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Misericórida de Sangalhos requalifica e amplia instalações


Depois do projeto de requalificação e ampliação do Lar da Misericórdia de Sangalhos ter sido apresentado publicamente na tarde do passado dia 20 de setembro, no auditório do Centro paroquial de Sangalhos, em cerimónia presidida pelo bispo de Aveiro, D. António Moiteiro Ramos, mas onde estiveram também presentes Rui Cruz, diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Aveiro, Paulo Gravato, presidente do Secretariado Regional de Aveiro da UMP e Teresa Cardoso, presidente da Câmara de Anadia, agora, foi a vez do projeto ser apresentado no Plenário do Conselho Local de Ação Social de Anadia.
Foi na última quinta-feira, dia 25 de setembro, no auditório do Museu do Vinho, em Anadia.
Na oportunidade, Helena Le Branc, Vera Felício, responsáveis da Misericórdia juntamente com o provedor Manuel Gamboa apresentaram o projeto aos parceiros, sublinhando a importância de uma obra que visa diminuir a lista de espera que é já de 76 pessoas, mas porque o atual edifício apresenta carências de vária ordem. De resto, o provedor salientou a pertinência da obra, porque as atuais instalações não cumprem o normativo em vigor, mas porque é igualmente necessário manter mais de uma centena de postos de trabalho, assim como garantir que os utentes passam a usufruir de um espaço harmonioso e acolhedor. Por isso, o Núcleo Executivo da Rede Social de Anadia não teve dificuldade em emitir um parecer favorável, para o alargamento de acordo de cooperação da resposta social de Estrutura Residencial para Idosos para 30 clientes.
A obra de grande envergadura, que deverá arrancar em 2015, terá um ano para ficar concluída. Orçada em dois milhões e meio de euros (acrescido de IVA), prevê-se que venha a ser objeto de uma comparticipação de fundos comunitários na casa dos 70%.
Este projeto de requalificação e empliação embora urgente, será feito faseadamente começando pela ampliação, na medida em que o Complexo Social de Apoio à Pessoa Idosa, com 32 anos de vida, está desajustado das necessidades atuais.
O complexo passará a ter três pisos – atualmente tem dois – com capacidade para 60 camas, em condições de conforto e segurança completamente distintas, criando também mais postos de trabalho.
Acrescente-se ainda que está previsto que todos os quartos duplos e individuais venham a ter varanda, a construção de uma capela, biblioteca/museu, integrando elevadores e acessibilidades várias, entre muitos outros melhoramentos.
CC

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Anadia: Construção da Escola Básica e Secundária retomada e obra concluída até ao final do ano letivo 2014/15


Vai ser retomada a construção da Escola Básica e Secundária de Anadia que, em 2011, tinha sido suspensa pela Parque Escolar.
A notícia é avançada pela própria edil anadiense, Teresa Cardoso, que admite saber da cedência de posição contratual a um novo empreiteiro que vai retomar e concluir a obra. O recomeço deverá acontecer antes do verão terminar.
“O que sei não é oficial, mas chegou-me ao conhecimento que estão a ser concluídas negociações para, muito em breve, ser retomada a obra da construção da Escola Básica e Secundária de Anadia”, diz a edil, acrescentando ainda que o prazo para a conclusão da mesma será também muito curto, ou seja, “até ao final do ano letivo de 2014/2015.”
Para a autarca anadiense esta é uma notícia há muito aguardada por si e por toda a comunidade escolar do concelho, já que o novo edifício cuja construção foi suspensa começa a acusar alguma degradação.
As obras do novo equipamento, inicialmente orçadas em 16,3 milhões de euros, foram suspensas em 2011 quando a Parque Escolar foi confrontada, pelo Ministério da Educação, com a necessidade de reduzir ao seu orçamento para 2012, cerca de 110 milhões de euros, uma situação que obrigou a um reajustamento das obras em curso, estabelecendo prioridades. A interrupção estava prevista por um ano, perspetivando-se a retomada em 2013, o que não veio a acontecer.
Neste meio tempo, associação de pais e encarregados de educação e associação de estudantes têm-se desdobrado em contactos para pressionar a retoma da obra, levando a cabo algumas manifestações e protesto contra a interrupção da construção da nova escola com capacidade para 1500 alunos, mas também pelo facto das atuais instalações, frequentadas por cerca de 700 alunos, estarem completamente degradadas, constituindo, nalgumas situações, perigo à integridade física de alunos e professores.
Já este ano, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova, respondendo a uma pergunta do deputado do PSD Paulo Cavaleiro, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, revelava que durante o verão as obras seriam retomadas.
Este novo equipamento escolar terá três pisos, 76 salas de aulas, ocupando 14 mil metros de área coberta.
Catarina Cerca

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Amoreira da Gândara: Mais 9 mil euros para a obra da Casa do Povo


No último sábado, a Casa do Povo de Amoreira da Gândara realizou, pelo quarto ano consecutivo, um almoço de angariação de fundos para as obras de ampliação e remodelação das instalações destinadas ao Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário. Participaram cerca de 300 pessoas, tendo envolvido ainda 35 pessoas (entre colaboradoras e serventes). Devido ao tempo incerto, o almoço não se realizou no agradável jardim da Instituição, mas nas novas infraestruturas. Assim, apesar de inacabado, foi uma forma dos convidados desfrutarem e conhecerem o novo espaço.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, esteve presente e deixou um incentivo às obras da instituição, disponibilizando-se a ajudar na agilização dos processos burocráticos que têm surgido e a apoiar, na medida do possível, esta iniciativa.
O presidente da Casa do Povo de Amoreira da Gândara, Manuel Ferreira, referiu que, mais do que dizer quando irá acabar a obra, prefere reforçar que a mesma já começou e esse era o pior passo. “Prefiro não avançar com datas, pois depende exclusivamente da disponibilidade financeira existente”, disse, garantindo que de momento se estão a canalizar esforços para finalizar a 1.ª fase até ao fim do ano, o que permitirá aos idosos começar a usufruir de uma parte das novas instalações.
O presidente da direção reforçou que “estamos conscientes de que existe um longo caminho a percorrer, mas estamos melhor hoje do que há quatro anos e para o ano estaremos com certeza melhores do que hoje”.
Frisou que “a Casa do Povo é a instituição do concelho de Anadia que possui as piores infraestruturas, o que não a impede de estar sempre lotada ao nível das respostas para idosos”, devido aos serviços prestados e “ao seu capital humano”.
A obra em curso “vai minorar as dificuldades, criar oportunidades e responder de forma mais realista às exigências de cada idoso; vai melhorar os serviços e ser uma aposta na sustentabilidade e na garantia da qualidade de vida dos futuros beneficiários e familiares”. Nos agradecimentos, o presidente evocou o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, que atribuiu dois subsídios determinantes para o início da obra e também na sua continuidade. Aproveitou para agradecer o apoio da Câmara e manifestou a sua gratidão às colaboradoras da instituição, pelo esforço e empenho, aos fornecedores, aos sócios, clientes e a todos os presentes. Ficou também verbalizado o apreço da instituição pelos serventes que ajudaram no almoço, de forma voluntária.
Já o vice-presidente da direção, Luís Ferreira, enfatizou estarem ali pessoas não apenas de Anadia, mas também de Oliveira do Bairro, Vagos, Águeda, Cantanhede e agradeceu a todos os que não puderam estar, mas contribuíram.
O vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, verbalizou que não vira as costas a esta iniciativa, porque continua a acreditar nela.
A festa continuou com muita animação, tendo a instituição angariado cerca de 9 mil euros, verba que será canalizada para as obras de ampliação e remodelação.

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Anadia: Construção da Secundária recomeça no verão


A construção da Secundária de Anadia vai ser retomada no verão deste ano.
A garantia foi deixada pelo secretário de Estado Ensino e Administração Escolar, João Casanova, respondendo a uma pergunta do deputado do PSD Paulo Cavaleiro, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura.
Paulo Cavaleiro, deputado eleito pelo Círculo de Aveiro, abordou o governante sobre as condições do estabelecimento de ensino de Anadia, que o grupo parlamentar do PSD/Aveiro visitou recentemente. “É um caso que tem de ter, verdadeiramente, uma atenção especial. Deve preocupar-nos a todos e peço ao Governo que tenha uma atenção especial” – referiu, na ocasião, o deputado, ouvindo do governante que no próximo verão as obras serão retomadas.
Na mesma intervenção, Paulo Cavaleiro indagou sobre o ponto de situação relativamente à remoção do amianto das escolas do país, tendo João Casanova respondido que houve obras em 117 estabelecimentos de ensino que careciam dessa intervenção urgente, havendo trabalhos em curso em mais 36, “sem prejuízo do trabalho da Direção Geral no sentido de ser elaborada uma relação exaustiva das escolas que necessitam de intervenção”.
O parlamentar social democrata lembrou ainda “quanto custa, hoje, manter essas escolas”, sublinhando a existência de “outro custo de que pouca gente fala”, aquele que acarreta “dificuldade para manter algumas escolas em funcionamento”.

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Amoreira da Gândara: Casa do Povo recebe subsídio de 170 mil euros da tutela


A Casa do Povo de Amoreira da Gândara encontra-se a fazer obras de ampliação e remodelação das suas instalações destinadas à terceira idade, nomeadamente às respostas de Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário.
Tendo em conta que as infraestruturas existentes são muito antigas, exíguas e desadaptadas ao fim a que se destina, estas obras têm como objetivo criar condições para os idosos, assim como criar condições de trabalho às colaboradoras. Um outro objetivo, e não menos importante, passa por adquirir a licença de utilização que irá colocar a instituição na legalidade, o que lhe dá maior probabilidade de crescimento futuro.
Na sequência de um pedido de ajuda que a Casa do Povo fez ao Ministério da Solidariedade e da Segurança Social tendo ainda, em 2011, sido contemplada com o montante de 52.200 euros, o que constituiu uma ajuda importante para o arranque desta obra, a instituição conseguiu investir, em 2012, cerca de 120 mil euros. No ano passado, o deputado Raúl Almeida e o presidente da concelhia do CDS-PP/Anadia, Tiago Castelo-Branco, numa visita às instalações da instituição e colocando-se ao corrente das dificuldades sentidas, aconselharam a direção da Casa do Povo a fazer novo pedido de subsídio ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, deixando a garantia de que a instituição poderia contar com o apoio de ambos, que colocariam o Ministro a par da real situação da instituição. Neste sentido, no final de 2012 foi feito novo pedido ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social e “foi com grande entusiasmo que chegou já este mês a resposta de atribuição de uma verba no valor de 170 mil euros.”
Segundo a direção, “trata-se de um incentivo muito importante para todos nós não apenas pelo seu valor monetário, mas também pela motivação e ânimo que traz para acreditar neste projeto”. A Casa do Povo considera ser um incentivo que constitui também um reconhecimento pela necessidade desta obra e é sempre reconfortante verificar que o cariz social e humanitário ainda está presente e que ainda existem iniciativas que apostam nesta missão.
Este montante, referem, “irá permitir concluir a primeira parte da obra que se destina à ampliação da instituição”, calculando a direção que, em fevereiro de 2014, os idosos já passarem a usufruir do espaço do novo edifício, o que constitui grande melhoria à qualidade na prestação de serviços.
Assim, as novas instalações serão equipadas com a sala de estar dos idosos, a sala de atividades, as casas de banho, nomeadamente de apoio à higiene corporal, gabinetes técnicos e administrativos. Será de facto o edifício que terá um maior impacto na prestação direta dos serviços a esta faixa etária e que já vai ser possível a partir do primeiro trimestre do próximo ano.
Este constitui um sonho antigo que agora começa a ganhar forma, em grande parte devido ao apoio do Ministério da Solidariedade que, no total, atribuiu 222.200 euros para este fim.
Ficará por concluir a parte respeitante à remodelação que integra o refeitório, a cozinha, os vestiários das colaboradoras e a lavandaria.

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Obras da Alameda da Cidade de O.Bairro estendem-se por terrenos de Sangalhos


A designada rotunda 4, integrada na empreitada da “Nova Alameda da Cidade” de Oliveira do Bairro, está a ser construída no limite do concelho oliveirense, com a freguesia de Sangalhos, concelho de Anadia.
A construção desta rotunda, já em execução, foi discutida em reunião do executivo de Anadia, realizada na última quarta-feira, dia 28, na medida em que o autarca de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, enviou uma missiva a Litério Marques, dando conta que, “por uma questão de concordância com a rotunda que estamos a iniciar junto à Escola Secundária, impõe-se para quem circula no sentido Sangalhos – Oliveira do Bairro, disciplinar a envolvente a esta nova rotunda”.
Com isto, o edil oliveirense referiu-se em concreto à necessidade de efetuar obras ao nível de “recolha de águas pluviais, provenientes de Sangalhos e simultaneamente executar um passeio com cerca de 20 metros, na freguesia de Sangalhos”.
Daí que, no passado dia 27, técnicos das duas Câmaras Municipais e o presidente da Junta de Freguesia de Sangalhos, António Floro, tenham reunido no local da obra para esclarecer que nesta reconfiguração geométrica da ex-EN 235, na entrada sul no município de Oliveira do Bairro, junto à Secundária, o triângulo de aproximação a sul e respetivas faixas e passeios adjacentes ficam localizados na freguesia de Sangalhos.
De acordo com os técnicos da autarquia anadiense, que estiveram no local, “para além da correção do traçado da via existente, na aproximação sul da rotunda, de modo a proporcionar igualmente uma desejável qualificação formal da envolvente, foi do entendimento de todos os presentes que a obra em curso, da responsabilidade da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, deverá contemplar a realização de um conjunto de trabalhos naquela zona:
– construção de um passeio com a largura de 2,25m, devidamente pavimentado, em ambas as faces da ex-EN 235 desde a rotunda, a norte, até à zona da entrada (portão recuado) do prédio onde reside Herculano Maia, a sul;
– repavimentação da faixa de rodagem confinante com os passeios, numa largura de 7 metros;
– execução de infraestruturas de recolha e condução de águas pluviais necessárias que salvaguardem a continuidade da rede existente ao longo da ex-EN 235, nesta parte da freguesia de Sangalhos, que se realiza de modo superficial e em valetas.”
Aos vereadores, Litério Marques apenas acrescentou que, face à análise efetuada pelos técnicos da Câmara Municipal de Anadia, “deverá agora a Câmara Municipal de Oliveira do Bairro cumprir o que está exposto na informação técnica elaborada pela divisão de planeamento, ambiente e vias municipais da Câmara Municipal de Anadia.”

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Centro Escolar de Sangalhos concluído em 2014


Custa 1.905.880 euros, ocupará 2.575 m2 e estará concluído dentro de 15 meses. Falamos do futuro Centro Escolar de Sangalhos que vai ser construído num terreno junto ao Velódromo Nacional.
A apresentação do equipamento e a assinatura do auto de consignação da obra com o empreiteiro responsável – Socértima – teve lugar na última sexta-feira, no Velódromo Nacional, em Sangalhos.
Um evento que contou com a presença de elementos da vereação anadiense, presidente da Assembleia Municipal, membros da Junta de Freguesia de Sangalhos, vários autarcas, professores e educadores.
Este Centro Escolar seguirá a mesma linguagem arquitetónica dos restantes Centros Escolares em construção (Paredes do Bairro e Avelãs de Cima). Terá oito salas de aulas, uma sala de informática, três salas para o ensino pré-escolar, uma biblioteca, uma reprografia, uma sala polivalente, um refeitório e cozinha, sala de professores, sala de apoio a educadores, vários sanitários e parque infantil.
Aos presentes, o arquiteto responsável pelo projeto, Rui Rosmaninho explicou pormenores do edifício que será de piso térreo (rés-do-chão), com boa orientação solar e pátios interiores por forma a criar ambientes diferentes.
O equipamento que servirá o ensino pré-escolar e do 1.º ciclo da freguesia, dita, por certo, o encerramento das restantes escolas que ainda se vão mantendo em funções, mas permitirá condições de trabalho, conforto e aprendizagem únicas. O bom isolamento térmico e acústico, a fácil manutenção e a rentabilização de espaços de circulação são algumas das mais-valias do novo Centro Escolar, que deverá receber um máximo de 264 crianças.
Na oportunidade, o autarca António Floro destacaria que este projeto virá contribuir para o bem-estar da comunidade escolar, não deixando de destacar que são várias as obras de vulto em curso na freguesia: pavilhão do Sangalhos DC, remodelação e ampliação da ETAR, renovação da rede de água, rede viária, a que se soma o Velódromo Nacional, equipamento único no país.
Para o autarca Litério Marques, Sangalhos, “terra de gente muito reivindicativa”, está a usufruir de investimentos de que carecia há muito tempo, lamentando apenas que, devido a constrangimentos vários e ao contrário de outros Centros Escolares do concelho, este será feito sem apoio de fundos comunitários, ou seja, apenas recorrendo ao orçamento da Câmara Municipal.
“Esta obra será feita sem o apoio da tutela ou de qualquer organismo, mas é para a Câmara pagar, pois quando for embora, deixarei dinheiro cativo para que assim seja”, explicou, contrariando alguns rumores de que “o executivo está a fazer obras para outros pagarem ou a endividar o município.
“Poderia não fazer estas obras, alegando não ter dinheiro, uma vez que foram pensadas para Fundos Comunitários. Fazêmo-las porque temos dinheiro e não vamos endividar o município, uma vez que pagamos a pronto”, destacou.
Aos presentes explicou também que, com a conclusão deste equipamento, a velha Escola da Pista será um desafio para o Sangalhos DC, que ali terá à disposição um espaço desportivo onde poderá dedicar-se à formação desportiva. “Já a prometida e projetada posta de BMX permanece por agora uma incógnita, face à falta de comparticipações estatais para este tipo de equipamentos”, concluiu.

Catarina Cerca

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Ampliação da Etar de Sangalhos ultrapassa 2,5 milhões de euros


 

Orçada em 2.581.971 euros, a remodelação e ampliação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Sangalhos é, sem dúvida, um dos maiores e mais ambiciosos investimentos feito pela Câmara Municipal de Anadia na área do saneamento básico, a par de um outro grande Sistema – o do Levira.
O auto de consignação da obra teve lugar na última quinta-feira, na Câmara Municipal, e contou com a presença dos responsáveis da empresa vencedora a quem foi adjudicada a obra: Espina & Delfim/FactorAmbiente, Ldª.
A obra, que foi adjudicada por um valor mais baixo do que aquele inicialmente previsto (ou seja, 1.126.631 euros abaixo do preço base, que era de 3.708.602,83 euros) faz parte do investimento da autarquia anadiense no Sistema Integrado do Cértima. Com prazo de execução de 12 meses, esta infraestrutura irá possibilitar a desativação das ETAR’s de Arcos e Mogofores. Com o financiamento de 85%, obtido através do QREN, o município de Anadia, mesmo assim, terá de desembolsar cerca de meio milhão de euros (15%). Foi ainda prevista, pela empresa que elaborou o projeto, a elevação em mais de um metro da ETAR, por se encontrar em leito de cheia, junto ao rio Cértima.
De acordo com o autarca Litério Marques, esta ETAR “é uma peça fundamental do Sistema Integrado de Saneamento de Cértima, integrado no mais abrangente Sistema Integrado de Drenagem e Tratamento de Águas Residuais do Concelho de Anadia”, sendo estar ETAR responsável pelo tratamento de todos os esgotos produzidos por cerca de 25 mil habitantes. A título de curiosidade, refira-se que vão ser tratados cerca de 5.700 m3 de esgotos/dia, e 200 m3 de água/hora, que será encaminha para o rio completamente limpa.
Na oportunidade, Litério Marques reconheceu que o grande objetivo é alcançar a “cobertura total do saneamento básico no concelho”, e referindo-se em concreto ao consórcio luso-espanhol, avançou que este “deu um sinal claro de que iria ter a obra concluída dentro dos prazos previstos”. “Isso é bom para vocês e para a Câmara, que paga atempadamente aos seus fornecedores”, dando a indicação de que em Anadia “trabalhos executados significa trabalhos pagos”.
Aos responsáveis Francisco Esteves e Óscar Gutierres, da empresa Espina & Delfim/FactorAmbiente, aconselhou a estarem atentos e a prepararem-se para concorrer a mais obras em Anadia.

Tecnologia de ponta. A remodelação da ETAR de Sangalhos será complexa e utilizará tecnologia de ponta. É que, para além da beneficiação de infraestruturas existentes, integrará novos órgãos de tratamento preliminar, tratamento primário e secundário, bem como um revolucionário sistema de tratamento de lamas. O sistema de tratamento a implementar prevê ainda a reutilização de parte da água tratada (35 m3/dia), em diversas operações de exploração da ETAR e constituirá, ainda, um recurso precioso de apoio ao corpo de bombeiros, no combate a incêndios, mas também para rega. Para tal, será instalado um sistema de afinação do tratamento, constituído por operações de filtração e desinfeção, através de radiação ultravioleta, com armazenamento final em reservatório, a construir para o efeito.
O tratamento das lamas destina-se a que as mesmas possam vir a ser utilizadas na atividade agrícola.
A ETAR de Sangalhos será ainda equipada com um avançado sistema automático de monitorização do processo de tratamento que permitirá a sua monitorização no local, mas também permite a ligação remota através de um Portal WEB acessível através de uma simples ligação por internet. Deste modo, será possível a intervenção no modo de funcionamento.
A ETAR será ainda beneficiada com um novo e totalmente equipado laboratório de análise, estando prevista a instalação de um amplo sistema de videovigilância, de um sistema automático de deteção de intrusão, e de um sistema de deteção de incêndios.

Catarina Cerca

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Anadia: Circuito de manutenção na zona desportiva da cidade


A cidade de Anadia vai ter um circuito de manutenção na zona desportiva. A notícia foi avançada pelo próprio autarca Litério Marques, na última reunião de executivo.
Este novo espaço de lazer começa a tomar forma junto às piscinas municipais e às futuras instalações da Escola Básica e Secundária de Anadia.
O projeto de embelezamento desta zona está a ser desenvolvido pelos serviços técnicos camarários e, de acordo com o edil anadiense, “é um circuito de manutenção que integrará ainda um pequeno parque de lazer e merendas”, não descartando a hipótese do projeto (ainda em elaboração) ser mais ambicioso.
Neste momento estão em curso os trabalhos de movimentação de terras, por forma a que naquela vasta área possa surgir um circuito de manutenção, em terra batida, mas também espaços relvados, com várias árvores. “Vamos tirar os eucaliptos, manter os pinheiros e os cedros e plantar um número elevado de árvores de sombra junto ao novo equipamento escolar e à estrada”.
As obras de fundo que vão remodelar esta área começam dentro de um mês, tendo ainda Litério Marques avançado que a autarquia irá adquirir equipamentos específicos – desportivos e lúdicos – para apetrechar aquele espaço.
O espaço será, segundo referiu, “uma mais-valia para a cidade”, na medida em que vem colmatar uma lacuna – a inexistência de um circuito de manutenção na cidade.
É que, na sua opinião, o local ideal para receber este tipo de projeto seria o Monte Crasto. Contudo, reconhece que “os defensores do ambiente – que não defendem nada, nem coisa nenhuma – arranjariam formas de criar grandes problemas e entraves a esta pretensão. O Monte Crasto, pela sua localização e caraterísticas, será excelente para receber um circuito de manutenção, mas dadas as dificuldades, optámos por melhorar e dar uma outra configuração e aproveitamento à zona envolvente à futura Secundária e Piscinas Municipais”, destacou, não deixando de acrescentar que, “um dia, pode ser que as mentalidades mudem e o Monte Crasto possa vir a ser devidamente preservado e aproveitado em benefício da população do concelho”.

Catarina Cerca

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Parque de Lazer da Fogueira vai ser uma realidade


A tão desejada construção de um Parque de Lazer no lugar da Fogueira, freguesia de Sangalhos, vai ser uma realidade.
Na reunião de câmara do executivo anadiense, realizada no dia 25 de julho, foi decidido, por unanimidade, atribuir um donativo à Junta de Freguesia de Sangalhos, de 5 mil euros, para aquisição dos terrenos necessários à implantação de um Parque de Lazer no lugar da Fogueira, na freguesia de Sangalhos.
A obra, que é um sonho antigo do executivo da JF, liderado por António Floro, começa agora a tomar contornos mais definidos com a ajuda atribuída pela Câmara Municipal de Anadia. O Parque de Lazer irá ser implantado junto ao lavadouro do lugar – Porto das Figueiras – que, segundo António Floro, “possui condições privilegiadas” para além de poder ser adquirido por um preço acessível tendo em conta a dimensão e as caraterísticas do espaço.
Por isso, foi já formalizado com o proprietário do terreno um contrato de promessa de compra e venda do referido espaço, tendo sido já realizado um levantamento topográfico do local, por forma a dar início à obra.
O apoio de 5 mil euros não é muito, na medida em que a Junta de Freguesia terá de desembolsar 8.505 euros pelo terreno, que tem uma área de 5.670m2 e que se irá juntar a uma outra parcela já pertencente à autarquia. No total, o parque ficará com mais de 8 mil m2.
A JB, António Floro revela que se trata de um projeto que irá colmatar uma lacuna da freguesia e, por conseguinte, será de certeza uma mais-valia para a população e concelho.
Embora reconheça que a JF não tem capacidade financeira para adquirir o terreno, solicitou apoio à Câmara Municipal de Anadia, que decidiu, por unanimidade, atribuir este subsídio.
“Não é o subsídio ideal, porque o ideal seria o total. Mas somos realistas, sabemos das dificuldades e agora teremos de arranjar a verba restante, com a ajuda de alguns particulares e com o sacrifício da Junta de Freguesia iremos fazê-lo”, diz.
Embora reconheça tratar-se de um projeto embrionário, o seu sonho para aquele espaço é, no mínimo, ambicioso.
“Já pedimos a colaboração a arquitetos e técnicos da Câmara. Não queremos cortar qualquer árvore desnecessariamente. Para além de uma ligeira alteração do curso de água, queremos criar um lago, arranjar todo o espaço envolvente, com relvas, flores e árvores, assim como, no futuro, ali colocar bancos, mesas, zona de estacionamento, churrasqueiras e sanitários”.
Um projeto ambicioso que acredita ser possível com a ajuda e colaboração de toda a comunidade.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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