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Vagos: Prémio Carreira para Pe. António C. Martins


Atual diretor do Centro Social e Bem Estar de Ouca, que fundou em 1984, o Pe. António Correia Martins acaba de ser distinguido com o “Prémio Carreira/ 2013”.
A entrega do galardão decorreu, no último sábado, na 10ª edição da gala “Vaga D’Ouro/Crédito Agrícola”, uma vez mais organizada pela Vagos FM e jornal O Ponto.
Natural da freguesia de Trofa do Vouga, o Pe. António foi ordenado sacerdote em junho de 1953, por D. João Evangelista Lima Vidal. Primeiro padre da paróquia de São Martinho de Ouca, criada por decreto de 8 de junho de 1956, tem desenvolvido vasta obra naquela freguesia. A ele se devem, entre outras iniciativas, a criação da freguesia civil de Ouca, e a construção das capelas de Rio Tinto, Carregosa e Tabuaço.
No plano social, lançou-se na construção do lar de idosos, que inaugurou em 1984. Anos mais tarde, avançaria para o complexo social para idosos, crianças e formação profissional, reconhecida de utilidade pública. Dedicado peregrino do mundo, quando foi necessário garantir apoio financeiro para a sua obra, o Pe. António Martins é tido como “um homem bom, com os olhos sempre postos no bem e no futuro”.
Foram igualmente galardoados: Paulo Frade (Cultura), Pe. David Novo (Social), Colcal – Voleibol do Colégio de Calvão, e Rita Cheganças (Desporto), Vagoleite (empresarial) e Silvério Regalado (Política).
EJ

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Vagos: Município adere à “Hora do Planeta 2014”


No próximo sábado, dia 29 de março, todas as luzes do edifício dos Paços do Concelho e seu exterior serão desligadas por 60 minutos, entre as 20h30 e 21h30, numa associação à iniciativa mundial “Hora do Planeta”.
Esta iniciativa, que parte da organização global de conservação de natureza WWF – Hora do Planeta, pretende estimular indivíduos, empresas e comunidades a tomarem medidas para reduzir as suas emissões de carbono numa base contínua e diária. Indivíduos, empresas, governos e comunidades de todo o mundo são convidados a desligar as suas luzes, por uma hora, no sábado, precisamente às 20h30, para mostrar o seu apoio à ação ambientalmente sustentável.
Ainda no âmbito “Para além da Hora” e “Eu faço se tu fizeres”, associados à campanha Hora do Planeta, o município de Vagos comprometeu-se, para 2014, efetuar cortes na Iluminação Pública em locais com excesso de iluminação e regular os horários de Iluminação Pública para um melhor ajuste às necessidades reais.
Este é o oitavo ano que o mundo fica às escuras em sinal de apoio a uma iniciativa que começou em Sydney, em 2007, e que é hoje o maior evento mundial de ação ambiental. Em 2013, a Hora do Planeta celebrou-se em 154 países e territórios em todos os continentes, incluindo a participação de alguns dos monumentos mais reconhecidos no mundo.
A Câmara Municipal convida a todos a desligar as luzes pela “Hora do Planeta”, durante as 20h30 e 21h30 mostrando, assim, o seu apoio e compromisso com esta causa.
O video oficial da Hora do Planeta pode ser visto aqui: http://www.youtube.com/earthhour

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Professora condenada a 13 anos e meio por matar filho à nascença


O Tribunal de Vagos condenou, na última segunda-feira, em cúmulo jurídico, a 13 anos e meio de prisão, uma professora, de 42 anos, acusada de ter matado um bebé que acabara de dar à luz.
O tribunal deu como provado que a arguida matou, por asfixia, o recém-nascido, ao colocá-lo dentro de sacos plásticos.
“A arguida escondeu o nascimento e matou o filho após o parto e depois ocultou o cadáver para se desfazer dele”, afirmou o juiz-presidente durante a leitura do acórdão, explicando que a decisão foi tomada com base na prova indireta.
O magistrado referiu ainda que o coletivo de juízes não acreditou na versão da arguida que, durante o julgamento, negou ter matado o filho, afirmando que quando pegou no bebé, pela primeira vez, aquele “já não se mexia e não respirava”.
“Partindo especialmente da atuação da arguida, dos depoimentos das colegas e da assistente operacional em conjugação com as regras de experiência, o tribunal concluiu que não era possível uma mãe normal calar a morte de um filho acabado de nascer se não fosse a mesma a matá-lo, nem teria guardado o corpo do bebé daquela maneira se não se quisesse desfazer do corpo”, acrescentou o juiz-presidente.
Segundo o tribunal, a arguida já tinha formulado o propósito de matar o filho pelo menos desde a primeira semana de maio de 2011.
O coletivo de juízes realçou ainda a falta de arrependimento da arguida, adiantando que aquela agiu com frieza de ânimo, e que a sua atitude traduz sangue frio, insensibilidade, indiferença e persistência na execução.
A arguida, professora numa escola de Vagos, é casada e mãe de dois filhos menores.

Condenação. A mulher foi condenada a 13 anos de prisão, por um crime de homicídio qualificado, e a um ano de prisão, por um crime de profanação de cadáver.
Em cúmulo jurídico, o tribunal aplicou à arguida uma pena única de 13 anos e meio de prisão.
Após a leitura do acórdão, o Ministério Público (MP) pediu que fosse alterada a medida de coação da arguida para prisão preventiva.
Contudo, o coletivo de juízes decidiu manter a medida de coação a que a arguida está sujeita (Termo de Identidade e Residência) por considerar que não existe perigo de fuga, pelo que a mulher irá aguardar em liberdade o trânsito em julgado da decisão.
Nas alegações finais, o MP pediu uma pena não inferior a 16 anos de cadeia, enquanto a defesa pediu a absolvição da arguida, classificando a acusação como “algo fantasiosa”.
O caso remonta a 11 de maio de 2011, quando a mulher entrou em trabalho de parto, na casa de banho da escola onde lecionava, no concelho de Vagos.

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Rui Cruz à frente da Segurança Social


Para já, fica em regime de substituição. O antigo presidente da câmara de Vagos, Rui Cruz, foi indicado pela tutela para diretor distrital da Segurança Social de Aveiro. Vai ocupar a vaga deixada por António Santos Sousa, que em maio de 2013 tinha pedido para sair, e agora regressa à advocacia. Ao que apurámos, o ex-autarca vaguense foi nomeado a 16 do corrente. Ficará no cargo até final do concurso público, aberto para aquele lugar, mas é dada como certa a intenção de Rui Cruz se candidatar.
Atual presidente da assembleia municipal, Rui Cruz também é advogado. Exerceu até 2001, para depois se dedicar exclusivamente à carreira política. Eleito pelo PSD, foi presidente da câmara de Vagos durante três mandatos (2001-13), tendo ainda desempenhado cargos dirigentes, nomeadamente na sociedade “Mais Vagos”, AMRia e Junta Metropolitana de Aveiro (já extintas), Região de Aveiro e comissão de vencimentos da SIMRia.

Eduardo Jaques

 

foto – Diário de Aveiro

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Vagos: Faleceu João “Padeiro”


Presidente do Grupo Folclórico de Santo António, desde a sua fundação, João Santos Agostinho (João Padeiro, como era popularmente conhecido), foi a enterrar aos 92 anos. Antigo dirigente da cooperativa agrícola local e sócio fundador da “Vagos FM”, foi um dos principais responsáveis pelo êxito do festival do moliceiro, que em 2009 assinalou as “bodas de prata”.
Aproveitando a efeméri-de, foi descerrada uma lápide comemorativa no antigo cais das Folsas Novas, tendo João Padeiro sido homenageado publicamente, pela instituição a que presidia e pela autarquia. Na oportunidade, a vereadora da Cultura, Albina Rocha, reconheceu que a sua “humildade e postura de servir eram exemplos para muitas outras coletividades”.
Eduardo Jaques

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Mãe acusada de matar recém-nascido nega crime


A mulher acusada de ter matado um bebé que acabara de dar à luz, ao esconder o recém-nascido na bagageira do seu automóvel, afirmou em tribunal que o filho já estava morto quando pegou nele pela primeira vez.
“Nunca tive intenção de matar o meu filho, nem muito menos escondê-lo”, afirmou a mulher, casada, com dois filhos de quatro e nove anos, que está a ser julgada no tribunal de Vagos por um crime de homicídio qualificado e outro de profanação de cadáver.
O caso remonta a 11 de maio de 2011, quando a arguida – uma professora, de 42 anos, que residia na Palhaça – entrou em trabalho de parto, na casa de banho da escola onde lecionava, no concelho de Vagos, e deu à luz “um feto de idade gestacional superior a 37 semanas, sem quaisquer malformações orgânicas ou disfuncionais”.
No seu depoimento, a arguida contou que foi para a casa de banho porque sentiu “um mal-estar geral” e passado algum tempo percebeu que “o corpo estava a expulsar algo”. “O bebé foi nascendo por si próprio”, afirmou a mulher, que ficou “atónita” com tudo o que se estava a passar.
Após o nascimento, a arguida disse que não teve forças para pegar imediatamente no bebé ao colo e, quando o conseguiu fazer, este já estava morto. “Quando peguei no bebé ele já não se mexia e não respirava”, afirmou, adiantando que entrou em pânico, mas não pediu ajuda a ninguém, porque se sentia “frustrada e embaraçada com a situação”.

Justificação. Questionada pelo juiz-presidente, a mulher explicou que colocou o recém-nascido na sua carteira e levou-o para a bagageira do carro, porque “queria levar o bebé para casa para passar mais algum tempo com ele”.
“Não tem lógica aquilo que fiz, mas na altura foi o que me passou pela cabeça”, confessou a mulher, afirmando que esta gravidez “não foi planeada, mas era desejada”.
Segundo o despacho de acusação do Ministério Público (MP), depois de cortar o cordão umbilical do recém-nascido, a arguida colocou-o dentro de dois sacos de plástico, na bagageira do carro, onde permaneceu dois dias e acabou por morrer asfixiado.
O cadáver do menino só veio a ser descoberto por mero acaso pela namorada do irmão da arguida, que tinha ido à garagem da sua residência buscar umas cadeiras de transporte de criança.
Ainda de acordo com o MP, a arguida “agiu com o propósito de matar o seu filho recém-nascido que se encontrava no início da sua vida totalmente desprotegido e incapaz de ser defender e de sobreviver sem assistência e cuidados de terceiros, nomeadamente e em primeiro lugar, de sua mãe, ao que aquela foi totalmente insensível”.

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Revista de imprensa do Jornal da Bairrada de 13 de junho de 2013


Revista de imprensa do Jornal da Bairrada de 13 de junho de 2013

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Revista de imprensa do Jornal da Bairrada de 5 de junho de 2013


Revista de imprensa do Jornal da Bairrada de 5 de junho de 2013

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Vagos: Passeio cicloturístico da Vagos FM


Irá decorrer, no próximo domingo, dia 2 de junho, um passeio cicloturístico organizado pela rádio Vagos FM.
As inscrições, para este passeio, têm um custo de 12 euros (inclui t-shirt, pequeno-almoço, almoço e sardinhada final) e podem ser efetuadas da seguinte forma:
- Nas instalações da rádio Vagos FM;
- Pelo telefone 234 793 405;
- Junto dos elementos da organização: João Julião: 917237807; Manuel Pereira: 934263399
Programa:
8h30: Concentração junto dos estúdios da rádio
9h: Saída – Direção Lameiro, Lombomeão
10h: Lanche – Santuário de Nº Sª de Vagos
11h30: Chegada ao Areão Bar na Praia do Areão
13h: – Almoço
- Futebol, jogos e tempo livre
17h: Regresso a casa pelo estradão da Lomba
18h: Chegada ao Polidesportivo de Sto. António de Vagos – Sardinhada final

Esta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Vagos, Junta de Freguesia de Sto. António de Vagos, Bombeiros Voluntários de Vagos e do Areão Bar – Praia do Areão.

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Revista de imprensa do Jornal da Bairrada de 23 de Maio de 2013


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Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

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