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Daniel Tércio nomeado consultor artístico do Teatro Aveirense


A empresa municipal Teatro Municipal de Aveiro – TEMA nomeou Daniel Tércio como consultor Artístico do Teatro Aveirense, a principal sala de espectáculos do concelho, que está sem direcção artística há quase um ano.

A nomeação foi comunicada ao executivo camarário, liderado pela coligação PSD/CDS-PP, durante a última reunião da autarquia.

Segundo uma nota da Câmara, Daniel Tércio será responsável pela “orientação programática do conjunto de espectáculos do Teatro Aveirense”, que está sem direcção artística desde Novembro passado, após a demissão de Pedro Jordão.

Na hora da saída, Pedro Jordão denunciou a “falta de condições para o exercício das funções” e acusou a câmara de Aveiro de “não cumprir com o contrato-programa de financiamento do equipamento”.

Em declarações à Lusa, a vereadora da Cultura, Maria da Luz Nolasco, admitiu que “o anterior modelo não resultou”, pelo que decidiram apostar na criação de “uma nova figura com uma fusão de serviços”.

“A vinda deste consultor é muito importante para nós, porque ele vai ajudar a reestruturar o sector cultural”, realçou Luz Nolasco, acrescentando que uma das medidas a desenvolver será “uma fusão ao nível dos recursos humanos”.

Segundo a vereadora, os serviços culturais, que actualmente estão localizados na Casa da Cultura vão passar a partilhar um espaço no Teatro Aveirense, com a equipa responsável por aquela sala de espectáculos.

“Com isso teremos maior rentabilidade das acções e uma maior integração e articulação daquilo que é a dinâmica cultural do município”, adiantou Luz Nolasco.

A vereadora assumiu ainda ter “uma grande expectativa” em trabalhar com Daniel Tércio, acrescentando que espera que o consultor consiga, através da sua rede de contactos nacionais e internacionais, “criar maiores fluxos de públicos para aumentar as receitas de bilheteira”.

Além da programação do Teatro Aveirense, Daniel Tércio será também responsável pela programação de outros equipamentos que complementarmente acolhem eventos culturais e artísticos na cidade, tais como, o Centro Cultural e de Congressos de Aveiro e auditórios municipais.

Daniel Tércio irá assumir uma presença sistemática e regular a partir de Janeiro de 2012 “em dias a definir e com a flexibilidade que o cargo exigir”, segundo a autarquia.

Doutorado em Motricidade Humana na especialidade de Dança, pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, onde é actualmente professor associado, Daniel Tércio tem vários artigos publicados em Portugal e no estrangeiro.

É autor de obras de ficção e tem participado em projectos performativos e de formação artística, numa perspectiva transdisciplinar.

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A Casa da Fama no Silveiro


O espectáculo “A Casa da Fama” sobe ao palco do Centro Cultural Prof. Élio Martins, no dia 24 de Setembro.
A Casa da Fama é uma paródia aos reality shows e aos seus concorrentes, fazendo um cruzamento entre a História e os tempos modernos. E o resultado é muito humor, como seria de esperar numa casa partilhada por um poeta erudito, uma padeira violenta e uma princesa que leva a bondade aos extremos.
A entrada custa 12,50 euros e todas as informações podem ser obtidas através do telefone 234 724 990.

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“A casa da Fama” no Silveiro


O espectáculo “A Casa da Fama” sobe ao palco do Centro Cultural Prof. Élio Martins, no dia 24 de Setembro.
A Casa da Fama é uma paródia aos reality shows e aos seus concorrentes, fazendo um cruzamento entre a História e os tempos modernos. E o resultado é muito humor, como seria de esperar numa casa partilhada por um poeta erudito, uma padeira violenta e uma princesa que leva a bondade aos extremos.
A entrada custa 12,50 euros e todas as informações podem ser obtidas através do telefone 234 724 990.

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Anadia: Câmara leva 1200 crianças ao teatro


A finalizar o Plano de Actividades previsto para o ano lectivo 2010/2011, a Câmara Municipal de Anadia, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Anadia levou, nos dias 14, 15 e 16 de Junho, ao Cineteatro da cidade, cerca de 1200 crianças da rede pública do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo, para assistirem à peça “O Valente Soldado de Chumbo”. Uma história criada pelo escritor dinamarquês Hans Christian Andersen e adaptada pela “Efémero” Companhia de Teatro de Aveiro. Com concepção e encenação de Vítor Correia, a peça contou com a presença em palco de cinco actores que, durante 50 minutos, fizeram as delícias dos mais novos, na medida em que foi capaz, através de momentos tão reais como mágicos, de sensibilizar as crianças para que valores como: a amizade, o amor, a coragem e a capacidade de enfrentar as adversidades, prevaleçam, sempre, sobre todas as formas de covardia, insensibilidade, deslealdade e descriminação e que, incompreensivelmente, continuam a subsistir entre nós.
Ângelo Santos, da Câmara de Anadia, diz que a “matarona de teatro” em cinco sessões, com a presença média de 250 crianças cada, marcou o encerramento do ano lectivo com chave de ouro.
“O cineteatro é um espaço privilegiado do concelho e ideal para receber este tipo de público que começa a ter os primeiros contactos com o cinema e com o teatro”, avançou, evidenciando que os docentes também partilham da ideia de que esta é uma boa forma de terminar o ano lectivo, sem grande agitação, mas num ambiente calmo e com um evento de cariz mais cultural.
No encerramento da actividade, Rosa Maria Tomás, vereadora da Educação da autarquia anadiense, destacou a presença dos vários estabelecimentos de ensino, ao longo dos três dias, assim como o facto desta actividade quer dizer que “a Câmara gosta muito de vocês”. Aos meninos e meninas que concluíram o 4.º ano do 1.º CEB não deixou de lhes desejar muitas felicidades e sucesso “na nova etapa escolar e das vossas vidas que vão iniciar em Setembro”, deixando ainda uma palavra de agradecimento aos docentes, por estarem presentes numa actividade “que altera as actividades normais de um dia de aulas, mas que é sempre uma experiência interessante, diferente e enriquecedora”.

CC

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Anadia: Espectáculorecorda José Iglésias


O Cineteatro de Anadia irá receber um espectáculo evocativo do 86.º aniversário de José Iglésias, no próximo sábado, dia 27, pelas 21h30.
Este espectáculo, organizado pelo “Grupo de Amigos de José Iglésias”, será apresentado por diversas associações culturais, bem como outros artistas do município, que se juntaram a esta comemoração.
Desta forma, participam neste evento: a APPACDM de Anadia; o Grupo de Amigos de José Luís Iglésias; O Baluarte, de Amoreira da Gândara; o grupo artístico “Os Rouxinóis”; Miguel Moura e a Tuna Feminina da Escola Superior de Enfermagem do Porto, que actuará também durante a tarde nas ruas de Anadia e no Espaço Bairrada, na Curia.
De referir que José Luís Iglésias foi um elemento crucial no incentivo cultural do município, sendo o responsável pelo aparecimento de muitas das instituições culturais existentes.
Em Janeiro de 1950, o Mestre Iglésias criou o Grupo de Reis denominado “Trupe dos Rouxinóis de Anadia”, do qual era ensaiador. Daqui nasceu o Grupo Artístico e Cultural “Os Rouxinóis” de Anadia, do qual também foi encenador.
Cenógrafo, actor, dançarino, desenhador, pintor e excelente músico, José Luís Lhano Iglésias foi, sem dúvida, um grande impulsionador da cultura em Anadia.
Os bilhetes (2,5 euros) podem ser adquiridos no próprio dia de espectáculo. A bilheteira abrirá às 14h.
A receita do espectáculo reverterá para o Fundo Social da Câmara Municipal de Anadia.

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“Baluarte” de cultura e animação


A completar 30 anos de existência, o grupo “O Baluarte”, de Amoreira da Gândara, é um caso único de perseverança e vontade de levar a cultura a todos os cantos do concelho e da região. O sucesso deve-se à forma de estar e de trabalhar, mas também ao facto de, ao longo de três décadas, ter sabido envolver a população da freguesia no “espírito” do Baluarte. Por isso, o balanço da intensa actividade não poderia ser mais positivo, já que o propósito que esteve na génese da sua criação foi plenamente alcançado: a animação da vida social, cultural e cívica da população da freguesia de Amoreira da Gândara.

Um lamento. Albano Jorge é, presentemente, uma figura indissociável do grupo. Este engenheiro químico, praticamente ligado ao grupo desde a primeira hora, é um dos seus principais responsáveis. O gosto pela arte, sobretudo pelo teatro, acompanha-o desde os tempos de Universidade, quando frequentou o Instituto Industrial do Porto, na década de 60. De lá para cá, o teatro é uma das suas grandes paixões e o Baluarte a forma de chegar ao público, às plateias.
Presentemente, sente que a maior dificuldade para este tipo de grupos é a inexistência, no concelho, de um programa de trabalho que permita uma maior dinâmica e intercâmbio entre grupos. Se houvesse um programa, mas calendarizado pela tutela – Câmara Municipal de Anadia – seria muito mais enriquecedor”, garante. Por isso, considera determinante que o poder local ajude a estimular, incentivar a dinâmica e os intercâmbios, sem que os grupos tenham de andar a mendigar um local onde actuar.

Envolver a população. Integralmente amador, o grupo Baluarte é composto por 51 elementos, desde a infância à terceira idade.
“É um feito de todos nós, pois conseguimos manter, numa freguesia tão pequena e durante tanto tempo, um grupo com uma variedade etária, cultural e de mentalidade tão grande”, reconhece Albano Jorge.
Hoje, diz, “o grupo está de pedra e cal e, graças ao trabalho realizado e ao legado deixado pelas “velhas guardas”, a geração que, hoje, está na liderança do grupo será capaz de continuar o projecto por muitos e bons anos”. Um feito notável, numa freguesia eminentemente rural e pobre, mas onde a união, o entusiasmo e a envolvência da população com o grupo é um caso raro de sucesso e dinamismo.

Projectos diferenciados. Contudo, Albano Jorge reconhece que os tempos mudam, que as transformações sociais e culturais não se compadecem com o conservadorismo. Há que saber responder a essa mudança natural, adaptando o trabalho aos tempos actuais. “Temos sabido aliar a inovação com a tradição e atrair assim os mais novos, mas mantendo os mais velhos também imbuídos deste espírito”, acrescenta. Daí, que o grupo se divida em três sub-grupos distintos: 15 elementos integram as designadas “velhas guardas” que elegeram a revista à portuguesa, o tom mais popular e brejeiro como forma de fazer passar a mensagem. Depois, 13 elementos, com idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, usam um estilo mais complexo e contemporâneo. Quem não recorda as peças “A Oeste nada de novo”, 2000; “Dog”, 2003; “Zé do Telhado”, 2007 ou “Pai tirano”, 2009, representadas brilhantemente por este grupo… Mas são as crianças que estão na origem de tudo. Foi para elas que “O Baluarte” nasceu, em 1980. E é através delas que todos os anos (por altura do Natal) mais crianças são “recrutadas” para o grupo.

Como nasceu o grupo. Tudo começou com uma festa de Natal realizada há 30 anos. “De lá para cá, todos os anos, novas crianças entram para os ensaios da Festa de Natal que realizamos sempre na tarde do dia 25 de Dezembro”, diz. Neste momento, 23 crianças dão forma ao Coral dos Baluartitos. Pela primeira vez, em 30 anos, estão em actividade permanente desde a última Festa de Natal. Ensaiam semanalmente, aos sábados e, na opinião de Albano Jorge, formam “um coral muito bom e agradável de ouvir”. E é através desta mobilização das crianças da freguesia e dos lugares vizinhos que sabiamente o grupo vai estabelecendo maior ligação com as famílias, com a população local, mobilizando todos em torno do seu projecto.

30 anos de sucesso. A viver o 30.º aniversário, em Setembro último começaram os projectos para a comemoração de tão significativa data. Em preparação está uma nova peça, “Voando sobre Nadas”, que Albano Jorge considera um enorme desafio aos mais novos, que vão levar a palco a obra de Ken Kesey, adaptada ao cinema por Milos Forman, mas também em curso com os mais velhos está mais uma edição, desta feita a 5.ª, dos Encontros Imediatos.
A sessão solene de aniversário terá lugar no dia 5 de Dezembro, com a presença de diversas entidades, bem como do Grupo Coral dos Baluartitos. O ano termina com a tradicional e obrigatória Festa de Natal, na tarde de 25 de Dezembro, com comemoração de mais um aniversário.

Catarina Cerca

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Pedro Jordão demite-se do cargo de diretor artístico do Teatro Aveirense


O director artístico do Teatro Aveirense (TA), Pedro Jordão, pediu ontem a demissão do cargo, invocando falta de condições para o exercício das funções e acusando a câmara de Aveiro de não cumprir com o contrato-programa de financiamento do equipamento.

Em comunicado enviado ao final do dia, Pedro Jordão anunciou a demissão, justificando que a decisão “irreversível e ponderada” reflecte a “total falta de condições” com que diz confrontar-se desde Agosto passado no exercício das funções.

“Até ao momento, a pouco mais de dois meses do início de 2011, a tutela não assumiu qualquer posição relativamente ao próximo ano, não me tendo chegado até agora qualquer informação concreta quanto ao orçamento disponível, pelo que qualquer planeamento tem sido desde há muito impossível”, explica o director demissionário.

Pedro Jordão afirma ainda não confiar na capacidade de resposta da autarquia aos “graves problemas” que o TA atravessa, acusando a tutela de ter falhado na tentativa para encontrar soluções ou até em cumprir o contrato-programa nos últimos anos, o que seriam as “expectativas mínimas”.

O director demissionário refere-se ainda à diminuição do apoio atribuído este ano pela Direcção-Geral das Artes ao TA, face ao habitual, mas realça que se trata apenas de “uma pequena parte do problema”, tendo em conta os “avultados valores” em dívida pela câmara de Aveiro ao equipamento.

Apesar da “solidariedade repetidamente verbalizada”, o responsável sublinha que a câmara não correspondeu com “acções efectivas”, adiantando ainda que as informações que tem recebido apontam para “a indisponibilidade da tutela em alterar positivamente o financiamento do TA”.

Pedro Jordão disse ainda que sai por sua exclusiva iniciativa e sem qualquer tipo de compensação financeira, adiantando que cessará funções daqui a 30 dias, mas deixa programação confirmada até Janeiro de 2011.

Ex-dirigente do Cineclube de Aveiro, Pedro Jordão distinguiu-se, sobretudo, como dirigente e programador da Associação Cultural Mercado Negro, onde esteve até Setembro de 2009, iniciando funções, três meses mais tarde, no TA.

A Lusa tentou obter uma reacção da câmara de Aveiro, mas até ao momento não foi possível.

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Denise e Maria Delfina no Silveiro


Denise e Maria Delfina vão estar no Centro Cultural Prof Élio Martins, no Silveiro, no dia 16 de Outubro, pelas 21h30. Denise e Maria Delfina que sempre estiveram em crise, tal como todos os portugueses, são vítimas da situação do país e estão à beira da falência. Fazem “nails” por esse país fora, como diz Denise: “nails em tournée” e andam também, segundo ela, “com o corner aos saltos”.
Como fazer “nails em gel” passou a ser um luxo, Denise resolve promover o “corner” oferecendo a quem fizer “nails” um pequeno show em que Maria Delfina com o seu talento para cantar e fazer imitações se exibe. Denise ensaia-a nas suas imitações que irão desde cantores conhecidos a figuras da política, do futebol ou do social nacional e estrangeiro. Este é um espectáculo muito divertido e dinâmico que agrada a todas as faixas etárias, mantendo as características destas duas personagens e a relação entre elas.

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Conheça os finalistas do Pólo II das Escolíadas 2010



O Colégio de Albergaria-a-Velha, com 304 pontos; a Secundária Dom Dinis, de Coimbra, com 283 pontos e a Dr. João Lopes de Morais, de Mortágua, com 274 pontos são as três escolas que vão disputar a Final do Pólo II – Três Pinheiros, das “Escolíadas 2010”. A Final vai ter lugar na próxima sexta-feira, dia 21 de Maio, às 22.30 horas, no palco da discoteca “Outro Mundo”, na Quinta dos Três Pinheiros, na Mealhada.

A tabela da classificação final do Pólo II ficou conhecida na noite do último sábado, dia 15 de Maio, após terminar a quarta sessão da segunda fase das “Escolíadas 2010”, que antecede assim a Final. Das quatro escolas que prestaram provas – ADA – Associação Diogo de Azambuja (232 pontos), de Montemor-o-Velho e Dom Dinis, de Coimbra (283 pontos), na noite de sexta-feira, 14, e Secundárias da Mealhada (272 pontos) e de Oliveira do Bairro (239 pontos), no sábado – apenas a escola de Coimbra conseguiu pontuação suficiente para mexer com a tabela provisória registada no fim-de-semana anterior, que já colocava o Colégio de Albergaria-a-Velha na liderança.

A noite de sexta-feira, dia 14 de Maio, sexta sessão das “Escolíadas 2010”, ficou marcada pela estreia da ADA, que reúne a Escola Profissonal de Montemor-o-Velho e a Escola Profissional Agrícola Afonso Duarte (EPAAD). O tema “Amor”, nas suas várias expressões, foi o escolhido por aqueles estabelecimentos de ensino para trazer ao palco do concurso.

O júri considerou tratar-se de uma temática “importante e pertinente”, visto que “nunca é demais falar no Amor”. A prova de Teatro trouxe as várias fases do Amor e as várias formas de amar, numa encenação contemporânea que mereceu 85 pontos. Já a Claque, que vestiu de branco com corações vermelhos no peito, conquistou 90 pontos, um somatório conseguido pela prestação dada desde a entrada até à final da sessão.

Joaquim Carrasco, director da EPAAD, lembrou que a ADA, convidada a participar pela primeira vez nas “Escolíadas”, ficou “entusiasmada com o desafio, sendo o nosso principal objectivo proporcionar aos alunos divertimento. Esta também foi uma forma de ver como funciona o concurso”. Já a professora Sandrine Tralhão admitiu que a primeira participação da ADA foi “óptima. Desde que os alunos se divirtam e os colegas também, o final é sempre bom, independentemente do resultado”. A docente explicou que o tema escolhido teve a ver com “a união que queremos criar na escola entre os alunos”.

Eveline Lopes, aluna do 2º ano de Animação Sociocultural da Escola Profissional de Montemor-o-Velho, que integrou a Claque, disse ter gostado muito por ter sido uma “experiência muito boa, mesmo não tendo passado à Final. Ficámos com vontade de repetir para o ano”.

A Secundária Dom Dinis apresentou em palco o tema “Tempus ou Outra Passagem das Horas”. A escola quis mostrar como os compromissos, reuniões, objectivos, actividades e até lazer, tudo é controlado pelo relógio. Mas que é preciso acreditar que “não somos movidos pelos córdeis do tempo, não somos marionetas do tempo, porque depende da nossa vontade”. A temática reflectiu-se na Claque através dos relógios que cada um “vestiu”, todos com uma hora diferente, somando 106 pontos. Já a prova de Teatro, essa alcançou a pontuação máxima do júri (119 pontos), que considerou os textos “excelentes”, assim como a articulação entre os diferentes momentos, “sempe no ponto certo”.

Alexandra Palrinhas, aluna do 12º ano, participante na prova de Teatro e Música, disse que este seria o último ano nas “Escolíadas” como aluna, daí “especial”. Admitiu que “na prova de Música podíamos ter feito melhor”. Sobre a escolha do tema, o “grupo de Teatro que existe na escola sentou-se e de um conjunto de ideias, surgiu o que trouxemos aqui hoje (dia 14)”.

As professoras Teresa Sá e Manuela Nogueira afirmaram estar muito satisfeitas com a prova de Teatro, obtendo a pontuação máxima. “Era a nossa aposta, sendo a base deste trabalho. A pontuação conseguida foi a melhor forma de reconhecer todo esse trabalho”. Teresa Sá reforçou: “Cumprimos a nossa missão. Trouxemos uma temática de reflexão, demos o máximo, estivemos com dignidade dentro das condições económicas que temos”.

Mealhada não chega à Final por 2 pontos.

A noite de sábado, dia 15, recebeu mais duas escolas, sendo uma delas a da casa – Escola Secundária da Mealhada – e a outra a Escola Secundária de Oliveira do Bairro (ESOB).
“Um Bicho da Terra tão Pequeno”, expressão usada por Luís Vaz de Camões, em “Os Lusíadas”, no século XVI, para referir a fragilidade do Homem quando comparado ao poder da Terra, enquanto reflecte sobre os perigos a que a mãe natureza submete o ser humano foi o tema escolhido pela Secundária da Mealhada para apresentar no palco das “Escolíadas 2010”.

O júri entendeu que a temática era importante no sentido de ser “necessário questionarmos o nosso posicionamento na Terra”. A prova de Teatro, que somou 102 pontos, mostrou como as alterações climáticas são cada vez mais intensas e constantes, mostrando como a esperança do rejuvenescimento global e humano reside na astronomia. A Claque, com 102 pontos, apresentou dois possíveis futuros, que surgem na sequência do aquecimento global – o degelo dos glaciares (branco) e o incêncio do planeta Terra (vestidos de negro com chamas laranja).

A escola da casa, que ficou a dois pontos da Secundária de Mortágua, colocada em terceito lugar na classificação geral do Pólo II, admite que mesmo assim esteve bem, “porque demos o nosso melhor”, como afriançou a aluna do 11º ano Inês Duarte, que fez parte da prova de Teatro. “Ficámos desiludidos porque gostávamos de ir à Final e esta é a terceira vez que ficamos a um ou dois pontos desse passo. Mas sabemos que tivemos boas prestações”, reforçou.

Para Miguel Pereira, aluno do 12º ano, participante no Teatro, a sessão “correu bem, porque acima de tudo divertimo-nos. E foi por isso que ganhámos na mesma, porque este é o primeiro objectico das ‘Escolíadas’. Sabemos que demos o nosso melhor”. Também o professor Pedro Semedo admite que a prestação da Mealhada foi positiva por dois motivos: “Por colocar os alunos a criar e a organizarem-se entre si, o que resultou na apresentação de provas boas e também porque melhoraram muito, em termos globais, do ano passado para este, mostrando que aprenderam com as insuficiências de 2009. Aprenderam, corrigiram e eu gostei muito da prestação deles, porque em termos de qualidade média foi muito boa, não havendo provas fracas. Os dois pontos que faltaram é apenas um pequeno pormenor”, finalizou o docente, sorrindo.

No caso da ESOB, o tema para a 21ª edição das “Escolíadas” foi Artes Urbanas, considerado pelo júri “interesante”. A prova de Teatro, com 78 pontos, mostrou as diferenças entre alguns estilos de vida, estando sempre presente o Hip Hop, um movimento cultural iniciado nos Estados Unidos da América, como forma de reacção aos conflitos sociais. As influências do Hip Hop também estiveram bem patentes na prova de Dança (94 pontos), que trouxe a evolução de vários estilos de Hip Hop.

O aluno Aníbal Couto, do 10º ano, participante na prova de Dança, disse que a ESOB esperava um melhor resultado. “Na prova em que participei senti que o grupo estava muito unido. No entanto, foi pena no Teatro não ter corrido melhor”, disse, frisando que de qualquer forma foi importante e bom estar nas “Escolíadas 2010”.

Sobre a sessão do dia 14, sexta-feira, Cláudio Pires sublinhou que a ADA, para primeira participação, “esteve muito bem, porque conseguiu captar o espírito do evento”. Sábado, dia 15, tratou-se de “uma boa sessão. Ao faltarem dois pontos à Mealhada para estar na Final, isso demonstra precisamente que houve boas provas”.

Nesta fase é importante dar os parabéns a todas as escolas que não foram à Final e desejar boa sorte aos três estabelecimentos de ensino secundário que vão estar na sexta-feira no palco do Pólo II, nos Três Pinheiros, na Mealhada.

Finalíssima no Velódromo Nacional

Após realizar-se a Final do Pólo II (21 de Maio), no dia 2 de Junho, quarta-feira, véspera de feriado, o Velódromo Nacional de Sangalhos, concelho de Anadia, vai receber a Finalíssima das “Escolíadas 2010”, que vai colocar no mesmo palco quatro escolas, que vão lutar pelo primeiro lugar. Apuradas estão já as duas escolas do Pólo I – Centro Cultural de Ílhavo. São elas a Escola Secundária Homem Cristo, de Aveiro, com 296 pontos e a Secundária Dr. Jaime Magalhães Lima, de Esgueira, que somou 291 pontos.

Definidas as escolas que vão ocupar o pódio da 21ª edição do evento é a vez de realizar-se a “Gala de Entrega de Prémios das Escolíadas”, no dia 4 de Junho, sexta-feira, que à semelhança do ano passado acontece no Centro Cultural de Ílhavo.

Exposição com mais de 50 quadros

A “ESCOLÍADAS – Associação Recreativo-Cultural” vai realizar uma exposição com cerca de 50 quadros, referentes à prova de Pintura das “Escolíadas” dos anos de 2009 e 2010. A mostra vai ter lugar no CoimbraShopping, em Coimbra, na última semana de Maio, após ter lugar a Final do Pólo II.

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A menina do mar lotou sala da biblioteca


A Biblioteca Municipal da Mealhada foi palco, este sábado, pelas 15h, da peça de teatro infantil “A Menina do mar”, cujo texto da obra de Sophia de Mello Breyner Andresen foi adaptado por Catarina Matos. Este espectáculo, que lotou a sala da biblioteca, foi o resultado de uma oficina de teatro que decorreu aos sábados de manhã, durante 10 sessões, na Biblioteca Municipal da Mealhada.

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