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UF Tamengos, Aguim e Óis do Bairro: Pequenas obras, limpezas e manutenções


Óscar Ventura que, no primeiro mandato tivera à sua responsabilidade a Freguesia de Tamengos é, desde as últimas autárquicas, o presidente da União de Freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro. Como em tantos outros locais, o início de vida desta União foi conturbado e polémico. Fez correr muita tinta, mas hoje, “tudo pertence ao passado”, como refere.
Embora reconheça que os primeiros meses “foram muito difíceis”, agora “trabalha-se em prol de todos os lugares da União.”
Sobre o orçamento para 2016, avança que vai dando para as despesas, reconhecendo que nos tempos difíceis que se atravessam, “os autarcas têm que aprender a viver com o que têm, sem projetar grandes obras.”
“A nossa política passa por fazer uma manutenção adequada ao que já existe. Não temos pretensões de fazer grandes obras, até porque os tempos não estão para esse tipo de investimentos”, sublinha. Todavia, reconhece que a limpeza (sobretudo da estância termal da Curia), manutenção de espaços verdes, cimentação de valetas e poda de árvores lhes levam boa parte do orçamento disponível.

Ano de 2015 foi muito positivo. Assim, de 2015 faz um balanço positivo do trabalho desenvolvido. “Foi um ano gratificante, pois conseguimos fazer algumas valetas, arranjar os passeios e fazer o acesso ao cemitério de Aguim. Arranjámos várias obras na Mata, colocando manilhas e cimentando valetas de grande porte, por forma a evitar possíveis acidentes; fizemos a limpeza nas fontes e tanques de Ribafornos e de Óis do Bairro; construímos valetas em Alpalhão, Aguim, Mata e Óis do Bairro, assim como tivemos a preocupação de fazer a manutenção dos jardins. Aliás, a limpeza é uma prioridade. Veja que andamos constantemente a limpar as sarjetas para evitar inundações.”
Trabalhos que vão sendo desenvolvidos por nove POC’s, que vão rodando pela área correspondente às três freguesias, pois como União, o trabalho como que triplicou, exigindo ainda a presença constante do executivo nas três ex-freguesias por forma a atender às solicitações de todos os fregueses.
“Desde o início de funções, tentamos que os trabalhos se façam de forma tripartida, ou seja percorrendo os lugares das três ex-freguesias. Por isso, começámos até por Alpalhão, a limpar caminhos, fontes e valetas. E foi gratificante ouvir o apoio das pessoas.”
Em Aguim, os passeios junto à sede da Junta de Freguesia e da Extensão de Saúde deram um outro aspeto e limpeza ao local que as pessoas reconheceram. Aliás, Óscar Ventura refere que esta forma de trabalhar já lhe valeu alguns votos de louvor por parte da própria oposição, o que evidencia que o executivo trabalha em prol de todos.
Por isso, fala ainda de outras obras realizadas: a requalificação do espaço envolvente à sede da Junta de Freguesia de Óis do Bairro, do melhoramento realizado no cemitério desta localidade, com a ligação da iluminação e ainda a construção de valetas em cimento em Óis do Bairro.

Obras em 2016 são sobretudo de manutenção. Para 2016, a grande aposta, à semelhança de outras freguesias, passa pela limpeza, manutenção e embelezamento de espaços e vias públicas. A limpeza e cimentação de valetas estão na linha da frente em matéria de prioridades, até porque esta é uma área que absorve boa fatia do orçamento anual.
Prioridade será ainda a construção de uma zona pedonal na Mata da Curia, para dar segurança aos peões devido à velocidade dos automobilistas estando ainda prevista igualmente a construção de algumas lombas ,no início das localidades. O executivo quer ainda fazer a construção de uma zona pedonal no largo da Igreja em Aguim, requalificando aquela área, obra que será feita também na Mata, enquanto que em Tamengos a aposta será feita na requalificação do cemitério. Uma obra que diz ser “urgente”.
O autarca avança ainda que a Curia precisa de um melhoramento, sobretudo na rotunda principal, junto aos hotéis, por ser uma zona à noite pouco iluminada. A ideia poderá passar pela “construção de uma fonte luminosa por forma a dar uma outra vida e alegria aquele espaço.”
Óscar Ventura quer ainda reabilitar a degradada escola de Tamengos. Um equipamento escolar que foi encerrado há vários anos e sem qualquer atividade. “Entendemos que se estiver arranjada e devidamente recuperada será mais fácil entregá-la para que possa ali ser desenvolvida alguma atividade a favor das populações”.
Em matéria de equipamentos escolares diz estar prevista a requalificação profunda das EB 1 de Aguim e Tamengos. Duas grandes escolas que serão algo de atenção por parte da Câmara Municipal de Anadia durante este ano, estando em curso a elaboração dos projetos para as mesmas.
A construção de uma ciclovia que ligue a Curia ao Velódromo de Sangalhos é uma das obras que aguarda com grande expectativa, não só por este ser um concelho onde a indústria das duas rodas tem grande tradição e o ciclismo é uma das modalidades desportivas mais queridas. “Será uma mais valia para o turismo e para a região que tem um grande carinho pelo ciclismo. Será uma infraestrutura muito útil e benéfica não só para a modalidade, mas para todos, facilitando a deslocação das pessoas, incentivando o uso da bicicleta e muito bom para o turismo.”
A terminar, o autarca gostaria ainda de conseguir que a Extensão de Saúde de Tamengos voltasse a abrir aos utentes. “Já lá gastámos na recuperação do edifício cerca de 70 mil euros e seria um grande benefício para as populações, sem prejudicar as outras Extensões de Saúde”. Óscar Ventura acredita que este encerramento pode ser revertido e tem estado a lutar por essa reabertura. “Se o governo der ou criar essa possibilidade, vamos estar atentos”.

 

Catarina Cerca

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UF Amoreira, Paredes e Ancas: Três freguesias unidas exigem o triplo da atenção


A União de Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas foi a mais difícil “união” de concretizar no concelho de Anadia. Só nove meses após o ato eleitoral foi possível formar executivo. Um processo desgastante, com um final feliz se atendermos à sua dupla particularidade: cada elemento que integra o executivo (presidente, tesoureiro e secretário) representa uma freguesia e um partido diferente. Particularidades que não passam disso mesmo, pois como a autarca Ema Paula Pato destaca, “estamos em união, em sintonia e o entendimento entre nós é perfeito”.
“No executivo somos um elemento de cada uma das freguesias, o que é muito bom, porque cada um de nós traz para as reuniões os problemas, as necessidades das suas freguesias”, sublinhando que as “diferenças ficaram lá fora, pertencem ao passado. Agora, trabalhamos para a União de Freguesias e para as nossas populações”.

Requalificação do Parque de Amoreira da Gândara. Para o ano em curso, o executivo de Ana Paula Pato tem um orçamento de 127 mil euros, que “não chega para tudo”. Mas a verdade é que admite que, não havendo obras de grande dimensão para fazer, com uma boa gestão, as pequenas obras vão-se fazendo na União de Freguesias, com o apoio da Câmara Municipal de Anadia.
Contudo, admite que grandes obras só em estreita colaboração com a Câmara Municipal de Anadia.
Uma dessas obras é a requalificação do parque de Amoreira da Gândara, junto ao rio Levira e à sede da AMIGA.
“É uma prioridade. Com as obras de saneamento, aquele parque de lazer ficou completamente destruído. Agora é necessário reabilitá-lo. A Câmara Municipal vai apoiar nesta requalificação e o projeto já existe. Penso que deverá começar em breve.”
No local, vai nascer uma zona de lazer muito aprazível e simpática, com mesas, bancos, parque infantil, zona de estacionamento, sanitários, circuito para manutenção (equipamentos de exercício geriátricos), assim como o leito do rio vai ser requalificado e protegido. Serão ainda plantadas árvores.
Já em Ancas, a autarca pretende requalificar o Parque de Merendas, junto à lagoa do Paúl. Um local muito procurado, onde vão ser colocadas mais mesas e bancos, plantadas mais árvores e os sanitários requalificados.
“É um local muito procurado e acredito que, depois de concluída a beneficiação, irá ficar novamente um espaço nobre da localidade”, diz.
Ema Paula Pato destaca ainda a recente aquisição de um novo trator para os serviços de limpeza e manutenção da União de Freguesias. Um equipamento que virá a ser uma mais valia para manter os lugares com mais asseio e limpeza.
“Temos uma área muito grande, muitas valetas, muitos terrenos para capinar”, explicando que este serviço vai estar a cargo de três pessoas a contrato, polivalentes, a serviço da União de Freguesias.
A autarca quer ainda proceder à colocação de um gradeamento de proteção no Parque do Cruzeiro, em Ancas, assim como a fonte do Mouchão será também requalificada nos próximos meses.

Muito trabalho em 2015. O ano de 2015 foi, pode dizer-se, o ano zero, o primeiro ano verdadeiramente de trabalho nas localidades que integram esta União de Freguesias. “Conseguimos realizar a requalificação do lavadouro do Mouchão, em Ancas, mas também avançar com a colocação de um muro, pavê e jardins na Rua da Azinhaga, também em Ancas. Depois, em Paredes do Bairro, fizemos a requalificação do jardim da Senhora do Passo, do Parque de Merendas e do Lavadouro da Póvoa da Preta e do Corgo e está em conclusão a obra de beneficiação do Largo da Póvoa da Preta, onde colocamos pedra, lancil, pavê, árvores e plantas, de forma a tornar o espaço mais agradável. Demos ainda um arranjo ao nível dos jardins e manutenção de lavadouros.”
Nesta União de Freguesias, Ema Paula Pato fala ainda da dificuldade na gestão e manutenção de quatro cemitérios. Locais que exigem uma atenção constante. “Vamos indo com calma e as coisas estão no bom caminho. Um exemplo é o facto de termos colocado água da rede no cemitério de S. Martinho”.
A JB avança que foi realizada a requalificação de vários caminhos agrícolas e alcatroamento em duas estradas que estavam em muito mau estado, em Amoreira da Gândara, assim como a limpeza de valetas tem levado boa parte do orçamento. “Por isso começámos a fazer passeios em Amoreira da Gândara. Ver se começamos a gastar menos, nesta área. Inicialmente fazemos um investimento maior, mas no futuro compensa”.
Ema Paula Pato deixa ainda a nota do seu executivo ter apoiado a Fábrica da Igreja de Amoreira da Gândara a requalificar o jardim na frente da Igreja, mas também o facto de ter já sido protocolado a cedência das Escolas Básicas desativadas com a abertura de novos Centros Escolares. São os casos da Escola de Paredes do Bairro, entregue ao Rancho Folclórico local, ao Grupo Motard Ligeirinhos do Asfalto e à Associação de Futebol de Paredes do Bairro.
“Estas escolas deixam de estar devolutas e passam a ter utilidade ao serviço das populações e são preservadas pelas associações locais”. O mesmo espera acontecer, em breve, com a EB1 de Ancas, que poderá ser protocolada com um grupo motard local e com a de Amoreira da Gândara (Relvada), embora ainda não haja interessados em ficar com esta escola.
A terminar, a autarca não deixa de destacar a importância que a Zona Industrial de Amoreira da Gândara tem na economia local. “Trata-se de uma ZI toda requalificada, que está com um aspeto fantástico e há empresários interessados em adquirir terrenos.”
A JB falou ainda das ruturas de água, sobretudo em Ancas e Paredes do Bairro: “é o nosso calcanhar de Aquiles, mas já estamos bem melhor graças ao investimento feito pela Câmara Muinicipal nesta área”, mas também de algumas deficiências ao nível da iluminação pública: “existem várias falhas. Já fizemos um levantamento que foi encaminhado. São algumas dezenas de luminárias. Espero que a situação seja rapidamente revista”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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S L Bairro: Arranjos urbanísticos e ambiente são prioritários


Mário Marinho cumpre o primeiro mandato à frente dos destinos da freguesia de S. Lourenço do Bairro. Uma freguesia vasta, com 13 povoações, que requerem uma atenção constante.
Sobre o plano de atividades para o corrente ano diz que “está mais virado para a questão ambiental, para o arranjo e embelezamento de espaços e zonas verdes, sem descurar outras necessidades”.

Ano de 2015 com balanço positivo. Já sobre 2015, diz ter sido um ano muito positivo, dedicado sobretudo à limpeza da freguesia, tendo assim cumprido um dos primeiros objetivos a que se tinha proposto para aquele ano.
“Desde o Grou a Vale de Estêvão, são muitos os lugares e valetas a precisar de limpeza e manutenção”, diz, admitindo que este tipo de melhoramentos acaba por levar boa parte do orçamento disponível.
Um dos exemplos é o parque do Grou, que “estava em muito mau estado”, acusando vários anos sem limpeza. Uma obra que levou mais de um mês a realizar: “foi uma intervenção de fundo”, admite o autarca, que sublinha ter sido o ano de 2015 dedicado à requalificação dos locais dos ecopontos, nomeadamente em S. Lourenço do Bairro e Levira.
Mário Marinho realça ainda o trabalho realizado na requalificação de fontes públicas, casos das de Couvelha, já concluída, de S. Mateus (ainda por acabar) e Fonte e lavadouro de Espairo, esta última objeto de uma requalificação mais profunda. A JB, o autarca sublinha tratarem-se de espaços ainda muito procurados nas aldeias pelos seus habitantes, sendo o lavadouro da Pedralva um dos que tem utilização diária, todos eles abastecidos por água de minas.
Debaixo da atenção do executivo da Junta de Freguesia tem estado também o cemitério da Pedralva, local onde foi substituída toda a tubagem de água da rede pública e feito o escoamento de águas. “Abrimos vários rasgos para colocar uma nova rede de água, pois a que existia estava toda podre, colocando ainda tubagem exterior nova”. Uma obra que parou por altura dos Finados e que vai recomeçar assim que o bom tempo regresse, aproveitando ainda a autarquia para colocar iluminação pública neste espaço.

Dificuldades. Mário Marinho lamenta, contudo, que a vida de autarca não seja nada fácil , sendo muito difícil dar resposta a todas as necessidades dos fregueses e que, por isso, muitas vezes, sente alguma frustração por não poder atender todos os pedidos, devido à indisponibilidade financeira. No entanto, reconhece que gosta do que faz, o que lhe permite fazer um balanço positivo: “gosto das pessoas, de interagir com elas, de poder ser útil. Sou um presidente de proximidade”.
As portas da Junta de Freguesia abrem-se três vezes por semana (segundas, terças e quintas-feiras) mas confessa, “todos os dias passo por lá”.
Com um orçamento anual de 87.500 euros, admite que esta verba sofreu um aumento, sendo, mesmo assim, insuficiente para fazer face a tantas necessidades. Contudo, realça o excelente relacionamento com a Câmara Municipal e com a forma como esta se articula com as autarquias: “é uma nova forma de trabalhar, muito melhor para todos nós, autarcas. Sabemos exatamento com o que contamos. Não dá para encontrar falhas nesta forma de trabalhar”.

Prioridades. Em 2016, o autarca de S. Lourenço do Bairro pretende continuar as obras iniciadas, nomeadamento no cemitério da Pedralva, mas também concluir as obras iniciadas no parque, junto à Extensão de Saúde de S. Lourenço do Bairro. Um espaço de lazer e recreio onde vão ser colocadas árvores e bancos. “Estamos a requalificar toda aquela zona envolvente que estava muito degradada e onde passa muita gente. O parque já tem pedra, lancil, pavê e agora vamos colocar árvores, equipamento para exercícios geriátricos e algo onde as crianças possam brincar”. Naquele local vai ainda ser construído um pequeno estaleiro de apoio à Junta de Freguesia.
A requalificação do parque envolvente aos lavadouros de Couvelha, no centro da povoação, é também uma das prioridades previstas.
“Ali só existe o lavadouro, tudo à volta está em terra. Queremos mudar radicalmente aquele local, dotando-o de passeios, pavê, areia, fazer ali um parque com árvores. E requalificar o local do ecoponto a precisar muito de intervenção”, diz.

Parque de Couvelha. Uma outra obra a avançar prende-se com a segunda fase da requalificação do Parque de Couvelha. Uma obra que obriga a um investimento elevado mas que só avança com a parceria da Câmara Municipal de Anadia. “Trata-se de um espaço muito grande que precisa de ser requalificado, por forma a fazer ali um ecoparque, com mesas para se jogar às cartas, uma zona para o jogo da malha, etc. “O projeto está a ser desenvolvido na Câmara Municipal.” Uma obra que gostaria de ver avançar ainda durante este mandato, admite, sublinhando também que em Espairo, junto à linha da CP, também o polidesportivo descoberto sintético e a zona envolvente precisam de uma intervenção. “Está tudo em terra, mas já lá pusemos árvores. Queremos requalificar aquela zona central, onde está a barraquinha das festas e substituir a rede danificada do polidesportivo, assim como arranjar um “malhódromo” para jogo da malha, que tem tradição na povoação, colocar mesas, bancos, uma churrasqueira e sanitários públicos, porque fazem muita falta naquele local”, avança, ainda que admita que uma obra desta envergadura “só com ajuda da Câmara”, pelo que, em breve, “irei apresentar um projeto na Câmara Municipal de Anadia”.
Cimentar valetas nas principais ruas da freguesia é uma das obras que vai realizar este ano.
A terminar, não deixa de destacar o facto da autarquia estar a promover aulas de exercício físico para pessoas com mais de 65 anos, duas vezes por semana, no salão da Junta. Decorre com um grupo já grande de participantes, às 3.ª e 5ª feiras, às 10h15.
A Junta de Freguesia está ainda a promover um curso de 35 horas, de aplicação de fitofármacos. Já existem três turmas, com 19 pessoas cada. O custo é de 85 euros, mas a Junta subsidia em 15% os cursos efetuados por pessoas pertencentes à freguesia.
Catarina Cerca

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Oliveira do Bairro: Junta de Freguesia avança com Orçamento Participativo de 5 mil euros


A Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro vai implementar este ano um Orçamento Participativo (OP), disponibilizando para o efeito 5 mil euros.
Segundo o presidente da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro, Márcio Oliveira, o OP “é um projeto de cidadania, onde o cidadão ou as forças vivas da sociedade são incentivadas a avançar com propostas concretas a implementar no terreno, a refletir sobre as mais-valias de cada medida e nos custos associados, pois com um orçamento limitado para o efeito, as propostas terão necessariamente de ter uma base racional e sustentável”. “Pretende-se ainda contribuir para a alteração do paradigma ainda dominante em diversos sectores da gestão pública e autárquica que centra nos decisores políticos, não só o ónus da decisão mas também o da identificação das problemáticas e o da definição das soluções”, explica o autarca.
Márcio Oliveira afirma ainda que “se pretende também fomentar um apelo ao bairrismo ou à causa local, que por vezes fica remetido para segundo plano por parte das populações, habitantes ou fregueses.

Propostas. O OP da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro destina-se a todos os cidadãos com idade igual ou superior a 18 anos, recenseados na freguesia de Oliveira do Bairro e as propostas podem ser apresentadas através da internet, e devem estar enquadradas nas seguintes áreas temáticas: ação social, culto, recreio, cultura, juventude, lazer, espaço sénior, espaço público, espaço verde, cidadania, saúde e associativismo.
As propostas devem ser específicas e bem delimitadas, para uma análise concreta e cada participante pode apresentar apenas uma proposta com um número ilimitado de subscritores. Os participantes podem adicionar fotos, mapas e plantas de localização à proposta, cujo conteúdo sirva de apoio à sua análise.
Segundo Márcio Oliveira, “a votação nos projetos do OP será feita em semelhança com as eleições, individualmente e presencialmente, com descarga direta nos cadernos eleitorais por parte dos fregueses recenseados na freguesia de Oliveira do Bairro, respeitando os locais de voto (Polo Escolar de Vila Verde e Polo Escola de Oliveira do Bairro), no dia 1 de maio de 2016”. “Com o mesmo sistema, presencialmente, individualmente e com descarga direta dos cadernos eleitorais, do dia 26 a 29 de abril de 2016, na sede da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro, das 9h às 17h”, refere Márcio Oliveira.
Entretanto, a Junta de Freguesia nomeará uma comissão técnica de análise que será a entidade responsável por fazer uma análise técnica de todas as propostas submetidas pelos cidadãos e, aquelas que estiverem de acordo com os parâmetros definidos serão escolhidas para irem a votação.
Pedro Fontes da Costa
pedro.f.costa@jb.pt

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Junta do Luso apoia a natalidade na freguesia


A Junta de Freguesia de Luso entregou o primeiro cheque de incentivo à natalidade na freguesia. O ato teve lugar no passado dia 23, com a atribuição de uma verba de 250 euros a uma família local, estando em análise outros três apoios neste âmbito.
A medida de apoio à natalidade criada pelo atual executivo beneficiou o casal Francisco Santos e Helena Neves pelo nascimento de Maria Neves Santos, disponibilizando aquele montante para efetuar compras na freguesia, desde consultas médicas a fraldas, entre outras despesas relacionadas diretamente com a criança.
Segundo a autarquia, existem mais três famílias que apresentaram o pedido no âmbito deste incentivo, sendo que no caso de duas delas o processo se encontra já documentalmente completo estando a aguardar a apresentação das faturas relativas às despesas para se proceder ao pagamento.
“Temos consciência que não é pelo valor atribuído que se verificará uma mudança na tendência demográfica, mas é um pequeno passo na direção que pretendemos reforçar no sentido de proporcionar às famílias que habitam na freguesia de Luso, as melhores condições para os seus filhos crescerem e viverem, até porque, qualquer caminho, por mais logo que seja, é feito de pequenos gestos”, referiu o presidente da Junta de Luso, Claudemiro Semedo.
Entretanto, as famílias que pretendam candidatar-se a este apoio, poderão obter o requerimento e o formulário de candidatura, assim como quaisquer esclarecimentos, na Junta de Freguesia de Luso.
“É para nós uma satisfação muito grande, poder contribuir para uma freguesia onde as pessoas se sintam bem e apoiadas”, destacou o autarca na cerimónia que entregou o primeiro apoio deste tipo, destinado a promover “apoios específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à fixação e melhoria das condições de vida das famílias residentes na freguesia”. É, igualmente, intenção da autarquia “promover mecanismos de apoio aos indivíduos e famílias económica e socialmente mais desfavorecidos, mas também e simultaneamente fomentar políticas de incentivo à família enquanto célula fundamental de socialização e espaço privilegiado de realização pessoal, não obstante a sua condição socioeconómica”.
João Paulo Teles

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Sangalhos: Monografia “Sangalhos de ontem e de hoje”, apresentada sábado, no auditório da JF


No próximo sábado, dia 12, vai ser apresentada a monografia, “Sangalhos de ontem e hoje”, da autoria de Benício Miguéis, cerimónia que terá lugar no auditório da Junta de Freguesia de Sangalhos, com início às 15h30. Será apresentador o historiador, investigador e docente universitário Engº. Seabra Lopes.
Benício Miguéis cumpre assim um desejo: “como sangalhense gostava que ficasse para os vindouros tudo o que tivesse possibilidade de registar sobre esta minha amada terra”, como realça na abertura do livro, que não é um livro qualquer, é enorme no formato, A4, na densidade dos temas abordados, na quantidade de páginas, exactamente 510, no número de fotografias, mais de 300.
É um registo que abarca grande diversidade de assuntos e mostra bem quanto trabalho exaustivo, quanto denodado esforço e quanta salutar coragem o autor teve para recolher em livro muita história da grande freguesia de Sangalhos, fazer memória de usos e costumes, de figuras, iniciativas, comércio e indústria.
Se Benício Miguéis de Sangalhos antigo se limita a transcrever o que algumas pessoas foram buscar a fontes a que ele não teve acesso, já o mesmo não acontece com Sangalhos no séc. XX. Para chegar onde chegou e concluir este levantamento importante para a memória futura, o autor andou muitos anos pesquisando em jornais e revistas e fazendo recorte de tudo o que falasse da freguesia.
Com paixão, com coragem, mas houve também desalentos e suportou alguns sorrisos desencorajadores. Muita coragem mesmo, pois abalançou-se a publicar esta obra sem quaisquer ajudas oficiais. Para bem da comunidade.
São 24 os capítulos: Território e Povoamento, Agricultura, Comunicações e Transportes, Luz do progresso, Sangalhos e a política, Usos e Costumes, Indústria Comércio, Etnografia, Vida cultural e artística, Publicações diversas, Ensino, Santa Casa da Misericórdia, Associativismo, Sangalhos Desporto Clube, Recordando, Profissões extintas ou em vias de extinção, à volta da igreja, Igreja de S. Vicente e capelas dos lugares, Quintas, Casas antigas, Figuras em destaque, Assuntos polémicos, Curiosidades e “Estórias” de Sangalhos do século XX – enfim, um manancial de informação para quem quer saber alguma coisa da vila de Sangalhos, um roteiro notável sob muitos aspectos.
Assim saiba entender a população este esforço, a riqueza deste trabalho que era necessário ser feito e que deve ser reconhecido pela população, marcando presença massiva neste evento no próximo sábado.
Armor Pires Mota

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26 Anos da Vila de Oiã representa um maior amadurecimento do nosso povo


26 anos de vila de Oiã. O que representa para si esta data?
No meu entender, 26 Anos de Vila de Oiã representa um maior amadurecimento do nosso povo e um melhor e maior conhecimento da nossa população, aliado a uma maior responsabilidade de cada um de nós individualmente e de todos nós em geral. Representa também um agradecimento a todos aqueles que, de um modo ou de outro, tudo fizeram por existir hoje este espaço digno, que é a nossa linda Vila de Oiã. Não nos podemos também esquecer de todos aqueles homens e mulheres espalhados pelo mundo que, ao emigrarem e com o fruto do seu árduo trabalho, criaram riqueza e investiram na nossa terra. Um bem-haja a todos eles, que continuam a visitar a nossa terra e a preservar as suas raízes históricas e familiares.

Sente que a população se envolve nas comemorações? Ou cada vez está mais distante?
De um modo geral, sinto que a população está mais participativa e envolve-se muito mais. É certo que, com a construção do Auditório de Oiã, passou a haver uma outra possibilidade de proporcionar a toda a população, mais cultura e até divertimento. Mais recentemente foi também criada uma nova dinâmica na vila, em especial na Praça do Cruzeiro, com as Feirinhas de Artesanato, acrescido de outras atividades dinamizadas para todas as classes etárias, com incidência para os mais jovens. Também o projeto de Cooperação Associativa criou uma outra dinâmica entre as Associações, onde o espírito de entreajuda mútua está a dar resultados, tanto a nível de socialização como até monetário para estas. Como o caminho se faz caminhando, o mais importante é nunca desistir, e acreditamos que vale a pena sermos persistentes.

Leia mais na versão digital do seu JB.

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Mostra de Gastronomia da Mamarrosa


A 10.ª edição da Mostra de Gastronomia da Mamarrosa realiza-se de 1 a 4 de agosto, na Mamarrosa, no recinto de festas de S. Sebastião, junto ao Instituto de Educação e Cidadania da Mamarrosa (IEC). A Mostra é organizada pela União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa, e pretende promover e preservar a cozinha local.
A iniciativa decorre em simultâneo com os Festejos de S. Sebastião, já que ambos os eventos se complementam e estão interligados. Nesta Mostra de Gastronomia participam sete associações da Mamarrosa a que, neste trabalho, damos visibilidade, com especial destaque para o Rancho Folclórico “As Vindimadeiras” da Mamarrosa, que completa a passagem dos seus 40 anos de atividade.

O presidente da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa, Duarte Novo, diz não ter dúvidas de que “a mostra de gastronomia de Mamarrosa, para além de ser já um marco de referência da vila, também o é do concelho”. “É uma tradição que a Junta de Freguesia entende de extrema relevância e um excelente exemplo do pulsar das forças vivas locais”, afirma, justificando que aquando da mudança da Mamarrosa para a União de Freguesias, “as premissas iniciais mantiveram-se, contudo foram lançados novos desafios às Associações para esta edição e que foram muitos bem aceites”.
O autarca afirma que “esta Mostra de Gastronomia, criada em 2004, tinha como objetivo mostrar o genuíno pulsar da terra, sendo que envolver as forças vivas da freguesia seria o melhor meio para o fazer – estas foram, desde a primeira hora, convidadas a ser parceiras. As associações confecionam pratos genuínos e, paralelamente, vão mostrando as suas atividades”.
Relativamente a investimentos, Duarte Novo refere que, “tal como em outras iniciativas que decorrem na União de Freguesias e que envolvem as Associações locais, a Junta de Freguesia assegura os meios físicos e logísticos, como a electricidade, tendas, sanitários, apoio na animação, entre outros. Trata-se de um investimento na cultura, que é uma das áreas em que a Freguesia aposta”.
Duarte Novo relembra, no entanto, que o apoio da Comissão de Festas de S. Sebastião é importante, já que “o facto das festas de S. Sebastião decorrerem em simultâneo e em espaço contíguo à Mostra de Gastronomia permite que a animação da própria festa traga mais pessoas à Mostra e fixe as mesmas por mais tempo. Também é verdade que a Mostra de Gastronomia traz mais pessoas para a festa de S. Sebastião”.
Instado a pronunciar-se se faz sentido que este evento, futuramente, seja descentralizado e alargado às freguesias que agora compõem a União, o autarca defende que “todas as iniciativas que promovam a nossa freguesia são de explorar e de impulsionar”. “Neste momento as Associações que irão participar são de Mamarrosa, tendo sempre a Junta de Freguesia presente que com todas as forças vivas da freguesia irá promover esta como outras iniciativas sempre e de acordo com as Associações.”
O presidente da União relembra que “a Câmara Municipal sempre apoiou a Mostra de Gastronomia da Mamarrosa, não só com meios financeiros, mas também com meios logísticos”. “É com esses apoios que contamos e que têm ajudado a que esta Mostra já vá na sua décima edição”, finaliza.

“O sucesso depende do programa das Festas”. A Comissão de Festas de S. Sebastião assume um papel preponderante na Mostra da Gastronomia da Mamarrosa. Partilham o mesmo espaço, a mesma animação e conseguem desta forma juntar mais público.
Artur Pato é o juiz da Comissão de Festas de S. Sebastião e explica que, como agora a freguesia tem outras dimensões, ainda não sabe ao certo quantas associações irão participar, mas “pessoalmente, penso que irá ter o mesmo objetivo e pouco ou nada vai mudar”.
Artur Pato recorda que “esta Mostra de Gastronomia foi realizada, a primeira vez em 2004, era eu juiz da festa de S. Sebastião”.
Acrescenta que “o grande responsável pela realização da Mostra de Gastronomia foi o então secretário da Junta de Freguesia, Artur Bem Haja, que a idealizou e tornou realidade. Trabalhámos ambos em sintonia para o sucesso do primeiro ano. Esta Mostra de Gastronomia é vocacionada apenas para as associações da então freguesia de Mamarrosa e foi fundada para que cada associação possa obter alguns lucros”.
Este responsável diz ainda que, “como é só exclusivamente para as associações, nem sempre é fácil as mesmas disponibilizarem-se, até porque algumas vivem com dificuldades em arranjar pessoas para trabalhar”. Por isso, “o sucesso da Mostra de Gastronomia depende muito do programa da festa e das pessoas que consegue cativar”. Daí que diga que “o importante aqui não é o crescimento, porque as associações são sempre as mesmas, mas manter o evento, porque dá grande prestígio, tanto para a festa como para a terra”.
Artur Pato sublinha ainda que a Comissão de Festas que lidera vai contar com o apoio da população da União de Freguesias e com certeza, com a Junta da União de freguesias.

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União de Freguesias: Paredes do Bairro ganha a sede. E agora?


Paredes do Bairro é oficialmente a sede da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas.
O prazo de 90 dias previsto na Lei para poder existir alteração da sede da União de Freguesias terminou no passado dia 19 de janeiro (domingo), sem que a Assembleia de Freguesia tenha deliberado a alteração da localização da sede.
Parece então ter terminado aqui este episódio relativo à questão da sede de freguesia da União de Freguesias de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas, que tanta tinta fez correr, mas que poderá fazer correr muita mais, na medida em que falta eleger ainda o 1.º secretário e o tesoureiro para aquele executivo.
Que cartadas vão os atores políticos locais jogar nos próximos dias é também a questão que se coloca.
Parca em palavras, Ema Pato, presidente de Junta de Freguesia, eleita a 29 de setembro, das listas do MIAP – Movimento Independente Anadia Primeiro, e que até agora não conseguiu formar executivo, em virtude das divergências entre os eleitos, apenas avançou estar prevista uma reunião, ainda esta semana, com a presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, para depois serem tomadas providências.
Com a sede definida, resta agora saber que lugares os eleitos vão ocupar.
De acordo com explicação do Gabinete do Secretário de Estado da Administração Local: “se após o período de 90 dias [após a instalação dos órgãos] não houver deliberação de alteração, nem comunicação da mesma à DGAL manter-se-á a localização da sede prevista na Lei”.
Por outro lado, a Lei Eleitoral não prevê qualquer mecanismo de intervenção do Governo, do município ou de qualquer outro órgão no sentido de ultrapassar as dificuldades sentidas na eleição do 1.º secretário e tesoureiro para o executivo. Sobre esta questão lê-se ainda na missiva que “as dificuldades na constituição do órgão executivo devem-se a sucessivas decisões negativas pela AF relativamente às propostas de lista apresentadas a sufrágio pela presidente eleita Ema Pato”, contrapondo com muitas outras situações registadas no país, onde “apesar de não existir maioria absoluta de qualquer partido ou movimento independente, os eleitos locais conseguiram encontrar uma solução de viabilização para a constituição do órgão executivo”.
O documento esclarece também que qualquer alteração do quadro legislativo vigente só poderá ser realizado pelo Parlamento. Na missiva a que JB teve acesso, é explicado que “qualquer tentativa de intervenção legislativa ou normativa do Governo ou do próprio município de Anadia seria inconstitucional”.
Ema Pato foi empossada, por natureza, na sequência da sua eleição direta (eleições autárquicas de 29 de setembro de 2013) e pelo facto de ter ocorrido a instalação da Assembleia de Freguesia, a 21 de outubro. “O presidente de JF é um órgão em si mesmo e que tem competências próprias”, adianta o documento.
Na carta, é explicado que o Governo não tem poder de dissolver os órgãos autárquicos, incluindo Assembleias de Freguesia, assim como novas eleições para os órgãos das autarquias locais só terão lugar no caso de “renúncia da maioria dos membros da AF e seus substitutos legais” ou por “renúncia da presidente da JF e de todos os membros da lista mais votada para a AF”. Por outro lado, a Lei Eleitoral prevê que no prazo de 6 meses após as eleições autárquicas gerais não podem realizar-se eleições intercalares, ou seja, não seria possível realizar novas eleições antes de 29 de março de 2014. Mas “caso a AF seja dissolvida na sequência de uma das renúncias descritas, então até à data da instalação dos órgãos após novo ato eleitoral, a freguesia será governada por uma Comissão Administrativa que será nomeada pelo membro responsável pela área da administração interna.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Avelãs de Cima: Junta de Freguesia assinala 500 anos de Foral Manuelino


A Freguesia de Avelãs de Caminho comemora, este ano, 500 anos do Foral Manuelino atribuído pelo Rei D. Manuel I, a 13 de novembro de 1514. Assim, ao longo do ano, terão lugar na freguesia vários acontecimentos e iniciativas de âmbito cultural e recreativo que visam assinalar esta data.
César Andrade, presidente da Junta de Freguesia, revelou que a data será assinalada com diversas atividades culturais que irão decorrer durante o presente ano, tendo dado já início, no passado dia 13, com a instalação, junto ao chafariz, de um outdoor alusivo a este momento histórico. “Brevemente outros serão colocados nas entradas norte e sul de Avelãs de Caminho”, acrescenta.

Várias iniciativas. Do vasto leque de iniciativas, realce para um Baile Medieval, a ter lugar no final do mês de fevereiro, na Casa do Povo de Avelãs de Caminho. Um baile com música medieval e folk e com a obrigatoriedade de trajar à época. Por isso, está em estudo o aluguer de roupa à época e a presença de um grupo que interprete música medieval.
Mas a celebração deverá ainda integrar, ao longo dos próximos meses, a participação ativa da população local e das Associações da Freguesia que estão a ser convidadas a participar, sendo intenção da Junta o envolvimento de toda a população.
Numa primeira fase, irão ser convidados a adquirir uma bandeira para ser colocada nas janelas ou varandas de cada habitação, bem como outros elementos que façam recordar o referido acontecimento.
Embora o programa esteja ainda em elaboração, é intenção da Junta de Freguesia promover, de dois em dois meses, um evento cultural que poderá passar pela atuação de Grupos Corais na Igreja Matriz, por sessões de teatro na Casa do Povo. Também a Festa da Freguesia, em setembro, irá realizar-se no âmbito das comemorações, pelo que o autarca acredita poder levar a cabo uma espécie de Festa Medieval, culminando os festejos em novembro, com missa solene que poderá vir a ser celebrada pelo Bispo de Aveiro.
A Junta de Freguesia espera ainda poder contar com a colaboração da Câmara Municipal de Anadia na realização destas iniciativas, que devem incluir a exposição na sede da Junta de Freguesia do documento original do Foral manuelino, “mediante todas as condições de segurança”, estando ainda em desenvolvimento a criação de um vinho tinto, numa garrafa de coleção, alusiva à data.
César Andrade revela ainda que, em breve, vai circular, porta a porta, um aviso postal a informar a população de todas as iniciativas e a convidar todos a participar nos eventos propostos.
Catarina Cerca

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