um Guia que vai constar e ser constante atualização no site da Câmara Municipal.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Canil/Gatil não avança


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A questão da construção ou não de um Canil/Gatil em Anadia foi colocada, na última reunião pública do executivo, pelo vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, mas a autarca Teresa Cardos não teve dificuldade em avançar que a construção não está prevista.
Já na reta final da reunião, realizada na manhã do dia 26 de fevereiro, o vereador social-democrata mostrou-se preocupado com a quantidade de cães e gatos famintos que vagueiam pelas ruas, um pouco por todo o concelho, mas também pelas notícias vindas a público, nos órgãos de comunicação social regional, revelando, semana após semana, ataques de cães famintos a rebanhos e capoeiras. “É uma questão de segurança e de saúde pública”, disse, questionando diretamente Teresa Cardoso relativamente à instalação de um Canil/Gatil em Anadia: “nem que seja em parceria com outros municípios”.
A edil anadiense, embora se tenha mostrado preocupada com as notícias vindas a público relativamente aos ataques, sublinhou ter já solicitado ao veterinário municipal um ponto de situação. Todavia, reconhece tratar-se de uma problemática muito complexa, já que os animais vagueiam pelas povoações, umas vezes sozinhos, outras em grupo, o que dificulta a sua localização e captura.
“O problema da recolha dos cães é complexo” e “transversal a todos os municípios”.
E, não estando nos planos da autarquia a construção de um Canil/Gatil, Teresa Cardoso destaca a existência de protocolo com o Município de Ílhavo para transferência de animais capturados em Anadia para o Canil de Ílhavo.
Contudo, admite a necessidade de se vir a criar um ponto que designou de primeira recolha, onde os animais sejam colocados e em seguida transferidos para Ílhavo.
A autarca deu ainda a conhecer a intenção da criação de um Canil Intermunicipal que está a ser equacionado no âmbito da CIRA – Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro. Um equipamento que terá de reunir o consenso de todos os municípios e ir ao encontro das necessidades de cada um e de todos.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Junta de Freguesia promove Sangalhos através de selos dos CTT


A Junta de Freguesia de Sangalhos começou a promover a freguesia através de selos do CTT. Embora o processo seja, há muito, utilizado por empresas, comércios e particulares, as autarquias estão a aderir à moda e a Junta de Freguesia de Sangalhos não é exceção.
Todos os interessados, sejam ou não colecionadores, podem adquirir exemplares dos selos que reproduzem quatro locais de Sangalhos (Aliança Museum, Igreja Matriz, Jardim do Passal e Centro de Alto Rendimento) na sede da Junta de Freguesia, em horário normal de expediente. Cada selo está à venda por 1,50 euros.
António Floro, presidente da Junta de Freguesia local, diz que, após um contacto feito pelos CTT, o executivo decidiu participar no projeto “meuselo” e fazer quatro modelos diferentes de selos, alusivos à freguesia.
Os selos podem ser colecionados, ou então utilizados na correspondência normal. “Isto não é uma forma de angariarmos dinheiro, não foi feito com esse intuito, mas sim de poder promover a freguesia e alguns dos seus locais mais emblemáticos”.
A escolha das imagens recaiu sobre o executivo da Junta de Freguesia. Antóni Floro explica cada uma das opções: “o Passal, por ser o maior e mais central jardim da freguesia; a Igreja Matriz por todo o seu valor e riqueza patrimonial; o Velódromo por se tratar de um equipamento desportivo de referência a nível nacional e internacional e o Museu da Aliança, por ser um espaço muito visitado na freguesia, por gente de todo o lado e estrangeiro”. Contudo, avança que caso este primeiro ensaio corra bem, a Junta de Freguesia pondera escolher outras imagens de Sangalhos igualmente dignas de constar nos selos.
Nesta primeira aquisição, foram feitos pela Junta de Freguesia, 50 selos do Museu e igual número de selos da Igreja Matriz e do Velódromo. Do Jardim do Passal foram feitos 25 selos.
Para o autarca “esta é uma excelente forma de promover a freguesia, o seu património”, mas também uma forma dos sangalhenses poderem surpreender amigos e familiares que se encontrem radicados noutras zonas do país e do mundo, através de cartas e postais com selos da sua terra natal.

Catarina Cerca

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