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1516 assinaturas em prol de melhores serviços de saúde


A Comissão de Utentes dos Serviços Públicos de Oliveira do Bairro, acompanhada por cerca de 50 pessoas, entregou ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira e ao presidente da Assembleia Municipal, Manuel Nunes, um abaixo-assinado com 1516 assinaturas, onde reclamam melhores condições de saúde. Neste mesmo dia foi também entregue por Fernando Picanço e Carlos Carvalho, membros da comissão de utentes, o original do abaixo-assinado no ACeS – Agrupamento dos Centros de Saúde do Baixo Vouga, aguardando a Comissão de Utentes uma audiência com o presidente do executivo, Manuel Sebe. Uma outra cópia do abaixo-assinado foi também enviada para a ARSC – Administração Regional de Saúde do Centro.
O abaixo-assinado visa a defesa do Serviço Nacional de Saúde e, entre outras reivindicações, exigindo que sejam mantidas valências hospitalares “ameaçadas pela legislação mais recente”.
O abaixo-assinado reclama ainda “a construção urgente” do novo Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, já iniciada e “a substituição atempada e reforço dos profissionais de saúde, sobretudo os médicos das unidades deste concelho, que se reformaram nos últimos meses, bem como daqueles que se irão reformar em breve”.
Os subscritores querem também “lutar contra a carência de equipamentos, material clínico e de enfermagem, medicamentos e outros consumíveis”, assim como “opor-se ao encerramento” (ou mau funcionamento) de unidades de saúde locais e regionais.

Novos médicos. No encontro com os autarcas concelhios, Manuel Nunes, Presidente da Assembleia Municipal e médico numa das unidades de saúde do concelho, mostrou-se convicto de que brevemente haverá no concelho novos médicos para procurar suprir a passagem à reforma, quase simultânea, de cinco médicos. No entanto, segundo Manuel Nunes, a colocação de novos médicos, devido a aspetos processuais, é demorada.
Este responsável salientou que “a saúde é um bem essencial e o mais importante da vida das pessoas”.
Já o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, considerou o movimento louvável. “Nós não estamos contra este movimento, antes pelo contrário, sentimo-nos integrados”, referiu o edil, sublinhando que “a competência em matéria de saúde não é nossa, mas nós como responsáveis eleitos, fazem sempre diligências em todos os momentos, junto de quem de direito”.
Mário João Oliveira afirmou ainda que “a luta dos autarcas da Região de Aveiro é pela defesa da população”, pelo que “podem contar sempre connosco pela defesa dos serviços públicos de saúde no concelho”. Contudo, Fernando Picanço garante que “a Comissão de Utentes não irá cruzar os braços até que a normalidade dos serviços de saúde seja reposta”, sublinhando que “a elevada presença de utentes que compareceram de forma espontânea na entrega do abaixo-assinado na Câmara, numa manhã de um dia de trabalho e em tempo de colheitas, revela bem como é sentida a gravidade dos problemas da saúde pública deste concelho e o anseio de que sejam resolvidos”. “Para quem acha que de pouco vale reivindicar aquilo a que temos direito, podemos afirmar que já há sinais claros de que as autoridades se estão a mexer no sentido de melhorar as anomalias detetadas”, acrescenta Fernando Picanço, da Comissão de Utentes.
Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Comissão de utentes entra em luta contra falta de médicos


A falta de substituição de médicos de família que passaram à reforma está a provocar longas listas de espera nas unidades de saúde de Oliveira do Bairro, segundo a Comissão de Utentes, que realizou uma reunião, na última sexta-feira, na Junta de Freguesia de Oiã. O encontro foi convocado perante a ausência de resposta a um pedido de audiência à Administração Regional de Saúde, feito pela Comissão de Utentes. Entretanto, já foi posto a circular um abaixo-assinado com o objetivo de recolher o máximo de assinaturas, para que seja enviado aos organismos responsáveis.
Fernando Picanço, porta-voz da dita Comissão, começou por fazer um historial do surgimento da Comissão, afirmando que esta foi constituída em janeiro de 2014 e alargada a âmbito concelhio. “Surgiu impulsionada pelos múltiplos problemas ocorridos nos serviços públicos deste concelho, essencialmente na área da saúde”.

Reforma. Fernando Picanço referiu que a passagem à reforma de dois médicos é um dos problemas graves, já que “na Extensão de Saúde de Oiã, o médico José Rui foi substituído, mas no Troviscal, a médica Regina não foi substituída, causando sérias carências nas Unidades de Saúde do Troviscal e da Mamarrosa”.
Afirma ainda que “o mais grave ainda está para chegar, pois dentro de pouco mais de dois meses está prevista a passagem à reforma de mais três ou quatro médicos, o que faz prever que não seja assegurada a normalidade dos serviços”.
Fernando Picanço deu conta ainda que algumas “pessoas começam a fazer filas a partir das 5h para conseguir uma consulta e quase é preciso mendigar para ser atendido por um médico. Temos pessoas que se deslocam para fazer tratamentos e têm de comprar e levar os pensos, medicamentos e pomadas e são situações que se têm vindo a agravar”.

Preocupações. Nesta reunião, foi ainda manifestada a preocupação relativamente ao Hospital Distrital de Aveiro que, ao ser desclassificado, corre o risco de fechar muitas das principais valências, na sequência de uma Portaria recentemente publicada. “O Ministro da Saúde, em reunião de 6 de junho, sob pressão das Comissões de Utentes, dos Sindicatos e respetiva Ordem dos Médicos, aceitou a suspensão da Portaria 82/2014 e a sua reformulação, mas a suspensão não implica a revogação pretendida, pois o ministro insiste na reformulação da tão contestada Portaria”, esclarece este responsável.

Abaixo-assinado. Durante a noite, foi ainda posto a circular um abaixo-assinado dirigido às entidades competentes, que recolheu a quase totalidade de assinaturas dos presentes e irá prosseguir nas próximas semanas, pois só assim “se poderá travar a escalada de atrofia e desmantelamento do Serviço Nacional de Saúde, sentido pelos utentes deste concelho”. “Outras formas de luta estão equacionadas, se os problemas não forem devidamente resolvidos”, acrescentou este responsável.
No abaixo-assinado, é pedida “a substituição atempada e reforço dos profissionais de saúde, sobretudo os médicos das unidades deste concelho, que se reformaram, nos últimos meses, bem como daqueles que se irão reformar em breve”, assim como “lutar contra a carência de equipamentos, material clínico e de enfermagem, medicamentos e outros consumíveis”.
A Comissão de Utentes pretende ainda “opor-se ao encerramento (ou mau funcionamento) de unidades de saúde locais e regionais, inclusive de serviços hospitalares e respetivas urgências, que mal servem os utentes, sobretudo, relativamente ao tempo de espera”, como também “combater veementente a perspetiva economicista aplicada ao SNS, acabando por esquecer os utentes a quem se destina, o que até é reconhecido no relatório do Tribunal de Contas cujo aponta também múltiplas falhas de funcionamento”.

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Grupo de utentes reúne com Juntas


O Grupo de Utentes de Saúde Pública do Troviscal reuniu, recentemente, com os presidentes das Juntas de Freguesia da Mamarrosa, Bustos e Troviscal.
Segundo João Sousa, do Grupo de Utentes, “a reunião teve como base o diálogo e consenso no que toca à agregação das freguesias que já foi promulgada pelo atual Presidente da República”.
O Grupo defende que se poderá fazer mais além das providências cautelares impostas pelos três presidentes de Junta contra o governo em relação à extinção das duas freguesias.
João Sousa diz que ainda existe um espaço de tempo previsto até abril, para se organizar uma sessão pública (iniciativa de rua) que consiste no esclarecimento cabal, do que poderá acontecer caso a lei for executada, mas “não houve consenso da parte das duas freguesias de Bustos e da Mamarrosa, porque poderia atrair a comunicação social”.
“Não havendo consenso nesta iniciativa, os dois eleitos por Bustos e pela Mamarrosa acordaram em fazer esclarecimentos nas três freguesias com os três presidentes em questão, mas em salas apropriadas para o efeito”, sublinhou João Sousa, defendendo que “é preciso que muita da população seja esclarecida, na eventualidade da aplicação da famigerada lei que poderá trazer contornos agitados em certos extratos populacionais do concelho, já que se nota uma vingança ideológica de como estas três freguesias foram referenciadas”.

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Utentes da TDT em “bolandas” nos concelhos de Vagos e Mira


Remetida pela comissão de utentes da Televisão Digital Terrestre (TDT) do concelho de Vagos, uma exposição a pedir a intervenção do primeiro-ministro para que fossem corrigidas as alegadas deficiências da má difusão do sinal, nos municípios de Vagos e Mira, parece ter dado resultado.
O documento, que antes fora apresentado a várias entidades, nomeadamente à Portugal Telecom, ANACOM, Provedor do Telespetador, Câmara de Vagos e Junta de Freguesia, foi “parar” ao gabinete de Miguel Relvas que lhe terá dado tratamento adequado. “Estamos realmente satisfeitos, porque a qualidade do sinal melhorou substancialmente”, disse, ao JB, Arsénio Pimentel, um dos subscritores da referida exposição.
Em causa estava, contrariamente ao que seria de esperar face à informação veiculada pela ANACOM, a “quebra de qualidade e cortes de sinal muito longos”. Tal situação “obrigou” muitos utentes a mudar de novo para a analógica, enquanto outros, a braços com problemas na TDT, optavam por “regressar” outra vez à analógica, depois de terem adquirido descodificadores, antenas e televisores de melhor qualidade.
Enquanto isso, colaboradores da PT “cansam as pessoas com tanta pressão e tanta publicidade enganosa, que conseguem fazer contratos MEO até com quem não tem condições para pagar”, lê-se naquele documento, que pede a melhoria da rede TDT.
Alega que o recurso ao satélite “não é a melhor solução”, por ter limitações e exigir parabólica, para além de cablagem nos compartimentos da casa com televisor. “Os recetores de satélite ficam muito caros, a partir do terceiro, e só podem ser vendidos pela PT”, alerta a comissão de utentes.

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Eduardo Jaques/colaborador

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