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Culturalidades…sentir a cultura” continua nos dias 18 e 25 de maio


No próximo dia 18 de maio de 2013, o “Culturalidades… Sentir a Cultura” apresenta o espetáculo musical “Retalhos do Passado”, produzido e realizado pelo grupo de teatro “O Fantástico”, Filarmónica Vaguense e Santa Casa da Misericórdia de Vagos e que se realiza no Salão dos Bombeiros Voluntários de Vagos, pelas 21h30. O espetáculo é encenado por João Mário Fernandes e conta com a participação especial de Armindo Fernandes, tendo também, como convidados o Orfeão de Vagos e a Classe de Dança. Este espetáculo conta com o apoio da Câmara Municipal e Bombeiros Voluntários de Vagos.

No sábado seguinte, dia 25 de maio, realiza-se, mais uma vez, a iniciativa “Cumplicidades Sociais”, que estará patente no mercado municipal e aberta a toda a população, ao longo da manhã, com diversas atividades como a venda de produtos da terra e uma demonstração gastronómica.

A Lojinha Social e o Banco Local de Voluntariado estarão, também, presentes nesta iniciativa com o objetivo de angariar donativos (como roupas caçado, brinquedos e móveis) voluntários para ajudar nas causas sociais municipais.

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Águeda faz o Festival i!


O Festival i tem a sua 5ª edição marcada para 18 e 19 de Maio, em pleno centro da cidade de Águeda. As artes performativas voltam a conquistar o público infantil e familiar nesta iniciativa d’Orfeu, cada vez mais enraízada na agenda cultural da região. A programação apresenta muita da criação artística nacional, com uma oferta cultural diversificada e para todos os gostos: música, teatro, dança, poesia e animação. O Festival i junta plateias de gerações na grande festa das artes em família!

Águeda vai ser contagiada por mais um fim-de-semana non-stop (sábado 18 e domingo 19 de Maio) de artes para público infantil e familiar, com espectáculos hora a hora em vários espaços de Águeda: Auditório Ana Paula Silva, Auditório do CEFAS, Espaço d’Orfeu e pelas próprias ruas. Durante toda a semana, até 17 Maio, o i interage também com a comunidade escolar do concelho, com apresentações para as turmas escolares de alguns espectáculos desta edição, a terem lugar na Biblioteca Municipal Manuel Alegre, no Espaço d’Orfeu e nos próprios Agrupamentos de Escolas.

O programa detalhado pode ser consultado no sítio www.dorfeu.pt/i e nas redes sociais da d’Orfeu. A pulseira individual é válida para todo o festival e tem o custo de 6€, havendo desconto para adultos se acompanhados por criança(s) e portadores Cartão d’Orfeu. O acesso é gratuito para famílias com duas gerações de portadores Cartão d’Orfeu. As pulseiras podem ser adquiridas antecipadamente na d’Orfeu, até ao dia 17 de Maio, ou durante o festival nos respectivos locais.

O i é uma iniciativa da d’Orfeu em co-produção com o Município de Águeda e apoio oficial da Secretaria de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes. O desafio está lançado: todos a Águeda, todos ao i!

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Anadia: 2.º Encontro de Poesia com lançamento de livro


No salão da Biblioteca Municipal de Anadia, decorreu, na tarde do último sábado, o segundo Encontro de Poesia, que contou com a presença de alguns poetas populares e também de amantes desta arte sublime e foi pretexto para o lançamento do livro de poesia, intitulado “Lavrando Versos”, da autoria de Armando Henriques Pereira.

O livro. O poeta neste livro canta o campo, a flor, a urze, o tojo, o vinho e o trigo, as tarefas rurais, num tempo em que “parece que temos todos vergonha de assumir a nossa raiz rural. Isso é fruto de uma globalização que concorre para matar a identidade da nossa terra, da nossa pátria, que, por vezes, é apenas o curto chão onde vivemos”. Por isso, mais do que no livro de estreia, “Laços de Fogo”, tenha o autor feito questão de “andar muito à volta da lareira e das fainas agrícolas. Para que as novas gerações fiquem a saber um pouco das suas primeiras raízes, o que era a vida difícil de seus pais”. Regista costumes desaparecidos, lembra árvores de frutos e “veste-as de versos”. “Daí que a aldeia velha ou a sua alma sejam tema recorrente no autor”, afirmou o apresentador (signatário).
É bem patente no livro a veia satírica do autor, onde se sente muito à vontade, como nas poesias “os ladrões já são heróis”, “Povo enganado”, “Palavras ácidas” e tantas outras que assentam que nem uma luva a muitos dos nossos políticos de hoje.
Em resumo, pode definir-se este livro como “um cântico vivido e sentido em louvor do campo e suas antigas vivências, que vale a pena ler para recordar como um lenço bordado de louças e enamoradas promessas, em louvor da sua aldeia beirã que tanto canta”.
O presidente da Câmara, Litério Marques, que presidiu, no uso da palavra, elogiou o trabalho de Armando Pereira e apresentou uma proposta: a Câmara estará sempre disponível para patrocinar obras saídas das mãos dos poetas populares, apenas sob uma condição: que tenham qualidade. Como era o caso.

Lugar à poesia. Organizado pela Biblioteca e com o empenho de Sónia Almeida, sua responsável, após a apresentação do livro, houve espaço à poesia, de carácter popular (esta, de autores do concelho de Anadia, Albino Silva, Belarmina Martins e Armando Henriques Pereira, que leu algumas poesias de um próximo terceiro livro) ou de grandes autores por amantes de poesia, como Albano João, Octaviano Seabra, um admirador incondicional de Fernando Pessoa e Vanda Póvoa, uma enóloga.
A sessão não poderia abrir melhor. Albano João recitou admiravelmente o poema “nega flô”, do brasileiro Jorge Lima e a “Procissão”, de António Ribeiro. Também Octaviano Seabra mostrou duas coisas: uma memória de elefante, ao recitar, de cor e sem hesitações, um longuíssimo poema de Fernando Pessoa e ainda um outro de menor dimensão, mas de igual beleza.
Dos poetas populares presentes leram poesia de sua lavra ainda Albino Silva (pois, claro, um belo soneto de amor), Belarmina Silva, algumas poesias das muitas que tem produzido a partir dos 70 anos. Paulo Ferreira leu uma poesia de Belarmina e anunciou que também tem em mãos um livro de poesia. A sessão encerrou com um poema do grande poeta popular, Manuel Alves, do Vale do Boi, que, na sua acesa crítica, punha de rastos a Monarquia, tempo em tudo semelhante ao de hoje, a bancarrota, dito pela vereadora da cultura Rosa Tomás.
Esta iniciativa, com começo em 2010, bem como outras, “Poesia pelas ruas de Anadia”, iniciada em 2010), de autoria de poetas do concelho, e o concurso de “letras de Primavera” a decorrer entre 21 de Fevereiro e 20 de Maio, mostram que a edilidade, em colaboração com a Biblioteca, dão importância a esta área de cultura, mostrando-se satisfeita com os resultados alcançados Sónia Almeida.

Armor Pires Mota

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Vagos: Culturalidades… Sentir a Cultura


Vagos receberá, ao longo do próximos meses, a iniciativa “Culturalidades…sentir a Cultura”.
CULTURALIDADES… para privilegiar o diálogo permanente entre o individual e o coletivo, mas também as diferentes expressões e manifestações de cultura, que traduzem a nossa identidade concelhia. Por isso, a Câmara Municipal de Vagos, encontra-se a organizar a iniciativa “CULTURALIDADES”, contando com a participação ativa das forças vivas concelhias, no sentido de, em conjunto, dar corpo a uma série de atividades, promotoras da cultura vaguense.
48 horas de cultura no Mercado Municipal de Vagos, nos dias 20 e 21 de abril.
Venha sentir a cultura apreciando a cultura gandareza nas suas diferentes vertentes: artesanato, mercado gandarez, música, folclore, feira do livro e outras culturalidades.

Programa “48 horas de cultura”:
20 de abril (sábado):
10h: Abertura com Fanfarra dos Bombeiros
Em permanência:
• Artesanato, Mercado, Feira do Livro, Gastronomia, Doçarias, Arranjos Florais, Mostra Canina, Exposições e Rastreios: Colesterol, diabetes, glicémia, triglicerídeos e tensão arterial.
11h30 e 15h30: As Gaiteiras de Ouca/ARCO
15h: “Tarde dos Infantes” com atividades abertas ao público – Bombeiros Voluntários de Vagos: Manuseamento de extintores, Ações de desencarceramento, Ações de socorrismo
16h: A Banda na Praça – Banda Filarmónica Vaguense
20h: Dança pelo Grupo de “Estrelas Pop”
21h30m: A menina dança!…
Baile Gandarez com João Gentil

Dia 21 de abril, domingo
10h : Abertura do Mercado Municipal com as atividades em permanência
11h: Início da Feira Gandareza a decorrer ao longo de todo o dia: Produtos agrícolas, Robertos, Jogos tradicionais, Folclore…
Com a participação de: Associações, Museu do Brincar, Grupos Folclóricos
15h: Bombeiros Voluntários de Vagos: Manuseamento de extintores, Ações de desencarceramento e Ações de socorrismo

Notas de Abril, 25 de abril
Venha sentir a cultura, em abril, num concerto com a Banda Filarmónica Vaguense, pelas 16h, no Salão dos Bombeiros Voluntários de Vagos.
Concerto solidário a favor do Centro de Atividades Ocupacionais de Santa Catarina.

Concerto de Primavera, 5 de maio
Em maio venha sentir a cultura, no Dia da Mãe, num concerto com o Orfeão de Vagos, pelas 16h, no Centro de Educação e Recreio. Concerto solidário a favor Liga Portuguesa de Luta Contra o Cancro.
Caminhada na Quinta do Ega, pelas 14h30, a favor da Liga Portuguesa de Luta contra o Cancro.
“Cumplicidades Sociais”, 27 de abril e 25 de maio
Ao longo da manhã, o mercado municipal estará aberto, a toda a população, com diversas atividades como a venda de produtos da terra e uma demostração gastronómica.
A Lojinha Social e o Banco Local de Voluntariado estarão, também, presentes nesta iniciativa com o objetivo de angariar donativos (como roupas caçado, brinquedos e móveis) voluntários para ajudar nas causas sociais municipais.
Teatro, 18 de maio
Com Grupo de Teatro “O Fantástico”, mordomia da Santa Casa da Misericórdia de Vagos.

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Festival de Folclore “Região da Gândara”


O Festival de Folclore “Região da Gândara” terá lugar na Praça Marquês de Marialva, em Cantanhede, com a participação de quatro Grupos Folclóricos nacionais, na noite de sábado, dia 25 de maio, em que o espetáculo é de danças tradicionais, e manhã e tarde de domingo, dia 26, será ocupada com oficina de dança e representação de tradições populares.

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Cardoso Leal apresenta biografia de José Luciano de Castro, na Biblioteca de Anadia


O auditório da Biblioteca Municipal de Anadia foi pequeno para acolher, na tarde do último sábado, familiares, amigos, autarcas e muitos anadienses que fizeram questão de não faltar à apresentação da obra “José Luciano de Castro – Um homem de Estado (1834-1914)”, da autoria do anadiense Manuel Cardoso Leal.
Manuel Maria Cardoso Leal é líder da bancada do PS, na Assembleia Municipal de Anadia. Por isso, a classe política esteve em peso no evento, que serviu ainda de pano de fundo à inauguração da exposição sobre a vida e obra de José Luciano de Castro. Uma mostra que irá estar patente ao público, na Biblioteca Municipal de Anadia até ao dia 6 de abril, altura em se tornará itinerante, para passar pelas bibliotecas dos 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA).
A obra agora apresentada marca o início do conjunto de iniciativas que vão assinalar o primeiro centenário de José Luciano de Castro. Ações que vão dar o mote para um ano de homenagem ao chefe progressista e presidente do conselho de ministros, que adotou Anadia como sua terra, completando-se a 9 de março de 2014 o primeiro centenário da sua morte.
Na ocasião, a vereadora da Cultura, Rosa Tomás, referiu-se ao dia como sendo de “festa”, “pela pessoa muito especial retratada na obra, mas também pelo autor, nosso conterrâneo”. Um dia especial porque naquele sábado, dia 9 de março, se completaram 99 anos, sobre o desaparecimento de José Luciano de Castro.

Obra. Foi a tese de mestrado em História Contemporânea, concluído em 2011, por Manuel Maria Cardoso Leal que serviu de base a esta obra. A apresentação da mesma esteve a cargo do Professor Doutor Luís Reis Torgal, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. O livro acompanha o percurso pessoal de José Luciano de Castro, analisa as suas intervenções nas principais questões e traça o seu perfil político, donde resulta uma perspetiva própria do seu tempo histórico.
De uma forma simples e informal, referiu-se ao autor como um “aluno brilhante” já que fora seu professor em Anadia, no Colégio Nacional, nos anos de 1965/66. Por isso, “esta é para mim uma tarefa espinhosa”, não só porque fora incumbido de fazer a sua apresentação, mas porque ainda não a lera (chegara-lhe à mão, momentos antes do evento). “Irei lê-la muito atentamente”, disse, e referindo-se a Cardoso Leal como o “biógrafo de José Luciano de Castro”, defendeu que esse é um papel extremamente difícil. Porquê? “Porque se fica profundamente ligado aos biografados. Podemos não ter qualquer aproximação ideológica, mas há simpatia pelo biografado”, destacou.
Socorrendo-se de algumas páginas do livro (enviadas previamente pelo autor), sublinharia que “ Cardoso Leal fez uma análise objetiva” dos factos. Por isso, “tenho de elogiar o seu trabalho feito pela objetividade do historiador”.
Mas, sobre José Luciano de Castro, diria ter sido o que hoje se apelida de um “jota”, “que nunca fez nada e entrou logo para a política, ainda muito jovem”. “Aos 20 anos já era um parlamentar. Era um jota, sem ter a experiência de vida”, referiu, ainda que admitindo ser “a política a sua vocação”. Uma vocação natural que lhe valeu tornar-se no parlamentar português mais precoce e o de maior longevidade de sempre mas que, a seu ver, acabou por ser derrotado: “viveu a vitória política mas também a derrota”.

Homem de talentos. Cardoso Leal discordou da interpretação de “derrotado”, até porque, na sua opinião, José Luciano de Castro foi um “chefe carismático do Partido Progressista, da esquerda do regime monárquico, que presidiu a vários governos, num total de nove anos”, tendo também praticado, “valores essenciais das atuais democracias: parlamento, eleições, partidos, liberdade de imprensa”, diria.
À plateia revelou que “José Luciano de Castro teria outros talentos, para além da política.” Foi fundador de um jornal, no Porto, exerceu advocacia, foi jornalista, fundou a revista “O Direito” que se mantém há 150 anos e foi um dos melhores jurisconsultos da sua época”. Por isso, diz que o homenageado “poderia ter sido brilhante noutras áreas”.
O autarca Litério Marques, que naquele dia completou 72 anos (com direito a bolo e a parabéns a você) dirigiu-se a Cardoso Leal como “um adversário político, mas um amigo na vida”, que tem feito “um trabalho brilhante”, pelo que o desafiou a continuar a escrever sobre Anadia e sobre as suas inúmeras figuras públicas. “Anadia tem necessidade deste tipo de obras”, disse, dando conta de que a posição da autarquia em termos de desenvolvimento cultural é de apoiar trabalhos válidos, que após análise pelos técnicos da Câmara, poderão merecer edição, como foi este caso.

O autor. Cardoso Leal licenciou-se em Economia, com pós-graduação em Integração Europeia. Desenvolveu a carreira profissional nos setores da Pesca e Agricultura. Mestre em História Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, atualmente integra diversos projetos de investigação e prepara o Doutoramento na mesma Faculdade. Foi secretário de Estado da Produção Agro-Alimentar.

Catarina Cerca

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Vagos:“Culturalidades” vai promover novo projeto camarário


Retirada da agenda do pelouro da cultura, por virtude das “condicionantes orçamentais” da autarquia, a semana cultural muda de nome. Passa a denominar-se “Culturalidades” e deixa de estar centralizada num só local (centro da vila), e vai estender-se “ao longo de todo o ano e por todo o concelho”, utilizando e rentabilizando os espaços já existentes.
O novo projeto, que tem vindo a ser apresentado aos “parceiros culturais”, implica necessariamente alguns “ganhos” para a autarquia, que deste modo não vai suportar o “elevado” investimento com aluguer de tendas e demais infraestruturas. Cessa, ainda, o pagamento de horas extraordinárias aos funcionários camarários, que habitualmente eram destacados para o evento anterior.
A informação foi avançada pela vereadora responsável pelo pelouro, Albina Rocha. Em declarações a um quinzenário local, a autarca confirmou que o novo formato volta a ser promovido pelas mesmas entidades, escolas, associações e coletividades vaguenses. “Queremos continuar a dar palco a quem produz cultura no município”, referiu, a propósito, garantindo que a autarquia “proporcionará o apoio financeiro de que necessitam”.

Programação. Muito variada, a programação do “Culturalidades” abre em abril com concertos de primavera. Para maio está agendada a iniciativa “Notas à solta”, promovida pelos coros polifónicos sededos no concelho.
Festa rija marcada para junho, no anfiteatro do centro da vila, onde será comemorado o dia mundial da criança. O evento, com espétaculos sobre os contos “Rei Leão” e a “Pequena Sereia”, está a cargo das escolas e envolve toda a comunidade educativa, encarregados de educação e população em geral.
Incluída na grelha do “Culturalidades” destaque, nos meses de verão, para a recriação da arte xávega, de regresso à praia da Vagueira, que será ainda palco da feira à moda antiga, feira do livro e mostra de artes e ofícios, e festival de folclore. Em agosto decorre, no antigo cais das Folsas Novas (Vagos) o festival do moliço e moliceiro, uma vez mais organizado pelo Grupo Folclórico de Santo António.

Eduardo Jaques
Colaborado

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Câmara apoia D’orfeu e Viv’Arte


A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro aprovou, na última reunião de Câmara, por unanimidade, apoiar o Viv’Arte, de Oliveira do Bairro, em 35 mil euros anuais, e a D’Orfeu, de Águeda, em 5 mil euros anuais, para os próximos quatro anos.
O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, diz que “não basta dizer que apoiamos a cultura, que queremos coisas diferentes. É preciso tudo fazer para dar um passo significativo, angariando meios externos para que haja uma linha de atuação e de compromissos”.
O autarca de Oliveira do Bairro explica ainda que, apesar do mandato terminar no final de 2013, “a cultura não acaba no fim do mandato, a cultura continua. É importante que haja estabilidade”.
Já a vereadora da Cultura, Laura Pires, defendeu que “a educação se faz de várias formas. Educando para a saúde, educando para o desporto, educando para a cultura”.
“Pretendemos estabelecer parcerias com entidades reconhecidas e é isto que estamos a fazer”, acrescentou.

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Famalicão: Jornadas Culturais exaltam valores e feitos dos portugueses


 

“Esta é a ditosa pátria minha amada” e “Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal” serviram de mote a mais umas Jornadas Culturais, promovidas nos passados dias 19 e 20 de abril, no Colégio Nossa Senhora da Assunção, em Famalicão – Anadia.
As jornadas, que são consideradas “o rosto da escola”, envolveram toda a comunidade educativa e os cerca de 820 alunos do Colégio que, durante dois dias, ficaram e deram a conhecer a pátria em todas as suas riquezas, mas também a (re)conhecer melhor os feitos e glórias que imortalizaram vários heróis lusitanos.
No entanto, as jornadas pretenderam ainda despertar consciências para que todos “na rua, no local de trabalho, em família ou na escola, desenvolvam ações no sentido de um Portugal melhor e diferente”.
“Juntos, iremos conhecer, valorizar, transformar e melhorar para levantar de novo o esplendor de Portugal”, diria Idalina Faneca, diretora pedagógica do Colégio na sessão de abertura, destacando ainda as 13 oficinas interativas (uma por cada ano de escolaridade), dinamizadas por professores e alunos: “são oficinas muito criativas e que dão a conhecer a riqueza de cada região do país”, num trabalho fruto da pesquisa e trabalho realizados ao longo do ano.
O evento contou ainda, no primeiro dia, com uma conferência proferida pelo Tenente General Chito Rodrigues que, a convite do Núcleo de Oliveira do Bairro, da Liga dos Combatentes, falou do tema: “Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal”.

Espetáculo único. A sessão de abertura das Jornadas Culturais, realizada logo às 9h, teve como palco o ginásio do Colégio. Durante mais de uma hora, alunos e professores brindaram todos os presentes com um espetáculo único, de grande beleza e criatividade. Os presentes foram convidados a “embarcar na viagem inesquecível, onde o passado e o presente coabitam numa simbiose perfeita”. “O que vais ver a seguir são pedaços de ti, da tua alma lusitana. Apaixona-te e levanta hoje de novo o esplendor de Portugal”, diria a professora Maria José Tavares, narradora do espetáculo.
Num evento que celebrou Portugal e que conduziu os presentes “por esta ditosa pátria muito amada” foram homenageados os feitos maiores dos portugueses, aqueles que por mares nunca antes navegados, em perigos e guerras esforçados, mais do que prometia a força humana, entre gente remota edificaram (como escreveu Luís de Camões) tantos sonhos, tanta vontade, tanto mundo, tanta partilha”.
Logo no início, Maria José Tavares realçaria que os portugueses foram pioneiros e impulsionadores da globalização. “Evoquemos um património que é de toda a humanidade. Celebremos a alma lusitana que Portugal imprimiu e continua a imprimir no mundo”, diria.
Entravam em palco quatro jovens alunas para a dança da bandeira a que se seguiu a projeção de imagens sobre o passado do país. Um dos momentos mais marcantes foi a entrada em cena de vários marinheiros (alunos), num barco (de andaimes) com cordas e redes, a proporcionarem um belo momento de recriação histórica, sem esquecer o magnífico momento de ginástica com que brindaram os presentes.
Personagens como: D. Afonso Henriques, Infante D. Henrique, Camões, Marquês de Pombal e Fernando Pessoa, Vasco da Gama foram recordados. Também a Escola de Sagres não foi deixada para trás. Esta que era, na altura, um centro da arte náutica, comandada pelo Infante D. Henrique, tornou-se o mais importante centro de estudos de navegação da época.
O terramoto de 1 de novembro de 1755, que varreu Lisboa, foi projetado no palco. Foram ainda recordadas datas como o 25 de Abril, o escudo, a seleção, as festas e tradições, as touradas, o galo de Barcelos, os ovos moles de Aveiro, os passeios de moliceiro na ria de Aveiro, os calceteiros e a típica calçada portuguesa, o fado, a universidade, a tecnologia, a energia solar e eólica, a indústria do calçado, da cortiça, os setores agrícola e leiteiro, a viticultura e o nosso imenso litoral/praias.

Um exemplo. Na ocasião, Jorge São José, presidente da Associação de Pais, destacou que, de facto, “Portugal pode ainda recuperar todo o esplendor que teve no passado”. Para isso, “é necessário transportar para o país e seguir o exemplo do que são estas Jornadas Culturais que, sem grandes recursos e orçamentos, conseguiram com muito empenho, dedicação, esforço, trabalho e criatividade fazer umas jornadas fantásticas”.
As jornadas acabaram como começaram; com uma adaptação de “Os Lusíadas”, num espetáculo fantástico realizado no passado dia 20, no ginásio do Colégio, que envolveu cerca de 250 alunos em palco.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Câmara Municipal garante cultivo de 6,6 ha de arroz no Parque Verde


A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro garantiu o cultivo de uma área de 6,6 hectares de arrozais na área do futuro Parque Verde da Cidade (zona poente de Oliveira do Bairro, nas proximidades da Recer).

Segundo Joaquim Santos, vice-presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, “através de um protocolo com uma empresa de Montemor-o-Velho, a autarquia garantiu a conservação e manutenção dos arrozais existentes”, sublinhando que “a empresa faz a sementeira e colheita final, sem qualquer custo para o orçamento municipal, tendo apenas como contrapartida o direito à colheita do arroz, comprometendo-se a entregar ao município uma percentagem a definir em função da produtividade”.

“O município pode usar esta produção, nomeadamente para promover o concelho de Oliveira do Bairro, nos seus usos e costumes e seus produtos tradicionais ou para oferecer a quem nos visita, no âmbito de uma mostra agroturística”, acrescenta.

Relativamente a custos associados ao projeto, Joaquim Santos explica que que não trazem encargos para o orçamento municipal.

Projeto dinâmico. O Parque Verde da Cidade de Oliveira do Bairro é um projeto dinâmico, cuja concretização será faseada.

“Nos últimos anos temos vindo a adquirir terrenos para aumentar a área disponível, pelo que, neste momento, a autarquia dispõe já de cerca de 10 hectares de terrenos”. “Com os terrenos que já são nossos, vamos começar a tratar da área dos arrozais, uma das vertentes deste parque e que permite aos poucos começar a mudar o aspeto das margens do rio. A área do arrozal estende-se nas duas margens do rio Levira, num total de 6,6 hectares. Os arrozais são o elemento marcante da área de intervenção, reflexo da atividade outrora praticada na zona e em outras áreas do concelho”, acrescenta o autarca.

Lazer. Com a criação do Parque Verde da Cidade, pretende-se criar um espaço verde de lazer que possa também contribuir para a qualidade de vida das populações.

“Trata-se da criação de um parque de grande dimensão e de qualidade, promovendo uma utilização sustentável do espaço, retirando o maior partido dos recursos e potencialidades naturais do mesmo. Um parque onde seja possível desenvolver atividades de recreio, ócio e educação ambiental, a partir da requalificação e valorização paisagística de toda a zona, atualmente ao abandono, reconhecendo e preservando os valores naturais e culturais existentes.” “Com este parque, serão criados percursos pedonais e criada uma interligação do parque com a envolvente, nomeadamente através das vias cicláveis”, afirma o autarca.

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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BTT Nariz

Pergunta da semana

A FAO defende que os insetos são uma alternativa promissora à carne. O que acha de comer insetos?

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