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Anadia solidária em quatro dias de Feira Social


A 6.ª Feira Social de Anadia, bienal de projetos sociais, é inaugurada no próximo dia 19 de outubro (quarta-feira), pelas 11h, no Pavilhão de Desportos do Complexo Desportivo de Anadia, e estará patente até 22 do corrente, podendo ser visitada entre as 14 e as 18h, com entrada gratuita.

Partilha de saberes e de experiências. Organizada pela Câmara Municipal de Anadia, em parceria com o Núcleo Dinamizador do certame, a Feira Social visa a promoção das potencialidades e dos recursos existentes na área social, divulgando o trabalho desenvolvido no âmbito da intervenção. Destina-se ainda a partilhar experiências de trabalho, contribuir para a reflexão em torno de temáticas da área social, valorizar o trabalho das entidades sociais, e abrir caminhos para um concelho mais solidário.
Contando com a participação ativa das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e Santas Casas da Misericórdia do concelho, bem como de outras entidades que integram a Rede Social de Anadia, a feira apresentará, ao longo de quatro dias, o trabalho social – respostas sociais, projetos e medidas de política social – desenvolvido e implementado pelo Município de Anadia e pelas 18 instituições sociais do concelho. Na promoção efetiva do trabalho de parceria, e à semelhança do sucedido nas edições anteriores, a feira conta também com a participação de outras entidades do Conselho Local de Ação Social (CLAS), que estarão presentes no stand do CLAS e que irão colaborar em diversas atividades a realizar no âmbito do certame.

Ação “Aquece Anadia, traz um agasalho”. Uma dessas iniciativas é a ação solidária “Aquece Anadia, traz um agasalho!”, uma campanha de recolha de agasalhos (para todas as idades) e de roupas de cama, que está já a decorrer e que, a propósito do Dia Internacional contra a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social (17 de outubro), tem o duplo objetivo de ajudar famílias mais desfavorecidas do concelho e sensibilizar a comunidade em geral para a problemática da pobreza e da exclusão social. Nesta fase, os contributos de cada cidadão podem ser deixados nas instituições sociais, mas, no decorrer da feira, poderão também ser entregues no stand do Município de Anadia, num espaço próprio, devidamente assinalado. Após o terminus do certame, os donativos serão entregues, através da loja social “Salpicos de Carinho”, a famílias cuja carência económica se encontra comprovada e sinalizada por entidades da área social do concelho.
Entre as várias atividades que irão decorrer ao longo dos quatro dias da feira, destaque para a exposição “Objetos Andarilhos”, que estará patente no hall do Pavilhão de Desportos, e que reunirá trabalhos coletivos de utentes de diferentes instituições sociais, realizados no decurso de uma itinerância de diversas peças pelas instituições, ao longo da qual estas foram sujeitas a transformações, sendo o seu aspeto final o somatório desses contributos. No stand do Município de Anadia, os visitantes da 6ª Feira Social poderão obter informações sobre medidas sociais da autarquia, bem como sobre o projeto “A brincar também se aprende!”. Neste espaço estará também patente a exposição “Livro Coletivo”, com livros produzidos pelas instituições sociais, e será possível efetuar a inscrição para obter os cartões “Anadia Jovem” e “Anadia Sénior”. Em cada stand, os visitantes poderão participar na “Selfie Social”, tirando uma fotografia devidamente enquadrados pelas molduras concebidas pelas instituições, e ver, nas redes sociais, uma recordação da sua participação no certame.

Diversas atividades. Na tarde de dia 19 de outubro, a Guarda Nacional Republicana (GNR) irá promover uma demonstração de cavalaria e cinotécnica, e, no dia 21, apresentará a peça de teatro “Frederico, o cinto de segurança!”, que visa sensibilizar os mais novos para a prevenção rodoviária, e que terá como público crianças utentes de instituições sociais.
Na quinta-feira, 20 de outubro, a Misericórdia da Freguesia de Sangalhos promove o “Hospital dos Brinquedos”, uma atividade dirigida a crianças com idades entre os três e os dez anos, e que procura contribuir para a superação do conhecido “medo das batas brancas”, e ajudar as crianças a compreender a situação de doença, promovendo a comunicação com os profissionais de saúde.
Após a 6ª Feira Social de Anadia, no período de 24 de outubro a 14 de novembro, serão ainda realizados, nas instituições sociais, diversos workshops temáticos, dirigidos aos seus profissionais e utentes de respostas sociais das áreas da infância e terceira idade.
O certame dirige-se a todos os cidadãos e a entidades envolvidas na gestão das intervenções sociais, assumindo-se como um espaço de exposição, celebração e partilha de área social, aberto a todos e para todos.

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Câmara aprova por unanimidade moção de solidariedade para com o IPSB


A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro aprovou, na última quinta-feira, por unanimidade uma moção de solidariedade para com o Instituto de Promoção Social de Bustos (IPSB), na sequência da publicação do despacho normativo que restringe a origem geográfica dos alunos que se poderão matricular nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação. Os vereadores da oposição, CDS/PP, votaram a favor, mas defenderam que a autarquia oliveirense devia “assumir uma posição mais forte, de discordância absoluta desta alteração legislativa”.
De acordo com a moção votada, a autarquia oliveirense diz estar preocupada com “a insustentabilidade anunciada a que um instituto, que em tanto tem engrandecido este concelho, pode ser conduzido”. “Como consequência, a diversidade de entidades, de projetos educativos, de possibilidade de escolha por parte dos encarregados de educação, simplesmente desaparece, considerando que o concelho apenas dispõe de um único Agrupamento de Escolas público. Acreditamos que a pluralidade, a sã competição e a cordial e complementar coexistência se traduzem em maior possibilidade de enriquecimento e crescimento”, lê-se no documento aprovado, por unanimidade, e que agora será enviado para o IPSB, Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro, Direção Regional de Educação do Centro, Secretária de Estado da Educação e Ministro da Educação, com conhecimento do Primeiro-Ministro.

Desemprego. Ainda de acordo com o documento aprovado, a autarquia refere que, como consequência desta medida, está preocupada “com o aumento do desemprego no concelho, considerando que esta escola emprega 134 pessoas (89 docentes e 45 não docentes)”, acrescentando que “o Instituto de Promoção Social de Bustos é uma escola de referência que sempre se pautou pelo interesse genuíno e único de servir a população com a qualidade que deve ser oferecida a todos”.
“Quando foi necessário promover o interesse pela escola, incentivando pais a permitir que os seus filhos prosseguissem estudos, o Frei Gil, com a ajuda da comunidade local, criou um posto da Telescola, antes mesmo do apoio financeiro proveniente do Ministério da Educação. Desde aí, este Instituto tem sabido crescer de forma madura, dando resposta a alunos provenientes de Bustos, Mamarrosa, Troviscal e da Palhaça, a alunos cujos encarregados de educação trabalham perto do Instituto e a outros alunos que, por opção, se reveem no projeto educativo da escola, na sua dinâmica, valores e princípios”, lê-se ainda na moção. “Por tudo isto, e por um histórico de sucesso e de responsabilidade social que este instituto tem oferecido à comunidade oliveirense, demonstramos a nossa solidariedade para com o IPSB e a nossa discordância para com a restrição geográfica prevista no Despacho Normativo”, finaliza a autarquia.

Posição. Os vereadores do CDS/PP, Jorge Pato e Noémio Cruz, votaram a favor da moção, contudo apresentaram uma declaração de voto, onde expressam a sua discordância, relativamente ao facto da moção não ter data e ter chegado tardiamente para aprovação. “Este problema foi conhecido há já bastante tempo e foi tornado público há cerca de duas semanas. A Câmara Municipal de Oliveira do Bairro já deveria ter manifestado publicamente a sua posição sobre este assunto”, referiram os vereadores centristas, argumentando ainda que não concordam com a posição de simples “solidariedade” com o IPSB, manifestada na moção. “A autarquia deve assumir uma posição mais forte, de discordância absoluta desta alteração legislativa”, referiram os centristas, sublinhando que “nada é dito sobre a divulgação e destinatários deste documento”.

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Sangalhos: Onda solidária a favor da Paula para ajudar a custear tratamentos e recuperação


 

“A Paula não quer desistir! Então não sejamos nós a cruzar os braços. Não vamos virar as costas à Paula.” É desta forma que familiares e amigos falam da Paula Alexandra Martins, de 38 anos, através da página criada no facebook para dar a conhecer o seu caso, mas também para divulgar as inúmeras iniciativas em curso que visam angariar fundos para ajudar os pais a suportar os tratamentos dispendiosos que está a realizar numa clínica privada, na cidade do Porto.
Melhorar o mais possível a qualidade de vida da Paula é o objetivo último, ainda que todos estejam cientes de que a jovem jamais voltará a ser como era.

Paragem cardiorrespiratória. A vida da Paula Alexandra foi, até aos 36 anos, perfeitamente normal. Casada, com dois filhos, tratava da casa, da família, assim como colaborava nas tarefas administrativas da empresa do marido. Tinha uma vida pela frente, com projetos e sonhos, como qualquer outra pessoa. Uma vida interrompida de forma abrupta quando, em janeiro de 2014, na preparação para uma intervenção cirúrgica, sofreu uma paragem cardiorrespiratória.
As sequelas deixaram-na num estado praticamente vegetativo: sem conseguir falar ou comunicar, tetraplégica, a usar fraldas, a ser alimentada por uma sonda e a ter de ser submetida a uma traqueostomia para respirar.
Nestes últimos dois anos, tem estado presa a uma cama, sem qualquer perspetiva de melhorar. O seu corpo é a sua prisão e depende 24h/dia da ajuda de terceiros. Passou por um Centro de Reabilitação, por uma Unidade de Cuidados Continuados, por uma Clínica, mas nos últimos 15 meses é a mãe que trata da Paula a tempo inteiro.

Recuperação lenta. Apesar do tempo que já passou, familiares e um grupo de amigos não desistem e fazem tudo por um sinal de melhoras. Como se diz, “enquanto há vida, há esperança” e é essa máxima que os impele a procurar soluções que, se não podem trazer a “velha” Paula de volta, lhe proporcione, ao menos, mais qualidade de vida.
Assim, através da amiga Susana Santiago, proprietária do comércio Girassol do Futuro, em Sangalhos, a família teve conhecimento da existência de uma Clínica de Reabilitação Neurológica situada no Hospital da Ordem do Carmo, no Porto, especializada em tratar pessoas com doenças neurológicas. Um espaço onde uma equipa mista de médicos, terapeutas e outros profissionais de saúde, com vasta experiência pluridisciplinar tratam de várias patologias do foro neurológico.
A equipa é coordenada pelo médico cubano Lázaro Álvarez que, depois de realizar uma avaliação em novembro de 2015, confirmou a possibilidade de alguma recuperação vista pelos mais próximos de Paula como a derradeira tentativa para a resgatar do estado em que se encontra.
Lurdes Martins, mãe de Paula, sublinha que estão a tentar estimular algumas funções cerebrais, mas reconhece que este é um processo muito lento. A acompanhar a filha no Porto, garante que irá até onde as suas forças permitirem, pois é a única filha que tem. Nunca se conformou com o destino e juntamente com o marido, Amadeu Martins, (residentes em Recardães, Águeda) têm sido os principais responsáveis na luta pela recuperação de Paula, juntamente com outros familiares e muitos amigos, aos quais se começam agora a juntar muitos anónimos, numa enorme onda solidária.
“A recuperação é lenta, mas já é visível. A Paula reagiu muito bem ao primeiro ciclo de tratamentos (estímulos cerebrais, ozono, terapia da fala, terapia ocupacional, fisioterapia), mas precisa continuar os tratamentos”, diz Susana Santiago, amiga e grande impulsionadora da campanha “Um donativo pela Paula”.
Neste momento, a Paula está no segundo mês de um ciclo de mais 28 sessões de tratamento. O único senão é o custo mensal (6.350 euros), que os pais não podem suportar.

Onda solidária. De boca em boca ou através das redes sociais, a verdade é que se está a formar uma onda solidária na recolha de material vário para reciclar. Familiares, amigos e voluntários pedem a todos que recolham tampinhas das garrafas de plástico, latas de sumos, rolhas de cortiça, jornais, revistas, cartão. Tudo isto vale dinheiro que pode ajudar a suportar os custos com os tratamentos da Paula. “É só dizerem que têm que vou recolher. Não vamos desistir da Paula”, diz Susana Santiago, que fala de ideias e projetos a desenvolver em 2016, entre os quais um jantar concerto solidário, já no próximo dia 20 de maio, no restaurante D. Rogério (Oiã), seguindo-se uma caminhada solidária, em data a marcar.

Como pode ajudar

Conta solidária a favor da Paula
IBAN PT50003502850007465690091 BIC CGDIPTPL

Locais de recolha de material para reciclar
Centro Paroquial de Aguada de Cima, de preferência ao sábado à tarde (quando se encontra alguém), durante a semana se não tiver ninguém pode-se deixar à porta; Bombeiros Voluntários de Vagos; Café “Aposta Aqui”, fica atrás do ginásio Knock-Out Health Club, Edifício a Torre, em Aveiro, perto do Jumbo; Imobiliária GuiaImóvel em frente ao ginásio Knock-Out Health Club, Aveiro e em Sangalhos, no Girassol do Futuro e também na sede do Jornal da Bairrada, em Oliveira do Bairro.

Facebook
“Um donativo para a Paula” é o nome da página criada por familiares e amigos da Paula no Facebook. Ali é feito um apelo à generosidade de todos, mas também que todos visitem e partilhem esta página, por forma a chegarem mais longe, nesta rede solidária.

Catarina Cerca

 

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Sangalhos: Velódromo lotado em concerto solidário


 

José Cid, Meninos da Sacristia, Gonçalo Tavares e o fadista Victor Almeida e Silva levaram o Velódromo ao rubro na noite de sábado, dia 5 de dezembro. Numa noite inesquecível para as mais de 5 mil pessoas (número provisório) que quiseram participar neste concerto solidário a favor das IPSS’s do concelho de Anadia, a diversão, a generosidade e a segurança andaram de mãos dadas.
A JB a edil Teresa Cardoso faz, por isso, um balanço muito positivo, já que o concerto e a adesão de público superaram as melhores expetativas. “As pessoas responderam à chamada, sem receios, e ao convite das IPSS’s”, permitindo que estas, através de um trabalho bastante cuidado, quer na venda de ingressos, quer na elaboração de produtos que colocaram à venda nas barraquinhas, dentro do Velódromo, tivessem aumentado as receitas, que revertem inteiramente a seu favor.
Ainda que só hoje, quarta-feira, a câmara municipal vá reunir com as IPSS’s para fazer um balanço final do evento, tudo leva a crer que os objetivos foram largamente alcançados.
“As pessoas mostraram-se muito solidárias com as instituições”, disse a edil, destacando que as 13 barraquinhas das IPSS’s estiveram muito concorridas, tendo algumas esgotado os produtos, conseguindo-se assim “multiplicar toda a receita de bilheteira”. A edil destaca ainda a forma solidária como vários fornecedores das IPSS’s também se envolveram nesta iniciativa inédita no concelho.
No Velódromo, assistiu-se a um espetáculo de grande qualidade, que agradou a todo o público presente, mais ou menos jovem.
“José Cid conseguiu apresentar-se com um reportório para todas as idades. Os Meninos da Sacristia estiveram também muito bem e o fadista bairradino Victor Almeida e Silva, apesar de dispensar apresentações, deu-se a conhecer a muitos dos presentes”, fazendo a ponte entre a atuação dos Meninos da Sacristia e José Cid, que teve o cuidado de começar pelas músicas que o consagraram – que o público com mais idade tão bem sabe trautear – até às músicas dos álbuns mais recentes.
O concerto solidário, que terminou por volta das 00h30, é para a edil anadiense “uma experiência inédita no concelho e no Velódromo”.
“Desta experiência retiramos lições das coisas mais e menos positivas”, não fechando a porta a um novo concerto nestes moldes, em 2016. “Em 2015 este evento não estava previsto e também se concretizou. Quem sabe, se houver vontade, em 2016”.
Catarina Cerca

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Anadia: Bairrada Solidária entrega duas cadeiras de rodas


A Associação Bairrada Solidária, com sede na Mealhada, organizou um almoço solidário no passado sábado, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia. De acordo com o presidente Victor Moniz, alcançou-se o objetivo, que passava por adquirir duas cadeiras de rodas, que foram oferecidas à APPACDM – Centro de Santo Amaro, em Casal Comba, e ao C.S.R.C. de Pedralva.
A fadista Mónica de Jesus e Alcides Matias animaram os presentes, com um excelente reportório.
Durante o evento, foi feita uma surpresa a um grande amigo e um dos fundadores da Associação Bairrada Solidária, Luís Gamelas, que fazia a bonita idade de 66 anos e também festejou o primeiro dia da sua reforma.
Victor Moniz deixa um agradecimento a todos os que participaram e colaboraram neste evento solidário, e também ao fotógrafo José António Moura que, “com os registos que faz das nossas atividades, permite que as pessoas tenham a noção do nosso trabalho”.

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Anadia: Masterclasse de Zumba no Pavilhão dos Desportos


Zumba Jam Tour Portugal’15 – Masterclass Anadia é um evento solidário a reverter para a Laço (associação sem fins lucrativos na prevenção, diagnóstico e tratamento do cancro da mama no país).
Vai contar com a participação especial da Zumba Jamme Luana Dias David e os instrutores nacionais Luís Machado Zin, Marisa Rocha, Sara Cubal Pires, Luís Brandão, Ana Moreira, Mara Silva, Sandro Pereira, Andreia Silva e Débora Abreu, para uma tarde de muita energia e diversão.
Realiza-se a 8 de novembro, a partir das 16h30, no Pavilhão dos Desportos de Anadia e toda a receita reverte a favor da associação Laço.
Todos os participantes terão direito a um rastreio de Nutrição gratuito e à oferta de uma garrafa de água.
Os bilhetes custam 3,50 euros e podem ser adquiridos com os instrutores convidados ou através de mensagem privada.
A organização convida todos a participarem e a divertirem-se por uma boa causa.

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Antes: Onda de solidariedade para recuperar casa destruída por incêndio


A Câmara da Mealhada, a empresa cerâmica Grespor e a população estão unidas no objetivo de recuperar a habitação de um casal de Antes, que em janeiro passado ficou quase totalmente destruída por um incêndio. Logo no dia da tragédia, gerou-se um movimento solidário por esta causa, que vai ganhando adeptos todos os dias, fazendo perspetivar que a obra avançará em breve.
A Câmara da Mealhada decidiu na segunda-feira, em sessão pública, que vai apoiar, através do Fundo de Emergência e Integração Social, com materiais de construção e outros “bens em espécie”, a recuperação da casa de Maria Dulce Santos e João Cuco, que ficou destruída por um incêndio no passado dia 7 de janeiro. O assunto esteve em destaque naquela reunião, onde o colégio de vereadores analisou o relatório do assunto, decidindo avaliar os apoios existentes e os necessários para a recuperação do edifício.
Os proprietários – ambos com 62 anos – têm a seu cargo uma neta, de 19 anos, e uma idosa de 90, tendo investido naquela habitação ao longo dos últimos anos, sem que tivesse qualquer seguro. O incêndio de janeiro levou tudo o que tinham e, apesar do emprego que os dois mantêm, era difícil a recuperação do imóvel, facto que despertou a população, a autarquia e a empresa onde ambos são colaboradores para uma união de esforços para reerguer a habitação que apenas mantém a fachada e pouco mais de pé.
Segundo apurou o JB, os colegas de trabalho da empresa Grespor já terão conseguido uma verba de cerca de 1.500 euros, à qual se junta uma outra de 2.500 euros angariada pela população da freguesia. A este apoio junta-se a administração daquela empresa, que diz disponibilizar pavimentos e revestimentos, assim como a Câmara da Mealhada que fornecerá, após avaliação, os materiais de construção necessários.
“A população tem ajudado muito e a Câmara apoiou, de imediato, naquilo que podia através da Loja Social. Vamos continuar a apoiar essa família e dar o devido acompanhamento ao assunto”, disse ao JB a vereadora da Ação Social, Arminda Martins.
Entretanto, numa visita a Antes logo depois da reunião, o JB falou com Maria Dulce Santos, que recordou que “as pessoas acolheram logo esta ideia de nos ajudar, é o que me disseram, não há palavras, mas há um obrigado grande a todos os que nos ajudaram”.
João Paulo Teles

Leia a reportagem completa na edição de 16 de abril de 2015 do Jornal da Bairrada

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Anadia: Emigrantes em Newark solidários com o CAT de Sangalhos


No dia 31 de março, o Rotary Club Curia Bairrada recebeu o presidente da Assembleia Geral do Núcleo Humanitário de Águeda nos Estados Unidos da América, Jorge Fernandes, acompanhado da esposa, Rosa Maria Fernandes. Aquele Núcleo está sediado em Newark e dedica-se a angariar fundos através de diferentes iniciativas e convívios para auxiliar quem mais precisa, seja em Portugal, seja nos Estados Unidos.
Numa dessas iniciativas esteve presente Rui Ribeiro, Administrador das Caves Arcos do Rei e companheiro rotário, que manifestou a disponibilidade deste club rotário para ajudar a encontrar uma instituição que necessitasse de apoio, tendo a escolha recaído no CAT (Centro de Acolhimento Temporário) da Misericórdia de Sangalhos, que acolhe crianças até aos 12 anos que são vítimas de problemas familiares, e de outra natureza, e que necessitam de ser protegidas e encaminhadas para um futuro melhor.
A presidente do Rotary Club Curia Bairrada, Filomena Morais, deu as boas-vindas ao casal Fernandes e sublinhou a importância da iniciativa e o papel do Club na escolha. Jorge Fernandes, depois de apresentar o Núcleo e de historiar a atividade desenvolvida, entregou ao mesário da Misericórdia de Sangalhos e companheiro rotário, Raul Lincho, um cheque de 2.500 dólares que irá contribuir para atenuar as dificuldades que as instituições de natureza social sempre passam.
A diretora do CAT teve ocasião de passar um pequeno vídeo para dar a conhecer as instalações e as atividades que o CAT desenvolve.
No final, Rui Ribeiro ofereceu, nas Caves Arcos do Rei, um típico almoço bairradino acompanhado com vinhos daquela empresa.
Embora longe da terra natal, é sempre de enaltecer a solidariedade dos conterrâneos que labutam por esse mundo fora mas que nunca esquecem as raízes.
Este foi mais um belo exemplo dado pelo casal Jorge e Rosa Fernandes.

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Oliveira Bairro: Debate PES & Contras muito interventivo


No passado sábado, dia 28 de março, no Auditório do Espaço Inovação, realizou-se o III Encontro de Profissionais do setor de Economia Social e Solidária que tinha como principal objetivo o debate de ideias e de opiniões que pretendem a promoção da prestação de serviços de excelência nas OESS (Organizações de Economia Social e Solidária).
A mesa de debate foi moderada por Oriana Pataco (Diretora do Jornal da Bairrada), tendo como oradores Rui Monteiro (representante do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro), Ania Reis (representante da União Concelhia de IPSS`s de Águeda), Luciana Gravato (ex-Vice Provedora da Santa Casa da Misericórdia da Murtosa), Maria Emília Santos (presidente da Delegação Centro da Associação dos Profissionais de Serviço Social), Cristina Arnaut (consultora e formadora na área de marketing em OESS), Luísa Coelho (Diretora Técnica da Bela Vista de Águeda), José Ignácio Martin (responsável pelas disciplinas ligadas à gestão de serviços de saúde e sociais para os seniores na Universidade de Aveiro). É de salientar a participação dos elementos da plateia, que intervieram ativamente nos temas abordados, ajudando a dinamizar o debate.
O tema em discussão no I Painel direcionou-se para as exigências no perfil dos Dirigentes das OESS – Ética vs Interesses Instalados. Sobre esta temática, Maria Emília Santos salientou que “não há um perfil, há perfis. Não há uma realidade social, há várias. O dirigente social voluntário assenta num modelo do bem-fazer, mas se queremos passar para um modelo remunerado, devemos dar prioridade à formação.”
As temáticas do debate giraram em volta do financiamento e sustentabilidade das OESS, do regime de voluntariado ou remuneração das Direções das OESS, a intervenção e papel da Rede Social, o poder das Misericórdias Portuguesas vs poder das IPSS (relativamente a esta questão um elemento da plateia justificou: “estamos no mesmo setor a lutar com armas diferentes”), a igualdade de oportunidades para todos os clientes das OESS, bem como no cálculo do rendimento per capita do agregado familiar, a qualidade dos serviços prestados e a sua humanização, a aproximação das organizações às pessoas, ponderação, prudência, proatividade e transparência na gestão das OESS.
Este debate foi rico em opiniões, ficando, no entanto, por clarificar questões como o Perfil emergente dos Diretores Técnicos/Diretores Gerais nas OESS e a alteração dos Estatutos das IPSS´s ao abrigo do Decreto-Lei n.º 172-A/2014 de 14 de novembro, tendo ficado a promessa de um próximo agendamento para debater estas questões.
O III Encontro PES foi ainda marcado pelos momentos musicais proporcionados pelo grupo Coimbra Gospel Choir.
A ACIB e a Pegada Social (2.ª Edição da Especialização em Direção Técnica e Coordenação Pedagógica) deixam um agradecimento a todos os intervenientes, parceiros, patrocinadores e participantes do evento.

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Sangalhos: “Calinas” recebe prenda de Natal antecipada


Nesta quadra natalícia, os gestos solidários e a boa vontade assumem uma maior importância, acabando por tocar mais corações.
Em Sangalhos, um grupo de amigos e conhecidos decidiu abraçar uma causa solidária a favor de um filho da terra.
Sob o lema “ Unidos por uma causa”, no passado sábado, dia 13 de dezembro, entregaram a Manuel Fernandes, mais conhecido por “Calinas” uma scooter adaptada à sua mobilidade reduzida, que lhe possibilitará agora uma maior autonomia.
A iniciativa de angariação de fundos decorreu durante o último mês e envolveu amigos da terra e fora dela que, conhecendo “Calinas” há vários anos – alguns andaram na escola primária com ele -, se uniram por forma a ajudá-lo.
Com graves problemas de saúde (diabetes) teve, em 2013, de se submeter à amputação de uma perna, ficando bastante limitado em termos de locomoção. Como reside sozinho, dependia das suas canadianas para todas as deslocações.
Pessoa bastante humilde e de parcos recursos económicos, pode agora deslocar-se com extrema facilidade para vários pontos, já que o veículo, orçado em 2 mil euros, lhe permite essa mobilidade.
Na ocasião, bastante sensibilizado com o gesto, “Calinas” agradeceu a todos aqueles que contribuíram com donativos para a aquisição deste veículo.
Catarina Cerca

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