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Avelãs de Cima: Primeiro-ministro inaugura sexta-feira Centro Escolar


O primeiro-ministro inaugura no próximo, dia 10 de abril, pelas 16h, o novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho.
Depois do Presidente da República, em fevereiro último, ter presidido à inauguração do Centro Escolar de Sangalhos, o novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho – aberto desde o início deste ano letivo – vai ter honras de inauguração pelo chefe de governo.
Este novo equipamento escolar com capacidade para 288 alunos (máximo 336) oriundos das duas freguesias (Avelãs de Cima e Avelãs de Caminho) do concelho de Anadia, representou um investimento superior a 2 milhões e 300 mil euros.
O Centro Escolar começou a ser construído ainda no mandato de Litério Marques, na zona do Pinhal do Prior (Cêrca).
De igual forma, Pedro Passos Coelho vai presidir à sessão de apresentação do programa “Invest em Anadia”, que decorrerá pelas 18h, no Cineteatro de Anadia.

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Aguim: Presidente do Centro Social reconduzido no cargo


No passado dia 8 de janeiro foram eleitos, por unanimidade, os novos Corpos Sociais para o quadriénio 2015- 2018, no Centro Social de Nossa Senhora do Ó de Aguim.
O presidente Agostinho Luís Ferreira foi reconduzido no cargo por mais quatro anos, tempo que espera ser suficiente para levar a cabo mais um grande projeto: colocar em funcionamento uma Unidade de Cuidados para Doenças Mentais. O projeto existe mas só avançará mediante luz verde da tutela.
A JB revelou que, com a rede nacional de cuidados continuados parada, surgiu esta possibilidade, que seria muito útil à região, podendo a instituição aproveitar o projeto que tinha para a Unidade de Cuidados Continuados, que não avançou. A obra nascerá em terreno no prolongamento do Lar e é a grande aspiração deste mandato. Por outro lado, avança que ainda este mês a obra do salão polivalente vai começar. Um espaço que faz falta à localidade e à instituição, que passará a dispor de um local, com todas as condições, para a realização de atividades culturais e lúdicas. Orçado em 150 mil, euros será erguido em terreno onde atualmente se localiza parte do estacionamento.
A JB o presidente faz, por tudo isto, um balanço muito positivo dos últimos 12 anos em que esteve na liderança do Centro Social, na medida em que, com referiu: “temos conseguido uma excelente prestação nas respostas sociais”, assim como, “estamos também na fase final do processo de certificação de qualidade – nível B, que também é muito importante para a instituição”.
Os órgãos sociais ficam assim constituídos:
Direção
Presidente: Agostinho Luís Miranda Ferreira; Vice-Presidente: Vítor Manuel Piedade Timóteo; 1.º Secretário: Luís Pedro Bandarra Miranda Ferreira; 2.º Secretário: Joaquim de Sousa Afonso; Tesoureiro: Fernando de Jesus Fernandes; Vogais: José da Conceição Cipriano e Rogério Gomes Lavoura.
Assembleia geral
Presidente: Maria Teresa Rosmaninho Bandarra M. Ferreira; 1.º Secretário: Silvia Margarida Sousa Ferreira e 2.º Secretário: Susana Cristina Figueiredo Fernandes.
Conselho Fiscal
Presidente: Dino Heleno dos Santos Pinto; Vogais: Rui Fernando Portela Figueiredo e Carlos Manuel Fonseca Rodrigues.

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Três dias de festa no Centro Social de Oiã


O Centro Social de Oiã viveu intensamente três dias dedicados ao espírito de Nata, à festa em família, em convívio e partilha. Três dias marcados pela alegria e disponibilidade e novamente pelo espírito de solidariedade, manifestado sobretudo no jantar de Natal que, no último sábado juntou uma centena de pessoas.

Missa no Lar. O padre Mário que nutre uma grande ternura e carinho pelos idosos e doentes, disponibilizou-se, na última quinta-feira, para celebrar a Eucaristia para os utentes (idosos e crianças) que encheram o refeitório do Lar. O que, aliás, já tinha acontecido também na Solsil. Dentro da homilia, rezou por todos eles e os abençoou e bendisse quantos se dedicam a estas instituições, desde os dirigentes às funcionárias, passando neste caso também pelos voluntários que os visitam todas as semanas, todos os dias, levando-lhes assim um pouco de dedicação e carinho. Além disso, fez um apelo: que ninguém se demita das suas obrigações sociais e humanas, que ninguém deixe de transmitir alegria e afectos, não só neste tempo de Natal, mas sempre.

Prenda da Natal, vinda de Aveiro. Também o Centro Social este ano teve uma prenda inesperada, especial, embrulhada em Aveiro. O BPI, agência as Barrocas, surpreendeu os dirigentes do CSO. O Gerente, acompanhado por uma funcionária, entregou na instituição, na tarde de sexta-feira, um comboio de brinquedos, centenas de brinquedos. Foram recebidos pelo Carlos Réu e Cláudia Gonçalves. Mas mais: a prenda só ficou completa com a entrega de um cheque de 200 euros. Outro sobre azul e um obrigado muito grande pela lembrança. Tanto mais que veio de longe. Prendas deste género ou de outro são sempre bem-vindas.

Quando os pais brincam para os filhos. Isto não é novidade, mas voltou a acontecer, este ano, na noite de sexta-feira. Os pais vestiram-se de actores e atrizes, tomaram a sério o seu papel e divertiram-se e divertiram a petizada e os avós, os dirigentes e gente amiga da instituição, durante cerca de 90 minutos. Abriram com uma peça de teatro musicado, intitulado “loja dos brinquedos do avô cantigas” e começou aí a bela noite. A trupe fez de tudo. Além do teatro, cantou cantigas de ternura, próprias para as crianças, houve música de vários géneros, até pop, mais ou menos frenética, muita alegria a chegar à assistência que enchia por completo o refeitório… até que chegou a hora do convívio e da partilha, despesas suportadas pelos próprios pais das crianças.

Jantar de Natal. Chegou a noite de sábado e decorreu o habitual jantar de Natal com os idosos que estiveram rodeados dos seus familiares, numa manifestação de grande carinho e afectos, de gestos nobres, avivando laços, vivendo memórias. Marcaram presença as entidades autárquicas: a vereadora da cultura, Elsa Pires, que, tendo de sair mais cedo, fez uma bela intervenção, aproveitando a antiga tradição do envio dos postais natalícios. Naquela noite exibiam-se, vivia-se a beleza dos postais ilustrados pelo amor dos filhos em sintonia com os mais idosos, aquecidos pelos afectos, pela presença da família, pelo espírito familiar vivido, outros belos postais, e fez um apelo à repetição da ternura deste tipo de postal. Mais tarde, chegaram o padre Mário Ferreira e o presidente da Junta, Victor Oliveira, que vinham exactamente da festa dos idosos de mais de 65 anos, promovida pala autarquia. Todo o ambiente foi de um grande calor humano, de uma grande serenidade e acalmia, um ambiente verdadeiramente familiar, comungado por todos: não só pelos idosos, mas também pelos dirigentes e grupo dos voluntários e ainda pelos que serviram às mesas com disponibilidade bastante e alegria de quem está a servir o outro. Não faltaram intervenções, nem música, nem mensagens coreografadas por um grupo das funcionárias em serviço, com cartazes e mensagens: é preciso viver o Natal no coração. Surgiu mesmo um grupo coral (o da igreja, aos sábados) que cantou peças natalícias que souberam bem e mais envolveram todos no espírito de Natal. O presidente, Carlos Réu, além de recitar poesia com o seu quê de jocoso, o que dispôs bem, fez um apelo a que os familiares nunca deixem de visitar e estar com os seus pais. É importante, ajuda ao seu bem-estar sentimental, sentem-se amados. Noutro passo, fez questão de frisar que a ementa (bacalhau e leitão) foi uma oferta da sociedade civil, mas também toda a espécie de doçaria e o próprio pão. E as bebidas, claro. E prometeu que esta iniciativa, assim com este espírito, será para continuar em próximos anos. Victor Oliveira seguiu a mesma tónica, lembrando os sacrifícios que os nossos pais suportaram para nos deixarem um mundo melhor, não recorrendo ao consumo desenfreado de hoje. Padre Mário falando no Natal e do Menino feito homem para ser estrela e luz, caminho e vida, deve ser visto e vivido na humildade do presépio, na simplicidade da mensagem que nos deixa. No final, houve entrega de prendas aos idosos, formada essencialmente por um sabonete e um lenço de mãos bordado com a letra inicial de cada nome, tudo devidamente acondicionado dentro de um envelope onde baloiçava um pompom, confeccionado pelos idosos. Foi ainda distribuído e vendido um bonito e original calendário ilustrado com o rosto de todos os idosos, que assim davam um ar de mais jovens.

Convívio dirigentes-funcionárias. Na segunda-feira, dia 22, aconteceu o convívio entre as funcionárias e todos aqueles que prestam outros serviços, relacionados com a saúde (45, ao todo) que constou de um jantar cuja ementa passou pelos pratos de bacalhau e leitão (mas cumpre-nos já dizer que os custos foram suportados por todos os convivas). O ponto mais alto foi a troca de prendas pelos amigos secretos. Terminou com uma parte cultural, recheada da leitura de alguns poemas de sabor natalício, mas também de outra poesia brejeira na boca do presidente Carlos Réu.
Armor Pires Mota

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Falta de pessoal no Centro Escolar de Av. Cima/Av. Caminho preocupa pais


O início de aulas no novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho não está a ser pacífico. A falta de pessoal auxiliar tem provocado constrangimentos vários, tendo o descontentamento dos pais já chegado à reunião de câmara e à assembleia municipal.
O líder da bancada do PSD, José Carvalho, residente na freguesia de Avelãs de Cima, alertou, na assembleia municipal, realizada na sexta-feira, para um conjunto de problemas que necessitam de resolução urgente naquele Centro Escolar.
Segundo o deputado, houve “uma efetiva perda de serviços” em relação às velhas escolas que serviam as duas freguesias. Por quê? Até aqui, os pais podiam deixar os filhos nas escolas a partir das 7h30, o que agora é impossível. As crianças ficavam a cargo de auxiliares e em segurança nas escolas. Agora, no novo Centro Escolar, os pais, sobretudo os que trabalham por turnos ou em empresas que iniciam a atividade mais cedo, são obrigados a deixar as crianças perto das 9h. “Há pais que já estão a tirar dias de férias por conta deste problema, porque não existe quem fique com as crianças”, sublinhou, salientando também que essas mesmas crianças, ao final do dia, esperam pelos pais numa sala onde não existem cadeiras ou mesas, sentadas no chão e sem a vigilância devida. “Os pais querem saber por que é que estas crianças são tratadas de forma desigual, quando a senhora presidente até disse que o Centro Escolar só abria quando tivesse todas as condições”, frisou o deputado.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que a questão da colocação de funcionários e docentes não é responsabilidade da Câmara, mas sim do Agrupamento de Escolas de Anadia que, de resto, nomeou uma coordenadora que faz a gestão dos recursos afetos ao Centro Escolar.
Teresa Cardoso lembrou que as instituições têm ATL que os pais podem requerer. “Os pais sabem que as funcionárias que lá estão são da CAF (Componente de Apoio à Família do JI) e não do 1.º ciclo, mas também sabem que o ATL nunca foi, nem é competência da Câmara. A valência é gerida pelas instituições”.
Também a deputada Jennifer Pereira, do MIAP, aconselhou os pais a organizarem-se para que possam dar resposta a esta questão. “Têm que se pôr a caminho, organizarem-se e encontrar as soluções que melhor sirvam os seus interesses”.
Dois dias antes, este mesmo tema tinha sido trazido à reunião de executivo pelo vereador Jorge São José, também do PSD. Na reunião, o vereador questionara a edil anadiense basicamente sobre três questões relacionadas com aquele novo equipamento escolar: a questão da hora de entrada e receção das crianças; a insuficiência de pessoal auxiliar na hora do almoço e os sanitários estarem encerrados também na hora do almoço (questão esta, ao que sabemos, já ultrapassada).
Teresa Cardoso deixaria na reunião de executivo a certeza de que a partir do próximo trimestre, a Câmara Municipal irá afetar mais uma pessoa àquele Centro Escolar.
CC

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Oiã: Nem a chuva estragou o Encontro de Sopas do Centro Social


Mais do que um encontro de sopas, foi um encontro de amigos, de amigos da instituição, de gente que sabe ser e quer ser solidária. Por isso, foi uma Festa. Marcaram presença centenas de pessoas, um pouco mais do que o ano passado. Algumas pela primeira vez. Tudo isto, apesar de todos os contratempos, a começar pelo facto de toda a grande publicidade, colocada em locais estratégicos, ter desaparecido, milagrosamente, na semana que antecedeu a das sopas. Pura coincidência por parte da Junta Autónoma das Estradas ou por mais uma denúncia, uma das muitas que têm perseguido a direcção, ou melhor, a instituição. Seja como for (os dirigentes não investiram muito nesta área, dentro de uma lógica de contenção de despesas), apareceram sopas, das mais diversas proveniências (concelhos de Oliveira do Bairro, Aveiro, Águeda, Anadia, Vagos e Águeda e até de Coimbra, para não falar de instituições e particulares, do CSO, para dar o exemplo, dos mais diversos sabores, predominando as de peixe, mas todas recomendáveis).
Além disso, de novo, se verificou uma grande solidariedade, com a oferta de fornadas de pão, diverso tipo de doçaria de particulares e de quem trabalha na instituição, tudo se vendendo. Por cima de tudo isto, as papas de abóbora que estavam “divinais”, castanhas e jeropiga, compondo o estômago e enchendo o espírito de alegrias. Tudo teve um ar festivo, mas tudo deu muito trabalho, imenso trabalho. Como sempre. Foi notada a boa organização (ao cuidado de Cláudia, Maricela e Emília, coadjuvadas pelas educadoras e auxiliares e alguns elementos da Direcção, e não só, nos trabalhos mais pesados de logística, quer no que diz respeito ao longo da comprida mesa das sopas em forma de L, tal a abundância, quer o bar, quer também o balcão da doçaria e do pão cozido. Justo é dizer-se que houve também uma boa ajuda da parte do grupo de Escuteiros de S. Simão, no serviço de entradas ou no serviço da distribuição das sopas, de concha na mão, em vez do cajado.
Para animar a festa, que foi realmente este encontro de sopas e de amigos, exibiram-se um grupo de gaitas de foles e um malabarista e cuspidor de fogo; também um duo de falsos frades, verdadeiro era o néctar que seguia dentro de uma velha panela de ferro, transportada num carro de mão, carregado com produtos hortícolas. Mais para o fim, música ao vivo, não faltando o karaoke. Marcou presença o presidente da Câmara, Mário João Oliveira, o presidente da União de Freguesias e representantes da Junta de Oiã. No uso da palavra, o presidente da Direcção, Carlos Réu, mostrou o regozijo pelo bom decurso do evento e Mário João mostrou abertura para ajudar desta forma (cedência do pavilhão) e outras instituições em iniciativas do género, com a finalidade da realização de fundos através da ajuda dos cidadãos.
Alguns, ao despedirem-se, diziam até ao ano, o que é muito significativo. No próximo número deste semanário, prestaremos contas públicas, quanto a entradas, despesas e receitas. Para que conste e não haja dúvidas nem temerários juízos.
Armor Pires Mota

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Centro Social da Pedralva projeta Lar com capacidade para 35 idosos


A estrutura residencial para 35 idosos projetada pelo Centro Social, Recreativo e Cultural de Pedralva (concelho de Anadia) é um sonho antigo da instituição e da população, mas neste momento, também uma necessidade urgente.
Todavia, os tempos de crise que o país e a região atravessam, associadas às dificuldades económicas inerentes às próprias instituições de solidariedade social, condicionam a concretização deste objetivo que só avançará se a instituição conseguir uma comparticipação de Fundos Comunitários.
A obra, que poderá ascender a mais de um milhão de euros, será construída de raiz e edificada no prolongamento do Centro de Dia.
A urgência é grande pois como revelou Teresa Rodrigues, diretora técnica deste Centro Social, no Plenário do Conselho Local de Ação Social de Anadia, realizado na quinta-feira, dia 25 de setembro, a instituição dá resposta social a 40 utentes em Centro de Dia e a outros 30 em Apoio Domiciliário, estando muitos dos idosos a necessitarem já de uma resposta de Lar.
Aliás, como referiu, “existe uma necessidade de dar continuidade à prestação de cuidados e porque o grau de dependência destes utentes vai aumentando com o passar dos anos, muitos deles com grandes dificuldades para realizar já as tarefas diárias, necessitando de um cuidador 24h”.
Na ocasião, a diretora técnica do Centro Social de Pedralva explicava à plateia que a instituição “pretende ser empreendedora e sustentável, desenvolvendo e melhorando continuamente a qualidade dos serviços prestados, tornando-se uma referência para a comunidade em geral”.
Por isso, o espaço edificado será aproveitado, ou seja será feita uma reconversão de espaços físicos da instituição de áreas destinadas às respostas sociais que já existiram no passado na instituição, para uma nova resposta (estrutura residencial para idosos).
Esta estrutura terá capacidade para 35 utentes (15 quartos duplos e 5 individuais), sendo objetivos desta ERPI proporcionar serviços permanentes e adequados à condição biopsicossocial do idoso, contribuir para a estabilização ou até mesmo retardamento do processo de envelhecimento, potenciar a integração social e contribuir para a redução das situações de elevada solidão e isolamento social.
Uma obra que virá ainda criar emprego para 12 pessoas em várias áreas: cozinha, ação direta, enfermagem, animação social, auxiliares.
Embora o concelho de Anadia seja conhecido por possuir uma boa rede de apoio à terceira idade, a verdade é que é reconhecido por todos a insuficiência de equipamentos de apoio à terceira idade e os muitos casos de isolamento social e casos de solidão.
Por isso, o parecer do Núcleo Executivo da Rede Social de Anadia e do CLASA foi favorável, já que é reconhecido por todos que existe uma grande carência de Lares de Idosos, de acordo com levantamento social realizado em 2011 no concelho.
Um problema considerado de intervenção prioritária face à existência de uma lista de espera concelhia, que após cruzamento nominal de dados concluiu que no concelho, em agosto de 2012, estavam 989 pessoas em lista de espera para esta valência.
Uma situação grave e extremamente preocupante tendo em conta que no concelho de Anadia, no ano de 2013, registou o maior índice de envelhecimento do Baixo Vouga – 199,2%, sendo em Portugal de 133,5% e na zona centro (Baixo Vouga) de 135,5%.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Início de ano letivo sem Centro Escolar divide opiniões


Amanhã, dia 12 de setembro, os alunos do concelho de Anadia regressam às escolas para mais um ano letivo, embora marcado por algumas dúvidas e até situações insólitas.
É o caso das três escolas oficialmente encerradas pelo Ministério da Educação na freguesia de Sangalhos (Pista, Cruzeiro e Fogueira) que, afinal, segundo JB conseguiu apurar, vão abrir portas, a título excecional, no arranque deste ano letivo, porque a construção do novo Centro Escolar da freguesia (na foto) não ficou concluída a tempo.
Uma situação insólita que obriga a que as antigas escolas – condenadas ao encerramento no âmbito do processo de reorganização da rede escolar – mantenham as portas abertas, pelo menos por mais alguns meses, ainda que o Agrupamento de Escolas de Anadia, até ao passado dia 9, não tenha recebido qualquer autorização escrita, da tutela, neste sentido.
Segundo indicações do Ministério da Educação, no arranque deste novo ano, já não abririam portas – neste caso concreto – as escolas básicas da Fogueira, Pista e nº 1 de Sangalhos/Cruzeiro, na freguesia de Sangalhos, uma vez que todos estes alunos (cerca de 110) iriam ser integrados no novo Centro Escolar da freguesia.
Todavia, como este não está concluído, amanhã, dia 12, as apresentações e início de aulas começam nas velhas escolas. O mesmo é esperado acontecer em Avelãs de Caminho e em Avelãs de Cima, freguesias onde as escolas básicas de Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Pereiro e Boialvo também não deveriam abrir portas. Todavia, como também o Centro Escolar que vai servir estas freguesias não está completamente operacional, as velhas escolas vão manter as portas abertas mais algum tempo.
Em Sangalhos, esta situação é encarada de forma pacífica, ainda que alguns pais e encarregados de educação revelem algum descontentamento com o facto do novo Centro Escolar da Freguesia não abrir no arranque deste novo ano escolar. Uma obra há muito desejada mas que apesar de estar aparentemente concluída, carece ainda de alguns arranjos interiores e exteriores, segundo apurámos junto da Câmara Municipal de Anadia, que também sublinha que todas as competências da autarquia relacionadas com almoços e CAF serão integralmente asseguradas nas escolas que o Ministério da Educação entender manter abertas.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Centro de Saúde avança e custa mais de um milhão de euros


A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro aprovou, por unanimidade, na penúltima quinta-feira, durante a reunião de Câmara, a abertura de um concurso público, com caráter de urgência, para a construção do novo Centro de Saúde de Oliveira do Bairro. O novo Centro de Saúde custará cerca de um milhão de euros, acrescidos do IVA.
Mário João Oliveira explica que a abertura do concurso, “resulta da necessidade e do grau de interesse que coloquei, ao longo dos anos, enquanto presidente de Câmara para que Oliveira do Bairro pudesse ter um Centro de Saúde”.

Concurso. O concurso público será assumido pela Câmara Municipal de Oliveira do Bairro que, segundo Mário João Oliveira, é proprietária de terrenos atrás do Centro de Saúde. Ainda de acordo com o autarca, será agora assinado um contrato programa com a Administração Regional de Saúde do Centro. O projeto não carece de aprovação municipal, dado tratar-se de um projeto tipo e o prazo de execução será de 12 meses. A abertura do concurso deverá estar concluído até ao dia 23 de agosto, devido aos prazos de candidatura ao QREN.
A autarquia oliveirense também já assumiu fazer os arranjos exteriores, que não fazem parte desta empreitada.
“Depois de uma luta persistente não iremos perder esta oportunidade”, afirmou Mário João Oliveira.
O pior da região. Recorde-se que o Centro de Saúde foi considerado o pior do distrito de Aveiro e que, em outubro de 2009, foi homologada por despacho do secretário de Estado Adjunto e da Saúde a minuta para a construção e equipamento do novo Centro de Saúde que previa que a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) disponibilizasse 660 mil euros.
Em 2009, Couto dos Santos, deputado da Assembleia da República, eleito pelo PSD, inserido numa comitiva parlamentar dos deputados, eleitos pelo círculo de Aveiro, visitou o Centro de Saúde e afirmou não ter gostado do que viu e manifestou preocupação em relação a quem precisa de cuidados médicos, assim como garantiu estar preocupado com quem trabalha naquele local.
No mesmo ano de 2009, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, chegou mesmo a anunciar a construção do Centro de Saúde, afirmando que a obra custaria mais de dois milhões de euros.
A construção de um novo Centro de Saúde há muito que era reclamada pela população e pela autarquia, que chegou, no anterior executivo [Acílio Gala, CDS/PP], a comprar terrenos, nas traseiras da atual Unidade de Saúde, para a construção da obra. Contudo, os anos foram passando e o projeto nunca saiu das gavetas dos sucessivos ministérios da Saúde.
Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.p

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Paredes do Bairro: Centro Escolar à espera de inauguração


Um dos assuntos extra ordem do dia, abordado na última Assembleia Municipal de Anadia, foi o facto do Centro Escolar de Paredes do Bairro, cuja inauguração estava prevista para as férias da páscoa, permanecer fechado.
A questão foi levantada pelo deputado socialista Rui Marinha, que ainda questionou o autarca anadiense sobre a veracidade de uma informação que circulava de que o piso do Centro Escolar teria abatido, inviabilizando a sua entrada em funcionamento.
Segundo o edil, Litério Marques, os arranjos exteriores do Centro Escolar foram condicionados por um inverno rigoroso que atrasou o calendário inicialmente previsto, sendo certo que, com a chegada do bom tempo, os acessos serão rapidamente concluídos. Quanto ao alegado abate do piso, mostrou-se estupefacto, já que desconhece a existência de algum problema do género.
Na ocasião, o presidente da JF de Paredes do Bairro explicou tratar-se de um mero boato. Joaquim Cruz explicou aos presentes que “ao pé do Centro Escolar existe um poço que tinha uma mina que arrunhou”. “Depois, todos sabem como é, aparecem umas moscas varejeiras que andam a dizer que no Centro Escolar tinham arreado duas salas de aulas. Mas a verdade é que nada aconteceu. Apenas a mina, que está a cerca de 50 metros, arrunhou”, explicou, admitindo que este tipo de boato infundados tem sempre outras intenções. Não foi avançada qualquer data para a sua inauguração.

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Anadia: Turismo religioso “é peça central e estratégica” para o setor


 

Os Caminhos de Santiago vão ser candidatados a Património Mundial da UNESCO. O anúncio foi feito por Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado do Turismo, durante a sessão de abertura da conferência internacional “Caminho Português de Santiago” que decorreu no dia 12 de abril, no Cineteatro de Anadia.
O governante avançou às várias dezenas de especialistas nacionais e internacionais presentes que o governo português está empenhado em candidatar ainda os Caminhos de Santiago a “Itinerário Cultural Europeu” e em dar o apoio necessário à apresentação destas candidaturas na medida em que no âmbito do turismo, o religioso “é uma peça central e estratégica tendo em conta a riqueza e o património existente no país.”
“A fé é o mais profundo e forte dos sentimentos, logo o turismo religioso tem um enorme potencial que não podemos desperdiçar”, disse Adolfo Nunes, reconhecendo o muito que ainda há a fazer nesta matéria.
E sendo o turismo religioso um elemento estruturante na oferta turística nacional, a par da serra e do mar, ele que atravessa o país assume-se também como um eixo da estratégia de promoção do país no estrangeiro. “Só com uma estratégia estruturada valorizamos o turismo religioso e a permanência de turistas no território”.

Aposta no turismo religioso. Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal (organizadora da Conferência) sublinhou a importância que o turismo religioso representa na região: “em boa hora o Governo validou o turismo religioso como setor estratégico”, disse, já que “é um produto estratégico para a região”.
Tendo em conta que na região Centro esta rota abrange nove municípios e uma distância de 141 quilómetros, entre Alvaiázere e Albergaria-a-Velha, Pedro Machado destacaria que estes circuitos turísticos religiosos permitem reforçar as experiências turísticas, graças à diversidade do património religioso e cultural da região e ainda o facto dos três eixos: Fátima (culto mariano), o turismo de Saúde e Médico e o Turismo Desportivo (Centros de Alto Rendimento da região) reforçarem a importância e posicionamento da região Centro no contexto turístico nacional.
Pedro Saraiva, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro) realçaria ainda que os Caminhos de Santiago, “na vertente nacional são percorridos por 25.600 pessoas/ano, percorrendo uma parte dos seus 600 quilómetros em território da região centro. Este responsável deu a conhecer que os peregrinos optam preferencialmente pelos meses de junho a setembro para fazerem este caminho, estando este número de peregrinos a crescer uma média de 20% ao ano. “É inspirador discutir este tema porque o caminho religioso tem um caminho a trilhar”, disse, destacando o facto deste turismo cruzar a vertente do turismo da natureza, pelas paisagens fantásticas, num ambiente de contacto íntimo com a natureza.

Albergue em Anadia. O anfitrião, Litério Marques, presidente da Câmara de Anadia, evidenciou o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na autarquia anadiense na valorização dos Caminhos de Santiago. “Um projeto que em boa hora abraçamos”, disse, dando conta do crescente número de peregrinos que passam pelo concelho. Ciente de que uma boa sinalização e rede de albergues são determinantes para que o peregrino se sinta seguro, deixou a indicação que no concelho os peregrinos podem vir a usufruir das instalações, no centro da cidade, do Anadia Sports Center, para que aí possam pernoitar, uma vez que os albergues mais próximos se situam em Águeda e em Albergaria-a-Velha.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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