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Corta-Mato Trail 2016 e Caminhada por Terras de Fontes e Lobos


Realiza-se no domingo, dia 20 de novembro, o Corta-mato Trail 2016 e Caminhada por Terras de Fontes e Lobos, a decorrer nos lugares de Fonte de Angeão e Covão do Lobo, no concelho de Vagos.

O Corta-mato Trail compreende uma distância de 15km e a Caminhada de 4km. A partida será pelas 10h30 no Parque de merendas de Fonte de Angeão e a chegada no Largo do Campo de Futebol em Covão do Lobo. Esta será uma prova que passa por lugares com paisagens de rara beleza onde o contacto com a natureza é uma constante.

As inscrições podem ser efetuadas no edifício da Freguesia de Fonte de Angeão e Covão do Lobo e em www.atletica.pt.

Informações úteis:

Corta-mato Trail de 15km:
– De 15 de novembro a 20 de novembro – 7 euros

Caminhada de 4km:
– Até 20 de novembro 2 euros

Consulte o regulamento em www.atletica.pt

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Vagos: Soza será a primeira freguesia totalmente coberta pelo saneamento


A freguesia de Soza vai ser a primeira freguesia do concelho de Vagos a ter “o ciclo urbano da água fechado”. Quem o afirmou foi o autarca de Vagos, Silvério Regalado, durante o ato público da consignação e arranque das obras das Águas Residuais de Soza e Salgueiro, que teve lugar no passado dia 27 de outubro, pelas 16h, junto à extensão de saúde de Soza e, pelas 16h30, junto ao largo da Feira de Salgueiro.
As obras estão a cargo da AdRA – Águas da Região de Aveiro, num investimento total de 2,19 milhões de euros.
Na ocasião e perante várias dezenas de convidados, Silvério Regalado explicou que a intervenção simbólica marca o arranque da obra, que terá a duração de um ano.
“Soza será a primeira freguesia do concelho de Vagos a ficar com uma taxa de cobertura de saneamento muito próximo dos cem por cento”, diria, acrescentando que este dado é “importante e histórico” naquilo que é o trabalho que a autarquia tem feito em conjunto com a AdRA, ainda que reconheça que o processo tem sido “difícil e conturbado, mas positivo”, com base no “diálogo.”
Silvério Regalado sublinharia ainda que a freguesia de Soza será a primeira a ter abastecimento de água e saneamento básico a quase cem por cento, o que considerou ser “um dado extremamente importante do ponto de vista ambiental”.

Saneamento básico em todo o concelho até 2021. Daí, ter plena convicção de que “até 2021 conseguiremos levar a cabo o nosso objetivo, que é ter cerca de cem por cento de saneamento básico no concelho”.
Um objetivo que reconhece seria impossível de atingir, caso fosse só o município a fazer o investimento. Por isso mesmo, defendeu que o projeto da AdRA é “um projeto de referência a nível nacional”.
Ciente do muito que ainda há por fazer nesta área, o edil vaguense reforçou que “é preciso lembrar que a AdRA é um projeto muito recente (2009) que tem feito o seu percurso, mas que apanhou uma das piores fases do país no contexto económico-social”.
Durante a cerimónia, apelaria à compreensão de todos porque estas obras de saneamento são sempre obras difíceis e que no concelho deixaram más memórias. Daí ter apelado aos empreiteiros (Vitor Almeida & Filhos e Tecnorém) para que realizem estas empreitadas “com empenho e qualidade”.

Obra vai exigir paciência e compreensão. Fernandez Thomaz, presidente do Conselho de Administração da AdRA, sublinhou ter sido o concelho de Vagos um dos concelho onde a AdRA começou a fazer obra de forma mais intensa: “não foi fácil em Vagos como também não foi nos outros nove concelhos, mas estamos orgulhosos do trabalho realizado e muito confiantes e esperançosos naquilo que está hoje a arrancar.”
Duas empreitadas que na sua opinião “devem agradar a quem aqui vive, porque passará a ter uma infraestrutura que irá elevar de forma significativa os níveis de saúde pública desta freguesia”.
No Salgueiro, serão 15 quilómetros de condutas gravíticas e elevatórias, sete estações elevatórias e a construção de 730 ramais. Já em Soza são 13 quilómetros de condutas, mais seis estações elevatórias, mais 470 ramais, num total de 30 quilómetros de condutas.
Um investimento avultado, numa obra que terá impactos inevitáveis no território: “Peço paciência a todos os vaguenses que vivem nesta freguesia para os incómodos que esta obra vai causar”, diria.
Ciente desses transtornos, apelou ao esforço dos empreiteiros para que a obra seja terminada dentro do prazo previsto, mas também para que, logo que possível, sejam feitas as repavimentações para não deixar as valas em terra, com lama e chuva, durante muito tempo.
“Não podemos ignorar que vão ser abertas valas que vão destruir uma parte do pavimento e durante algum tempo essas valas vão ter terra, o que vai gerar incómodos”, frisou, ao mesmo tempo que pediu aos empreiteiros para que mantenham um canal de comunicação permanente e intenso com a Junta de Freguesia para analisar diariamente os desvios de trânsito e sinalizações a fazer diariamente e acima de tudo as prioridades da frente de obra.
Na ocasião, deixou a indicação de que a AdRA fará uma vigilância permanente à obra, estando ainda em processo de contratação de uma equipa de fiscalização externa, que irá acompanhar a sua execução técnica.
A terminar, Fernandez Thomaz apelou à população no sentido de fazer as ligações à rede, após a conclusão da obra: “só assim uma obra desta envergadura faz sentido.”
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Vagos: EPADR está sob investigação da tutela


Cerca de dois milhões de euros é quanto “deve” a Escola Profissional de Agricultura. Tal passivo, confirmado agora pelo novo diretor, decorre do levantamento feito junto dos fornecedores. Trata-se de uma situação “complexa e muito delicada”, adiantou, em declarações a um quinzenário local, João Queiroz Pinto, que alega andar a “corrigir erros de gestão desde 2014”.
Em questão está, por exemplo, a construção de horários, com inclusão de horas não letivas nos trabalhos dos docentes, que aquele dirigente considera “incorreta”. Erros que terão suscitado atrasos na receção de verbas, oriundas do Programa Operacional Capital Humano (POCH).
Também o polo de eventos é problema. Construído de raiz, no decorrer do mandato de Fernando Santos, precisa agora de ser (urgentemente) rentabilizado. Em perspetiva poderá estar um eventual “acordo” com a autarquia, para que aquela infraestrutura seja utilizada. Porém, se tal não for possível, o referido espaço pode vir a ter outro destino: ser readaptado pelo ministério. “Para um ginásio, que a escola ainda não tem”, admite o diretor da EPADR, que também quer reativar o polo da restauração, para servir refeições à comunidade “a preços razoáveis e não simbólicos, como eram praticados”.
De referir que os problemas financeiros da EPADR começaram a ser detetados no primeiro trimestre deste ano, tendo chegado ao Conselho Geral a 27 de abril. Na reunião daquele órgão, foi ouvido o técnico administrativo, que levantou “preocupantes questões” sobre práticas da gestão e administração, executadas pelo órgão executivo e conselho administrativo “ao longo dos últimos anos”. Uma exposição escrita foi mesmo entregue, por aquele funcionário, ao antigo diretor, com conhecimento ao Instituto de Gestão Financeira da Educação e Direção Geral Estabelecimentos Escolares.
No decorrer da mesma reunião foi então decidido pedir uma sindicância, às contas da escola, a qual ainda decorre. Os resultados da investigação serão conhecidos “até final do ano”, confirmou João Queiroz Pinto.

Nova equipa diretiva. Casa foi arrumada no arranque do novo ano letivo da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (EPADR). João Queiroz Pinto, que tomou posse a 9 de setembro como diretor, chamou para adjunto da direção João Evangelista Marques e manteve Oriana Mónica Marcelino como subdiretora, função que já exercia na direção cessante. A coordenadora dos diretores de cursos profissionais é, ainda, a par de Áurea Brandão Ruela, vogal do Conselho Administrativo, a que preside o novo diretor.
Novidades ainda no Conselho Geral (CG), órgão de direção estratégica da escola, presidido por Filomena Martins. Integra 15 membros, entre pessoal docente e não docente, representante dos alunos do ensino secundário, pais e encarregados de educação, e município. Cooptados pelos membros, conforme determina o regimento, fazem ainda parte daquele órgão dois representantes da comunidade local, Misericórdia de Vagos e Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA).
É precisamente este último organismo que acaba de ser “excluído”. Tanto quanto apurámos, em causa está a não comparência a três reuniões, alegadamente sem motivo justificado. Conforme preceitua o artigo 17.º do regimento, compete ao CG (neste caso) declarar “perda de mandato, precedida obrigatoriamente de audiência do interessado”.
Eduardo Jaques

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EPADRV tem novilha “acima da média”


epadrvContinuam a acontecer “coisas estranhas”, no polo de bovinos leiteiros na Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (EPADR) de Vagos. Primeiro foi a “Sissi”, filha de uma vaca parda suíça, que no ano transato, com apenas treze meses, pesava cerca de 250 quilos. Meiga e dócil, mas também muito inteligente, mantinha forte relação com a veterinária Teresa Valente, desde a noite em que nascera.
Reconhecia a voz da tratadora, e até amuava quando esta lhe ralhava. Perante as novilhas da mesma idade, que alegadamente procuravam mimos, tinha mesmo uma posição dominadora, reforçada na presença da veterinária.
Tal comportamento, e o facto de a veterinária “presentear” diariamente os bovinos com uma seleção musical, que garantia “ser excelente para o bem-estar dos animais e aumento de produção de leite”, acabaria por ser notícia em diversos órgãos da comunicação social (ver JB, de 15 janeiro 2015).
Agora, a nova “vedeta” dá pelo nome de “Cassandra”. Foi apresentada, há dias, no decorrer do “Open Day EPADRV – Alltech”, onde marcaram presença, entre outros, elementos da direção da Cooperativa Agrícola Bom Pastor (S. Miguel, Açores), meia centena de produtores de leite daquela ilha, e ainda membros da comunidade escolar.
Novilha de dois anos e oito meses, deveria ter, segundo Teresa Valente, “uma produção, no máximo de 40 litros por dia”. Mas, em boa verdade, produz uma média de 71 litros, o que tem “despertado a curiosidade dos produtores leiteiros”, reconheceu a responsável pelo polo de bovinos da escola vaguense.
Com “Cassandra” a “sobressair das demais”, de referir que a produção leiteira das 39 vacas a EPADR ascende a 2.100 litros a cada dois dias.
Eduardo Jaques/Colaborador

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Vagos: Eleições na EPADR com vencedor improvável


Quatro candidatos, um dos quais excluído de início, numa eleição que viria a ditar um vencedor, Paulo Pimentel. Resultado que a Direção Geral da Administração Escolar (DGAE) não homologou, por “ausência de requisito habilitacional” do candidato. Repetida, agora a dois, do escrutínio resultou um vencedor improvável, mas anunciado: João Queirós Pinto é o novo diretor da EAPDR – Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural.
O sucessor de Fernando Santos garantiu oito dos 14 votos em disputa, no confronto direto com Filomena Martins, que agora regressa à presidência do Conselho Geral da escola. Diz que ganhou “para evitar a vitória da outra concorrente”, tendo afirmado, a uma rádio local, que foi eleito “porque do mal, o menos”.
Natural de Amarante, 60 anos, tem “duas décadas de experiência” em cargos diretivos, admite estar “motivado” para enfrentar este desafio, e mostra-se conhecedor da situação [financeira], em que se encontra a EPADR. Mas diz-se de algum modo desgostado com a forma como os processos concursais se desenrolam, e a alegada influência que as autarquias têm nos atos eleitorais.
“Quando o ensino passar para o domínio das câmaras, ainda vai ser pior”, reconheceu Queirós Pinto, convicto de que, a acontecer, “só vão ser eleitos diretores que têm a mesma cor política de quem lá está”.
Nada que Filomena Martins também não tivesse pensado, ao ser derrotada, no primeiro sufrágio, por Paulo Pimentel, candidato que, admite agora, ter sido “lançado e apoiado” pelo poder político. Segundo declarou, [Paulo Pimentel] tem acompanhado a vida política, e não só, e fez parte do NEVA e do conselho fiscal da Caixa Agrícola. Para além de presidir à comissão de proteção de crianças e jovens (CPCJ) de Vagos, “numa lista proposta pelo atual presidente da câmara”, sinalizou Filomena Martins.

Falsidades e contradições. “Tudo falsidades”, respondeu Paulo Pimentel, alegando que não se revê nas declarações da professora Filomena, em particular no que diz respeito à CPCJ, órgão para o qual foi eleito em maio de 2007, quando integrava a comissão restrita em representação do Ministério da Educação. Garantindo que nunca foi militante de “nenhum partido” admite, no entanto, que gostaria de exercer o cargo de diretor da EPADR.
Também o presidente da câmara de Vagos, reagiu às declarações de Filomena Martins e João Queirós Pinto, considerando ser necessário “desmistificar a alegada politização” do processo eleitoral. Para Silvério Regalado, “a votação é secreta, e a câmara tem 3 dos 15 votos no conselho geral”, Em declarações à Vagos FM, aquele autarca revelou que a câmara requereu “adiar” o novo ato eleitoral, porque queria esclarecer “questões relativas ao processo concursal junto da DGAE”, o que não aconteceu.
Quanto à alegada relação de “consonância”, entre as escolas e a câmara, o edil de Vagos considera que sempre houve uma [excelente] relação entre a autarquia e as administrações escolares. E admite mesmo, que “a transferência de competências é natural e até favorável”.
Eduardo Jaques
Colaborador

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Vagos: Peregrinação de Ancas sem acolhimento religioso


Afinal, nem sempre a tradição é para cumprir. Que o digam as dezenas de peregrinos da paróquia de Ancas, que na última sexta-feira cumpriram, em Vagos, mais uma promessa ancestral.
Chegaram à hora aprazada, por volta das sete da tarde, depois de terem atravessado a pé terras bairradinas. Mas não tinham qualquer entidade religiosa a recebê-los. Nem padre, que à mesma hora rezava missa, nem diácono, este ausente por razões de saúde.
“Que me lembre, nunca tal aconteceu”, confessou-nos, desacorçoado, um antigo juiz da igreja de Ancas, devoto confesso da Senhora de Vagos, que não quis identificar-se. Apesar de não ter feito a totalidade do trajeto a pé (diz que foi forçado a parar, em Bustos, “por causa da perna”), acabou por reconhecer que “o povo não teve o devido acolhimento”.
Tal situação, que terá deixado igualmente perplexo o juiz da igreja e restante mordomia, acabaria resolvida com a intervenção de um leigo. Habituado às causas religiosas, Basílio Oliveira acompanhou a procissão, desde o monumento do Poder Local, até à igreja matriz, tendo presidido à recitação comunitária do terço.
Alguns peregrinos pernoitaram no quartel dos bombeiros, utilizando esteiras “como antigamente”, enquanto outros regressaram a casa. Segundo o juiz da igreja, que desvalorizou o que se passou no acolhimento, a adesão de peregrinos “está estabilizada, se bem que este ano até tenha aumentado”. Os jovens continuam a “gostar desta experiência de fé”, admitiu Vítor Rosa Simões, confirmando que os idosos aproveitam “boleia” dos familiares e “não costumam faltar à missa”.

Cânticos e ladainhas. No sábado, a alvorada foi às sete, com os peregrinos na estrada, em procissão, rumo ao santuário da Senhora de Vagos. Foram agradecer, com cânticos e ladainhas, o “dom da chuva” que nos séculos XVII ou XVIII veio pôr ponto final na prolongada seca, de sete anos, na região da Bairrada.
Para além do juiz da igreja e respetiva mordomia, marcaram presença na procissão as mordomas de S. Martinho, que haviam transportado, à cabeça, o pesado tabuleiro com as lanternas e a cruz de prata da paróquia de Nossa Senhora da Assunção. Antes da missa, celebrada pelo pároco de Ancas, Pe. João Carlos Carvalho, o cortejo deu três voltas à capela. No final da celebração, o juiz Vítor Simões prestou contas, tendo deixado, no santuário, a contribuição monetária recolhida na freguesia.
Organizado pela “juíza”, Maria Manuela Seabra, o almoço de receção aos peregrinos não se realizou este ano em Amoreira da Gândara, devido a obras no local, tendo decorrido em Ancas, no parque da Lagoa do Paul.
Eduardo Jaques
Colaborado

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Vagos: Arciprestado com menos um padre


As nomeações para o ano pastoral, afastaram o Pe. José Fidalgo da Gafanha da Boa Hora. Para o seu lugar foi nomeado, como administrador paroquial, o Pe. Fernando Ferros, arcipreste de Vagos e pároco de Santo André.
Tida como “inevitável”, segundo apurou este jornal, a saída do Pe. Manuel Carvalhais acabou por não se concretizar. Depois de, por razões de saúde, ter deixado a paróquia de Santo António e a direção do “Terras de Vagos”, e ter abrandado a prestação de alguns serviços religiosos (funerais incluídos), aquele sacerdote mantém-se à frente da paróquia de Vagos, assessorado pelo diácono António Machado.
Nas restantes paróquias, António Aparício Cardoso continua à frente de Covão do Lobo, Santa Catarina e Ponte de Vagos, enquanto António Correia Martins é pároco de Ouca, e José Arnaldo Simões permanece em Calvão.
Quanto a Nuno Duarte Queirós, responsável pelas paróquias de Santo António e Soza, é agora administrador paroquial de Fonte de Angeão, após ter sido nomeado, em maio, pelo bispo diocesano. É ainda presidente do Centro Social e Paroquial de Santo António, e diretor do jornal “Terras de Vagos”.
A nível da diocese, Nuno Queirós, que é o sacerdote mais jovem do arciprestado de Vagos (tem 32 anos e foi ordenado em 2013), desempenha vários outros cargos, com destaque para a direção do secretariado diocesano de Liturgia. É também delegado aos Congressos Eucarísticos, nacional e internacional, vogal do serviço nacional de Acólitos, e coordenador do departamento de Pastoral Litúrgica.
Eduardo Jaques
Colaborador

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Detido suspeito de incêndio em Vagos


A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Aveiro, deteve um homem de 55 anos, servente da construção civil, suspeito da autoria de um crime de incêndio florestal, ocorrido no concelho de Vagos no final da tarde da passada sexta-feira.

Segundo a PJ, o detido, que tem problemas de alcoolismo, deslocou-se para o local de bicicleta, tendo iniciado o incêndio com um isqueiro e combustível acelerante, provavelmente gasolina.

Foram consumidos cerca de 9.000m2 de mato, eucaliptos e pinheiros adultos, tendo sido colocada em perigo a mata nacional adjacente, que se inicia do outro lado de um estradão, não tendo sido causados danos mais avultados porque os populares deram de imediato o alerta e o fogo foi prontamente combatido pelos bombeiros.

O detido, sem antecedentes criminais, vai ser presente às Autoridades Judiciárias competentes para primeiro interrogatório e eventual aplicação de medidas de coação.

No corrente ano a Polícia Judiciária já identificou e deteve 41 pessoas pela autoria do crime de incêndio florestal.

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Praia da Vagueira já tem Wi-Fi


A NOS instalou Wi-Fi na praia da Vagueira. Esta novidade, em plena época balnear, resulta de uma parceria entre a NOS e a Wavecom, empresa especializada em soluções wireless sedeada na região, aceitando o desafio lançado pela Câmara Municipal de Vagos.

Ao longo de toda a praia da Vagueira, numa extensão de mais de 2 quilómetros, foram instalados vários pontos de acesso, que permitirá a todos os utilizadores o acesso à Internet de forma simples e rápida. Trata-se da primeira vez que esta praia tem Wi-Fi disponível aos seus utentes, sendo que o serviço ficará disponível durante todo o ano, para além do período de Verão.

Este projeto tem por base uma solução diferenciadora, pois conta com um acesso de alto débito dedicado assim como um Sistema de Gestão Centralizado na cloud. Desta forma, os utilizadores do Wi-Fi Público têm acesso a um serviço de alta qualidade e fiabilidade, garantindo a Câmara Municipal de Vagos a segurança da navegação e utilização dos dados a partir de qualquer local e em qualquer altura.

A implementação deste serviço numa das praias mais procuradas da região assume-se como um passo relevante da Câmara Municipal de Vagos integrado no âmbito do projeto Smart Cities, no qual conta com o contributo da NOS.

O desafio deste projeto foi lançado à NOS e Wavecom no seguimento da forte adesão dos utentes da Praia da Vagueira a um serviço piloto lançado pelo Município. Com base no sucesso do piloto, a Câmara Municipal de Vagos sentiu que estava na hora da evolução adquirindo um serviço com caraterísticas técnicas mais evoluídas, de qualidade garantida, com potencial de evolução e ações de Marketing.

O objetivo é, assim, tornar Vagos numa vila inteligente, dotando as suas infraestruturas de soluções mais flexíveis e ajustadas, dando resposta às necessidades da população e tirando partido das oportunidades, como é o caso da zona balnear, agora com acesso wireless disponível.

Para Silvério Regalado, presidente da Câmara Municipal de Vagos, “trata-se de uma grande conquista para o Município, uma vez que apresenta mais uma oferta distintiva da nossa praia da Vagueira em relação às demais. Além disso e com a associação do município a uma marca de prestigio como é a NOS, melhora ainda mais a imagem externa do município. Para mais numa área tão importante e em que Vagos tem vindo a apostar, que é a área das Smart Cities. Também nesta aqui o município de Vagos quer e sente que está, no pelotão da frente”.

Por sua vez, este trabalho de parceria surge integrado no projeto Smart Cities da NOS, cuja relevância é destacada por João Ricardo Moreira, administrador da NOS Comunicações que afirma “ser este mais um projeto de colaboração com a autarquia de Vagos que promove a qualidade de vida dos cidadãos e as experiências tecnológicas onde quer que estas sejam úteis”.

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Vagos: Paulo Pimentel é o novo diretor da EPADRV


Paulo Jorge Abreu Pimentel é o novo diretor da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (EPADR) de Vagos. Venceu, pela diferença mínima (oito votos contra sete), as eleições realizadas no passado dia 25 de julho. O resultado do escrutínio já foi comunicado, por email, ao diretor-geral da Administração Escolar.
O novo dirigente, que há anos leciona em Águeda, vai suceder a Fernando Santos, que se encontrava à frente da instituição desde 2004, e que em abril deste ano apresentou a demissão, por motivos que nunca foram revelados. A gestão corrente da EPADR está, para já, a cargo da subdiretora, Oriana Marcelino, que chamou para adjunto Paulo Alves.
Natural e residente em Vagos, Paulo Pimental levou a melhor sobre a presidente do Conselho Geral daquele estabelecimento de ensino. Filomena Jesus Martins, que teve de renunciar ao cargo para poder ser admitida ao processo concursal, vai continuar, ao que apurou este jornal, a exercer a mesma função. Quanto ao terceiro candidato, João Queiroz Pinto, não obteve qualquer voto.
A eleição decorreu sem incidentes, tendo votado a totalidade dos quinze membros que integram o Conselho Geral – representantes do pessoal docente (5), não docente (1), pais e encarregados de educação (3), alunos (1), Santa Casa da Misericórdia de Vagos (1), Núcleo Empresarial de Vagos (1), e município de Vagos (3) enquanto entidade promotora.

Currículo. Do currículo de Paulo Pimentel, consta a presidência, durante sucessivos mandatos, da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJ) de Vagos. Foi eleito em maio de 2007, quando já integrava a comissão restrita daquele órgão, em representação do Ministério da Educação. “Aceitei o cargo para trabalhar em equipa, em prol das crianças e jovens deste concelho, mas sem politiquices”, declarou, na altura.
Paralelamente, fez também parte, com Jorge Camarneiro e Ana Maria Calado, do conselho diretivo do Agrupamento de Escolas de Vagos, então liderado por Júlio Castro, tendo sido eleito por cerca de 88 por cento de votos, num universo de 270 eleitores.
Eduardo Jaques
Colaborador05

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