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SexLab procura universitários para estudo pioneiro sobre disfunção eréctil


O SexLab vai iniciar um novo estudo experimental sobre as razões que explicam a resposta sexual masculina, comparando um grupo de homens com dificuldades ao nível da ereção, com um grupo de homens sem dificuldades sexuais.

Este será o primeiro estudo em Portugal a avaliar a resposta sexual fisiológica em laboratório com recurso a voluntários com disfunção sexual e contará com financiamento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

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IM coloca sob aviso laranja 10 distritos de Portugal continental e restantes a amarelo


O Instituto de Meteorologia (IM) colocou hoje dez distritos (incluindo Aveiro) de Portugal sob aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro, e oito a amarelo devido à persistência de baixas temperaturas.

Os distritos de Bragança, Évora, Vila Real, Leiria, Beja, Portalegre, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra e Braga estão sob aviso laranja até às 08:59 de sábado.

Por sua vez, Porto, Guarda, Faro, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa e Viseu encontram-se sob aviso amarelo, o terceiro mais grave numa escala de quatro.

O aviso laranja significa uma “situação meteorológica de risco moderado a elevado”, enquanto que o amarelo refere-se ao “risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.

Para hoje, o IM prevê céu pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade nas regiões do centro e sul até ao início da manhã e vento fraco a moderado.

Está também prevista a formação de geada nas regiões do Norte e Centro, que poderá ser de geada negra em alguns locais do nordeste transmontano e Beira Alta, e pequena descida da tempertatura máxima.

Na sexta-feira, prevê-se uma acentuada descida da temperatura no Continente, com a máxima a oscilar nesse dia entre os dois graus Celsius (Guarda) e os 11ºC (Faro) e a mínima entre os -7ºC (Bragança) e os 2ºC (Faro).

O IM adianta que a ação de um anticiclone localizado na Europa central que transporta na sua circulação uma massa de ar muito frio e seco, com trajeto continental, vai afetar o estado do tempo no continente já a partir de hoje no interior norte, estendendo-se na sexta-feira a todo o país.

No sábado, o IM prevê uma temperatura mínima de -8ºC em Bragança, -1º no Porto, -7ºC nas Penhas Douradas, 2ºC em Lisboa, -2ºC em Beja e 3ºC em Faro.

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Navegação nos canais urbanos da Ria condicionada para reparar muro da Capitania


A navegação nos canais da Ria de Aveiro, que atravessam o centro da cidade, vai estar condicionada durante oito semanas devido à reparação do muro junto à antiga Capitania, informou a câmara.

Os trabalhos iniciam-se na próxima segunda-feira, decorrem por um período estimado de 64 dias e vão implicar a colocação da zona de intervenção ‘a seco’, pelo que a navegação no Canal do Côjo estará totalmente impedida.

A obra é da responsabilidade da Administração Regional Hidrográfica do Centro (ARHC), tendo o auto de consignação sido assinado no dia 17.

De acordo com fonte camarária, a intervenção visa resolver a situação “crítica e urgente” que resultou do desmoronamento daquela secção dos muros marginais, que causa “algumas dificuldades na navegação e coloca em perigo os cidadãos”.

Em 2009, o município de Aveiro elaborou o projeto de execução, que incluía também a reparação dos muros no Canal das Pirâmides e da Ponte de S. João, cedendo-o à Administração Regional Hidrográfica do Centro, para que esta entidade assumisse os respetivos encargos no quadro da sua responsabilidade do domínio público hídrico.

Aberto o concurso público, não houve concorrentes, pelo que a ARHC alterou o projeto de execução, limitando a empreitada apenas ao “muro da Capitania”.

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Linha de apoio a alunos universitários vai tirar dúvidas nos estudos


A Linha Universidade de Aveiro (LUA), um projetos de voluntariado de apoio emocional a estudantes, vai passar a ter uma valência pedagógica, disse Hélder Castanheira, administrador para a ação social da Universidade de Aveiro.

Este responsável, que coordena o projeto LUA, adiantou que o projeto vai avançar em regime experimental nas áreas de Comunicação e Matemática.

“Vamos ter a LUA em dois formatos: vai deixar de ser apenas uma linha de apoio para situações de desequilíbrio emocional, e permitir aos alunos colocar dúvidas sobre as matérias de estudo”, disse.

Segundo explicou, através dessa linha, com acesso telefónico e pela internet, são dadas “dicas” aos alunos por colegas seniores ou por docentes, sobre onde podem esclarecer uma dúvida que surja durante o estudo, ou como é que hão-de superar a dificuldade que encontram.

“Se a dúvida persistir são atendidos no dia seguinte por um professor ou por um colega de mestrado ou doutoramento, preparados para prestar essa informação. Toda essa informação vai para uma base eletrónica, o Wikilua, que fica como acervo de todo o material didático, que pode ser usado depois por alunos que estão a estudar essas mesmas matérias, ou por professores, como material didático”, adiantou.

A Linha Universidade de Aveiro foi criada para prestar apoio psicológico aos estudantes universitários 24 horas por dia e regista picos de procura em épocas de testes e exames.

O acompanhamento é feito por voluntários que receberam formação específica e encaminham os casos mais complexos para as consultas de psicologia, sendo os alunos atendidos no próprio dia ou no dia seguinte, no Centro de Saúde Universitário.

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Águas na bacia do Vouga insuficientes para garantir o abastecimento urbano


As reservas de água subterrâneas de Aveiro estão sobre exploradas, existem poucas albufeiras para reter a água dos rios e não há capacidade de armazenamento suficiente para o abastecimento urbano, segundo o Plano de Gestão Hidrográfica do Rio Vouga.

Este Plano – que a Administração da Região Hidrográfica do Centro acaba de colocar em discussão pública – revela também problemas de poluição e risco significativo de cheias em algumas zonas.

Para reverter a situação, o documento aponta para a necessidade de um investimento de quase 50 milhões de euros até 2015, em medidas previstas nos programas das entidades que intervêm na bacia hidrográfica do Vouga.

Quanto à qualidade da água, é diagnosticada a poluição orgânica por nutrientes e a contaminação com substâncias prioritárias e perigosas, sendo proposta a melhoria do tratamento das Estações de Águas Residuais (ETAR), o controlo da utilização de adubos nos campos, a definição de regimes de caudais ecológicos e a fiscalização e revisão das descargas industriais, com o objectivo de proteger a qualidade das massas de água e alcançar até 2015 o seu bom estado potencial.

Já quanto à quantidade de água disponível, o plano diagnostica insuficiente armazenamento em albufeiras, escassez de volume de armazenamento para abastecimento urbano e sobre exploração das massas de água do Cretácico de Aveiro.

Preconiza-se a resolução do problema da escassez no abastecimento urbano, a redução das perdas nos sistemas de transporte e distribuição e a elaboração de um plano de gestão de secas, entre outras medidas.

O objectivo é assegurar a quantidade de água para os diversos usos e promover o seu uso eficiente.

Zonas sujeitas a risco significativo de cheias, erosão costeira e risco de poluição acidental fazem parte do diagnóstico na área da gestão de riscos e valorização do domínio hídrico, para o que se defende a elaboração de planos de emergência.

Em relação ao quadro institucional e normativo são apontadas ineficiências e insuficiências de fiscalização, medição, monitorização e de recuperação de custos dos serviços de água.

Entre as medidas propostas está a delimitação do domínio público marítimo, a aplicação do programa de acção das zonas vulneráveis e reforço da fiscalização das descargas de águas residuais das instalações de tratamento.

No quadro económico e financeiro, assume-se o objectivo de promover a utilização economicamente eficiente da água, tendo por base os princípios do “poluidor pagador” e do “utilizador pagador”.

As medidas apontam no sentido da recuperação dos custos dos serviços de água nos sistemas urbanos e nos regadios colectivos e reavaliação das taxas de recursos hídricos, entre outros.

Na área de investigação e conhecimento é preconizado o reforço do programa de monitorização das águas superficiais interiores e subterrâneas e a operacionalização das redes de monitorização de águas costeiras e de transição.

Educação ambiental e formação é a “receita” para a insuficiente consciência ambiental na utilização dos recursos hídricos, com medidas direccionadas para os principais utilizadores da água.

A consulta pública decorre durante seis meses e o documento está disponível no sítio da Administração da Região Hidrográfica do Centro e nos municípios da região da bacia hidrográfica.

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Tribunal adiou para março julgamento de mestres de embarcações turísticas que colidiram na ria


O início do julgamento dos dois mestres das embarcações turísticas que colidiram na ria de Aveiro em 2009, provocando a morte a três pessoas, foi adiado para 20 de Março, informou fonte judicial.

Fonte da Comarca do Baixo Vouga disse à Lusa que o adiamento do julgamento que estava marcado para  o dia 19, no juízo criminal de Aveiro, ficou a dever-se a motivos que estão relacionados com a agenda do tribunal.

Os dois homens estão acusados pelo Ministério Público (MP) de três homicídios por negligência, cada um.

O caso remonta a 27 de Setembro de 2009, quando cerca das 06:00 as embarcações “Alquimia do Mar” e “Vera e Cristina” colidiram na ria de Aveiro, em S. Jacinto, numa altura em que estava um nevoeiro muito cerrado.

Na acusação, o MP sustenta que os dois arguidos conduziram as embarcações em “desrespeito absoluto e grosseiro pelas regras de segurança marítima”.

Segundo o despacho de acusação, o “Alquimia do Mar” seguia, na altura que precedeu o acidente, à velocidade de 15,8 nós, quando a velocidade máxima é de cinco nós, enquanto que o “Vera e Cristina” navegava a uma velocidade de quatro nós, do lado contrário àquele a que estava obrigado dentro do canal de navegação.

O MP concluiu ainda que a embarcação “Vera e Cristina” navegava com excesso de lotação e sem a tripulação mínima de segurança.

Com o embate o “Vera e Cristina” voltou-se e todos os seus ocupantes caíram à água, tendo três deles ficado sob a embarcação, acabando por morrer por afogamento.

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Empresa nascida na Universidade de Aveiro desenvolve diagnóstico de precisão da doença de Alzheimer


Uma empresa nascida na Universidade de Aveiro desenvolveu um método de precisão para diagnosticar a doença de Alzheimer e avaliar a propensão genética de qualquer pessoa para desenvolver a patologia.

O método de precisão, único em Portugal, está a ser aplicado pela a 2CTech, através de testes neuroquímicos, que avaliam três biomarcadores neurológicos, identificando pacientes com aquela doença neurodegenerativa, diagnosticando-a e distinguindo-a de outros tipos de demência.

A 2CTech, fundada no início deste ano, é uma spin-off do Centro de Biologia Celular (CBC) daquela universidade, cujos serviços identificam que pacientes com deficiência cognitiva leve desenvolverão a doença e avaliam a predisposição genética de qualquer pessoa para desenvolver essa patologia.

De acordo com a explicação das investigadoras Odete Cruz e Silva, coordenadora do CBC, e Margarida Fardilha -coordenadora do Laboratório de Transdução de Sinais do CBC-, através da avaliação neuroquímica de amostras de líquido cefalorraquidiano, recolhidas por punção lombar, monitorizam alterações moleculares e bioquímicas que ocorrem a nível cerebral, nomeadamente pelo estudo dos biomarcadores beta amilóide (A?), proteína tau e proteína tau fosforilada.

A precisão do diagnóstico, através da análise dessas alterações, depende da fase da doença.

Se estiver num período muito precoce, em que os pacientes apresentam as primeiras falhas de memória, pode haver um pouco mais de dúvida. As incertezas desaparecem com a repetição do teste seis meses ou um ano depois de efectuado o primeiro exame para confirmar se é Doença de Alzheimer ou não”, descreve Odete Cruz e Silva.

Aquela investigadora sustenta que o diagnóstico precoce apresenta várias vantagens, já que, sabendo-se que o paciente tem essa patologia pode ser devidamente medicado e a terapia, a partir de um exame positivo, pode ser direccionada especificamente para a Doença de Alzheimer.

Odete Cruz e Silva, que com Margarida Fradilha fundou a 2CTech esclarece que “todos os pedidos de exames que chegam à empresa têm de ser exclusivamente requisitados por médicos especialistas, normalmente neurologistas”.

“São estes que enviam as amostras, quer de líquido cefalorraquidiano, quer de sangue dos doentes pelo qual, através de um processo denominado genotipagem, é também possível à 2CTech avaliar as mutações genéticas e a predisposição individual para aquela doença”, explica.

A empresa prepara-se também para desenvolver as suas actividades noutras doenças neurodegenerativas, como a distonia e a Doença de Parkinson.

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Universidade faz demonstração de automóvel que anda sozinho e detecta os peões


Um automóvel que “anda sozinho” e detecta um peão, parando a uma distância de segurança vai ser mostrado na Universidade de Aveiro(UA), dia 23, no âmbito da Semana Aberta da Ciência e Tecnologia.

Trata-se do ATLASCAR, o único automóvel em Portugal com actuação e percepção que permitem condução autónoma, concebido pela equipa do projecto «ATLAS», que está a ser desenvolvido há pouco mais de um ano no departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Aveiro.

“O que distingue o nosso veículo de outros projectos como o da Google, além do orçamento, é ser um automóvel normal adaptado, com um conjunto de tecnologias que permitem que conduza sozinho em dadas circunstâncias, ou com intervenientes”, explicou à Lusa Vítor Santos, da Universidade de Aveiro.

O objectivo do projecto, de acordo com aquele académico, é “desenvolver ferramentas de apoio à condução e à segurança activa e passiva”, e o protótipo, que denomina como um “híbrido de condução, é uma súmula de tecnologias para condução assistida e condução autónoma”.

Uma das vertentes em estudo é a da condução em condições de visibilidade reduzida, nomeadamente à noite e com nevoeiro cerrado, em que se pretende ajudar as pessoas em situações perigosas e prevenir colisões e acidentes.

“Com nevoeiro a visibilidade das câmaras também desaparece, os sistemas a laser não funcionam bem, mas o recurso a sistemas térmicos com radiação especial que estamos a ensaiar permitem detectar os obstáculos”, adianta o investigador.

O ATLASCAR já foi a Lisboa, mas com condutor e “só para recolher dados de condução em ambiente urbano” e não é ensaiado na via pública “sem condutor” por razões legais, pelo que a demonstração vai ocorrer num parque da própria Universidade.

Segundo Vítor Santos, várias marcas contactadas têm tido “boa receptividade à colaboração” com o projecto, feito de raiz na Universidade de Aveiro, e que aposta na robustez do sistema através da integração sensorial.

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Coimbra e Aveiro lideram poder de compra per capita na região centro


Os municípios de Coimbra e Aveiro lideram os indicadores de poder de compra per capita na Região Centro do país, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), revelados, relativos a 2009.

Segundo estes dados, Coimbra ocupa a sexta posição a nível nacional, com um indicador per capita de 144,88 e Aveiro o oitavo lugar com 134,76, integrando um grupo de 37 municípios que se situam acima da média do país (valor 100).

O município de Lisboa lidera a nível nacional (com um indicador de poder de compra per capita de 232,54) e, no extremo oposto, Sernancelhe (Viseu) é o concelho com pior poder de compra per capita (47,36).

Ouvido pela Lusa, José Reis, director da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais (CES) da mesma instituição considerou que os dados relativos a Coimbra e Aveiro “não surpreendem”.

Explicou que os dados relativos ao poder de compra per capita estão relacionados com profissões e rendimentos e que em Coimbra e Aveiro o nível de educação e de qualificação e o peso das chamadas economias terciárias é “relativamente elevado”.

De acordo com José Reis, os resultados de Coimbra e Aveiro representam um “indicador muito coerente, relacionado com rendimentos mais elevados, associados a profissões mais qualificadas”.

“Coimbra é uma cidade que na sua população tem médicos, professores, universitários e também que começa a ser muito procurada por informáticos”, acrescentou o investigador do CES.

“São cidades onde tem muito significado a chamada classe média, onde o peso dos salários baixos não é dos mais expressivos. Cidades que vão ser mais atacadas pelas políticas actuais de austeridade”, considerou.

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Arménio Rego agraciado com o Prémio Agostinho Roseta


O trabalho de investigação “Mais virtuosidade, mais líderes autênticos: Organizações mais saudáveis, um mundo melhor” desenvolvido pelo Prof. Arménio Rego, investigador e docente no Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro (DEGEI) acaba de ser distinguido com o Prémio “Agostinho Roseta”.

Globalmente, o estudo pretende mostrar como as virtudes e as forças de carácter dos líderes, assim como virtuosidade organizacional, promovem o bem-estar individual, o bom funcionamento das equipas, o desempenho organizacional e, directa ou indirectamente, a melhoria social.

A investigação premiada envolveu contributos teóricos e empíricos. “Do ponto de vista, teórico, chama-se a atenção para a necessidade de promover boas teorias da gestão – que encarem a gestão do ponto vista ético e das consequências para as pessoas, as comunidades e a sociedade como um todo. Do empírico, o trabalho abarcou estudos que ajudam a compreender o impacto da liderança autêntica e da virtuosidade organizacional em aspectos como a felicidade nos locais de trabalho, os comportamentos de cidadania organizacional, a criatividade, o empenhamento no trabalho e nas organizações, e o capital psicológico”, explica o Prof. Arménio Rego.

O investigador espera que os líderes organizacionais levem os resultados “a peito” e “sejam capazes de encarar as organizações como engenhos do progresso económico e social”. Os resultados serão reunidos em dois livros, em co-autoria com Miguel Pina e Cunha e com Stewart Clegg. O primeiro será ainda publicado este ano, pela editora Actual, intitulando-se “Liderança: a virtude está no meio”. O segundo, no prelo, “Virtues in leaders: Contemporary challenge for global managers”, terá a chancela da Oxford University Press.

O Prémio Agostinho Roseta, atribuído pelo Ministério da Economia e Emprego, destina-se a homenagear as pessoas singulares ou colectivas que, em cada ano, mais se tenham distinguido na implementação e difusão de boas práticas em domínios relevantes para a melhoria e dignificação do trabalho, a melhoria das condições em que o trabalho é prestado, o incremento do diálogo social ou na realização de estudos e trabalhos de investigação sobre estas matérias.

Neste âmbito, o docente Arménio Rego foi já distinguido em 2007, com a investigação “A gestão de organizações positivas: O romance duradouro entre a excelência organizacional e o trabalho com significado”, na categoria de estudos e trabalhos de investigação.

O prémio foi entregue em cerimónia realizada na passada quinta-feira, dia 27 de Outubro em Lisboa.

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