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EB 2/3 Vilarinho do Bairro: Festa na escola mostra saberes e sabores da região


No dia 3 de junho, na EB de Vilarinho do Bairro, ocorreu a III Mostra de Saberes e Sabores, com a participação de alunos, pais e encarregados de educação, professores e assistentes operacionais.
Cada turma, do 1.º ao 9.º anos, em colaboração com os docentes, apresentou a sua barraquinha, na sua maioria “de saberes e sabores”, passando pela quermesse, devidamente apetrechadas com produtos caseiros elaborados pelos alunos e encarregados de educação, e posteriormente vendidos na feira.

Manhã dedicada à cultura e ao saber. Na parte da manhã, houve a cerimónia de entrega à escola do quadro alusivo à Paz, no âmbito da participação dos nossos alunos no projeto Impossibility Challenge. O quadro, da autoria do mentor do projeto, Sri Chinmoy, pretendeu agraciar a escola pela sua participação no recorde mundial de maior exposição de desenhos, realizados por crianças, sobre o tema da Paz e Harmonia.
Seguiu-se a apresentação de atividades: o 1.º ciclo apresentou frases sobre a Paz, preparadas em conjunto com as respetivas professoras; o 9.º A cantou “A Paz”, traduzida para português pelo grupo Roupa Nova, e o 5.º B declamou um poema sobre o mesmo tema.
No final, foram entregues os diplomas de participação nas Olimpíadas de Línguas Estrangeiras, Pangea, concurso de Matemática que pretende unir estudantes de diferentes estratos sociais e níveis de ensino, e torná-los entusiastas da matemática; Literacia 3D, concurso que consistiu num desafio nacional dirigido aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico de todo o país, envolvendo os respetivos professores e estabelecimentos de ensino, com o propósito de avaliar a literacia da leitura, da matemática e da ciência, e para o melhor fato de Carnaval.

Artes e saúde, da parte da tarde. A parte da tarde, para além da animação própria de uma feira, teve ainda o escutar de música medieval e jogos de entretenimento, bem como a atividade Dizfruta- degustação, da autoria de Nelson Franco, José Melo e Mauro Oliveira, que nos presentearam com apresentações invulgares de peças de fruta. Esta degustação insere-se no Projeto de Educação para a Saúde e visa promover hábitos de alimentação saudáveis.
A apresentação teatral do 9.º A, Amores e Desamores, foi um bom exemplo de teatro inclusivo, com impacto no desenvolvimento do indivíduo com deficiência mental (DM) em áreas como a aprendizagem, o civismo, a autoestima, o autoconceito, a criatividade e a inclusão, em contexto normalizante.
O zumba, da autoria da professora Dulcínia Almeida, e a atuação do Rancho Folclórico de Paredes do Bairro, foram outros espetáculos que fizeram as delícias dos presentes.
Ao longo de todo o dia, toda a comunidade educativa pôde apreciar a exposição de fotografia subordinada ao tema “A vinha”, da autoria do professor da nossa escola, Rui Bastos, bem como os trabalhos elaborados pelos 8.º e 9.º anos alusivos ao Ambiente, e todas as atividades realizadas ao longo deste ano letivo.
Todo o trabalho realizado e apresentado contribuiu para momentos de partilha e de convívio, tão característicos desta escola, que perdurarão na memória de todos quantos nesta escola continuarão e por esta escola passaram.
Este evento contou com a participação de: Um Saber, Multisabores- Biblioteca Escolar de Vilarinho do Vsi; Adega Luís Pato; Arte de Empalhar- Natália Morais; Artesanato Isabel Almeida; Sapateiro Artesão Anacleto Luís; Apicultor Alberto Jesus; Tremoços de Cadima- Andreia Ribeiro; Framboesas- Lucília Silva; Colheita de Sabores; Rancho Folclórico de Paredes do Bairro; Rita Cândido (pinturas faciais), e animação de rua pelo grupo Popularis.
Margarida Moura

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Anadia: Agrupamento de Escolas volta a estar em festa em 2017


“Festa molhada, festa abençoada”. Pois foi precisamente isto que aconteceu na última sexta-feira, em Anadia. O dia de chuva intensa não fez desistir ou mudar os planos e o Agrupamento de Escolas esteve em festa toda a tarde e noite.
Num evento inédito que começou por volta das 14h e que se prolongou para lá da meia-noite, todo o Agrupamento de Escolas de Anadia esteve em festa e viveu uma atividade cultural e recreativa única, designada por “… há Festa no Agrupamento”. Ao longo de 10 horas ininterruptas, tal como o JB anunciara na última edição, mais de cinco mil pessoas passaram pela Escola Sede do Agrupamento, muitas das quais pessoas da comunidade que não conheciam ainda este novo equipamento escolar. Por isso, Jorge Humberto Pereira, diretor do Agrupamento e Aníbal Marques, adjunto da direção, apesar do cansaço, não esconderam o contentamento, até porque as melhores expectativas foram ultrapassadas.
A festa, que envolveu toda a comunidade educativa, permitiu a troca de experiências, propiciando a interação entre todos, ao mesmo tempo mostrando as potencialidades e talentos desta comunidade educativa, que integra 2300 alunos, 217 professores e cerca de 70 funcionários. Todo o Agrupamento, desde o ensino Pré-Escolar ao Secundário, pais, encarregados de educação, familiares e amigos estiveram unidos numa tarde e noite diferentes, de muita animação e convívio. No palco, a música, as canções, a dança fizeram as delícias de todos.
Uma experiência piloto que, com toda a certeza, se vai repetir em 2017, pelo envolvimento que proporcionou. Ainda que correndo o risco de não elencar todos os intervenientes, foi notável o envolvimento de todos os departamentos, Escola Básica de Vilarinho do Bairro, mas também da Câmara Municipal de Anadia, que aproveitou para promover o Cartão Anadia Jovem e as bicicletas b-AND, da GNR – Escola Segura/SEPNA que alertou para questões ambientais, de segurança, animais de companhia e dos Bombeiros Voluntários de Anadia.
Numa visita ao espaço, a edil Teresa Cardoso destacou a mostra do trabalho realizado pelos vários departamentos ao longo do ano letivo, sublinhando ainda a presença de tantos familiares numa clara constatação de que valeu a pena e que o trabalho de proximidade entre a escola e a comunidade está a dar bons frutos. Por outro lado, é uma iniciativa que permite aos mais pequenos ficar a conhecer a escola grande. Daí que Teresa Cardoso tenha destacado que esta é “uma iniciativa a repetir” até porque a criatividade, o empenho e a dedicação são aspetos que caracterizam o Agrupamento.
Para o diretor Jorge Humberto Pereira, é indiscutível o empenhamento de todos, o envolvimento de pais e familiares. “Os mais novos vão levar daqui registos que lhes vão ficar na memória”.
A JB fez um balanço muito positivo, ficando a promessa de nova edição em 2017.
Catarina Cerca

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Agrupamento Escolas Anadia: Tertúlia coloca “Mulher” no centro do debate


No passado dia 11 de março, no contexto das comemorações que o Agrupamento de Escolas de Anadia promoveu, subordinado ao tema “março Mulher”, realizou-se uma tertúlia-café, no Museu do Vinho Bairrada.
Um evento que contou com o contributo inestimável da presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso; comandante da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia, Ana Matias; neurocirurgiã Cláudia Faria e professor do Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, João Paiva.
A tertúlia foi moderada pelo docente Aníbal Marques.
Neste frutífero e agradável momento, as muitas pessoas presentes (que encheram a sala) puderam ouvir as muitas reflexões, participar de forma proativa, desconstruir paradigmas, combater preconceitos, questionar os estereótipos de uma sociedade que, por demasiadas vezes, se afigura cerceadora das liberdades individuais, indutora de comportamentos acríticos e pouco questionadora da verdadeira realidade da sociedade onde nos inserimos.
De uma forma descomplexada, informal, mas sempre séria, abordaram-se os assuntos mais consonantes com o tema, existindo o espaço para a crítica, a reflexão e o debate a partir do pensamento dos palestrantes e dos materiais que foram apresentados, em forma de vídeo.
Este encontro contou com a atuação, absolutamente brilhante, das alunas Beatriz Soares, Mariana Cerveira e Margarida Pereira, que interpretaram temas alusivos à temática “Mulher”.
De uma forma profissional, os alunos de Pastelaria/Serviço de Mesa, prestaram os seus labores, de forma eficiente e eficaz, contribuindo para o bem-estar dos presentes.
A iniciativa, da qual foram mentoras as docentes Anabela Nunes e Cristina Carvalho, contou com a colaboração empenhada da Câmara Municipal de Anadia, da direção, dos docentes e funcionários do Agrupamento de Escolas de Anadia.
A Porto Editora e a Raiz Editora forneceram material para suporte (blocos e canetas).
Ao longo de, sensivelmente, duas horas e meia, viveram-se oportunidades de cogitações, reflexões, ponderações que, quiçá, podem transportar para o futuro novos pensamentos, atitudes e práticas que possam vir a fazer a diferença.

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Anadia: Câmara Municipal cede instalações à EB e Secundária para a prática de Educação Física


A nova Escola Básica e Secundária de Anadia vai poder utilizar equipamentos do complexo desportivo municipal para as aulas de Educação Física, durante este ano letivo.
Aberto em setembro último, este equipamento escolar, orçado em mais de 15 milhões de euros, afinal tem falta de instalações para a prática de educação física, em dias de chuva.
Segundo revelou Teresa Cardoso, em dias de chuva, das sete turmas com Educação Física em simultâneo, existe apenas equipamento coberto (um pavilhão e um ginásio) para que quatro possam praticar desporto, correndo o risco de três turmas ficarem sem aulas.
Na última reunião de executivo, a edil Teresa Cardoso avançou que, após várias reuniões, aquela escola vai poder usar as piscinas municipais (duas vezes por semana, para os alunos do ensino secundário), campo sintético de 7 e os courts de ténis para a generalidade das turmas.
Com uma utilização mais restrita fica o campo sintético de 11 e o pavilhão dos desportos, que só será aberto para situações pontuais, tipo uma festa desportiva que envolva toda a escola.
“Depois de instalados, os professores de educação física insistiram num complemento à prática de educação física nas nossas instalações”, disse, avançando que se “criou a ideia de que iriam usufruir na íntegra de todas as instalações desportivas no complexo desportivo”, explicando também que “inicialmente essa situação esteve na base da discussão aquando da construção da escola com a Parque Escolar mas, até hoje, nada foi protocolado ou assinado e aquando das negociações o ex-edil Litério Marques sempre insistiu para que a escola tivesse autonomia nos seus espaços desportivos”.
Certo é que a Escola Básica e Secundária não pode utilizar todas as infraestruturas a seu belo prazer, logo “tem de haver equilíbrio e bom senso”, avançou a edil, destacando que a “câmara municipal terá custos acrescidos com a manutenção e desgaste dos vários equipamentos, assim como a afetação de mais recursos humanos para aqueles espaços”.
Na ocasião, a vereadora do PSD Lígia Seabra entendeu que o acordado com a escola poderia ir mais longe porque a proposta da câmara fica “aquém das necessidades da escola para a prática de educação física”.

Catarina Cerca

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Mealhada Municipalização da educação e pastilhas para a azia


A questão da descentralização de competências para a educação na Mealhada ainda deu que falar na última sessão da assembleia municipal, no passado dia 30, com o presidente da Câmara e o deputado da CDU João Louceiro a trocar “mimos” sobre o tão propalado processo.
No centro da questão esteve o chumbo do tribunal à providência cautelar que o Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) interpôs para travar a chamada municipalização na área da educação.
João Louceiro, que também é delegado sindical daquela estrutura, questionou o executivo sobre as implicações ou não deste novo modelo de gestão no arranque do ano letivo, entre outras perguntas, levando o presidente da Câmara na resposta a considerar que aquele deputado tem “um ódio visceral ao acordo que a Câmara fez com o Governo na educação, devia era comprar uma caixa de pastilhas Rennie porque os tribunais já decidiram sobre a providência cautelar e o acórdão foi demolidor para o sindicato”.
O vice-presidente da Câmara, Guilherme Duarte, entrou na conversa para deixar a nota que nesta matéria a autarquia reuniu com o Agrupamento de Escolas e dali saiu a conclusão que na Mealhada, como em todo o país “o problema não é a falta de professores, mas sim a falta de alunos”.
Depois, João Louceiro respondeu a Rui Marqueiro: “Espero um dia ter pastilhas para partilhar com o senhor presidente, pois caiu a providência cautelar mas ainda está para a vir a ação, a luta não fica por aqui”.
JPT

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Executivo de Anadia aumenta de 10 para 25 as bolsas ao ensino superior


São 25 as bolsas de estudo ao ensino superior que a Câmara Municipal de Anadia vai disponibilizar no novo ano letivo que agora começa. Depois de no ano anterior ter disponibilizado 10 bolsas de estudo, este ano o executivo de Teresa Cardoso aumentou para 25 as bolsas a atribuir.
Agora, decorre até ao próximo dia 30 de outubro, o prazo de candidatura às 25 bolsas de estudo.
Na última reunião de executivo esta proposta foi aprovada por unanimidade, ainda que os vereadores do PSD tenham tecido algumas críticas.
Segundo a edil, atendendo às dificuldades económicas que afetam alguns agregados familiares e que podem constituir obstáculos ao prosseguimento de estudos, a atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior destina-se a colaborar ou proporcionar o acesso e a frequência do ensino superior a jovens residentes no concelho cujas possibilidades financeiras sejam insuficientes. Por outro lado, o apoio poderá constituir um incentivo à frequência e concretização do percurso universitário de alguns jovens do concelho.
Para o PSD a medida é desgarrada e desligada de uma estratégia global de juventude. No total, são 25 mil euros (a cada bolsa correspondem mil euros) que os vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, não deixam criticar, já que defendem a realização de um estudo para justificar os objetivos e público-alvo. Por isso, consideram a medida “desgarrada e desligada de uma estratégia global de juventude, pois não existe um Plano Municipal de Juventude”.
Os vereadores sociais-democratas dizem que “não deixa de ser caricato que o Conselho Municipal de Juventude, recentemente instalado, nem sequer tenha sido ouvido sobre esta matéria”, e que atendendo ao período de dificuldades que as famílias atravessam, o número de bolsas proposto “fica muito aquém de vir a colmatar as situações dos agregados familiares que, certamente continuam a necessitar de ajuda”.
A terminar, ambos concluem que “a maioria continua a não apostar no verdadeiro apoio à juventude, privilegiando gastos em festas”, assim como o executivo deveria estar centrado no melhor retorno desta ajuda, ou seja, “terem estes jovens (como outros) oportunidades de trabalho no concelho”.
“Se nada se fizer, estes jovens que iremos apoiar, quando terminarem os seus cursos, vão estar a trabalhar para outros concelhos, os que têm desenvolvimento económico, eventualmente alguns concelhos vizinhos.
No ano passado, candidataram-se a esta ajuda 48 jovens do concelho.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.

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VITI: Limitação de espaço é a maior dor de cabeça num tipo de ensino cada vez mais procurado


Entrevista a Adriano Aires, diretor da Escola Profissional de Anadia, a propósito do início do novo ano letivo.

Qual o projeto educativo da VITI para 2015/16?
O nosso projeto educativo assenta num aspeto fundamental: encontrar a sustentabilidade para os jovens – no aspeto económico, social, humano e de cidadania – numa articulação perfeita com a sociedade e com o tecido económico. O aluno está no centro das nossas atenções.

O ensino profissional é hoje mais procurado pelos alunos, deixando de ser visto como um tipo de ensino menos exigente, um ensino menor?
O ensino profissional já não é um ensino estigmatizado. Hoje, um aluno com um curso profissional tem mais empregabilidade do que um licenciado. Há mais desemprego ao nível da formação superior do que da formação intermédia.
Este ensino tem apenas 24 anos e tem crescido, em termos de infraestruturas, equipamentos e qualidade.
Por outro lado, sabemos que há muitos alunos que procuram este ensino em busca do subsídio. Só quem está no sistema se apercebe da miséria social. Às vezes o dinheiro que o aluno recebe do subsídio vai servir para pagar a água, a luz e o gás da casa. Falamos de cerca de 90 euros por mês.

Como qualifica este ensino?
É uma das peças importantes da construção da sociedade. Por outro lado, são normalmente estruturas pequenas onde os problemas são mais individualizados, os casos podem ser melhor acompanhados. É possível fazer planos individuais de trabalho.

Quantos alunos terá a VITI no novo ano que agora começa? Distribuídos por quantas turmas?
Vamos arrancar com 340 alunos, distribuídos por 13 turmas.

Qual o curso mais procurado?
Os cursos ligados à restauração são os mais procurados, quer por alunos quer pelo tecido empresarial.

Qual o curso com menos adesão e quais as razões?
O curso de Viticultura e Enologia é o menos procurado: por ser da área agrícola; por ser um curso em que a formação em contexto de trabalho é feita na produção; por ser muito difícil – química, física, química analítica, matemática, biologia, apesar de ser o curso com maior abrangência para prossecução de estudos.

Há mercado de trabalho para os formandos que acabam os cursos? Qual a vossa taxa de empregabilidade?
A nossa taxa de empregabilidade está no ranking mais elevado do país. No final da formação, cerca de 50% dos nossos alunos têm emprego. Depois, 25% seguem para o ensino superior.
Que avaliação faz do corpo docente da escola?
É um corpo docente jovem, com 25 docentes, motivado e estável. Somos muito conservadores ao nível dos cursos e das pessoas. Cada vez somos mais procurados por professores com elevadas graduações.

Qual é o ponto fraco e o forte da VITI?
O fraco, claramente a falta de espaço para instalações. Era espectável que pudéssemos crescer e não podemos por falta de espaço. É público que fizemos diligências no sentido de virmos a ocupar o Ciclo, que vai ficar desocupado.
Os pontos fortes são a relação do professor com o aluno e com os pais do aluno e a relação com a sociedade.
Catarina Cerca

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Mealhada: Assembleia insiste na municipalização da educação


A Câmara da Mealhada quer travar a providência cautelar que o Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) interpôs na justiça relativa à celebração do contrato interadministrativo para a chamada municipalização na área da educação. Depois de ter aprovado o avanço de uma resolução fundamentada em sede do executivo, a autarquia viu a mesma ser ratificada na sessão extraordinária da assembleia municipal, na segunda-feira, dia 10 de agosto.
A Câmara vai avançar com esta peça jurídica para suspender os efeitos da providência cautelar interposta pelo SPRC, no mês passado, relativa ao contrato que delega do Estado para a autarquia competências relativas à educação. O assunto foi ratificado naquela última sessão da assembleia municipal, com a maioria dos deputados a viabilizar a proposta, apesar dos votos contra dos dois elementos da CDU e de Paula Pinto, da Coligação Juntos pelo Concelho da Mealhada.
Naquela sessão, acompanhado por Susana de Jesus, do departamento jurídico da autarquia, o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, explicou aos presentes os efeitos desta “deliberação absolutamente necessária para suspender a eficácia da providência cautelar”, destacando que este “é o único mecanismo legal para travar aquela situação e para que o novo ano escolar possa começar com normalidade e estabilidade necessárias”.

João Paulo Teles

Leia a notícia completa na edição de 13 de agosto do Jornal da Bairrada

 

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Professores da Mealhada dizem “não” à municipalização


Os professores do concelho da Mealhada querem ter uma palavra a dizer, no processo de municipalização da educação. Cerca de 80 docentes concentraram-se à porta da Câmara Municipal, ao fim da manhã de segunda-feira, dia 15 de junho, exigindo a suspensão do processo.
O ponto de discussão do tema constava da ordem de trabalhos da reunião de câmara dessa manhã, mas acabaria por ser retirado, porque, explicou o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, “algumas pessoas pediram mais tempo para analisar”.
João Louceiro, docente do Agrupamento de Escolas da Mealhada mas a exercer neste momento funções de dirigente sindical, adiantou a JB que “houve uma discussão deste assunto com o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas e o presidente da Câmara quis passar a ideia de que a leitura dos documentos naquela reunião manifestava a anuência do Conselho Geral”. “Mas”, acrescentou, “estas decisões implicam um debate e do próprio Conselho Geral tem de haver uma pronúncia formal sobre esta matéria”.
Quem já se pronunciou foram os próprios professores que, numa consulta em todo o país, entre 2 e 4 de junho, foram muito claros. “Com mais de 50 mil professores a participar, 97% expressaram o «não» à municipalização. Na Mealhada, votaram 83% do universo de 198 professores e, destes, 95% disseram não concordar com a municipalização da educação”, justificou João Louceiro.
Para o dirigente sindical, a questão não passa apenas pelo facto de “a tutela pedagógica e disciplinar ficar na mão dos municípios”. “Somos a favor da descentralização, de que se dê poder às escolas para tomar certas decisões, mas entendemos que há outras competências que devem continuar na mão do poder central. A educação não deve ser uma competição entre municípios”, frisou.
No entanto, segundo Rui Marqueiro, “80% do que está no contrato [de municipalização] já está ser cumprido pela Câmara Municipal. Daí que não consigo perceber o que isto tem a ver com os professores”, afirmou, no dia seguinte, à margem de uma conferência de imprensa no Buçaco (ver pág. 17). Explicou ainda que “a matriz do contrato foi feita de acordo com sugestões nossas e do Dr. Fernando Trindade, diretor do Agrupamento de Escolas”.
Relativamente à integração dos funcionários da Escola Secundária nos quadros de pessoal da autarquia, Rui Marqueiro clarificou que em momento algum foi dito que isso sucederia. “Passarão, durante quatro anos, a um quadro de mobilidade. Findo esse período, poderão regressar ao quadro do Estado.”
O edil mealhadense garantiu ainda que “nada é feito em segredo, pelo que o contrato já foi enviado a todos os partidos políticos e vai ser disponibilizado no site da Câmara para que todos possam ler”.

Oriana Pataco

Leia a reportagem completa na edição de 18 de junho de 2015 do JB

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Municipalização aprovada em Oliveira do Bairro


A descentralização de competências na área da educação e formação municipal no município de Oliveira do Bairro foi aprovada, por unanimidade, na última reunião de Câmara, realizada na passada quinta-feira.
Não foram dados pormenores sobre o contrato que, após aprovação da Assembleia Municipal, vai ser assinado entre o município de Oliveira do Bairro, Ministério da Educação e Ciência, e a presidência do Conselho de Ministros.
O presidente da Câmara Municipal, Mário João Oliveira, referiu que se trata de um assunto que “tem vindo a ser trabalhado há muitos meses”. “Obtivemos a unanimidade do Conselho Geral e do Conselho Municipal de Educação, apenas registámos uma abstenção”, referiu o autarca, sublinhando que, “estando mais próximos, conseguimos fazer no mínimo igual, mas potencialmente melhor do que à distância”.
O edil reforçou ainda que “se não tivéssemos assumido a responsabilidade da gestão do 1.º ciclo não sei se tínhamos feito a remodelação da Escola Acácio Azevedo”, mostrando-se esperançado que “esta negociação nos dê mais força em termos de intervenção na nossa escola secundária”.
Sobre a remodelação da Escola Acácio Azevedo, o edil acrescentou que estará concluída este mês.

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