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Anadia: Feira da Saúde recebe centenas de visitantes


A 2.ª edição da Feira Municipal da Saúde, promovida pela Câmara Municipal de Anadia, no passado dia 18 de maio, voltou, à semelhança da anterior edição, a revelar-se um sucesso e de grande importância para a comunidade, a avaliar pela adesão da população.
Dos três aos 97 anos, cerca de seis centenas de pessoas, oriundas de todas as freguesias do município de Anadia, mas também de outros concelhos, nomeadamente Águeda, Mealhada, Aveiro, Cantanhede, Coimbra, Oliveira do Bairro, Albergaria entre outros, marcaram presença neste certame e beneficiaram dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas 26 entidades presentes.
Pela segunda vez, o Pavilhão dos Desportos de Anadia, no Complexo Desportivo da cidade, serviu de palco a esta iniciativa que pretendeu reforçar a promoção da Saúde dos munícipes, proporcionando-lhes a possibilidade de beneficiarem dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas inúmeras entidades prestadoras de cuidados de saúde presentes no certame.
Daí que, na hora, do balanço, a Câmara Municipal de Anadia aponte que como um dos principais fatores para o bom resultado conseguido, tenham sido determinantes a colaboração, o empenho e o elevado profissionalismo de todos os técnicos envolvidos, bem como a variedade e a qualidade dos serviços prestados.
Daí que a Câmara Municipal de Anadia não deixe de manifestar o seu apreço “pela forma generosa como todas as entidades colaboraram nesta iniciativa”.
Uma iniciativa de sucesso que poderá continuar nos próximos anos, já que a recetividade da população é grande.

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Ordem dos Médicos Dentistas e Ministério da Saúde assinam alargamento do programa cheque-dentista


O protocolo que prevê o alargamento do programa cheque-dentista aos jovens com 15 anos completos e a rastreios, diagnóstico e tratamento do cancro oral foi assinado, ontem, na sede da Ordem dos Médicos Dentistas, no Porto.
O documento prevê a realocação de recursos do programa de forma a poder abarcar as novas valências, sendo de salientar que a dotação orçamental do programa mantém-se nos 16,5 milhões de euros.
Orlando Monteiro da Silva, Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, afirma que “face aos excelentes resultados obtidos consideramos que faz todo o sentido alargar o programa. É importante continuar a acompanhar os jovens e este alargamento vai permitir seguramente ganhos no futuro, já que o tratamento precoce é essencial na saúde oral. Em relação ao cancro oral, o programa vai funcionar nas vertentes de rastreio, diagnóstico e tratamento. O cancro oral é o sexto mais mortífero em Portugal, mas se for tratado na fase inicial tem índices de sobrevivência com qualidade muito elevados. Hoje o que acontece é que os doentes chegam tarde aos consultórios dos médicos dentistas. Acreditamos que com o alargamento do cheque dentista ao cancro oral seja possível dentro de alguns anos reduzir a taxa de mortalidade”.
Na cerimónia de assinatura foram divulgados os últimos dados disponíveis sobre o programa. Nos primeiros quatro meses deste ano, os cheques-dentista foram utilizados por 250.326 beneficiários.
No total, desde que foi emitido o primeiro cheque-dentista, em junho de 2008, houve mais de um milhão e meio de pessoas a utilizarem o cheque-dentista, sendo que destas mais de um milhão são crianças.
Orlando Monteiro da Silva realça que “a saúde oral é a nossa prioridade. No atual contexto que Portugal enfrenta esta é a contribuição dos médicos dentistas, queremos consolidar os ganhos já conseguidos, são ganhos que a médio e longo prazo vão seguramente significar poupanças para o Estado. Quando mais cedo os problemas de saúde oral foram detetados, mas fácil e económico é tratá-los”.
Nos últimos cinco anos foram emitidos mais de dois milhões de cheques-dentista e realizados quase 5 milhões de tratamentos pelos 2.837 médicos dentistas que aderiram ao programa.

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Anadia: 2.ª Feira Municipal de Saúde, a 18 de maio


A Câmara Municipal de Anadia irá promover, no próximo dia 18 de maio, entre as 10 e as 18h, no Pavilhão de Desportos, a segunda edição da Feira Municipal da Saúde.
A iniciativa tem como objetivo principal reforçar a promoção da Saúde dos munícipes, proporcionando-lhes a possibilidade de beneficiaram dos múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas inúmeras entidades prestadoras de cuidados de saúde presentes no certame.
Considerando o sucesso da edição anterior, este ano, a Feira da Saúde conta com a participação de mais entidades e uma maior variedade e quantidade de serviços oferecidos à população.
Segundo Rosa Tomás, vereadora da Câmara Municipal de Anadia, responsável pela organização do evento, “numa altura em que a crise condiciona, de forma severa, o acesso aos cuidados de saúde, esta é uma excelente oportunidade para os nossos Munícipes poderem avaliar, gratuitamente, como anda a sua saúde”.

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Cantanhede: PS e PSD com posições contrárias quanto ao futuro do Hospital no SNS


Os deputados do PS, eleitos por Coimbra Rui Duarte, Mário Ruivo e João Portugal, com o Presidente da Federação Pedro Coimbra estiveram em Cantanhede, em frente ao Hospital de Cantanhede com Carlos Ordens (candidato à Câmara Cantanhede), Pedro Carrana Presidente da Concelhia do PS local e alguns militantes e simpatizantes socialistas para uma conferência de imprensa.
Os deputados do PSD, eleitos pelo circulo de Coimbra, votaram contra na Assembleia da República as recomendações do PCP e BE para que “o Hospital de Cantanhede (em particular) se mantenha sob gestão pública e integrados no SNS, cujo edificado é da propriedade da Misericórdia. Que o hospital mantenha todas as valências que atualmente asseguram e eventualmente possam vir a ser reforçadas face às necessidades da prestação de cuidados de saúde às populações.”
O Deputado Rui Duarte referiu que “os deputados do PSD, eleitos pelo círculo de Coimbra, não defendem os interesses dos eleitores do distrito que os elegeu, optando por corroborar a desastrosa política do governo na Saúde”. “Enquanto que os deputados do PS por Coimbra votaram a favor desta recomendação, porque entenderam que esta é a melhor posição para a defesa do SNS e do Hospital de Cantanhede.”
Pedro Coimbra, Presidente da Federação de Coimbra do PS, refere que “só a gestão pública dos hospitais integrados no SNS cumpre os princípios da universalidade e a qualidade dos cuidados de saúde, independentemente das condições sociais e económicas dos utentes”.
Carlos Ordens, começa por referir que “o Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, deve assumir perante os munícipes a sua total incapacidade para influenciar as decisões do governo do seu partido, no que a Cantanhede diz respeito. Esta é mais uma situação a comprová-lo!”. Acrescentou ainda que “o senhor Presidente da Câmara devia instruir os deputados do PSD, eleitos por Coimbra, sobre o seu papel na Assembleia da República e as reais necessidades dos seus Munícipes.”
Carlos Ordens tem defendido desde a 1.ª hora que “o nosso Hospital de Cantanhede se mantenha sob gestão pública, integrado no Serviço Nacional de Saúde, para assegurar o direito à saúde para todos habitantes do concelho de Cantanhede”.
Carlos Ordens, na sua intervenção, reforçou a ideia de “defender um Novo Protocolo para os serviços de saúde em Cantanhede, envolvendo as partes interessadas, que defenda os interesses da população e reforce as valências prestadas”.
Pedro Carrana, Presidente da Comissão Política Concelhia informou os presentes que “a comissão política de Cantanhede do PS vai dirigir uma carta a estes deputados do PSD para os sensibilizar para a defesa da Manutenção do Hospital de Cantanhede no SNS”.

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Hospital de Anadia: Cortes na Saúde comprometem bons resultados na Cirurgia e na Consulta Externa


 

Os recentes cortes anunciados pela Tutela para a área da Saúde fazem temer o pior no Hospital José Luciano de Castro, em Anadia.
Esta unidade hospitalar, que está a passar por um processo que visa a sua devolução à Santa Casa de Misericórdia de Anadia, teme pelo futuro dos serviços de excelência que pratica ao nível das Consultas Externas, Cirurgia Geral e Cirurgia do Ambulatório (ver notícia pág. 15).

Resultados. Em 2012, o Hospital realizou um total de 863 cirurgias, 475 cirurgias gerais, 243 de ortopedia, 104 de urologia e 42 de oftalmologia e cerca de 17 mil consultas externas.
Números que permitem ao diretor clínico, Rui Simões, fazer um balanço positivo do desempenho da Unidade de Cirurgia do Ambulatório e da Cirurgia Geral, até porque de facto se registou um incremento do número de doentes operados (mais 90) do que no ano transato.
Receios. Mas, neste ano de 2013, as perspetivas não são tão animadoras e o balanço do primeiro trimestre faz recear o pior, já que o desempenho ao nível da Cirurgia e da Consulta Externa está longe de atingir os números inicialmente traçados.
“Este ano está a ser particularmente diferente e difícil”, diz Rui Simões, não só porque a Tutela impôs mudança nas equipas médicas, mas porque nalgumas especialidades, como é o caso da oftalmologia, o Hospital está sem médico, situação que deverá ser reposta até final do mês. “A médica foi embora e é esta falta de médicos especialistas/operadores que inviabiliza a realização do número de consultas e intervenções cirúrgicas desejadas”, acrescenta, dando conta de que, a partir de janeiro, a administração do Hospital deixou de poder contratar médicos: “passamos a ser obrigados a ir ao mercado, contratar empresas.” Ou seja, a maioria dos médicos vem de fora, já que, pertencentes ao quadro do Hospital (que tem vindo a ser reduzido anualmente), restam apenas sete médicos e 38 enfermeiros.
O Hospital disponibiliza Consultas Externas em Cirurgia Geral, Ortopedia, Urologia, Anestesia, Medicina Interna – Diabetes, Dermatologia, Cardiologia, Oftalmologia, Pediatria, Otorrinolaringologia e Fisiatria. No entanto, devido a estes constangimentos, a lista de espera para consulta de oftalmologia é de 10 meses. Em otorrinolaringologia estão a ser marcados doentes de janeiro para maio (4 meses de atraso) e igual período para as especialidades de urologia e ortopedia.
Nos corredores semi-vazios (a zona de internamento da Cirurgia do Ambulatório com 10 camas), onde os doentes permanecem no máximo 24h, após cirurgia, nota-se, aqui e ali, algum desânimo e receio pelo futuro desta casa, mas também alguma desmotivação, pela forma como todo este processo está a ser conduzido pela Tutela.
Com duas salas de cirurgia, apenas uma está a ser utilizada. Neste momento as operações às varizes, hérnias, cirurgia geral, cirurgia da mão, do túnel do carpo, do pé, incontinência urinária e fimose, entre outras, são as mais frequentes.
Na Cirurgia, a lista de espera, ao contrário, é meramente residual, ou seja, tem 15 dias, o que significa que um paciente que passe pela consulta externa pode ser operado na semana seguinte.

Sucesso de 2013 comprometido. A fasquia para 2013 era conseguir operar cerca de 1050 doentes, meta que já não é possível atingir na medida em que vai demorar algum tempo a acabar com as listas de espera das Consultas Externas. Ou seja, “estamos com uma produção de -50%, portanto com pior desempenho de que em fevereiro”, confirmou o clínico Rui Simões.
No ano passado foram operadas, na cirurgia geral, 162 pessoas que chegaram pelo SIGIC (Sistema de Gestão dos Utentes inscritos para Cirurgia); este ano, dado os constrangimentos impostos pela Tutela, o Hospital preferiu não arriscar mandar vir doentes da rede: “só estamos a operar doentes gerados pelo hospital/consulta externa”.
“Não conseguir prestar um serviço atempadamente é o que mais nos preocupa, mas de facto estamos condicionados pelos constrangimentos do sistema e das regras cada vez mais apertadas, nomeadamente ao nível do mapa de pessoal” afirma, reconhecendo que “o encerramento das urgências foi o princípio do fim do Hospital”, enquanto que é sua convicção que o futuro desta unidade hospitalar dependerá de quem nela pegar: “poderá ser uma clínica privada de luxo porque tem condições para tal. É um Hospital muito cobiçado porque tem condições excelentes, fruto de investimentos de vulto realizados nos últimos anos”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Hospital com avaliação máxima do SINAS


A Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia, obteve o nível máximo de avaliação do SINAS – Sistema Nacional de Avaliação em Saúde.
Trata-se de um sistema de avaliação da qualidade global dos serviços de saúde, em Portugal continental, desenvolvido pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
Os resultados obtidos na dimensão em análise a Excelência clínica foram: Primeiro nível de avaliação, com uma estrela vermelha, ou seja, o serviço cumpre com todos os parâmetros de qualidade exigidos; Segundo nível de avaliação, com um nível de qualidade III, ou seja, o serviço está posicionado na categoria de classificação superior.

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Aguada de Baixo: Workshop sobre alimentação saudável e económica


A Quinta Biológica Da Terra, em Aguada de Baixo, realiza um workshop intitulado “Alimentação Saudável e Económica”, nas instalações da mesma, no dia 25 de abril, entre as 10h e as 17h. O evento será dinamizado pelo nutricionista João Lima.

Programa:
10h – Abertura do workshop – receção aos participantes
10.15h – 11.15h – Noções gerais de alimentação saudável
11.30h – 13h – Preparação do almoço saudável e económico
13h – 14h – Almoço
14h – 16h – Truques e dicas – Coma melhor e mais barato
16h – 16.15h – Pausa para chá/café
16.15h – 17h – Trabalho de grupo – Na base, a planificação!
Todos os interessados devem contactar a Quinta da Terra e a inscrição (20 euros) inclui almoço, documentação e certificado de presença.
Para mais informações contactar via e-mail: quintadaterra@gmail.com ou ainda o telemóvel 91 306 7111

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Hospital de Anadia: Serviço de radiologia sem lista de espera


Sabia que pode dirigir-se ao Hospital José Luciano de Castro (HJLC), em Anadia, e efetuar radiografias, ecografias e mamografias sem estar sujeito a listas de espera? Pois é, para além da maioria da população desconhecer que é possível recorrer a este vasto conjunto de serviços no Hospital de Anadia, poucos saberão que podem marcar os exames e efetuá-los em poucos dias, ou mesmo no próprio dia, no caso de um simples RX.
Maria João Carvalho, médica radiologista do HJLC, sublinha que após o grande investimento realizado em 2007, ao abrigo de uma candidatura ao Programa Saúde 21, na reformulação de todo o espaço físico afeto a este serviço, foi igualmente renovado todo o equipamento de radiologia. Dotado com moderna tecnologia, o Hospital de Anadia tem, neste momento, duas salas de radiologia, gabinete de ecografia e de mamografia ao serviço da população da região que serve.
Maria João Carvalho dá conta que fruto desse investimento, acabaram as películas, sendo agora tudo digitalizado, agilizando a forma de trabalhar mas também garantindo uma maior segurança, fiabilidade e rigor nos diagnósticos realizados.
“Os exames são todos relatados” e entregues nos Centros de Saúde de Anadia e Aguim pelo motorista do Hospital ou enviados por correio para os outros Centros e Extensões de Saúde. “Temos tudo preparado para o envio eletrónico dos exames mas falta articular essa possibilidade com as Unidades de Cuidados de Saúde Primários”, refere a médica, dando conta de que muitos pacientes continuam a preferir vir levantá-los, em mãos.
Admitindo que a capacidade máxima ainda não foi atingida, o serviço de radiologia está a fazer neste momento uma média de 3.500 ecografias/ano; 7 a 8 mil RX/ano, e 300/400 mamografias/ano.
A rapidez na marcação, que pode ser presencial ou por telefone, e realização dos exames, é destacada pela médica que refere estar este serviço aberto diariamente, das 9 às 13h e das 14 às 17h.
Falta de uma paragem de autocarros. “Temos notado alguma dificuldade nos meios de transporte, ou seja, a falta de uma paragem de autocarros ao pé do hospital (que existiu noutros tempos). Essa situação veio afastar muitos utentes, pois quem mais se queixa são precisamente as pessoas mais idosas, com mais dificuldade de locomoção e com poucos recursos, já que as duas paragens de autocarro mais próximas estão junto à Secundária e ao Centro de Saúde que estão a uma distância considerável desta unidade hospitalar”.
Ecografias, RX e Mamografia. Depois, é um facto que a grande maioria das pessoas ainda desconhece a oferta destes serviços, de grande qualidade: “desde o encerramento do serviço de Urgências dá a ideia que as pessoas interiorizaram que os outros serviços iriam acabar também. Não é assim e a prova é que estamos cá”, diz, admitindo que os médicos de família, nos Centros e Extensões de Saúde também poderiam estar mais sensibilizados e encaminhar os pacientes para estes recursos que temos no concelho, evitando deslocações desnecessárias para fora de portas, que saem bem mais caras às pessoas. Maria João Carvalho destaca ser igualmente necessário “desmistificar essa ideia, porque estamos abertos a toda a população com um leque de serviços que vai desde as ecografias mamárias, abdominal, renal, vesical, tiróide, prostática, prostática trans-retal, até todo o tipo de RX e mamografias”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Futuro ainda incerto para o Hospital José Luciano de Castro, em Anadia


 

O futuro do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia, é incerto.
Tendo em conta que o Ministério da Saúde pretende concluir o processo de devolução às Misericórdias, de todas as 29 unidades hospitalares “nacionalizadas” no pós 25 de Abril de 1974, na última terça-feira, teve lugar, em Coimbra, uma reunião que envolveu um grupo de trabalho (que integrou elementos do Ministério da Saúde e do Grupo Misericórdias Saúde, da União das Misericórdias Portuguesas) e os provedores das Santas Casas de Misericórdia de Anadia (SCMA), Cantanhede e Ovar, as três que na região podem vir a ser chamadas a administrar os hospitais locais.
“Este foi o primeiro encontro”, admitiu Carlos Matos, provedor da SCMA, embora diga desconhecer ainda o teor do protocolo a firmar. “Neste primeiro contacto não se falou de protocolo, nem sei se o vou assinar”.
Carlos Matos acrescenta que vai ter de analisar todas as variáveis e condições, juntamente com o Grupo Misericórdia Saúde, embora reconheça que “se o Estado não nos der o que pretendemos para que possamos fazer uma exploração rentável do Hospital, não o aceitaremos de volta”, podendo mesmo vir a encerrar.
Uma possibilidade remota, mas não impossível, já que o Provedor diz que a Misericórdia tem como prioridade os serviços que presta na comunidade, à infância e à terceira idade: “não posso pôr em causa ou comprometer a assistência que presto”. Isto porque, como lhe foi explicado, o Hospital de Anadia custa 5 milhões, por ano, ao Estado: “A Misericórdia tem um orçamento de pouco mais de dois milhões, seria triplicar um orçamento que não estamos habituados a gerir”, sublinhou.
Ciente de que o processo demorará vários meses até estar concluído, avança que em maio o grupo de trabalho fará uma visita ao hospital, para conhecer instalações e valências.
“Não é nossa vontade explorá-lo diretamente”, mas não descarta a hipótese de, no futuro, o hospital vir a ser gerido por um grupo de Misericórdias que faça a gestão de vários hospitais.
JB sabe que o Conselho de Administração do Hospital de Anadia não foi ouvido e que Maria João Passão, presidente do Conselho de Administração, também não esteve presente nesta reunião.
Catarina Cerca

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Caminhada em Oliveira do Bairro


A Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) de Oliveira do Bairro vai organizar, com o apoio da autarquia e do Centro Municipal de Marcha e Corrida, no próximo domingo, dia 7 de Abril, a Caminhada pela Saúde. O evento tem como objectivo principal sensibilizar a população em geral para a realização da actividade física de forma a promover um estilo de vida saudável. A iniciativa é dirigida ao público em geral e assinala Dia Mundial da Saúde, celebrado a 7 de abril, e este ano dedicado à prevenção da Hipertensão.

Esta iniciativa, inserida nesta comemoração, pretende também chamar a atenção para a necessidade urgente da prevenção no que a hábitos saudáveis diz respeito, tendo presente que “por cada euro investido em programas de promoção da saúde envolvendo a actividade física verifica-se uma redução de 4.9 euros nos custos com o absentismo e de 3.4 euros com os cuidados de saúde”.

Programa

9h Concentração junto às Piscinas Municipais
9h30 Inicio da caminhada
10h30 Fim da caminhada
10h45 Sessão de actividade física
11h30 Fim da sessão de actividade física.

A actividade física regular proporciona bem-estar físico e psicológico das pessoas e assume uma importância fulcral para a manutenção da qualidade de vida tendo uma influência directa na saúde das pessoas. A realização de actividade física diminuiu o risco da doença cardiovascular, enfarte, hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2 , obesidade, osteoporose, depressão, ansiedade, cancro da mama e do cólon etc.

Recomendações importantes, a seguir PARA ESTA CAMINHADA:

Roupa e calçado adequado e confortável;
Uma garrafa de água;
Tome o pequeno-almoço antes da caminhada;
Um pequeno lanche, ou açúcar se necessário.

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BTT Nariz

Pergunta da semana

A FAO defende que os insetos são uma alternativa promissora à carne. O que acha de comer insetos?

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