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Grada:Sem-abrigo encontrado morto numa vala perto de uma vinha


Um sem-abrigo, que era frequentemente visto na zona central da cidade de Anadia (junto ao Tribunal) foi encontrado sem vida na manhã da última sexta-feira, dia 14, em Grada (Anadia).
Para já, parece estar afastada a hipótese de crime, pois os indícios encontrados levam a crer que o homem, natural de Mangualde, terá caído da bicicleta para uma pequena ribanceira, na zona de Grada.
Abílio Sequeira tinha 47 anos e era solteiro. Residia em Anadia, ainda que em condições bastante precárias.
Segundo apurámos, o corpo foi encontrado por um trabalhador que se dirigia para uma vinha onde ia começar a trabalhar ao início da manhã. “Apercebi-me, ao longe, da bicicleta e pensei que teria sido abandonada ali. Quando me aproximei é que vi o corpo. Foi um enorme susto. Já devia ali estar há uns dias. O corpo estava inchado e começava a cheirar mal”, disse Carlos Pior, que de imediato contactou o 112.
Aparentemente, o homem terá saído da estrada e caído na ribanceira, junto a uma vala. “Ele estava com a cabeça na água”, adiantou Carlos Prior.
Embora seja possível que o homem tenha morrido na sequência da queda ou por afogamento, no local, a GNR de Anadia só pôde proceder ao levantamento do corpo por volta as 11h30, tendo sido transportado para o Instituto de Medicina Legal de Aveiro onde foi autopsiado.
Segundo apuramos, Abílio Sequeira poderia já estar no local onde foi encontrado há vários dias e não mantinha qualquer contacto com a família há cerca de oito anos, altura em que esta, residente em Mangualde, lhe perdeu o rasto.
O seu funeral realizou-se ontem, quarta-feira, na sua terra natal.
Catarina Cerca

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Zona Industrial de Oiã é massacrada por vaga de assaltos


Os empresários instalados na Zona Industrial (ZI) de Oiã estão a ser fustigados por uma vaga de assaltos. Só nos últimos dias, duas empresas foram lesadas em cerca de 200 mil euros. A GNR diz que as estatísticas comprovam que os assaltos têm diminuído, mas, na verdade, os empresários queixam-se que estão a aumentar e dizem que os dados da GNR são explicados pelo simples facto das empresas terem deixado de apresentar queixa, para não perderem tempo e dinheiro.

Só um furto de cobre, na tarde do último domingo, na empresa Vimartins, causou um prejuízo que pode ascender a mais de 170 mil euros. É que um posto de transformação de 1600 Kva foi completamente destruído, deixando a empresa paralisada e 50 funcionários parados.

João Pires, administrador da empresa, explicou ao Jornal da Bairrada que os indivíduos entraram por uma zona de pinhais e começaram por desligar um poste de média tensão da EDP, utilizando de seguida uma carrinha da empresa para rebentar o posto de transformação. “Só o custo deste equipamento poderá oscilar na casa dos 80 mil euros, com a agravante da empresa ficar completamente parada”, sublinhou João Pires, acrescentando que “a empresa fica impossibilitada de entregar as encomendas e terá que mandar os funcionários para casa”.

João Pires, visivelmente revoltado com o sistema judicial e policial, conta que a sua empresa já foi várias vezes assaltada sem que os responsáveis sejam punidos. “Este é mais um assalto para constar das estatísticas e nada mais. A GNR nada tem feito e enquanto existir uma acampamento de indivíduos de etnia cigana aqui nas proximidades, dificilmente os assaltos terminarão”, acrescentou.

Este empresário diz ainda que “ninguém consegue aguentar por muito tempo, assaltos, atrás de assaltos. Isto é uma vergonha”.

Recorda ainda que “os problemas que estão na origem dos assaltos na zona industrial de Oiã já estão mais do que identificados e foram dados a conhecer numa reunião, mantida com responsáveis da polícia, da junta e da Câmara, mas nada foi feito até agora”.

A GNR de Oliveira do Bairro compareceu no local uma hora depois de ter sido chamada. “Acha normal que sejamos vítimas de um assalto desta magnitude e a GNR demore uma hora a chegar”, questiona o empresário.
A ZI de Oiã está a ser, pois, varrida por uma vaga de assaltos. Os seus promotores “trabalham” à vontade, por vezes, durante o dia.

Queixas. A empresa Trougal, mais uma vez (pelas contas dos donos, a 50.ª), recebeu, também, nos últimos dias, a visita indesejada dos larápios.
Os indivíduos aproveitaram as traseiras dos pavilhões e a existência de um talhão de choupos, para rebentarem com uma das portas do armazém de lamas, há pouco reforçada, e recolheram um garibalde.

Segundo um dos proprietários da empresa, “os indivíduos não se ficaram por aqui e até um engenho de ferro de poço carregaram”. “Tudo o que lhe cheire a ferro ou cobre, nada escapa aos vândalos”, refere, sublinhando que “sem a existência dos sucateiros recetadores, os roubos de certo diminuiriam”.

Neste caso e de outras empresas, vítimas de assaltos, “o caso não foi comunicado à GNR, “porque os resultados das muitas participações foram zero”.

Provas. A empresa de manutenção “MAN” também já foi alvo de vários assaltos, nomeadamente às instalações e ao gasóleo dos camiões que se encontram no parque. O último assalto ocorreu na semana passada, quando indivíduos de etnia cigana, durante o dia, carregaram ferro.
É prática da empresa apresentar queixa, no entanto, todos os processos têm sido arquivados por falta de provas.

Furtos aumentam. As estatísticas dizem o contrário, mas na realidade o furto de ferro e cobre das instalações elétricas tem aumentado na Bairrada. Uma só noite pode render aos assaltantes mais de 700 euros, já que o cobre está a ser comercializado, segundo fonte policial, entre os 7 e os 8 euros o quilo.

Os assaltantes têm incidido a sua atividade criminosa nos postes elétricos e postos de transformação da EDP, de onde retiram os cabos de ligação à terra, deixando desprotegidas as instalações.

Sistema judicial. Fonte policial referiu que o sistema judicial não leva em conta que o furto do cobre em instalações elétricas origina problemas de segurança nas instalações, sendo tipificado apenas como mais um furto.
Há um ano, o campo desportivo do Águas Boas, em Oiã, foi visitado e mais de 250 metros de cobre, equivalente a 200 quilos de cobre, foram furtados. O prejuízo foi superior a dez mil euros e os culpados nunca foram detidos.
Fonte policial explicou ainda que “o cobre é derretido e introduzido no mercado, o mesmo acontecendo com as tampas de saneamento que são fundidas”.

O nosso interlocutor diz que “na Bairrada estão referenciados alguns sucateiros, contudo, muitos destes são intermediários de empresas de maior dimensão, algumas das quais localizadas no norte do país”, justificando que “o crime de recetação é muito difícil de ser provado”.

“Temos proprietários de sucateiras que já foram constituídos arguidos, mas acabam sempre por ser condenados ao pagamento de multas”. “A justiça olha para estes furtos como crimes menores”, acrescenta a fonte.

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Anadia: Aluna agredida pela prima à saída da Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada


Um desentendimento entre duas primas esteve, ontem, na origem de uma agressão grave, à saída da Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada. Uma jovem aluna daquele estabelecimento de ensino, de 18 anos, golpeou com um x-ato, a prima, de 21, no pescoço. Tudo aconteceu na sequência de uma discussão à saída da escola, por volta das 13h30. 
As jovens, de nacionalidade cabo-verdiana, estudam naquele estabelecimento de ensino, embora em anos diferentes.
A aluna, ferida com gravidade, recebeu tratamento na Consulta Aberta de Anadia, tendo sido transferida pelos Bombeiros Voluntários de Anadia para os Hospitais da Universidade de Coimbra, com apoio da VMER.
A jovem, atingida no pescoço, numa zona próxima da carótida, já se encontra em casa, a recuperar.  
Segundo apurámos, a GNR de Anadia esteve no local e está a investigar os contornos desta agressão.

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Perdida carteira na Palhaça


João de Oliveira Pereira de Araújo perdeu a sua carteira com documentos e cartões bancários (entretanto cancelados pelo próprio). A carteira terá sido perdida no dia 3 de janeiro (terça-feira) perto de sua casa, na Avenida Nova, nº 30, na Palhaça, Oliveira do Bairro.
Já foi apresentada queixa na GNR. Se entretanto alguém encontrar esta carteira, pede-se que contacte João de Araújo, através do telemóvel 919 823 522.

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Sangalhos: Sexagenário desaparecido encontrado a 500 metros de casa


Cinco meses após o seu desaparecimento, foram encontrados os restos mortais de Evangelista Nogueira, o sexagenário residente no Paraimo, na freguesia de Sangalhos, que tinha desaparecido de sua casa, no dia 16 de Março.
Evangelista Nogueira, de 63 anos, sofria da doença de Parkinson, e os seus restos mortais foram encontrados a escassos 500 metros da sua residência, na última sexta-feira, por uma familiar – Celene Reis – que andava com o filho, Luís Reis, a apanhar lenha e a ver a extrema de um terreno numa zona de baldios, no fundo da Zona Industrial do Paraimo.
Eram cerca das 11h quando a cadela labradora de Celene Reis começou a ladrar e andar impaciente junto ao local onde jazia o corpo de Evangelista Nogueira. “Andávamos a ver uma extrema e a minha mãe disse que se ia embora para casa e que levava a cadela. De repente, a labradora começou a ladrar e a andar de um lado para o outro. A minha mãe alertada, por ver a cadela tão impaciente, foi ver de que se tratava, quando se deparou com o corpo”, avançou Luís Reis que, de imediato, deu o alerta para a GNR de Sangalhos.
Celene Reis apercebeu-se logo que ali jazia um corpo e que só poderia ser do seu primo, já que as peças de vestuário, ainda em bom estado, coincidiam com a roupa que Evangelista Nogueira vestia na altura do desaparecimento.
O corpo do sexagenário, em avançado estado de decomposição, encontrava-se numa zona que no Inverno fica alagada, pois ali perto passa uma regueira foreira que faz com que o terreno à volta fique pantanoso e com vegetação muito alta. Por isso, aquando das buscas, não se procurou naquele local, por ser impossível ir para lá, devido ao terreno pantanoso. “Quem fosse para lá ficava atolado. Agora, o terreno está seco e a vegetação é muito menor porque estamos no Verão e a regueira foreira seca”, disse Luís Reis. Por esse facto, as várias operações de busca levadas a cabo pela GNR, Bombeiros e grupos da freguesia (Caçadores, BTT) se tenham mostrado na altura todas infrutíferas.
O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina-Legal do Hospital de Aveiro para ser autopsiado.
O funeral realizou-se ontem, quarta-feira. O corpo foi a sepultar no cemitério da freguesia de Sangalhos.

Catarina Cerca

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GNR fiscaliza 125 condutores e “apanha” 11 a conduzir com álcool


O Destacamento Territorial da GNR de Anadia levou a cabo, na madrugada do passado dia 6 de Agosto (sábado), uma operação de fiscalização rodoviária, nos três concelhos – Anadia, Oliveira do Bairro e Mealhada – afectos a este Destacamento, tendo fiscalizado um total de 125 condutores.
Da operação, que se realizou entre as zero horas e as 6 da manhã, resultou na detenção de sete condutores.
Segundo apurámos foram detidos quatro condutores por condução sob efeito de álcool, com taxas a variar entre 1,26gr/l e 1,70gr./l, tendo dois deles sido detidos no concelho da Mealhada e os outros dois no concelho de Oliveira do Bairro.
Os militares da GNR procederam ainda à detenção de um condutor por falta de habilitação legal para conduzir. O jovem, de 18 anos, conduzia um ciclomotor na zona da Pampilhosa quando foi mandado parar pelos militares da GNR.
Nessa noite, também uma mulher de 22 anos seria detida, na Mealhada, por desobediência ao recusar efectuar o teste de álcool. Uma situação que levou ainda à detenção do indivíduo que seguia a seu lado, por resistência e coacção sobre um agente da autoridade. Na operação estiveram envolvidos 22 militares da GNR.
De referir que foram ainda elaborados 35 autos de contra-ordenação, entre os quais sete por excesso de álcool, com taxas que variaram entre 0,50 gr/l e 1,19 gr/l o que totaliza, no seu conjunto, a identificação de 11 pessoas a conduzir sob o efeito de álcool.

CC

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Três bustos furtados em Oliveira do Bairro e Anadia


 

A moda dos furtos de bustos parece ter chegado aos concelhos de Oliveira do Bairro e Anadia. Os bustos de ilustres cidadãos destes dois concelhos foram recentemente furtados das praças onde se encontravam, evidenciando assim a fragilidade em matéria de segurança e a facilidade com que são levados dos pedestais onde se encontravam.
Desapareceram, da noite para o dia, num espaço de duas semanas, os bustos do escritor e diplomata António de Cértima (1894-1983), localizado na Avenida Abílio Pereira Pinto, em frente à Biblioteca Municipal de Oliveira do Bairro; do Visconde de Seabra (1798-1895), autor do Código Civil 1867, notável político, Ministro de Estado e Juiz da Relação do Porto e do Supremo Tribunal de Justiça e de Fausto Sampaio (1893-1956), pintor impressionista e paisagista, estes últimos localizados na Praça Visconde de Seabra, junto ao Tribunal de Anadia.
Segundo fonte policial, existem fortes suspeitas de que estes furtos possam estar relacionados com outros, registados recentemente no norte do distrito de Aveiro (Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e Ovar). Peças em bronze, furtadas pela calada da noite, para depois serem derretidas e vendidas.
Na realidade, o furto deste tipo de peças, em bronze, não é muito vulgar e parece ser realizado por profissionais que agem rapidamente, controlando os movimentos das forças policiais nas áreas que fiscalizam.
Segundo apurámos, uma testemunha ocular terá visto um Audi A4, por volta das 3h da madrugada, do passado dia 29 de Julho, junto aos bustos furtados em Anadia. Após um contacto para a GNR e apesar dos esforços daquela força policial, não foi possível interceptar o veículo avistado no local.

Autarcas indignados. Sobre o furto do busto de António de Cértima, Mário João Oliveira, presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, afirmou que “o município espera que as entidades competentes, a quem foi entregue o caso, consigam localizar os autores destes actos, e que sejam punidos exemplarmente”. O autarca mostrou-se esperançado que “se possa vir a recuperar o busto do escritor”.
Relativamente aos furtos verificados em Anadia, o autarca Litério Marques não deixou de mostrar preocupação e tristeza pelos dois bustos furtados em pleno centro da cidade. Para o autarca estas situações evidenciam ainda a falta de respeito pelo que é público, mas também o estado de insegurança a que se chegou.
Litério Marques diz que para além destes bustos, os cemitérios do concelho não têm sido poupados, sucedendo-se os furtos nestes locais. Por outro lado, adianta que também o município tem sido lesado já que nas freguesias têm desaparecido grelhas e tampas de saneamento, peças em ferro e sinais de trânsito. “Temos feito inúmeras comunicações, mas infelizmente não se tem conseguido identificar os autores destes actos”, diz o edil anadiense, acrescentando que as questões da insegurança são preocupantes. Contudo, diz manter toda a confiança nas autoridades, até porque só elas poderão chegar aos autores destes furtos. “Em relação aos bustos fizemos as comunicações à GNR e ao Ministério Público. Vamos aguardar algum tempo para ver se algum deles aparece”, dando conta ainda que a Câmara Municipal está disposta a repor os bustos: “trata-se de ilustres anadienses que tantos serviços prestaram à comunidade, pelo que não podemos deixar os monumentos decepados”.
A GNR está a investigar estes furtos.

Catarina Cerca/Manuel Zappa

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Furto de cobre aumenta na Bairrada


O furto de cobre de instalações eléctricas tem aumentado na Bairrada. Apesar da forte vigilância policial, o número de furtos não pára de aumentar. Uma só noite pode render mais de 700 euros, já que o cobre está a ser comercializado, segundo fonte policial, entre os 5 e os 7 euros.
Os assaltantes têm incidido a sua actividade criminosa nos postes eléctricos e postos de transformação da EDP de onde retiram os cabos de ligação à terra, deixando desprotegidas as instalações.
JB sabe que a EDP tem substituído os cabos furtados, contudo uma grande parte dos furtos acontece em locais ermos sem que a distribuidora eléctrica tenha conhecimento dos furtos.
Recentemente o Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Anadia deteve dois indivíduos, de 26 e 27 anos, residentes em Fermentelos, e em Oiã, por suspeita de furto de cobre em zonas de antenas de telemóveis.
Apesar dos indivíduos estarem referenciados, acabam sempre por aguardar em liberdade o desfecho do processo. Nessa mesma noite, a patrulha da GNR de Oliveira do Bairro, com a colaboração dos NIC, identificou quatro indivíduos, todos da mesma família, que se encontravam a “queimar” cobre, no local ermo da zona industrial de Oiã.
Os indivíduos, 20, 28, 39 e 42 anos, residentes na Costa do Valado, Aveiro, foram identificados, não tendo sido apurada a origem de 30 quilos de cobre, entretanto apreendidos, que estavam em seu poder.

Sistema judicial. Fonte policial referiu JB que o sistema judicial não leva em conta que o furto do cobre em instalações eléctricas origina problemas de segurança nas instalações, sendo tipificado apenas como mais um furto.
Já na última semana de Junho, o campo desportivo do Águas Boas, em Oiã, foi visitado e mais de 250 metros de cobre, equivalente a 200 quilos de cobre, foram furtados. O prejuízo é superior a dez mil euros.
O gang utilizou um tractor para desenterrar os cabos e no interior das instalações foram destruídos os quadros eléctricos e um gerador, com o objectivo de retirarem o cobre.
Fonte policial explicou ao JB que “o cobre é derretido e introduzido no mercado, o mesmo acontecendo com as tampas de saneamento que são fundidas”.

Sucateiras. O nosso interlocutor afirma ainda que “na Bairrada estão referenciadas algumas sucateiras, contudo, muitas destas são intermediárias de empresas de maior dimensão”, justificando que “o crime de receptação é muito difícil de ser provado”. “Temos proprietário de sucateiras que já foram constituídos arguidos, mas acabam por serem condenados ao pagamento de multas”. “A justiça olha para estes furtos como crimes menores”, acrescenta a fonte.

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Jovem condenado a pagar 2900 euros por homicídio por negligência


Um jovem de 21 anos, residente numa freguesia de Águeda, foi condenado pela autoria material de um crime de homicídio por negligência na pena de 2890 euros. O jovem, em Maio de 2009, na zona da Piedade, Águeda, embateu contra um motociclo, provocando lesões fatais em Fernando António de Jesus, residente em Mogofores.
Durante o julgamento, o arguido só prestou declarações na segunda audiência do julgamento, tendo reconhecido que efectuou uma manobra de ultrapassagem de um veículo que seguia na retaguarda do motociclo. Reconheceu ainda ter embatido na traseira do veículo e ter havido, por sua parte, falta de cuidado.

Velocidade. Relativamente à velocidade em que o arguido circulava, “sustentou ter efectuado a ultrapassagem em local permitido e a 80 km/h”. No local é possível circular a uma velocidade máxima de 90 km/h.
“Neste segmento, o seu discurso revelou-se hesitante e mesmo algo contraditório, ora aludindo a um aumento de velocidade pelo veículo ultrapassado, ora descrevendo uma diminuição de velocidade pelo motociclo, acabando o tribunal por ficar na dúvida se fruto de todo o atribular que envolveu o embate, se mesmo de algum comprometimento.”
Segundo o tribunal, “quanto à velocidade em que o arguido seguia, dos depoimentos dos militares resultou terem atribuído uma especial valoração à posição em que foi encontrado o escape do motociclo e o local onde os veículos se imobilizaram”.
O juiz refere que “as exigências de prevenção geral são muitíssimo elevadas, considerando o bem jurídico em causa, bem como, de resto, o facto de ter advindo de um acidente estradal resultante de uma manobra que, em sim mesma, contém elevado perigo, sendo, pois, elevadíssimo o alarme social gerado”.
“Entendemos que, ponderado estar em causa uma conduta negligente, o vivenciar, por um jovem e titular de carta de condução há apenas alguns meses, de um acidente de viação causador de morte de terceiro, o próprio reviver dos factos em sede de julgamento, a condenação numa pena de multa, ainda que necessariamente a um nível elevado por em relação à mesma as exigências de prevenção geral positiva o reclamarem, se afirma suficiente para assegurar os efeitos preventivos das sanções penais”, lê-se na sentença.
O Ministério Público não recorreu da pena.

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Detido mecânico que furtava peças da oficina


A GNR de Sangalhos deteve, na sexta-feira, um mecânico, de 35 anos, residente em Avelãs de Cima, por furtar objectos da oficina onde trabalhava, divulgou fonte policial.

De acordo com a fonte, o proprietário da oficina já se tinha queixado do desaparecimento de óleos, peças, baterias e outras peças relacionados com a oficina, recaindo as suas suspeitas num funcionário.

Na sexta-feira, o proprietário da oficina em Avelãs de Caminho reparou que, ao final da tarde, após a saída do funcionário, tinham desaparecido chaves de mecânico e óleos, pelo que decidiu chamar a GNR.

Os militares acabariam por interceptar o indivíduo, tendo encontrado no interior da viatura os objectos referenciados pelo queixoso, pelo que em acto contínuo decidiu apresentar queixa.
O indivíduo foi constituído arguido.

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Pergunta da semana

Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

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