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PJ detém um homem suspeito de crimes de roubo, sequestro e incêndio


A PJ de Aveiro identificou e deteve o presumível autor de crimes de roubo, sequestro e incêndio, ocorridos na madrugada de 30 para 31 de março, em duas habitações situadas na localidade do Préstimo, concelho de Águeda.
Segundo a PJ, “o suspeito, agindo num quadro de motivação passional, introduziu-se numa habitação onde se encontravam as duas vítimas, do sexo feminino, tendo manietado e amarrado as mesmas com cordas, após o que as agrediu e ameaçou com uma faca e uma pistola, tendo subtraído diversos objetos que se encontravam no local”.
O sequestro durou mais de quatro horas, tendo as vítimas conseguido libertar-se após a fuga do autor. Depois de abandonar o local do primeiro crime, a PJ refere que “o indivíduo incendiou uma habitação contígua, também propriedade de uma das vítimas, tendo provocado elevados danos”.

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Quarteto em fuga, detido pela GNR em Oliveira do Bairro, acusado de furto qualificado


Os quatro indivíduos que foram detidos, na penúltima terça-feira, no centro de Oliveira do Bairro, após um militar da GNR de Anadia os ter visto a furtar uma residência em Espairo, São Lourenço do Bairro, foram acusados pelo Ministério Público e julgados de seguida pelo Tribunal, pela alegada prática, em coautoria, de um crime de furto qualificado.
O condutor da viatura também respondeu por um crime de condução perigosa de veículo rodoviário. Os indivíduos foram julgados em menos de 24h e vão conhecer a sentença no dia 19, às 14h.
Rui M., de 23 anos, residente em Gondomar; Manuel C., de 32 anos, residente em Benavila, Portalegre; Paulo O., de 45 anos, residente em Fanzeres, Gondomar e Marco C, de 42 anos, também residente em Gondomar, arquitetaram um plano para furtar uma residência. Assim, dirigiram-se para uma habitação em Espairo, São Lourenço do Bairro, com o propósito de consumarem um assalto.

Plano. Na execução do plano, o quarteto estacionou o carro nas imediações da casa, tendo os arguidos Rui M. e Manuel B. saído do carro, enquanto os seus comparsas ficaram a vigiar possíveis movimentos estranhos.
Para se introduzirem no interior da casa, os arguidos entraram por um portão, que abriram, e depois por uma porta sacada. Já no interior da moradia, o arguido Rui M. dirigiu-se ao quarto da proprietária da casa, onde a mesma se encontrava a descansar, retirando um guarda-joias que continha diversas peças de ouro, no valor total de 300 euros.
No momento em que o indivíduo retirou o guarda-joias da cómoda, a dona da casa (ofendida) acordou e gritou, altura em que este abandonou o quarto, mas levando consigo as peças de ouro. Os dois arguidos saíram e revistaram o carro da ofendida, mas foram avistados por um militar da GNR de Anadia que se encontrava nas proximidades.
O quarteto acabaria por abandonar o local em direção a Outeiro de Baixo, mas foi seguido pelo militar. Já nas proximidades de Amoreira da Gândara, o militar perdeu-os de vista. Mas, já no seu encalço, os militares do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Anadia avistaram o carro, que perante a sua presença, aumentaram a velocidade. Entretanto, entraram numa rotunda sem parar, seguindo em direção à extensão de saúde de Mogofores. Quando o arguido se apercebeu que tinha entrado numa estrada sem saída, iniciou uma manobra de inversão, ficando de frente para o carro da patrulha da GNR. O militar teve que saltar para dentro da viatura, senão era atropelado. Aqui o arguido Rui M. saiu do carro e apanhou o comboio até à Estação de Aguim, onde foi avistado e detido por militares da GNR.
O arguido continuou a fuga, no sentido de Sangalhos, embatendo num carro e quase na viatura da GNR de Sangalhos, que entretanto se juntara ao seguimento do quarteto.

Danos. Em Oliveira do Bairro, o arguido quase chocou de frente com duas viaturas, entrando em sentido proibido na Rua Cândido dos Reis, onde foi ultrapassado por um jipe dos militares, agora da GNR de Oliveira do Bairro, que se colocou à frente do carro onde seguia o quarteto que, mesmo assim, embateu na parte lateral do carro da GNR. Os danos no carro da GNR foram de cerca de 400 euros.

Detidos novamente. Os arguidos, no mesmo dia em que foram julgados, foram detidos pela PJ de Aveiro por suspeita de serem os presumíveis autores de um crime de roubo, ocorrido na madrugada de 17 de outubro de 2013, numa residência localizada em Macinhata do Vouga, concelho de Águeda.
Os suspeitos introduziram-se nessa habitação e, utilizando armas de fogo para ameaçar os elementos da família que nela habitavam, apoderaram-se de elevada quantia em dinheiro, joias e de uma espingarda de coleção, prosseguindo ainda as diligências para apurar qual o seu grau de envolvimento noutros crimes ocorridos nos últimos meses no mesmo concelho, nomeadamente em Barrô, onde morreu um idoso, devido à violência física exercida.-
O indivíduo mais velho, já com antecedentes pelo mesmo tipo de crime, ficou sujeito a prisão preventiva e os restantes a termo de identidade e residência.

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Detidos caçadores com cornetas e chocalhos a fazer batidas à raposa


Dois caçadores, de 45 e 47 anos, na última segunda-feira, foram detidos pelos militares do Destacamento Territorial de Anadia, em flagrante delito, quando procediam a uma batida à raposa. Foram ainda apreendidos 24 artefactos pirotécnicos, que estavam a ser usados para afugentar as raposas.
A detenção ocorreu durante uma ação de fiscalização ao ato venatório, na zona de Caça Municipal em Amoreira da Gândara – Anadia, quando os militares ouviram fortes barulhos, conseguindo deter em flagrante delito dois caçadores a utilizar artefactos pirotécnicos.
Segundo fonte policial, os indivíduos encontravam-se a fazer uma batida à raposa usando para o efeito, cornetas, chocalhos, buzinas e os artefactos pirotécnicos. Em virtude de não terem licença para tal, foram detidos por terem na sua posse e utilizarem os referidos artefactos pirotécnicos.
Por orientação do Ministério Público, os caçadores foram libertados e notificados para comparecer no Tribunal da Comarca do Baixo Vouga de Anadia, tendo o processo judicial passado para inquérito a aguardar perícia do Núcleo de Armas e Explosivos da PSP de Aveiro.

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Censos Sénior 2014: GNR “combate” isolamento e solidão na região


O Comando Territorial da GNR de Anadia tem em curso, entre 15 de janeiro e 15 de fevereiro, a terceira edição da “Operação Censos Sénior 2014”. Um trabalho que vem sendo desenvolvido nos últimos anos, a nível nacional, com o objetivo de atualizar os dados sobre os idosos que vivem sozinhos e/ou isolados.
A GNR de Anadia está no terreno, nos concelhos de Anadia, Oliveira do Bairro, Mealhada e Águeda (povoação de Fermentelos) a atualizar o registo relativo a esta faixa etária, mas também a identificar e registar todas as novas situações que vão surgindo.
São semanas a calcorrear as zonas serranas destes concelhos, alertando ainda esta franja da população para situações que podem representar perigo. Uma ação de sensibilização que pretende incutir nos mais idosos a necessidade de adotarem comportamentos de segurança por forma a evitar situações de crime (furto, roubo, burla.

A viatura da GNR para junto à porta de uma habitação, localizada na zona serrana do concelho de Anadia. Estamos na freguesia da Moita e num lugarejo com meia dúzia de casas habitadas, sobretudo por idosas, quase todas viúvas. A exceção são dois ou três casais mais novos que ali residem.
Os três militares saem do carro numa rua íngreme. Não se vê ninguém. Batem à porta de Ema (nome fictício). Do alto dos seus 82 anos, Ema desconfia e não abre a porta à primeira, sem antes se certificar quanto às verdadeiras intenções dos visitantes. Todos os cuidados são poucos, pois no ano passado “voaram” de dentro de sua casa 1500 euros. “Dois burlões deram-me a volta. Pararam o carro, vieram com muita conversa e diziam que vinham da Segurança Social para trocar notas de 50 euros”. Assim que eles saíram com o dinheiro, Ema ainda ligou para a GNR mas já era tarde. A partir daí desconfia de tudo e de todos: “nunca fiando”.
Em alerta permanente, hoje, diz que nem sabe como caiu no conto do vigário. Viúva há nove anos, é mãe de quatro filhos espalhados pelo país e estrangeiro. Todos se preocupam com ela e está sempre em contacto com eles. Sempre é como quem diz. Está há mais de uma semana incontactável por ter uma avaria no telefone fixo e foi durante esta visita que os militares da GNR lhe tentaram resolver o problema, ligando para a operadora. Ficou a promessa de que a avaria, no exterior, já estava registada para arranjo com caráter de urgência.
“Sem telefone, sem filhos perto, com mobilidade reduzida, esta idosa está completamente desprotegida”, admite o cabo Vítor Marques, habituado a lidar com estas situações. A Ema valem-lhe alguns vizinhos que moram ali perto e que vão procurando por ela, sabendo da sua saúde e se precisa de algum tipo de ajuda.
“Sempre que me ausento ou vou ter com um dos meus filhos, aviso os vizinhos”, mas lamenta que para ir a Anadia, sede do concelho, a escassos 15 quilómetros, tenha de aguardar pacientemente pela carrinha que vem buscar os miúdos para a escola ou então alugar um táxi: “mas o táxi é muito caro e só para me trazer cá acima leva 15 euros”, diz.
A pensão, muito reduzida, vai dando para pagar as contas (água, luz, telefone), comer e para os medicamentos e idas ao médico.

“Daqui não saio”. Umas casas mais adiante, numa outra rua íngreme, Matilde (nome fictício), de 76 anos, não para em casa. De estatura pequena, vê-se que é uma mulher rija, cheia de genica. Andava a dar às galinhas num anexo perto de casa.
Viúva há já 15 anos, tem os filhos por perto (Mortágua e Malaposta) mas passa os dias só, a tratar da lida da casa e no campo e a dar apoio à irmã, de 90 anos, que trata carinhosamente por “madrinha”.
“A minha irmã mora sozinha. Não sai muito. Vou lá todos os dias a casa. Dou uma limpeza, acendo a braseira e faço companhia. Ela não quer ir para o Lar”, diz com alguma aflição por receio de uma queda ou de que algo mais grave lhe possa acontecer.
Aos militares, que já conhece de anteriores contactos, fala de gente estranha que por ali vai passando, sobretudo no verão, mas também de um estranho furto de galinhas por um casal que por ali vai aparecendo.
Sem demonstrar receio, diz que daqui também não quer sair. Esta é a terra onde nasceu e onde morou toda a vida.
Lamenta o isolamento, a falta de gente nova e de transportes para ir a Anadia com mais frequência.

Para muitos, o único contacto. Estes dois casos são para os militares da GNR (Vítor Marques, Carlos Lopes e Vera Clementinho) dois exemplos do que encontram por essas povoações fora. Idosos, a viver sós, muitos deles isolados. Alguns ainda vão tendo o apoio (de longe) de familiares, mas muitos não têm ninguém, já que os filhos estão emigrados. Por isso, o cabo Vítor Marques fala da importância deste tipo de contacto: “eles conversam, pois sentem-se muito sós, devido ao isolamento. Nós quebramos a solidão”, mas não deixa de recordar uma das situações que mais o marcaram. Numa povoação da área de intervenção existe uma localidade onde reside apenas uma pessoa idosa, evidenciando a fragilidade destas pessoas.
Por isso, admite que em algumas situações “o único contacto que alguns destes idosos têm é com os militares da GNR que patrulham a área”, sublinhando a importância deste tipo de programas que acompanham e atualizam os dados da população que vive em situações de maior isolamento mas que também serve de elo de ligação com as IPSS locais.
“Somos quatro elementos neste trabalho, mas os postos locais também nos dão informações. Somos o elo de ligação com as IPSS no apoio a muitos dos idosos”.
A área de abrangência é grande e com uma zona serrana enorme. Escoural, Saidinho, Saide, Fontemanha, Amieiro, Algeriz, Corgo e Padara, todas no concelho de Anadia são lugares de passagem e paragem obrigatória.
Daí o trabalho ter de ser feito consistentemente e ao longo do ano: “o nosso trabalho continua mesmo depois dos Censos. Durante o ano vamos localizando pessoas e alimentando a nossa base de dados”, acrescentou.

Excepção à regra. Numa das povoações serranas do concelho de Anadia fomos encontrar um jovem casal que contraria a tendência da maioria dos casais jovens que optam por abandonar estas localidades isoladas e interiores, à procura de melhores condições de vida.
Marian Silvester, de 46 anos e o marido Karl Bartlett, de 52 anos, escolheram estar longe de tudo e de todos. Há três anos compraram uma casa que estava para venda e fixaram residência numa povoação onde não residem maioritariamente viúvas, em pequenas e humildes casas isoladas.
De origem escocesa, o casal revela que se apaixonou por Portugal, durante os períodos de férias que por cá passou. E que, depois, de muito visitarem, ficaram encantados com esta paisagem do concelho de Anadia e aqui decidiram viver.
“A vista é magnífica”, diz Marian embora a tranquilidade do lugar não a surpreenda, já que no país de origem também viviam no campo, no meio de extensos campos verdejantes. “Acredite que temos mais vizinhos aqui do que lá”, diz sorrindo.
“Compramos a casa e estamos a renová-la”, adianta, ao mesmo tempo que acarinha dois cães rafeiros que acolheu há já algum tempo. São a companhia do casal, que todos os dias sai para passear.
Adoram a natureza e o contacto com a terra, por isso dedicam parte do seu tempo a dar longos passeios pela zona, vão plantando alguns legumes e hortaliças, assim como árvores.
Ambos são vegetarianos e Marian admite que o que se produz em casa tem outro sabor na mesa. O casal que optou por este tipo de vida diferente trabalha, a partir de casa, em projetos ligados a trilhos para BTT e consultoria.
Adoram Portugal e conhecem já algumas das suas cidades, Aveiro, Coimbra, Porto, Lisboa, mas Marian diz que adora o Luso, o Buçaco e as praias da região, Costa Nova e Barra.
Não estando enquadrado nos requisitos para os Censos Sénior, a GNR limitou-se a preencher o formulário referente à ficha de residência isolada que serve para identificar moradias isoladas por forma a combater o aumento do sentimento de insegurança, provocado pela ocorrência de vários roubos com violência a residências, localizadas em zona de difícil acesso.
Os procedimentos adotados passam pela georeferenciação da residência para uma melhor localização em caso de ocorrência, permitindo desse modo direcionar o patrulhamento de proximidade, possibilitado por equipamentos de GPS.

Catarina Cerca

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460 autos elaborados em operação a stands de carros


O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana de Aveiro fiscalizou, na penúltima quinta-feira, dia 30 de janeiro, 145 estabelecimentos comerciais, especialmente direcionados para a venda de veículos automóveis usados (stands), com a finalidade principal de verificar o cumprimento das normas que regem o setor e se os direitos do consumidor se encontram devidamente salvaguardados.
De acordo com a GNR, foram elaborados 460 autos por contraordenação pela prática de diversas infrações, entre as quais se destacam a falta de alvará, inscrição no cadastro de estabelecimentos comerciais, falta de prestação de informações obrigatórias ao cliente, uso de formas de publicidade proibidas, irregularidades relacionadas com o Livro de Reclamações; incumprimento do horário de funcionamento; falta de autorização da autoridade competente para venda de veículos na via pública e incumprimento da legislação ambiental.
Foram ainda levantados dois processos-crime por reprodução ilegítima de programa protegido, tendo sido apreendidas duas máquinas de jogo de fortuna ou azar, e ainda foi elaborado um autonotícia por suspeita de tráfico/viciação de viatura.
Na operação estiveram envolvidos 162 militares de todos os Postos Territoriais do Comando Territorial de Aveiro, bem como militares da estrutura de Investigação Criminal e do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente.

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Militar de Anadia salva ciclista de se afogar


Um militar da GNR que presta serviço no Destacamento Territorial da GNR de Anadia salvou um ciclista de se afogar.
Ao final da tarde do dia 2 de janeiro, o militar apercebeu-se de um despiste de um veículo ligeiro na rua da Várzea, Casal Comba, tendo em ato contínuo, imobilizado a sua viatura para prestar auxílio aos intervenientes. No local, verificou que face às condições climatéricas adversas, a via de trânsito estava repleta de água, tendo transbordado de uma berma para a outra.
O militar, quando se estava a inteirar da situação em que se encontrava o condutor do veículo, apercebeu-se da presença de outro indivíduo, que apenas conseguia visualizar o rosto, estando à superfície da água nos campos adjacentes que estavam alagados e lamacentos.
Segundo fonte da GNR, o indivíduo patenteava extremas dificuldades, aparentando que estaria a afogar-se, pelo que o militar desenvolveu todos os esforços para o alcançar, retirando-o da água após ter sido auxiliado por um cidadão que entretanto chegara ao local. A vítima, que ostentava ferimentos muito profundos na testa e em que uma das pernas se encontrava presumivelmente partida, foi mantida em posição de segurança.
No local, estiveram presentes elementos do INEM e militares do Posto Territorial da GNR da Mealhada, sendo que um dos militares manteve a vítima consciente até à chegada das entidades que prestaram os primeiros socorros.
Mais tarde, no decorrer das diligências subsequentes, foi possível apurar que a vítima era um ciclista que teria embatido na viatura ligeira, tendo provocado a projeção da vítima para o local onde foi encontrada.

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Vimartins assaltada


A Vimartins, localizada na zona industrial de Oiã, foi novamente assaltada. Foram furtados seis computadores, avaliados em mais de 4 mil euros. O número de empresas assaltadas em Oiã tem vindo a aumentar.
João Pires, administrador, explicou que os indivíduos além de levarem os computadores, ainda rebentaram os sistemas de alarme e efetuaram outros estragos.

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Comerciante constituído arguido por furto de vaca


A GNR identificou e constituiu arguido, no último domingo, um comerciante, residente em Oiã, por suspeitas de envolvimento num furto de gado bovino. O homem, segundo fonte policial, já estava referenciado há algumas semanas por este tipo de crimes.
De acordo com fonte policial, o indivíduo de 51 anos guardava, no estábulo da sua residência, uma vaca da raça autóctone Marinhoa que tinha, alegadamente, furtado, no dia anterior, nos campos em Salreu, Estarreja. Um outro animal, no momento do furto, fugiu e foi encontrado nas imediações da A29.
Segundo a GNR, além da restituição do animal ao seu legítimo proprietário, a GNR apreendeu 645 brincos (para colocar nos animais), alicates, um atordoador elétrico, cordas, uma carrinha, além de outra documentação que, agora, a GNR vai procurar esclarecer se está relacionada com outros furtos de cabeças de gado.

70 ovelhas. Entretanto, um produtor de animais de Avelãs de Caminho ficou, na semana passada, sem 90 animais, mormente 70 ovelhas e 20 borregos. O prejuízo ascende a mais de 12500 euros.
O número de furtos de animais na região de Aveiro tem aumentado de tal forma, que a GNR tem no terreno várias equipas preparadas para investigar e atuar em caso do furto de animais.
Manuel Cardoso que ficou sem as 90 cabeças de gado, explicou que deu pela falta dos animais ao chegar à exploração. “Quando cheguei ao local, deparei-me com as grades fora do sítio e as redes cortadas, pelo que temi que o pior acontecesse, mas nunca pensei que me levassem tantas cabeças de gado”.
Recorde-se que há cerca de um mês, um outro furto de gado aconteceu em Boialvo, de onde desapareceram 30 cabeças de gado.

Apelo. A Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA) pediu, recentemente, ajuda ao governo para reforçar as medidas de segurança e dar mais apoios aos agricultores que são vítimas deste tipo de crimes. É que nos últimos três meses, só na região do Baixo Vouga, já foram furtadas cerca de 130 cabeças de gado, das quais 30 são de gado bovino.

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Mulher brasileira notificada para abandonar o país


Uma cidadã brasileira foi notificada, na última sexta-feira, para abandonar o território nacional. A mulher foi encontrada num estabelecimento de diversão noturna em Águeda, no decurso de uma operação especial de prevenção criminal desencadeada pela GNR, na noite de sexta-feira, dia 22 de novembro, que tinha como objetivo a detenção de permanência irregular de estrangeiros em território nacional.
No âmbito da fiscalização de quatro estabelecimentos, foram elaborados oito autos de contraordenação; foram fiscalizados 47 condutores e elaborados cinco autos de contraordenação rodoviária por diversas infrações (falta de seguro, falta de inspeção periódica obrigatória e não uso de cinto de segurança) e ainda foram levantados dois autos de contraordenação por posse de droga.
No total foram apreendidoa 4,6g de liamba, 0,3g de haxixe, uma pistola de ar comprimido com bolas de chumbo e uma munição 7,62mm.
Na operação estiveram envolvidos 24 militares dos Destacamentos Territoriais de Águeda, Aveiro e Anadia e Destacamento de Intervenção, do Comando Territorial de Aveiro.

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Carteirista deixa mensagem na carteira que furtou a agradecer os 145 euros que levou


“Sr. Dono desta carteira. Se eu perdesse uma carteira com 145 euros, também ninguém ma devolvia com o dinheiro. Axo que fiz o que devia ser feito. Desculpe, sou muito pobre e preciso de comprar comida. Desculpe… Deus o abensôe.” Este foi o recado que um carteirista deixou no interior de uma carteira furtada, propriedade de Humberto Carvalho, residente no Troviscal.
Humberto Carvalho contou ao JB que quando lhe ligaram a dar conhecimento que a sua carteira tinha sido encontrada em Oliveira do Bairro, em cima de um muro, e que tinha um recado, pensou em tudo “menos na surpresa que viria a encontrar”. “O ladrão pode ter imaginação, mas de números não sabe muito, uma vez que tinha 160 euros no interior da carteira e deixou um recado a agradecer por ter ficado com 145 euros. E os outros 15? Bem, se não os encontrou, estou na disposição de lhos entregar. Claro, se vier ter comigo…”
Humberto Carvalho já apresentou queixa na GNR de Oliveira do Bairro.

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Pergunta da semana

Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

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