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Praia da Vagueira recebe III Feira Saudável


Nos próximos dias 15 e 16 de agosto, o Largo Parracho Branco, na Praia da Vagueira, recebe a III Feira Saudável, que se realiza no âmbito da programa de verão – Animar o Verão 2014.
Ao longo dos dois dias, estão programadas diversas atividades desde rastreios de saúde, massagens de relaxamento e reiki, aulas livres e diversas outras atividades.
Amanhã, dia 15 (feriado), há rastreios e recolha de sangue na praia da Vagueira. A iniciativa é da responsabilidade do Lions Clube de Vagos, que cumpre assim uma das suas principais atividades no âmbito da saúde.
Uma iniciativa realizada pelo Instituto Português do Sangue e pela ADASMA.
As aulas de pilates, yoga, jump, step e Lohan Chi começam de manhã e prolongam-se pelo dia. A Running Session: Aveiro Night Runners está prevista para as 19h.
No dia 16 de agosto, logo pela manhã, realizam-se as atividades de Fotocaching Summer Edition, o workshop sobre Suporte Básico de Vida e, um pouco antes do almoço, pelas 11h, o Show Cook onde MariaSardinha convida Chef Rui Reigota. De tarde, as aulas desportivas continuam com spinning, body combat e rope skipping.

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Anadia: Trabalhadores do Hospital José Luciano de Castro optam se ficam ou entram em mobilidade


Os 121 funcionários do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia, estão a ser contactados, um a um, pelo Conselho de Administração do Hospital, para aferir quem quer ficar ou sair desta unidade hospitalar, que vai passar para as mãos do Grupo Misericórdias Saúde (GMS) da União das Misericórdias Portuguesas (UMP).
Na última semana, foi entregue a cada um dos trabalhadores, um ofício a informar que, até ao próximo dia 18 de agosto, todos aqueles que pretendam sair por mobilidade interna e voluntária para outro organismo do Sistema Nacional de Saúde (SNS) deverão informar o Conselho de Administração, indicando três lugares (por ordem de preferência) para onde querem ir.

Mobilidade voluntária. Maria João Passão, administradora do Hospital, confirma que o processo está a ser pacífico, num contacto franco e personalizado com todos os trabalhadores: “Sublinho que isto não é uma mobilidade obrigatória mas sim voluntária e que a vontade do funcionário prevalece sempre, seja ela qual for” e acrescenta que a Administração Regional de Saúde do Centro (ARS Centro) tem em mãos, há mais de um ano, um conjunto de cerca de 30 pedidos de mobilidade desta unidade hospitalar. “Dada a elevada necessidade de recursos humanos na ARS Centro, face aos vários pedidos de mobilidade (funcionários que se querem aproximar das suas áreas de residência), foi decidido avançar agora com esta primeira fase para analisar e aceitar esses pedidos”, acrescentou, admitindo também que o facto do Hospital estar para passar para a UMP também pesou nesta decisão.
Ciente de que existe, neste momento, excesso de pessoal no Hospital, Maria João Passão aplaude a disponibilização pela ARS Centro de uma lista com 359 vagas, às quais as pessoas se podem candidatar. “São cerca de 360 vagas para os três hospitais – Anadia, Cantanhede e Ovar – que vão ser entregues à UMP, mas o pessoal de Anadia é o primeiro a escolher. Isso é um facto muito positivo.”

Excesso de funcionários.Admitindo que, no futuro, não serão necessários mais do que 80 funcionários dos 121 atuais, é praticamente certo que 41 podem optar pela mobilidade dentro da ARS Centro, que integra a área compreendida entre o Baixo Vouga e o Baixo Mondego. Todavia, JB sabe que numa segunda fase, os funcionários que não quiserem ir embora poderão ficar segundo três critérios de desempate: maior antiguidade na carreira, maior proximidade de residência ao novo posto de trabalho e melhor avaliação no último ano.
José Dias, do Sindicato da Função Pública do Centro, avançou que o Sindicato pretende que sejam salvaguardados todos os postos de trabalho. Contudo, não deixa de lamentar que o Ministério da Saúde tenha deliberadamente esperado pelos meses de férias para fazer estas mudanças: “Aproveitam que metade do pessoal está de férias e assim não há grande alarido, já que os funcionários não falam tanto uns com os outros”.
Refira-se também que esta unidade hospitalar integra um pacote de hospitais que o Ministério da Saúde pretende devolver às Misericórdias. Hospitais que foram “nacionalizados” no pós 25 de Abril de 1974, mas que agora regressa às mãos do Grupo Misericórdias Saúde (GMS), da União das Misericórdias Portuguesas.
Sendo mais que certa a saída da esfera do setor público para o setor das misericórdias, o Hospital José Luciano de Castro, em 2012, operou 863 pessoas, enquanto que, em 2011, tinham sido objeto de cirurgia 773 pessoas, traduzindo-se num aumento significativo de cirurgias em relação ao ano anterior. Esta unidade hospitalar integra ainda uma unidade de cuidados continuados, com 20 camas e apresentou, no final de 2012, um resultado líquido positivo.
Apesar das tentativas de contacto, não foi possível obter uma reação, nem da UMP nem da ARS-Centro.

Vagas por categorias profissionais
170 assistente operacional
57 assistente técnico
71 enfermagem
35 técnico de diagnóstico e terapêutica
16 técnicos superiores
10 médicos

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Sangalhos: Novas ofertas atraem 1500 à Feira da Saúde


A 3.ª edição da Feira da Saúde, realizada nos passados dias 17 e 18 de maio, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, não poderia ter decorrido da melhor forma.
Cerca de 1500 pessoas (mais do dobro das presenças na edição do ano transato) passaram no último final de semana pelo Velódromo, não só para beneficiarem dos múltiplos rastreios (controlo da tensão arterial, da glicémia, do colesterol e do ácido úrico) e serviços (cálculo do índice de massa corporal, cardio-stress, testes de visão, espirometria, entre outros) oferecidos pelos 30 parceiros presentes, mas também para assistir a aulas inéditas, mas muito participadas no certame: ioga, jump, easy fit.
Também pela primeira vez decorerram, em paralelo com a feira, em gabinetes próprios, atividades e terapias como reiki, taças tibetanas, osteopatia, terapia sacro-craniana, audiometria, hipnoterapia, shiatsu, pilates, ecografia musculo-esquelética de tecidos moles, entre outros.
Numa iniciativa da Câmara Municipal de Anadia, esta 3.ª edição voltou a merecer os aplausos da população, vindo a revelar-se um sucesso e de grande importância para a comunidade, a avaliar pela forte adesão.
Os munícipes, oriundos de todas as freguesias do município de Anadia, mas também de concelhos limítrofes, marcaram presença no certame, que pretendeu reforçar a promoção da saúde dos munícipes.
Durante o evento, que durou dois dias, destaque para uma recolha de sangue promovida pela ADASFES e a realização da ação “Ler + dá Saúde”.
Na abertura do certame, o médico Manuel Jacinto, do ACes Baixo Vouga admitiu que o concelho tem uma boa oferta em termos de iniciativas para a saúde e que todos os stands visitados eram de grande interesse e esclarecedores do que podem oferecer às pessoas. O médico sublinhou ainda a importância dos rastreios, por exemplo, que podem ajudar a detetar várias situações, possibilitanto depois o encaminhamento para outras valências mais específicas.
Também Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, sublinhou a mais valia da descentralização do certame para o velódromo (as duas primeiras edições realizaram-se no Pavilhão dos Desportos de Anadia), “um espaço com melhores condições e com dimensão capazes de abarcar vários tipos de serviços e atividades em simultâneo”.
Uma das presenças habituais em iniciativas do género é o Hospital José Luciano de Castro que, uma vez mais, divulgou os as suas Consultas Externas (Cirurgia Geral, Diabetes, Medicina Interna, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Dor, Anestesiologia, Fisiatria, Pediatria, Ortopedia, Urologia, Nutrição, Psicologia, Terapia da Fala e enfermagem), Cirurgia de Ambulatório (Cirurgia geral, Ortopedia e Urologia), Imagiologia (Rx Convencional, Contrastados, Ecografias e Mamografias); Unidade de Convalescença, Eletrocardiografia e Fisioterapia.
Catarina Cerca

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EB n.º 2 Vilarinho Bairro: Trezentos participantes na 8.ª Caminhada pelo Coração


A Escola Básica nº 2 de Vilarinho do Bairro, do Agrupamento de Escolas de Anadia, levou a efeito a 8.ª edição da Caminhada pelo Coração, no passado dia 7 de maio, entre as 11h e as 17h, no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES). A caminhada entre a escola e a Lagoa de Torres, numa distância total aproximada de 10 quilómetros, contou com a presença de cerca de 300 participantes.

Mais pais na iniciativa. A atividade visa envolver a comunidade escolar em práticas que aumentem a qualidade de vida e o bem-estar, para além de pretender sensibilizar para a necessidade da proteção ambiental e para a proteção da saúde e desenvolver hábitos de vida saudáveis. Também pretendia, e conseguiu, aproximar a família da escola, o que aconteceu mesmo, porque aumentou a quantidade de pais que foram à Lagoa.
A partida em direção à Lagoa de Torres foi dada pouco depois das 11h, tendo em conta alguns cuidados, nomeadamente, roupa e calçado confortável, água, boné e protetor solar, visto que o sol ameaçava dificultar o percurso aos caminhantes.
Esta iniciativa obteve mais um êxito assinalável, pois estiveram presentes quase 300 participantes, tendo a maior parte feito o percurso a pé. Cumpriram a caminhada 230 alunos, 30 professores, 8 assistentes operacionais, 2 assistentes técnicos, 14 encarregados de educação e 4 elementos da Associação de Pais do Agrupamento, incluindo a presidente. Apenas ficaram na escola 36 alunos e 5 professores.

Autarquia presente. Destaque, ainda, para o presidente da Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro, que também cumpriu a caminhada até à lagoa, bem como de Rosa Tomás que, apesar de já não ter responsabilidades autárquicas, não prescindiu de se associar a esta iniciativa, assim como a presença, no almoço, de Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia.
A grande adesão da parte dos alunos merece tanto maior destaque quanto mais nos recordarmos que à quarta-feira de tarde não há aulas na escola. Portanto, todos os alunos que participaram prescindiram de uma tarde de liberdade em casa, trocando umas horas de TV, computador, bicicleta ou outras quaisquer diversões por uma tarde de agradável convívio com os colegas, bem como ainda de convívio com a Natureza.
Importa referir ainda a presença em número apreciável de antigos alunos desta escola, apesar de os seus percursos académicos os terem encaminhado para outras escolas.
No fim do almoço, desenrolou-se mais uma eliminatória do Concurso “Atreve-te a cantar”, mas houve ainda outras atividades: uma das novidades foi dinamizada pelo Grupo de Educação Física – o slackline.

Êxito. Mas para este êxito ser possível tornou-se necessária a colaboração de muitas pessoas ou entidades, nomeadamente da Câmara Municipal, Junta de Freguesia, todos os participantes, coordenador deste estabelecimento e dos diretores de Turma, bem como das assistentes Operacionais da cozinha, Núcleo da Escola Segura da GNR, Bombeiros Voluntários de Anadia, Liga dos Amigos da Lagoa de Torres, pela disponibilidade sempre demonstrada por todos estes elementos, sem esquecer o colega Nelson, que, apesar de aposentado, continua disponível para trabalhar para a escola.

Rui Godinho

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Anadia:Recursos limitados não comprometem sucesso da Unidade de Cuidados na Comunidade


Foi inaugurada a 3 de maio de 2013 e após um ano, o balanço do trabalho desenvolvido no seio da comunidade anadiense é francamente positivo.
Esta foi uma das conclusões apresentadas no passado dia 7 de maio, data em que a UCC (Unidade de Cuidados na Comunidade) de Anadia assinalou o 1.º aniversário.
O almoço comemorativo decorreu no Museu do Vinho e foi antecedida pela apresentação, a algumas dezenas de convidados, das inúmeras ações e iniciativas desenvolvidas ao longo destes doze meses.
Um evento que contou com a presença de representantes de vários parceiros, entre os quais Hospital José Luciano de Castro, Santa Casa de Misericórdia de Anadia, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Anadia, Ministério Público, GNR, IPSS’s do concelho, entre outros.

Melhorar o estado de saúde da população. Esta Unidade abrange um total de 30 mil utentes no concelho e foi criada com vista a contribuir para a melhoria do estado de saúde da população da sua área de intervenção.
Visando a obtenção de ganhos em saúde e prestando cuidados de saúde e apoio psicológico e social de âmbito domiciliário e comunitário, especialmente às pessoas, famílias e grupos mais vulneráveis, em situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença, faz parte do ACES Baixo Vouga.

Recursos escassos. Na ocasião, Silvana Marques, Coordenadora da Unidade de Cuidados na Comunidade de Anadia, não deixou de referir a escassez de recursos com que esta Unidade se debate, não estar ainda dotada de todos os recursos humanos necessários. Uma situação que não a impediu de atingir os objetivos a que se propôs.
“A Unidade tenta encontrar os problemas, refletir sobre eles e servir de forma eficiente, eficaz e equitativa a população”, revelou Silvana Marques, deixando ainda a certeza de que, apesar dos constrangimentos e dificuldades, “tentamos ser inovadores”, com a promessa de que “no próximo ano vamos tentar ficar entre os primeiros em relação às outras Unidades que possam existir na região Centro”.

Empenho, inovação e dinamismo. Também a enfermeira Ana Isabel Sá, do ACES Baixo Vouga, avançou a importância do trabalho em parceria, na medida em que é preciso ter em atenção que existe sempre uma franja da população que não procura os cuidados de saúde primários, sendo certo que a articulação e comunicação potenciam sinergias. Por isso, enalteceu o esforço, empenho e dinamismo demonstrado por esta equipa, coesa e unida que aposta na inovação de projetos, mostrando ainda uma grande flexibilidade “sempre atenta, com qualidade e elevado profissionalismo”.

UCC Anadia é exemplo. Por último, João Ribeiro, coordenador ERA ACES Baixo Vouga, considerou “brilhante” o trabalho desenvolvido por esta UCC dada a variedade de iniciativas, a qualidade dos parceiros envolvidos e os grupos populacionais abrangidos: “deixa-nos sem palavras, pelo trabalho que ajudam a desenvolver”. E sendo certo que nem tudo é um mar de rosas, admitiu que os profissionais se debatem com muitos problemas que vão ultrapassando com persistência e iniciativa, desafiando a que haja uma maior articulação e pontes no trabalho desenvolvido com outras Unidades de Saúde.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Velódromo Nacional recebe Feira da Saúde, dias 17 e 18 maio


Nos próximos dias 17 e 18 de maio (sábado e domingo), o Centro de Alto Rendimento de Anadia /Velódromo Nacional, em Sangalhos, será palco de mais uma edição da Feira da Saúde, promovida pela Câmara Municipal de Anadia.
Nesta 3.ª edição, a feira sai do Pavilhão dos Desportos (em Anadia) “num gesto de descentralização”, mas porque o Velódromo “reúne excelentes condições para a realização de eventos desta natureza”, disse Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, na conferência de imprensa de apresentação da Feira.
Nestes dois dias, entre as 10h e as 18h, o certame procura reforçar a promoção da Saúde dos cidadãos, com aposta na divulgação de informação e no acesso a múltiplos rastreios e serviços oferecidos pelas 30 entidades participantes, nomeadamente, controlo da tensão arterial, da glicemia, do colesterol e do ácido úrico, cálculo do índice de massa corporal, cardio-stress, testes de visão, espirometrias, e avaliação da saturação de O2, entre outros.
O primeiro dia do certame irá terminar com uma mega-aula de ioga, a realizar no recinto de exposição, com início às 17h15. Já no dia 18 de maio irá decorrer, pelas 10h, mais uma sessão da atividade “Dos 8 aos 80, tudo se movimenta”, promovida pela Câmara Municipal. A autarquia será também responsável pela realização de aulas de jump e easy fit, e pela dinamização de atividades de promoção do livro e da leitura, no âmbito do projeto “Ler + dá Saúde”. Haverá ainda uma recolha de sangue, no sábado à tarde, pela ADASFES.
Paralelamente decorrerão, em gabinetes próprios, atividades e terapias tais como reiki, taças tibetanas, osteopatia, terapia sacro-craniana, audiometria, ecografia musculo-esquelética de tecidos moles, hipnoterapia, massagem, acupunctura, shiatsu, fisioterapia, método pold therapy, terapia da alma, pilates e ioga.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia revelou ainda a realização de workshops (saúde oral, nutrição, AVC, podologia) e exposições que vão decorrer em simultâneo, mas também o facto da Câmara Municipal disponibilizar circuitos de autocarro que vão partir das diversas freguesias do concelho rumo a Sangalhos. Os autocarros vão fazer a carreira e as paragens da Transdev, parando ainda junto às capelas dos lugares das várias freguesias, for forma a que todos os interessados possam visitar a feira. As saídas dos autocarros dos vários lugares serão feitas tendo em conta que o certame abre portas às 10h.
Para poder usufruir das terapias realizadas em gabinete próprio, o visitante terá de preencher uma ficha de inscrição, que se encontra disponível no site da Câmara Municipal de Anadia e nas Piscinas Municipais. Depois de preenchida, esta ficha deverá ser entregue no serviço de atendimento do edifício das Piscinas Municipais ou enviada para o correio electrónico piscinas.m.anadia@gmail.com.

Catarina Cerca

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Hospital de Anadia:Trabalhos de alunos assinalam Dia Mundial da Higiene das Mãos


São 17 os trabalhos elaborados por alunos (desde o Jardim de Infância ao 3.º ciclo) de estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Anadia que estão expostos até à próxima segunda-feira, dia 12 de maio, no hall de entrada do Hospital José Luciano de Castro, em Anadia.
A mostra, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Higiene das Mãos – 5 de maio), abriu ao público precisamente na última segunda-feira, dia 5 de maio. A Organização Mundial de Saúde, no dia 5 de maio de cada ano, através do desafio “Save lives: clean you hands” promove atividades alusivas à higiene das mãos e a outras boas práticas de controlo de infeção, tendo neste ano de 2014, colocado o enfoque no “Papel da higiene das mãos no combate às resistências aos antimicrobianos” sob o lema: “Sem ação hoje, não há cura amanhã”.
Refira-se que muitas das infeções em contexto hospitalar são veiculadas através das mãos, pelo que a higiene das mesmas é uma das medidas que mais impacto tem na redução daquelas infeções, na diminuição da resistência aos antibióticos e na redução dos custos associados a estas problemáticas.
No Hospital de Anadia, o Grupo de Coordenação Local do Programa de Prevenção e Controle da Infeção e Resistência Antimicrobiana promoveu esta iniciativa e convida agora toda a comunidade a visitar esta mostra inédita de trabalhos elaborados por alunos das escolas do concelho.
Embora os profissionais do Hospital (consulta externa, unidade de cirurgia do ambulatório) tenham também elaborado trabalhos e posters com mensagens alusivas ao controle de infeção através da higienização das mãos, das superfícies e uso de luvas, com o objetivo de diminuirem a prevalência das infeções associadas aos cuidados de saúde, o balanço da mostra não deixa de ser muito positivo, já que são precisamente os jovens que podem ajudar a mudar comportamentos e a contribuir para a saúde da população, mobilizando-a a adotarem medidas corretas na higienização das mãos.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Projeto “Escutar os Silêncios” analisa e combate violência doméstica


No passado dia 11, o Cineteatro de Anadia serviu de palco à sessão de encerramento do projeto “Escutar os Silêncios”, que teve como missão formar os profissionais de saúde e outros para intervir na problemática da violência doméstica e criar mecanismos de intervenção comunitária que permitam desencadear ações de prevenção e, simultaneamente, atuar precoce e articuladamente em situações desta natureza.
Um projeto que não só procurou sensibilizar, como também formar, envolver e desenvolver competências nos vários parceiros para que possam agir em rede, no sentido de combater esta problemática, que é já considerada uma questão de saúde pública.
O projeto traduziu-se num ciclo de trabalho que assentou, sobretudo, na cooperação interinstitucional e multissetorial, envolvendo parceiros tão vastos como ARS Centro, ACES Baixo Vouga, autarquias de Águeda, Anadia, Oliveira do Bairro e Sever do Vouga, Centros de Saúde, Departamento de Investigação e Ação Penal, Comissões de Protecção de Crianças e Jovens, Segurança Social e GNR (NIAVE – Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas).
“Escutar os Silêncios” surgiu no âmbito de uma candidatura ao POPH, teve como entidade promotora a ARSCentro, e abrangeu os concelhos de Águeda, Anadia, Oliveira do Bairro e Sever do Vouga do ACES Baixo Vouga.
Ao longo do ano tiveram lugar ações de sensibilização, mas também ações de formação, com o objetivo de sensibilizar e dar formação aos profissionais de saúde sobre a problemática da violência doméstica.
O balanço não poderia ser melhor, mas os números são alarmantes, sendo portanto necessário intervir. Por isso, é considerado urgente criar mecanismos que permitam desencadear ações de prevenção e atuar precocemente e em articulação nestas situações.
João Pedro Pimentel, da ARS Centro, na ocasião, considerou relevante o conjunto de parceiros que trabalharam em rede ao longo deste ano, sendo esta apresentação final de resultados prova de “uma cultura de rigor para dar conta do trabalho realizado”.
Já Teresa Neves, psicóloga, (Centro de Saúde de Águeda, traçou a história do projeto, enquanto que a enfermeira Silvana Marques, Coordenadora da UCC, Centro de Saúde de Anadia falou aos presentes dos resultados do projeto, que contou com o envolvimento de 269 profissionais de saúde que, na opinião daquela responsável, “se devem manter sempre em alerta”.
“A rede local surge da necessidade de dar resposta aos colegas que contactam com estas vítimas. Agora sabem a quem recorrer, o que fazer e como agir, no sentido de encontrar soluções para as vítimas”. Todavia, Silvana Marques alertou para o facto de “não se poder tomar partido”, porque “o agressor tem também um problema. Também ele precisa de ajuda e não só as vítimas”, considerando fundamental o envolvimento do agressor na terapêutica.
Ana Simões, procuradora Adjunta do DIAP de Anadia, alertou para o facto de ser necessário, nos casos de violência doméstica, “ter sensibilidade para entrar na pele da vítima e do agressor”. Violência doméstica que é essencialmente sobre a mulher, a criança ou até sobre familiares idosos, e que atravessa todas as classes sociais, regiões, habilitações literárias ou religiões, não escolhendo ninguém, uma vez que acaba por atingir todos no seio familiar.
Um crime público (pode configurar uma agressão física, psicológica ou sexual) que é punido com pena de prisão de 1 a 5 anos, mas que continua a ter uma grande barreira: “a vítima, muitas vezes, opta por não falar, o que dificulta o avançar do processo, ou seja, levar o agressor a tribunal”.
“Se a vítima não relata os factos não há maneira de fazer prova dos mesmos, mas temos de respeitar a vontade da vítima, por isso muitos processos são arquivados”, disse, deixando ainda a indicação de que “o agressor pode ser condenado com base apenas no depoimento da vítima, pois a palavra desta pode ser o bastante”.
Participaram ainda nesta sessão Hélio Ferreira, presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Oliveira do Bairro; Ilda Martins, técnica superior de Serviço Social da Câmara Municipal de Sever do Vouga e Rui Silva, Comandante do Destacamento Territorial de Anadia.
Os participantes assistiram ainda a um belo momento de bailado intitulado “Duetos para os Silêncios”, trazido a palco pelo QUORUM BALLET.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Cantanhede: Comunidade educativa anadiense solidária com Ritinha


A comunidade educativa anadiense (sobretudo professores, pessoal não docente, pais, encarregados de educação e alunos da Escola Secundária de Anadia – ESA e da Escola Básica n.º 2 de Anadia) abraçaram mais uma causa solidária e estão a colaborar ativamente numa campanha que visa angariar fundos para adquirir vários equipamentos técnicos para melhorar a qualidade de vida de uma criança de Cantanhede (residente em Ançã), com graves problemas de saúde.
A Ritinha tem 22 meses e foi-lhe diagnosticado com apenas cinco meses lisencefalia, microcefalia, síndrome de West (epilepsia), entre outros problemas que a impedem de ter um desenvolvimento como as outras crianças.
É exatamente por causa destes problemas que a Ritinha não consegue ficar sentada, não consegue andar, segurar a cabeça ou falar.
Nesta luta tem a seu lado apenas a mãe, que com 21 anos e escassos recursos, se aventurou nesta campanha de angariação de fundos que está a contar com o apoio de amigos de vários cantos da região.
A viver apenas com a mãe e com o apoio da avó, todas as ajudas são bem vindas para conseguir adquirir o equipamento específico e muito caro, precisando da ajuda de todos.

Plásticos, tampinhas e papel. A ajuda está a ser feita através da campanha de recolha de plásticos (garrafas e garrafões de água e de sumo e de detergente), mas também tampinhas, papel e cartão.
Em Anadia, o apoio a esta criança partiu da professora Manuela Monteiro, Coordenadora das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Anadia que, ficando sensibilizada com o caso, o apresentou na Biblioteca da ESA. “Em outubro envolvemo-nos ativamente nesta causa, até porque o projeto educativo da Biblioteca Escolar integra o projeto social, designado de «Biblioajudaris» que pretende desenvolver nos alunos o sentido dos valores da partilha e da solidariedade”, diz, revelando que, depois de em anos anteriores já ter ajudado um aluno universitário e uma professora de História desempregada, chegou agora a vez de colaborar nesta campanha de recolha de papel e tampinhas para a pequena Ana Rita, de 22 meses.
“Todos podemos e devemos ajudar. A menina precisa com urgência de uma cadeira de transporte adequada às suas necessidades, mas também de uma cadeira de banho e outra de estar”, avança a docente.
Manuela Monteiro revela ainda que um grupo de amigos está a fazer e a vender ursinhos, no valor de 5 euros. “As encomendas não param de chegar porque os ursos são muito bonitos. Já fizemos uns 50, aqui em Anadia, mas continuamos a receber encomendas até conseguir as verbas necessárias para comprar aquelas ajudas técnicas de que a Ritinha tanto precisa”, admite.
Refira-se ainda que em alguns espaços comerciais encontram-se também mealheiros para a recolha de donativos: Escola Técnico Profissional de Cantanhede; Pronto a vestir Valdagua, em Ançã; Mini Preço de Febres; Farmácia Neves de Ançã; Escola Secundaria de Anadia; Clínica Médica Dentária de Anadia; Padaria Cruzeiro em Chipar de Cima (Vilarinho do Bairro), entre outros pontos comerciais de Febres.
Está igualmente a decorrer uma venda de rifas, cujo sorteio será no dia 19 de janeiro (Dia do almoço solidário) e dia do aniversário da Ritinha que completa dois anos de vida. O almoço solidário será no restaurante Verdadeiro Pingão em Ançã, com animação musical. Com entradas, sopa, prato de carne, sobremesas, bolo de aniversário, bebidas e café, o valor é de 12,50 euros.
Todas as ajudas podem ser encaminhadas para o NIB: 0045 3024 40261512843 60; IBAN: PT50 0045 3024 40261512843 60.
Para mais informações contactar 91 7454385/ 910020468 ou 910156220. https://www.facebook.com/juntospelaritinha
CC

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Anadia: Encerramento do projeto “Escutar os Silêncios” dia 11


No âmbito de uma candidatura ao POPH, Eixo 7.7., tendo como entidade promotora a ARSCentro, foi aprovado o projeto “Escutar os Silêncios”, no âmbito da Violência Doméstica, que abrangeu os concelhos de Águeda, Anadia, Oliveira do Bairro e Sever do Vouga do ACES Baixo Vouga, com terminus previsto para dezembro 2013.
No próximo dia 11 de dezembro, no Cineteatro de Anadia, decorre a Sessão de Encerramento Pública do projeto e que irá formalizar o final de um ciclo de trabalho que assentou, sobretudo, na cooperação interinstitucional e multissetorial.
Programa (provisório)
14h – Acolhimento
14H30 – Sessão de abertura com Francisco George, Diretor Geral da Saúde; José Tereso, Pres. Cons. Diretivo da ARSC; e presidentes de Câmara de Anadia, de Águeda, de Oliveira do Bairro e de Sever do Vouga; João Redondo, Coordenador da Unidade de Violência Familiar do Serviço de Psiquiatria do CHUC.
15h30 – “Duetos para os Silêncios” por QUORUM BALLET
16h15 – Projeto “Escutar os Silêncios: construção de redes locais contra a Violência Doméstica”. Moderado por Fernando Almeida, Vice-Presidente da ARS Centro; com Silvana Marques, Coordenadora da UCC, Centro de Saúde de Anadia; Teresa Neves, Psicóloga, Centro de Saúde de Águeda; Helena Pais Mamede, Psicóloga do Projeto “Escutar os Silêncios”; Ana Simões, Procuradora Adjunta do DIAP de Anadia; Elsa Corga, Vereadora da Câmara de Águeda; Hélio Ferreira, Presidente da CPCJ de Oliveira do Bairro; Ilda Martins, Técnica Superior de Serviço Social da Câmara Municipal de Sever do Vouga; e Rui Silva, Comandante do Destacamento Territorial de Anadia.
18h15 – Encerramento da sessão – “O ruído dos silêncios…”.
Inscrições: http://escutarsilencios.eventbrite.pt

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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