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Grada: Noite de teatro para angariar fundos


“O morto em cuecas” é a peça que o TEMA – Teatro Espontâneo de Macinhata vai levar a cena, no próximo sábado, dia 14 de abril, pelas 21h30, a Grada.
O espetáculo terá lugar na sede da Associação Recreativa de Grada e está integrado no Plano de Atividades para o ano 2012.
De acordo com a direção da Associação Recreativa de Grada, este primeiro espetáculo integrado nas “Noites e Teatro” visa a angariação de fundos a favor da Associação de Grada.
Assim, a população está convidada a assistir a esta comédia.
Entrada com donativo livre.

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Av. Cima: “Casa de Pais” foi sucesso em Carregal do Sal


O Centro Cultural de Carregal do Sal foi palco, no passado dia 26 de fevereiro, de uma representação teatral intitulada “Casa de Pais”, que esteve a cargo do Grupo Cultural Raízes Verde Pinho, do Centro Social de Avelãs de Cima. A peça, da autoria de Fernando Ventura, tem encenação de Alcindo Oliveira e trouxe a palco um drama que reflete o que se passa com algumas famílias na partilha das heranças, situação que, muitas vezes, leva a desentendimentos e zangas familiares.
A peça, em três atos, exemplarmente interpretada pelos atores de Avelãs de Cima, despertou várias emoções na plateira: lágrimas, tristeza, alegria e algumas gargalhadas apoderaram-se de todos os que assistiram ao espetáculo, uma verdadeira boa lição de vida.
A JB, Rosa Tomás, da direção do Centro Social de Avelãs de Cima e vereadora da Cultura da Câmara de Anadia não deixou de destacar o facto de se tratar de “um grupo amador do teatro, mas muito motivado”, que não deixam cair os seus créditos em mãos alheias, já que as suas representações arrancam do público calorosos aplausos. O espetáculo, que teve uma duração aproximada de duas horas, surgiu na sequência de um convite da Câmara de Carregal do Sal e fez parte da programação cultural do mês de fevereiro do novo Centro Cultural. “Esta foi uma forma de partilhar os talentos da nossa terra com outro município”, concluiu. A próxima actuação será em V.N. Monsarros, em data a anunciar.

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Daniel Tércio nomeado consultor artístico do Teatro Aveirense


A empresa municipal Teatro Municipal de Aveiro – TEMA nomeou Daniel Tércio como consultor Artístico do Teatro Aveirense, a principal sala de espectáculos do concelho, que está sem direcção artística há quase um ano.

A nomeação foi comunicada ao executivo camarário, liderado pela coligação PSD/CDS-PP, durante a última reunião da autarquia.

Segundo uma nota da Câmara, Daniel Tércio será responsável pela “orientação programática do conjunto de espectáculos do Teatro Aveirense”, que está sem direcção artística desde Novembro passado, após a demissão de Pedro Jordão.

Na hora da saída, Pedro Jordão denunciou a “falta de condições para o exercício das funções” e acusou a câmara de Aveiro de “não cumprir com o contrato-programa de financiamento do equipamento”.

Em declarações à Lusa, a vereadora da Cultura, Maria da Luz Nolasco, admitiu que “o anterior modelo não resultou”, pelo que decidiram apostar na criação de “uma nova figura com uma fusão de serviços”.

“A vinda deste consultor é muito importante para nós, porque ele vai ajudar a reestruturar o sector cultural”, realçou Luz Nolasco, acrescentando que uma das medidas a desenvolver será “uma fusão ao nível dos recursos humanos”.

Segundo a vereadora, os serviços culturais, que actualmente estão localizados na Casa da Cultura vão passar a partilhar um espaço no Teatro Aveirense, com a equipa responsável por aquela sala de espectáculos.

“Com isso teremos maior rentabilidade das acções e uma maior integração e articulação daquilo que é a dinâmica cultural do município”, adiantou Luz Nolasco.

A vereadora assumiu ainda ter “uma grande expectativa” em trabalhar com Daniel Tércio, acrescentando que espera que o consultor consiga, através da sua rede de contactos nacionais e internacionais, “criar maiores fluxos de públicos para aumentar as receitas de bilheteira”.

Além da programação do Teatro Aveirense, Daniel Tércio será também responsável pela programação de outros equipamentos que complementarmente acolhem eventos culturais e artísticos na cidade, tais como, o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro e auditórios municipais.

Daniel Tércio irá assumir uma presença sistemática e regular a partir de Janeiro de 2012 “em dias a definir e com a flexibilidade que o cargo exigir”, segundo a autarquia.

Doutorado em Motricidade Humana na especialidade de Dança, pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, onde é actualmente professor associado, Daniel Tércio tem vários artigos publicados em Portugal e no estrangeiro.

É autor de obras de ficção e tem participado em projectos performativos e de formação artística, numa perspectiva transdisciplinar.

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A Casa da Fama no Silveiro


O espectáculo “A Casa da Fama” sobe ao palco do Centro Cultural Prof. Élio Martins, no dia 24 de Setembro.
A Casa da Fama é uma paródia aos reality shows e aos seus concorrentes, fazendo um cruzamento entre a História e os tempos modernos. E o resultado é muito humor, como seria de esperar numa casa partilhada por um poeta erudito, uma padeira violenta e uma princesa que leva a bondade aos extremos.
A entrada custa 12,50 euros e todas as informações podem ser obtidas através do telefone 234 724 990.

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“A casa da Fama” no Silveiro


O espectáculo “A Casa da Fama” sobe ao palco do Centro Cultural Prof. Élio Martins, no dia 24 de Setembro.
A Casa da Fama é uma paródia aos reality shows e aos seus concorrentes, fazendo um cruzamento entre a História e os tempos modernos. E o resultado é muito humor, como seria de esperar numa casa partilhada por um poeta erudito, uma padeira violenta e uma princesa que leva a bondade aos extremos.
A entrada custa 12,50 euros e todas as informações podem ser obtidas através do telefone 234 724 990.

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Anadia: Câmara leva 1200 crianças ao teatro


A finalizar o Plano de Actividades previsto para o ano lectivo 2010/2011, a Câmara Municipal de Anadia, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Anadia levou, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, ao Cineteatro da cidade, cerca de 1200 crianças da rede pública do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo, para assistirem à peça “O Valente Soldado de Chumbo”. Uma história criada pelo escritor dinamarquês Hans Christian Andersen e adaptada pela “Efémero” Companhia de Teatro de Aveiro. Com concepção e encenação de Vítor Correia, a peça contou com a presença em palco de cinco actores que, durante 50 minutos, fizeram as delícias dos mais novos, na medida em que foi capaz, através de momentos tão reais como mágicos, de sensibilizar as crianças para que valores como: a amizade, o amor, a coragem e a capacidade de enfrentar as adversidades, prevaleçam, sempre, sobre todas as formas de covardia, insensibilidade, deslealdade e descriminação e que, incompreensivelmente, continuam a subsistir entre nós.
Ângelo Santos, da Câmara de Anadia, diz que a “matarona de teatro” em cinco sessões, com a presença média de 250 crianças cada, marcou o encerramento do ano lectivo com chave de ouro.
“O cineteatro é um espaço privilegiado do concelho e ideal para receber este tipo de público que começa a ter os primeiros contactos com o cinema e com o teatro”, avançou, evidenciando que os docentes também partilham da ideia de que esta é uma boa forma de terminar o ano lectivo, sem grande agitação, mas num ambiente calmo e com um evento de cariz mais cultural.
No encerramento da actividade, Rosa Maria Tomás, vereadora da Educação da autarquia anadiense, destacou a presença dos vários estabelecimentos de ensino, ao longo dos três dias, assim como o facto desta actividade quer dizer que “a Câmara gosta muito de vocês”. Aos meninos e meninas que concluíram o 4.º ano do 1.º CEB não deixou de lhes desejar muitas felicidades e sucesso “na nova etapa escolar e das vossas vidas que vão iniciar em Setembro”, deixando ainda uma palavra de agradecimento aos docentes, por estarem presentes numa actividade “que altera as actividades normais de um dia de aulas, mas que é sempre uma experiência interessante, diferente e enriquecedora”.

CC

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Anadia: Espectáculorecorda José Iglésias


O Cineteatro de Anadia irá receber um espectáculo evocativo do 86.º aniversário de José Iglésias, no próximo sábado, dia 27, pelas 21h30.
Este espectáculo, organizado pelo “Grupo de Amigos de José Iglésias”, será apresentado por diversas associações culturais, bem como outros artistas do município, que se juntaram a esta comemoração.
Desta forma, participam neste evento: a APPACDM de Anadia; o Grupo de Amigos de José Luís Iglésias; O Baluarte, de Amoreira da Gândara; o grupo artístico “Os Rouxinóis”; Miguel Moura e a Tuna Feminina da Escola Superior de Enfermagem do Porto, que actuará também durante a tarde nas ruas de Anadia e no Espaço Bairrada, na Curia.
De referir que José Luís Iglésias foi um elemento crucial no incentivo cultural do município, sendo o responsável pelo aparecimento de muitas das instituições culturais existentes.
Em Janeiro de 1950, o Mestre Iglésias criou o Grupo de Reis denominado “Trupe dos Rouxinóis de Anadia”, do qual era ensaiador. Daqui nasceu o Grupo Artístico e Cultural “Os Rouxinóis” de Anadia, do qual também foi encenador.
Cenógrafo, actor, dançarino, desenhador, pintor e excelente músico, José Luís Lhano Iglésias foi, sem dúvida, um grande impulsionador da cultura em Anadia.
Os bilhetes (2,5 euros) podem ser adquiridos no próprio dia de espectáculo. A bilheteira abrirá às 14h.
A receita do espectáculo reverterá para o Fundo Social da Câmara Municipal de Anadia.

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“Baluarte” de cultura e animação


A completar 30 anos de existência, o grupo “O Baluarte”, de Amoreira da Gândara, é um caso único de perseverança e vontade de levar a cultura a todos os cantos do concelho e da região. O sucesso deve-se à forma de estar e de trabalhar, mas também ao facto de, ao longo de três décadas, ter sabido envolver a população da freguesia no “espírito” do Baluarte. Por isso, o balanço da intensa actividade não poderia ser mais positivo, já que o propósito que esteve na génese da sua criação foi plenamente alcançado: a animação da vida social, cultural e cívica da população da freguesia de Amoreira da Gândara.

Um lamento. Albano Jorge é, presentemente, uma figura indissociável do grupo. Este engenheiro químico, praticamente ligado ao grupo desde a primeira hora, é um dos seus principais responsáveis. O gosto pela arte, sobretudo pelo teatro, acompanha-o desde os tempos de Universidade, quando frequentou o Instituto Industrial do Porto, na década de 60. De lá para cá, o teatro é uma das suas grandes paixões e o Baluarte a forma de chegar ao público, às plateias.
Presentemente, sente que a maior dificuldade para este tipo de grupos é a inexistência, no concelho, de um programa de trabalho que permita uma maior dinâmica e intercâmbio entre grupos. Se houvesse um programa, mas calendarizado pela tutela – Câmara Municipal de Anadia – seria muito mais enriquecedor”, garante. Por isso, considera determinante que o poder local ajude a estimular, incentivar a dinâmica e os intercâmbios, sem que os grupos tenham de andar a mendigar um local onde actuar.

Envolver a população. Integralmente amador, o grupo Baluarte é composto por 51 elementos, desde a infância à terceira idade.
“É um feito de todos nós, pois conseguimos manter, numa freguesia tão pequena e durante tanto tempo, um grupo com uma variedade etária, cultural e de mentalidade tão grande”, reconhece Albano Jorge.
Hoje, diz, “o grupo está de pedra e cal e, graças ao trabalho realizado e ao legado deixado pelas “velhas guardas”, a geração que, hoje, está na liderança do grupo será capaz de continuar o projecto por muitos e bons anos”. Um feito notável, numa freguesia eminentemente rural e pobre, mas onde a união, o entusiasmo e a envolvência da população com o grupo é um caso raro de sucesso e dinamismo.

Projectos diferenciados. Contudo, Albano Jorge reconhece que os tempos mudam, que as transformações sociais e culturais não se compadecem com o conservadorismo. Há que saber responder a essa mudança natural, adaptando o trabalho aos tempos actuais. “Temos sabido aliar a inovação com a tradição e atrair assim os mais novos, mas mantendo os mais velhos também imbuídos deste espírito”, acrescenta. Daí, que o grupo se divida em três sub-grupos distintos: 15 elementos integram as designadas “velhas guardas” que elegeram a revista à portuguesa, o tom mais popular e brejeiro como forma de fazer passar a mensagem. Depois, 13 elementos, com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, usam um estilo mais complexo e contemporâneo. Quem não recorda as peças “A Oeste nada de novo”, 2000; “Dog”, 2003; “Zé do Telhado”, 2007 ou “Pai tirano”, 2009, representadas brilhantemente por este grupo… Mas são as crianças que estão na origem de tudo. Foi para elas que “O Baluarte” nasceu, em 1980. E é através delas que todos os anos (por altura do Natal) mais crianças são “recrutadas” para o grupo.

Como nasceu o grupo. Tudo começou com uma festa de Natal realizada há 30 anos. “De lá para cá, todos os anos, novas crianças entram para os ensaios da Festa de Natal que realizamos sempre na tarde do dia 25 de Dezembro”, diz. Neste momento, 23 crianças dão forma ao Coral dos Baluartitos. Pela primeira vez, em 30 anos, estão em actividade permanente desde a última Festa de Natal. Ensaiam semanalmente, aos sábados e, na opinião de Albano Jorge, formam “um coral muito bom e agradável de ouvir”. E é através desta mobilização das crianças da freguesia e dos lugares vizinhos que sabiamente o grupo vai estabelecendo maior ligação com as famílias, com a população local, mobilizando todos em torno do seu projecto.

30 anos de sucesso. A viver o 30.º aniversário, em Setembro último começaram os projectos para a comemoração de tão significativa data. Em preparação está uma nova peça, “Voando sobre Nadas”, que Albano Jorge considera um enorme desafio aos mais novos, que vão levar a palco a obra de Ken Kesey, adaptada ao cinema por Milos Forman, mas também em curso com os mais velhos está mais uma edição, desta feita a 5.ª, dos Encontros Imediatos.
A sessão solene de aniversário terá lugar no dia 5 de Dezembro, com a presença de diversas entidades, bem como do Grupo Coral dos Baluartitos. O ano termina com a tradicional e obrigatória Festa de Natal, na tarde de 25 de Dezembro, com comemoração de mais um aniversário.

Catarina Cerca

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Pedro Jordão demite-se do cargo de diretor artístico do Teatro Aveirense


O director artístico do Teatro Aveirense (TA), Pedro Jordão, pediu ontem a demissão do cargo, invocando falta de condições para o exercício das funções e acusando a câmara de Aveiro de não cumprir com o contrato-programa de financiamento do equipamento.

Em comunicado enviado ao final do dia, Pedro Jordão anunciou a demissão, justificando que a decisão “irreversível e ponderada” reflecte a “total falta de condições” com que diz confrontar-se desde Agosto passado no exercício das funções.

“Até ao momento, a pouco mais de dois meses do início de 2011, a tutela não assumiu qualquer posição relativamente ao próximo ano, não me tendo chegado até agora qualquer informação concreta quanto ao orçamento disponível, pelo que qualquer planeamento tem sido desde há muito impossível”, explica o director demissionário.

Pedro Jordão afirma ainda não confiar na capacidade de resposta da autarquia aos “graves problemas” que o TA atravessa, acusando a tutela de ter falhado na tentativa para encontrar soluções ou até em cumprir o contrato-programa nos últimos anos, o que seriam as “expectativas mínimas”.

O director demissionário refere-se ainda à diminuição do apoio atribuído este ano pela Direcção-Geral das Artes ao TA, face ao habitual, mas realça que se trata apenas de “uma pequena parte do problema”, tendo em conta os “avultados valores” em dívida pela câmara de Aveiro ao equipamento.

Apesar da “solidariedade repetidamente verbalizada”, o responsável sublinha que a câmara não correspondeu com “acções efectivas”, adiantando ainda que as informações que tem recebido apontam para “a indisponibilidade da tutela em alterar positivamente o financiamento do TA”.

Pedro Jordão disse ainda que sai por sua exclusiva iniciativa e sem qualquer tipo de compensação financeira, adiantando que cessará funções daqui a 30 dias, mas deixa programação confirmada até Janeiro de 2011.

Ex-dirigente do Cineclube de Aveiro, Pedro Jordão distinguiu-se, sobretudo, como dirigente e programador da Associação Cultural Mercado Negro, onde esteve até Setembro de 2009, iniciando funções, três meses mais tarde, no TA.

A Lusa tentou obter uma reacção da câmara de Aveiro, mas até ao momento não foi possível.

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Denise e Maria Delfina no Silveiro


Denise e Maria Delfina vão estar no Centro Cultural Prof Élio Martins, no Silveiro, no dia 16 de Outubro, pelas 21h30. Denise e Maria Delfina que sempre estiveram em crise, tal como todos os portugueses, são vítimas da situação do país e estão à beira da falência. Fazem “nails” por esse país fora, como diz Denise: “nails em tournée” e andam também, segundo ela, “com o corner aos saltos”.
Como fazer “nails em gel” passou a ser um luxo, Denise resolve promover o “corner” oferecendo a quem fizer “nails” um pequeno show em que Maria Delfina com o seu talento para cantar e fazer imitações se exibe. Denise ensaia-a nas suas imitações que irão desde cantores conhecidos a figuras da política, do futebol ou do social nacional e estrangeiro. Este é um espectáculo muito divertido e dinâmico que agrada a todas as faixas etárias, mantendo as características destas duas personagens e a relação entre elas.

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