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Vilarinho do Bairro: Mudanças dos alunos para a EB 2/3 pouco consensual


Vários alunos que frequentavam as Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro (a encerrar este ano, no âmbito da reforma educativa) vão sair para escolas fora do concelho de Anadia.
Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha apresentado no Tribunal, em julho, uma Providência Cautelar contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro a verdade é que, até agora, reina o silêncio relativamente ao resultado da mesma, assim como perante os dois encerramentos, a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro (frequentada por alunos do 5.º ao 9.º ano) foi escolhida como escola de acolhimento para estas crianças.
Uma situação que tem causado muito descontentamento no seio da população, com vários encarregados de educação a rejeitarem a solução da EB 2/3 e a preferirem retirar os filhos da rede de ensino do concelho.
EB 2/3 preparada. Embora António Alves, responsável pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro diga que está tudo a postos para receber as crianças do 1.º CEB e que foram criadas duas turmas do ensino básico (uma de 15 e de 18 alunos), a verdade é que muitos pais não querem que os filhos, tão pequenos, convivam numa escola com alunos mais velhos.
“Esta escola é mais segura, tem excelentes condições, uma cantina com alimentação de excelência”, diz o docente António Alves, rejeitando os argumentos dos pais. “As salas de aulas e o refeitório têm mobiliário igual ao das escolas primárias e estão selecionados sanitários públicos só para os mais pequenos”, embora admita que ainda falta efetuar algumas adaptações.
Esta mudança levou, oportunamente, a autarca Teresa Cardoso a alertar, no passado mês de agosto, para estaa situação que agora se confirma: os pais iriam retirar os filhos para fora do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Escola Básica n.º 2 de Vilarinho do Bairro: Mostra de Saberes e Sabores envolve comunidade educativa


“Fomentar a aproximação entre o meio escolar e as famílias, promover a divulgação de alguns dos materiais produzidos pelos alunos ao longo do ano letivo em várias disciplinas e sensibilizar toda a comunidade educativa para a promoção da saúde” foram os principais objetivos desta primeira Mostra de Saberes e Sabores que se realizou no passado dia 6 de junho, na EB n.º2 de Vilarinho do Bairro.
A iniciativa, promovida no âmbito do PES (Projeto de Educação para a Saúde), contou com a participação de 15 turmas, envolvendo os cerca de 280 alunos daquele estabelecimento de ensino.
A docente Alexandra Gonçalves avançou que ao longo do dia, nas “barraquinhas” dinamizadas por todas as turmas, estiveram à venda o mais variado tipo de produtos (artesanato, doces, legumes, fruta, hortaliça, animais vivos), enquanto que da parte da tarde todos os alunos foram convidados a degustar fruta laminada, “num incentivo para que passem a comer mais fruta”, disse.
Uma das “barraquinhas” que deu uma bela lição foi a da Biblioteca escolar, a cargo da professora bibliotecária Noémia Machado Lopes. “Um sabor, multisaberes” foi o tema apresentado para uma mostra de quatro pratos confecionados com bacalhau; tapioca, caril e coco, mas revelando um pouco da história, cultura e enquadramento geográfico de cada um deles.
“Esta mostra possibilita a envolvência de todos os alunos, numa escola cultural e que não é só de aprendizagem de conteúdos”, referiu.
Destaque também para a presença de vários artesãos (manualidades, sabão e apicultor), mas também para a participação de ex-alunos e ex-professores que continuam afetivamente ligados à escola. Durante a tarde houve ainda uma aula de pilates e outra de hip-hop.
Presente no evento, o vereador Lino Pintado, da Câmara Municipal de Anadia, ficou agradavelmente surpreso com a animação e envolvimento dos alunos. “A Câmara Municipal louva e congratula-se com este tipo de iniciativas, que ajudam a fomentar a aproximação das famílias à escola”, não deixando de considerar uma ideia feliz, a angariação de fundos para cada uma das turmas, através da venda dos produtos que trouxeram de casa.
O dia foi animado por um grupo de músicos do Conservatório de Oliveira do Bairro.
CC

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Vilarinho do Bairro: “Fim de um ciclo”, afiança autarca Mário Heleno


A cumprir o quarto e último mandato à frente dos destinos da freguesia de Vilarinho do Bairro, Mário Heleno tem ainda em carteira uma série de obras que pretende terminar antes das eleições de outubro. Embora diga que está prestes a “encerrar um ciclo”, não avança se irá continuar ligado à vida política local. “Procurei contribuir para melhorar a minha terra. Só não se fez mais porque as verbas são sempre escassas”, destaca, reconhecendo que foram 16 anos de vida autárquica bastante positivos.
“Por mais que façamos, há sempre muita coisa para fazer”, admite, lamentando as condicionantes financeiras que obrigam a Junta de Freguesia (uma das maiores do concelho, com 15 lugares) a ter de fazer constantes opções e acertos às obras projetadas. Todavia, destaca que sempre conseguiu ultrapassar os planos e orçamentos, “muito graças também à ajuda da Câmara Municipal.”
Desafiado a falar das obras mais emblemáticas da sua passagem pela Junta de Freguesia, reconhece que a construção do novo edifício sede da Junta de Freguesia, bem como toda a obra de qualificação da Lagoa de Torres são marcos que ficam, estando o edifício da Junta de Freguesia e Auditório concluídos e pagos.
Por outro lado, afiança que foi também uma vitória sua ter conseguido negociar com a administração dos CTT, que o edifício dos Correios da Poutena (construído há 50 anos às expensas da população) fique para as gentes do lugar, ou seja, se um dia os CTT saírem da Poutena, o imóvel ficará para o lugar. “A Assembleia de Freguesia aprovou, por unanimidade, uma cláusula que doa o imóvel ao Centro Social. Neste momento, os CTT funcionam na Poutena e a Junta recebe um aluguer de 500 euros. Mas, se amanhã, os CTT forem privatizados e encerrarem na Poutena, será uma forma de assegurar que o imóvel pertencerá às gentes da terra.

Obras e melhoramentos. Para breve, Mário Heleno pretende levar a cabo mais algumas obras de melhoramento no mercado da freguesia. “Está obsoleto e é preciso contrariar a tendência, já que alguns feirantes se queixam da falta de clientes e do decréscimo nas vendas”, refere, dando conta de que “é preciso criar melhores condições para quem vende e compra”, não deixando de sublinhar as várias intervenções já realizadas ao longo dos anos, na melhoria das condições daquele espaço.

Desporto, recreio e lazer. Na área desportiva e porque o Sporting Clube da Poutena renasceu há dois anos com as camadas jovens, integrando presentemente três equipas em competição, poderá vir a ter um relvado sintético, semelhante ao colocado na Azenha. Será, a seu ver, uma mais valia para o clube e para a formação de jovens atletas.
Em mente tem ainda a construção de uma piscina nos Banhos, mais concretamente no terreno compreendido entre a Capela, o lavadouro e o Centro Cultural local. “Temos muita água, o caudal mantém-se o ano inteiro, e o seu funcionamento terá uma manutenção mínima – semelhante à piscina do Luso – já que não precisará de tratamentos, a água estará em permanente circulação, entrando por um lado e saindo pelo outro”. O equipamento terá cerca de 15x5m e fará as delícias dos mais jovens que, nesta parte do concelho, não têm qualquer equipamento do género. “É uma água de excelente qualidade, que pode ser aproveitada também desta forma”, acrescenta.
Já na Quinta do Perdigão, Mário Heleno tem em curso a conclusão das obras envolventes ao Centro Cultural, Escola Primária (que vai receber todo o espólio da biblioteca do Centro Cultural), balneários e o campo de futsal, deixando ainda nota que o campo poderá ser cimentado.
Na Poutena, o campo de futsal já cimentado, localizado junto à Pista de Motocross, está vedado, com balneários prontos mas ainda não está a funcionar. Falta criar uma zona envidraçada, que servirá de bar.
Em Samel, a autarquia quer ainda concluir um arranjo do terreno entre o campo de futebol e a Escola Primária, pertencente à Associação LASA. Ali será criado, até ao final do mandato, uma zona de lazer, com mesas, bancos e uma churrasqueira.
Os cemitérios de Vilarinho do Bairro e da Ribeira são sofrer obras de beneficiação. Neste último serão concluídos os arruamentos na zona do alargamento, enquanto que o primeiro será todo pintado.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Venda de lotes da ZI de Vil. Bairro a 6 de setembro


O executivo da Câmara Municipal de Anadia decidiu, por unanimidade, na última reunião de câmara, realizada a 25 de julho, proceder à alienação, por hasta pública, de 20 lotes, na Zona Industrial de Vilarinho do Bairro.
Esta hasta pública terá lugar no dia 6 de setembro, pelas 10h, no salão nobre do edifício dos Paços do Município.
Em hasta pública vão estar 20 lotes, com áreas compreendidas entre os 549 m2 e os 1912 m2.
As condições gerais de alienação do Regulamento de Hasta Pública poderá ser consultado através do site www.cm-anadia.pt ou na Câmara Municipal, no Setor de Património, no período das 9 às 12h30 e das 14 às 17h30, até ao dia anterior ao da realização da praça.
Acrescente-se ainda que, durante a reunião de câmara, a vereação entendeu proceder à retificação dos prazos e os preços dos lotes por m2.
Assim, relativamente ao preço, foi decidido, como forma de incentivar o investimento nesta nova ZI, reduzir o preço de 10 para 5 euros o m2, mas também fazer um acerto (reduzir o prazo) no que à celebração do contrato de promessa de compra e venda diz respeito.

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Vil.Bairro: Associação dos Amigos do Levira tem projeto ambicioso


A Associação Cultural e Recreativa dos Amigos de Levira (ACRAL) tem um projeto ambicioso para o parque junto ao Rio Levira, mas este só poderá avançar, segundo a autarquia anadiense, depois da Associação apresentar na Câmara Municipal o licenciamento para as obras, emitido pelas entidades competentes.
Aquela Associação apresentou ao executivo anadiense uma proposta de intervenção no açude do rio Levira, que abriu na base, assim como pretende colocar 32 metros de manilhas de cimento por forma a cobrir uma parte da vala de moinho que circunda o parque e, assim, conseguir ampliar o espaço do mesmo. Por outro lado, referem na missiva apresentada, pretendem ter ajuda da autarquia de Anadia na construção de um pequeno espaço em terra batida, nivelado, que sirva de recinto ao arraial da festa de Verão, mas também à realização de jogos tradicionais.
Este pedido de colaboração deve-se, diz a direção daquela associação, “ao facto de não possuírem meios financeiros, nem humanos para fazer face a tais intervenções, embora estas não se afigurem dispendiosas”.

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Luz verde para o início da construção da Zona Industrial de Vil. Bairro


A Zona Industrial de Vilarinho do Bairro vai ser uma realidade dentro de seis meses (prazo de execução da obra). Na última sexta-feira, foi dado a conhecer o projecto e assinado, nos Paços do Concelho, o auto de consignação da obra.
“Há muito desejada pelas populações e pela Câmara Municipal de Anadia, a Zona Industrial vai ser uma realidade”, disse aos jornalistas o autarca Litério Marques, dando por terminado um longo processo legal à volta dos terrenos para a implantação desta Zona Industrial.
“Quando já poucos acreditavam, tal a quantidade de percalços e invejas que a obra parecia suscitar, eis que estamos aqui, hoje, para assinar o auto de consignação da Zona Industrial de Vilarinho do Bairro”, disse, lamentando os anos de desenvolvimento que se perderam devido a vários processos judiciais. “Ao contrário do que alguns afirmaram, esta área de acolhimento empresarial está no PDM e não deveria ter qualquer problema. Mas a verdade acabou por vir ao de cima”, adiantou.
Litério Marques referia-se em concreto a acções interpostas no Tribunal contra a Câmara: “denunciaram abates de sobreiros, loteamentos e licenças. Afinal, tudo estava correcto. Agora resta saber a quem vamos pedir responsabilidades pelos prejuízos causados à Câmara e à região. Parece que a ninguém, pois não há quem responsabilizar. É este o país que temos”, desabafou, criticando “acções infundadas” dos que “teimam em travar o desenvolvimento do concelho”.
A obra foi adjudicada à Centro Cerro, Empresa de Construção Civil e Obras Públicas SA, da Figueira da Foz, por 732 mil euros e com um prazo de execução de 180 dias.
Localizada entre Vilarinho do Bairro e a Pedreira de Vilarinho, junto à ex-EN 334, esta nova área de acolhimento empresarial será composta por 20 lotes industriais, tendo o menor 413 m2 e o maior 5.136m2. A ocupar um total de 8,2 hectares, irá integrar quatro rotundas e uma ampla zona de estacionamento para viaturas pesadas.
O loteamento, feito ao abrigo da legislação em vigor, obedece a todas as normas: rede de abastecimento de água, rede de rega para espaços verdes, bocas de incêndio, rede de saneamento, ETAR, rede de drenagem de águas pluviais, rede de gás, rede de iluminação pública, rede de média e baixa tensão e rede de telecomunicações.
Destinada a indústrias não poluentes, esta nova zona industrial “vem dar resposta a indústrias localizadas fora de Zonas Industriais e que aqui podem instalar-se”, adiantou Litério Marques destacando o facto de o preço dos lotes ser convidativo, privilegiando a Câmara Municipal “empresas que dêem garantias de maior empregabilidade”, reconhecendo que, apesar do momento pouco favorável, “é necessário investir e apostar no desenvolvimento do concelho e da região”.
A terminar, não deixou de lamentar a inexistência, no concelho, de um nó de acesso à A1. “Acredito neste Governo e acho que existem hipóteses de concretizar esse sonho. Será uma grande ajuda no desenvolvimento da região e do concelho que possui hoje infra-estruturas que exigem uma acessibilidade de qualidade à A1”. Daí, dizer que “a Câmara está disponível a colaborar com o Poder Central no projecto e na execução da obra”.

Catarina Cerca

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Vil. Bairro: Sede da Junta entra na recta final


A construção da nova sede da Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro acaba de entrar na recta final. A obra, que ascende a 160 mil euros, deverá ficar concluída dentro de meio ano, pois acaba de ser iniciada a segunda e última fase de construção. Começada em 2008, a primeira fase, correspondente ao alvoramento, ficou orçada em 40 mil euros. A obra integra três gabinetes, uma sala para serviços, e um auditório para 50 pessoas e irá dotar a freguesia de uma infra-estrutura há muito desejada.
Mário Heleno, autarca de Vilarinho do Bairro, garante que a obra avança a bom ritmo e que os prazos previstos para a conclusão devem ser cumpridos. Sem qualquer financiamento do Poder Central, este equipamento vem, segundo o autarca, dar resposta a uma grande carência. É que as actuais instalações da Junta de Freguesia já não respondem às necessidades da população.
Para o pagamento da obra, Mário Heleno sabe que irá contar com o apoio da autarquia anadiense, que deverá comparticipar a construção com 50 mil euros. E, se esta nova instalação vai albergar a Junta e Assembleia de Freguesia e Correios, o edifício primitivo irá também ser alvo de uma recuperação. Ali, diz Mário Heleno, ficará instalado o arquivo, assim como um espaço disponível para actividades tipo formação e sala de acesso à internet.

Carências graves. Mas, se a Junta está prestes a ter “nova” casa, Mário Heleno não esquece dois melhoramentos indispensáveis ao desenvolvimento da freguesia: o saneamento e a zona industrial. “Vilarinho não cresce e a freguesia está estagnada por não ter zona industrial”, diz, ciente de que esta seria um pólo de atracção para pequenas indústrias não poluentes que ajudariam a criar riqueza e a fazer crescer a freguesia. “Ajudaria, com certeza, a fixar mais gente à terra, a que se construíssem mais casas e a evitar a desertificação”. Quanto ao saneamento, o autarca lamenta o seu atraso (não passa dos 40% de cobertura) que resulta em prejuízos e atentados ambientais.
Tendo eleito o desenvolvimento paisagístico e ambiental como uma das suas prioridades, Mário Heleno reconhece que não pode fazer os melhoramentos desejados, sem que o saneamento esteja concluído: “sabemos que quando chove mais, há quem faça descargas de fossas para a via pública pois cheira mal, embora não consigamos localizar o infractor.” Situações que considera demasiado graves e que necessitam urgentemente de ser debeladas, com a conclusão das tão desejadas obras de saneamento básico, a cargo da Câmara Municipal.

Catarina Cerca

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Rastreio gratuito em Vilarinho do Bairro


A Farmácia Margarida, em Vilarinho do Bairro, irá acolher um rastreio, no próximo dia 2 de Setembro.
O rastreio será realizado por um aparelho que analisará o grau de hidratação da pele no corpo e nas mãos. O farmacêutico, que analisará alguns dos hábitos do indivíduo, irá completar o rastreio com os conselhos mais adequados a cada resultado. Os valores retirados deste exame serão divulgados, de imediato, à pessoa rastreada.
A campanha de rastreios gratuitos à população, iniciada em Julho nas farmácias aderentes, irá prolongar-se até ao final do ano.
A campanha está a ser realizada pela Ratiopharm, empresa alemã especialista no fabrico, desenvolvimento e comercialização de produtos farmacêuticos que disponibilizará recursos humanos e os materiais necessários para a realização da campanha.

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