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Tag Archive | "crime"

Simulações e furtos aumentam na Bairrada


As simulações de furtos estão a aumentar na região da Bairrada. A percentagem pode representar 10% do total das queixas registadas no Destacamento da GNR de Anadia, que engloba os concelhos de Oliveira do Bairro, Anadia e Mealhada, revelou ao Jornal da Bairrada fonte policial.
De acordo com a fonte, após investigações de alguns furtos participados, foram encontrados elementos, seguros, que conduzem a simulações de furtos, com o objetivo de ir buscar o dinheiro das apólices dos seguros.
A mesma fonte refere que em alguns casos, a prática da simulação do furto não é fácil de provar, no entanto, existem alguns pontos comuns: os queixosos são, na generalidade, pessoas de bem, inseridas na sociedade, e têm uma boa relação com o mediador de seguros. Ou seja, segundo a fonte, o facto dos, alegados, lesados serem pessoas integradas na sociedade e manterem uma boa relação com o mediador é meio caminho andado para que o mediador, que desconhece por completo a simulação do furto, faça pressão junto da entidade seguradora para que o valor coberto seja pago ao queixoso.
A nossa fonte considera que “podemos estar perante uma epidemia neste tipo de crimes e que poderá não estar só circunscrita à Bairrada, mas a nível nacional”.
Alguns dos suspeitos, na região, já confessaram a prática fraudulenta.
Pedro Fontes Costa
pedro@jb.pt

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Assalto à Quinta das Bágeiras rende milhares de euros


Cerca de 5 mil euros é o resultado de um furto ocorrido, na madrugada da última quarta-feira, à adega Quinta das Bágeiras na Fogueira, freguesia de Sangalhos.
A adega, do produtor Mário Sérgio Nuno, já com mais de duas décadas de existência, nunca tinha sofrido qualquer assalto deste género, até porque se encontra situada à beira da estrada, junto de várias casas de habitação.
“Só uma vez tivemos um pequeno assalto. Nada como agora”, disse o proprietário a JB.
O assalto terá ocorrido depois da meia-noite, altura em que o produtor deixara as instalações e ido para casa, dando conta que só pela manhã, quando chegou à adega, se apercebeu do que acontecera.
“Não temos alarme e o assalto foi feito pelo lado onde se efetuam as cargas e descargas. Arrombaram dois portões ”, acrescentou. Para além de várias dezenas de caixas de madeira de vinho tinto reserva 2009, foram ainda levadas várias garrafas de vinho branco garrafeira 2004, num total que deve rondar mais de 100 caixas de vinho, no valor de 5 mil euros.
“Até o carrinho onde transportamos as caixas foi levado”, revelou.
O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Anadia ficou encarregue de investigar o caso.

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PJ deteve trio pela suspeita de uso de armas de fogo


A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro, identificou e deteve três homens, presumíveis autores de um crime de extorsão, agravado pelo uso de armas de fogo, ocorrido no passado dia 21 de fevereiro, no centro de Vagos.
Segundo a PJ, “os autores do crime abordaram a vítima e, sob a ameaça de arma, agrediram-na, alegando pretender cobrar uma pretensa divida que esta teria para com eles”.
Na sequência da realização de diversas buscas domiciliárias foi apreendida uma arma, munições de diversos calibres, bem como uma pequena quantidade de produto estupefaciente.
Os detidos de 33, 37 e 52 anos de idade, não possuem qualquer ocupação profissional, tendo todos têm já antecedentes criminais.

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Tribunal da Relação mantém 20 anos de prisão e anula indemnização


O Tribunal da Relação de Coimbra (TRC) manteve a condenação, em primeira instância, de 20 anos de prisão, a que tinha sido sentenciado Ferreira da Silva por ter matado, em 2011, no parque do Rio Novo, na Mamarrosa, o ex-companheiro da filha. O crime ocorreu no dia 5 de fevereiro de 2011, quando Cláudio Rio Mendes visitava a filha, de quatro anos, neta do arguido.
António Ferreira da Silva, além dos 20 anos de prisão, por um crime de homicídio qualificado, tinha sido também condenado ao pagamento de uma indemnização de 50 mil euros aos pais da vítima, mas o TRC absolveu-o desta última pena.
Celso Cruzeiro, advogado de defesa de Ferreira da Silva, condenado, em dezembro de 2012, pelo assassínio do pai da neta, tinha interposto oito recursos, contestando, “pelo menos, 114 questões em relação ao acórdão final da primeira instância”.
“São muitos os vícios e são muitos os erros” suscitados nos recursos, sustentou Celso Cruzeiro, em declarações aos jornalistas, quando, em 24 de abril, o TRC começou a julgar os recursos.
O Tribunal de Júri de Oliveira do Bairro justificou a pena de 20 anos “devido ao grau especialmente elevado de ilicitude e de culpa e à especial perversidade” do arguido, pai da juíza Ana Joaquina Carriço. A magistrada e o ex-marido tinham um litígio antigo por causa da tutela da filha.

Recurso para o Supremo. A defesa do arguido, a cargo do advogado Celso Cruzeiro, anunciou que vai recorrer agora para o Supremo Tribunal de Justiça – sendo que com esta decisão, da segunda instância, o prazo para a prisão preventiva só terminará a 11 de fevereiro de 2014, não havendo o risco de o arguido sair do Estabelecimento Prisional de Coimbra, onde se encontra.
A argumentação de Celso Cruzeiro é que o arguido, ao disparar sobre o ex-genro, “se encontrava em estado de perturbação e agiu dominado por compreensível emoção violenta”. Por isso, “devia ter sido condenado por um crime de homicídio privilegiado”, cuja moldura penal oscila entre um e cinco anos de prisão (ao contrário do homicídio qualificado, cuja pena varia entre 12 e 25 anos).
Celso Cruzeiro contesta mais de uma centena de questões em relação ao acórdão do Tribunal de Anadia e defende que “os vícios são tantos que a anulação do julgamento podia ser uma solução inevitável”.

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Em silêncio homem que conduzia veículo motorizado furtado


Um homem de 35 anos, de Aguada de Cima, mas a cumprir pena de prisão no Estabelecimento Prisional de Coimbra, acusado de ter sido apanhado a conduzir um veículo furtado, remeteu-se ao silêncio, na última segunda-feira.
De acordo com a acusação, Sérgio J., pedreiro de profissão, foi detido no dia 21 de outubro de 2008, durante a madrugada, na Rua Ferreira Campos, no Repolão, a conduzir um veículo motorizado que não era seu.
Acusado da prática de crime de recetação, Sérgio J., na ocasião em que foi detido pela GNR de Oliveira do Bairro, não tinha em seu poder a identificação e só seria identificado, na manhã seguinte, pelo seu irmão, que se deslocou, propositadamente, ao posto da GNR.
Ainda segundo a acusação, o veículo terá sido furtado na Viela dos Verdes, na Catraia de Assequins, mas o arguido terá dito à patrulha que estava de serviço, que o veículo não tinha sido furtado por si, mas que “sabia que tinha sido subtraído por terceiros”.
Sérgio Jesus também se remeteu ao silêncio quando confrontado para falar sobre as suas condições pessoais, pedindo, apenas, que “fosse dispensado de estar presente durante a leitura da sentença”.

Detenção. O militar, que participou na detenção, disse, através de videoconferência, que “o indivíduo foi fiscalizado a conduzir um veículo motorizado furtado e não possuía nenhuma identificação consigo”, afirmando que “foi o próprio que confirmou que o veículo não era seu, mas que não tinha sido furtado por si”. “Logo de seguida, pelas diligências que fizemos, verificámos que, efetivamente, o veículo tinha sido furtado.”
A outra militar que participou na diligência garantiu não se lembrar de grandes pormenores. “Já passou muito tempo, e, na altura, tínhamos várias coisas a tratar”, afirmou.
António Jesus, irmão do arguido, apesar de não ser obrigado a prestar declarações, disse desconhecer todos os pormenores que rodeiam a eventual recetação do veículo, sublinhando, no entanto, que apenas se limitou a confirmar a identificação do irmão, já no posto da GNR.

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Proibido de se aproximar da ex-mulher


A GNR de Águeda deteve, em Arrancada do Vouga, na semana passada, um indivíduo de 40 anos, por violência doméstica contra ex-cônjuge, invasão de propriedade, resistência e coação sob funcionário.
De acordo com comunicado da GNR, “o indivíduo dirigiu-se a casa da ex-companheira, partiu o vidro de uma janela da casa e introduziu-se no interior da mesma. Quando a patrulha chegou ao local, mandou-o sair da residência, não tendo obedecido”.
“Posteriormente e já no exterior, o mesmo resistiu à detenção. Detido, e por ordem do Procurador Adjunto dos serviços do Ministério Público do Tribunal de Águeda, ficou nas instalações da GNR até ser presente a Tribunal, que, por seu lado, decretou como medida de coação a proibição de contactar com a ofendida por qualquer meio ou outra pessoa, assim como ainda ficou proibido de permanecer ou se deslocar junto da residência ou local trabalho da mesma.”

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Detenção por violação agravada, coação sexual agravada e pornografia de menores


A Polícia Judiciária de Aveiro, através do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro, identificou e procedeu à detenção de um homem, reformado, com 64 anos de idade, fortemente indiciado pela violação de uma criança do sexo feminino, com 11 anos de idade, e por pornografia de menores.

Os factos criminosos ocorreram entre janeiro e princípios de abril deste ano, numa das freguesias urbanas da cidade de Aveiro.

Para além de fotografada nua, a criança foi constrangida a práticas sexuais sob constrangimento da ameaça de que ele faria mal ao irmão mais novo dela.

Na sequência da investigação realizada foram apreendidos um computador e vários discos rígidos externos, onde ele guardava centenas de ficheiros de vídeo e de imagem de conteúdo pornográfico envolvendo menores.

O detido vai ser presente às Autoridades Judiciárias competentes para interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

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Ex-funcionária do Lidl condenada por falsificação de documento


Uma ex-funcionária da loja do Lidl em Oliveira do Bairro que, alegadamente, simulava devoluções de artigos na loja de Oliveira do Bairro para ficar com o dinheiro, foi condenada, na penúltima quinta-feira, pelo crime de falsificação de documentos.
Carla S., de acordo com a acusação, terá simulado a devolução de dois teclados da Yamaha e de uma estante com um cesto, tendo ficado com o valor monetário, a rondar os 300 euros.
Carla S., que se tinha remetido ao silêncio durante o julgamento, terá que pagar 1260 euros acrescidos das taxas de justiça e outras despesas do processo. No entanto, o Lidl não pediu qualquer indemnização.
De acordo com a sentença, o tribunal formulou a sua convicção a partir do depoimento das testemunhas que deram conta da forma como detetaram a situação. “As explicações dadas pelas testemunhas foram claras”, afirmou a juíza, sublinhando que “a arguida tinha dito que necessitava de dinheiro para pagar os medicamentos do marido”.
Durante o julgamento, Luís Miguel, diretor de vendas do Lidl a nível nacional, explicou que, em 2010, durante um inventário periódico, foi detetada uma lista de artigos que tinham sido devolvidos pelos alegados compradores, mas que não se encontravam no stock.
O diretor de vendas do Lidl explicou ao tribunal que foram encontradas vendas fictícias na loja de Oliveira do Bairro, mais concretamente de teclados da Yamaha.
Garantiu ainda que “foi a própria arguida que confessou que tinha ficado com o dinheiro, devido a dificuldades económicas, e que a assinatura dos supostos clientes era falsa”.
Luís Miguel referiu ainda que a arguida – que agiu, entretanto, judicialmente contra o Lidl, argumentado que rescindiu o contrato sob coação – terá manifestado vontade em repor o dinheiro.
Já Sara Batalha, chefe de zona de vendas do Lidl, tinha explicado ao tribunal os procedimentos administrativos, nomeadamente que “foi através do controlo do fluxo de caixa”, que descobriu a simulação de devoluções.
As declarações destes responsáveis do Lidl vieram a ser valorizadas pelo tribunal, ao mesmo tempo que a juíza, durante a leitura da sentença, afirmou que “a arguida não mostrou arrependimento”.
Carla S., caso não pague a multa a que foi condenada, terá que cumprir 120 dias de prisão.

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Ex-namorada de psicóloga absolvida de sequestro e ofensas


Cátia O., residente em Aguada de Cima, que estava acusada da prática dos crimes de ofensas, ameaças, furto e sequestro de uma psicóloga, com quem manteve uma relação amorosa, foi absolvida, na última segunda-feira, de todos os crimes que vinha acusada. A decisão vai de encontro às alegações do Ministério Público que iam no sentido da sua absolvição.

Os factos, constantes na acusação, reportam ao dia 16 de julho de 2011, dois meses depois de supostamente Cátia O. ter terminado a relação que mantinha com Rosália C., numa altura em que a arguida vai a Aveiro e a psicóloga fica fechada em casa, em Oiã, num segundo andar. A psicóloga argumenta que a arguida levou as suas chaves e que a deixou fechada. Ao início da noite, quando a arguida chega a casa, gerou-se uma confusão que terminou com a GNR no local. A psicóloga afirma que, após a confusão, ambas foram viver para outras moradas e que algum recheio de casa desapareceu nos dias seguintes.

O tribunal de Oliveira do Bairro formulou a convicção com base das declarações da arguida, Cátia O., que “se revelaram plausíveis” ao contrário das da queixosa, Rosália C., a psicóloga com quem manteve uma relação amorosa e que esta nunca assumiu em tribunal.

Na leitura da sentença, o tribunal deu como provado que nenhuma das testemunhas assistiu ao que se passou naquele dia, assim como nenhuma testemunha conseguiu explicar como é que porta da casa de Rosália C. foi rebentada.
A juíza disse não perceber o motivo pela qual, a psicóloga não telefonou à GNR durante o tempo em que esteve fechada em casa. “Não se mostra plausível a explicação de que não telefonou, porque estava com medo que a Cátia a matasse.”
A magistrada referiu ainda que não se encontra uma explicação racional para o que aconteceu, “a não ser que mantinha um relacionamento amoroso e daí tanta partilha”.

Já o depoimento da testemunha David Rocha, que viveu no apartamento da arguida, ao longo de dois meses, “em nada contribuiu para a descoberta da verdade”.
Relativamente à junção de três cartas escritas à mão, alegadamente, por Rosália C., à arguida, enquanto mantinham a relação amorosa, o tribunal “não as valorou”, uma vez que não tem autoridade para verificar a letra.
A psicóloga terá agora que pagar 406 euros de custas, acrescidos dos encargos do processo, e ainda 204 euros do pedido de indemnização que foi julgado improcedente.

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Pais de Claúdio Rio Mendes continuam sem ver a neta


A advogada dos pais de Cláudio Rio Mendes, o advogado assassinado pelo ex-sogro em Oliveira do Bairro, lamentou na sexta-feira que ainda não tenha sido cumprida a decisão judicial que concedeu aos seus clientes o direito de visitar a neta.
Em março passado, o Juízo de Família e Menores de Aveiro deu provimento ao pedido dos avós paternos para poderem visitar a neta, que não veem desde o final de 2010, pouco antes de Cláudio Rio Mendes morrer.
No entanto, segundo Arménia Coimbra, advogada dos pais da vítima mortal, o tribunal ainda não procedeu à nomeação do psicólogo que irá ajudar a restabelecer a reaproximação gradual entre a criança e os avós, tal como ficou estabelecido na sentença do juiz Paulo Albernaz. Em causa está o atraso na resposta do Instituto da Segurança Social a um ofício enviado pelo tribunal, a 21 de março passado, a solicitar com urgência a indicação de um perito especializado na área de psicologia infantil, para acompanhar os encontros.
Lamentando esta demora, a advogada Arménia Coimbra defende que nem sempre é por culpa do tribunal que a justiça não é célere.

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BTT Nariz

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