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Amoreira da Gândara: Mais 9 mil euros para a obra da Casa do Povo


No último sábado, a Casa do Povo de Amoreira da Gândara realizou, pelo quarto ano consecutivo, um almoço de angariação de fundos para as obras de ampliação e remodelação das instalações destinadas ao Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário. Participaram cerca de 300 pessoas, tendo envolvido ainda 35 pessoas (entre colaboradoras e serventes). Devido ao tempo incerto, o almoço não se realizou no agradável jardim da Instituição, mas nas novas infraestruturas. Assim, apesar de inacabado, foi uma forma dos convidados desfrutarem e conhecerem o novo espaço.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, esteve presente e deixou um incentivo às obras da instituição, disponibilizando-se a ajudar na agilização dos processos burocráticos que têm surgido e a apoiar, na medida do possível, esta iniciativa.
O presidente da Casa do Povo de Amoreira da Gândara, Manuel Ferreira, referiu que, mais do que dizer quando irá acabar a obra, prefere reforçar que a mesma já começou e esse era o pior passo. “Prefiro não avançar com datas, pois depende exclusivamente da disponibilidade financeira existente”, disse, garantindo que de momento se estão a canalizar esforços para finalizar a 1.ª fase até ao fim do ano, o que permitirá aos idosos começar a usufruir de uma parte das novas instalações.
O presidente da direção reforçou que “estamos conscientes de que existe um longo caminho a percorrer, mas estamos melhor hoje do que há quatro anos e para o ano estaremos com certeza melhores do que hoje”.
Frisou que “a Casa do Povo é a instituição do concelho de Anadia que possui as piores infraestruturas, o que não a impede de estar sempre lotada ao nível das respostas para idosos”, devido aos serviços prestados e “ao seu capital humano”.
A obra em curso “vai minorar as dificuldades, criar oportunidades e responder de forma mais realista às exigências de cada idoso; vai melhorar os serviços e ser uma aposta na sustentabilidade e na garantia da qualidade de vida dos futuros beneficiários e familiares”. Nos agradecimentos, o presidente evocou o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, que atribuiu dois subsídios determinantes para o início da obra e também na sua continuidade. Aproveitou para agradecer o apoio da Câmara e manifestou a sua gratidão às colaboradoras da instituição, pelo esforço e empenho, aos fornecedores, aos sócios, clientes e a todos os presentes. Ficou também verbalizado o apreço da instituição pelos serventes que ajudaram no almoço, de forma voluntária.
Já o vice-presidente da direção, Luís Ferreira, enfatizou estarem ali pessoas não apenas de Anadia, mas também de Oliveira do Bairro, Vagos, Águeda, Cantanhede e agradeceu a todos os que não puderam estar, mas contribuíram.
O vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, verbalizou que não vira as costas a esta iniciativa, porque continua a acreditar nela.
A festa continuou com muita animação, tendo a instituição angariado cerca de 9 mil euros, verba que será canalizada para as obras de ampliação e remodelação.

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Amoreira da Gândara: Almoço de angariação de fundos para a Casa do Povo


A Casa do Povo de Amoreira da Gândara realiza o 4.º almoço de angariação de fundos da instituição, já no próximo dia 28 de junho, pelas 13h.
A realização deste almoço surgiu, desde a sua génese, com o único propósito de angariar fundos para serem exclusivamente canalizados para as tão necessárias obras de ampliação e remodelação da instituição.
De facto, as obras já iniciaram e têm continuado consoante a disponibilidade financeira existente. Neste momento, está em curso o investimento de um subsídio no valor de 170 mil euros atribuído pelo Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, estimando-se que este seja desbloqueado até final de agosto.
Contudo, ainda existe um longo caminho a percorrer, o que exige uma luta persistente e focalizada.
A verdade é que este último subsídio não irá permitir finalizar a 1.ª fase da obra, que se prende com a ampliação, e é para aqui que estão direcionados todos os esforços, sendo desejo da direção da Casa do Povo concluir esta parte até ao final do ano, para que os idosos desta instituição possam já começar a usufruir das novas instalações, que permitirão oferecer-lhes melhores condições físicas e adaptadas às suas necessidades.
Pela obra que está em causa e pelos benefícios que trará à população na melhoria da sua qualidade de vida, a direção apela à participação da população, utentes e amigos, neste convívio.
A presença neste almoço deve ser comunicada através do contacto telefónico 231596450, com indicação do nome e número de pessoas presentes.

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Amoreira da Gândara: Casa do Povo recebe subsídio de 170 mil euros da tutela


A Casa do Povo de Amoreira da Gândara encontra-se a fazer obras de ampliação e remodelação das suas instalações destinadas à terceira idade, nomeadamente às respostas de Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário.
Tendo em conta que as infraestruturas existentes são muito antigas, exíguas e desadaptadas ao fim a que se destina, estas obras têm como objetivo criar condições para os idosos, assim como criar condições de trabalho às colaboradoras. Um outro objetivo, e não menos importante, passa por adquirir a licença de utilização que irá colocar a instituição na legalidade, o que lhe dá maior probabilidade de crescimento futuro.
Na sequência de um pedido de ajuda que a Casa do Povo fez ao Ministério da Solidariedade e da Segurança Social tendo ainda, em 2011, sido contemplada com o montante de 52.200 euros, o que constituiu uma ajuda importante para o arranque desta obra, a instituição conseguiu investir, em 2012, cerca de 120 mil euros. No ano passado, o deputado Raúl Almeida e o presidente da concelhia do CDS-PP/Anadia, Tiago Castelo-Branco, numa visita às instalações da instituição e colocando-se ao corrente das dificuldades sentidas, aconselharam a direção da Casa do Povo a fazer novo pedido de subsídio ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, deixando a garantia de que a instituição poderia contar com o apoio de ambos, que colocariam o Ministro a par da real situação da instituição. Neste sentido, no final de 2012 foi feito novo pedido ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social e “foi com grande entusiasmo que chegou já este mês a resposta de atribuição de uma verba no valor de 170 mil euros.”
Segundo a direção, “trata-se de um incentivo muito importante para todos nós não apenas pelo seu valor monetário, mas também pela motivação e ânimo que traz para acreditar neste projeto”. A Casa do Povo considera ser um incentivo que constitui também um reconhecimento pela necessidade desta obra e é sempre reconfortante verificar que o cariz social e humanitário ainda está presente e que ainda existem iniciativas que apostam nesta missão.
Este montante, referem, “irá permitir concluir a primeira parte da obra que se destina à ampliação da instituição”, calculando a direção que, em fevereiro de 2014, os idosos já passarem a usufruir do espaço do novo edifício, o que constitui grande melhoria à qualidade na prestação de serviços.
Assim, as novas instalações serão equipadas com a sala de estar dos idosos, a sala de atividades, as casas de banho, nomeadamente de apoio à higiene corporal, gabinetes técnicos e administrativos. Será de facto o edifício que terá um maior impacto na prestação direta dos serviços a esta faixa etária e que já vai ser possível a partir do primeiro trimestre do próximo ano.
Este constitui um sonho antigo que agora começa a ganhar forma, em grande parte devido ao apoio do Ministério da Solidariedade que, no total, atribuiu 222.200 euros para este fim.
Ficará por concluir a parte respeitante à remodelação que integra o refeitório, a cozinha, os vestiários das colaboradoras e a lavandaria.

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Casa Povo Am. Gândara: Almoço convívio a favor das obras de ampliação e remodelação


A Casa do Povo de Amoreira da Gândara vai realizar, no dia 15 de junho, um almoço de angariação de fundos a favor das obras de ampliação e de remodelação da instituição.
O almoço, se o tempo o permitir, irá decorrer no jardim acolhedor das instalações, caso contrário será realizado debaixo de telha.
O valor angariado reverte exclusivamente para as obras de ampliação e remodelação do edifício destinado à Terceira Idade, sendo aliás esta a única finalidade do almoço que conta já com a sua 3.ª edição.
De momento, já foram investidos nesta beneficiação 118 mil euros, contando a Direção conseguir juntar algum montante para, ainda este ano, poder avançar mais um pouco na concretização deste sonho.
É de realçar que a obra ultrapassa os 523 mil euros (mais IVA), pelo que ainda existe um longo caminho a percorrer para a sua conclusão.
Contudo, mesmo com as dificuldades que todas as instituições atravessam, de forma generalizada, a Casa do Povo está bastante determinada em trabalhar para finalizar esta obra, sendo a aposta na terceira idade uma prioridade que a todos preocupa.
“De facto, todos nós, além de termos familiares nesta faixa etária, também um dia haveremos de lá chegar, ambicionando uma velhice com qualidade de vida” referiu a JB a diretora, Andreia Pêgo, da Casa do Povo de Amoreira da Gândara.
O almoço, que terá animação, será iniciado às 13h, prolongando-se pela tarde fora, pelo que a instituição conta com a presença de todos, podendo a reserva ser feita para o 231 596 450.

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Amoreira da Gândara: Cortejo dos Reis Magos para ajudar Casa do Povo


No próximo dia 14 de abril, a Comissão de Festas do Imaculado Coração de Maria em parceria com a Casa do Povo de Amoreira da Gândara, irá organizar o cortejo dos Reis Magos, ficando desde já toda a população convidada a assistir e acompanhar este acontecimento que nos remete para tempos passados e que deve ser preservado pelo encanto que alberga. Será um dia a desfrutar de forma diferente e que irá aquecer os corações dos presentes.
Os Reis Magos iniciam-se às 9h e terão o seguinte percurso:
9h – Relvada – Aparição da Estrela, encontro dos Pastores com o Anjo e aparição dos Reis Magos
Madureirinha – Cabana do Velho Semeão – Aparição do Anjo
Madureira – Fonte de Elias, encontro do Hassaf com Ibraim e Discípulo com aparição da Cigana
Campo de Futebol – Repasto (Febras no pão com 1 bebida: 2,00 €)
Largo Manuelzito Rodrigues – Palácio de Heródes, Chegada dos Reis Magos ao Palácio e conversa entre Heródes e Reis Magos
Largo da Igreja – Belém – Chegada dos Reis e Comitiva, Presépio com Maria José e o Menino, Adoração ao Menino
No final, este tradicional cortejo será colmatado com o Leilão das Oferendas.
No âmbito de repasto, para quem não pretender deixar para o dia, as senhas para sandes e bebidas encontram-se já à venda em Amoreira da Gândara nos seguintes estabelecimentos: Café Amoreirense, Café Cruzes, Café Ferreira, Padaria e Pastelaria Torrão de Açúcar, Tasquinha do Gala, Minimercado Cruzeiro e Minimercado La Rochelle. Uma sande com uma bebida custa o preço simbólico de 2,00 €, pelo que fica aqui o apelo para que todos possam comparecer.
Avisa-se a população que hoje e sábado, dias 12 e 13 de abril, respetivamente, a organização irá passar pelas casas para recolher as oferendas. Contamos com a colaboração de todos para o sucesso deste evento.

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Obra vai melhorar a qualidade de vida dos idosos da freguesia de Amoreira da Gândara


No próximo dia 26 de maio, a Casa do Povo de Amoreira da Gândara vai promover um almoço de angariação de fundos para as obras de ampliação e remodelação das suas atuais instalações. O evento marca o início de uma nova fase na história da Casa do Povo, mas servirá também para assinalar a comemoração dos 40 anos da instituição.
Manuel Ferreira, presidente da direção, avança que as obras em curso visam “criar condições de funcionamento dignas e adequadas às necessidades dos atuais e futuros beneficiários”.

Em que pé estão as obras para ampliação e remodelação do Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário da Casa do Povo de Amoreira da Gândara?
As obras foram iniciadas muito recentemente, mas estão a andar a um bom ritmo. Finalmente, ao fim de cerca de oito anos, foram ultrapassados todos os trâmites burocráticos com que nos vínhamos a confrontar. Foi um processo bastante duro e delicado que nos custou até à data cerca de 27 mil euros em documentos, projetos e licenças. Agora, a instituição vê finalmente nascer a obra que vai mudar o futuro dos nossos idosos em rumo a uma melhor qualidade de vida.

Para quando a inauguração?
O ideal seria dentro de dois anos fazermos a inauguração, contudo temos consciência que esse é um objetivo pouco realista e, por isso, acrescentámos na cláusula do contrato que este prazo poderia ser prolongado consoante a disponibilidade financeira da instituição. Pelo facto de não possuirmos licença de utilização, a instituição não se pode candidatar a projetos que financiem esta obra. Assim sendo, tudo vai depender do tempo que a Casa do Povo demorará para angariar o montante de 523.470 euros (sem IVA), valor pelo qual foi adjudicada a obra e que a instituição não consegue amealhar exclusivamente com fundos próprios.

Pensam fazer entretanto novo almoço para angariação de fundos?
Sem dúvida que sim. A Casa do Povo nunca fez absolutamente nada para angariar fundos, tendo começado apenas há cerca de dois anos através da realização de algumas atividades e eventos com esse fim. O primeiro almoço de angariação de fundos ocorreu no ano passado e o balanço foi bastante positivo, pelo que temos previsto realizar um almoço com este fim todos os anos. Este segundo almoço, a realizar já no próximo dia 26 de maio, além de marcar o início de uma nova fase na história da Casa do Povo devido ao início das obras, vem também assinalar a comemoração dos 40 anos da instituição.

De que forma esta obra será uma mais-valia para a população?
A instituição está localizada num meio rural, com uma população envelhecida e daí que a nossa prioridade recaia na terceira idade que tem apresentado problemas cada vez mais complexos. Pretendemos, assim, criar condições de funcionamento dignas e adequadas às necessidades dos atuais e futuros beneficiários. Neste sentido, as novas instalações irão permitir apostar numa maior diversidade de serviços que respondam mais adequadamente às necessidades da população.
Por este motivo, considerarmos que todos são uma parte interessada no crescimento da nossa instituição, tendo em conta que em todas as famílias existem ou poderão vir a existir idosos. Esta obra não é um capricho nosso, é do interesse de todos. De facto, trata-se de uma obra que além de necessária é obrigatória, pois sem ela não conseguimos responder aos requisitos mínimos legais de funcionamento e, consequentemente, não conseguimos a licença de utilização, o que poderá determinar o encerramento da instituição, com todas as consequências que comporta para os nossos colaboradores, clientes e familiares.
Com a conclusão da obra teremos mais oportunidades de crescimento e consideramos que o nosso crescimento também representa o crescimento social e económico da freguesia.

Que outros projetos tem a instituição em vista, a curto, médio e longo prazo?
A curto prazo temos uma candidatura para formação interna destinada às colaboradoras da instituição e ainda possuímos uma candidatura para um curso EFA (Educação e Formação de Adultos) destinado a pessoas desempregadas da comunidade. Mas a verdade é que o nosso projeto prioritário passa pela ampliação e remodelação do Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário. Para o conseguirmos concretizar, a instituição está a concentrar aqui todos os seus esforços, tendo vindo a realizar atividades e tendo ainda algumas previstas até ao fim do ano com o objetivo de angariar fundos. Apenas com esta obra conseguiremos iniciar um novo ciclo de desenvolvimento que nos permite obter a licença que irá colocar-nos na legalidade e extinguir os entraves burocráticos de acesso a novos projetos. Depois desta fase será muito mais fácil o acesso futuro a financiamento para pensarmos num outro projeto, este a longo prazo: a construção do Lar. É por este motivo que a obra ficará com uma estrutura preparada para futuramente se proceder à construção do Lar no piso superior, sendo esta também uma lacuna na freguesia com tendência para se agravar.

Quais as principais dificuldades com que a instituição se tem deparado diariamente?
As nossas grandes dificuldades passam pelas instalações antigas, deterioradas e desadaptadas face aos serviços que são prestados e ao número de clientes a quem damos apoio. Se pensarmos que ao nível da terceira idade o Centro de Dia e o Serviço de Apoio Domiciliário surgiram com cinco clientes cada e que, neste momento, as mesmas infraestruturas servem para apoiar 40 idosos em Centro de Dia e 50 em Serviço de Apoio Domiciliário, percebemos a urgência da execução desta obra.
É de realçar que a instituição não possui licença de utilização, sendo esta apenas dada no fim da obra. Contudo, por controverso que seja, a falta deste documento impede a nossa candidatura a qualquer projeto, inviabilizando a execução da obra com apoios. Vemos muitas vezes instituições a candidatarem-se a projetos de grande envergadura e a crescerem cada vez mais e nós que necessitamos tanto, vemos as nossas instalações a deteriorarem-se de dia para dia com gastos cada vez mais elevados ao nível da sua manutenção.

A resposta à terceira idade é a vossa maior dor de cabeça?
Constatamos também, cada vez mais, maior especificidade nos serviços solicitados pela população e confrontamo-nos com falta de recursos para dar resposta a alguns deles. Efetivamente, as problemáticas que vão surgindo associadas à terceira idade lançam-nos desafios diários aos quais pretendemos dar resposta. Com todos estes constrangimentos, existe uma luta diária e um grande esforço de todos os colaboradores para dar respostas adequadas.
De facto, as nossas dificuldades não passam só pela falta de condições que temos para os nossos clientes, mas também pela falta de condições físicas para os nossos colaboradores. Podemo-nos, contudo, congratular por possuir uma equipa de colaboradores bastante motivada, que faz com que consigamos cativar os nossos clientes, mesmo não tendo as infraestruturas minimamente apelativas ou adequadas, o que significa que dispomos de menores recursos, mas revelamos méritos e capacidades.
Por outro lado, somos confrontados com atrasos mais frequentes no pagamento das mensalidades, fruto das dificuldades que as famílias apresentam face à atual conjuntura socioeconómica. Apesar deste cenário, não se tem verificado diminuição no número de clientes, o que demonstra que a instituição constitui um bem precioso que mesmo com o decréscimo de rendimentos as famílias não querem ou não podem prescindir.

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Casa Povo Av. Caminho: Gestão sustentada para dinamizar o maior número de atividades


A Casa do Povo de Avelãs de Caminho completa, no próximo dia 11 de maio, sexta-feira, 75 anos de existência (Bodas de Diamante).
A data será assinalada com missa e jantar comemorativo.
Em entrevista, Jaquelina Santos, presidente da direção, faz um balanço muito positivo destes 75 anos de vida da Casa do Povo, dando a conhecer alguns projetos que serão desenvolvidos ao longo do ano, tendo em vista o envolvimento e união da população.

De que forma vão assinalar os 75 anos da instituição?
Será realizada, no dia 11, uma eucaristia de ação de graças pelos 75 anos e em memória de todas as pessoas que se dedicaram à instituição, pelas 19h30h. Posteriormente, será o jantar de comemoração no salão da Casa do Povo com abertura solene, ao som da Banda Nova Juvenil de Fermentelos que graciosamente ficará a abrilhantar o jantar. Esta comemoração está aberta a toda a população, mas em especial a todas as pessoas que de alguma forma estão ou estiveram ligados à Casa do Povo.

Numa altura em que muitas Casas do Povo já foram extintas, como é que esta resistiu ao passar do tempo?
Com o 25 de Abril, veio a extinção das Casas do Povo no conceito em que existiam. Algumas pessoas resolveram com muito boa-vontade continuar um projeto em que se mantivessem as instalações e algumas atividades, graças à “carolice” e empenhamento voluntário.
Não nos podemos esquecer que o salão da Casa do Povo continua, para bem e para mal, a ser a “sala de visitas” de Avelãs. Continua a ser solicitada para realizar bodas de casamento, bailes, eventos de solidariedade.
Mas teve, a dado momento, que se fazer uma espécie de paragem, clarificar os objetivos, legalizar os estatutos e formar uma verdadeira associação.
Resistir, hoje, significa que a Casa do Povo é de todos em geral mas sobretudo dos sócios e daqueles que se sentem corresponsáveis pelo seu funcionamento.

Qual é hoje o principal propósito da sua existência?
Atualmente temos cerca de 400 sócios. A estes sócios vai ser proposta, brevemente, a renovação do seu “sim” ao modelo associativo. O principal propósito, neste momento, é dinamizar o maior número de atividades, tendo em conta uma gestão sustentada.
Pretendemos que a população de Avelãs se envolva e partilhe o seu tempo livre, as suas ideias e projetos e nos ajude a concretizá-los e a disponibilizá-los a todos.

Quais as atividades previstas para os próximos meses?
Começámos, logo em janeiro, com uma matiné de teatro levada a cabo por atores de Avelãs. As atividades programadas são: o desfile de Vestidos de Noiva com mais de 20 anos. Acreditamos que, apesar dos quatro desfiles, ainda existem mais vestidos e mais histórias para apresentar em mais um desfile; manter o curso de arraiolos, uma vez por semana, com vista a posterior exposição; promover o Programa “A caminho do Verão sem Barrigão”, a partir de junho porque durante o mês de maio temos a Casa do Povo ocupada com vários eventos e atividades; realizar o passeio cicloturistico, em junho, que é já uma tradição e que funciona como um excelente momento de convívio; realizar, em data a definir, workshops na área da saúde (provavelmente abordaremos o tema da DPOC, doença pulmonar obstrutiva crónica.,Osteoporose e Menopausa); realizar em agosto, a Festa do Emigrante com o objetivo juntar todos os nossos conterrâneos que, ao longo do ano, estão espalhados por esse mundo fora, partilhando histórias e divertindo-se ao som do nosso “TV5 dos Pobres”; promover o espetáculo “Os Talentos de Avelãs”, para revelar alguns dos talentos que temos na área da música, da canção, da representação, da poesia e da dança; realizar uma exposição de colecionismo, depois do verão. Todos os avelences estão convidados a partilhar a sua coleção nas mais diversas áreas (moedas, selos, calendários, postais, garrafas, chavenas, etc).
A secção Columbófila tem várias provas agendadas e a realização de mais um almoço-convívio que conta com a participação de columbófilos de todo o país para leilão de pombos e entrega de prémios.
A secção de Ciclismo realiza e participa em provas contra-relógio e anualmente organiza uma peregrinação ao Santuário de Fátima para atletas e familiares.

A equipa que hoje dirige a Casa do Povo está disponível para continuar?
Estar à frente de uma direção exige muita disponibilidade e capacidade de inovar para que se criem eventos capazes de levar a população a participar, a deixar o conforto da sua casa e a envolver-se nesta associação. Quatro anos seguidos provocam um desgaste em todos os elementos da direção porque estão continuamente a preparar novas atividades e novos eventos. Devia entrar “sangue novo”, com novas ideias e com disposição para “movimentar” esta casa.
Avelãs tem muitas pessoas capazes de formar uma direção e fazer um bom trabalho.

Quais as maiores dificuldades?
As principais dificuldades são as económicas. É difícil criar eventos e não ter dinheiro para os promover. Não podemos impor custos elevados às nossas atividades porque depois não teríamos participantes. Não fosse a boa-vontade, os beneméritos e uma gestão cautelosa, e não seria possível manter as portas abertas.

Qual o envolvimento da população às atividades desenvolvidas?
Temos tido sempre uma considerável adesão da população nas nossas atividades e o segredo parece estar na forma como vamos, aos poucos, envolvendo as pessoas.

Catarina Cerca

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Amoreira da Gândara: Dia grande na Casa do Povo


Perto de 380 pessoas estiveram presentes no almoço de aniversário da Casa do Povo de Amoreira da Gândara. O evento, que teve lugar no último sábado, nos jardins da instituição, serviu de angariação de fundos para as obras de ampliação e remodelação da instituição, que ultrapassam os 523 mil euros.
Em dia de festa, no almoço foram angariados 13 mil euros, contudo foram ainda obtidos mais 2.500 euros em donativos de pessoas que não compareceram mas que contribuíram para a obra. Portanto, no total, o 2.º almoço de angariação de fundos rendeu 15.500 euros, a que se pode somar ainda os 2.500 euros oferecidos pela Câmara Municipal de Anadia.
Entre os muitos amigos e convidados, não faltaram Litério Marques, presidente da Câmara Municipal de Anadia; Rui Almeida, deputado na Assembleia da República, eleito pelo Círculo de Aveiro do CDS-PP, que se fez acompanhar por João Tiago Castelo-Branco, presidente do CDS/PP Anadia; os presidentes da Assembleia da Freguesia e da Junta de Freguesia de Amoreira da Gândara, Mário Vidal e Joaquim Cosme, respetivamente.

Obra é indispensável. Em casa e rodeado por amigos, que se juntaram para não só celebrar o 40.º aniversário da instituição mas também o início das tão desejadas obras de ampliação, Manuel Ferreira lembrou a longa jornada da Casa do Povo, que começa agora uma nova etapa “rumo ao futuro”. As tão desejadas quanto urgentes obras de ampliação e remodelação demoraram oito anos a concretizar-se devido à burocracia, uma situação que colocou em risco a própria instituição.
“Esta obra é para melhorar a qualidade de vida dos idosos através da criação de condições de funcionamento que possam responder às suas necessidades atuais e emergentes, os familiares dos idosos que poderão contar com mais apoio e recursos por parte da instituição, mas também melhorar as condições laborais de todas as colaboradoras”, disse. Orçadas em mais de 520 mil euros (+IVA), as obras poderão ter de se prolongar por tempo indeterminado: “é um valor muito acima do que estávamos à espera e que a instituição não consegue amealhar exclusivamente com fundos próprios. O tempo de conclusão da obra irá depender da generosidade das pessoas, do montante que a instituição conseguir amealhar anualmente e, fundamentalmente, do poder político”, disse, dando conta que, após a finalização da obra, será possível adquirir a licença de utilização, “que vai ser determinante para a continuidade e crescimento da instituição, pois só assim nos poderemos posicionar em igualdade de oportunidades de acesso a novos projetos e de crescimento comparativamente com as outras instituições”, sublinhou Manuel Ferreira.
Agradecendo a generosidade dos amoreirenses mas também de todos aqueles que, não pertencendo a esta freguesia, entenderam ser uma causa nobre a defender, não deixou de destacar o montante (5 mil euros) atribuído em 2011, aquando do primeiro almoço de angariação de fundos, deixado pela Câmara Municipal de Anadia, auxiliando no pagamento do projeto. Também o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social atribuiu um subsídio no valor de 52.200 euros, que sem dúvida é uma preciosa ajuda para esta primeira etapa.
Na ocasião, Litério Marques realçou a presença de tanta gente amiga, vinda de freguesias e concelhos vizinhos, dando prova de “um grande espírito solidário” para com uma obra há muito desejada. Para o edil anadiense, é um facto que a Casa do Povo “serve e continuará a servir tanta gente”, sendo, a cada dia que passa, “mais precisa”.
O autarca não deixou de criticar também o deputado Rui Almeida por ter quebrado o protocolo, falando antes de todos os outros oradores, ausentando-se de seguida, tendo, no entanto, referido que “tudo fará para ajudar esta obra a vingar”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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