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Bombeiros mostram aos alunos valências e aptidões


Os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro dinamizaram, durante o passado dia 30 de maio, na Escola Secundária de Oliveira do Bairro, uma ação de sensibilização que teve como principais objetivos a demonstração de diversas valências e aptidões do Corpo de Bombeiros e a promoção do voluntariado junto dos jovens.
Ao longo de todo o dia, cerca de 15 elementos do Corpo de Bombeiros efetuaram demonstrações com alguns veículos, permitindo aos jovens o manuseamento de diversos equipamentos utilizados diariamente pelos Bombeiros nas missões que lhes são confiadas, tais como equipamentos de socorro e emergência de ambulâncias; equipamentos de combate a incêndios florestais; agulhetas e linhas de mangueira, equipamentos de proteção respiratória, entre outros.
No sentido de passar a mensagem da importância e do acrescido valor do trabalho em equipa, foi ainda realizado um exercício de salvamento em altura.
De acordo com os bombeiros, atendendo à elevada interação verificada entre os alunos e as equipas de bombeiros presentes no parque escolar, está já prevista a realização, em outros estabelecimentos escolares do concelho, de novas ações de sensibilização e de encaminhamento dos jovens para o voluntariado nos Bombeiros, dando-lhes a conhecer os valores que regem a instituição e motivando-os a participar em atividades que os levem a desenvolver uma atitude de cidadania ativa.

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Anadia: Promoções e condecorações na AHBVA


A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia esteve em festa no penúltimo domingo, dia 2 de junho.
Pelas 12h30, teve lugar a cerimónia para a atribuição de medalhas de 5 e 10 anos por assiduidade, dedicação e comportamento exemplar, e promoções à categoria de Chefe.
Com o sol a brindar este dia, o corpo de bombeiros perfilou-se para a atribuição de tão significativas insígnias.
Estiveram presentes vários representantes dos Corpos Sociais da Associação e os Comandantes dos Corpos de Bombeiros Voluntários de Águeda, Oliveira do Bairro e Mealhada e, ainda, o Comandante do Quadro de Honra do Corpo de Bombeiros Voluntários de Aveiro Novos.
Frente à formatura do Corpo de Bombeiros Voluntários de Anadia compareceu, para a atribuição da respetiva medalha, por 10 anos de bons e efetivo serviço o bombeiro de 2.ª, Joaquim Teixeira da Silva Ferreira, e os subchefes Jorge Alejandro Baptista Neves e Salviano Figueiredo Baptista para serem promovidos à categoria de Chefe, último degrau na carreira de bombeiro.
Para receber a medalha por 5 anos e efetivo, o bombeiro de 2.ª Carlos Manuel Ferreira de Jesus não compareceu por se encontrar a prestar serviço urgente, logo impossibilitado em estar presente.
A sessão foi concluída com as intervenções do Comandante em substituição e do presidente da Direção, que sublinharam as novas responsabilidades que os empossados assumiram, da vontade evidenciada em fazer mais e melhor a favor das populações que juraram servir e o dever de colocarem as competências adquiridas ao serviço da comunidade em geral, concluindo apesentando as suas felicitações.

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Cantanhede: Espetáculo Esperança a favor de Ângela Guerra


A Associação de Pais da EB2/3CNT (Escola Básica Marquês Marialva) em Cantanhede a pedido de algumas instituições do Agrupamento das Escolas Marquês Marialva, nomeadamente o PES (Projeto Promoção Educação para a Saúde), o grupo Desporto Escolar e Educação Física, a própria Escola e restante Comunidade Educativa, com a cooperação dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, leva a efeito no próximo dia 31 maio, um evento de solidariedade, com a participação de ginastas de várias turmas e de Inês Santos (a tua cara não me é estranha). Aliás, os fundos angariados revertem a favor da recuperação da jovem Ângela Guerra.
O espetáculo Esperança realiza-se a partir das 18h no salão dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede e conta com a participação das turmas de expressão artística/dança do 7.ºC, 7.ºE e 8.ºD, orientados pela professora Clara Neves.

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Culturalidades…sentir a cultura” continua nos dias 18 e 25 de maio


No próximo dia 18 de maio de 2013, o “Culturalidades… Sentir a Cultura” apresenta o espetáculo musical “Retalhos do Passado”, produzido e realizado pelo grupo de teatro “O Fantástico”, Filarmónica Vaguense e Santa Casa da Misericórdia de Vagos e que se realiza no Salão dos Bombeiros Voluntários de Vagos, pelas 21h30. O espetáculo é encenado por João Mário Fernandes e conta com a participação especial de Armindo Fernandes, tendo também, como convidados o Orfeão de Vagos e a Classe de Dança. Este espetáculo conta com o apoio da Câmara Municipal e Bombeiros Voluntários de Vagos.

No sábado seguinte, dia 25 de maio, realiza-se, mais uma vez, a iniciativa “Cumplicidades Sociais”, que estará patente no mercado municipal e aberta a toda a população, ao longo da manhã, com diversas atividades como a venda de produtos da terra e uma demonstração gastronómica.

A Lojinha Social e o Banco Local de Voluntariado estarão, também, presentes nesta iniciativa com o objetivo de angariar donativos (como roupas caçado, brinquedos e móveis) voluntários para ajudar nas causas sociais municipais.

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Bombeiros de Cantanhede reforçados com mais uma ambulância de socorro


A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede (AHBVC) tem vindo a registar um crescimento de solicitações das suas ambulâncias de socorro em serviços pré-hospitalares.
Assim, e no âmbito da sua missão de proteção de pessoas e bens designadamente o socorro a feridos e doentes, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede reforçou os meios de socorro ao serviço da população do concelho de Cantanhede e do distrito de Coimbra.
A partir do dia 22 de abril, esta Associação Humanitária reforça a resposta dos bombeiros com mais uma ambulância de socorro semi-nova adquirida em França.
Num contexto de dificuldades e incertezas, este investimento suportado por capitais próprios da Associação, tornou-se inadiável face ao aumento do número de ocorrências a nível da emergência na área da saúde ao longo do último semestre. Em 2013, registaram-se cerca de 260 saídas por mês, em termos médios, em que os bombeiros são agentes essenciais do sistema de proteção civil.
Com a ambulância agora adquirida, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede dispõe de 5 ambulâncias de socorro ao serviço da população, sendo uma delas cedida pelo Instituto Nacional de Emergência Medica (INEM).

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Bombeiros de Oliveira do Bairro há 39 anos a socorrer a população


O recém-eleito presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro (AHBVOB), Alberto Cardoso defendeu, no domingo, durante a sessão solene dos 39 anos da coletividade, que os apoios da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro deveriam “ser institucionalizados, pois assim vencer-se-iam incertezas e facilitar-se-ia o planeamento na gestão da nossa Associação”.

Alberto Cardoso recordou que “as responsabilidades que cabem à Câmara Municipal e à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, sobretudo, no campo da Proteção Civil, obrigam-nos a ter uma forte relação de cooperação”.

O dirigente enalteceu “o esforço que a Câmara Municipal tem feito na atribuição da ajuda financeira anual à nossa Associação”.

Orgulho. Mário João Oliveira começou por agradecer o trabalho que tem sido desempenhado pelos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro e em particular, em janeiro, aquando do mau tempo que afetou o país e o concelho de Oliveira do Bairro. “Apesar das dificuldades, os problemas foram todos solucionados”, afirmou o edil de Oliveira do Bairro, sublinhando que “a autarquia tem apoiado os bombeiros, seja ao nível dos subsídios regulares, equipamentos e ainda uma equipa permanente”. “Em grosso modo, têm sido transferidos para a associação cerca de 100 mil euros por ano.”

O autarca anunciou ainda que, no âmbito da “Região de Aveiro”, foi apresentada uma candidatura para a aquisição de equipamentos. Reconheceu ainda “o excelente trabalho” prestado pela última direção, afirmando não concordar com a institucionalização dos apoios.

Por seu lado, Marco Maia, Comandante dos Bombeiros, disse orgulhar-se de comandar homens e mulheres ao serviço da Associação que “continuam a dignificar e a honrar as pessoas que há 39 anos se juntaram numa escola, para fundar a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro”. “Esta corporação foi no passado, é no presente e continuará a ser no futuro uma referência nos bombeiros, do distrito e do país”, finalizou.

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Rui Rocha deixa Bombeiros com situação financeira invejável


“Os Bombeiros de Oliveira do Bairro apresentam uma situação financeira invejável, contrariamente à esmagadora maioria das associações similares”. Quem o garante é Rui Rocha, que geriu a associação nos últimos seis anos. O seu mandato terminou na sexta-feira.

Que balanço faz destes seis anos que esteve à frente da direção dos bombeiros?
Foram seis anos de trabalho árduo, trata-se de uma associação que movimenta, anualmente, perto de um milhão de euros, tem vinte e seis assalariados, várias dezenas de viaturas, algumas delas diariamente na rua. É uma “empresa” de dimensão considerável.
A principal fonte de receita da associação são os serviços prestados, especialmente aqueles que são faturados a ARSC. Nesse campo, optámos, logo no início do nosso primeiro mandato, por apostar em modernizar as viaturas afetas ao transporte de doentes. Temos hoje a frota completamente de acordo com a legislação vigente e que em 2009 se tornou bastante exigente. Conseguimos duplicar a faturação, apesar de todos os cortes do atual governo. Fizemos uma aproximação bastante grande às empresas, estabelecendo-se protocolos proveitosos com algumas delas.
Conseguimos coisas importantes, como a instalação do Posto de Emergência Médica (INEM), modernizamos todo o sistema informático, legalizamos o novo quartel, descentralizamos as comemorações dos aniversários por todas as freguesias, contratamos um gestor para que a contabilidade passasse a ser efetuada de acordo com legalmente exigido, adquirimos diversas viaturas de transporte de doentes e ambulâncias de 1.ª linha de socorro. Adquirimos ainda a viatura de desencarceramento (custo aproximado de 200 mil euros), fomos pioneiros na aquisição de desfibrilhadores automáticos de suporte de vida para as ambulâncias de 1.ª linha e, sobretudo, apostamos forte na formação dos nossos operacionais.
Não conseguimos concluir a legalização de uns terrenos adquiridos nas traseiras do atual quartel e colocar a funcionar o posto de enfermagem, que está em fase adiantada, o que poderá vir a ser uma importante fonte de receita para a associação.

Como encontrou economicamente a Associação e como a deixa?
Quando tomamos posse para o primeiro mandato, implementamos uma série de medidas, na altura pouco populares e às quais o corpo ativo e mesmo os funcionários administrativos tiveram alguma dificuldade em se adaptarem. As pessoas com mais resistência à implantação dessas medidas, foram aquelas que, no final do nosso primeiro mandato, me pediram para ficar pelo menos mais um mandato de forma a poder solidificar o rumo traçado. São também aquelas que agora me voltaram a pedir para me recandidatar. Foram essas medidas de contenção ou racionalização de meios que permitiram que a associação, neste momento, apresente uma invejável situação financeira, contrariamente à esmagadora maioria das associações similares. Podíamos ter feito outros investimentos nesta fase final, nomeadamente na aquisição de algumas viaturas, mas optamos por não o fazer, em virtude de não ser nesta altura prioritário, uma vez que entendemos que as viaturas atuais são em número suficiente e encontram-se em boas condições. Fica o dinheiro em caixa para alguma eventualidade, sem megalomanias, de forma a salvaguardar o futuro financeiro.

Foi difícil encontrar uma nova direção?
Sabíamos que o Engº Nunes Cardoso tinha terminado uma etapa da sua vida, pelo que teria alguma disponibilidade e por outro lado sempre foi uma pessoa que sempre acompanhou a vida da associação, comparecendo regularmente nas assembleias gerais. Contactámo-lo, demos-lhe conta da situação da associação e, depois de refletir, aceitou o convite. A partir daí foi ele que arranjou as pessoas da sua confiança para o acompanhar. Estamos perante uma pessoa extremamente competente, dinâmica e que já esteve ligada à associação por muitos anos. A continuidade do nosso trabalho está assegurado, até porque as suas preocupações também foram as nossas, nomeadamente a estabilidade financeira, a formação e a aproximação à população. O futuro está garantido.

As entidades estiveram sempre ao vosso lado?
Dentro das possibilidades e de um modo geral as entidades oficiais, nomeadamente Câmara Municipal e Juntas de Freguesia, as outras associações, as empresas e a população, sempre nos apoiaram e estiveram do nosso lado, pelo que aproveito a oportunidade para deixar a todos um agradecimento publico.
As juntas de freguesia foram incansáveis no apoio que nos deram na organização dos aniversários, quando decidimos levar as comemorações às diversas localidades. Terminamos este ano, no próximo dia 14, com as comemorações na Mamarosa. A população em geral fica convidada para se associar ao evento.

Quais as grandes dificuldades com que a Associação se depara?
Neste momento, a maior dificuldade da associação é angariar voluntários para servir tão nobre causa que é ser bombeiro voluntário. Trata-se de uma atividade difícil, mas aliciante. Por isso, lanço o desafio à juventude, alistem-se e venham servir como voluntários. Também nesse sentido lançámos uma escola de infantes, que no futuro deverá dar os seus frutos.

Estes seis anos foram uma experiência positiva?
Efetivamente foi uma experiência muito positiva e gratificante. Deixo um repto a todos os associados: não tenham medo de acompanhar a vida da associação, compareçam nas assembleias gerais e aqueles que tiverem disponibilidade para integrar os órgãos sociais, em futuros atos eleitorais, façam-no, pois é gratificante.

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Novo presidente dos Bombeiros conta com espírito de equipa e aposta na qualidade


O novo presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, Alberto Jesus Nunes Cardoso, tomou posse na última sexta-feira.
Na ocasião, Alberto Cardoso reconheceu o bom trabalho desenvolvido pela direção que cessou funções, evidenciando “a organização administrativa, o rigor e a competência prestados na governação da Associação”, prometendo que “a nova direção vai continuar a defender o legado hoje recebido”.
Relativamente às linhas de orientação da direção, o novo presidente referiu que “para este ano, a sua ação vai ter como ponto de partida o Plano de Atividades aprovado pela Assembleia Geral em finais de 2012”, uma vez que concorda, na generalidade, com os objetivos nele definidos. “Mas, porque as pessoas são diferentes, poderá haver, naturalmente, estilos diferentes de governação e, por isso, poderão adotar-se estratégias diferentes para se atingirem esses mesmos objetivos”, acrescentou.
Já em termos de mandato, o novo presidente explicou que “a direção vai suportar a sua governação em políticas de proximidade dentro da Associação (junto dos Bombeiros e associados) e fora da Associação (junto das diversas instituições oficiais, das associações do Concelho e dos apoiantes da causa dos bombeiros)”. Assim como, a direção apostará em “políticas de formação e qualidade, apostando na formação contínua das pessoas para que haja uma melhoria contínua de qualidade, nos serviços prestados e na gestão dos meios”.
Apostará ainda “em políticas de contenção de custos e, sobretudo, de rentabilização de meios, explorando todas as potencialidades associativas, humanas e físicas, ao dispor”, acrescentando que “fará parte das preocupações desta direção, assegurar a sustentabilidade económico-financeira desta associação para além do curto prazo, isto é, no médio e longo prazo, tendo sempre presente que estamos inseridos numa economia social”.
De resto, disse contar “com o espírito de equipa dos órgãos sociais, que hoje tomaram posse, com a colaboração e compreensão de todos os Bombeiros e com a ajuda dos amigos e nada será feito contra os princípios e valores que devem nortear a nossa Associação”.

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Anadia: Comandante Eduardo Matos passa ao Quadro de Honra


 

Eduardo Matos, comandante dos Bombeiros Voluntários de Anadia, passou ao Quadro de Honra, no passado dia 25 de março.
Cinco anos depois de ter assumido o comando, foi agora substituído pelo seu irmão, António Matos Pereira ainda que em regime de substituição, até que seja encontrado um novo comandante para a corporação.
Embora não tenhamos conseguido chegar à fala com o comandante Eduardo Matos, sabemos que o seu pedido de substituição se prende com o “cansaço” causado pelas exigências do cargo, mas também devido “a problemas de saúde”.
Eduardo Matos sucedera ao comandante João Dias Coimbra (que estivera mais de duas décadas no comando da corporação de Anadia), mas em dezembro último, depois de concluir um mandato, solicitou à direção a sua substituição.
Segundo Mário Teixeira, presidente da direção da AHBVA, “agora é preciso encontrar um novo comandante que reúna o perfil, disponibilidade de tempo e gosto pela causa dos bombeiros voluntários”, dando conta de que essa pessoa poderá ser “externa à corporação” pelo que o processo poderá levar ainda algum tempo até estar concluído. A direção dá conta de que esta situação surge “na sequência do pedido formulado pelo Comandante Eduardo Matos”, que “exerceu o cargo de comandante com grande disponibilidade e dedicação, empregando todo o seu saber ao serviço do Corpo de Bombeiros e da comunidade”.
No comunicado a que tivemos acesso, a direção manifesta “o seu apreço ao comandante Eduardo Matos pela sua entrega à causa dos bombeiros”, formulando votos “para que encontre a satisfação dos seus anseios, quer na vida pessoal, quer na sua vida profissional”.

Contas aprovadas. A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) teve um ano de 2012 difícil. Mário Teixeira destaca a diminuição dos serviços prestados e os constantes aumentos dos combustíveis como alguns dos fatores que contribuíram para um resultado menos positivo. Depois, verificou-se também uma diminuição da faturação (menos 46 mil euros, do que no ano anterior), devido às restrições do SNS na atribuição das credenciais de transporte, para tratamentos, situação que veio agravar o quadro de dificuldades.
“As dificuldades existentes e a incerteza quanto ao futuro obrigou-nos a uma gestão cautelosa, prudente, séria, de forma a evitar situações de angústia à AHBVA”, diz Mário Teixeira.
No relatório de contas aprovado, em assembleia geral, no passado dia 23, é revelado ainda que o volume de faturação no ano de 2012 foi de 302.971 euros (menos 46 mil euros do que em 2011). “O resultado negativo apurado, no valor de 16.118 euros, deve-se às amortizações e depreciações do exercício, no valor de 69.889 euros. Salientando-se ainda que o resultado operacional (antes das amortizações) era positivo de 54.074 euros, reflexo da cuidada gestão”, refere Mário Teixeira, que sublinha a acentuada dificuldade na cobrança de quotas e o crescente aumento de desistência: “são situações que nos preocupam muito”, refere.

Atividades para 2013. A direção da AHBVA admite que, face à conjuntura atual, será difícil reunir as condições necessárias para levar a cabo todos os objetivos a que se propuseram aquando do início do mandato, há um ano atrás. Mesmo assim, o novo quartel, sonho ainda longínquo, não está esquecido, pelo que a direção está apostada em continuar a dialogar com a tutela sobre esta matéria.
Já em matéria de recursos, face à grande dimensão de área florestal do concelho, associado ao desgaste e idade das viaturas da corporação, constitui uma das prioridades remodelar a frota. Neste momento, devido ao crescente aumento do tecido industrial, era necessária uma viatura de combate a incêndios industriais, “mas impossível de adquirir nos tempos que correm”, admite a direção de Mário Teixeira, que vai continuar atenta à remodelação do fardamento e equipamento, face à sua idade e utilização intensiva. Em marcha está ainda a reestruturação dos recursos humanos e dos serviços com a finalidade de assegurar os postos de trabalho existentes e o apoio à formação.
CC

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Nova direção dos Bombeiros Voluntários aposta em políticas de proximidade


A nova direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro, eleita na última sexta-feira, vai apostar numa política de proximidade, anunciou o presidente recém-eleito Alberto Jesus Nunes Cardoso.
Alberto Jesus Cardoso – foi presidente do Conselho Fiscal no tempo de Alípio Sol e presidente da Assembleia Geral na altura de Rui Barqueiro – diz que, ao longo do próximo triénio, a direção vai apostar “muito numa política de proximidade, uma vez que é extremamente importante estar ao lado dos bombeiros, sócios e população em geral”.
Por outro lado, o novo presidente defende que “a direção vai procurar garantir a sustentabilidade da instituição, não só a curto e médio prazo, mas também a longo prazo”. “Cabe-nos estudar formas de garantir a sustentabilidade da associação e não andarmos sempre aflitos”, acrescentou o novo presidente da direção, Alberto Jesus Cardoso, que amanhã, sexta-feira, toma posse.
Plano de Atividades. Relativamente ao Plano de Atividades, aprovado pela direção anterior, disse rever-se na generalidade dos objetivos, no entanto, o mesmo poderá ser alvo de pequenas alterações.
Entretanto, dia 14, domingo, a Associação assinala 39 anos de existência. O evento será, este ano, comemorado na freguesia da Mamarrosa.

Órgãos sociais
Mesa da Assembleia Geral
Presidente, Manuel de Campos Silvestre; vice-presidente: Fernando de Oliveira Henriques; secretários, Mário de Oliveira Martins de Carvalho, Rui Manuel Nunes Barqueiro, suplentes, Vítor Manuel Sampaio Carvalho e Jaime Fontes Duarte Campos.

Direção
Presidente, Alberto de Jesus Nunes Cardoso; vice-presidente: Antero Manuel Lopes Silvano; tesoureiro, António José Simões Abrantes; secretários, Jorge Filipe Pereira e Marina América Silva Costa; vogais, Rui Manuel Ferreira Neves Barata, Pedro Torres Gonçalves e suplentes, Mário José Oliveira Coutinho, José António Gaspar, e Fernando Jorge Marques Luzio.

Conselho Fiscal
Presidente, Miguel Ângelo Pataco Tomás; vice-presidente; João Paulo Castelo da Assunção Sol; secretário, Carlos Alberto de Barros Ferreira, e suplentes, Carla Sofia Dias Mota e Ricardo José Mendes Pereira

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