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Anadia: Escola Profissional celebra S. Martinho com viagem pela Europa


A Escola Profissional de Anadia (VITI) festejou o S. Martinho, que é seu padroeiro, na penúltima quinta-feira, dia 11, com um conjunto de atividades organizadas pelos alunos e professores.
Carla Falcão é uma das docentes responsáveis pela organização do evento, que pretendeu recriar a passagem de S. Martinho pelos vários países do mundo, apesar deste não ter passado por Portugal. “O nosso grande objetivo é ligar a escola à comunidade, abrindo as suas portas”, explicou Carla Falcão, sublinhando que “cada um dos noves países foi recriado com a colocação de uma «barraquinha», onde disponibilizamos pratos típicos, além de todo um conjunto de informação sobre aquele país”.
Por outro lado, a escola lançou uma Barraquinha solidária, que tem como objetivo a angariação de fundos que reverterão a favor das crianças mais carenciadas. “É um projeto que vai estar ativo durante os próximos tempos e que passará por diversas instituições”, explicou Carla Falcão, destacando “a importância da Tuna Liceal que está a completar três anos de existência”.

Solidariedade. O diretor da Escola Profissional de Anadia, Adriano Aires, destaca o envolvimento da escola com a comunidade, afirmando que “é nosso objetivo quebrar o ritmo na aprendizagem, fomentando o convívio, o sentimento de pertença e a solidariedade”. “Pretendemos criar mais motivação para a Escola”, acrescentou o diretor da Escola, destacando todo o trabalho que os alunos tiveram em organizar o evento, o que os obrigou a um grande trabalho de pesquisa sobre cada um dos países por onde S. Martinho passou.
Adriano Aires referiu-se ainda ao lado mais solidário do evento, que pretende “incentivar o culto da solidariedade” e depois a um outro projeto da Escola, que “passa pela desincentivação do tabagismo, abrindo portas a uma cidadania mais ativa”.
Pedro Fontes da Costa
pedro.f.costa@jb.pt

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Avelãs de Cima: Associação reclama Escola de Boialvo


Elementos da direção da Associação de Proteção Florestal do Corgo, Pardieiro, Boialvo e Mata estiveram, na manhã da última quarta-feira, na reunião de executivo a reivindicar ficarem com a desativada Escola Primária de Boialvo, à semelhança do que aconteceu com várias associações que, através de protocolos recentemente assinados com a Câmara Municipal de Anadia, viram ser-lhes cedidas algumas escolas básicas, entretanto desativadas no concelho.
Américo Tomás, da associação, sublinhou que esta faz a vigilância noturna e defesa da floresta contra incêndios, estando, por isso, ao serviço público. Contudo, destacou a dificuldade na proteção e manutenção de equipamento. “Temos equipamentos vários e três veículos que precisam de estar protegidos e mais salvaguardados para não se degradarem tanto”, disse, entendendo que aquele local seria um bom abrigo e um excelente local para a associação.
Na ocasião, a edil explicou que o pedido endereçado por aquela associação não foi ainda apreciado e deliberado no executivo.
Américo Tomás destacou que se as salas de aulas seriam bem-vindas para reuniões e tratar de burocracia, o recreio poderia, depois de algumas obras, servir de abrigo às viaturas e equipamentos.
Na altura, a presidente da autarquia destacou que a Câmara “cede apenas o direito de ocupação, mantendo-se as escolas como património da Câmara Municipal”, e que “qualquer tipo de intervenção ou obra não pode desvirtualizar o espaço e só é realizado mediante autorização camarária”.

CC

 

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Centro Escolar Sangalhos: Oitenta chapéus “de gritos” exibem criatividade de alunos


No âmbito da celebração do “Dia das Bruxas”, o Centro Escolar de Sangalhos, do Agrupamento de Escolas de Anadia, organizou o I Concurso/Exposição de Chapéus de Bruxa(o).
A exposição esteve patente ao público de 28 a 30 de outubro, reuniu cerca de 80 chapéus elaborados pelos alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, em conjunto com as suas famílias.
Os trabalhos expostos foram feitos em materiais reciclados, alusivos com o “Dia das Bruxas” e expostos junto à Biblioteca Escolar.
A atribuição dos prémios teve em consideração a criatividade, originalidade, a diversidade dos materiais utilizados e respeito pelo tema. A votação decorreu durante os três dias do evento, através de um boletim do voto preparado para o efeito e utilizado pelo visitante.
Esta atividade pretendeu introduzir do vocabulário alusivo ao tema, convidando os alunos a fazerem um exercício de “brainstorming” no qual aprenderam o vocabulário sobre o mesmo.
Salientamos ainda a socialização e promoção do convívio respeitando as normas estabelecidas e as regras de segurança. Finalmente, dar a conhecer a origem do “Dia das Bruxas” e explorar a criatividade e a promoção do domínio das línguas inglesa e portuguesa. Agradecemos a cooperação de todas as turmas e o envolvimento e participação de toda a comunidade escolar.
Alunos da turma E do C.E. Sangalhos

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Escola Básica e Secundária de Anadia: Escola onde apetece estar


 

São os 14 mil m2 de área coberta e os 46 mil e 600 m2 quadrados de terreno onde se encontra implantada que fazem da nova Escola Básica e Secundária de Anadia um dos maiores estabelecimentos de ensino da região.
A apresentação do novo equipamento escolar aos alunos e pais decorreu na última semana. JB esteve presente e deixa aqui alguns registos e opiniões sobre este espaço que é único no concelho, mas onde a falta de pessoal, de computadores, de retroprojetores e de rede de telecomunicações é, para já, a maior dor de cabeça.

“Muito grande, moderna e arejada”. “Uma escola onde apetece estar”. É assim que alunos, pais, professores e funcionários veem a nova Escola Básica e Secundária de Anadia. Envolvido por uma enorme zona exterior devidamente vedada e ajardinada, este novíssimo equipamento escolar está localizado junto ao complexo desportivo da cidade de Anadia.
Num esforço gigantesco, a nova direção do Agrupamento de Escolas de Anadia, liderada por Jorge Humberto Pereira, conseguiu realizar as apresentações (dias 17 e 18) e começar as aulas (dia 21) neste moderno equipamento escolar. Para trás ficam vários anos passados numa escola que já não reunia as condições mínimas para trabalhar, agravados por três penosos anos de interrupção na construção da nova escola.
Foi com enormes sorrisos estampados nos rostos que vimos chegar, em dia de apresentação, alunos e pais a esta escola considerada por todos “enorme”. Ninguém escondia a ansiedade e até algum nervosismo, logo dissipados com as explicações sobre a forma como irá funcionar este novo equipamento escolar.

Falta de pessoal. Em dia de apresentação as questões mais delicadas prenderam-se com a segurança e a falta de pessoal, sobretudo para vigilância, manutenção e limpeza dos espaços.
Se as entradas e saídas são controladas por um cartão individual de acesso, a vigilância nos espaços escolares é o mais complicado, devido à falta de recursos humanos. Por isso, o Agrupamento já endereçou um pedido urgente de pessoal para a DGEstE (Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares) a solicitar, a título, excecional, mais funcionários. “São necessários mais 15 a 20 funcionários para que tudo funcione bem”, avança a JB Jorge Humberto Pereira. Daí que em dia de receção aos alunos tenha deixado um apelo a todos: “mantenham a escola limpa, tenham gosto nos espaços, não sujem as paredes e se possível ajudem os funcionários. Os gestos mais simples e pequenos podem fazer toda a diferença”.

Cantina. O enorme refeitório é um dos locais onde se sente (e bastante) a falta de pessoal. Ali trabalham apenas oito pessoas responsáveis pela preparação de uma média diária de 850 refeições. Terá duas linhas de self-service e a chamada será feita por turma e por ordem rotativa, semanalmente.
Os 5.ºs e 6.ºs anos serão sempre os primeiros a entrar no refeitório e só depois os restantes anos.
Assim, deixa de ser necessário “correr para a fila”, pois haverá um plano para os alunos almoçarem.

Recreio para os mais pequenos. Também a pensar nos mais pequenos (5.º e 6º anos), que pela primeira vez, se juntam nesta mega escola com alunos mais velhos (7.º ao 12.º), foi criado um recreio exclusivo a alunos do 5.º e do 6.º ano, ainda que estes possam circular por toda a escola como todos os outros alunos.

Sistema de segurança de emergência. A escola está equipada com um sofisticado e complexo sistema de segurança (alarmes). Por isso, todos os alunos estão a ser alertados para que não acionem inadvertidamente estes equipamentos. “Ao fazerem-no será o caos, pois a escola para e cria-se o pânico”, alertou o diretor sublinhando ainda que estes equipamentos existem apenas para situações de emergência, já que haverá cortes imediatos de energia, as portas corta-fogo são acionadas, entre outras medidas de segurança.

Conforto e tranquilidade da biblioteca. Numa breve visita à biblioteca, a professora Manuela Monteiro, responsável pelo espaço, realça como este é convidativo e acolhedor, proporcionando todos os serviços – leitura, estudo e lazer. Um espaço onde o conforto, a tranquilidade, a luz natural ajudam ao equilíbrio e bem-estar.
“Não dá para comparar com a outra biblioteca onde, mesmo assim, tínhamos uma média diária de 120 alunos e 2 a 3 turmas na biblioteca ao longo do dia. “Queremos aumentar essa média”, todavia, não deixa de lamentar que num local tão belo e nobre haja uma grande falta de meios informáticos: o ideal era ter cerca de 10 a 15 computadores para os alunos. “Neste momento temos apenas oito velhos PC’s e portáteis de 2007, completamente obsoletos”.

Pais satisfeitos. Para Ana Paula Gama, da Associação de Pais e Encarregados de Educação, trata-de de uma escola nova e de uma direção nova, estando, por isso, “reunidas todas as condições para que esta seja uma escola de excelência”. Um espaço que reúne todas as condições para o ensino de qualidade, ainda que esteja ciente de que, neste arranque, há alguns constrangimentos a ultrapassar: “é uma fase de aprendizagem para todos”. Tal como o diretor, apela à consciência e civismo dos alunos para que mantenham a escola limpa, asseada, evitando estragar equipamentos, porque a escola é de todos e para todos.
Com o processo de transferência para esta nova escola concluído, a direção sublinha o facto da cantina continuar a funcionar por administração-direta, por forma a manter uma alimentação o mais próxima possível da comida caseira, confecionada com toda a qualidade. Ao mesmo tempo, recorda que as turmas incluem vários alunos com necessidades educativas especiais, o que requer uma exigência muito maior a todos os profissionais e colaboradores.
A terminar evidenciam também que os cortes da Parque Escolar para com esta obra obrigaram a colocar nesta nova escola todo o equipamento e mobiliário existente nas duas antigas escolas. Tudo foi aproveitado, faltando por isso ainda muito mobiliário e equipamento para preencher todos os espaços desta mega-escola.
A direção não deixa de elogiar a forma exemplar como o empreiteiro da obra colaborou com a mudança, num esforço colossal. Para além de ter prestado uma ajuda imprescindível na mudança, continuará presente na escola até dezembro, já que existem pequenas obras e afinações a realizar, mas apenas quando não houver aulas, ou seja, durante a noite e finais de semana.

Aluno-padrinho

Numa escola onde se cruzam, pela primeira vez, alunos com idades tão díspares, houve a necessidade de assegurar a melhor convivência entre as diferentes faixas etárias. Criar e fortalecer laços de amizade é imperativo numa escola com esta dimensão. Nasceu assim o projeto que tem dado frutos muito positivos em escolas grandes como esta.
O conceito de “aluno-padrinho” vai ser uma realidade neste novo espaço. Os alunos do 12.º ano vão ser incentivados e convidados a apadrinhar alunos do 5.º ano e os do 11.º ano a apadrinhar os alunos do 6.º ano.
“Queremos que os alunos mais velhos, no dia a dia, orientem e protejam os mais novos por forma a que estes se sintam mais seguros, integrados e confortados”, avança Jorge Humberto Pereira.

 

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Escola de Bombeiros inicia novo ano letivo em outubro para garantir o futuro da corporação


Os Bombeiros Voluntários de Oliveira do Bairro vão arrancar, em outubro, com mais um ano letivo da sua Escola de Bombeiros. “As escolas de bombeiros têm como principal objetivo a formação de novos elementos e a dotação dos mesmos de conhecimentos teóricos e práticos, preparando-os da melhor forma para o ingresso no Quadro Ativo do Corpo de Bombeiros”, explica o Comandante da corporação oliveirense Marco Maia, acrescentando que “as novas escolas terão início já no próximo mês de outubro” e que “por norma as escolas têm a durabilidade de um ano letivo, iniciando em meados de outubro e terminando no mês de junho”. É exceção a Escola de Infantes, que vai tendo continuidade enquanto os elementos se encontram naquele intervalo de idades.
A Escola de Bombeiros de Oliveira do Bairro subdivide-se em três escolas: Escola de Infantes, para elementos com idades entre os 8 e os 16 anos; a Escola de Cadetes, para elementos com idades entre os 16 e os 17 anos e a Escola de Estagiários, para elementos com idade superior a 17 anos.
É ainda objetivo desta escola, que os bombeiros tenham mais conhecimentos. “Cada vez mais, a inovação tecnológica obriga os bombeiros a uma melhor preparação para uma maior capacidade de resposta em todos os âmbitos.” No entanto, “e porque essa é uma necessidade geral do Corpo de Bombeiros, também os mais antigos são instruídos e dotados dos novos conhecimentos que sejam relevantes para o sucesso nas diversas tarefas desempenhadas”, afirma o Comandante dos Bombeiros de Oliveira do Bairro.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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De pequenino se sensibiliza para a violência contra idosos


O desafio consiste em tricotar “uma manta pelos direitos dos idosos”. A ideia nasceu no Centro Comunitário Paroquial de Nossa Senhora das Dores, em Caxias. Rapidamente se espalhou e já chegou a Oliveira do Bairro. Na quinta-feira, 28 de maio, oito avós aceitaram ir ao Centro Escolar tricotar e ensinar a tricotar.
“Trata-se de uma campanha que visa a sensibilização para os maus tratos contra idosos e que começou a ser divulgada pela Câmara Municipal de Oeiras”, explicou a JB a coordenadora do Centro Escolar de Oliveira do Bairro, Helena Soares. A campanha foi lançada a nível nacional no dia 9 de maio de 2014 e a primeira aparição pública da manta realizou-se nos Paços do Concelho de Oeiras, no dia 1 de outubro, assinalando o Dia Internacional do Idoso. Em março, a ideia chegava ao Centro Escolar de Oliveira do Bairro através da autarquia local. “Há muitas câmaras, instituições, empresas e escolas a aderir à campanha, em todo o país. A manta já foi até exposta na escadaria da Assembleia da República. O objetivo é entrar no Guiness, como a maior manta tricotada do mundo”, adiantou Helena Soares.
Os quadrados de tricot ou renda, de 30cm por 30cm, de várias cores, desenhos e pontos, vão aparecendo e alguns estão expostos à entrada do Centro Escolar. “Há professores que aprenderam naquele dia [28] a fazer tricot”, contou a coordenadora, dizendo ainda que, desde então, continuam a surgir verdadeiras obras de arte em tricot, “feitos pelas avós, mas também por mães, tias…” No final do ano letivo, seguirão para o Centro CP N.ª Sra. das Dores. “Aderimos à campanha porque verificamos que há crianças que são agressivas para com os seus avós. Abordámos, não apenas a violência, mas também a solidão, a falta de afeto. As crianças não estão ainda muito sensíveis a estas questões, mas tem de se lançar a sementinha.”

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250 já se manifestaram contra a mudança da “biblioteca”


Centenas de pessoas já subscreveram um abaixo-assinado insurgindo-se contra a transferência do Polo de Leitura de Bustos, que funciona no Palacete, para o Polo Escolar, recentemente construído, no Sobreiro. Em menos de 48h, foram recolhidas mais de duas centenas e meia de assinaturas. Os autores esperam que a população de Bustos adira, massivamente, como forma de suspender a decisão do executivo camarário. Nomes ligados ao PSD concelhio, como Manuel Nunes (presidente da Assembleia Municipal) e Álvaro Ferreira (presidente da JSD) já assinaram o documento. Mas esta “luta” da população de Bustos é transversal a toda a sociedade. Óscar Aires dos Santos e Fernando Luzio são outros “ilustres” que também assinaram o abaixo-assinado, que será entregue antes do dia 19 de junho, data da realização da próxima Assembleia Municipal.
Alberto Zenha Martins, presidente do Núcleo do PSD de Bustos, promotor do abaixo-assinado, disse tratar-se de um ato de cidadania que é transversal a toda a população de Bustos, onde todas as assinaturas têm o mesmo valor.

Segurança. No abaixo-assinado, os subscritores repudiam a decisão assumida pelo executivo da Câmara Municipal, de transferir a antiga Biblioteca fixa n.º26 da Fundação Calouste Gulbenkian, a primeira do concelho, inaugurada no ano de 1961, para o novo Polo Escolar, no Sobreiro, considerando que “é um espaço que só deve ser utilizado pela comunidade educativa, por motivos de segurança; uma Biblioteca/Polo de Leitura e uma Biblioteca Escolar têm valências diferentes. Devem fazer partilha de recursos, mas não funcionar no mesmo espaço; o local adequado para instalar a antiga Biblioteca, atendendo à centralidade e às diversas sinergias que poderão ser desenvolvidas no espaço envolvente, é a antiga Escola Básica”.
Na justificação para este abaixo-assinado, argumenta-se ainda que “o Polo de Leitura da Palhaça funciona num imóvel com as mesmas características e a existência, ou não, de pareceres técnicos, não impediu que para lá fosse transferido ou lá se mantenha”. Daí que os subscritores solicitem que “o executivo da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro requalifique a antiga Escola Básica de Bustos e transfira para lá a antiga Biblioteca fixa N.º 26, da Fundação Calouste Gulbenkian, inaugurada no ano de 1961, por iniciativa dos bustoenses”.
Recorde-se que, na semana passada, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, incitado pelo JB a explicar o que levou a esta mudança, remeteu-nos para uma posição coletiva dos vereadores, subscrita em nome do executivo, justificando que “a decisão de transferência foi tomada face aos problemas estruturais e de acessibilidade para todos os cidadãos que o atual espaço apresenta”. “Os bustoenses merecem melhores condições para o seu Polo de Leitura e foi precisamente por essa razão que procurámos um novo espaço que tivesse todas as condições necessárias para essa função, com a dignidade que um equipamento deste género exige”, esclarece o executivo.

Tudo na mesma. Esta semana, Mário João Oliveira, confrontado com o descontentamento e com o elevado número de assinaturas já recolhidas, já fez saber que não tem nada a acrescentar em relação ao que foi dito na semana passada.

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ANADIA: Alunos da ESA pelos caminhos da Curia


Os alunos do Curso Profissional de Turismo e Manutenção Industrial-Mecatrónica, da Escola Secundária de Anadia, numa caminhada de descoberta, deslocaram-se à Curia, no dia 29 de abril, para conhecerem os encantos deste destino turístico. Animados pelo bom tempo, conheceram a Associação da Rota da Bairrada, o Posto de Turismo, as Termas da Curia e desfrutaram da paisagem que envolve este destino turístico. Na bagagem levaram, mais uma vez, a máquina fotográfica e a vontade de partilhar conhecimentos e alegria.
Na semana anterior, a 24 de abril, os mesmos alunos tinham aprofundado os seus conhecimentos ao deslocarem-se à Fábrica da Ciência Viva em Aveiro, onde exploraram jogos educativos e programaram robôs com os desafios que lhe foram propostos.
A alegria e a boa disposição estiveram sempre presentes e a aprendizagem consolidada numa consciência profissional continua a ser relevante.

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ANADIA: Jorge Humberto Pereira lidera Agrupamento Escolar


Jorge Humberto Pereira é o novo diretor do Agrupamento de Escolas de Anadia para o próximo quadriénio. A homologação da sua eleição deverá acontecer durante os próximos dias pela DGAE (Direção-Geral da Administração Escolar), após uma inequívoca vitória alcançada na quarta-feira, dia 6, em Assembleia Geral.
Num ato eleitoral ao qual concorreram mais três candidatos, Jorge Humberto Pereira arrecadou 14 votos, contra os 5 obtidos por Luís Santos e um de António Alves. Apenas Fernando Catarino não obteve qualquer voto. Os 21 elementos que integram este Conselho Geral (7 professores, 4 pais, 2 alunos, 2 funcionários, 3 elementos da autarquia e 3 elementos em representação da ACIB, BVA e CPCJ), por voto secreto, deram a vitória a Jorge Humberto Pereira, contudo, a sua eleição não foi completamente pacífica.

Petição. JB sabe que no dia da eleição, deu entrada uma petição subscrita por três candidatos (Luís Santos, António Alves e Fernando Catarino) a pedir a exclusão do concurso da candidatura do docente Jorge Humberto Pereira por, alegadamente, não cumprir todos os requisitos necessários.
Na base da petição surge o facto de Jorge Humberto estar ainda a concluir a pós-graduação em gestão de administração escolar (será concluída em junho), assim como lhe falta um mês para cumprir o mandato de quatro anos numa direção escolar (tempo mínimo exigido por Lei).
A JB, o docente Aníbal Silva, presidente do Conselho Geral, avançou que a candidatura de Jorge Humberto se destacou pelo currículo, mas também pela expressividade dos votos (14 em 20, pois um dos elementos ausentou-se da sala e não votou).

Cumprimento da Lei. Aníbal Silva avança ainda que o Conselho Geral entendeu, “no cumprimento escrupuloso da lei, que a sua atuação configura o que a legislação preceitua (nos seus diversos articulados)”. Por outro lado, diz que “todos os procedimentos foram efetuados na prossecução deste pressuposto que norteou todos os trabalhos, culminando no envio à DGAE para homologação dos resultados eleitorais”, concluindo que depois do Conselho Geral tomar conhecimento da petição, “deliberou sobre ela e decidiu, em consciência”, pelo que a mesma não foi aceite, procedendo ao ato eleitoral.

Ponderado e experiente. Jorge Humberto Pereira sucede a Elói Correia à frente dos destinos do Agrupamento de Escolas de Anadia. Licenciado em engenharia eletromecânica, é docente há cerca de duas décadas.
É visto pelos colegas como um homem ponderado, bastante equilibrado e trabalhador. Por outro lado, é um rosto bastante conhecido no meio escolar, com largos anos de experiência na Assembleia de Escola, Conselho Geral Transitório, como membro do Conselho Geral, Conselho Pedagógico, coordenador de departamento, coordenador de grupo disciplinar, coordenador de cursos profissionais), possuindo ainda vários anos de experiência empresarial, mas também como membro de associações locais e até como membro e presidente da Associação de Pais.
A JB, Jorge Humberto foi parco em palavras e apenas acrescenta que após a homologação dos resultados apresentará publicamente o seu projeto.
Catarina Cerca

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Escola Básica e Secundária de Anadia: Falta de certidão do Registo Predial compromete comparticipação comunitária


 

A inexistência de uma certidão do Registo Predial que comprove que a titularidade dos terrenos onde está a ser implantada a nova Escola Básica e Secundária de Anadia pertence à Parque Escolar/Ministério de Educação pode colocar em causa a comparticipação da obra por parte dos Fundos Comunitários.

Autarca preocupada. O alerta foi deixado pela autarca Teresa Cardoso, durante a última assembleia municipal, realizada no passado dia 29 de abril.
Desafiada pelo deputado e presidente da Concelhia de Anadia do PSD, Henrique Fidalgo, a explicar a razão por que parece estar mais preocupada com a titularidade dos terrenos da atual ESA e da EB 2/3 de Anadia do que com a conclusão da nova escola, a edil anadiense rebateu a acusação elencando as várias fases do processo e o seu envolvimento pessoal, tendo-se desdobrado em contactos e reuniões com Ministro da Educação e Secretários de Estado da Educação, bem como com a Parque Escolar, no sentido de pressionar para retomar a obra e saber da sua conclusão.

Perda de financiamento. Agora, explicou, com a obra na reta final, a autarca relembra que existe uma questão que tem de ser rapidamente ultrapassada, sob pena de se poder perder financiamento europeu.
A questão prende-se com a titularidade dos terrenos onde está a ser construído o novo equipamento escolar.
Durante a sessão, Teresa Cardoso defendeu a “permuta de terrenos e edifícios” para que tanto a EB 2/3 como a ESA não fiquem ao abandono, depois da entrada em funcionamento da nova escola. “Os edifícios já estão bastante degradados e sabemos que depois de desativados, ficam ao abandono”. A edil lamentou ainda que sobre esta matéria, até àdata, não haja resposta da tutela, embora tenha, no passado, existido um compromisso verbal de que aqueles terrenos e equipamentos passariam para a mão da autarquia com a construção do novo equipamento escolar em terrenos cedidos pelo município.

Burocracia. Com o passar do tempo e com a obra a chegar ao fim, Teresa Cardoso mostra-se preocupada com o impasse, mas também com o tempo que a Direção Geral do Património do Estado (tutelada pelo Ministério das Finanças) demora a tratar qualquer questão que se relacione com o património do Estado. Aliás, esta terá sido uma das várias questões que abordou com Pedro Passos Coelho, aquando da recente deslocação do Primeiro-Ministro ao concelho. “Este é um problema transversal a todos os municípios. Esbarra-se sempre no Ministério das Finanças/Direção Geral do Património do Estado sempre que é necessário resolver algum assunto seja com que ministério for, desde que envolva património.”
A edil adiantou ainda a disponibilidade da Parque Escolar “para suportar os custos com a avaliação” até ao momento por fazer, embora saiba que da avaliação até ao acordo final pode passar bastante tempo. E dá como exemplo o caso dos Dispensários de Serviço de Luta Anti-Tuberculose – SLAT (existem dois no concelho – um em Sangalhos e outro em Anadia – este último praticamente em ruínas) avaliados em dezembro de 2014, mas que ainda não passaram para a posse da autarquia.
A edil explicou aos deputados que, sendo a nova escola uma obra financiada pelos Fundos Comunitários, é preciso que se comprove, através de certidões do Registo Predial, a posse dos terrenos. “A Parque Escolar tem de fazer prova de que os terrenos são seus”, explicou, dizendo ainda que “neste momento, os terrenos são do município. É preciso resolver esta matéria sob pena de não poderem encerrar a candidatura relativa à obra”. Uma situação que, na pior das hipóteses, pode levar à perda total do financiamento comunitário por parte desta obra, ou seja, vários milhões de euros.
A JB Teresa Cardoso avançou também que ainda no mandato do ex-autarca Litério Marques “quando começaram as negociações, os terrenos onde estam a EB 2/3 e a ESA nem sequer estavam registados”, defendendo agora que para ambas as partes (município e Ministério da Educação) a permuta de terrenos e equipamentos será a melhor solução.
Teresa Cardoso destaca ainda que esta não deveria ser apenas uma preocupação do município mas, sobretudo, do Poder Central que pode sair bastante prejudicado.

Catarina Cerca

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