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Anadia: Mais consultas de especialidade no Hospital


Um mês após a sua passagem para as mãos da Santa Casa de Misericórdia de Anadia, o balanço de atividade da Unidade Hospitalar da Santa Casa da Misericórdia de Anadia é bastante positivo em diversas áreas.
Ao Jornal da Bairrada, Maria João Passão, administradora do Hospital de Anadia, diz que a “consulta externa das especialidades com acordo com o Sistema Nacional de Saúde registou um aumento significativo de afluência, não obstante algumas dificuldades na referenciação eletrónica verificadas nos Centros de Saúde, mas que brevemente serão resolvidas.
A administradora avança também que se registou, desde o início de 2015, um considerável aumento do volume de utentes, que determinou o alargamento do período de funcionamento de alguns serviços do Hospital, nomeadamente a consulta externa, até às 22h. De igual forma, o bloco operatório está a ser equipado tendo em vista iniciar no próximo mês de março as cirurgias de Oftalmologia e Otorrinolaringologia. Neste momento, as cirurgias das especialidades de Cirurgia Geral, Ortopedia e Urologia estão a decorrer com normalidade.

Consulta aberta e SIGIC. Quanto à consulta aberta, que iniciou no dia 2 de fevereiro, tem tido uma procura acima do planeado, o que vai obrigar, a curto prazo, a um reforço do quadro clínico afeto a esse serviço, devendo, em breve, este hospital ser o destino dos doentes em lista de espera para cirurgia (SIGIC) em diversas especialidades.

Mais consultas. Maria João Passão adianta ainda já estarem disponíveis consultas particulares nas especialidades de Medicina do Trabalho, Consulta do Viajante, Oftalmologia, Dermatologia e Medicina Interna, seguindo-se, nas próximas semanas, a disponibilização de consultas particulares de Ginecologia, Cardiologia, Otorrinolaringologia, Pediatria e Urologia.
Numa unidade hospitalar que ficou com o seu quadro de pessoal bastante reduzido, a responsável admite que “o estado de espírito dos funcionários é de grande otimismo”, porque “estão motivados e empenhados neste projeto, que tem como objetivo principal prestar serviços de saúde de excelência e em tempo adequado às solicitações das populações da região”.
No passado dia 3, o Conselho de Administração do Hospital de Anadia reuniu com a presidente da Câmara Municipal para apresentar cumprimentos e dar a conhecer o projeto desta Unidade Hospitalar. Ambas as partes se mostraram interessadas em estabelecer parcerias, que nas mais diversas áreas beneficiem as populações, sobretudo as mais carenciadas.

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Anadia: Santa Casa de Misericórdia assume hospital e promete serviços de excelência


A Santa Casa de Misericórdia de Anadia assumiu, no passado dia 1 de janeiro, a gestão do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia.
Em pouco mais de duas semanas, quem passa à porta ou entra no hospital facilmente se apercebe da alteração. A dinâmica é muito maior, o parque de estacionamento voltou a estar lotado e atingem-se números em consultas que há muito não se viam.
A equipa, liderada pelo Provedor Carlos Matos, tem pela frente inúmeros desafios mas está confiante na melhoria substancial dos serviços de Saúde prestados à população.
A JB, a administradora do Hospital, Maria João Passão, falou do momento atual e do futuro, ainda que este seja já considerado o “ano zero” para um hospital que está determinado em voltar a ser uma das maiores referências da região na prestação de cuidados de Saúde de excelência.

Como está a decorrer o processo de devolução? Onde têm sentido mais dificuldade?
Maria João Passão (administradora do Hospital José Luciano de Castro) – O processo está a decorrer dentro do previsto e com alguma normalidade. As dificuldades que têm surgido têm a ver com a alteração que houve nos recursos humanos, nomeadamente nas áreas clínica e administrativa.

Com que ajudas estão a contar neste processo?
O Hospital José Luciano de Castro mantém-se no Serviço Nacional de Saúde, portanto o processo de devolução envolveu as entidades signatárias do Acordo de Cooperação, que são a União das Misericórdias Portuguesas, a Santa Casa da Misericórdia de Anadia, a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) e ainda outras entidades do Ministério da Saúde, designadamente a Comissão de Acompanhamento da Devolução dos Hospitais às Misericórdias, a Administração Central do Sistema de Saúde(ACSS) e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS). Todas estas entidades estão a trabalhar em parceria para que os hospitais devolvidos fiquem a funcionar em pleno no mais curto espaço de tempo.

Sabemos que muitos funcionários saíram. Quantos saíram e quantos ficaram?
O Hospital José Luciano de Castro tinha no Mapa de Pessoal 120 trabalhadores, dos quais 63 saíram para ocupar vagas existentes na ARSC, Centros de Saúde e Hospitais EPE e 53 ficaram na Santa Casa Misericórdia de Anadia, em cedência de interesse público, mantendo porém o seu estatuto de trabalhadores em funções públicas. Na sequência deste processo, a Santa Casa da Misericórdia criou 22 novos postos de trabalho, contribuindo assim para a diminuição do índice de desemprego na região.

Ainda há pessoal em falta? Em que áreas?
Nesta data, só falta contratar alguns médicos especialistas, para reforçar as equipas já existentes, dado que a procura nesta primeira semana foi muito superior à programada. À medida que a produção for aumentando, serão criados novos postos de trabalho nas diversas áreas.

Quando estará esta unidade hospitalar a funcionar em pleno?
A Unidade Hospitalar da Santa Casa da Misericórdia de Anadia estará em constante crescimento durante os próximos tempos, procurando responder às necessidades dos utentes do SNS, nas áreas contratualizadas, bem como noutras áreas a desenvolver no âmbito da atividade particular e de acordo com a procura da população.

A Unidade Convalescença vai continuar a funcionar?
A Unidade de Convalescença, com 20 camas, vai manter-se.

Vão ter ou já têm acordo com o SNS?
O hospital está integrado no SNS, nas especialidades que já referimos [ver caixa] e ainda na Imagiologia; e Medicina Física e Reabilitação (fisioterapia) vai abrir com equipa reforçada. Os doentes apenas têm de ser referenciados pelo médico de família e só têm de pagar a taxa moderadora, tal como nos hospitais públicos.

O serviço de Urgências vai ser reaberto?
Está a ser analisada a criação de uma consulta aberta de clínica geral em horário diurno.

Como espera ou vai “cativar” novamente a população e utentes a esta unidade hospitalar?
Na área de influência do hospital, existe um índice elevado de procura não satisfeita nas especialidades que referi e que estão abrangidas pelo SNS.
No final do ano de 2013 os tempos médios de espera para consulta (dias), nos ACES Baixo Vouga e ACES Baixo Mondego eram os seguintes:
Cardiologia 300,6; Cirurgia Geral 430,6; Dermatologia 723; Medicina Interna 716,1; Oftalmologia 248; Ortopedia 272,2; Otorrinolaringologia 456,5; Urologia282,9; e Pediatria, 240,4 dias.
O hospital está a constituir um corpo clínico com profissionais reconhecidos por forma a responder, com qualidade e sem tempos de espera, às expectativas das populações dos ACCES do Baixo Vouga e Baixo Mondego.
Acresce que a Santa Casa da Misericórdia está a avaliar a oferta de serviços através dos subsistemas de saúde, nomeadamente ADSE e seguros. O enquadramento destas ofertas será feito gradualmente e em tempo oportuno por forma a não provocar rotura nos serviços.
Irá haver também uma grande interligação com a população através da realização de diversas atividades nomeadamente rastreios de saúde.

Especialidades e acordos

Que especialidades tem ou vai ter e médicos? Como está a funcionar/ou vai funcionar o bloco cirúrgico e o internamento em cirurgia?
Neste momento estão a funcionar as especialidades constantes do Acordo de Cooperação e que são Anestesiologia, Cardiologia, Cirurgia Geral, Dermatologia, Medicina Interna, Oftalmologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria e Urologia.
A referenciação para estas especialidades, no âmbito do SNS, tem de ser feita obrigatoriamente pelos Centros de Saúde. Nestes casos, o utente apenas paga a taxa moderadora tal como acontece nos hospitais públicos.
Está também a funcionar a Cirurgia do Ambulatório no âmbito do SNS, nas especialidades de Cirurgia Geral e Ortopedia e brevemente iniciaremos as cirurgias nas especialidades de Oftalmologia, Otorrinolaringologia e Urologia.
Brevemente também, os doentes inscritos para cirurgia no SIGIC, poderão escolher o Hospital de Anadia como hospital de destino.
A curto prazo tornaremos pública a informação sobre as especialidades convencionadas e particulares.
O corpo clínico do hospital é constituído, neste momento, por 20 profissionais experientes e conceituados nas respetivas especialidades.

Catarina Cerca

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Anadia: Hospital passa a ser gerido pela Santa Casa da Misericórdia em janeiro


A devolução do Hospital José Luciano de Castro (HJLC) à Santa Casa da Misericórdia (SCMA) de Anadia foi na última sexta-feira concretizada com a celebração de um acordo de cooperação entre a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC), a Santa Casa de Misericórdia de Anadia e a União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Assim, no âmbito do acordo assinado, em Lisboa, a partir de 1 de janeiro de 2015, o Hospital de Anadia passa a ser totalmente gerido pela Misericórdia de Anadia, respeitando-se, até essa data, um período de transição.
Neste primeiro pacote, para além do Hospital de Anadia, foram também assinados os acordos relativos aos Hospitais de Fafe e de Serpa.
Estes acordos, assinados ao abrigo do decreto-lei 138/2013, estabelecem que os hospitais das Misericórdias, nacionalizados após o 25 de Abril e atualmente geridos pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS), serão devolvidos gradualmente às Misericórdias, mediante a celebração de um acordo de cooperação que tem um prazo de 10 anos.
Embora essa entrega estivesse calendarizada para janeiro de 2014, atrasou-se devido à necessidade de criar legislação específica que possibilitasse a transferência da gestão destas unidades hospitarales.

Melhorar serviços. Em comunicado, a ARS Centro avança que o protocolo visa “melhorar a qualidade e o acesso à prestação de cuidados de saúde, nomeadamente a nível de consultas e de cirurgias, reforçar a articulação com outras unidades e serviços do SNS e desenvolver a prestação de cuidados continuados integrados”.
Ao JB, também a União das Misericórdias Portuguesas avançou ter privilegiado três aspetos ao longo das negociações com o governo: “assegurar que não haveria diminuição de serviços prestados à população, podendo mesmo preferencialmente aumentar essa oferta; não pôr em causa a sustentabilidade das Misericórdias que aceitem de volta os seus hospitais e nunca colocar em causa os direitos dos trabalhadores”.
Segundo a ARS Centro, será dada uma atenção às especialidades de consulta externa (cardiologia, dermatologia, medicina interna, oftalmologia, ortopedia, pediatria e urologia) e cirurgia (oftalmologia, ortopedia, otorrinolaringologia, urologia e cirurgia geral), que apresentam maior necessidade na região, assim como o hospital irá continuar a trabalhar nos meios complementares de diagnóstico e terapêutica e de medicina física e reabilitação, mantendo o nível assistencial à população abrangida.

Presidente do Conselho de Administração fica. Em declarações ao JB, Maria João Passão, que preside ao conselho de administração do Hospital de Anadia há três anos, aceitou falar apenas enquanto atual administradora. Parca em palavras, diz não ter muito para revelar não só porque desconhece o protocolo, mas porque a sua função é por hora “fechar este ciclo”, sendo certo que continuará em funções no hospital, no âmbito de um convite que lhe foi efetuado pela UMP, o qual aceitou.
Acrescente-se ainda que, dos cerca de 120 funcionários, seis dezenas aceitaram sair no final deste ano, no âmbito do processo de mobilidade interna e voluntária para outro organismo do Sistema Nacional de Saúde (SNS).
Com o pessoal reduzido a metade, Maria João Passão admite a existência de falta de recursos humanos, sobretudo ao nível de assistentes técnicos, assistentes operacionais e médicos. De igual forma, também a UMP admitiu já a necessidade de contratar mais recursos para fazer face ao normal funcionamento do hospital.
Com um orçamento anual que ultrapassa os 3 milhões de euros, sabemos que embora não esteja a ser equacionada a reabertura do serviço de urgências 24h, encerrado pelo então Ministro da Saúde, Correia de Campos, há um compromisso em assegurar a consulta aberta 24 horas por dia, assim como em manter a Unidade de Convalescença, com 20 camas.
Carlos Matos, provedor da Santa Casa de Anadia, mostra-se confiante em relação ao futuro do Hospital, cujos serviços à população, acredita, irão aumentar. “Estamos num período de transição, com muita coisa a fazer em termos administrativos, assim como ao nível da contratação de pessoal”, disse, destacando que, com esta alteração, a população sairá beneficiada.
Catarina Cerca

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Anadia: Trabalhadores do Hospital José Luciano de Castro optam se ficam ou entram em mobilidade


Os 121 funcionários do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia, estão a ser contactados, um a um, pelo Conselho de Administração do Hospital, para aferir quem quer ficar ou sair desta unidade hospitalar, que vai passar para as mãos do Grupo Misericórdias Saúde (GMS) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Na última semana, foi entregue a cada um dos trabalhadores, um ofício a informar que, até ao próximo dia 18 de agosto, todos aqueles que pretendam sair por mobilidade interna e voluntária para outro organismo do Sistema Nacional de Saúde (SNS) deverão informar o Conselho de Administração, indicando três lugares (por ordem de preferência) para onde querem ir.

Mobilidade voluntária. Maria João Passão, administradora do Hospital, confirma que o processo está a ser pacífico, num contacto franco e personalizado com todos os trabalhadores: “Sublinho que isto não é uma mobilidade obrigatória mas sim voluntária e que a vontade do funcionário prevalece sempre, seja ela qual for” e acrescenta que a Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro) tem em mãos, há mais de um ano, um conjunto de cerca de 30 pedidos de mobilidade desta unidade hospitalar. “Dada a elevada necessidade de recursos humanos na ARS Centro, face aos vários pedidos de mobilidade (funcionários que se querem aproximar das suas áreas de residência), foi decidido avançar agora com esta primeira fase para analisar e aceitar esses pedidos”, acrescentou, admitindo também que o facto do Hospital estar para passar para a UMP também pesou nesta decisão.
Ciente de que existe, neste momento, excesso de pessoal no Hospital, Maria João Passão aplaude a disponibilização pela ARS Centro de uma lista com 359 vagas, às quais as pessoas se podem candidatar. “São cerca de 360 vagas para os três hospitais – Anadia, Cantanhede e Ovar – que vão ser entregues à UMP, mas o pessoal de Anadia é o primeiro a escolher. Isso é um facto muito positivo.”

Excesso de funcionários.Admitindo que, no futuro, não serão necessários mais do que 80 funcionários dos 121 atuais, é praticamente certo que 41 podem optar pela mobilidade dentro da ARS Centro, que integra a área compreendida entre o Baixo Vouga e o Baixo Mondego. Todavia, JB sabe que numa segunda fase, os funcionários que não quiserem ir embora poderão ficar segundo três critérios de desempate: maior antiguidade na carreira, maior proximidade de residência ao novo posto de trabalho e melhor avaliação no último ano.
José Dias, do Sindicato da Função Pública do Centro, avançou que o Sindicato pretende que sejam salvaguardados todos os postos de trabalho. Contudo, não deixa de lamentar que o Ministério da Saúde tenha deliberadamente esperado pelos meses de férias para fazer estas mudanças: “Aproveitam que metade do pessoal está de férias e assim não há grande alarido, já que os funcionários não falam tanto uns com os outros”.
Refira-se também que esta unidade hospitalar integra um pacote de hospitais que o Ministério da Saúde pretende devolver às Misericórdias. Hospitais que foram “nacionalizados” no pós 25 de Abril de 1974, mas que agora regressa às mãos do Grupo Misericórdias Saúde (GMS), da União das Misericórdias Portuguesas.
Sendo mais que certa a saída da esfera do setor público para o setor das misericórdias, o Hospital José Luciano de Castro, em 2012, operou 863 pessoas, enquanto que, em 2011, tinham sido objeto de cirurgia 773 pessoas, traduzindo-se num aumento significativo de cirurgias em relação ao ano anterior. Esta unidade hospitalar integra ainda uma unidade de cuidados continuados, com 20 camas e apresentou, no final de 2012, um resultado líquido positivo.
Apesar das tentativas de contacto, não foi possível obter uma reação, nem da UMP nem da ARS-Centro.

Vagas por categorias profissionais
170 assistente operacional
57 assistente técnico
71 enfermagem
35 técnico de diagnóstico e terapêutica
16 técnicos superiores
10 médicos

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Hospital de Anadia:Trabalhos de alunos assinalam Dia Mundial da Higiene das Mãos


São 17 os trabalhos elaborados por alunos (desde o Jardim de Infância ao 3.º ciclo) de estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Anadia que estão expostos até à próxima segunda-feira, dia 12 de maio, no hall de entrada do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia.
A mostra, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Higiene das Mãos – 5 de maio), abriu ao público precisamente na última segunda-feira, dia 5 de maio. A Organização Mundial de Saúde, no dia 5 de maio de cada ano, através do desafio “Save lives: clean you hands” promove atividades alusivas à higiene das mãos e a outras boas práticas de controlo de infeção, tendo neste ano de 2014, colocado o enfoque no “Papel da higiene das mãos no combate às resistências aos antimicrobianos” sob o lema: “Sem ação hoje, não há cura amanhã”.
Refira-se que muitas das infeções em contexto hospitalar são veiculadas através das mãos, pelo que a higiene das mesmas é uma das medidas que mais impacto tem na redução daquelas infeções, na diminuição da resistência aos antibióticos e na redução dos custos associados a estas problemáticas.
No Hospital de Anadia, o Grupo de Coordenação Local do Programa de Prevenção e Controle da Infeção e Resistência Antimicrobiana promoveu esta iniciativa e convida agora toda a comunidade a visitar esta mostra inédita de trabalhos elaborados por alunos das escolas do concelho.
Embora os profissionais do Hospital (consulta externa, unidade de cirurgia do ambulatório) tenham também elaborado trabalhos e posters com mensagens alusivas ao controle de infeção através da higienização das mãos, das superfícies e uso de luvas, com o objetivo de diminuirem a prevalência das infeções associadas aos cuidados de saúde, o balanço da mostra não deixa de ser muito positivo, já que são precisamente os jovens que podem ajudar a mudar comportamentos e a contribuir para a saúde da população, mobilizando-a a adotarem medidas corretas na higienização das mãos.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Autarquia solicita Audiência à Presidente da Assembleia da República


Autarquia solicitou na dia 4 de julho uma audiência, com carácter de urgência, à Presidente da Assembleia da República, para entrega da Petição “Pelo Hospital de Águeda e melhor saúde na região”, que tem como primeiro subscritor o Presidente da Câmara Municipal de Águeda e que já conta com mais de 8000 assinaturas.

Na sequência da conferência de imprensa no passado dia 13 de junho, na Biblioteca Municipal Manuel Alegre, o Presidente da Câmara Municipal de Águeda relatou o que está a acontecer ao Hospital de Águeda, nomeadamente o esvaziamento dos Serviços e a previsão de transferência do Serviço de Ortopedia para o Hospital de Aveiro, lançando um desafio aos Aguedenses para recolherem o número mínimo de assinaturas, que permitisse que o assunto fosse discutido em Plenário da Assembleia da República, porque o Conselho de Administração e o Ministro não têm atendido os sucessivos apelos para a continuação do Hospital de Águeda a servir com qualidade os habitantes da região.

A petição “Pelo Hospital de Águeda e melhor saúde na região” contam com mais de 8000 assinaturas em papel e 700 online.

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Sangalhos: Gestão do Hospital da Misericórdia passa para a Idealmed


O Hospital da Misericórdia de Sangalhos, até maio, gerido pelos HPP (Hospitais Privados de Portugal) é agora gerido pela Idealmed, da qual é proprietário o conhecido empresário bairradino Carlos Dias, também dono das Colinas de São Lourenço e que na Suíça fez fortuna no mundo da relojoaria de luxo.
Manuel Gamboa, provedor da Misericórdia de Sangalhos, já respira de alívio, depois de ter ficado com “uma situação extremamente delicada” entre mãos.

HPP sai de Sangalhos. Após os HPP, com quem a Misericórdia tinha um protocolo por 30 anos, terem decidido pôr termo ao contrato, denunciando-o, Manuel Gamboa viu-se a braços com um delicado e complexo problema.
“O grupo decidiu desvincular-se de todos os pequenos hospitais, ficando apenas com as unidades nos grandes centros”, explicou, dizendo que a Misericórdia assumiu o Hospital, numa primeira fase, “mas sabendo que não temos vocação para o gerir, procurámos possíveis parceiros”. Surgiu a Idealmed.

Idealmed gere unidade hospitalar. “As negociações avançaram no bom sentido” e a mesa da Misericórdia optou por celebrar protocolo e contrato de arrendamento com a Idealmed, negócio concretizado a 31 de maio com efeitos retroativos a 16 de maio.
O provedor sublinha ainda que todos os compromissos para com os HPP foram salvaguardados: “o HPP fez um investimento enorme no Hospital. Esse compromisso era amortizado através de rendas mensais. Embora a dívida fosse ainda elevada, a Misericórdia foi desobrigada ao pagamento do montante em dívida”, o que considera ter sido um enorme ganho para a Misericórdia.
“A mesa da Misericórdia não deixa de agradecer e sublinhar a forma como as conversações decorreram com a administração dos HPP” que, segundo revela, deixaram para a Misericórdia o Hospital tal como se encontra, com todos os equipamentos.

Negociações bem sucedidas. Mesmo assim, a Misericórdia ficou responsável pelos sete funcionários daquela unidade de saúde. “Conseguimos fazer um acordo com a Idealmed que assumiu a responsabilidade por esses sete funcionários, nas mesmas condições contratuais em que se encontravam”.
“As nossas duas grandes preocupações foram conseguir manter os postos de trabalho e manter o Hospital aberto durante todo o processo”, diz o provedor.
Embora tenha circulado em Sangalhos que esta unidade hospitalar teria encerrado, a verdade é que isso não aconteceu: “os serviços mínimos neste processo de passagem foram sempre assegurados, incluindo o internamento”, destacou.
A mesa da Misericórdia conseguiu ainda, com este novo parceiro, um desconto de 10% para os irmãos, utentes e funcionários da Misericórida nos serviços prestados por esta unidade hospitalar. Por outro lado, Manuel Gamboa admite que na questão da renda mensal foi igualmente melhorada em relação à existente, tendo o protocolo sido assinado por um período de 10 anos.

Melhorias para breve, a vários níveis. Certas parecem ser também algumas melhorias que a Idealmed pretende efetuar em Sangalhos, ao nível das infraestruturas: bloco operatório e receção. A indicação é dada pelo Provedor Manuel Gamboa que refere ser intenção do grupo triplicar a faturação e alargar a oferta de serviços à comunidade.
Os acordos com as seguradoras estão a ser retomados e os preços dos serviços prestados poderão ser revistos, a favor dos utentes, adiantou ainda.

Quem é quem. A Idealmed presta cuidados de saúde, em serviços de medicina preventiva, terapêutica e de diagnóstico.
A 16 de maio de 2012 inaugurou a maior unidade de saúde privada da região Centro – 35.000m2 – construído de raiz obedecendo aos mais elevados padrões de qualidade e eficiência energética. Localizada em Coimbra, resulta de um investimento de 35 milhões de euros, com 30 valências clínicas e 500 profissionais de saúde.
“Cuidar quem nos escolhe com total dedicação e profissionalismo, promovendo a prestação diferenciada de serviços de saúde, com base no conhecimento, na tecnologia e no respeito pela vida humana, garantindo o acesso das populações às mais evoluídas soluções terapêuticas e clínicas” é a missão da Idealmed.
Refira-se ainda que a Idealmed é a sub-holding do Grupo IdealTower para a saúde, nela agregando todos os investimentos efetuados no setor.
Fundado em 2009, o Grupo Ideal Tower tem vindo a crescer a um ritmo acelerado mas consistente, contando hoje com um universo de 20 empresas.

Catarina Cerca

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Cantanhede: PS e PSD com posições contrárias quanto ao futuro do Hospital no SNS


Os deputados do PS, eleitos por Coimbra Rui Duarte, Mário Ruivo e João Portugal, com o Presidente da Federação Pedro Coimbra estiveram em Cantanhede, em frente ao Hospital de Cantanhede com Carlos Ordens (candidato à Câmara Cantanhede), Pedro Carrana Presidente da Concelhia do PS local e alguns militantes e simpatizantes socialistas para uma conferência de imprensa.
Os deputados do PSD, eleitos pelo circulo de Coimbra, votaram contra na Assembleia da República as recomendações do PCP e BE para que “o Hospital de Cantanhede (em particular) se mantenha sob gestão pública e integrados no SNS, cujo edificado é da propriedade da Misericórdia. Que o hospital mantenha todas as valências que atualmente asseguram e eventualmente possam vir a ser reforçadas face às necessidades da prestação de cuidados de saúde às populações.”
O Deputado Rui Duarte referiu que “os deputados do PSD, eleitos pelo círculo de Coimbra, não defendem os interesses dos eleitores do distrito que os elegeu, optando por corroborar a desastrosa política do governo na Saúde”. “Enquanto que os deputados do PS por Coimbra votaram a favor desta recomendação, porque entenderam que esta é a melhor posição para a defesa do SNS e do Hospital de Cantanhede.”
Pedro Coimbra, Presidente da Federação de Coimbra do PS, refere que “só a gestão pública dos hospitais integrados no SNS cumpre os princípios da universalidade e a qualidade dos cuidados de saúde, independentemente das condições sociais e económicas dos utentes”.
Carlos Ordens, começa por referir que “o Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, deve assumir perante os munícipes a sua total incapacidade para influenciar as decisões do governo do seu partido, no que a Cantanhede diz respeito. Esta é mais uma situação a comprová-lo!”. Acrescentou ainda que “o senhor Presidente da Câmara devia instruir os deputados do PSD, eleitos por Coimbra, sobre o seu papel na Assembleia da República e as reais necessidades dos seus Munícipes.”
Carlos Ordens tem defendido desde a 1.ª hora que “o nosso Hospital de Cantanhede se mantenha sob gestão pública, integrado no Serviço Nacional de Saúde, para assegurar o direito à saúde para todos habitantes do concelho de Cantanhede”.
Carlos Ordens, na sua intervenção, reforçou a ideia de “defender um Novo Protocolo para os serviços de saúde em Cantanhede, envolvendo as partes interessadas, que defenda os interesses da população e reforce as valências prestadas”.
Pedro Carrana, Presidente da Comissão Política Concelhia informou os presentes que “a comissão política de Cantanhede do PS vai dirigir uma carta a estes deputados do PSD para os sensibilizar para a defesa da Manutenção do Hospital de Cantanhede no SNS”.

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Hospital de Anadia: Cortes na Saúde comprometem bons resultados na Cirurgia e na Consulta Externa


 

Os recentes cortes anunciados pela Tutela para a área da Saúde fazem temer o pior no Hospital José Luciano de Castro, em Anadia.
Esta unidade hospitalar, que está a passar por um processo que visa a sua devolução à Santa Casa de Misericórdia de Anadia, teme pelo futuro dos serviços de excelência que pratica ao nível das Consultas Externas, Cirurgia Geral e Cirurgia do Ambulatório (ver notícia pág. 15).

Resultados. Em 2012, o Hospital realizou um total de 863 cirurgias, 475 cirurgias gerais, 243 de ortopedia, 104 de urologia e 42 de oftalmologia e cerca de 17 mil consultas externas.
Números que permitem ao diretor clínico, Rui Simões, fazer um balanço positivo do desempenho da Unidade de Cirurgia do Ambulatório e da Cirurgia Geral, até porque de facto se registou um incremento do número de doentes operados (mais 90) do que no ano transato.
Receios. Mas, neste ano de 2013, as perspetivas não são tão animadoras e o balanço do primeiro trimestre faz recear o pior, já que o desempenho ao nível da Cirurgia e da Consulta Externa está longe de atingir os números inicialmente traçados.
“Este ano está a ser particularmente diferente e difícil”, diz Rui Simões, não só porque a Tutela impôs mudança nas equipas médicas, mas porque nalgumas especialidades, como é o caso da oftalmologia, o Hospital está sem médico, situação que deverá ser reposta até final do mês. “A médica foi embora e é esta falta de médicos especialistas/operadores que inviabiliza a realização do número de consultas e intervenções cirúrgicas desejadas”, acrescenta, dando conta de que, a partir de janeiro, a administração do Hospital deixou de poder contratar médicos: “passamos a ser obrigados a ir ao mercado, contratar empresas.” Ou seja, a maioria dos médicos vem de fora, já que, pertencentes ao quadro do Hospital (que tem vindo a ser reduzido anualmente), restam apenas sete médicos e 38 enfermeiros.
O Hospital disponibiliza Consultas Externas em Cirurgia Geral, Ortopedia, Urologia, Anestesia, Medicina Interna – Diabetes, Dermatologia, Cardiologia, Oftalmologia, Pediatria, Otorrinolaringologia e Fisiatria. No entanto, devido a estes constangimentos, a lista de espera para consulta de oftalmologia é de 10 meses. Em otorrinolaringologia estão a ser marcados doentes de janeiro para maio (4 meses de atraso) e igual período para as especialidades de urologia e ortopedia.
Nos corredores semi-vazios (a zona de internamento da Cirurgia do Ambulatório com 10 camas), onde os doentes permanecem no máximo 24h, após cirurgia, nota-se, aqui e ali, algum desânimo e receio pelo futuro desta casa, mas também alguma desmotivação, pela forma como todo este processo está a ser conduzido pela Tutela.
Com duas salas de cirurgia, apenas uma está a ser utilizada. Neste momento as operações às varizes, hérnias, cirurgia geral, cirurgia da mão, do túnel do carpo, do pé, incontinência urinária e fimose, entre outras, são as mais frequentes.
Na Cirurgia, a lista de espera, ao contrário, é meramente residual, ou seja, tem 15 dias, o que significa que um paciente que passe pela consulta externa pode ser operado na semana seguinte.

Sucesso de 2013 comprometido. A fasquia para 2013 era conseguir operar cerca de 1050 doentes, meta que já não é possível atingir na medida em que vai demorar algum tempo a acabar com as listas de espera das Consultas Externas. Ou seja, “estamos com uma produção de -50%, portanto com pior desempenho de que em fevereiro”, confirmou o clínico Rui Simões.
No ano passado foram operadas, na cirurgia geral, 162 pessoas que chegaram pelo SIGIC (Sistema de Gestão dos Utentes inscritos para Cirurgia); este ano, dado os constrangimentos impostos pela Tutela, o Hospital preferiu não arriscar mandar vir doentes da rede: “só estamos a operar doentes gerados pelo hospital/consulta externa”.
“Não conseguir prestar um serviço atempadamente é o que mais nos preocupa, mas de facto estamos condicionados pelos constrangimentos do sistema e das regras cada vez mais apertadas, nomeadamente ao nível do mapa de pessoal” afirma, reconhecendo que “o encerramento das urgências foi o princípio do fim do Hospital”, enquanto que é sua convicção que o futuro desta unidade hospitalar dependerá de quem nela pegar: “poderá ser uma clínica privada de luxo porque tem condições para tal. É um Hospital muito cobiçado porque tem condições excelentes, fruto de investimentos de vulto realizados nos últimos anos”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Hospital com avaliação máxima do SINAS


A Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia, obteve o nível máximo de avaliação do SINAS – Sistema Nacional de Avaliação em Saúde.
Trata-se de um sistema de avaliação da qualidade global dos serviços de saúde, em Portugal continental, desenvolvido pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
Os resultados obtidos na dimensão em análise a Excelência clínica foram: Primeiro nível de avaliação, com uma estrela vermelha, ou seja, o serviço cumpre com todos os parâmetros de qualidade exigidos; Segundo nível de avaliação, com um nível de qualidade III, ou seja, o serviço está posicionado na categoria de classificação superior.

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