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Centro Social de Aguim: Inaugurado pavilhão de 350 mil euros


Dez anos depois do lançamento da primeira pedra, o Centro Social de Nossa Senhora do Ó de Aguim inaugurou, no último sábado, dia 26 de novembro, o seu pavilhão multiusos.
Uma obra edificada no espaço de um ano, orçada em cerca de 350 mil euros e que contou com uma preciosa ajuda de dois utentes beneméritos da instituição (o casal Nicolau e Lucinda Duarte que, ainda em vida, doaram 145 mil euros para esta obra). Por isso, este seu gesto seria recordado pelo presidente da direção, Agostinho Luís neste dia tão importante para o Centro Social.
Um evento que contou com inúmeros convidados (órgãos sociais, colaboradores, utentes, familiares de utentes, muitos amigos da comunidade) que celebraram a abertura deste novo espaço com um animado almoço-convívio.
Numa manhã fria mas solarenga, depois da bênção, a cargo do padre António Torrão, caberia à edil Teresa Cardoso e à presidente da Assembleia-geral, Teresa Bandarra, descerrar a placa inaugural.
Já dentro do pavilhão construído em terreno oferecido pela autarquia anadiense e após uma breve visita aos vários espaços (salão principal onde decorreu o almoço, sanitários, gabinete de fisioterapia e gabinete de atividade física e desportiva), Teresa Bandarra foi a primeira a usar da palavra.

Dia de grande significado. Na ocasião, diria ser um dia de grande significado para a instituição, já que a obra inaugurada é fruto do “trabalho árduo, difícil e nem sempre compreendido que a instituição há já vários anos vem desenvolvendo pelos mais necessitados”.
Uma obra que dispõe de “boas condições para a prática de atividades físicas, de reabilitação e de lazer, para os utentes, proporcionando-lhes mais qualidade de vida no processo de envelhecimento”, salientou. Por isso, não deixou de agradecer a todos os sócios e amigos que têm ajudado no crescimento desta obra social.
Em dia de inauguração, Agostinho Luís, presidente da direção, era um homem feliz e emocionado. Porquê? Era disponibilizado um espaço que, como sublinhou, “vem enriquecer ainda mais a nossa instituição, a freguesia e o concelho”.
Numa breve referência ao percurso desta obra reconheceu ser o resultado de “um longo trajeto, de difíceis etapas”, ultrapassadas graças à “perseverança, querer e fé”. Daí ter também frisado que a partir de agora estão reunidas as condições para “prestarmos ainda mais e melhores serviços, quer aos nossos utentes, quer à comunidade, nas diversas atividades culturais, desportivas e de lazer”.
De facto, após 35 anos de vida desta obra social, este novo pavilhão, com uma área de 480 m2,  marca uma nova etapa na vida da instituição que, ao longo destas três décadas e meia, se posicionou como uma das melhores IPSS’s do concelho em matéria de oferta de espaços de qualidade.
“Este pavilhão é um espaço bonito, acolhedor, com uma área de boa capacidade que, depois de devidamente equipado, irá enriquecer a qualidade dos serviços prestados aos utentes e à comunidade”, diria ainda, revelando a vontade de rentabilizar este espaço de forma a contribuir para a sustentabilidade financeira da instituição, quer através do aluguer do espaço, quer através da realização de eventos.
Paralelamente,  dava conta de que a sala de fisioterapia será reforçada com novos equipamentos adquiridos através de um prémio concedido pelo programa BPI Senior, no montante de 8.770 euros.

“Um espaço simples, funcional, simpático e bonito”. Na ocasião, a edil Teresa Cardoso congratulou-se por ver mais uma obra concluída no concelho: “enche de orgulho, sobretudo pela causa e fim a que se destina.” Destacaria o grande esforço realizado pela instituição para levar a bom porto a edificação desta obra.
Um espaço que diz ser simples, funcional, simpático e bonito, que será bem utilizado por esta IPSS, mas também como  complemento (agora) à EB 1 de Aguim, uma vez que as crianças estão, este ano,  instaladas em espaços do Centro Social porque a escola está em obras, podendo a partir de agora aqui ter as aulas de educação física.
Uma mudança fruto de uma parceria que realçou  ser importante para que o ano letivo decorra dentro da maior normalidade.  Uma obra multiusos à disposição da instituição, da comunidade e de outras iniciativas e desafios que aqui possam ser lançados para dar uso e rentabilizar este espaço.
Deixaria a nota de que o arranjo do espaço exterior será realizado fruto de apoio da câmara municipal de Anadia.
Catarina Cerca

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Avelãs de Cima: Jornal da Bairrada foi ao Centro Social


Falar sobre imprensa, jornais e sobretudo sobre o Jornal da Bairrada foi a tarefa da diretora do JB, Oriana Pataco que, na última quinta-feira, no âmbito da comemoração do “Dia da Imprensa”, celebrado pelo Centro Social de Avelãs de Cima, se deslocou àquela instituição de solidariedade social para abordar estes temas junto da população sénior das valências de Lar e de Centro de Dia.
Sendo alguns dos utentes conhecedores do JB (porque foram assinantes e leitores assíduos durante anos), algumas questões foram abordadas com mais pormenor: as secções que mais gostam de ler; as notícias que despertam mais interesse; a importância das notícias das terras e lugares (jornalismo de proximidade); o papel insubstituível e fundamental dos colaboradores e correspondentes locais.
Na ocasião, a animadora Ana Martins explicou que, por hábito, à quinta-feira, da parte da manhã, leem-se, na sala de estar, as notícias fresquinhas e acabadas de chegar do Jornal da Bairrada. “Pegamos em temáticas, em certos aspetos de algumas notícias para captar a atenção e cativar o interesse desta população”. Saúde, usos, costumes, tradições, mau tempo e até perigos que espreitam e em relação aos quais os idosos estão mais expostos, são temas que acabam por ser debatidos nestas manhãs de quinta-feira.
Ana Martins não deixou de sublinhar a forma interessada como alguns idosos se interessam pelo jornal, casos da D. Lucília, do Sr. Abílio, que foi carteiro em Anadia, do Sr. David que foi bombeiro sapador durante mais de três décadas. Todos têm um carinho pela leitura, pelo jornal e por se manterem atualizados e informados.
Oriana Pataco revelou ainda que o JB é um produto que semanalmente chega a 6 mil assinantes. Um jornal de âmbito regional, que cobre vários concelhos fruto de uma equipa composta por dez profissionais. O site e o facebook, assim como outros produtos: revistas, especiais, suplementos, jantares-conferências e galas foram também temas a que a diretora do JB aludiu.
No final, ficou a promessa da visita de um grupo de utentes da instituição ao JB.
Catarina Cerca

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Centro Escolar Sangalhos: Oitenta chapéus “de gritos” exibem criatividade de alunos


No âmbito da celebração do “Dia das Bruxas”, o Centro Escolar de Sangalhos, do Agrupamento de Escolas de Anadia, organizou o I Concurso/Exposição de Chapéus de Bruxa(o).
A exposição esteve patente ao público de 28 a 30 de outubro, reuniu cerca de 80 chapéus elaborados pelos alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, em conjunto com as suas famílias.
Os trabalhos expostos foram feitos em materiais reciclados, alusivos com o “Dia das Bruxas” e expostos junto à Biblioteca Escolar.
A atribuição dos prémios teve em consideração a criatividade, originalidade, a diversidade dos materiais utilizados e respeito pelo tema. A votação decorreu durante os três dias do evento, através de um boletim do voto preparado para o efeito e utilizado pelo visitante.
Esta atividade pretendeu introduzir do vocabulário alusivo ao tema, convidando os alunos a fazerem um exercício de “brainstorming” no qual aprenderam o vocabulário sobre o mesmo.
Salientamos ainda a socialização e promoção do convívio respeitando as normas estabelecidas e as regras de segurança. Finalmente, dar a conhecer a origem do “Dia das Bruxas” e explorar a criatividade e a promoção do domínio das línguas inglesa e portuguesa. Agradecemos a cooperação de todas as turmas e o envolvimento e participação de toda a comunidade escolar.
Alunos da turma E do C.E. Sangalhos

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Mealhada: Outubro trouxe Centro de Interpretação Ambiental


O Centro de Interpretação Ambiental (CIA) da Mealhada abriu portas ao público, no passado dia 1 de outubro, Dia Mundial da Água. Trata-se de um espaço lúdico e educativo, equipado com modernos meios audiovisuais e preparado para realizar as mais diversas atividades pedagógicas. “Este é um espaço de enorme utilidade para os alunos do nosso concelho, mas não só: é para todos os cidadãos. É uma sala de aula apelativa que queremos que todos venham visitar”, afirmou o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, na cerimónia de abertura, que contou também com a presença, entre outros, da delegada regional de Educação do Centro, Cristina Oliveira, do presidente da Fundação Mata do Buçaco, António Gravato, do diretor da Escola Profissional Vasconcellos Lebre, Nuno Canilho, e do diretor do Agrupamento de Escolas da Mealhada, Fernando Trindade.
Situado em pleno Parque da Cidade da Mealhada, o CIA está equipado para permitir a realização de diversas atividades pedagógicas relacionadas com o meio ambiente. Um espaço destinado a toda a comunidade, mas que terá uma especial importância para os alunos do concelho. “É mais uma ferramenta essencial à comunidade educativa. Vai ser um complemento para a aprendizagem que os nossos alunos já têm na escola, uma forma de os sensibilizar ainda mais pelas questões ambientais”, salientou o vice-presidente da Câmara, e responsável pelo pelouro da Educação, Guilherme Duarte.
A gestão deste equipamento resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal da Mealhada e a Fundação Mata do Buçaco. “É para mim uma honra e um privilégio poder estar ligado a este projeto. A dimensão deste espaço é ótima, a localização – no Parque da Cidade – é perfeita e aqui as crianças vão poder contactar e saber mais sobre tudo o que envolve o Ambiente”, sublinhou o presidente da Fundação Mata do Buçaco, António Gravato.
A delegada regional de Educação do Centro foi a última a discursar. Cristina Oliveira começou por dirigir a palavra às crianças que participaram na cerimónia de abertura, lembrando todos os presentes que o CIA é, sobretudo, para elas. “Os adultos tiveram muito trabalho para construírem este espaço e ele é para vocês, que serão os grandes portugueses e portuguesas de amanhã”, afirmou, elogiando o espaço. “Tem o tamanho ideal e tem tudo o que é necessário. Estou certa que este espaço irá responder às necessidades das vossas crianças”, salientou ainda a delegada regional, defendendo que o CIA vai promover o que cada vez mais os especialistas defendem: que as crianças estejam mais em contacto com a natureza.
O CIA vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h30 e das 13h30 às 17h.

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Avelãs de Cima: Primeiro-ministro inaugura sexta-feira Centro Escolar


O primeiro-ministro inaugura no próximo, dia 10 de abril, pelas 16h, o novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho.
Depois do Presidente da República, em fevereiro último, ter presidido à inauguração do Centro Escolar de Sangalhos, o novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho – aberto desde o início deste ano letivo – vai ter honras de inauguração pelo chefe de governo.
Este novo equipamento escolar com capacidade para 288 alunos (máximo 336) oriundos das duas freguesias (Avelãs de Cima e Avelãs de Caminho) do concelho de Anadia, representou um investimento superior a 2 milhões e 300 mil euros.
O Centro Escolar começou a ser construído ainda no mandato de Litério Marques, na zona do Pinhal do Prior (Cêrca).
De igual forma, Pedro Passos Coelho vai presidir à sessão de apresentação do programa “Invest em Anadia”, que decorrerá pelas 18h, no Cineteatro de Anadia.

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Aguim: Presidente do Centro Social reconduzido no cargo


No passado dia 8 de janeiro foram eleitos, por unanimidade, os novos Corpos Sociais para o quadriénio 2015- 2018, no Centro Social de Nossa Senhora do Ó de Aguim.
O presidente Agostinho Luís Ferreira foi reconduzido no cargo por mais quatro anos, tempo que espera ser suficiente para levar a cabo mais um grande projeto: colocar em funcionamento uma Unidade de Cuidados para Doenças Mentais. O projeto existe mas só avançará mediante luz verde da tutela.
A JB revelou que, com a rede nacional de cuidados continuados parada, surgiu esta possibilidade, que seria muito útil à região, podendo a instituição aproveitar o projeto que tinha para a Unidade de Cuidados Continuados, que não avançou. A obra nascerá em terreno no prolongamento do Lar e é a grande aspiração deste mandato. Por outro lado, avança que ainda este mês a obra do salão polivalente vai começar. Um espaço que faz falta à localidade e à instituição, que passará a dispor de um local, com todas as condições, para a realização de atividades culturais e lúdicas. Orçado em 150 mil, euros será erguido em terreno onde atualmente se localiza parte do estacionamento.
A JB o presidente faz, por tudo isto, um balanço muito positivo dos últimos 12 anos em que esteve na liderança do Centro Social, na medida em que, com referiu: “temos conseguido uma excelente prestação nas respostas sociais”, assim como, “estamos também na fase final do processo de certificação de qualidade – nível B, que também é muito importante para a instituição”.
Os órgãos sociais ficam assim constituídos:
Direção
Presidente: Agostinho Luís Miranda Ferreira; Vice-Presidente: Vítor Manuel Piedade Timóteo; 1.º Secretário: Luís Pedro Bandarra Miranda Ferreira; 2.º Secretário: Joaquim de Sousa Afonso; Tesoureiro: Fernando de Jesus Fernandes; Vogais: José da Conceição Cipriano e Rogério Gomes Lavoura.
Assembleia geral
Presidente: Maria Teresa Rosmaninho Bandarra M. Ferreira; 1.º Secretário: Silvia Margarida Sousa Ferreira e 2.º Secretário: Susana Cristina Figueiredo Fernandes.
Conselho Fiscal
Presidente: Dino Heleno dos Santos Pinto; Vogais: Rui Fernando Portela Figueiredo e Carlos Manuel Fonseca Rodrigues.

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Três dias de festa no Centro Social de Oiã


O Centro Social de Oiã viveu intensamente três dias dedicados ao espírito de Nata, à festa em família, em convívio e partilha. Três dias marcados pela alegria e disponibilidade e novamente pelo espírito de solidariedade, manifestado sobretudo no jantar de Natal que, no último sábado juntou uma centena de pessoas.

Missa no Lar. O padre Mário que nutre uma grande ternura e carinho pelos idosos e doentes, disponibilizou-se, na última quinta-feira, para celebrar a Eucaristia para os utentes (idosos e crianças) que encheram o refeitório do Lar. O que, aliás, já tinha acontecido também na Solsil. Dentro da homilia, rezou por todos eles e os abençoou e bendisse quantos se dedicam a estas instituições, desde os dirigentes às funcionárias, passando neste caso também pelos voluntários que os visitam todas as semanas, todos os dias, levando-lhes assim um pouco de dedicação e carinho. Além disso, fez um apelo: que ninguém se demita das suas obrigações sociais e humanas, que ninguém deixe de transmitir alegria e afectos, não só neste tempo de Natal, mas sempre.

Prenda da Natal, vinda de Aveiro. Também o Centro Social este ano teve uma prenda inesperada, especial, embrulhada em Aveiro. O BPI, agência as Barrocas, surpreendeu os dirigentes do CSO. O Gerente, acompanhado por uma funcionária, entregou na instituição, na tarde de sexta-feira, um comboio de brinquedos, centenas de brinquedos. Foram recebidos pelo Carlos Réu e Cláudia Gonçalves. Mas mais: a prenda só ficou completa com a entrega de um cheque de 200 euros. Outro sobre azul e um obrigado muito grande pela lembrança. Tanto mais que veio de longe. Prendas deste género ou de outro são sempre bem-vindas.

Quando os pais brincam para os filhos. Isto não é novidade, mas voltou a acontecer, este ano, na noite de sexta-feira. Os pais vestiram-se de actores e atrizes, tomaram a sério o seu papel e divertiram-se e divertiram a petizada e os avós, os dirigentes e gente amiga da instituição, durante cerca de 90 minutos. Abriram com uma peça de teatro musicado, intitulado “loja dos brinquedos do avô cantigas” e começou aí a bela noite. A trupe fez de tudo. Além do teatro, cantou cantigas de ternura, próprias para as crianças, houve música de vários géneros, até pop, mais ou menos frenética, muita alegria a chegar à assistência que enchia por completo o refeitório… até que chegou a hora do convívio e da partilha, despesas suportadas pelos próprios pais das crianças.

Jantar de Natal. Chegou a noite de sábado e decorreu o habitual jantar de Natal com os idosos que estiveram rodeados dos seus familiares, numa manifestação de grande carinho e afectos, de gestos nobres, avivando laços, vivendo memórias. Marcaram presença as entidades autárquicas: a vereadora da cultura, Elsa Pires, que, tendo de sair mais cedo, fez uma bela intervenção, aproveitando a antiga tradição do envio dos postais natalícios. Naquela noite exibiam-se, vivia-se a beleza dos postais ilustrados pelo amor dos filhos em sintonia com os mais idosos, aquecidos pelos afectos, pela presença da família, pelo espírito familiar vivido, outros belos postais, e fez um apelo à repetição da ternura deste tipo de postal. Mais tarde, chegaram o padre Mário Ferreira e o presidente da Junta, Victor Oliveira, que vinham exactamente da festa dos idosos de mais de 65 anos, promovida pala autarquia. Todo o ambiente foi de um grande calor humano, de uma grande serenidade e acalmia, um ambiente verdadeiramente familiar, comungado por todos: não só pelos idosos, mas também pelos dirigentes e grupo dos voluntários e ainda pelos que serviram às mesas com disponibilidade bastante e alegria de quem está a servir o outro. Não faltaram intervenções, nem música, nem mensagens coreografadas por um grupo das funcionárias em serviço, com cartazes e mensagens: é preciso viver o Natal no coração. Surgiu mesmo um grupo coral (o da igreja, aos sábados) que cantou peças natalícias que souberam bem e mais envolveram todos no espírito de Natal. O presidente, Carlos Réu, além de recitar poesia com o seu quê de jocoso, o que dispôs bem, fez um apelo a que os familiares nunca deixem de visitar e estar com os seus pais. É importante, ajuda ao seu bem-estar sentimental, sentem-se amados. Noutro passo, fez questão de frisar que a ementa (bacalhau e leitão) foi uma oferta da sociedade civil, mas também toda a espécie de doçaria e o próprio pão. E as bebidas, claro. E prometeu que esta iniciativa, assim com este espírito, será para continuar em próximos anos. Victor Oliveira seguiu a mesma tónica, lembrando os sacrifícios que os nossos pais suportaram para nos deixarem um mundo melhor, não recorrendo ao consumo desenfreado de hoje. Padre Mário falando no Natal e do Menino feito homem para ser estrela e luz, caminho e vida, deve ser visto e vivido na humildade do presépio, na simplicidade da mensagem que nos deixa. No final, houve entrega de prendas aos idosos, formada essencialmente por um sabonete e um lenço de mãos bordado com a letra inicial de cada nome, tudo devidamente acondicionado dentro de um envelope onde baloiçava um pompom, confeccionado pelos idosos. Foi ainda distribuído e vendido um bonito e original calendário ilustrado com o rosto de todos os idosos, que assim davam um ar de mais jovens.

Convívio dirigentes-funcionárias. Na segunda-feira, dia 22, aconteceu o convívio entre as funcionárias e todos aqueles que prestam outros serviços, relacionados com a saúde (45, ao todo) que constou de um jantar cuja ementa passou pelos pratos de bacalhau e leitão (mas cumpre-nos já dizer que os custos foram suportados por todos os convivas). O ponto mais alto foi a troca de prendas pelos amigos secretos. Terminou com uma parte cultural, recheada da leitura de alguns poemas de sabor natalício, mas também de outra poesia brejeira na boca do presidente Carlos Réu.
Armor Pires Mota

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Falta de pessoal no Centro Escolar de Av. Cima/Av. Caminho preocupa pais


O início de aulas no novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho não está a ser pacífico. A falta de pessoal auxiliar tem provocado constrangimentos vários, tendo o descontentamento dos pais já chegado à reunião de câmara e à assembleia municipal.
O líder da bancada do PSD, José Carvalho, residente na freguesia de Avelãs de Cima, alertou, na assembleia municipal, realizada na sexta-feira, para um conjunto de problemas que necessitam de resolução urgente naquele Centro Escolar.
Segundo o deputado, houve “uma efetiva perda de serviços” em relação às velhas escolas que serviam as duas freguesias. Por quê? Até aqui, os pais podiam deixar os filhos nas escolas a partir das 7h30, o que agora é impossível. As crianças ficavam a cargo de auxiliares e em segurança nas escolas. Agora, no novo Centro Escolar, os pais, sobretudo os que trabalham por turnos ou em empresas que iniciam a atividade mais cedo, são obrigados a deixar as crianças perto das 9h. “Há pais que já estão a tirar dias de férias por conta deste problema, porque não existe quem fique com as crianças”, sublinhou, salientando também que essas mesmas crianças, ao final do dia, esperam pelos pais numa sala onde não existem cadeiras ou mesas, sentadas no chão e sem a vigilância devida. “Os pais querem saber por que é que estas crianças são tratadas de forma desigual, quando a senhora presidente até disse que o Centro Escolar só abria quando tivesse todas as condições”, frisou o deputado.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que a questão da colocação de funcionários e docentes não é responsabilidade da Câmara, mas sim do Agrupamento de Escolas de Anadia que, de resto, nomeou uma coordenadora que faz a gestão dos recursos afetos ao Centro Escolar.
Teresa Cardoso lembrou que as instituições têm ATL que os pais podem requerer. “Os pais sabem que as funcionárias que lá estão são da CAF (Componente de Apoio à Família do JI) e não do 1.º ciclo, mas também sabem que o ATL nunca foi, nem é competência da Câmara. A valência é gerida pelas instituições”.
Também a deputada Jennifer Pereira, do MIAP, aconselhou os pais a organizarem-se para que possam dar resposta a esta questão. “Têm que se pôr a caminho, organizarem-se e encontrar as soluções que melhor sirvam os seus interesses”.
Dois dias antes, este mesmo tema tinha sido trazido à reunião de executivo pelo vereador Jorge São José, também do PSD. Na reunião, o vereador questionara a edil anadiense basicamente sobre três questões relacionadas com aquele novo equipamento escolar: a questão da hora de entrada e receção das crianças; a insuficiência de pessoal auxiliar na hora do almoço e os sanitários estarem encerrados também na hora do almoço (questão esta, ao que sabemos, já ultrapassada).
Teresa Cardoso deixaria na reunião de executivo a certeza de que a partir do próximo trimestre, a Câmara Municipal irá afetar mais uma pessoa àquele Centro Escolar.
CC

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Oiã: Nem a chuva estragou o Encontro de Sopas do Centro Social


Mais do que um encontro de sopas, foi um encontro de amigos, de amigos da instituição, de gente que sabe ser e quer ser solidária. Por isso, foi uma Festa. Marcaram presença centenas de pessoas, um pouco mais do que o ano passado. Algumas pela primeira vez. Tudo isto, apesar de todos os contratempos, a começar pelo facto de toda a grande publicidade, colocada em locais estratégicos, ter desaparecido, milagrosamente, na semana que antecedeu a das sopas. Pura coincidência por parte da Junta Autónoma das Estradas ou por mais uma denúncia, uma das muitas que têm perseguido a direcção, ou melhor, a instituição. Seja como for (os dirigentes não investiram muito nesta área, dentro de uma lógica de contenção de despesas), apareceram sopas, das mais diversas proveniências (concelhos de Oliveira do Bairro, Aveiro, Águeda, Anadia, Vagos e Águeda e até de Coimbra, para não falar de instituições e particulares, do CSO, para dar o exemplo, dos mais diversos sabores, predominando as de peixe, mas todas recomendáveis).
Além disso, de novo, se verificou uma grande solidariedade, com a oferta de fornadas de pão, diverso tipo de doçaria de particulares e de quem trabalha na instituição, tudo se vendendo. Por cima de tudo isto, as papas de abóbora que estavam “divinais”, castanhas e jeropiga, compondo o estômago e enchendo o espírito de alegrias. Tudo teve um ar festivo, mas tudo deu muito trabalho, imenso trabalho. Como sempre. Foi notada a boa organização (ao cuidado de Cláudia, Maricela e Emília, coadjuvadas pelas educadoras e auxiliares e alguns elementos da Direcção, e não só, nos trabalhos mais pesados de logística, quer no que diz respeito ao longo da comprida mesa das sopas em forma de L, tal a abundância, quer o bar, quer também o balcão da doçaria e do pão cozido. Justo é dizer-se que houve também uma boa ajuda da parte do grupo de Escuteiros de S. Simão, no serviço de entradas ou no serviço da distribuição das sopas, de concha na mão, em vez do cajado.
Para animar a festa, que foi realmente este encontro de sopas e de amigos, exibiram-se um grupo de gaitas de foles e um malabarista e cuspidor de fogo; também um duo de falsos frades, verdadeiro era o néctar que seguia dentro de uma velha panela de ferro, transportada num carro de mão, carregado com produtos hortícolas. Mais para o fim, música ao vivo, não faltando o karaoke. Marcou presença o presidente da Câmara, Mário João Oliveira, o presidente da União de Freguesias e representantes da Junta de Oiã. No uso da palavra, o presidente da Direcção, Carlos Réu, mostrou o regozijo pelo bom decurso do evento e Mário João mostrou abertura para ajudar desta forma (cedência do pavilhão) e outras instituições em iniciativas do género, com a finalidade da realização de fundos através da ajuda dos cidadãos.
Alguns, ao despedirem-se, diziam até ao ano, o que é muito significativo. No próximo número deste semanário, prestaremos contas públicas, quanto a entradas, despesas e receitas. Para que conste e não haja dúvidas nem temerários juízos.
Armor Pires Mota

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Centro Social da Pedralva projeta Lar com capacidade para 35 idosos


A estrutura residencial para 35 idosos projetada pelo Centro Social, Recreativo e Cultural de Pedralva (concelho de Anadia) é um sonho antigo da instituição e da população, mas neste momento, também uma necessidade urgente.
Todavia, os tempos de crise que o país e a região atravessam, associadas às dificuldades económicas inerentes às próprias instituições de solidariedade social, condicionam a concretização deste objetivo que só avançará se a instituição conseguir uma comparticipação de Fundos Comunitários.
A obra, que poderá ascender a mais de um milhão de euros, será construída de raiz e edificada no prolongamento do Centro de Dia.
A urgência é grande pois como revelou Teresa Rodrigues, diretora técnica deste Centro Social, no Plenário do Conselho Local de Ação Social de Anadia, realizado na quinta-feira, dia 25 de setembro, a instituição dá resposta social a 40 utentes em Centro de Dia e a outros 30 em Apoio Domiciliário, estando muitos dos idosos a necessitarem já de uma resposta de Lar.
Aliás, como referiu, “existe uma necessidade de dar continuidade à prestação de cuidados e porque o grau de dependência destes utentes vai aumentando com o passar dos anos, muitos deles com grandes dificuldades para realizar já as tarefas diárias, necessitando de um cuidador 24h”.
Na ocasião, a diretora técnica do Centro Social de Pedralva explicava à plateia que a instituição “pretende ser empreendedora e sustentável, desenvolvendo e melhorando continuamente a qualidade dos serviços prestados, tornando-se uma referência para a comunidade em geral”.
Por isso, o espaço edificado será aproveitado, ou seja será feita uma reconversão de espaços físicos da instituição de áreas destinadas às respostas sociais que já existiram no passado na instituição, para uma nova resposta (estrutura residencial para idosos).
Esta estrutura terá capacidade para 35 utentes (15 quartos duplos e 5 individuais), sendo objetivos desta ERPI proporcionar serviços permanentes e adequados à condição biopsicossocial do idoso, contribuir para a estabilização ou até mesmo retardamento do processo de envelhecimento, potenciar a integração social e contribuir para a redução das situações de elevada solidão e isolamento social.
Uma obra que virá ainda criar emprego para 12 pessoas em várias áreas: cozinha, ação direta, enfermagem, animação social, auxiliares.
Embora o concelho de Anadia seja conhecido por possuir uma boa rede de apoio à terceira idade, a verdade é que é reconhecido por todos a insuficiência de equipamentos de apoio à terceira idade e os muitos casos de isolamento social e casos de solidão.
Por isso, o parecer do Núcleo Executivo da Rede Social de Anadia e do CLASA foi favorável, já que é reconhecido por todos que existe uma grande carência de Lares de Idosos, de acordo com levantamento social realizado em 2011 no concelho.
Um problema considerado de intervenção prioritária face à existência de uma lista de espera concelhia, que após cruzamento nominal de dados concluiu que no concelho, em agosto de 2012, estavam 989 pessoas em lista de espera para esta valência.
Uma situação grave e extremamente preocupante tendo em conta que no concelho de Anadia, no ano de 2013, registou o maior índice de envelhecimento do Baixo Vouga – 199,2%, sendo em Portugal de 133,5% e na zona centro (Baixo Vouga) de 135,5%.
Catarina Cerca

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