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Av. Cima: “Arte n’Aldeia” pela mão do Coletivo Nora recupera património e envolve população


Na freguesia de Avelãs de Cima (concelho de Anadia) foram recentemente realizadas duas intervenções que vieram dignificar dois locais próximos, um deles a Fonte da Costinha, há anos, caída no esquecimento.
As beneficiações estiveram a cargo do Coletivo Nora (Águeda) que, a convite da Junta de Freguesia de Avelãs de Cima, realizou duas intervenções artísticas neste meio rural.
A forte ligação da água com a Freguesia é já antiga e serviu de inspiração.
Esta oportunidade surgiu por mero acaso quando o autarca de Avelãs de Cima, Manuel Veiga, numa deslocação a Águeda, contactou com algumas das intervenções feitas pelo Coletivo Nora. “Achei piada e pensei que seria interessante realizar uma experiência do género na nossa freguesia”. O seu executivo apoiou a ideia e realizaram-se os contactos necessários.
As intervenções resultaram de várias conversações, de um estudo e projeto realizado pelo Coletivo Nora, que percorreu a freguesia para perceber os seus costumes, usos e tradições.

Fonte volta a ter água. A Fonte da Costinha obedeceu a um estudo e projeto. “Era uma fonte que estava abandonada e sem água ou com água residual que já não era potável”, recorda o autarca, sublinhando agora que a intervenção devolveu toda a dignidade a esta fonte que, em breve, terá também novamente água a correr na torneira. “Vai avançar a colocação da água da Fonte do Moleiro a correr nesta fonte, através de uma nova canalização que vai ser colocada em breve. A obra não é complexa. Para além da recuperação da fonte, dotamo-la novamente de água, indo ao encontro do desejo de muitas pessoas”, sublinha.
Assim, o velho e degradado muro de suporte à fonte foi transformado numa enorme tela onde foram pintadas videiras e apontamentos de água. Uma pintura que se enquadra perfeitamente com o espaço natural envolvente, nomeadamente com a vinha localizada nas traseiras do muro.
Uma iniciativa que teve uma particularidade digna de destaque: “o Coletivo Nora começou a pintar o muro a um sábado e pouco a pouco, ao longo do dia, foram-se juntando jovens voluntários que começaram a pintar juntamente com eles, despertando a sua responsabilidade cívica e solidária”, revela Manuel Veiga que, no futuro, gostaria que o Coletivo Nora pudesse dar alguma formação na freguesia a jovens que queiram localmente desenvolver um trabalho semelhante de arte, embelezando e intervindo em vários locais da freguesia. Intervenções de cariz cívico e social que gostaria de ver replicados noutros locais da freguesia.
Paralelamente, no dia da pintura do muro da fonte, o grupo Incantus – Grupo de Tocares e Cantares da Freguesia de Avelãs de Cima animou parte da tarde, no local, interpretando alguns temas do seu repertório e dando um outro sentido e dinâmica ao evento.

Recuperar e reutilizar. Em simultâneo, o Coletivo Nova desenvolveu, a escassos metros da fonte, um outro projeto que designam por “Fiel de Armazém”. Trata-se de uma abordagem artística a materiais menos óbvios existentes nos mais diferentes tipos de armazém. Neste caso, foi no estaleiro da Junta de Freguesia que encontraram duas antigas e degradadas paragens de autocarro. A ideia foi fazer a sua devolução ao espaço público, tornando-as úteis. A estrutura metálica vai ser preenchida por videiras, que por sua vez foram plantadas em velhos blocos de cimento transformados num banco e numa floreira.
“A recetividade da população foi muito positiva e a experiência acaba por ser gratificante”, diz Manuel Veiga.

Coletivo Nora, pela primeira vez com intervenção em meio rural. O Coletivo Nora nasceu pelas mãos de César Pereira, arquiteto, e João Balreira, estudante. Trata-se de um grupo de intervenção urbana iniciado há três anos com o desígnio de criar uma linguagem diferente e criativa entre a cidade e os seus habitantes.
“Queremos sempre que as nossas intervenções envolvam as pessoas, a comunidade para que, participando ativamente, elas façam mais sentido”, diz João Balreira.
Esta foi a primeira intervenção que realizam em contexto rural e aplaudem a forma como a população os recebeu: “as pessoas são de trato mais simples, mais fácil e foi uma experiência muito interessante”, diz César Pereira, que destaca, no meio rural, “a existência de recursos diferentes dos meios mais urbanos.”
“Depois, embora no meio urbano haja mais gente a ter contacto com as intervenções, a verdade é que nestes espaços há sempre muitas coisas a acontecer e as pessoas se dispersam. No meio rural é o contrário”, diz João Balreira.
A rua sempre foi e continua a ser o lugar onde as intervenções acontecem com mais frequência. Avelãs de Cima não foi exceção.
Agora, os jovens acreditam que Avelãs de Cima poderá ter sido uma porta que se abriu a novos trabalhos noutras freguesias da região, até porque se trata de beneficiações dentro das possibilidades dos orçamentos das juntas de freguesia.
“Isso também é fruto de uma história: começámos em Águeda, um meio urbano mas relativamente pequeno. Como começamos só os dois com o nosso próprio investimento, teve de ser reduzido porque nenhum de nós tinha disponibilidade financeira. Daí esse hábito de intervir com poucos recursos, mesmo quando trabalhamos com orçamentos”, avança João Balreira.
A terminar, reconhece que na freguesia existe um local onde gostavam de intervir “nem que fosse só com um apontamento”. JB sabe que é no Corgo de Cima.
No imediato vão ter um espaço físico (oficina) em Águeda, com apoio da Câmara Municipal.
“Este é um grande passo. Temos a oficina e os nossos projetos divididos entre as nossas casas. Será um ponto de viragem para desenvolver projetos e trabalharmos cada vez melhor”, diz César Pereira.
Catarina Cerca

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Aprovadas 13 das 15 propostas ao Orçamento Participativo


O primeiro Orçamento Participativo levado a cabo pela Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro conseguiu reunir 15 propostas, das quais 13 foram aceites pela Comissão Técnica de Análise. Desde a aquisição de equipamentos para os Bombeiros, até homenagens, concertos, e até um rebanho comunitário, apareceu de tudo um pouco no conjunto de propostas.
Até 22 de abril, serão divulgados pela Junta de Freguesia, os projetos a votação, locais de voto e datas junto da imprensa escrita e via mailing para todas as moradas postais da freguesia de Oliveira do Bairro. A votação dos projetos decorre de 26 de abril a 1 de maio. A Junta de Freguesia terá, depois, de executar o projeto vencedor até 30 de novembro de 2016.
As propostas apresentadas foram as seguintes:
1. “Homenagem aos beneméritos da comunidade Vilaverdense” – Proponente Paulo Jorge Simões Martins (aprovada por unanimidade);
2. “Bombeiros melhor equipados” – Proponente Alberto de Jesus Nunes Cardoso (aprovada por unanimidade);
3. “Aquisição de mobiliário para mediateca do Polo Escolar de Vila Verde” – Proponente Susana Isabel Simões Rodrigues, proposta aprovada por unanimidade.
4. “Rota pedestre da Murta” – Proponente Victor Fernandes Costa (aprovada por unanimidade);
5. “Aquisição de equipamento para recreio escolar – Polo Escolar de Oliveira do Bairro” – Proponente Milena Santos (aprovada por unanimidade);
6. “Mini Jogos sem Fronteiras” – Proponente Mauro André Santiago de Almeida (aprovada por unanimidade);
7. “Caminhada mais divertida do Planeta” – Proponente Carlos Manuel Ferreira Ferreira (aprovada por unanimidade);
8. “Vamos proteger os Bombeiros” – Proponente Marco Bruno Louro Maia (aprovada por unanimidade);
9. “Polo Museu de Oliveira do Bairro” – Proponente António Mário Moreira Bastos (aprovada por unanimidade);
10. “Requalificação da Rua da Caneira”- Proponente Manuel Jorge Marques Santos (proposta recusada por unanimidade, em virtude da competência da execução da mesma ser da alçada da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e não da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro. Foi sugerido ao executivo da Junta de Freguesia que reencaminhasse a proposta para os serviços competentes da Câmara Municipal para que fossem conhecedores do teor da mesma);
11. “Requalificação do Parque da Canhota” – Proponente António José Baptista Silva (aprovada por unanimidade);
12. “Projeto Quinta do Vale do Mouro – Mini rebanho de cabras com cerca amovível, para limpeza de silvas, mato, formigas, ratos…” – Proponente António José Simões Abrantes (proposta recusada por unanimidade, devido ao facto de os terrenos contemplados na proposta, para a sua execução, serem propriedade privada. Foram ainda enumeradas diversas dificuldades de execução, como a segurança, logística, higiene pública e operacionalidade. Recomendou-se ao executivo da Junta de Freguesia que diligenciasse junto da comunidade habitacional da Quinta do Vale do Mouro o estudo conjunto de alternativas que tenham em linha de conta a limpeza dos terrenos dos lotes não ocupados);
13. “Formar Melhor, Proteger Melhor” – aquisição de manequim avançado de trauma para os Bombeiros – Proponente Joel André Vieira Vieira (aprovada por unanimidade);
14. “10 concertos nas 10 aldeias da Freguesia de Oliveira do Bairro” – Proponente António Manuel Dias Cardoso (aprovada por unanimidade);
15. “Capacita-te – criação de Banco de Ajudas Técnicas na Santa Casa da Misericórdia de Oliveira do Bairro – Proponente Jorge Pereira Abrantes (aprovada por unanimidade).

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Orçamento Participativo da Junta de Freguesia já tem Comissão Técnica


A Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro reuniu, no dia 2 de março, quarta-feira, na sua sede, o grupo de cidadãos que irá constituir a Comissão Técnica de Análise das propostas do Orçamento Participativo (OP) 2016.
De acordo com o presidente da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro, Márcio Oliveira, a Comissão Técnica será composta pelos seguintes elementos: Arlindo Vidal (médico), Rui Morais (engenheiro), Agostinho Monteiro (advogado), António Campos (professor), João Simões (aposentado), Oriana Pataco (jornalista – diretora do JB), Fábio Almeida (engenheiro geógrafo), Óscar Caldeira (comerciante), Márcio Oliveira (presidente da Junta e Freguesia) e Jorge Pereira (secretário da Junta de Freguesia).
Segundo Márcio Oliveira, “desta forma, pretendeu-se juntar um grupo de pessoas heterogéneas, de diversos quadrantes profissionais e com uma visão abrangente da comunidade oliveirense, e que terão a seu cargo a tarefa de analisar e validar as propostas, à luz do regulamento, que sejam feitas à Junta de Freguesia ao abrigo do Orçamento Participativo”.
O autarca recorda que se encontra a decorrer até ao dia 18 de março o período de entregas das propostas, sendo que as mesmas podem ser remetidas em impresso próprio a levantar na Junta de Freguesia ou no site www.jf-olb.pt. “Uma vez mais se apela aos fregueses de Oliveira do Bairro que participem nesta iniciativa, propondo aquelas que consideram como as iniciativas ou projetos mais pertinentes para a sua comunidade”, acrescentou Márcio Oliveira.
O OP é um projeto de cidadania, onde o cidadão ou as forças vivas da sociedade são incentivadas a avançar com propostas concretas a implementar no terreno, a refletir sobre as mais-valias de cada medida e nos custos associados.

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Mau estado das estradas preocupa população


camara de vagosO presidente da Junta de Freguesia de Soza, Fernando Vieira, alertou, na penúltima quinta-feira, durante a reunião da Câmara Municipal de Vagos, realizada na sua freguesia, que “existem muitas coisas que estão por resolver, desde a última reunião descentralizada”.
O autarca destacou o mau estado das estradas da freguesia que são uma preocupação constante da população. “As pessoas estão a ficar cansadas”, afirmou Fernando Vieira.
O mau estado em que se encontram algumas vias de Soza, também foi motivo para outros moradores intervirem no período aberto ao público, referindo-se ao deficiente escoamento das águas pluviais na Rua da Barreira, que nos dias mais invernosos deixa intransitável a rua e provoca estragos.
Na mesma reunião, descentralizada, do executivo vaguense, outros moradores identificaram mais problemas relacionados com as ruas, nomeadamente a falta de passadeiras e deram conta que a iluminação pública em alguns locais não é a melhor.
Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Vagos, Silvério Regalado, confirmou que nem tudo foi resolvido, desde a última rota das freguesias. Contudo, “resolvemos outros problemas que, entretanto, foram surgindo”, acrescentou Silvério Regalado, afirmando que “a autarquia está atenta ao estado das estradas e está a procurar substituir todas as luminárias que sejam em vapor de mercúrio”.
Ao pedido de colocação de passadeiras elevadas em algumas das ruas mais movimentadas, Silvério Regalado deu conta ainda que em alguns locais, “os condutores circulam a velocidades de outro mundo” e que a colocação deste tipo de passadeiras nem sempre é pacífica. “Nós podemos colocar as passadeiras elevadas, mas logo de seguida há sempre alguém que vem reclamar”, alertou o edil vaguense, dando ainda conta que “o executivo está atento a esta situação”.

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UF Arcos/Mogofores: Requalificação do Parque de Merendas de Mogofores é a obra do ano


O autarca Fernando Fernandes, a cumprir o quarto mandato (o 1.º como presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores), reconhece que, apesar de ter mais trabalho e uma área muito mais vasta, há obras que só são possíveis realizar graças à União e ao valor do orçamento, que aumentou substancialmente em consequência desta.
“A União é uma nova dimensão, uma nova realidade, com mais exigências e mais pessoas para atender”, diz, sublinhando que nesta União se tem mantido atento às necessidades das gentes da ex-freguesia de Mogofores .
Uma União pacífica com um balanço muito positivo, fruto também de “uma equipa que trabalha de forma coesa” num executivo que tem sempre “as pessoas em primeiro lugar”.

2015: ano de muito trabalho. Assim, sobre o ano de 2015, avança ter sido bastante trabalhoso mas em que foram cumpridas todas as obras propostas, ainda que tenham acontecido inúmeras situações que embora não estando previstas no plano de atividades, houve necessidade de lhes dar resposta.
Um ano em que a palavra de ordem foi “manutenção” de tudo o que existe e que absorve grande parte do orçamento, não só porque se trata de uma União de Freguesias vasta, mas porque é bastante urbana, com muitos habitantes.
Ainda que esta União tenha a particularidade de ser a freguesia-sede do concelho, a Câmara Municipal de Anadia, como é normal, faz uma grande parte de limpezas no centro, mas nas zonas limítrofes todos os trabalhos nesta área são feitos pela Junta de Freguesia através de um acordo de execução com a Câmara Municipal.
Ainda em 2015, Fernando Fernandes destaca que a autarquia requalificou vários espaços de contentores e ecopontos, numa tentativa de tornar os locais mais limpos e asseados, assim como procedeu a um embelezamento/arranjo no Bairro Eng.º Cancela de Abreu, com a construção de uma sobreelevação da entrada no bairro numa tentativa de diminuir a velocidade.
“Recuperaram-se vários fontanários na freguesia, com destaque para os de S.Sebastião e de Santo António, ambos em Anadia”, adiantou.
Já em Mofogores foram recuperados, na Rua do Campo de Futebol, os passeios que estavam mal feitos. “Foram levantados e corrigidos; assim como foram cimentadas várias valetas nesta povoação onde houve a preocupação na limpeza de inúmeras ruas, valetas e manutenção do cemitério”, destacou.
O autarca recorda ainda que, neste ano de 2015, foram iniciados os trabalhos de requalificação do Parque de Merendas de Mogofores. Os primeiros trabalhos prenderam-se com a supressão de algumas árvores – choupos – que constituíam um perigo para os utentes do parque: “foi nossa opção limpar o parque de todos os choupos e raízes, o que acabou por danificar o parque. Existe um projeto de requalificação que vai avançar”, sublinha explicando, contudo que, as últimas cheias, violentas naquela zona, fizeram o executivo repensar o projeto para o local. “Estamos a repensar, com apoio técnico da Câmara Municipal, a requalificação do parque que vai ser mais aberto, arejado (até porque havia queixas de que o parque era muito fechado, tinha muita vegetação muito densa que, por vezes, escondia situações menos lícitas) e ter novo mobiliário.
“Só as obras de aterro e compactação de terras atinge os 20 mil euros”, explica, admitindo que o arranjo total do parque vai ultrapassar várias dezenas de milhares de euros, devendo incluir a construção de uma espécie de circuito de manutenção, nova iluminação e novas zonas de relva.
Uma obra que gostaria de ver concluída antes do verão.

Prioridades em curso. Para 2016 e um orçamento de 137 mil euros, diz que fará o que for possível: “É com esta verba que temos de trabalhar. E a prioridade vai para a manutenção do que existe, porque temos de manter o que temos e a grande prioridade será mesmo a conclusão da requalificação do Parque de Merendas de Mogofores, que leva mais de metade do orçamento disponível.”
Depois, diz que existem ruas para rever valetas, bermas e passeios. Preocupado com o excesso de velocidade dentro das áreas urbanas vai realizar obras que visem dotar estes espaços de maior segurança: “estamos a estudar a colocação de uma sinalética inibidora de velocidade para zonas de maior fluxo de pessoas, no núcleo urbano da cidade de e talvez em Mogofores”.
Fernando Fernandes refere ainda outras quatro obras em curso ou em fase de conclusão na União e que se devem à estratégia e visão do executivo liderado pela edil Teresa Cardoso. São os casos do acesso ao Colégio de Famalicão há muito reclamado pela população e Junta; a requalificação do pavilhão desportivo no centro da cidade e que atrai muitas pessoas aquele espaço; a estrada da zona industrial de Alféolas e a desativação da Etar de Mogofores.
“São melhoramentos muito importantes, há anos por fazer e que se arrastavam no tempo e que têm muita importância para o bem-estar das populações”, diz.
O autarca destaca ainda o apoio que o executivo vai dando às associações e coletividades para que possam prosseguir os seus planos de atividades.
“Temos ainda algumas ruas a precisar de repavimentação e estão sinalizadas em Alféolas, Mogofores, Malaposta e Vendas da Pedreira. Contudo, como são ruas onde existem fugas de água, a Câmara Municipal quer, primeiro, proceder a esses arranjos e só depois avançar com a repavimentação. Concordo plenamente que assim seja.”

Catarina Cerca

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JF Vilarinho Bairro: Requalificação de vários espaços


Carlos Torres estreou-se nas lides autárquicas e está a cumprir o seu primeiro mandato. Faz um balanço muito positivo destes dois anos e meio, em que realizou as obras e eventos a que o executivo se propôs.
No que concerne a obras, destaca a beneficiação feita no cemitério da Ribeira, onde foi realizada a primeira fase dos arruamentos em pedra de Ançã e o arranjo paisagístico no Largo do Passo, junto à APPACDM. “Existem ali dois largos, mas para já, intervencionamos o jardim mais pequeno, a que se seguirá o maior”, avança. Em Vilarinho do Bairro, foi igualmente recuperado o Largo do Espírito Santo. “Ficou um arranjo engraçado e recuperou-se um poço antigo, substituindo ainda uma centenária e doente palmeira por uma oliveira”.
“2015 foi um ano de extrema importância para a freguesia com a comemoração dos 500 anos de foral e todas as iniciativas e eventos realizados foram neste âmbito”, diz, destacando realizações como a Ceia Quinhentista no centro da Poutena, o rally paper em colaboração com a Associação da Quinta do Perdigão e a Feira Quinhentista, um verdadeiro sucesso que envolveu as gentes de todos os lugares da freguesia, e que se vai repetir em 2016, ainda que com uma temática diferente.

Obras em vários locais. Com um orçamento no valor de 143.250 euros, Carlos Torres reconhece que a verba não chega para tudo, porque a Junta de Freguesia “é o poder autárquico mais próximo das populações e dos lugares e aquele que acaba por ser o primeiro contacto e o elo de ligação com outras entidades”.
Quanto a obras, a aposta será no sentido da requalificação do património, dividindo as obras pelos lugares ao longo dos quatro anos de mandato. Por exemplo, o passeio do lado sul do Largo da Saudade, que transitou para este ano, será uma das primeiras obras a realizar. Segue-se a conclusão dos arruamentos do cemitério da Ribeira (com a colaboração da Câmara Municipal de Anadia, no âmbito dos acordos de cooperação), mas também a requalificação do Parque de Merendas de Banhos, sendo que os sanitários precisam de urgente e total reabilitação. Por sua vez, o parque precisa de um grande arranjo porque, em agosto, altura em que ali vão centenas de romeiros, é necessário ter aquele espaço digno. “Vamos trabalhar em conjunto com a comissão local e beneficiar aquele local”.

Requalificação do mercado. Outra grande obra prende-se com a beneficiação do mercado local. Uma obra que terá uma intervenção determinante da Câmara, que reconhece a urgência da intervenção. “A zona da restauração e onde se assa o frango de churrasco vai ser toda alterada, assim como a zona de venda de verdes e legumes frescos. São os locais onde é necessário intervir urgentemente. Segue-se a construção de mais uns sanitários e recuperação dos existentes, a repavimentação e reorganização de outros espaços, assim como a vedação e a zona de estacionamento que poderá ser alargada, caso as negociações de terrenos nas proximidades cheguem a bom porto.
Em perspetiva está também o arranjo do Parque Infantil de Chipar de Baixo, bastante degradado. “Vamos retirar os equipamentos que lá estão, pois são inseguros. Depois vamos tornar aquele espaço mais asseado, torná-lo um pequeno parque de lazer.”
A Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro possui terrenos onde irá investir na arborização com eucaliptos. São cerca de 3 mil metros que a curto prazo não vão dar qualquer rendimento à Junta, mas poderá mais tarde vir a tornar-se uma boa fonte de receita, permitindo por outro lado manter os terrenos mais limpos.
A obra de maior vulto prevista para o ano em curso é a conclusão do arranjo urbanístico do Largo da Azenha, que implica a intervenção numa grande área. Este largo é dividido ao meio pelo Rio Levira: uma parte está arranjada e ajardinada e no leito do rio existe uma piscina natural bastante procurada no verão; a outra parte do largo, a norte, nunca foi intervencionada e será alvo de uma profunda requalificação, dando continuidade à zona verde, à colocação de equipamento de manutenção geriátrico, plantação de árvores, passeio e zona de estacionamento, ligando ainda os dois largos separados pelo rio por uma ponte pedonal em madeira.
Ainda este ano vai ser feito o levantamento de todas as necessidades da freguesia em matéria de sinalização e de placas de informação e indicação de localidades. Carlos Torres fala ainda de uma verba colocada no orçamento para este ano e que se destina a trabalhos de parceria realizados com os fregueses: “queremos incentivar as pessoas a cimentar as frentes das suas casas. A Junta disponibiliza o material e as pessoas a mão de obra e com o empenho de todos será possível deixar os lugares /valetas mais asseados. Eles só têm de nos contactar.”

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JF Vila Nova Monsarros: Obras a pensar sempre nas pessoas


Ainda o primeiro mandato vai a meio, já o autarca António Carvalho faz um balanço bastante positivo do trabalho desenvolvido pelo seu executivo, graças também ao que diz ser a estreita colaboração e contacto com todas as associações da freguesia. Contudo, admite que fica sempre a sensação de querer fazer mais e melhor em prol das populações, na medida em que os orçamentos são sempre limitados.
O ano de 2015 ficou marcado pela substituição do telhado do edifício sede da junta de freguesia. Um edifício emblemático da freguesia, datado do início do século XX que, embora não tenha sido uma promessa eleitoral, se impunha realizar, uma vez que o telhado ameaçava ruir. Um investimento realizado em parceria com a Câmara Municipal de Anadia e que ascendeu a vários milhares de euros, assim como a realização de algumas obras na zona envolvente ao edifício. Um melhoramento integrado num projeto mais vasto designado por “Obras de Requalificação e Beneficiação do Edifício da Junta de Freguesia e arranjos exteriores” mas que vai avançar de forma faseada, mediante a disponibilidade financeira e eventuais apoios camarários.
António Carvalho reconhece que neste espaço muito ainda há para fazer: beneficiação do exterior e do interior do edifício. “Já se realizaram obras superiores a 30 mil euros, mas a estimativa aponta para 52 mil euros de quantia necessária para os restantes trabalhos necessários”. Obras que passam pela instalação de um pequeno parque infantil, um percurso de equipamentos de fitness ao ar livre, mas também de um posto de apoio e atendimento ao cidadão, a instalar em breve e que funcionará um dia por semana.
Com um orçamento de 97.500 euros, as obras vão-se fazendo, sempre tendo em conta a disponibilidade financeira. Todavia, realça as excelentes relações com a Câmara Municipal de Anadia, sobretudo com a edil Teresa Cardoso e “todas as pessoas mandatadas por ela para nos acompanharem no dia a dia da Junta”.

Obras em várias frentes. Para 2016, destaca como obra de maior significado a reabilitação dos largos centrais de Vila Nova de Monsarros, agora possível depois de dois anos de muita burocracia. O projeto elaborado pela Câmara Municipal de Anadia visa dotar este espaço de uma maior dignidade e que deverá começar em breve.
No entanto, reconhece que grande parte do orçamento é absorvido pelos trabalhos do dia-a-dia, nas limpezas e manutenções dos seis lugares da freguesia, até porque esta tem dois cemitérios e um terceiro, já desativado mas que exige ainda alguma manutenção porque ali permanecem várias sepulturas, assim como realça a colaboração e acordos que vai mantendo com o Centro de Apoio Social (CAS) local, com as Escolas, sendo a Junta de Freguesia responsável pelo transporte das crianças de zonas mais serranas para a escola e Jardim de Infância local, não deixando de sublinhar que, desde o anterior mandato, a Junta apoia com 25 euros mensais, cada criança inscrita na Creche local.
Por isso, reclama também uma reabilitação urgente da Escola Básica, frequentada por 28 crianças e por outras tantas em Jardim de Infância, como uma forma de evitar o encerramento deste equipamento.
Uma outra questão preocupante é as linhas de água e os entupimentos constantes de aquedutos e sarjetas, que obriga a autarquia a uma atenção redobrada, sobretudo no inverno.
O trabalho para 2016 será então um trabalho de continuidade a pensar sobretudo no bem estar das pessoas, sobretudo das mais carenciadas, numa estreita colaboração com as associações locais, algumas com as quais a Junta já protocolou a cedência de equipamentos escolares. São os casos das Escolas de Grada (duas), Algeriz (uma) e de Monsarros (uma). Daí, destacar também as atividades desenvolvidas com as igrejas locais (Católica e Adventista), parceiros fulcrais no apoio aos mais necessitados e carenciados mas também com a Fraternidade de Nuno Álvares (FNA), sediada na EB 1 de Algeriz.
António Carvalho avança ainda que vai avançar o saneamento em Algeriz, onde será construída uma pequena ETAR. Um melhoramento importante para a freguesia, como foi a ligação de água da rede no lugar de Parada, mas até hoje sem que qualquer ligação tenha sido feita pelos moradores.
Sobre a rede viária diz estar a precisar de beneficiação porque se vai deteriorando. Fala sobretudo do lugar de Monsarros, Rua Vale do Mogo, pequenos troços que necessitam de repavimentação. “Nas povoações, sobretudo nas que já têm saneamento, como é o caso do lugar do Poço, é preciso recuperar toda a rede viária que está degradada”.
O autarca destaca ainda a necessidade de avançar com as obras no Parque de Grada, há muitos anos a crescer de uma forma lenta, num trabalho de parceria com a associação local. “O projeto está a ser elaborado e visa ter ali um circuito para a prática de BTT, porque a freguesia tem excelentes condições para a prática da modalidade”, realçando ainda um outro parque, o de Parada: “temos um terreno que foi cedido à Junta, perto de um açude, onde já foram colocadas várias árvores. Existe a possibilidade de envolver a FNA, já que esta associação apresentou uma proposta para fazer a manutenção do espaço.”

Catarina Cerca

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JF Avelãs de Caminho: Pequenos grandes melhoramentos


O autarca César Andrade cumpre o terceiro mandato à frente dos destinos da freguesia de Avelãs de Caminho. Embora o orçamento desta pequena freguesia do concelho de Anadia seja de aproximadamente 63 mil euros espera, em 2016, concretizar obras e projetos que visam, sobretudo, melhorar a qualidade de vida dos fregueses.
De 2015 guarda boas recordações e diz que foi um ano com balanço muito positivo: “tudo o que nos comprometemos fazer temos cumprido. Não podemos prometer muito porque os nossos orçamentos são sempre muito baixos pois não temos fontes de rendimento a não ser uma ou outra sepultura ou terreno para jazigos que se venda no cemitério.”
O autarca destaca, contudo, os acordos pontuais feitos com a Câmara Municipal e que lhe permitem fazer obras de maior dimensão. Dá como exemplo a construção dos sanitários públicos no centro de Avelãs de Caminho: “há muito que lutávamos por esta construção. Só foi possível graças ao apoio financeiro da autarquia, pois atingiram os 13 mil euros”. César Andrade diz que era uma obra que se impunha, não só porque a freguesia tem três grandes festejos anuais, mas também por se localizarem perto da Igreja Matriz, junto ao IC2, zona de passagem de muitos peregrinos para o Santuário de Fátima ou em direção a Santiago de Compostela.

Obras e melhoramentos. O orçamento para 2016 é curto, confessa, para as muitas necessidades. Contudo, destaca que muito do trabalho de uma Junta prende-se com limpeza e manutenção de valetas, caminhos, jardins e cemitério; manutenção do património; pavimentação de passeios (alguns com ajuda de moradores).
César Andrade realça ainda para este ano a requalificação do Lavadouro do Coito e impermeabilização dos tanques, não só por serem ainda muito utilizados mas também por ser um espaço emblemático da freguesia. Serão restauradas todas as paredes, colocado granito, construído um muro de suporte de terras e será colocado um banco. Também na zona sul da freguesia, no Moinho Novo, o espaço junto ao IC2 vai ser requalificado. O projeto existe, foi apresentado para as Estradas de Portugal, aguardando-se resposta. “O espaço não é da JF mas queremos fazer um pequeno passeio, com um jardim.”
O autarca destaca ainda a urgente necessidade de avançar com a repavimentação de cinco ruas (Rua do Cabecinho, Rua Fonte da Bica, Rua da Portela – esta carece de obras para escoamento de águas pluviais – , Rua dos Enforcados e Rua 15 de Agosto) que sofreram obras de saneamento. Uma obra que terá de ser feita pela Câmara e que muito contribuirá para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que ali habitam e também o alcatroamento do parque de estacionamento do Porto Antão, junto ao IC2, bastante danificado após as obras de saneamento.

Cultura também na ordem do dia. Com a abertura do Centro Escolar que serve duas freguesias (Av. Caminho e Av. Cima), a Escola Básica e Jardim de Infância local foram desativados. Passaram para as mãos da Junta, que ali quer instalar várias grupos ligados à cultura: a saber, serviços da Junta de Freguesia, o grupo de Boccia, Grupo de Cantares Sons de Avelãs e Escolinha de Música da freguesia, Biblioteca, mas também aproveitar a antiga cantina para fazer um pequeno anfiteatro para reuniões e encontros. Mudanças que só podem acontecer depois deste equipamento escolar ser sujeito a obras de beneficiação. “Já pedimos orçamentos e precisamos ver de que forma a Câmara Municipal nos pode ajudar”.
Quanto à Casa da Cultura, após a passagem destes grupos, ficará livre para, através de protocolo, ser cedida à Fábrica da Igreja local. Um espaço que poderá também vir a ser transformado (pelo menos uma parte) num pequeno albergue a peregrinos.
César Andrade destaca ainda como prioritária a requalificação das represas do Rio Cértima, sobretudo as da Quebrada e Nogueiras. “Infelizmente foram derrubadas aquando de obras realizadas pela Câmara Municipal em 2002”.

Percurso pedestre na calha. Um dos grandes sonhos passa por ver concretizado um projeto conjunto com a freguesia de Avelãs de Cima. Trata-se da implementação de um percurso pedestre que ligue as duas freguesias numa extensão de 15 kms. Um percurso que valoriza a natureza, passando pelas zonas de rio, parques, pinhais, zonas agrícolas, cruzeiros e capelas, orçado em 12 mil euros (6 mil para cada uma) mas que implica a colocação de sinalização e informação complementar. O projeto já foi revelado junto da Câmara Municipal, que o viu com bons olhos: “a zona do Pereiro divide ou junta as duas freguesias, pelo que o percurso pode ser dividido em dois ou ser feito todo de uma vez”. O percurso será homologado pela Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo.

Catarina Cerca

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Orçamento Participativo entra em fase de divulgação junto da comunidade


A Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro, entidade que está a promover para o corrente ano o Orçamento Participativo (OP), encontra-se a realizar um conjunto de reuniões com as associações e forças vivas da comunidade oliveirense, no sentido de divulgar este projeto e de incentivar à participação da comunidade com ideias de projetos, obras, iniciativas ou outras consideradas de interesse para a comunidade e que se enquadrem com o regulamento do próprio orçamento participativo, anunciou o presidente da Junta, Márcio Oliveira.
Segundo Márcio Oliveira, o OP “é um projeto de cidadania, onde o cidadão ou as forças vivas da sociedade são incentivadas a avançar com propostas concretas a implementar no terreno, a refletir sobre as mais-valias de cada medida e nos custos associados, pois com um orçamento limitado para o efeito, as propostas terão necessariamente de ter uma base racional e sustentável”. “Pretende-se ainda contribuir para a alteração do paradigma ainda dominante em diversos setores da gestão pública e autárquica que centra nos decisores políticos, não só o ónus da decisão, mas também o da identificação das problemáticas e o da definição das soluções”, explica o autarca.
O OP da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro destina-se a todos os cidadãos com idade igual ou superior a 18 anos, recenseados na freguesia de Oliveira do Bairro e as propostas podem ser apresentadas através da internet, e devem estar enquadradas nas seguintes áreas temáticas: ação social, culto, recreio, cultura, juventude, lazer, espaço sénior, espaço público, espaço verde, cidadania, saúde e associativismo.
O autarca diz que muito em breve todos os fregueses de Oliveira do Bairro receberão nas suas caixas de correio um desdobrável com informações úteis sobre o orçamento participativo, nomeadamente, o regulamento, datas importantes, votação, entre outras.
Qualquer interessado poderá obter mais informações sobre esta iniciativa na secretaria da Junta de Freguesia de Oliveira do Bairro, nos dias úteis das 9h às 17h ou colocar as suas questões para o mail: jfob@portugalmail.pt.

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UF Tamengos, Aguim e Óis do Bairro: Pequenas obras, limpezas e manutenções


Óscar Ventura que, no primeiro mandato tivera à sua responsabilidade a Freguesia de Tamengos é, desde as últimas autárquicas, o presidente da União de Freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro. Como em tantos outros locais, o início de vida desta União foi conturbado e polémico. Fez correr muita tinta, mas hoje, “tudo pertence ao passado”, como refere.
Embora reconheça que os primeiros meses “foram muito difíceis”, agora “trabalha-se em prol de todos os lugares da União.”
Sobre o orçamento para 2016, avança que vai dando para as despesas, reconhecendo que nos tempos difíceis que se atravessam, “os autarcas têm que aprender a viver com o que têm, sem projetar grandes obras.”
“A nossa política passa por fazer uma manutenção adequada ao que já existe. Não temos pretensões de fazer grandes obras, até porque os tempos não estão para esse tipo de investimentos”, sublinha. Todavia, reconhece que a limpeza (sobretudo da estância termal da Curia), manutenção de espaços verdes, cimentação de valetas e poda de árvores lhes levam boa parte do orçamento disponível.

Ano de 2015 foi muito positivo. Assim, de 2015 faz um balanço positivo do trabalho desenvolvido. “Foi um ano gratificante, pois conseguimos fazer algumas valetas, arranjar os passeios e fazer o acesso ao cemitério de Aguim. Arranjámos várias obras na Mata, colocando manilhas e cimentando valetas de grande porte, por forma a evitar possíveis acidentes; fizemos a limpeza nas fontes e tanques de Ribafornos e de Óis do Bairro; construímos valetas em Alpalhão, Aguim, Mata e Óis do Bairro, assim como tivemos a preocupação de fazer a manutenção dos jardins. Aliás, a limpeza é uma prioridade. Veja que andamos constantemente a limpar as sarjetas para evitar inundações.”
Trabalhos que vão sendo desenvolvidos por nove POC’s, que vão rodando pela área correspondente às três freguesias, pois como União, o trabalho como que triplicou, exigindo ainda a presença constante do executivo nas três ex-freguesias por forma a atender às solicitações de todos os fregueses.
“Desde o início de funções, tentamos que os trabalhos se façam de forma tripartida, ou seja percorrendo os lugares das três ex-freguesias. Por isso, começámos até por Alpalhão, a limpar caminhos, fontes e valetas. E foi gratificante ouvir o apoio das pessoas.”
Em Aguim, os passeios junto à sede da Junta de Freguesia e da Extensão de Saúde deram um outro aspeto e limpeza ao local que as pessoas reconheceram. Aliás, Óscar Ventura refere que esta forma de trabalhar já lhe valeu alguns votos de louvor por parte da própria oposição, o que evidencia que o executivo trabalha em prol de todos.
Por isso, fala ainda de outras obras realizadas: a requalificação do espaço envolvente à sede da Junta de Freguesia de Óis do Bairro, do melhoramento realizado no cemitério desta localidade, com a ligação da iluminação e ainda a construção de valetas em cimento em Óis do Bairro.

Obras em 2016 são sobretudo de manutenção. Para 2016, a grande aposta, à semelhança de outras freguesias, passa pela limpeza, manutenção e embelezamento de espaços e vias públicas. A limpeza e cimentação de valetas estão na linha da frente em matéria de prioridades, até porque esta é uma área que absorve boa fatia do orçamento anual.
Prioridade será ainda a construção de uma zona pedonal na Mata da Curia, para dar segurança aos peões devido à velocidade dos automobilistas estando ainda prevista igualmente a construção de algumas lombas ,no início das localidades. O executivo quer ainda fazer a construção de uma zona pedonal no largo da Igreja em Aguim, requalificando aquela área, obra que será feita também na Mata, enquanto que em Tamengos a aposta será feita na requalificação do cemitério. Uma obra que diz ser “urgente”.
O autarca avança ainda que a Curia precisa de um melhoramento, sobretudo na rotunda principal, junto aos hotéis, por ser uma zona à noite pouco iluminada. A ideia poderá passar pela “construção de uma fonte luminosa por forma a dar uma outra vida e alegria aquele espaço.”
Óscar Ventura quer ainda reabilitar a degradada escola de Tamengos. Um equipamento escolar que foi encerrado há vários anos e sem qualquer atividade. “Entendemos que se estiver arranjada e devidamente recuperada será mais fácil entregá-la para que possa ali ser desenvolvida alguma atividade a favor das populações”.
Em matéria de equipamentos escolares diz estar prevista a requalificação profunda das EB 1 de Aguim e Tamengos. Duas grandes escolas que serão algo de atenção por parte da Câmara Municipal de Anadia durante este ano, estando em curso a elaboração dos projetos para as mesmas.
A construção de uma ciclovia que ligue a Curia ao Velódromo de Sangalhos é uma das obras que aguarda com grande expectativa, não só por este ser um concelho onde a indústria das duas rodas tem grande tradição e o ciclismo é uma das modalidades desportivas mais queridas. “Será uma mais valia para o turismo e para a região que tem um grande carinho pelo ciclismo. Será uma infraestrutura muito útil e benéfica não só para a modalidade, mas para todos, facilitando a deslocação das pessoas, incentivando o uso da bicicleta e muito bom para o turismo.”
A terminar, o autarca gostaria ainda de conseguir que a Extensão de Saúde de Tamengos voltasse a abrir aos utentes. “Já lá gastámos na recuperação do edifício cerca de 70 mil euros e seria um grande benefício para as populações, sem prejudicar as outras Extensões de Saúde”. Óscar Ventura acredita que este encerramento pode ser revertido e tem estado a lutar por essa reabertura. “Se o governo der ou criar essa possibilidade, vamos estar atentos”.

 

Catarina Cerca

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