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Anadia: Vem aí o Orçamento Participativo Jovem


O município de Anadia vai ter um Orçamento Participativo Jovem. Esta proposta foi abordada na última reunião do executivo anadiense, que pretende implementar no Município o Orçamento Participativo Jovem “por ser um importante meio de atuação, potenciando a participação dos jovens na vida das comunidades locais”, justificou a edil Teresa Cardoso.
A proposta que servirá de base ao procedimento regulamentar para a criação do Regulamento do Orçamento Participativo Jovem foi apresentado ao executivo pela edil Teresa Cardoso: “a Câmara Municipal quer, com esta medida, proporcionar aos jovens um maior envolvimento e uma cidadania mais ativa através de uma maior participação nomeadamente através deste Orçamento Participativo.”
“Permitir adequar as políticas públicas municipais às necessidades e expetativas dos jovens, promovendo a participação cívica dos mesmos na elaboração do orçamento municipal, estreitando a ligação entre os jovens e a autarquia”, são alguns dos objetivos desta medida.
“Anadia dá um passo em frente no apelo à cidadania e à participação da juventude na construção de um concelho com maior participação dos jovens em matérias que lhes dizem diretamente respeito”, destaca a presidente da Câmara Municipal, dando nota de que nos próximos 15 dias vão ser recolhidos eventuais contributos de todos, com vista à elaboração do Regulamento do Orçamento Participativo Jovem. A edil deseja que os contributos, ideias e projetos dos jovens possam já estar espelhados no próximo orçamento camarário para 2017.
Catarina Cerca

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Anadia: Executivo aprova contas por maioria


A Prestação de Contas do Município de Anadia relativas ao Exercício de 2015 foi aprovada, por maioria, na última reunião do executivo anadiense. Com a abstenção dos vereadores José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra (PSD), e com o voto contra do vereador Litério Marques (MIAP), as contas foram aprovadas com os votos favoráveis da edil Teresa Cardoso, do vice-presidente Jorge Sampaio (MIAP), e dos vereadores Lino Pintado (PS) e Jorge São José (PSD). Vão agora ser discutidas e votadas em assembleia municipal, a realizar no próximo dia 29 de abril.
As Contas de 2015 suscitaram várias críticas por parte do PSD, ainda que a edil anadiense Teresa Cardoso tenha sublinhado que em termos do exercício de 2015, “foram alcançadas as mais altas taxas de execução dos últimos anos, quer na receita, quer na despesa”.
“A receita ultrapassou uma taxa de 100% e a despesa rondou os 76% na globalidade do orçamento”, disse, sublinhando que em termos dos compromissos assumidos, no ano de 2015, representam respetivamente uma taxa de 82% e de 91,5% em relação aos exercícios futuros”.
Recorde-se que o orçamento de 2015, de 19 milhões e 456 mil, corrigido para 20.999.045 euros, registou uma redução significativa de dívida a fornecedores, mas também uma redução do endividamento bancário (-12,25%), de quase um milhão de euros. “Estes resultados permitem aferir a nossa capacidade de endividamento, que aumentou significativamente”, avançou a edil, realçando ainda que “a capacidade de endividamento aumentou, sendo de 3 milhões e 282 mil euros.”
Em relação aos compromissos assumidos, Teresa Cardoso destaca o valor das despesas pagas (cerca de 15 milhões de euros) e o fornecimento e serviços externos que também cresceu. “Terminamos o exercício de 2015 com um saldo de gerência de 6 milhões e meio de euros. Todos os resultados foram positivos aumentando os nossos indicadores de liquidez e de solvabilidade e os resultados líquidos também foram positivos”, frisou.
Por isso, “graças ao saldo alcançado”, avançou, “foi possível fazer a 1.ª proposta de revisão às grandes opções do plano para 2016. Foi realizada então uma distribuição de cerca de 5 milhões e meio de euros para reforço de algumas rubricas: ordenamento do território (860 mil euros); cultura (680 mil euros); desporto (624 mil euros); indústria e energia (530 mil euros); transportes rodoviários (500 mil euros); proteção ao meio ambiente (450 mil euros); abastecimento de água (420 mil euros); administração geral (395 mil euros); ensino superior (350 mil euros); saneamento (250 mil euros); agricultura (149 mil euros); turismo (110 mil euros).”

Críticas do PSD. Para os vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, “a prestação de contas reflete, não as previsões, mas as escolhas políticas e o desempenho do poder executivo municipal”, logo “as posições aqui tomadas, não refletem uma discordância com a vertente técnica dos documentos, mas sim, quando se justifica, com as opções políticas assumidas e desenvolvidas, bem como com o caminho prosseguido.”
Segundo os vereadores do PSD “as escolhas efetuadas e o caminho traçado não servem a estratégia de desenvolvimento que todos os anadienses reclamam e que Anadia necessita. Acusam que “Anadia permanece sem uma estratégia de desenvolvimento global. A inexistência prática de um modelo de desenvolvimento económico que permita capacitar mecanismos de criação de riqueza e emprego no concelho, que possibilite fixar as populações, nomeadamente os mais jovens é um erro grave, de dimensão histórica, com consequências nefastas para todos os anadienses e gerações futuras.” Ambos destacam que a “gestão autárquica em 2015 mais pareceu uma “navegação à vista” e uma gestão do dia-a-dia, assente numa governação em compasso de espera, à espera dos fundos comunitários.”

Voto contra do “pai” do MIAP. O vereador Litério Marques explicou o seu inédito sentido de voto (nunca antes tinha votado contra as Contas) dizendo que embora as contas apresentadas estejam corretas, em matéria de receita e despesa, o que o preocupa não são os números apresentados, mas “a forma como se conseguem esses números”, ou seja, “as contas não refletem a verdade dos factos”. “As contas resultam de uma prática seguida ao longo do ano. Trata-se de dinheiros públicos e é preciso ter muito cuidado com a forma como ele é gasto”, disse, destacando que o seu voto contra “é uma reflexão sobre a forma como se conseguem obter determinados resultados e não tanto o resultado em si”.
Catarina Cerca

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Autarquia anadiense organiza férias desportivas e culturais da Páscoa


 

As Férias Desportivas e Culturais de Páscoa, promovidas pela Câmara Municipal de Anadia, vão na 7.ª edição e foram divididas em dois períodos – de 21 a 24 de março, e de 29 de março a 2 de abril, com um programa diário das 8h30 às 18h30.
As atividades foram desenvolvidas no Complexo Desportivo de Anadia, Biblioteca Municipal, Museu do Vinho da Bairrada, Cineteatro Anadia, Parque Urbano, Ecoparque, Pavilhão de Sangalhos, e abrange as áreas do desporto, ambiente, cultura, multimédia, expressão artística e outros domínios de relevante interesse para as crianças e jovens.
De referir que as crianças vão assistir ao filme Zootropolis, bem como uma peça de teatro “ Robertices “, pela companhia de teatro de Coimbra, Atrapalharte, no Cineteatro Anadia.
A exposição de Júlio Pomar “ O mundo habitado “, no Museu do Vinho Bairrada, também faz parte, das visitas temáticas programadas para as crianças.
Este programa promovido e organizado pela Câmara Municipal de Anadia teve como objetivo ocupar, de uma forma salutar e enriquecedora, as férias de crianças com idades compreendidas entre os seis e os 14 anos.
As inscrições devem ser efetuadas na secretaria das Piscinas Municipais de Anadia, sendo o valor da inscrição de 20 euros, por período.

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Câmara Municipal de Vagos associa-se à “hora do planeta”


No próximo dia 19 de março de 2016 toda a iluminação do exterior do edifício da Câmara Municipal de Vagos, do Palacete Visconde de Valdemouro, da Biblioteca Municipal e do Centro Escolar de Fonte de Angeão será desligada por 60 minutos, entre as 20h30 e 21h30, numa associação à iniciativa mundial “Hora do Planeta”. Além desta iniciativa, o município compromete-se, em 2016, continuar com a introdução de tecnologias de eficiência energética na iluminação pública.

Esta é uma iniciativa, em parceria com a WWF, que pretende estimular indivíduos, empresas e comunidades a tomarem medidas para reduzir as suas emissões de carbono numa base contínua e diária. Indivíduos, empresas, governos e comunidades de todo o mundo são convidados a desligar as suas luzes, por uma hora, no sábado, 19 de março de 2016, precisamente às 20h30, para mostrar o seu apoio à ação ambientalmente sustentável.

A Hora do Planeta 2016 irá juntar centenas de milhões de pessoas de todo o mundo, inde-pendentemente da raça, religião, cultura, geografia, numa ação simbólica em defesa do ambiente, um momento único de contemplação do planeta e celebração do compromisso de protege-lo durante todo o ano.

Este é o décimo ano que o mundo fica às escuras em sinal de apoio a uma iniciativa que começou em Sydney, em 2007, e que é hoje o maior evento mundial de ação ambiental. Em 2015, a Hora do Planeta chegou a 172 países e territórios, a mais de 8000 cidades e vilas. Em Portugal, 118 municípios aderiram e centenas de monumentos emblemáticos nacionais ficaram às escuras, como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo Rei, em Lisboa e o Convento de Cristo, em Tomar. Em 2016 , a Hora do Planeta pretende aproveitar o poder dos seus milhões de adeptos em todo o mundo contra as alterações climáticas.

Assim, Câmara Municipal convida todos a desligar as luzes pela “Hora do Planeta”, durante as 20h30 e 21h30, do dia 19 de março, mostrando o seu apoio e compromisso com esta causa.

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Águeda finalista do Prémio Boas Práticas de Participação


O Município de Águeda é um dos cinco finalistas do Prémio Boas Práticas de Participação, pelo que se convidam todos a votar no Orçamento Participativo de Águeda entre 1 de fevereiro e 18 de março de 2016.
O prémio de Boas Práticas de Participação, lançado no passado mês de outubro, inserido numa iniciativa da Rede de Autarquias Participativas, tem como objetivo tornar-se um incentivo à implementação, disseminação e valorização de práticas inovadoras de democracia participativa em Portugal.
Após apuramento dos cincos finalistas, anunciados a 21 de janeiro, decorre agora a fase de votação pública ao qual todas e todos são chamados a votar. Cada uma destas fases, votação do júri e votação pública, terá um peso de 50% na pontuação final.
Cada votante dispõe de dois votos, podendo votar uma vez ou duas em práticas distintas. A votação requer uma verificação com os seguintes passos:
1. Criação de um login gratuito em 30 segundos na plataforma D21: https://www.d21.me/vote/VkB4p5gtx;
2. Validação do registo através do link que recebeu no seu email;
3. Entre na ligação fornecido para o boletim de votação;
4. Pode exercer o seu direito de voto.
Nas palavras de Gil Nadais, “o voto no Orçamento Participativo de Águeda é importante, pois reforça o trabalho coletivo da primeira edição deste processo de aprendizagem conjunta entre eleitos e eleitores, que assumiu o desafio de contribuir para uma intervenção informada e responsável dos cidadãos nos processos governativos locais, o que teve reflexo numa participação em força dos aguedenses para uma efetiva correspondência entre as preocupações de cada cidadão e o bem-estar e aspirações coletivas, na perspetiva de que o contributo de todos é fundamental para obtermos um concelho melhor, mais inclusivo, mais ‘seu’ no sentido de ‘orgulho de ser Águeda’”.

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Anadia: Pedido de prorrogação de prazo de empreitada incendeia reunião de executivo


O pedido de prorrogação do prazo de execução da empreitada designada por “Requalificação da via de acesso à ZI de Alféloas – ligação da EM 334 Avelãs de Caminho” gerou um aceso debate na última reunião de executivo da Câmara Municipal de Anadia, tanto mais que no final, este ponto só foi aprovado com quatro votos a favor (edil Teresa Cardoso, vereadores Jorge São José, Jorge Sampaio e Lino Pintado). Os vereadores do PSD, Lígia Seabra e José Manuel Ribeiro abstiveram-se e o vereador Litério Marques votou contra a prorrogação do prazo.
Na origem deste pedido por parte do empreiteiro estão dificuldades financeiras do empreiteiro em negociar trabalhos a subempreitar, alegando ainda as grandes oscilações no preço dos betumes “que desequilibrou a orçamentação definida”, entre outras.
A edil Teresa Cardoso explicou a moldura do caso, as reuniões e contactos estabelecidos com o empreiteiro, defendendo a prorrogação do prazo como uma forma de acabar a obra “para bem de todos”, sobretudo de quem diariamente tem que passar naquela via ou trabalha naquela zona industrial.
Depois de levantadas inúmeras questões relacionadas com a legalidade da prorrogação de prazo da empreitada, o vereador Litério Marques defendeu que, sendo o mesmo empreiteiro que não concluiu a requalificação da via junto ao parque desportivo da cidade, a Câmara deveria rescindir a adjudicação pelos mesmos motivos. “A Câmara está a administrar dinheiro público”, disse, defendendo ser “demasiado grave aprovar uma prorrogação de prazo nestas condições, com esta confissão”, acrescentou ainda.
Sensível às dificuldades alegadas pela empresa, o vereador José Manuel Ribeiro, do PSD, realçaria que “os trâmites e disposições legais têm que ser inequivocamente cumpridos”, admitindo ter algumas dúvidas sobre esta prorrogação: “tenho dívidas que com esta prorrogação a Câmara esteja a cumprir todas as disposições legais. Tenho dúvidas que a Câmara possa pagar diretamente a um subempreiteiro e temo que o segundo classificado no concurso de adjudicação possa vir a reclamar, na justiça, que as regras não foram cumpridas e pedir uma indemnização à Câmara.” Razões que o levam a pedir uma fiscalização por parte da Câmara “mais ativa, persistente e pedagógica”.
“A questão legal leva-me a votar contra, mas não fico indiferente ao apelo da presidente para concluir a obra. Voto pela abstenção”, disse.
O vereador Jorge São José, também do PSD, avançou não ter dúvidas que a prorrogação do prazo vai ao encontro do interesse da Câmara: “no pressuposto de que é possível, voto a favor. Não tenho qualquer motivo para não acreditar na legalidade do que vamos aprovar”, concluiu.

Catarina Cerca

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Anadia: Vereador apresenta voto de louvor “envenenado” a chefe de divisão


O vereador Litério Marques apresentou, na última reunião de executivo, uma insólita proposta de louvor a um chefe de divisão da autarquia anadiense. Uma proposta de louvor, no mínimo, irónica, no sentido em que visa obrigar a edil Teresa Cardoso a apurar responsabilidades em diversas situações que defende terem de ser esclarecidas “até às últimas consequências”.
O mal-estar durante a reunião de executivo foi por demais evidente, agravado pelo facto de também o vereador José Manuel Ribeiro, do PSD, ter, em certa medida, acompanhado o vereador Litério Marques pelo menos no que à necessidade de apurar responsabilidades e factos diz respeito.
O insólito aconteceu quando o vereador Litério Marques apresentou a proposta de louvor na sequência de uma notícia publicada pelo Jornal da Bairrada, em que numa entrevista, um presidente de Junta de Freguesia do concelho tece elogios a um chefe de divisão da autarquia anadiense.
De uma forma sarcástica, o ex-presidente do município anadiense, agora vereador eleito pelo MIAP, apresentou, por escrito, os fundamentos da dita proposta de louvor, não elogiando mas fazendo acusações a um chefe de divisão da autarquia com quem trabalha há vários anos. No entanto, a proposta de louvor visa ainda outros funcionários por alegados comportamentos menos corretos.
“Na notícia o presidente da Junta identifica de forma clara o técnico enumerando as suas virtudes, sabedoria, experiência e conhecimentos”, disse, argumentando que sendo responsável por essa divisão lhe ficaria mal “não propor um louvor e, ao mesmo tempo, registar ao senhor presidente da Junta o meu agradecimento por me ajudar a corrigir tão flagrante desatenção e quem sabe até injustiça”.
Mas, é nos fundamentos do louvor “envenenado” que Litério Marques enumera um conjunto de acusações, através de dois exemplos: o caso da obra de requalificação urbana da zona envolvente ao Complexo Escolar e Desportivo de Anadia. Uma obra onde terá sido gasto, numa faixa de rodagem, mais de 60 camionetas de betuminoso em pouco mais de duzentos metros, o que equivale a mais de 53 mil euros. Uma obra com falhas e em relação à qual diz que a fiscalização ainda não se pronunciou. Outro exemplo, será uma alegada reunião no parque das merendas de Mogofores, que terá sido feita com a presença do referido chefe de divisão.
Segundo Litério Marques, reuniões que acontecem “praticamente todas as sextas-feiras com a presença de empreiteiros, dirigentes desportivos, fornecedores, trabalhadores municipais e até presidentes de junta”, acusando ainda trabalhadores municipais de “entrarem muitas vezes pelas traseiras do edifício municipal, sem fazer qualquer controlo de presenças.”
Continuando o rol de acusações, disse “não ser rara a presença de viaturas municipais estacionadas, depois das 15h, no referido parque”, assim como deu conta da “existência de pessoal a trabalhar para o município sem qualquer tipo de contrato, com máquinas e até vestuário do município.”

Edil escusou-se a alimentar polémica. A Litério Marques, a edil Teresa Cardoso avançou não ter muito a dizer: “Recebemos a sua proposta. Toda a gente entende o que se está a passar”, constatou Teresa Cardoso, sublinhando que terá até ao final do mandato para avaliar a atuação dos técnicos e chefes de divisão. Evitou, desta forma, alimentar uma polémica que Litério Marques teimou em manter durante mais algum tempo, naquela sessão. O vereador deixaria claro que continuará a fazer o que acha ser sua obrigação: “Há coisas que descobri e que não fazem parte deste louvor. Ficam para a próxima”. A seu ver, sendo estas questões públicas, têm que ser investigadas até às últimas consequências, caso contrário “tenho o direito de pensar que a senhora sabe e que não se importa”.
Na ocasião, também o vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, perante as acusações proferidas, alertou para a questão da fiscalização de algumas obras, nomeadamente as realizadas nas imediações do estádio e do complexo desportivo, referindo que a ser verdade o que o vereador Litério Marques disse, “a Câmara deve proceder rapidamente ao levantamento de um relatório exaustivo em relação ao que ali se passou”. Já em relação aos técnicos da autarquia, o vereador do PSD continuou: “presumindo que o que o professor Litério diz é verdadeiro, este executivo não pode ficar indiferente ao facto de, em horário de trabalho, técnicos da autarquia estarem a executar outras funções”. José Manuel Ribeiro defendeu mesmo que a ser verdade que o Professor Litério tem provas sobre alegadas irregularidades cometidas, “a presidente deve averiguar se são ou não verdade”.
Catarina Cerca

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S.L.Bairro: Fábrica da Igreja recebe apoio da câmara municipal


O executivo da Câmara Municipal de Anadia aprovou, na última reunião de executivo, conceder ao Conselho de Pastoral Paroquial de S.Lourenço do Bairro um subsídio de dez mil euros para que esta entidade possa fazer face aos gastos com a aquisição de terreno destinado à construção de uma infraestrutura de vulto que possa apoiar e servir a comunidade na oferta de um vasto leque de atividades/valências de âmbito religioso, civil, cultural e social, nomeadamente salas de catequese, apoio aos escuteiros, capela, salão paroquial, entre outros.
O prédio, adquirido por 30 mil euros, localiza-se na Rua das Flores, no lugar e freguesia de S.Lourenço do Bairro, confinante com a extensão de saúde.
Este subsídio seria aprovado por unanimidade, ainda que o vereador Litério Marques entenda que o subsídio “fica aquém do desejavel” face ao esforço da população para a aquisição do terreno em causa.

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Câmara de Oliveira do Bairro com novo horário


Os vários serviços de atendimento ao público da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro têm novos horários, que entraram em vigor no dia 4 de janeiro.
Os serviços de atendimento localizados no edifício da Câmara Municipal funcionarão entre as 9h e as 16h30, sem interrupção para almoço. Também o Espaço do Cidadão de Oliveira do Bairro, instalado no Quartel das Artes Dr. Alípio Sol, funcionará no mesmo horário, entre as 9h e as 16h30, sem interrupção para almoço. Os restantes Espaços do Cidadão do concelho, em Oiã, Palhaça e Troviscal e que funcionarão uma vez por semana, estarão abertos das 9h às 13h e das 14h às 16h30. Relembramos que o Espaço do Cidadão de Oiã funciona à 5.ª feira, o da Palhaça à 3.ª feira e o da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa à 2.ª feira.
Relativamente à Biblioteca Municipal de Oliveira do Bairro e aos Polos de Leitura de Oiã, Bustos, Troviscal e Mamarrosa também haverá alterações. À 2.ª feira o horário será das 14h às 18h30. De 3.ª feira a 6.ª feira funcionarão entre as 10h e as 12h30 e entre as 14h e as 18h30 e ao sábado estarão à disposição do público entre as 10h e as 12h30.
As Piscinas Municipais vão abrir de 2.ª a 6.ª feira às 7h30, encerrando às 22h. Ao sábado, estarão a funcionar entre as 9h e as 13h e das 15h às 19h.
Por fim, o Quartel das Artes Dr. Alípio Sol (QA) terá a bilheteira aberta de 2.ª a 6.ª feira, entre as 10h30 e as 13h30 e entre as 14h30 e as 18h30, nos dias em que não tiver qualquer espetáculo ou evento. Nos dias da semana em que o QA tiver algum espetáculo ou evento até às 22h, o horário para esse dia será das 13h30 às 17h e das 18h30 às 22h. Para os mesmos dias mas se contar com um espetáculo ou evento até às 23h30, o horário desse dia passará a ser das 14h30 às 18h e das 20h às 23h30. Nos sábados em que esteja programado um espetáculo ou evento, o espaço estará aberto entre as 14h30 e as 18h e entre as 20h e as 23h30, encerrando na 2.ª feira seguinte.

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Câmara entrega 98.858 euros para apoiar 1489 jovens atletas


A Câmara Municipal entregou, na penúltima terça-feira, 98.858 euros de subsídios aos clubes do concelho para apoio às camadas jovens, mormente a 1489 atletas. A entrega dos apoios foi feita numa cerimónia que decorreu na sala de reuniões da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, onde ainda foram entregues mais cerca 100 mil euros a outras coletividades não desportivas.
O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, começou por agradecer a presença e a pontualidade dos dirigentes das coletividades presentes, dando conhecimento que a Federação Portuguesa de Futebol tem em curso um regulamento de atribuição de apoios para obras. “Sei que a Associação de Futebol de Aveiro convocou os clubes e as coletividades do concelho para uma reunião, mas só uma associação é que esteve presente, daí que seja conveniente que todos os diretores se informem do que pode ser apoiado ou não, já que naquilo que possa ser apoiado por esta via e que a Câmara Municipal tenha conhecimento que as respetivas associações não se tenham candidatado, a autaquia reserva-se ao direito de não apoiar”, justificou.
Apoios. O autarca referiu que “pela primeira vez na história do poder local em Oliveira do Bairro, os subsídios a atribuir às associações para a formação desportiva foram aprovados em data que nos colocará em condições de efetuar esses pagamentos nos meses de janeiro, fevereiro e março, facto que certamente facilitará a gestão dessas coletividades, refletindo o nosso esforço em adequar a entrega dos subsídios à época desportiva e não ao ano civil, conforme era habitual”.

Aumento de subsídios. Mário João defendeu ainda que “é muito importante que as pessoas tenham conhecimento dos apoios que a Câmara Municipal dá às coletividades, já que nestes dez anos, que levo com as minhas equipas, no que diz respeito ao apoio às camadas jovens, nós mais do que quadruplicamos os apoios que existiam quando tomamos posse”.
“Não o fizemos pontualmente este ano, mas temos feito ao longo destes dez anos. Fomos subindo e nivelamos por cima”, explicou Mário João Oliveira, sublinhando que “os apoios foram aumentados num período de conjuntura difícil”. “É neste contexto, neste enquadramento, que a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro tem feito esforços”, afirmou o edil, garantindo que “o grau de exigência que a Câmara Municipal implementou antes da atribuição dos subsídios vai ser mantido”.

Formação de qualidade. Acrescente-se que na reunião de Câmara, que antecedeu a entrega dos subsídios, o vereador António Mota, pessoa ligada ao movimento associativo, defendeu que “a entrega dos subsídios é uma matéria que tem que ser bem cuidada, porque estamos a verificar, nos dois últimos anos, um acréscimo significativo em termos da qualidade da formação”. “Não há dúvidas de que quem acompanha este processo e as galas de desporto, verifica que a nossa formação tem muita qualidade. É sinal que temos muitos títulos nacionais e distritais”, reforçou António Mota. “Acho que este município deve continuar a apoiar de forma decisiva a formação, por forma a que os campeões comecem a surgir nesta área da formação. Nunca nos vamos arrepender de não apostar nesta área e só vamos conseguir ser campeões se tivermos grandes atletas na formação.”

Subsídios às associações desportivas
OBSC, 18.201,36 euros; Atómicos Sport Clube, 5.081,53 euros; AD Oiã, 3.054,08 euros; DG Águas Boas, 9.157,39 euros; ADREP, 22.584,10 euros; Frei Gil Voleibol, 24.980,85 euros; AP Wing Chun, 0 euros; UD Silveiro, 1.064,25 euros; AD Vilaverdense, 354,75 euros; Adercus, 11.484,00 euros e APECOB, 2.896,05 euros.

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