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Lions lançam concurso nacional de literatura


Estimular e divulgar a produção literária e permitir o aparecimento de novos escritores é o objetivo do Lions ao promover anualmente o seu concurso literário.

O “Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal” destina-se a galardoar o autor da melhor novela inédita. Os trabalhos têm de ser entregues até ao dia 15 de março, às 18h.

As obras concorrentes têm de ser escritas em língua portuguesa e o vencedor receberá um prémio no valor de 2500 euros. A obra premiada poderá ainda vir a ser publicada sob os auspícios da Fundação Lions de Portugal.

“Através deste prémio, a Associação de Lions Clubs International – Distrito Múltiplo 115, patrocinada pela Fundação Lions de Portugal, pretende contribuir e estimular a produção para posterior divulgação de uma produção literária inédita junto da população em geral”, refere Gaspar Albino, presidente do Conselho Nacional de Governadores de Lions Clubes Portugal.

 “O Lions, a maior organização mundial de Clubes de serviço voluntário do Mundo, com mais de 1,3 milhões de membros espalhados por 47 mil clubes em 208 países e regiões, está essencialmente preocupado em responder às necessidades das suas comunidades, mas não deixa de apoiar as manifestações artísticas e culturais e sobretudo o surgimento de novos valores”, destaca Gaspar Albino.

O júri é constituído por três personalidades do meio académico e literário e por dois elementos ligados ao Lions, o assessor responsável pelo concurso e por um representante da Fundação Lions de Portugal.
O regulamento do concurso pode ser consultado em http://www.lionsclubes.pt/dm115/images/stories/reg-lit.pdf

O prémio foi criado em 2011.

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Cultura: Sónia Cravo lança primeiro romance em Setembro


“Na Senda da Memória…” é o primeiro romance escrito pela jovem anadiense Sónia Cravo.
A obra vai ser lançada no próximo mês de Setembro, pela Esfera do Caos Editores.
JB conversou com a escritora, que nos falou desta sua obra e de um novo romance que já tem na calha.
Quando vai ser lançada a obra e onde vai decorrer esse lançamento?
Esta obra não vai ser apresentada de forma protocolar, isto é, não haverá lançamento. Foi uma opção minha que o editor respeitou. Em tempos, quando editei o meu primeiro livro (poesia) fiz um lançamento, em Coimbra. Estas coisas são fundamentalmente para os amigos, dão imenso trabalho a organizar e chegam a ser enfadonhas. Porém, admito a possibilidade de agendar umas quantas sessões de autógrafos, é uma coisa menos cerimonial e coloca-nos em contacto com os leitores (que os leitores não devem ser apenas os amigos). É certo que, quando se trata de edições menores, em editoras incapazes de colocar as obras nos pontos de venda, é do interesse do editor que se organize um lançamento, pois aí será feito o grosso das vendas ou mesmo a totalidade, e a coisa “morre” aí.

Onde vai ser possível adquirir este livro? Qual é o seu preço de venda?
Neste mês de Agosto, o distribuidor está a apresentar o livro ao mercado e a receber encomendas. Mas os pontos de venda serão os livreiros habituais: a Fnac, Bertrand, Bulhosa… Eventualmente um ou outro pequeno livreiro ou papelaria e, ao que me foi dito, há interesse da parte do Jumbo, veremos. O preço, salvo descontos que os livreiros entendam fazer, será 14,90 euros. O livro chegará às livrarias a 12 de Setembro.

Este é o seu 1.º romance. Fale-nos um pouco dele.
Dizem que o primeiro romance é sempre autobiográfico (sorrisos).
Em certa medida é: quanto mais inicial e experimental for o acto de escrever, mais encostado andará o autor a si mesmo. Mas este não é o meu primeiro romance, é o romance com o qual me quero apresentar aos leitores; um autor que se apresenta ao público sem estar certo da qualidade da obra não respeita os leitores.
Bom, esta é uma estória incomum, interessante… O narrador, que é também personagem principal, Mateus, divorciado, quarenta anos, surge-nos como alguém que, na presença das mulheres, não vê senão sexo. Porém, há um acontecimento, logo na parte inicial do livro, que o empurrará para uma fuga confusa e quase paranóica. A partir de então, os acontecimentos vão evoluindo sempre, de forma imprevista, inesperada, fechando-se, obrigando este nosso amigo a uma espécie de auto-observação, de introspecção. Eu não posso dizer muito mais da história sem a revelar, mas posso dizer que foi um livro que me deu imenso gosto escrever; que é um livro em cuja qualidade realmente acredito.

Viveu sempre em Anadia e escolheu o Professor Ferraz Diogo para escrever o prefácio da sua obra. Quais foram as suas motivações para esta escolha?
Bom, eu não vivo em Anadia há cerca de três anos. Mas se há terra em que tenho raízes, que posso dizer “minha”, é Anadia. Lá vivem familiares e amigos que visito sempre que possível. Entre esses amigos, há um senhor pelo qual tenho uma estima enorme, um homem dono de uma cultura incomum: é o professor José Ferraz Diogo. E é precisamente ele o autor das palavras de abertura deste livro. A minha escolha não poderia ser outra.

Já tem mais alguma obra na calha?
Sim, estou a trabalhar noutro romance. Um destes dias, à conversa com outros autores, disse-lhes que um bom escritor é alguém capaz de fazer muitas outras coisas, porém, anda inquieto na vida até aceitar ser escritor. O futuro dirá (e dir-me-á) se sou boa escritora ou não, mas que se não escrevo ando inquieta, ai lá isso ando (risos).

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Quinta das Bágeiras patrocina livro sobre H1N1


O produtor-engarrafador Mário Sérgio Nuno (Quinta das Bágeiras – Fogueira) patrocinou a edição da mais recente obra do conceituado gandarez (natural de Mira), Professor Doutor João José Frada (licenciado em Medicina, Antropologia e História e doutorado em História da Medicina e Epidemiologia Histórica).
A apresentação do livro teve lugar durante um almoço restrito, no último sábado, na Quinta das Bágeiras, na Fogueira. Ao final da tarde, no Aparthotel Miravillas, na Praia de Mira, teve lugar a apresentação pública que contou com diversas individualidades: Óscar Gaspar, secretário-Estado da Saúde; Francisco George, director-geral de Saúde; João Reigota, presidente da Câmara Municipal Mira; João Pedro Pimentel, director da A.R. Saúde Centro; Fernando Regateiro, presidente da Assembleia Municipal Mira e de José Pereira Miguel, director do Instituto Ricardo Jorge e autor do prefácio da obra agora apresentada.
Na oportunidade, Óscar Gaspar, que é natural do concelho vizinho (Vagos), não deixou de reconhecer e destacar o trabalho e esforço de investigação do autor que tem “uma obra vasta, fruto de um trabalho sério, multidisciplinar e prestigiante para Mira e para Portugal”. Quanto à pandemia de gripe, salientou que o “SNS, quando confrontado com a situação, estava preparado e soube responder”, considerando o trabalho desenvolvido pelo autor determinante para o resultado e pouca expressão que a pandemia teve no país.
Já João Pedro Pimentel evidenciou o facto de se estar perante uma obra de grande actualidade, dada a importância do tema. De igual forma, Francisco George destacaria trata-se de um autor/investigador que muito tem estudado e investigado as questões da gripe. “A importância desta obra prende-se com o facto de existirem, no país, poucos trabalhos de investigação sobre a gripe”, diria, reconhecendo que o Professor Doutor João José Frada tem “ajudado a compreender a Pandemia de Gripe em Portugal”. “São informações preciosas que ajudam a planear, por antecipação, as respostas a dar no caso da expressão de gripe ser mais intensa”.
A apresentação da obra esteve a cargo de José Pereira Miguel, director do Instituto Ricardo Jorge. Colegas de Faculdade e há muito amigos, José Pereira Miguel abordou os vários capítulos da obra “Pandemias de Gripe A (H1N1) em Portugal 1918-2009 – Ecos e cismas do passado no presente”. Uma obra bilingue (Portugês/Inglês) de grande rigor científico, mas acessível a todas as pessoas interessadas em saber mais sobre a gripe. Desde a gripe de 1918 (pneumónica) que matou em duas vagas (6 meses) 60 mil portugueses, passando pela gripe de 1957 (asiática) até 2009, a obra contém informações preciosas, análises comparativas, imensas variáveis, “vasculhou informação histórica e procurou respostas a várias questões”.
Mário Sérgio diz ser uma mais-valia e um orgulho associar-se à publicação de uma obra única como esta, no país. Amigo de longa data do autor, o produtor já se associou a anteriores publicações e trabalhos realizados por João José Frada.

Catarina Cerca

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Mário Lúcio Sousa recebe Prémio Literário Carlos de Oliveira


O município de Cantanhede vai proceder à entrega do Prémio Literário Carlos de Oliveira, em cerimónia pública a realizar no Auditório da Biblioteca Municipal de Cantanhede, no próximo dia 9 de Outubro, às 21h45.
“O Novíssimo Testamento”, do escritor cabo-verdiano Mário Lúcio Sousa, foi a obra vencedora da segunda edição do concurso promovido pela Câmara de Cantanhede para estimular a criação literária e, simultaneamente, homenagear um dos grandes vultos da literatura portuguesa do século XX.
Na sessão de entrega do prémio será feita a apresentação editorial de “O Novíssimo Testamento”, cujo autor, considerado um grande embaixador cultural de Cabo Verde, executará vário temas musicais, alguns dos quais originais da sua autoria.
O valor do Prémio Literário Carlos de Oliveira é de 5 mil euros, verba totalmente suportada pelo município de Cantanhede, tendo ficado também assegurada a publicação da obra com o apoio da autarquia, o que entretanto já aconteceu através da Leia Editora.
O título vencedor, recorde-se, foi anunciado publicamente em Outubro de 2009 e o prémio vai agora ser formalmente entregue depois de terem sido cumpridas as diligências necessárias para a edição do livro.
Nos termos do regulamento, integraram o júri Pedro António Vaz Cardoso, vereador da Cultura, em representação do Presidente da Câmara de Cantanhede, António Apolinário Lourenço, indicado pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Osvaldo Silvestre, designado por Ângela de Oliveira (viúva de Carlos de Oliveira), Arsénio Mota, personalidade do meio literário convidado e vencedor da primeira edição do prémio, bem como Cristóvão de Aguiar, representante da Associação Portuguesa de Escritores.
Das 67 obras concorrentes à segunda edição do Prémio Literário Carlos de Oliveira, foram ainda distinguidas com menções honrosas Rendição e Trevas, de Nuno de Figueiredo, escritor de Coimbra, que utilizou o pseudónimo Urbano Soares, e Ao Compasso da Noite, de Ricardo Augusto Sanguinho de Jesus, escritor de Lisboa, que concorreu com o pseudónimo Chico Marraquexe.

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