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Anadia assinala 500 anos de Forais com Feira Quinhentista


A Câmara Municipal de Anadia assinala os 500 anos de forais manuelinos, nos próximos dias 28 e 29 de maio (Feriado Municipal) com atividades várias, destacando-se no dia 29, a realização de uma Feira Quinhentista.
Na véspera, à noite, o destaque vai para um concerto no Cineteatro de Anadia, pelos Vox Angelis.

Aqui fica o programa completo para os dois dias.

Dia 28 de maio
ASSEMBLEIA DOS ALUNOS
14h | Paços do Município

EXPOSIÇÃO DE PÁINEIS DE AZULEJO – FORAIS
(pelos alunos da Universidade Sénior da Curia)
14h | Paços do Município

FEIRA QUINHENTISTA
- 16h | Praça do Município
Abertura do Mercado. Exposição de artefactos bélicos, panejamento e acampamento castrense.
- 17h | Arruada de trovadores pelas ruas do burgo. Arauto anuncia a convocatória dos
homens-bons e vizinhos do concelho. Milícia de homens de armas do concelho vai chamar os
homens bons às suas casas.
- 19h | Comeres e beberes nas tabernas e casas de pasto com comeres tradicionais da região

CONCERTO “CANTUS MANUELINUS”
(música do séc. XVI, pelos Vox Angelis)
21h30 | Cineteatro Anadia

Dia 29 de maio
FEIRA QUINHENTISTA
- 10h | Praça do Município
Abertura do Mercado. Exposição de artefactos bélicos, panejamento e acampamento
castrense.
- 11h | Cortejo para receber o enviado de El-Rei assim como à régia comitiva que aqui se apresta para o outorgamento dos Forais.
- 12h | Visita do Almotacem e do Meirinho à Feira e aferição dos pesos e medidas nos
tendeiros, almocreves e carroças de bufarinheiros.
- 12h30 | Lançamento do vinho “Terras d’Anadia”.
- 13h | Comeres e beberes nas locandas do mercado.
- 15h | Representação teatral, anunciando-se o outorgamento do Foral. Os homens bons do lugar
serão convocados para a redação dos termos. O emissário d’El-Rei apresentará as condições e o
tabelião fará o primeiro assentamento. Salva de columbrinas. Anúncio por dois cavaleiros dos aprazamentos do Foral, convocando-se a população.
- 16h | Os cavaleiros apresentam uma mostra de armas com justas e despiques. É anunciada a convocação dos homens bons de cada um dos 12 lugares. Teatralização dos textos do foral de cada lugar. Sua discussão e aprovação pelos vizinhos e moradores. A leitura pública dos aspectos mais importantes em cada foral. O assentamento pelos escrivães e a chancela régia. Continuação da Festa e arraial popular.
- 17h| Toque a rebate no terreiro | Ataque da horda de salteadores | Julgamento e execução na praça dos salteadores capturados, seguindo-se um auto de fé de heréticos e contumazes.
- 18h | Danças populares ao desafio e danças palacianas pelas damas do paço.
- 20h | Comeres e beberes nas tabernas e casas de pasto.
- 21h | Espectáculo de Malabares de Fogo
- 22h | Encerramento do Mercado

Em permanência| No espaço do evento:
Animação Itinerante | Recriação Histórica e Artes Performativas | Personagens | Rábulas e Estórias | Música e Dança

Participação: Viv`Art.
Colaboração: Juntas de Freguesia, IPSS e Associações do Concelho

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“O Baile” vai pôr Anadia a dançar


A Câmara Municipal de Anadia vai levar à Praça da Juventude, amanhã, dia 16 de maio, pelas 21h30, “O Baile”, de Aldara Bizarro, com interpretação da Jangada de Pedra e de elementos da comunidade anadiense.
Segundo esta coreógrafa, trata-se de um “espetáculo de dança inspirado no filme “O Baile”, de Ettore Scola (1983), e na memória dos bailes de bairro, de aldeias e de vilas de Portugal”, com o objetivo de “recriar um baile contemporâneo, pertinente e atual, um lugar único de convívio e festa, idealizado pelos participantes e equipa artística deste projeto”.
Aldara Bizarro explica ainda que “O Baile” procura “atingir três níveis de participação. A participação de profissionais que colaboraram neste projeto desde a sua origem (…), a participação parcial de pessoas locais que ensaiam de propósito para o efeito, quer na parte da dança, quer na parte da música ao vivo, e ainda, a participação das pessoas que assistem ao espetáculo que no final se envolvem, mais, com este, através do baile final que a peça proporciona”.
Neste sentido, a equipa artística (bailarinos, atores e coreógrafa) contará, na interpretação, com a colaboração de 25 elementos da comunidade, com idades entre os 7 e os 70 anos, metodologia seguida, aliás, em todas as localidades por onde “O Baile” passou. Desses 25 participantes locais, “15/20 (…) farão parte do grupo de intérpretes de dança, e 10, do grupo de intérpretes da música”. Enquanto os bailarinos não necessitam de ter conhecimentos de dança, já para a interpretação musical é requerido algum saber e, neste caso, a tarefa está entregue a elementos da Filarmónica da ASMUSIBAI – Associação Musical da Bairrada, com sede em Anadia.

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Luís de Matos apresenta “Chaos” no Cineteatro de Anadia


O Cineteatro Anadia vai receber, de novo, o mágico Luís de Matos, que, no próximo dia 26 de abril, pelas 21h30, apresentará o espetáculo “Luís de Matos CHAOS”.
Trata-se da mais recente produção do mágico português mais premiado e distinguido de sempre.
Neste espetáculo, os mais estranhos elementos interagem de forma mágica e surpreendente, numa combinação única da imaginação coletiva de todos os que nele participam: da mesma forma que o bater de asas de uma borboleta em Tóquio pode provocar um furacão em Nova Iorque, também a presença de cada espetador se reflete em cada representação de “Luís de Matos CHAOS”.
Uma jornada inesquecível, plena de interação e mistério, repleta de feitos inexplicáveis que perduram na memória de cada espetador.
“Luís de Matos CHAOS” é uma experiência mágica sem precedentes, uma coleção de mistérios tornados realidade em cada representação, constituindo uma viagem mágica pessoal, intransmissível e memorável. Ilusão ou realidade? A escolha é sua…”
Os bilhetes para este espetáculo já estão à venda e podem ser adquiridos no Cineteatro Anadia, às sextas-feiras e sábados, das 20h às 22h.

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Anadia comemora Dia Mundial da Poesia


A Câmara Municipal de Anadia vai celebrar o Dia Mundial da Poesia, promovendo o III Encontro de Poesia de Anadia, que decorrerá no próximo dia 22 de março, pelas 15h, na Biblioteca Municipal de Anadia.
Tendo como principal objetivo contribuir para a divulgação do trabalho escrito dos poetas anadienses, esta iniciativa concorre, em simultâneo, para a salvaguarda do património imaterial espelhado na poesia popular do concelho de Anadia.
O Encontro terá início com a apresentação da obra “O Tempo do Fogo Insaciável”, de António Vilhena, autor de outros livros de poesia, nomeadamente “Do Ventre da Terra”, “Trança D’Água”, “A Eterna Paixão de Nunca Estar Contente”, “Mais Felizes Que o Sonho”, e “Canto Imperecível das Aves”. António Vilhena escreveu, ainda, algumas obras infantis: “O Piano Adormecido”, “A Formiga Barriguda” e “As Férias da Formiga Barriguda”. Natural de Beja, António Vilhena é licenciado em Psicologia e mestre em Estudos Clássicos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Numa tarde inteiramente dedicada à Poesia, a Biblioteca espera reunir vários autores, poetas e amantes deste género literário, que, para além de declamarem alguns dos seus poemas, partilharão com a plateia a sua afeição pela escrita e pela poesia. Este III Encontro contará, ainda, com a participação de alunos de escolas do concelho e integrará declamações de poemas de autores locais protagonizadas por jovens que integram o Grupo de Teatro do projeto SER + em Anadia, promovido pela Câmara Municipal.

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Avelãs de Cima: Rota dos Moinhos só avança com o apoio da Câmara


Há quase um ano atrás, foi dado a conhecer um projeto inédito com vista à criação de uma Rota dos Moinhos, entre as freguesias de Avelãs de Cima e a Moita, que possibilitasse a preservação de um património centenário.
A ideia partiu de um grupo de canelenses (Canelas – Avelãs de Cima) que pretendia recuperar e dar corpo a um projeto único no concelho e na região.
Um ano depois do Jornal da Bairrada ter dado a conhecer o projeto, este grupo de canelenses regressou, no passado dia 26, à reunião do executivo para pedir ajuda, no sentido de concretizar tão ambicioso projeto, na medida em que é necessário recuperar uma represa.
Alberto Simões falou em nome do grupo e lembrou o executivo que, após a intervenção feita pelos populares, a expensas próprias, ficou a promessa, ainda do anterior executivo, de apoio que, até há data, não aconteceu.
“Queremos saber se estão ou não disponíveis para aprovar o projeto, até porque o moinho está recuperado”, avançou o popular, sublinhando que para este trabalhar é necessário que também a represa venha a ser igualmente recuperada. “Não é um projeto de grande vulto, fácil para a Câmara, mas difícil para nós”, disse.
Refira-se que na zona existem 18 moinhos de água, começando no lugar de Ferreirinhos (Avelãs de Cima), passando por Canelas, Póvoa do Gago, terminando em Ferreiros, junto ao Moinho Velho (Moita), numa extensão aproximada de cinco a seis quilómetros. Um percurso que pode vir a integrar ainda um moinho de vento, localizado na Cascalheira.
O projeto, que ainda não está no papel, pretende dar corpo a um sonho antigo das populações, mas só avança se houver um maior empenhamento da autarquia, já que os populares não podem suportar o custo das obras.
Na ocasião, a autarca Teresa Cardoso frisaria que, sendo um projeto que está apenas na ideia de um grupo de pessoas, é necessário passá-lo para o papel, já que existem muitas variáveis a ter em consideração.
A presidente de Câmara sublinhou ainda a necessidade de fazer um projeto, com suporte técnico, para recuperar caminhos pedonais e a represa, para depois ser orçamentado e eventualmente alvo de uma candidatura.
Contudo, a edil mostrou-se disponível para reunir, em breve, com o grupo, seja na Câmara Municipal ou no local.
Os promotores da ideia (Alberto Simões, Américo Tomás, João Figueiredo e João Simões) estão determinados, em levar o projeto a bom porto.
Sublinhe-se ainda que há um ano atrás, este grupo de populares já tinha a intenção de proceder à reconstrução dos moinhos que se encontrem menos degradados e preservar as ruínas dos restantes.
Até ao momento, já conseguiram reconstruir o de Canelas, faltando os da Póvoa do Gago e de Ferrerinhos. Paralelamente, foi construída uma levada e foram colocadas algumas manilhas em falta.
Recorde-se também que na zona existe um lagar de azeite de vara que, apesar do avançado estado de degradação, poderá vir a ser integrado nesta rota, dada a sua singularidade.
CC

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Ancas: José Roberto Silva homenageado em Noite de Fados


“Porque o Fado é Saudade”. Esta foi a forma encontrada pelo Club de Ancas para homenagear, a título póstumo, na noite de amanhã, o seu jovem diretor, falecido em março deste ano, com apenas 41 anos de idade.
A noite de fados integra a Semana Cultural do Club de Ancas, que decorre entre 7 e 15 de dezembro.
O tributo a José Roberto Silva começa às 22h, no salão de espetáculos do Club de Ancas e em palco vão estar vários amigos, fadistas e guitarristas, nomeadamente Horácio Seabra Branco, Fernando Monteiro, Sara Xavier, Sérgio Vilarinho, Paulo Valente, Luís Botelho, Ernesto Garrelhas, Alexandre Barros, José Xavier e José Carlos Andrade.
Neste tributo a José Roberto estarão ainda Tertúlia Bairradina, Grupo de Fados Baga Madura, Grupo de Fados de Aveiro e amigos.
Refira-se que José Roberto Simões da Silva faleceu em março do corrente ano, vítima de doença oncológica.
Neste sentido, a direção do Club de Ancas, familiares e amigos que estão a organizar a iniciativa decidiram aproveitá-la para angariar fundos para a instituição e para a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Centro.

Currículo. José Roberto Simões Silva (13-12-1972 | 28-03-2013), natural de Luso-Angola, frequentou a Escola Primária de Sangalhos, EB 2/3 de Oliveira do Bairro e Escolas Secundárias de Oliveira do Bairro e Anadia. Bacharel pelo ISCIA do curso de Administração e Secretariado, foi na música que exerceu a sua principal atividade profissional.
Instrumentalista e Professor, José Roberto fez o seu percurso de músico na União Filarmónica de Oliveira do Bairro, no Conservatório Gulbenkian em Aveiro e na Universidade de Aveiro.
Foi professor de música no Colégio D. João Bosco em Mogofores e Colégio de S. José em Coimbra, tendo sido igualmente professor de guitarra em várias escolas da região centro. Tendo participado em vários projetos musicais enquanto profissional, foi dirigente (Coordenador do Núcleo Cultural do Club de Ancas) e dinamizador de grande parte dos projetos culturais da instituição, nomeadamente da Escola de Música, do Festival Internacional de Folclore e da Semana Cultural.
Da sua paixão pela música resultou também um conjunto de projetos musicais nas mais diversas áreas e sonoridades. Destacando-se a sua versatilidade como guitarrista, foi igualmente membro fundador da Tuna Conara Bebicosa (ISCIA), Tuna Universitária de Aveiro, Grupo de Fados Tertúlia Bairradina e Grupo de Fados Baga Madura, projetos ligados ao mundo dos fados e guitarradas.
Após doença prolongada, faleceu aos 41 anos, nos HUC.

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Culturas: Semana Cultural do Club de Ancas faz homenagem póstuma a José Roberto Simões


O Club de Ancas, à semelhança de anos anteriores, realiza, de 7 a 15 de dezembro, mais uma Semana Cultural de Ancas.
Nessa mesma semana será levado a palco uma homenagem póstuma do seu diretor José Roberto Simões da Silva, falecido em março do corrente ano, vítima de doença oncológica, sendo propósito do Club de Ancas aproveitar a iniciativa para angariar fundos para a instituição e para a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Centro (vontade expressa da Direção do Club de Ancas, da família e dos amigos que organizam a iniciativa).

Homenagem sentida da saudade e reconhecimento. José Roberto Simões Silva (13-12-1972 | 28-03-2013), natural de Luso-Angola, frequentou a Escola Primária de Sangalhos, EB 2/3 de Oliveira do Bairro e Escolas Secundárias de Oliveira do Bairro e Anadia. Bacharel pelo ISCIA do curso de Administração e Secretariado, foi na música que exerceu a sua principal atividade profissional.
Instrumentalista e Professor, o José Roberto fez o seu percurso de músico na União Filarmónica de Oliveira do Bairro, no Conservatório Gulbenkian em Aveiro e na Universidade de Aveiro.
Foi professor de música no Colégio D. João Bosco em Mogofores e Colégio de S. José em Coimbra, tendo sido igualmente professor de guitarra em várias escolas da região centro. Tendo participado em vários projetos musicais enquanto profissional, foi dirigente (Coordenador do Núcleo Cultural do Club de Ancas) e dinamizador de grande parte dos projetos culturais da instituição, nomeadamente da Escola de Música, do Festival Internacional de Folclore e da Semana Cultural.
Da sua paixão pela música resultou também um conjunto de projetos musicais nas mais diversas áreas e sonoridades. Destacando-se a sua versatilidade como guitarrista, foi igualmente membro fundador da Tuna Conara Bebicosa (ISCIA), Tuna Universitária de Aveiro, Grupo de Fados Tertúlia Bairradina e Grupo de Fados Baga Madura, projetos ligados ao mundo dos fados e guitarradas.
Após doença prolongada, faleceu aos 41 anos, nos HUC.

Noite de Fados – tributo a José Roberto. “Porque o fado é saudade”, dia 13 (sexta-feira, pelas 22h), presta homenagem a José Roberto com a presença de amigos, fadistas e guitarristas: Horácio Seabra Branco, Fernando Monteiro, Sara Xavier, Sérgio Vilarinho, Paulo Valente, Luís Botelho, Ernesto Garrelhas, Alexandre Barros, José Xavier e José Carlos Andrade. Neste tributo a José Roberto estarão ainda Tertúlia Bairradina, Grupo de Fados Baga Madura, Grupo de Fados de Aveiro e amigos.

Programa
Domingo, dia 8: 109.º aniversário Club de Ancas. Missa Solene, seguida de almoço (13h); 15h – Concerto RFM.
Quarta-feira, dia 11: 21h30 – B-Club; “Tertúlia – O Futuro Cultural e social na União de Freguesias”.
Sexta-feira, dia 13: pelas 21h30 – “Porque o Fado é Saudade”, noite de fados no Club, com Tertúlia Bairradina, Grupo de Fados Baga Madura, Grupo de Fados de Aveiro, Trovas e Serenatas e amigos.
Sábado, dia 14: 21h30 – “Sarau Cultural” – Dança Jazz|Hip-Hop|Yoga|Zumba|Club Sénior|Escola de Música|Danças de Salão (Coletividade Popular Coutada de Ílhavo); 00h – Concerto Crazy Cunch
Domingo, dia 15: 15h – Baile Dançante com Trio Bairrada com Aroma da Terra.

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Culturalidades…sentir a cultura” continua nos dias 18 e 25 de maio


No próximo dia 18 de maio de 2013, o “Culturalidades… Sentir a Cultura” apresenta o espetáculo musical “Retalhos do Passado”, produzido e realizado pelo grupo de teatro “O Fantástico”, Filarmónica Vaguense e Santa Casa da Misericórdia de Vagos e que se realiza no Salão dos Bombeiros Voluntários de Vagos, pelas 21h30. O espetáculo é encenado por João Mário Fernandes e conta com a participação especial de Armindo Fernandes, tendo também, como convidados o Orfeão de Vagos e a Classe de Dança. Este espetáculo conta com o apoio da Câmara Municipal e Bombeiros Voluntários de Vagos.

No sábado seguinte, dia 25 de maio, realiza-se, mais uma vez, a iniciativa “Cumplicidades Sociais”, que estará patente no mercado municipal e aberta a toda a população, ao longo da manhã, com diversas atividades como a venda de produtos da terra e uma demonstração gastronómica.

A Lojinha Social e o Banco Local de Voluntariado estarão, também, presentes nesta iniciativa com o objetivo de angariar donativos (como roupas caçado, brinquedos e móveis) voluntários para ajudar nas causas sociais municipais.

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Águeda faz o Festival i!


O Festival i tem a sua 5ª edição marcada para 18 e 19 de Maio, em pleno centro da cidade de Águeda. As artes performativas voltam a conquistar o público infantil e familiar nesta iniciativa d’Orfeu, cada vez mais enraízada na agenda cultural da região. A programação apresenta muita da criação artística nacional, com uma oferta cultural diversificada e para todos os gostos: música, teatro, dança, poesia e animação. O Festival i junta plateias de gerações na grande festa das artes em família!

Águeda vai ser contagiada por mais um fim-de-semana non-stop (sábado 18 e domingo 19 de Maio) de artes para público infantil e familiar, com espectáculos hora a hora em vários espaços de Águeda: Auditório Ana Paula Silva, Auditório do CEFAS, Espaço d’Orfeu e pelas próprias ruas. Durante toda a semana, até 17 Maio, o i interage também com a comunidade escolar do concelho, com apresentações para as turmas escolares de alguns espectáculos desta edição, a terem lugar na Biblioteca Municipal Manuel Alegre, no Espaço d’Orfeu e nos próprios Agrupamentos de Escolas.

O programa detalhado pode ser consultado no sítio www.dorfeu.pt/i e nas redes sociais da d’Orfeu. A pulseira individual é válida para todo o festival e tem o custo de 6€, havendo desconto para adultos se acompanhados por criança(s) e portadores Cartão d’Orfeu. O acesso é gratuito para famílias com duas gerações de portadores Cartão d’Orfeu. As pulseiras podem ser adquiridas antecipadamente na d’Orfeu, até ao dia 17 de Maio, ou durante o festival nos respectivos locais.

O i é uma iniciativa da d’Orfeu em co-produção com o Município de Águeda e apoio oficial da Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes. O desafio está lançado: todos a Águeda, todos ao i!

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Anadia: 2.º Encontro de Poesia com lançamento de livro


No salão da Biblioteca Municipal de Anadia, decorreu, na tarde do último sábado, o segundo Encontro de Poesia, que contou com a presença de alguns poetas populares e também de amantes desta arte sublime e foi pretexto para o lançamento do livro de poesia, intitulado “Lavrando Versos”, da autoria de Armando Henriques Pereira.

O livro. O poeta neste livro canta o campo, a flor, a urze, o tojo, o vinho e o trigo, as tarefas rurais, num tempo em que “parece que temos todos vergonha de assumir a nossa raiz rural. Isso é fruto de uma globalização que concorre para matar a identidade da nossa terra, da nossa pátria, que, por vezes, é apenas o curto chão onde vivemos”. Por isso, mais do que no livro de estreia, “Laços de Fogo”, tenha o autor feito questão de “andar muito à volta da lareira e das fainas agrícolas. Para que as novas gerações fiquem a saber um pouco das suas primeiras raízes, o que era a vida difícil de seus pais”. Regista costumes desaparecidos, lembra árvores de frutos e “veste-as de versos”. “Daí que a aldeia velha ou a sua alma sejam tema recorrente no autor”, afirmou o apresentador (signatário).
É bem patente no livro a veia satírica do autor, onde se sente muito à vontade, como nas poesias “os ladrões já são heróis”, “Povo enganado”, “Palavras ácidas” e tantas outras que assentam que nem uma luva a muitos dos nossos políticos de hoje.
Em resumo, pode definir-se este livro como “um cântico vivido e sentido em louvor do campo e suas antigas vivências, que vale a pena ler para recordar como um lenço bordado de louças e enamoradas promessas, em louvor da sua aldeia beirã que tanto canta”.
O presidente da Câmara, Litério Marques, que presidiu, no uso da palavra, elogiou o trabalho de Armando Pereira e apresentou uma proposta: a Câmara estará sempre disponível para patrocinar obras saídas das mãos dos poetas populares, apenas sob uma condição: que tenham qualidade. Como era o caso.

Lugar à poesia. Organizado pela Biblioteca e com o empenho de Sónia Almeida, sua responsável, após a apresentação do livro, houve espaço à poesia, de carácter popular (esta, de autores do concelho de Anadia, Albino Silva, Belarmina Martins e Armando Henriques Pereira, que leu algumas poesias de um próximo terceiro livro) ou de grandes autores por amantes de poesia, como Albano João, Octaviano Seabra, um admirador incondicional de Fernando Pessoa e Vanda Póvoa, uma enóloga.
A sessão não poderia abrir melhor. Albano João recitou admiravelmente o poema “nega flô”, do brasileiro Jorge Lima e a “Procissão”, de António Ribeiro. Também Octaviano Seabra mostrou duas coisas: uma memória de elefante, ao recitar, de cor e sem hesitações, um longuíssimo poema de Fernando Pessoa e ainda um outro de menor dimensão, mas de igual beleza.
Dos poetas populares presentes leram poesia de sua lavra ainda Albino Silva (pois, claro, um belo soneto de amor), Belarmina Silva, algumas poesias das muitas que tem produzido a partir dos 70 anos. Paulo Ferreira leu uma poesia de Belarmina e anunciou que também tem em mãos um livro de poesia. A sessão encerrou com um poema do grande poeta popular, Manuel Alves, do Vale do Boi, que, na sua acesa crítica, punha de rastos a Monarquia, tempo em tudo semelhante ao de hoje, a bancarrota, dito pela vereadora da cultura Rosa Tomás.
Esta iniciativa, com começo em 2010, bem como outras, “Poesia pelas ruas de Anadia”, iniciada em 2010), de autoria de poetas do concelho, e o concurso de “letras de Primavera” a decorrer entre 21 de Fevereiro e 20 de Maio, mostram que a edilidade, em colaboração com a Biblioteca, dão importância a esta área de cultura, mostrando-se satisfeita com os resultados alcançados Sónia Almeida.

Armor Pires Mota

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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