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Município de Águeda realiza workshop de empreendedorismo – sensibilização e noções básicas


A Câmara Municipal de Águeda, através do Plano de Promoção Empresarial e Investimento / Realização de Ações de Capacitação e Promoção do Parque Empresarial do Casarão – Águeda, está a promover, entre setembro e dezembro de 2014, um conjunto de 4 iniciativas que visam apoiar todos os que pretendem explorar novas oportunidade e ideias de negócios e arriscar em Águeda.

A próxima vai decorrer no próximo dia 8 de outubro, entre as 9h30 e as 17h00, na Biblioteca Municipal Manuel Alegre. Este Workshop de Empreendedorismo está focado na sensibilização para o empreendedorismo e na informação básica de como passar da ideia à ação transmitindo conceitos básicos e informação sobre o percurso da conceção e concretização de uma ideia de negócio. Será também um momento de apresentação da oferta municipal de apoio ao empreendedorismo e das áreas de negócio com maior potencial e que se revelam atualmente como diferenciadoras. Contará também com a participação de casos de sucesso – empreendedores que já trilharam o caminho de criar o seu negócio!

Programa

9h15: Receção de participantes

9h30: O apoio ao empreendedorismo no concelho de Águeda

9h45: O empreendedor – perfil e caraterísticas

10h: Da ideia ao negócio – noções básicas

10h45: Coffee break

11h: Casos de sucesso – testemunhos na primeira pessoa

13h: Almoço

14h30: O Município de Águeda e a região – que oportunidades?

15h: Planear o meu negócio – a importância do plano de negócios

16h: Ferramentas e iniciativas disponíveis

16h30: Encerramento

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Oiã: ANICOLOR assinala 30 anos em festa


 

No passado dia 28 de julho, a empresa oliveirense ANICOLOR comemorou 30 anos de existência. Três décadas dedicadas aos sistemas de alumínio e ao serviço da indústria da construção civil, do mobiliário, da automação industrial e outras áreas do mercado, fabricando por extrusão perfis de alumínio, dando acabamentos de lacados e trabalhando em anodização.
A ANICOLOR ofereceu aos colaboradores, fornecedores, clientes nacionais e do mercado externo e amigos, uma singular festa convívio na Quinta do Outeiro, em Aguada de Cima. Preparada para 900 convivas, a festa decorreu num ambiente informal, alegre e descontraído. Como convidados especiais da administração da ANICOLOR, fundada pelo conhecido industrial Ramon Costa, estiveram, para além de uma comitiva camarária liderada pelo presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, o presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, os deputados Paula Cardoso e Gonçalo Breda Marques, o Diretor Regional da Economia do Centro, Francisco Braga Alves e o amigo do fundador da empresa, o ex-ministro Luís Marques Mendes.
Depois duma refeição muito agradável e bem confecionada, servida por uma empresa local de catering (Dom Rogério) e sempre acompanhada por música ao vivo a cargo da Wanda Gastrika, do fadista Rui Pereira e da Fanfarra Kaustica chegou a altura mais emocionada e vivida da noite. Ao palco foram chamados os três netos do fundador da empresa, que homenagearam, num discurso bem medido e pleno de sentimento, a aventureira vida do seu maior herói – o Avô Ramon. Recordaram o início da firma, na década de 80, os anos de privação e sacrifício que o seu avô passou e soube superar com distinção mas, sobretudo, exprimiram como se sentem felizes e orgulhosos, por fazerem parte da vida dum homem tão empreendedor.
Seguiu-se o presidente da Câmara de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira que, depois de agradecer o convite e cumprimentar todos os ilustres convidados, não deixou passar o momento sem enaltecer o grande contributo para a economia do concelho que a ANICOLOR tem dado ao longo de trinta anos. Lembrou a capacidade de investimento, de risco e visão do empresário Ramon Costa, felicitando-o pelo seu contributo para a criação e fixação de emprego no concelho que lidera, num tempo tão difícil e de miséria como o que atravessamos. Terminou com uma referência à bonita intervenção e momento de sentimento familiar que os netos do fundador protagonizaram antes da sua intervenção.
Para terminar a breve parte da festa dedicada aos habituais discursos, Marques Mendes culminou a noite com uma intervenção bem sentida e como amigo do fundador. Frisando bem que era nessa qualidade que ali estava, Marques Mendes quis sobretudo homenagear o seu amigo, destacando o valor dum homem que subiu na vida a pulso, do empreendedor tenaz e persistente, sempre disponível a criar riqueza e emprego, mesmo em tempos difíceis ou em contraciclo económico como o que estamos a viver. Lembrou que a sua gestão, a gestão da ANICOLOR, é uma fonte de inspiração para outros colegas e bem merece o aplauso de todos os presentes, dos seus familiares próximos que hoje partilham a administração, bem como de todos os seus funcionários e colaboradores.
Ainda antes dum fogo-de-artifício absolutamente espetacular largado em absoluta sincronia com a música ambiente, foi Ramom Costa agraciado com uma prenda entregue pelas colaboradoras mais antigas da ANICOLOR. A grande festa encerrou por volta da meia-noite.

A Anicolor – Alumínios, Lda. é uma empresa sedeada na Zona Industrial de Oiã, ligada à Extrusão e comercialização de Sistemas de Alumínio para a Arquitetura.
Empresa ligada ao subsetor da Construção Civil, ainda assim está em contraciclo, apresentando, nos últimos anos, crescimento significativo quer ao nível do volume de vendas, quer ao nível da admissão de novos quadros, bem como, fazendo investimentos significativos em termos de Layout Fabril e novos equipamentos. Nesse sentido, a Anicolor tem aproveitado os incentivos do QREN para expandir a sua capacidade fabril, bem como a internacionalização da empresa.
Continua a crescer também de forma significativa no mercado nacional, quer no volume de faturação quer ao nível da conquista de novos clientes, apesar da forte depressão do mercado da construção civil e obras públicas.
A Anicolor é, neste momento, a maior empresa nacional no comércio de Sistemas de Caixilharia de Alumínio, com um volume de faturação previsível da ordem dos 30 milhões de euros.
Emprega atualmente 210 funcionários e tem filiais no Algarve, Porto, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Lisboa, S. João da Madeira, Viseu e Aveiro.Tem também instalações próprias em Espanha e no Brasil.
Os destinos principais no mercado externo, para além da Espanha e Brasil, são os PALOP, França, Suíça e Alemanha, entre outros.

António Granjeia

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Quinta das Bágeiras no top 100 da Wine&Spirits


A região da Bairrada está mais uma vez em grande destaque, desta feita nos EUA.
A Quinta das Bágeiras, do produtor Mário Sérgio Nuno, aparece no top 100 WINERIES da Revista americana Wine & Spirits.
Na base deste prémio estiveram as provas realizadas ao longo do ano pelo painel de especialistas da revista Wine & Spirits e as pontuações que os vinhos obtiveram na mesma. Foram, portanto, dois critérios que estiveram na base da selecção das 100 melhores empresas a nível mundial: produtores cujos vinhos obtiveram individualmente as pontuações mais elevadas e que na sua globalidade foram mais vezes recomendados pelo painel de provadores.
Assim sendo, podemos avançar que alguns vinhos da Quinta das Bágeiras obtiveram as seguintes classificações:
Vinho branco colheita 1994, 96 pontos; Vinho branco garrafeira 2004, 95 pontos; Vinho tinto garrafeira 2005, 93 pontos; Vinho tinto garrafeira 2004, 91 pontos, (de referir que a pontuação vai de 0 a 100 pontos).
A JB, o produtor Mário Sérgio Nuno mostrou-se bastante satisfeito com o prémio: “para nós é um motivo de grande orgulho este prémio alcançado, pois trata-se de uma revista de grande prestígio internacional”.
O produtor destaca ainda o facto da Quinta das Bágeiras “ter apostado há muito pouco tempo na exportação”, sendo este destaque uma mais-valia para os negócios da Adega.
Esta distinção vem, assim, “reforçar a nossa aposta nesse segmento de mercado”, refere, acrescentando que a referência “vem dar razão às boas críticas que a Quinta das Bágeiras tem recebido ao longo dos anos pela imprensa nacional”.

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Mealhada: Zona Industrial recebe novas empresas


A Câmara Municipal da Mealhada deliberou, em reunião pública, a alienação de lotes de terreno da Zona Industrial da Pedrulha (ZIP) a mais três empresas.
Mendy, Transportes Eurolimite e Farinhas Firmos são os mais recentes negócios que vão fixar-se na ZIP, após se terem candidatado ao concurso público que previa a alienação de 19 lotes da zona industrial, terminado no passado dia 16 de Setembro.
As novas empresas sujeitam-se agora às condições previstas no Regulamento de Venda de Terrenos na ZIP.
As candidaturas foram objecto de análise pela Divisão de Planeamento Urbanístico da autarquia, tendo sido os lotes atribuídos de acordo com um conjunto de critérios, entre eles a valorização de recursos humanos, o ambiente e as condições de trabalho, a competitividade da empresa e a valorização da estrutura económica e empresarial do concelho.
A Câmara Municipal continua a privilegiar as empresas não poluentes e direccionadas para a especialização tecnológica e logística, área na qual o município apresenta fortes capacidades competitivas e se pretende especializar. As novas empresas têm agora um período de três anos para se instalarem na zona industrial, sob pena de terem de devolver os terrenos à autarquia caso não cumpram o prazo estipulado no regulamento.

ZIP afirma-se como aposta no desenvolvimento económico. A Zona Industrial da Pedrulha (ZIP) é uma aposta estratégica da Câmara Municipal da Mealhada, no sentido de captar novos investimentos e promover o desenvolvimento económico municipal e regional.
Uma obra da autarquia, que representa um investimento global superior a seis milhões de euros.
Em Julho último havia a notícia de que – com 18 empresas já instaladas – a ZIP se preparava para acolher outras duas, a ALPI e a Neoparts SA. Neste momento, mais três estão na iminência de se juntar ao núcleo empresarial.

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Negócios: Nova Pizzaria/Padaria abre na Poutena


No próximo sábado, dia 20 de Agosto, será inaugurada uma nova casa de restauração na freguesia de Vilarinho do Bairro, mais concretamente na localidade da Poutena, concelho de Anadia.
A Pizzaria/Padaria Maria Caxuxa resulta de um investimento de Dany Nunes, um jovem empresário, de 29 anos. A Pizzaria/Padaria que criará cinco postos de trabalho, oferecerá ao público da região mais uma escolha, quer na compra de pão, quer no serviço de cafetaria e refeições, ao almoço e jantar.
O conceito deste negócio assenta numa ideia inovadora, a importação directa da receita da pizza italiana. A pizzaria contará com “pizzaiolo” formado em Itália na arte da pizza e traz à região uma pizza que se destaca daquela que encontramos normalmente em Portugal, pois obedece às regras da pizza original, tendo em conta a qualidade da sua massa e a frescura dos seus ingredientes que serão na sua maioria importados de Itália.
Uma aposta na gastronomia mediterrânica baseada na combinação simples de ingredientes frescos que resulta numa alimentação saudável, rica e saborosa.
Já o pão será o típico bairradino, fresco, grande e de consistência que fará jus à região e ao que esperam os seus conterrâneos.
Para acolher este conceito, foi criado um espaço personalizado onde as linhas de modernidade e tradição estão lado a lado.
Um local que se destacará pela sua decoração e conforto, e onde poderá usufruir de uma agradável sala de jantar da qual farão ainda parte algumas obras de arte.
Desenhado para proporcionar bons momentos, não deixe de visitar a partir do dia 20 de Agosto, a Pizzaria/Padaria Maria Caxuxa.

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Comida caseira e de qualidade na churrasqueira “Chafariz”


Dezenas de receitas caseiras, muita qualidade na confecção, doses extremamente bem servidas a preços convidativos são os ingredientes que prometem contribuir para o sucesso da Churrasqueira “Chafariz” que abriu, no passado dia 23 de Dezembro, em Oliveira do Bairro.
Localizada junto à Igreja, na Urbanização “O Adro”, esta churrasqueira é o resultado de um investimento avultado realizado pelo casal José e Célia Marques, proprietários de outros dois espaços de restauração: o restaurante Chafariz, na Póvoa do Pereiro (Moita-Anadia), aberto há já 13 anos e o Take Away com o mesmo nome, localizado no centro de Anadia, aberto há 2 anos, ao lado do Quartel dos Bombeiros Voluntários.
Com 44 anos, José Marques está, desde muito novo, ligado à restauração. Com larga experiência no ramo, avança que as suas casas privilegiam a cozinha tradicional portuguesa, com a qual se identifica.
A churrasqueira aberta agora no centro de Oliveira do Bairro é, como revela, “o espaço que faltava na cidade”, fazendo um balanço bastante animador destes primeiros dias de funcionamento.
Num espaço simpático e acolhedor, o cliente pode ter a certeza de um atendimento familiar e que lhe será servida comida caseira, confeccionada com a máxima qualidade e limpeza e em quantidade generosa. “Temos grelhados todos os dias, mas quem vier cá é surpreendido diariamente por 4 ou 5 pratos quentes diferentes”, diz o proprietário, sublinhando que o melhor “é encomendar (contactos: 913 785 997 ou 234 738 254) ou aguardar pelos grelhados que são feitos na hora”, garantindo assim a sua frescura e qualidade.
A churrasqueira disponibiliza um Self Service (almoços e jantares, até às 22h) onde o cliente pode desfrutar de pratos rápidos e económicos, mas também de pratos do dia a partir de 3.50 euros.
No entanto, o grande atractivo é o serviço de Take Away, com a oferta diária de um leque bastante variado de pratos, entre os 6,50 e os 7,50 euros, dos quais se destacam: Nacos de vitela, Coelho de churrasco, Espetadas, Secretos de porco preto, Entrecosto grelhado, Grelhado misto, Leitão de churrasco, Negalhos e Chanfana, assim como sopas variadas e um vasto conjunto de acompanhamentos para os pratos (migas, saladas, batata frita, arroz).
José Marques salienta ainda as iguarias que o Chafariz disponibiliza ao domingo. Pratos fixos mas que fazem as delícias dos clientes mais exigentes, sempre baseados na cozinha tradicional portuguesa: Bacalhau com broa, Bacalhau com natas, Bacalhau à doutor, Arroz de pato à antiga; Lombo à padeiro; Arroz à valenciana, Cabrito no forno; Rojões e Espetadas de carne.
“Queremos que esta seja uma casa semelhante à de Anadia onde, ao domingo, chegamos a servir 300 refeições”, refere, avançando que o peixe é igualmente uma referência na casa: bacalhau, dourada e robalo, os dois últimos frescos.
De referir que está em curso até ao dia 22 de Janeiro uma campanha de abertura com Frango de churrasco (unidade) a 4 euros; Dose de febras com guarnição (2 pessoas), 6,50 euros; Barriguinhas na brasa com guarnição (2 pessoas), 6,50 euros; Picanha na brasa com guarnição (2 pessoas), 10 euros; Bacalhau com natas (2 pessoas), 7 euros. A churrasqueira encerra para descanso semanal à segunda-feira.

Catarina Cerca

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Gás natural mais caro asfixia empresas


A Associação Empresarial de Águeda (AEA) considera, em carta enviada ao primeiro-ministro, “abusivo o aumento do preço do gás natural”.
Ricardo Abrantes, presidente da AEA, diz que “com estes aumentos não há competitividade internacional que resista, estando em causa a sobrevivência de milhares de PME nacionais e, consequentemente, o aumento do desemprego”.
Na missiva enviada ao primeiro-ministro, José Sócrates, o presidente da AEA manifesta “repúdio pelos aumentos superiores a 50% verificados desde 1 de Janeiro do corrente ano. Até 30 de Junho de 2010, as tarifas do gás natural aumentaram mais de 18%, em Julho passado cerca de 15% mais e, em Agosto, mais 17%. Quer isto dizer que as empresas estão a pagar 50% mais caro o gás natural comparativamente a Janeiro de 2010”.
Garante que “a situação é inconcebível e as empresas não conseguem suportar estas subidas contínuas, até porque nada justifica um aumento de 50% em apenas 8 meses”. “Aliás, analisados os indexantes da fórmula do preço do gás natural, constatamos que a evolução de tais indexantes não justificam o aumento verificado de 50%”, acrescenta.

Aumentos. Miguel Roques, administrador da Porcel, em Oliveira do Bairro, uma das muitas empresas prejudicadas pelo aumento, refere, em ofício enviado à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que “as novas tarifas de acesso às redes de gás natural originaram um súbito aumento de custos que têm como efeito imediato uma diminuição da nossa competitividade”.
Miguel Roque afirma que “o governo faz um apelo às empresas para exportarem e a ERSE, com esta medida de secretaria, provoca um efeito no sentido contrário, diminuindo a capacidade competitiva dessas mesmas empresas exportadoras”.

Competitividade. Duarte Garcia, presidente da direcção da Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica (APICER), esclarece que “o aumento, agora decidido pela ERSE, significa só por si, e estamos apenas a falar de tarifas de rede de gás natural, um acréscimo de custos que, no caso de algumas empresas, ultrapassa o meio milhão de euros por ano”.
Duarte Garcia comunga da mesma opinião de Ricardo Abrantes, sublinhando que “a melhoria da nossa competitividade é assim prejudicada por decisões internas, que nada têm a ver com qualquer crise, muito menos internacional”.
“O empreendedorismo e a ambição que se pede aos empresários está, afinal, nas mãos de que vê o mercado com falta de realismo e às vezes até de bom senso! Está nas mãos de quem se esquece ou não quer lembrar-se, de que subir os preços dos produtos só se torna entendível para quem tiver que vender.”
Recorda que o sector da cerâmica, com um volume de negócios que ultrapassa os 1.200 milhões de euros, é o maior consumidor de gás natural da indústria transformadora.

Pedro Fontes da Costa

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Levira e Recer distinguidas com Prémio Mobis


A Levira (Prémio Mobis 10 anos) e a Recer (categoria Marca de Pavimentos) são empresas da região que estão entre os grandes vencedores da X Gala Prémio Mobis.
A iniciativa, que anualmente distingue as melhores marcas de mobiliário, decoração e artigos para a casa, teve lugar no Salão Nobre do Edifício da Alfândega, no Porto, e contou com o apoio institucional de Presidência da República e do Governo, além de diversas outras instituições, com destaque para todas as associações sectoriais do mobiliário e para as Câmaras Municipais de Paços de Ferreira, Paredes e Tábua.
Na oportunidade, o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, elogiou as empresas que formam um sector “dinâmico e competitivo”, bem como a revista Mobiliário em Notícia, saudando a sua capacidade de mobilização de todo o sector. No seu discurso, o governante destacou a “qualidade” da publicação em termos de conteúdos e de grafismo, bem como o seu “importante papel ao nível da comunicação” dos sectores da decoração e do mobiliário.
O director-geral do Prémio Mobis, Emídio Brandão, aproveitou para anunciar que a próxima edição do evento será realizada em Paris. O objectivo passa por “promover a internacionalização do mobiliário português”, um pouco à semelhança do que aconteceu na gala realizada em Madrid em 2006, que conseguiu reunir cerca de 70 lojas espanholas para mostrar o que de melhor se faz em Portugal nesta área.
Destaque ainda para a acção que, durante todo o dia, animou a baixa do Porto. O espaço frontal do edifício da Alfândega foi palco do Mobis Gallery, uma iniciativa paralela ao Prémio Mobis que colocou em exposição peças de mobiliário de cerca de 20 marcas portuguesas, com o objectivo de sensibilizar a população residente e os turistas para o Design do mobiliário fabricado em Portugal. A exposição foi um sucesso: Design, criatividade e qualidade foram as palavras que mais se ouviram durante o dia, mesmo da parte de turistas estrangeiros, que se mostraram bastante agradados com o que viram.

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Construtora da Bairrada cresce 200%


A Construtora da Bairrada, que completou 25 anos, anunciou que, nos últimos cinco anos, teve uma taxa de crescimento de cerca de 200%, passando de uma facturação de  seis milhões de euros em 2005, para 12 milhões em 2009. Jaime Pereira, CEO [chief executive officer] da empresa, prevê que a taxa de crescimento, para o corrente ano, atinja os  17%.
Apesar dos números serem animadores, Jaime Pereira – durante a comemoração dos 25 anos da empresa, no penúltimo sábado, nas Caves Aliança, em Sangalhos – relembrou que “desde 2002 que a fileira da construção atravessa a maior crise de que há registo, agravada pela recessão económica global”. “Portugal precisa, com carácter de urgência, de voltar a crescer, criar riqueza e travar o desemprego. Para o conseguir, é absolutamente indispensável avançar com um conjunto de medidas essenciais para repor o sector e o país numa trajectória de crescimento, que permita ultrapassar a crise e iniciar um caminho de convergência com as economias mais desenvolvidas”, referiu o responsável pela empresa.
Jaime Pereira defende que “o país só poderá crescer se houver mais e melhor investimento e, consequentemente, obras que permitam manter a actividade das empresas e o emprego”. “Porém, não é isso que acontece, tornando-se muito difícil gerir empresas no contexto de indefinição generalizada em que nos encontramos, com programas e decisões a serem sucessivamente adiadas e postas em causa”, afirma.

Estratégia. Ao longo dos 25 anos de existência, a Construtora da Bairrada tem orientado a sua cultura empresarial, sustentada num modelo de gestão em que a promoção e a aplicação da confiança é o valor mais importante na relação com todos os intervenientes – clientes, fornecedores e colaboradores.
Seguindo uma estratégia de crescimento e sustentabilidade, foram criadas outras empresas associadas: CBSI, JOSCO e LAGOPALACE, ligadas ao sector imobiliário e JABRIC, ao fabrico de carpintarias. Em 2007, foi iniciado um processo de internacionalização com a criação de uma empresa em Marrocos, LUSOPOR, onde, em Fevereiro deste ano, começaram a construção de um projecto imobiliário de grande dimensão – construção de 820 apartamentos, num investimento superior a 40 milhões de euros.


Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Restaurante Batista celebra 20.º aniversário


O Restaurante Batista, localizado no Outeiro de Cima (Mogofores), está a completar 20 anos de existência. Para celebrar tão significativa data juntou, no passado sábado, 170 pessoas (familiares, colaboradores, fornecedores, autarcas e amigos) à volta de dois porcos no espeto. A festa, que incluiu animação com conjunto e bailarico, terminou pela noite dentro, sem que antes a família tivesse apagado as 20 velas do bolo, que simbolizaram duas décadas de actividade do restaurante.
É um dos mais conhecidos restaurantes do concelho de Anadia e da região. As espetadas na brasa deram-lhe fama e, juntamente com alguns pratos da gastronomia regional (chanfana e negalhos), continuam a atrair os comensais, ao almoço e ao jantar, provenientes de vários pontos da Bairrada e da região Centro.
Pelas mãos dos ex-emigrantes (na Venezuela) Manuel Batista e da esposa Maria Fé Batista, o restaurante cresceu de uma forma equilibrada, contudo o proprietário não deixa de mostrar algum desânimo face às circunstâncias actuais. “É um facto que as dificuldades económicas, os elevados impostos, as muitas regras e exigências e a crise social que o país e a região atravessam trazem muito menos gente ao restaurante nos dias que correm”, diz.
Aliás, Manuel Batista reconhece que a primeira década de vida foi muito positiva, apesar da natural dificuldade sentida quando se começa com um projecto desta natureza.
“Não foi fácil, isto aqui era um deserto e não havia nada”. As dificuldades foram ultrapassadas e, graças a uma cozinha cuidada e de qualidade, o restaurante foi ganhando fama que rapidamente se espalhou. Vieram anos muito bons, com as salas a encher várias vezes. Hoje, reconhece que a situação é bem diferente e a quebra de clientes é evidente, o que faz com que saia muito menos comida.
Manuel Batista reconhece ainda que os vários anos em que esteve emigrado foram uma grande escola, que o ajudaram a definir o que queria. O projecto, como tantos outros, nasceu pequeno. A obra arrancou em 1984, embora diferente, pois a ideia inicial que tivera em 1979, aquando de umas férias à terra natal, era a de montar um café com uma sala para petiscos, o que não chegou a acontecer. Em 1989, o restaurante foi finalmente mobilado e recheado. As portas abriram-se a 7 de Julho de 1990, ano em que o proprietário regressou definitivamente a Portugal. Seguiu-se uma década de sucesso, que o catapultou para o patamar das casas mais frequentadas da região, até que, em 1998, houve necessidade de aumentar o restaurante. O espaço triplicou e as obras profundas deram-lhe uma maior imponência. Hoje, possui várias salas (450; 130 e 80 pessoas) aptas a realizar o mais variado tipo de banquetes: casamentos, comunhões, baptizados e reuniões empresariais. O snack-bar pode acolher 60 clientes.
“O que hoje temos devemos ao muito esforço, dedicação, carinho e grande qualidade das carnes e peixes que utilizamos”, diz Manuel Batista, reconhecendo que as espetadas foram uma aposta vencedora, assim como os ossinhos de vitela na grelha ou o churrasco de vitela. O segredo diz estar na qualidade da matéria-prima, no tempero e na forma de confeccionar os grelhados. Segredos que só ele e o filho (Lino Manuel) sabem e que mantêm religiosamente guardados.
Quanto ao futuro, acredita que melhores dias virão, já que este restaurante de cariz familiar pretende continuar a servir com muita qualidade todos os clientes e amigos, muitos dos quais se mantêm fiéis desde a abertura da casa.
CC

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