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Av. Cima: 6.º Festival de Sopas dos Escuteiros


Como já é tradição, o Agrupamento de Escuteiros de Avelãs de Cima irá promover a 6.ª edição do Festival de Sopas, no próximo dia 28 de abril, na antiga Escola Primária da Figueira/ Candeeira.
Este evento, que nasceu com o intuito de angariar fundos para esta associação que vive do apoio de todos quantos queiram ajudar, é também uma forma de dinamizar uma atividade junto da comunidade.
Este ano, a organização pretende continuar com esta ação por forma a angariar fundos para as atividades e continuar a melhorar as condições das infraestruturas que o Agrupamento de Escuteiros possui.
Para isso, contam com a colaboração de amigos, familiares e conhecidos que, ao longo destes últimos cinco anos, têm-se mostrado disponíveis e com grande interesse neste evento. Os Escuteiros de Avelãs de Cima esperam poder contar com aqueles que queiram aceitar este desafio e participar com a sua sopa. Por isso, lançam um apelo às associações da freguesia e do concelho para que tragam a sua sopa a concurso.
“As nossas expetativas são favoráveis e aguardamos o maior número possível de pessoas”, adianta a chefe Catarina Silva, revelando que o evento terá início pelas 12h e que por três euros e meio será possível provar um excelente cardápio de sopas variadas e deliciosas.
Como já vem sendo habitual, todos os provadores poderão votar na sopa que mais lhes agradar e assim eleger a melhor. Serão ainda oferecidas lembrança de participação a todos quantos levarem a sua sopa a concurso e haverá prémios para as três sopas mais votadas.
Além das sopas, haverá fêveras e outros petiscos. Catarina Silva conclui que esta é uma oportunidade para conviver e passar uns momentos agradáveis, em comunidade, assim como uma excelente forma de “descobrir os talentos gastronómicos e criativos dos participantes deste evento”.

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Capela de N.ª Sra. das Neves, com 500 anos de história, vai entrar em obras


A Capela de Nossa Senhora das Neves, localizada nas Neves do Pinheiro, em Avelãs de Cima, vai entrar em obras de beneficiação, mais concretamente da pequena ermida, que nos dias de hoje serve de sacristia.
A obra terá um custo superior a 16 mil euros, tendo o executivo decidido, por unanimidade, subsidiar este restauro em 7.500 euros, verba que será entregue à Fábrica da Igreja de Avelãs de Cima.
Depois de em 2002 este pequeno templo ter sido classificado como imóvel de interesse público pelo seu “valor cultural de importância nacional”, esta capela sofreu obras que numa primeira fase implicaram a substituição do telhado do corpo da capela-mor e restauro do altar.
Contudo, urge agora realizar obras na pequena ermida dos finais do século XVI e que hoje serve de sacristia.
Na informação enviada à Câmara Municipal pela Comissão de Culto da Capela, “estamos perante um templo com cerca de 500 anos de história que atesta, pela sua longevidade, o especial carinho que as sucessivas gerações lhe têm devotado”, não deixando, contudo, de referir que “a sociedade mudou, os hábitos religiosos perderam preponderância no quotidiano e a importância do Santuário das Neves foi decaindo”, sendo, por isso, importante que a Câmara Municipal se associe também a esta causa.

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Avelãs Cima: JF constrói pavilhão para a rrumos


A Junta de Freguesia de Avelãs de Cima vai receber cinco mil euros de apoio da Câmara Municipal de Anadia para fazer face às despesas com a construção e ampliação do pavilhão de arrumos da Junta de Freguesia, situado no estaleiro desta Junta, nas traseiras do cemitério de S.Pedro.
Embora o autarca Manuel Veiga tenha solicitado ao executivo um apoio de nove mil euros, a verdade é que a Câmara só vai comparticipar a mesma com pouco mais de metade.
Segundo Manuel Veiga este aumento do pavilhão vem colmatar a necessidade que o executivo sente para conseguir parquear as viaturas (carrinha e trator) bem como arrumar o material necessário à atividade diária da Junta de Freguesia, uma vez que a maior parte deste material se encontra ao ar livre, tendo-se verificado ultimamente o furto de vários tipos de material que se encontram no estaleiro.
A obra do pavilhão, com aproximadamente 50m2, que está praticamente concluída, começou em outubro e custou cerca de 9 mil euros ao executivo da Junta de Freguesia.

Autarca sensibilizado com ajuda de populares
No rescaldo do temporal que, no passado dia 19 de janeiro, se abateu sobre a região, Manuel Veiga, autarca de Avelãs de Cima, destaca o trabalho desenvolvido na freguesia por inúmeras pessoas que contribuíram de forma determinante para a rápida reposição da normalidade, sobretudo ao nível do trânsito.
Embora a freguesia tenha sido muito afetada pela queda de milhares de árvores, o trabalho conjunto do executivo e funcionários da Junta de Freguesia, dos seis trabalhadores do Trabalho Comunitário ao serviço da freguesia nos fins de semana, dos membros da Associação Florestal de Avelãs de Cima foi, a seu ver, “importantíssimo na desobstrução e limpeza de caminhos rurais e estradas”, respetivamente na zona das Coutadas – Figueira e Figueira -Mata”, mais afetadas.

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Avelãs de Cima: Cantina Social mata a fome a 35 pessoas, mas tem capacidade para 65


“É preciso envolver todas as direções das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS’s) do concelho para tornar o trabalho da cantina social o mais abrangente e visível possível”, admitiu Carlos Martins, presidente da direção do Centro Social, Cultural e Recreativo da Freguesia de Avelãs de Cima que promove esta resposta social, no concelho de Anadia, desde junho de 2012.
Em jeito de apelo e ao mesmo tempo de desafio, admite que a cantina social precisa de uma maior divulgação, mas também que as instituições se mostrem mais recetivas.
“Esta é uma cantina social atípica, porque temos despesas acrescidas no transporte das refeições que levamos a quem delas precisa. Isto porque, ao contrário do que se passa nas grandes cidades, onde as pessoas têm uma ampla rede de transportes públicos para se poderem deslocar e levantar as refeições nas cantinas sociais, a verdade é que em contexto rural, o panorama muda e são as instituições a fazer a entrega das refeições ao domicílio, com todos os custos que esse serviço acarreta”, destacou.
Com as refeições pagas pela Segurança Social a 2,50 euros, não existe qualquer rentabilidade para as instituições. “Nas cidades dá lucro, aqui, no nosso meio não, mas é uma forma de ser mais solidário”, já que se trata de um projeto em que as despesas e custos se sobrepõem aos ganhos ou proveitos.
Carlos Martins sublinha ainda o facto de nos grandes centros a miséria poder ser maior. “Aqui há sempre um vizinho ou familiar que dá a mão. Ou seja, a fome acaba por ser mitigada pela ajuda comunitária”.
A cantina social está a matar a fome a 35 pessoas e garante que pessoas e/ou famílias que mais necessitem, tenham acesso, sete dias por semana, à refeição do almoço, gratuita, no âmbito da Convenção da Rede Solidária de Cantinas Sociais para o Programa de Emergência Alimentar (PEA).
Preparada para servir 65 almoços, a instituição está longe de alcançar este número. Contudo, está já em articulação com a instituição social da Pedralva, que está a servir 10 refeições. “Estas parcerias são a forma encontrada para chegar ao maior número de famílias carenciadas do concelho, fazendo uma melhor cobertura do território”, acrescentou.
“Seria bom que mais IPSS’s se juntassem a nós para cobrir todo o concelho, que tem um território tão vasto”.
Neste momento, a instituição cobre a freguesia de Avelãs de Cima, Moita, Anadia, Mogofores e Avelãs de Caminho. A instituição da Pedralva faz o apoio às freguesias de Paredes do Bairro, Ancas e Tamengos.
Embora haja alguns agregados familiares a passar fome, dá conta de alguns casais com filhos menores a cargo e famílias monoparentais em situações de desemprego, que são cada vez em maior número. Depois existe a outra pobreza que, sendo crónica, também não pode ser desprezada. “Acresce ainda dizer que é muito difícil chegar, por exemplo, a idosos, sem retaguarda familiar, nas zonas serranas do concelho ou em locais mais isolados”, admite.
Em todos os casos, o apoio está a ser prestado de uma forma muito discreta e com o maior sigilo, já que os agregados apoiados assim o desejam. Por isso, levam a comida a casa, ou esta é deixada em locais estratégicos e acordados previamente com os beneficiários, por forma a que ninguém se aperceba. Apenas uma família levanta a refeição no Centro Social e nenhum dos apoiados come no refeitório do Centro Social. “Têm vergonha”, diz, dando conta que para todos, os termos levam sempre sopa a mais para que dê para a refeição da noite. “Essa tem sido a nossa política”, afiança.
Não podem beneficiar do PEA, a(s) pessoa(s) e/ou família(s) que, sendo já utente(s) da instituição, beneficie(m) de alimentação e/ou refeições, por via da frequência de qualquer outra resposta social em que se encontra(m) inscrito(s); que seja(m) já apoiada(s) por qualquer outra via ao nível da alimentação.
Refira-se ainda que, no distrito de Aveiro, funcionam 21 cantinas sociais.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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“Saúde em Primeiro” em Avelãs de Cima


Promover estilos de vida saudável à população da freguesia de Avelãs de Cima é o objetivo da campanha de sensibilização “SEP – Saúde em Primeiro”, apresentada na sexta-feira, dia 26 de outubro, na sede da Junta de Freguesia.
A campanha, englobada no plano de atividades para o ano 2012 da Junta de Freguesia de Avelãs de Cima, foi apresentada por quatro jovens voluntários, residentes na freguesia: Pedro Veiga, Sílvia Tomás, Rita Reis e Hugo Pereira (Patrícia Almeida também fez parte do projeto, mas por motivos pessoais não pôde continuar).
“É uma inovação da Junta de Freguesia”, explicou o autarca, Manuel Veiga. “Para além do nosso plano de atividades incluir este projeto, entendemos que também devíamos dinamizar alguns jovens para o mesmo. Esta é um freguesia desertificada e a integração destes jovens na vida pública é muito importante.”

Apresentação

A primeira ação tem como público-alvo as crianças, por isso será promovida em meio escolar. “Já falámos com todos os professores das escolas primárias da freguesia e vamos fazer uma mini-formação em que a roda dos alimentos será o ponto de partida”, adiantou Pedro Veiga. A ideia principal passa por explorar a roda dos alimentos, identificar alimentos a evitar e promover hábitos de saúde e higiene às crianças da freguesia.
A formação decorrerá, no dia 9 de novembro, nas EB1 de Avelãs de Cima e Pereiro; e no dia 16 de novembro, na EB1 de Boialvo.
A segunda ação passa pela promoção nas associações, através da elaboração de quatro cartazes, para quatro diferentes faixas etárias. Estes cartazes, espaçados de 15 em 15 dias, serão distribuídos em vários pontos de interesse, focando mais as associações, embora também se pretenda que os cartazes cheguem a outros locais, como escolas, centros de saúde e farmácias. O primeiro cartaz foi distribuído no dia de apresentação da campanha.
A terceira e última ação passa pela elaboração de um suplemento ao Boletim Informativo da Junta de Freguesia, distribuído por todas as residências.
Para já, o principal público-alvo da campanha são as crianças que frequentam as escolas primárias. “Pretendemos, mais tarde, chegar de forma mais assertiva ao pré-escolar e aos idosos. Esse é o objetivo, mas não a curto prazo. Tudo depende da forma como correr o projeto este ano”, admitiu o voluntário. Os jovens estão disponíveis para dar continuidade ao projeto mas, “se não formos nós, podem ser outros jovens da freguesia”.
A campanha “SEP – Saúde em Primeiro” não excederá os 150 euros, custos associados a t-shirts, cartazes e um rol-up. “Tudo o resto é voluntariado destes jovens”, frisou o presidente da Junta, Manuel Veiga.
Oriana Pataco
oriana@jb.pt

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Neves do Pinheiro: Altar da Capela de N.ª S.ª das Neves restaurado


Estão concluídas as obras de restauro do altar da Capela de Nossa Senhora das Neves, nas Neves do Pinheiro, freguesia de Avelãs de Cima.
A intervenção começou em 2011, graças à determinação da Comissão Zeladora da Capela e ao empenho e dedicação da mordomia daquele ano. A beneficiação contemplou, para além do restauro do altar, a substituição do telhado do templo que se encontra classificado pela Direção-Geral do Património Cultural (IGESPAR).
A inauguração desta beneficiação teve lugar no passado dia 5 (domingo), por altura da festa da padroeira.
A JB Rosa Maria Tomás, responsável da Comissão Zeladora da Capela, avançou que “a intervenção profunda realizada no altar só foi possível graças à benemérita Maria Inês de Portugal, devota e afilhada de Nossa Senhora das Neves, que suportou os encargos (25 mil euros), relacionados com o restauro do altar”, tendo oferecido ainda ao templo uma Via Sacra e duas mísulas para colocar os santos. No entanto, destaca também os donativos vários entre os quais do comendador Augusto Gonçalves, da Mata de Cima.
O trabalho meticuloso realizado exigiu a consolidação do retábulo. Daí que a obra tenha demorado mais de cinco meses a ficar concluída, tendo sido realizada por duas jovens licenciadas em Conservação e Restauro de Aveiro: Luísa Veiga e Raquel Tavares, que devolveram ao altar e ao retábulo toda a beleza original.
A beneficiação ficou orçada em mais de 30 mil euros, na medida em que o templo se encontrava em avançado estado de degradação, tendo a última grande intervenção acontecido há mais de quatro décadas.
Rosa Tomás destaca ainda que também o telhado teve de ser todo substituído devido às infiltrações e humidade no interior do templo, beneficiação que contou com o importante apoio da empresa Sotelha, que ofereceu 50% da telha utilizada.
Rosa Tomás, que é vereadora da Cultura e da Educação da Câmara Municipal de Anadia, adianta que esta pode ser considerada a conclusão da primeira fase da obra, na medida em que falta agora avançar com o restauro da ermida, que apresenta várias fissuras e terá de ser intervencionada de acordo com o IGESPAR.
De referir que também a fonte (que há muito secara), localizada no espaço envolvente ao tempo, voltou a ter água depois da Câmara Municipal de Anadia ter feito a ligação à rede pública. Uma mais-valia a que se junta ainda o apoio da Junta de Freguesia de Avelãs de Cima na aquisição de três mesas e bancos que embelezam e dão outra dignidade ao parque de merendas ali existente.
A Comissão espera ainda conseguir fazer a pintura de todo o interior e exterior do templo, assim como substituir toda a instalação elétrica.
Um facto curioso, também digno de referência, prende-se com a existência, no interior da capela, de um quadro, escrito em português antigo que atesta um “milagre” (uma cura) que terá ocorrido graças à Nossa Senhora das Neves com o seguinte texto: “Milagre que fez N.ª Sr.ª das Neves do Pinheiro, a Angelica de Santiago da Maia, mulher de Gonçalo de Mariz de Canha, que tendo ela uma grande doença se apegou com a dita Senhora e logo se achou sã. Ano de 1782.”

Cinco séculos de história e culto. Segundo Rosa Tomás “não se sabe bem desde quando, mas seguramente há mais de cinco séculos que, neste local, as gentes se reúnem para fazer as suas preces e dar mostras da sua fé e gratidão a Nossa Senhora das Neves”. Há, contudo, provas de que a capela “existia em meados do século XVII, que Nossa Senhora das Neves era já a padroeira e que a fonte existente ali perto assumia um papel primordial neste espaço”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Avelãs de Cima: passeio pedestre propociona excelente manhã


No domingo, realizou-se mais uma rota dos passeios pedestres que a Escolinha de Minibasquete da Associação Cultural e Recreativa da Cerca – S. Pedro de Avelãs de Cima está a organizar. Nesse dia foi a rota das Terras de Granito, que levou os participantes às bonitas aldeias de Macieira de Alcoba e da Urgueira.
O grupo, formado por 33 pedestrianistas, onde a boa disposição e a alegria reinaram durante todo o caminho, foi brindado por excelentes condições meteorológicas para este tipo de atividade, o que permitiu suavizar a esplendorosa subida entre Macieira de Alcoba e Urgueira, por caminhos calcorreados desde há séculos atrás. O bonito parque da Senhora da Guia foi aproveitado para tirar algumas fotos, de entre as quais se destacam as fotos do famoso forno onde entra um homem. E foi aqui que a tradicional bebida mistério se deixou apanhar e degustar! Só aqueles que estavam presentes ficaram a conhecer o seu verdadeiro aroma!
A descida de regresso a Macieira de Alcoba foi aproveitada para, de forma mais tranquila, poderem apreciar tudo o que de bonito e bom a mãe natureza nos oferece, tendo os mais novos tido a oportunidade de aprender bonitas canções, em especial uma “cantada” em castelhano e que quiseram partilhar com algumas pessoas que foram encontrando pelo caminho. Em resumo: mais uma excelente manhã para todos!

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Avelãs de Cima: Feira das Barraquinhas foi sucesso


A combinação perfeita, bom tempo, muitos visitantes e boa disposição foi o mote de mais uma Feira das Barraquinhas na Paróquia de S. Pedro – Freguesia de Avelãs de Cima que se realizou no passado domingo, dia 27 de maio.
A 9.ª edição da Feira das Barraquinhas contou com a participação de 1500 a 2000 visitantes que durante todo o dia de domingo, e à semelhança dos anos anteriores, puderam comprar o mais váriado tipo de produtos: animais vivos, produtos agrícolas, artesanato, pão, bolos, plantas, etc. Este ano, a barraquinha do Bric à Brac teve uma novidade, a roleta da sorte, e também o já conhecido jogo da argola.
De sublinhar que todos os produtos presentes neste evento foram doados pela população, que generosamente deu o seu contributo para que esta feira tivesse uma grande variedade de produtos à disposição dos visitantes, constituindo um verdadeiro sucesso.
A gastronomia da região também foi muito solicitada e ao longo do dia de domingo foram servidas mais de 600 refeições, com os apetitosos pratos tradicionais, tais como o Leitão assado à Bairrada, a Feijoada, os Rojões, o Sarrabulho, o Frango de Churrasco, o Porco no Espeto, as Pizzas, as Sopas e sobremesas várias a fazerem as delícias dos visitantes. Tudo isto, claro está, regado com bom vinho e espumante da região.
A animação musical contou com a presença do grupo MH5 e com a Associação Sol Nascente de Águeda, que apresentou dança de ginástica e artística e o seu grupo de Sol e Bombos.
O balanço final deste evento é francamente positivo, todos quantos de alguma forma colaboraram para este sucesso estão de parabéns, pois só com o contributo de todos será possível continuar com o projeto da Casa da Côdea, que será de grande utilidade para a comunidade.

Catarina Silva

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Avelãs Cima: Rota Flor-de-Lis vai dar a conhecer património da freguesia


 

O percurso pedestre “Rota Flor-de-Lis” pretende dar a conhecer a freguesia de Avelãs de Cima, no concelho de Anadia, em todas as suas vertentes (ambiental, paisagística, cultural e religiosa), percorrendo as suas 15 aldeias, através dos caminhos das 16 capelas.
Esta Rota, que demorou dois anos a ser desenvolvida por Patrícia Almeida, Eduardo Figueiredo e Karina Almeida, do Agrupamento de Escuteiros 836 de Avelãs de Cima, já está registada na Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal com a designação “Grande Rota n.º 32”.
A sua apresentação teve lugar no último sábado, na sede do Agrupamento, na Figueira.
Patrícia Almeida, caminheira do Agrupamento 836, deu a conhecer aos muitos convidados presentes que esta grande rota “é um passo muito importante na vida do Agrupamento, uma vez que pretende projetar a freguesia, dando-a a conhecer a outras regiões e países”.
Este percurso pedestre, com 33 quilómetros, vai ser agora alvo de um investimento que terá a colaboração da Câmara Municipal de Anadia e da Junta de Freguesia de Avelãs de Cima, por forma a que seja colocada a necessária sinalética, elaborados mapas e impressos panfletos que permitam aos visitantes orientar-se no percurso circular da Rota Flor-de-Lis que vai percorrer as 15 aldeias e será uma forma de dar a conhecer a todos aqueles que pretendam fazer a rota, o património religioso, usos, costumes e tradições da freguesia. O pedestrianista será obrigado a passar pelas 16 capelas até à Igreja Matriz de S.Pedro. “O trajeto é circular, pois inicia e termina na Igreja Matriz”, avançou Patrícia Almeida, dando conta de que o percurso poderá demorar dois dias a fazer, estando em estudo a pernoita no lugar da Mata de Cima, mais concretamente numa casa de pasto ali existente e que está a ser negociada.
Com um grau de dificuldade considerado difícil, esta Rota terá agora de contar com o apoio de parceiros, nomeadamente empresas da região e autarquias para poder ser implantado, uma vez que vai ser necessário manter os caminhos limpos e transitáveis ao longo do ano, assim como vai ser necessário proceder à colocação de 270 placas e 270 postes de madeira com o mais variado tipo de informação: caminho certo, caminho errado, mudança de direção à esquerda ou à direita, localização, altitude, locais a visitar, cuidados a ter, contactos úteis etc). Junto a cada capela será igualmente colocada uma placa com dados históricos sobre o tempo.
Na oportunidade, Patrícia Almeida recordou que este projeto nasceu de um sonho do chefe Paulo Ferreira, fundador do Agrupamento de Avelãs de Cima que aos presentes lembrou: “se eu fui o arquiteto da Rota, eles (escuteiros) foram os engenheiros”. Fazendo votos de que esta seja uma rota de todos, Paulo Ferreira diz acreditar que “quando a Rota estiver disponível será procurada por muitos visitantes, mesmo do estrangeiro”.
Paulo Ferreira explicou ainda que o nome da rota “Flor-de-Lis” prende-se com o símbolo que identifica os escuteiros (flor-de-lis) e que por ter sido um projeto elaborado pelos escuteiros foi adotado o seu símbolo.
Rosa Tomás, vereadora da Cultura e da Educação do município anadiense, considerou a rota “uma ideia brilhante”, por ser “um produto novo do concelho que se materializa desta forma”, deixando a garantia de que a Câmara será um parceiro do projeto dada a sua importância e originalidade.
A autarca deixou ainda uma dica no sentido do Agrupamento 836 se candidatar a financiamento para a Rota junto da Entidade de Turismo do Centro e da CCDR-Centro: “este é o timing certo. É preciso agora unir esforços e aproveitar esta oportunidade, já que a Rota tem um potencial imenso que precisa de ser explorado”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Av. Cima: Horta recebe bênção em Dia Mundial da Árvore


Tem 2500 metros quadrados e vai tornar o Centro Social da Freguesia de Avelãs de Cima autosuficiente na produção de kiwis. A nova horta social foi “inaugurada” com toda a pompa e circunstância na tarde do passado dia 21.
À cerimónia não faltaram Santos Sousa, novo diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro, Rosa Tomás, vereadora do Ambiente da Câmara Municipal de Anadia, beneméritos e amigos da instituição, bem como representantes de outras IPSS’s convidadas para o evento.
A horta, localizada junto à estrada, em terreno da instituição, foi toda vedada e terá, no futuro, um papel preponderante ao nível da ocupação lúdica e de lazer para os idosos e crianças que frequentam a instituição. Terá mais de 35 árvores de fruto, muitas plantas de kiwis, vários talhões divididos com cebolo, batata, alface, tomate, flores, abóboras, couves, feijão verde, entre muitos outros legumes. A estes vai juntar-se, em breve, também um grande galinheiro pronto a receber cerca de meia centena de aves.
A bênção deste espaço esteve a cargo do pároco Vitor Gabriel que, na ocasião, pediu a bênção da horta “para que os que nela vão trabalhar, possam da terra colher muitos e bons frutos”. A cerimónia, muito participada, contou ainda com a presença de mecenas (José Simões e Armando Barbas), que ofereceram à instituição uma motocultivadora, fundamental para a manutenção deste espaço e que irá dar resposta cabal às necessidades da instituição.

Agradável surpresa. Quem não faltou a este gesto simbólico, em Dia Mundial da Árvore, foi Santos Sousa, recentemente empossado diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro que, pôde constatar, in loco, o crescimento desta grande instituição que é já o maior empregador da freguesia e uma referência na assistência à infância e à terceira idade.
Numa prolongada visita às instalações, Santos Sousa (ex-autarca da Murtosa) constatou a realidade da instituição que, neste momento, avança com a ampliação do Lar (para mais 13 camas) e que tem já em projeto a construção, em terreno anexo aos edifícios existentes, de uma meia dúzia de casas pré-fabricadas, tipo T1, onde casais podem fazer uma vida autónoma, mas usufruindo de todos os serviços oferecidos pela instituição.

Instituição exemplar. Na hora dos discursos, Santos Sousa mostrou-se muito satisfeito com a visita, reconhecendo no Centro Social “um exemplo na gestão de rigor e um exemplo para outras instituições”. Embora tenha entrado há apenas dois meses para a Segurança Social, acredita que se vão registar “mudanças para melhor”, avançando aos presentes ter aceite o desafio, num momento em que o país atravessa uma conjuntura difícil e em que “é preciso fazer mais com menos”, mas também “gerir melhor, para ser melhor”.
Na ocasião, Carlos Martins, presidente da instituição, referiu-se à horta como “um local de lazer”, porque “há mais vida para além das paredes da instituição, que se pauta “por prestar um serviço de grande qualidade, graças a uma equipa de colaboradoras que merece todo o respeito e carinho”.
Rosa Tomás, vereadora da autarquia anadiense, sublinhou o caráter de Santos Sousa, que conhece há já vários anos: “Não poderia haver melhor pessoa para o cargo que agora ocupa. É uma pessoa que prima pelo trabalho, pelo rigor e pela honestidade”, diria, não deixando de sublinhar que, tal como até aqui, o Centro Social quer ter a Segurança Social como parceira.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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BTT Nariz

Pergunta da semana

A FAO defende que os insetos são uma alternativa promissora à carne. O que acha de comer insetos?

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