Recortes.pt Leia no Recortes.pt

Tag Archive | "freguesias"

Cantanhede: URB IN reforça mobilidade no concelho


A partir do próximo dia 4 de janeiro, os Transportes Urbanos de Cantanhede entram numa nova fase, com o alargamento da rede existente e a criação de novos percursos para as freguesias. Esta é a maior novidade de um serviço que passa a designar-se URB IN e tem associada uma imagem renovada na identificação dos autocarros e dos locais de paragem em todo o concelho. O projeto foi apresentado no decurso de uma conferência de imprensa que contou com a presença de João Moura, presidente da Câmara Municipal, Helena Teodósio, vice-presidente da autarquia, e António do Patrocínio Alves, presidente do Conselho de Administração da Inova-EM, entidade que tem a seu cargo a gestão do sistema de transportes urbanos desde a sua criação, em 2005.

Circuito. Relativamente ao circuito que existia circunscrito ao perímetro da sede do município, haverão agora três, melhorando assim consideravelmente a rapidez de acesso a áreas chave, com base em três itinerários desde o centro da cidade: o verde, para a zona industrial e o Biocant; o azul, com passagem pela Escola Secundária e pelas grandes superfícies comerciais; e o vermelho, que tem como polos principais a urbanização Vila d’Alba e a Escola Pedro Teixeira. O preço das viagens varia entre os 0,40 euros (bilhetes pré-comprados) e os 0,60 euros (bilhetes vendidos pelo condutor) e o valor dos passes mensais oscila entre os de 8,50 euros (normal), 5 euros (social sénior) e 6 euros (social estudante).
Também identificados a cores estão os cinco eixos da rede das freguesias: o amarelo (Covões, Camarneira e Pocariça), às segundas-feiras, com início às 9h32, em Marvão, no extremo norte do concelho, e passagem pela Malhada; o verde (Bolho, Sepins, Cordinhã e Ourentã), às terças-feiras, a começar na Póvoa do Bispo, às 9h26; o laranja (Outil, Cadima e Cantanhede), às quartas-feiras, a partir de Lagoa Alta, às 9h38; o vermelho (Corticeiro de Cima, Vilamar, Febres e S. Caetano), às quintas-feiras, desde Barracão às 9h39; e o azul (Tocha, Sanguinheira e Cadima), às sextas-feiras, com início na Tocha, às 9h36.
O regresso de Cantanhede será sempre às 12h, em cada um dos cinco circuitos, e o preço dos bilhetes é de 1 ou 1,50 euros, no caso de viagens de uma ou duas zonas respetivamente.

Rentabilização de recursos. A propósito das novidades do URB IN, o presidente da Câmara Municipal, João Moura, enfatiza “a função social extremamente importante que atribuímos a este serviço, sobretudo para alguns setores da população, o que de resto justifica o investimento que o município se propõe fazer” e felicita “a administração da Inova-EM pela iniciativa”, destacando o facto de “a solução encontrada permitir uma otimização e rentabilização de recursos, uma vez que são os autocarros dos circuitos do perímetro urbano de Cantanhede que vão realizar os percursos das freguesias num horário em que está provado que não haver utentes nas linhas em torno da cidade”.
A este respeito, o presidente do conselho de administração da Inova-EM referiu que “dentro de um prazo razoável, será feita uma avaliação do funcionamento do serviço e será a partir dessa avaliação que será ponderada a sua viabilidade. Os estudos que fizemos mostram que há uma parte significativa dos custos que não tem cobertura pelas receitas, mas trata-se de um valor assumido conjuntamente pela Câmara Municipal e pela Inova-EM e, desde que não seja ultrapassado, o sistema continuará a funcionar nos moldes que atualmente está projetado”.
Outra novidade apresentada por António Patrocínio Alves é a que se refere ao “serviço especial de Verão” (agosto) com circuitos entre Cantanhede e as praias do concelho – Praia da Tocha e Praia Fluvial dos Olhos da Fervença.

Posted in Cantanhede, Por Terras da BairradaComments (0)

União de Freguesias de Vagos/Santo António: Listas para intercalares entregues no tribunal


Praticamente tudo na mesma, na corrida às intercalares para a União de Freguesias de Vagos/Santo António, marcadas para o dia 8 de novembro. Apesar da atual assembleia de freguesia, ao que apurou este jornal, ainda não ter sido dissolvida, as listas foram já entregues, no tribunal de Vagos, no passado dia 29 de setembro.
À exceção dos partidos mais à esquerda (PS e CDU), os eleitores vão deparar-se com as mesmas caras. É o caso do CDS, que em 2013 obteve 1062 votos (5 mandatos), com a lista dos primeiros cinco a manter-se. Para além de António Bodas à cabeça, figuram ainda Rosa Rocha, Luís Sarabando, Maria Clara Cruz e José Gonçalves.
Quanto ao PSD, que igualmente mantém o “cinco” inicial, liderado por Fernando Julião (teve 1392 votos e 6 mandatos, no sufrágio de 2013), Maribel Julião figura agora em terceiro lugar na lista, por troca com José Carlos Martins que é segundo. Manuel Adérito Neto e Giovanna Rebelo completam a lista.
As maiores alterações registam-se no PS, com destaque para Ilda Martinez que fica fora da corrida. Tesoureira no executivo liderado por Julião, é agora substituída por Cláudia Moreira, que figurava em quinto lugar na lista anterior que, recorde-se, teve 434 votos e 2 mandatos. Da lista a sufrágio constam, ainda, Mário Santos, Luís Miguel Julião, Graça Ramalheira e Ângelo Almeida.
Mudanças também na CDU, onde o ex-candidato à câmara, Alexandre Loff, é agora líder da lista à assembleia de freguesia, onde figuram Maria Leonor Monteiro, João Domingues, Virgílio Dias e Maria Vellejo.
Eduardo Jaques
Colaborador

Posted in Por Terras da Bairrada, VagosComments (0)

Anadia: Espaço Cidadão na Câmara Municipal e em cinco Juntas


O Município de Anadia vai assinar, em breve, um protocolo com a Agência para a Modernização Administrativa (AMA), com vista à instalação de um Espaço Cidadão no município.
Numa primeira fase, este projeto vai funcionar com apenas um posto de atendimento na sede dos Paços do Concelho, cujo atendimento será prestado por um funcionário da autarquia que poderá desenvolver as suas funções, acumulando com o apoio no Balcão do Empreendedor.

Espaço a funcionar em cinco freguesias. Ainda nesta primeira fase, o Espaço Cidadão vai funcionar também nas cinco freguesias mais limítrofes do concelho (Sangalhos, Avelãs de Cima, Vila Nova de Monsarros, União de Freguesias Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas – em Amoreira da Gândara) – e Vilarinho do Bairro), revelou a JB, a edil Teresa Cardoso.
Nas freguesias, a autarquia propõe-se disponibilizar um funcionário que terá de ter a devida formação para prestar o atendimento digital assistido e que se possa deslocar um dia por semana a cada uma das cinco freguesias, estabelecendo a rotatividade e permitindo, assim, o funcionamento, quatro vezes por mês, em cada uma das sedes dessas mesmas freguesias.
Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, explicou já que se trata de “um serviço de atendimento digital assistido, de apoio aos municípes que ali podem solicitar informações ou ajuda no preenchimento de requerimentos e formulários de determinados serviços” ainda a protocolar com a tutela.

Garantir que não fecham serviços no concelho. Apesar de reconhecer que este espaço será “útil” à população, sobretudo à mais idosa, ou aquela que não dispõe de meios informáticos ou de conhecimentos que lhes permitam, por exemplo, em casa, aceder a um vasto conjunto de serviços que hoje são prestados em várias plataformas digitais, a edil anadiense espera que o mesmo “não venha a colocar em causa ou contribuir para um esvaziamento de serviços de atendimento geral que hoje se prestam na sede do concelho”.
Teresa Cardoso diz já ter recebido da tutela a confirmação de que este serviço não colide ou pretende substituir qualquer outro já existente na sede do concelho: “o secretário de Estado da Modernização Administrativa diz que essa situação não vai acontecer, porque alguns requerimentos necessitam de determinado tipo de informação mais completa ou a intervenção de outras entidades e, por isso, terão de recorrer a esses serviços”, explicou.
Por outro lado, ainda não são conhecidos os serviços a contratualizar com a AMA. o que leva Teresa Cardoso a explicar que, entre outros, não se sabe ainda os montantes que o cidadão terá de pagar por estes serviços, sendo certo que uma parte destes valores (65%) revertem para a Câmara Municipal e os restantes 35% para a AMA.
A edil anadiense revelou a JB que a AMA vai ceder o mobiliário, o hardware e o software necessários para o funcionamento deste espaço, cabendo ao município a cedência do espaço, do funcionário, de todos os custos com limpeza, segurança, comunicações, consumíveis, energia e divulgação do próprio Espaço Cidadão.
Acrescente-se que está previsto implantar em todo o território nacional uma rede de 1.000 Espaços do Cidadão, garantindo aos cidadãos e às empresas um acesso digital assistido e especializado a esses serviços.

CC

Posted in Anadia, Por Terras da BairradaComments (0)

Anadia: Assinatura de protocolos com Juntas de Freguesia


A Câmara Municipal de Anadia levou a cabo, na última quinta-feira, a cerimónia de assinatura dos protocolos de transferência de competências da Câmara Municipal de Anadia para as Juntas de Freguesia.
No salão nobre dos Paços do Município, as Juntas de Freguesia receberam as duas primeiras tranches. As restantes serão disponibilizadas de três em três meses. Esta atribuição resulta de acordos de execução de delegação das competências nas Juntas de Freguesia, algo que acontece pela primeira vez.
O valor total está repartido em pacote financeiro – 142.686,60 euros – e recursos patrimoniais (respeitante a máquinas, viaturas e pessoal da Câmara afeto às mesmas, para trabalhos das Juntas) – 205.177,20 euros.
O bolo total ronda os 348 mil euros, cerca de 63,2% de comparticipação face aos valores que são atribuídos às Juntas pelo Orçamento de Estado.
Na ocasião, foi ainda apresentada aos presidentes das Juntas de Freguesia, a plataforma “Sentir Anadia”, cujo acesso se faz a partir do website do Município de Anadia, e que se destina à divulgação de eventos promovidos por entidades que ali se inscrevam e sejam creditadas.
As competências das Juntas de Freguesia têm nomeadamente a ver com gestão e manutenção de espaços verdes; limpeza das vias e espaços públicos, sarjetas e sumidouros; manutenção, reparação e substituição do mobiliário urbano instalado no espaço público, com exceção daquele que seja objeto de concessão; gestão e manutenção corrente de feiras e mercados; e realização de pequenas reparações nos estabelecimentos de educação pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico, bem como os seus espaços envolventes.
O valor financeiro atribuído corresponde a 25% do valor do FEF de cada freguesia (fundo orçamental atribuído pelo Estado). Quanto aos recursos patrimoniais, foi tida a em conta a realidade geográfica e a tipografia de cada freguesia (mais ou menos caminhos florestais; mais ou menos caminhos agrícolas; mais ou menos vias pavimentadas).
CC

Posted in Anadia, Por Terras da BairradaComments (0)

UF Paredes, Amoreira e Ancas: Doença súbita da presidente obriga a adiamento de Assembleia


A Assembleia de Freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, marcada para a noite da última quinta-feira, na sala de reuniões do edifício sede da União de Freguesias, sito em Paredes do Bairro, acabou por não acontecer apesar do salão se encontrar lotado.
Ema Pato, presidente eleita das listas do MIAP, terá sido vítima de uma doença súbita que a obrigou a uma deslocação ao Hospital, precisamente na hora (21h) em que estava previsto começar a Assembleia.
Uma situação invulgar que apanhou de surpresa todos os eleitos presentes, mas também muitos populares que ali se tinham deslocado para assistir à reunião, que tinha na ordem de trabalhos dois importantes pontos: a eleição dos vogais da Junta de Freguesia e a eleição da Mesa da Assembleia de Freguesia.
Contudo, já passava das 21h30 quando foi conhecida a razão para a ausência de Ema Pato. Os eleitos que entraram e saíram da sala por diversas vezes, acabaram por reunir e regressar para dar conhecimento aos muitos populares presentes que não iria haver assembleia.
Coube a João Ferreira, eleito das listas do MIAP, de Paredes do Bairro, dar conhecimento público do adiamento da assembleia. Falhava mais uma tentativa para instalar os órgãos eleitos para a União de Freguesias.
Como já veio a público anteriormente, Ema Pato (cidadã melhor posicionada na lista do MIAP, vencedora nas Autáquicas de setembro de 2013) não conseguiu, até hoje, encontrar o desejado consenso entre os elementos da própria lista do MIAP, nem junto dos eleitos do PSD ou do PS para formar os órgãos autárquicos.

Petição segue por correio. Presentes na assembleia estavam Artur Castro e Miguel Cunha (ambos de Ancas), proponentes de uma petição que andou a circular, nas últimas semanas, nas três localidades, com vista à realização de uma assembleia extraordinária.
A petição, dirigida a Ema Pato, conseguiu reunir 272 assinaturas.
A JB, Autur Castro avançou que “a petição de ação popular é um instrumento que permite a qualquer cidadão apresentar aos órgãos de soberania petições para defesa dos seus direitos, nomeadamente para que a Assembleia de Freguesia reúna em sessão extraordinária”.
Uma reunião que deve acontecer no final de fevereiro, início de março e que pretende fazer constar da convocatória questões muito delicadas e até fraturantes.
Os signatários querem que Ema Pato faça constar da ordem de trabalhos “a votação pelos membros eleitos da Moção de Censura que esta Petição de Alteração Política incorpora, na defesa do futuro da União de Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas; mas também que no período regimental, antes e depois da ordem de trabalhos, exista um período para intervenção do público”.
Por outro lado, exigem ainda que sejam também ratificadas as deliberações anteriores e se diligenciem os procedimentos necessários para a convocação de novas eleições.
É que, segundo Artur Castro, “é público que por diversas vezes foi deliberado, unanimemente pelos 9 eleitos, a necessidade de levar a cabo novo ato eleitoral”, assim como todos os signatários “estão preocupados com o facto do Executivo não ter sido ainda formado, mais de três meses volvidos do ato eleitoral”. Consideram ser esta “a única alternativa que resta para assegurar uma réstia de respeito dos eleitores e população em geral nos titulares dos cargos autárquicos da sua União e promover a confiança num próspero e unido futuro.”
Catarina Cerca

Posted in A. da Gândara, Anadia, Ancas, Paredes do Bairro, Por Terras da BairradaComments (0)

Anadia: União de Freguesias (afinal) não vai a eleições


“Termina aqui o episódio da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas”, revelou aos jornalistas Teresa Cardoso, na última sexta-feira, dia em que reuniu com alguns dos eleitos desta União de Freguesias.
Para a edil anadiense, a resposta da tutela é clara e não deixa margem para dúvidas. Neste caso concreto, não haverá lugar a eleições intercalares, assim como é praticamente certo que a sede da freguesia fica mesmo em Paredes do Bairro.
Como a Lei determina que “no prazo de 90 dias após a instalação (…) a Assembleia de Freguesia delibera a localização da sede” e já lá vão 52 dias (a Assembleia de Freguesia foi instalada a 21 de outubro), o prazo termina a 19 de janeiro, data em que estabelece como sede da UF, Paredes do Bairro.
Por outro lado, embora não se vislumbre ainda a resolução do impasse à volta da eleição do 1.º secretário e tesoureiro da Junta de Freguesia e da mesa da Assembleia de Freguesia, o governo clarifica que não tem poder para dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia (neste caso já instalada em outubro).
“Só há lugar a novas eleições quando houver renúncia da maioria dos membros da Assembleia de Freguesia e seus substitutos legais, ou no caso de renúncia do presidente da Junta de Freguesia e de todos os elementos da lista mais votada para a Assembleia de Freguesia”, diz a resposta recebida por Teresa Cardoso, que indica também que um novo ato eleitoral, a acontecer, seria só em final de março (6 meses após as eleições) o que obrigaria o governo a nomear uma Comissão Administrativa. Por isso, a edil apela ao entendimento entre os eleitos, a bem do melhor para a União de Freguesias e para as populações. “São todos adultos e deveriam ter assumido as responsabilidades para as quais foram eleitos”, diz, dando conta de que a Câmara Municipal “fez o que lhe competia”.
“Não nos cabe intervir porque as pessoas foram eleitas pelo povo e a Assembleia de Freguesia está instalada”. A edil anadiense revelou ainda que a resposta agora recebida da Secretaria de Estado da Administração Local, depois de várias insistências, incluindo junto do Ministro Adjunto e do próprio Primeiro-Ministro, acaba com as dúvidas.
Teresa Cardoso pedira esclarecimentos a duas questões: qual o enquadramento legal que permite a realização de novas eleições, uma vez que a Assembleia de Freguesia foi instalada; e qual o entendimento sobre o prazo e localização da sede de freguesia”. Pedidos de esclarecimento que seguiram ainda para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, para o presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) e para a diretora das Autarquias Locais.
Respostas. Teresa Cardoso avança que é do entendimento da ANAFRE que a solução está nas mãos dos eleitos. Já a resposta da tutela não prevê qualquer intervenção do Governo, nem da Assembleia da República ou da Câmara Municipal, “seria inconstitucional”, assim como clarifica que o governo não tem poder para dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia (neste caso já instalada em outubro).
A edil reuniu, na sexta-feira, com a maioria dos eleitos. “Li os ofícios que enviei a todas as entidades e as respostas que recebi. Espero que tenha ficado claro que, da minha parte, nada mais há a fazer e que necessariamente cabe aos eleitos criar as condições para eleger o secretário e tesoureiro e a mesa da Assembleia de Freguesia”, avança. Segundo revelou, todos os presentes (à exceção de quatro eleitos que se mostraram indisponíveis) manifestaram vontade de encontrar consenso, assim como mostraram algumas preocupações decorrentes da situação, nomeadamente quanto à gestão da UF, ainda sem orçamento aprovado e sem poder receber o FEF para 2014.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in A. da Gândara, Anadia, Ancas, Paredes do Bairro, Por Terras da BairradaComments (0)

Reforma Administrativa em Vagos: Agregação provoca dissonâncias


Continua na ordem do dia o processo da reforma administrativa, depois do presidente da Assembleia Municipal ter garantido que uma das freguesias foi perdida por não “termos coragem de assumir a responsabilidade de agregar” duas no sul do concelho. Carlos Neves, que falava no decorrer da cerimónia comemorativa do 25 de Abril, admitiu que, se tal tivesse acontecido, ter-se-ia evitado a agregação de Santo António com Vagos.
Um desfecho que vai “desequilibrar ainda mais” a divisão administrativa do concelho, reconheceu. De acordo com Carlos Neves, o governo tratou de forma “inqualificável” o poder local, castigando os concelhos “que não concordaram com a reforma administrativa, com uma percentagem maior de freguesias agregadas”.
Reagindo às críticas, o presidente da Câmara, Rui Cruz, confirmou que o assunto foi discutido, de forma exaustiva, em sede da Assembleia Municipal. Quanto à decisão “não dependia nem do presidente da Câmara nem da Câmara, mas exclusivamente dos deputados municipais”.
Em declarações a uma rádio local, o edil vaguense argumentou que “havia muito boa gente, incluindo o presidente da Assembleia Municipal” que não acreditava na eventualidade da freguesia de Santo António poder vir a ser agregada.
“Eu chamei a atenção para esse risco”, disse Rui Cruz, sublinhando que à exceção da Gafanha da Boa Hora, “quase todas as freguesias podiam ser, mediante a lei, agregadas ou agregadoras”.
Publicada em Diário da República, após promulgação de Cavaco Silva, na lei relativa à reorganização administrativa do território das freguesias, são três as freguesias agregadas no concelho: Vagos/Santo António, Covão do Lobo/Fonte de Angeão e Ponte de Vagos/Santa Catarina. Das três providências cautelares a requerer efeitos suspensivos, duas acabaram chumbadas pelo Tribunal Constitucional.
Agora já “não há volta a dar”, concede Rui Cruz, sugerindo que o processo autárquico comece a ser preparado em função de oito e não 11 freguesias.

Eduardo Jaques
Colaborador

Posted in Por Terras da Bairrada, VagosComments (0)

Comunistas querem impedir agregação das freguesias


A Comissão Concelhia de Oliveira do Bairro do PCP decidiu, no passado dia 19, em Oiã, “continuar a apoiar a dinamização de ações tendo em vista impedir a liquidação das freguesias de Bustos, Mamarrosa e Troviscal, aprovada pelo PSD e pelo CDS na Assembleia da República”. “A demarcação que algumas figuras destes partidos procuram fazer relativamente às decisões dos seus partidos nesta matéria, por muito sincera que seja, não minimiza as responsabilidades que o PSD e o CDS têm neste processo profundamente lesivo dos interesses das populações”, afirma Artur Ramísio, responsável pela concelhia do PCP.
Entretanto, a Comissão Concelhia decidiu assinalar os 100 anos sobre o nascimento de Álvaro Cunhal, com uma exposição e uma sessão de política cultural, a decorrer em maio, em Oiã.Artur Ramísio relembra que “Álvaro Cunhal abraçou desde muito jovem a causa da emancipação dos trabalhadores, tendo lutado durante toda a sua vida com tenacidade e coragem raras, recusando privilégios pessoais e resistindo a provas terríveis, entre as quais torturas e isolamento brutais durante longos anos de prisão”.
Na mesma reunião, a concelhia do PCP, “na passagem de um ano sobre o falecimento de Fernando Peixinho, democrata convicto e membro da Intervenção Democrática, lembra o seu papel durante os mandatos consecutivos (1997-2005) em que representou a CDU na Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro, que se traduziram num contributo decisivo para elevar a democraticidade e a dignidade deste órgão autárquico, bem como em ser porta-voz das propostas que melhor davam resposta ao desenvolvimento do concelho e aos problemas mais sentidos pelas suas populações”.

Posted in Bustos, Mamarrosa, Oliveira do Bairro, TroviscalComments (0)

Aprovada a não agregação de Aguada de Baixo a Barrô e de Espinhel a Recardães


A Assembleia Municipal extraordinária de Águeda aprovou, esta segunda-feira, a não agregação de Aguada de Baixo a Barrô e de Espinhel a Recardães, contrariamente à decisão anteriormente enviada e já aprovada pela Assembleia da República. Apesar do Presidente da República ter entretanto promulgado o novo mapa de reorganização administrativa local, no dia 21 de janeiro a Assembleia Municipal de Águeda voltou a reunir, e desta vez a votação foi no sentido contrário ao inicialmente aprovado.
Tal como seria de esperar, as populações das freguesias de Aguada de Baixo e de Espinhel compareceram em massa, trazendo emotividade à reunião da Assembleia Municipal (AM). Apesar das recomendações do presidente da AM, Celestino de Almeida, para a não manifestação do público presente, foi difícil evitar alguns aplausos e não menos apupos em momentos mais acesos da discussão.
No final, a votação contra a agregação de Aguada de Baixo a Barrô saldou-se num empate: 17 votos a favor e 17 contra. A questão acabou por ser favorável à não agregação com voto de qualidade do Presidente da AM. A não agregação de Espinhel com Recardães foi aprovada por maioria.
Leia mais na edição impressa ou digital

Posted in Aguada de Baixo, Águeda, Por Terras da BairradaComments (0)

Administrativo rejeita Providência Cautelar para impedir União das Freguesias de Bustos


O Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro rejeitou liminarmente as três Providências Cautelares intentadas pelas Juntas de Freguesia da Mamarrosa, Troviscal e Bustos, com o objetivo de suspender a eficácia da deliberação da Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território (UTRAT) que funciona junto da Assembleia da República, datada de 2 de novembro, que propõe a união das três freguesias.
O juiz defende na sentença que a decisão da agregação não é suscetível de impugnação contenciosa, pelo que resulta de manifesta ilegalidade a pretensão formulada.
Lê-se ainda na decisão que “a proposta (…) insere-se na fase instrutória de procedimento que culminará na futura lei que concretizará a reorganização administrativa territorial das autarquias. À UTRAT compete apresentar à Assembleia da República propostas concretas da reorganização administrativa do território, em caso de ausência de pronúncia das Assembleias Municipais”.
Os autarcas das três freguesias já fizeram saber que vão continuar a lutar na barra do tribunal.

Posted in Bustos, Mamarrosa, Oliveira do Bairro, Por Terras da Bairrada, TroviscalComments (0)

Blogues recomendados


Cagido

FESTAS EM HONRA DE S. SEBASTIÃO
   Decorrerão a partir de amanhã até ao próximo fim de semana as tradiciona …


Notícias de Bustos

COMPRE UM QUADRO E AJUDE A ABC
1. Mar Sujo (óleo 55×46)Vamos, uma vez mais, celebrar neste mês de Fevereir …


Portal de Nariz

União de Freguesias ajuda no preenchimento do IRS

Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

View Results

Loading ... Loading ...
Newsletter Powered By : XYZScripts.com