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ACIB reúne com comerciantes


A Associação Comercial e Industrial da Bairrada (ACIB) informa que a reunião com os comerciantes da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa foi reagendada para 23 de outubro, pelas 20h, no edifício da Junta, em Bustos.
Com o intuito de definir as ações a realizar no âmbito da animação de Natal 2014, para dinamização do comércio de Oliveira do Bairro, a ACIB e a União de Freguesias convidam todos os comerciantes a estarem presentes nesta reunião.
De acordo com a ACIB, “a presença de todos é fundamental para, em conjunto, recolhermos e debatermos contributos e ideias e delinearmos as melhores ações para dinamizar o comércio local na época festiva que se aproxima”.
A ACIB relembra que a reunião com os comerciantes do concelho de Anadia está agendada para 21 de outubro, às 20h, na Delegação da ACIB em Anadia.
Para mais informações, contacte a ACIB através dos telefones: 234 730 320 ou 231 516 761 e/ou as Juntas de Freguesia.

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Comerciantes queixam-se de não serem ouvidos


A sessão temática – direcionada a comerciantes – que a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro realizou, na penúltima quinta-feira e que tinha como objetivo uma partilha de ideias sobre o papel que cada um tem na vivência do que será a futura Alameda, foi transformada num rol de queixas.

Os comerciantes criticaram a calendarização da iniciativa, sublinhando que “primeiro deverá ser concluída a construção da Alameda e só depois analisar a forma como o comércio deve ser revitalizado”.
Os comerciantes reclamaram que devia existir um gabinete de apoio à Alameda, sublinhando “a demora nas obras e a falta de sinalização”. “Peço que apoiem os comerciantes e que os protejam, senão no final teremos palmas, mas não haverá comerciantes”, afirmou um dos comerciantes da Rua do Foral.

Já Maria Rosa, que é proprietária de três lojas, disse que os seus três inquilinos pretendem sair das suas frações. Apontando o dedo ao vice-presidente da Câmara, Joaquim Santos, afirmou: “aquele senhor disse-me: foi a senhora que quis a Alameda, agora aguente, até porque ainda vai ser bem pior”.

“Estamos fartos”. Carlos Ascensão, da Ourivesaria Paraíso, disse ter tido conhecimento da reunião 24h antes, afirmando que “antes do tema da sessão há muito a fazer”. “Apelo ao bom senso de todas as partes e que façam acreditar que o «quero, posso e mando» desapareça, porque já estamos fartos”.

Óscar Damaya disse ser prematuro falar sobre a regeneração urbana, “para mais quando não somos conhecedores do projeto”. “Temos que saber quantos parques de estacionamento existem e se os jardins vão ter árvores. É necessário saber tudo isto e depois, sim, avançarmos.”

O rol de queixas não terminaria tão depressa. Para o proprietário da Pastelaria Terezinha, “o mais importante é que as obras terminem”. “Queremos rapidez e eficiência. Não queremos inovação agora, queremos é obra feita e não apanhar pó.” Este comerciante deu ainda a conhecer que “lá fora, nomeadamente na Alemanha, as obras são projetadas com tempo e depois executadas de forma a nada falhar”.
Mário João Oliveira, presidente da Câmara, referiu estarmos em Portugal e não na Alemanha, mas momentos antes, foi a responsável pelo projeto “Viva a Alameda” que deu como bons exemplos o que se faz na Alemanha.

O edil reconheceu a falta de alguma sinalização, acrescentando que “se trata de uma obra demorada. É um contrato de dois anos”. Já a presidente da ACIB, Emília Abrantes, convidada a moderar o debate, sublinhou que “a melhor forma de dar vida é antecipar e estarmos a dialogar entre todos”. “Esta nova direção tem o desafio de promover uma melhor região para os associados”, sublinhou a líder da ACIB, que apelou “a uma maior participação dos cidadãos”.

A vereadora da Cultura, Laura Pires, pediu que “se pense com tempo o que vamos fazer com a obra. Se pensam que é importante programar uma obra, antes de ser feita, aquilo que estamos aqui a fazer é programar o que vamos fazer depois da obra concluída”.

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Alameda da Cidade preocupa comerciantes


Os comerciantes e proprietários dos terrenos confinantes com a construção da nova Alameda da Cidade de Oliveira do Bairro estão preocupados com o andamento da obra, mormente os transtornos que a mesma provoca. Os comerciantes, após já terem marcado presença numa reunião “privada” e numa Assembleia Municipal, regressaram à última reunião de câmara.
Conceição Mota, proprietária de terrenos confinantes com a Alameda, diz não entender a razão que leva a autarquia a negociar as cedências com o domínio público em plena execução da obra.
Já Rosa Lídia, proprietária da Papelaria Saimeiro, afirma não compreender como é que assinou uma cedência de terreno para a construção de uma ciclovia, estacionamento e passeios e agora vai ser implantada uma ilha ecológica sem que tivesse sido informada.
Ilda Pires, do Hotel Paraíso, mais dura nas críticas, avisou o presidente que a câmara só fecha os acessos às garagens do hotel “por cima do seu cadáver”.
Por seu lado, Carlos Ferreira, da Ourivesaria Paraíso, denunciou que, “sem qualquer aviso, apareceu um caterpillar para levantar o piso em frente à minha loja. Penso que, no mínimo, deviam avisar o que iam fazer”. Aliás, Óscar Damaya, do Hotel Paraíso, afirmou estar “muito preocupado com o andamento da obra, uma vez que estão previstos rebaixamentos, podendo estar em causa a segurança dos hóspedes do hotel”. Por isso, questionou “se não seria aconselhável a Câmara Municipal ter o apoio de uma empresa que possa prestar assessoria ao andamento desta obra, porque os Técnicos Municipais são capazes de necessitar de alguma ajuda”.

Respostas. O presidente da Câmara, Mário João Oliveira, começou por afirmr que presta todos os esclarecimentos, “muito embora possam não ser as respostas que as pessoas gostariam de ouvir”.
Sublinhou que os acessos às garagens junto ao Hotel Paraíso têm merecido a melhor atenção do executivo municipal, acrescentando que relativamente ao acesso pedonal ao hotel já fez chegar uma proposta, pelo que “aguardamos uma resposta em relação a esta situação”.
Recordou que “um dos grandes objetivos da Alameda é eliminar as entradas em rampa, pelo que, dentro de algum tempo, deixarão de existir”.
Relativamente à preocupação de Rosa Lídia, o autarca justificou que o contrato de cedência foi feito com base no projeto da Alameda, que previa a instalação de ilhas ecológicas, argumentando que “algumas alterações ao projeto inicial fizeram mudar as ilhas ecológicas de um lado da estrada para o outro”.
PFC

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