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EB 2/3 Vilarinho Bairro: Sucesso consolida 10.ª Caminhada pelo Coração


 

O sucesso, que já era inquestionável, da Caminhada pelo Coração, promovida pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho de Bairro ficou definitivamente consolidado com a 10.ª edição, realizada no passado dia 4 de maio. Um evento ao qual não faltou a própria presidente de Câmara que, a par de alunos, professores e encarregados de educação, percorreu, a pé, os mais de cinco quilómetros que separam aquele estabelecimento de ensino da Lagoa de Torres.

Caminhada plena de significado por se estar em maio, mês do coração. Este ano, a 10.ª edição contou com a presença de um convidado especial. O Professor Doutor Polybio Serra e Silva, presidente da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) marcou presença e mostrou-se bastante agradado com o ambiente vivido neste estabelecimento de ensino, tanto ao nível do espaço “agradável, simpático e arranjado”, mas também com a moldura humana, com os jovens bem dispostos para participar em mais uma iniciativa escolar.
Uma caminhada pelo coração, “plena de significado por se estar em maio, mês do coração”, este ano dedicado pela FPC à “insuficiência cardíaca”, doença cardiovascular que podemos prevenir, adotando um estilo de vida saudável.
Polybio Serra e Silva sublinhou a necessidade de se saber distinguir atividade física, de exercício físico e de desporto, sendo esta caminhada a forma mais simples de realizar atividade física.
“De pequenino se torce o pepino”, disse, para justificar que é desde pequeno, em idade escolar, que se deve educar a criança para um estilo de vida saudável. “Devemos introduzir o bichinho da atividade física desde cedo” e “todos devemos praticar 30 minutos de caminhada diária para prevenir doenças cardiovasculares”, acrescentou.
Na ocasião, frisou que o álcool, o tabaco, o açúcar, a gordura saturada devem ser evitados. “É fundamental sensibilizar a população para estas questões, para o equilíbrio e moderação na alimentação.”
Quanto à caminhada propriamente dita, avançou ser “uma iniciativa meritória”, mas também “inteligente” pelo facto de, através das crianças e jovens, se pretender chegar aos adultos, já que os filhos conseguem sempre despertar mais os pais para estas questões.

Presidente da autarquia não faltou ao evento. Também estreante nestas andanças da Caminhada pelo Coração esteve a edil Teresa Cardoso. A presidente da Câmara Municipal de Anadia vestiu (literalmente) a camisola e caminhou os cerca de cinco quilómetros que distam a escola da Lagoa de Torres.
O dia de sol tórrido adivinhava uma caminhada difícil mas a verdade é que todos chegaram ao fim e com uma enorme disposição. Pelo meio da natureza, circundados por vinhas e pinhais, os participantes foram pondo a conversa em dia, ouvindo música e descontraíndo num dia de grande animação.
De facto, pela primeira vez, a adesão foi maciça e a comunidade educativa esteve em força nesta caminhada.
Com saída da escola por volta das 11h30, foi debaixo de um sol escaldante que mais de 300 pessoas participaram na caminhada promovida no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES).
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que esta 10.ª edição se revela um êxito, ano após ano, e que a Escola de Vilarinho do Bairro tem sabido aqui marcar uma posição nesta atividade que tem vindo a crescer, ao conseguir envolver escola, pais, enfim, toda a comunidade educativa.
“Esta caminhada tem, de forma eficaz e persistente, sabido alertar e despertar as pessoas para as questões da saúde e do bem estar”, por isso “é um projeto louvável”, acrescentou.

Escola de afetos. Já a docente Alexandra Gonçalves, coordenadora da Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro destacou o facto da total adesão da comunidade escolar a este evento mostrar que esta é, efetivamente, “uma escola de afetos” com docentes que já aqui não lecionam e estão colocados noutras escolas a partilhar a sua hora de almoço, neste dia, na Caminhada pelo Coração, em Torres. Por outro lado, destaca o facto de, pela primeira vez, todo o pessoal não docente da escola querer aderir à caminhada, que envolveu também este ano um maior número de pais e encarregados de educação. A docente sublinhou ainda a particularidade de, sendo esta uma atividade voluntária, “é de aplaudir que os professores e alunos que neste dia não têm aulas da parte da tarde ou estão livres o dia todo marquem presença. Isto mostra o empenho de todos para que esta seja uma iniciativa marcada pelo êxito”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Vilarinho do Bairro: Caminhada pelo Coração é já a 4 de maio


Vem aí a 10.ª Caminhada pelo Coração. A iniciativa tem lugar no próximo dia 4 de maio e é promovida pela Escola Básica de Vilarinho do Bairro, no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde(PES). Envolve toda a comunidade educativa, adivinhando-se, por isso, muito participada.
Tendo como destino a Lagoa de Torres, todos os participantes (alunos, docentes, auxiliares, pais, encarregados de educação e ex-alunos) vão sair daquele estabelecimento de ensino e percorrer, a pé ou de bicicleta, o percurso, pelo meio dos vinhedos, até chegar ao parque de merendas, junto à Lagoa de Torres. Aí será servido um saudável almoço, onde a salada e a fruta são elementos obrigatórios.
Resta esperar que S. Pedro se junte à festa.

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JF Vilarinho Bairro: Requalificação de vários espaços


Carlos Torres estreou-se nas lides autárquicas e está a cumprir o seu primeiro mandato. Faz um balanço muito positivo destes dois anos e meio, em que realizou as obras e eventos a que o executivo se propôs.
No que concerne a obras, destaca a beneficiação feita no cemitério da Ribeira, onde foi realizada a primeira fase dos arruamentos em pedra de Ançã e o arranjo paisagístico no Largo do Passo, junto à APPACDM. “Existem ali dois largos, mas para já, intervencionamos o jardim mais pequeno, a que se seguirá o maior”, avança. Em Vilarinho do Bairro, foi igualmente recuperado o Largo do Espírito Santo. “Ficou um arranjo engraçado e recuperou-se um poço antigo, substituindo ainda uma centenária e doente palmeira por uma oliveira”.
“2015 foi um ano de extrema importância para a freguesia com a comemoração dos 500 anos de foral e todas as iniciativas e eventos realizados foram neste âmbito”, diz, destacando realizações como a Ceia Quinhentista no centro da Poutena, o rally paper em colaboração com a Associação da Quinta do Perdigão e a Feira Quinhentista, um verdadeiro sucesso que envolveu as gentes de todos os lugares da freguesia, e que se vai repetir em 2016, ainda que com uma temática diferente.

Obras em vários locais. Com um orçamento no valor de 143.250 euros, Carlos Torres reconhece que a verba não chega para tudo, porque a Junta de Freguesia “é o poder autárquico mais próximo das populações e dos lugares e aquele que acaba por ser o primeiro contacto e o elo de ligação com outras entidades”.
Quanto a obras, a aposta será no sentido da requalificação do património, dividindo as obras pelos lugares ao longo dos quatro anos de mandato. Por exemplo, o passeio do lado sul do Largo da Saudade, que transitou para este ano, será uma das primeiras obras a realizar. Segue-se a conclusão dos arruamentos do cemitério da Ribeira (com a colaboração da Câmara Municipal de Anadia, no âmbito dos acordos de cooperação), mas também a requalificação do Parque de Merendas de Banhos, sendo que os sanitários precisam de urgente e total reabilitação. Por sua vez, o parque precisa de um grande arranjo porque, em agosto, altura em que ali vão centenas de romeiros, é necessário ter aquele espaço digno. “Vamos trabalhar em conjunto com a comissão local e beneficiar aquele local”.

Requalificação do mercado. Outra grande obra prende-se com a beneficiação do mercado local. Uma obra que terá uma intervenção determinante da Câmara, que reconhece a urgência da intervenção. “A zona da restauração e onde se assa o frango de churrasco vai ser toda alterada, assim como a zona de venda de verdes e legumes frescos. São os locais onde é necessário intervir urgentemente. Segue-se a construção de mais uns sanitários e recuperação dos existentes, a repavimentação e reorganização de outros espaços, assim como a vedação e a zona de estacionamento que poderá ser alargada, caso as negociações de terrenos nas proximidades cheguem a bom porto.
Em perspetiva está também o arranjo do Parque Infantil de Chipar de Baixo, bastante degradado. “Vamos retirar os equipamentos que lá estão, pois são inseguros. Depois vamos tornar aquele espaço mais asseado, torná-lo um pequeno parque de lazer.”
A Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro possui terrenos onde irá investir na arborização com eucaliptos. São cerca de 3 mil metros que a curto prazo não vão dar qualquer rendimento à Junta, mas poderá mais tarde vir a tornar-se uma boa fonte de receita, permitindo por outro lado manter os terrenos mais limpos.
A obra de maior vulto prevista para o ano em curso é a conclusão do arranjo urbanístico do Largo da Azenha, que implica a intervenção numa grande área. Este largo é dividido ao meio pelo Rio Levira: uma parte está arranjada e ajardinada e no leito do rio existe uma piscina natural bastante procurada no verão; a outra parte do largo, a norte, nunca foi intervencionada e será alvo de uma profunda requalificação, dando continuidade à zona verde, à colocação de equipamento de manutenção geriátrico, plantação de árvores, passeio e zona de estacionamento, ligando ainda os dois largos separados pelo rio por uma ponte pedonal em madeira.
Ainda este ano vai ser feito o levantamento de todas as necessidades da freguesia em matéria de sinalização e de placas de informação e indicação de localidades. Carlos Torres fala ainda de uma verba colocada no orçamento para este ano e que se destina a trabalhos de parceria realizados com os fregueses: “queremos incentivar as pessoas a cimentar as frentes das suas casas. A Junta disponibiliza o material e as pessoas a mão de obra e com o empenho de todos será possível deixar os lugares /valetas mais asseados. Eles só têm de nos contactar.”

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Vil. Bairro: Simulacro de incêndio na EB 2/3 testa evacuação e eficácia dos meios de socorro


Não se registaram feridos e o incêndio que deflagrou na cozinha da EB 2/3 de Vilarinho do Bairro, no passada dia 18, cerca das 15h, foi rapidamente debelado, ainda que tenha obrigado à evacuação da escola. Tudo não passou de um simulacro, mas de grande utilidade para testar o plano de evacuação daquele estabelecimento de ensino e a eficácia dos meios de socorro.
Realizado no âmbito do projeto “Ser Protegido”, promovido pela UCC Anadia e integrado no Projeto de Educação para a Saúde do Agrupamento de Escolas de Anadia, o simulacro envolveu 250 alunos, 23 professores e 13 funcionários daquela escola, bombeiros da corporação anadiense e GNR de Anadia.
O simulacro encerrou um ciclo de ações de sensibilização realizadas ao longo do ano destinadas aos alunos, encarregados de educação, professores e restante comunidade. Uma iniciativa que no ano passado testou também o plano de evacuação dos Centros Escolares de Arcos e de Paredes do Bairro, pretendendo-se, no próximo ano, abranger outros centros escolares de Anadia.
No final do simulacro, Silvana Marques, coordenadora da Unidade de Cuidados na Comunidade de Anadia, avançou que são iniciativas como esta que ajudam a “desenvolver procedimentos de planeamento, de coordenação e de conduta que melhorem as condições de segurança dos alunos e professores em situação de emergência impostas por evacuação urgente da escola”. Por outro lado, através da mobilização dos meios de socorro, estes simulacros ajudam a avaliar os riscos e a evolução da situação.
Segundo a comandante dos Bombeiros Voluntários, Ana Matias, o tempo de evacuação foi conseguido num tempo razoavelmente bom, havendo necessidade de melhorar os tempos de contagem das pessoas evacuadas. Por isso, em termos gerais, o balanço do simulacro é positivo, até porque as falhas detetadas servem precisamente para aperfeiçoar o trabalho futuro da escola. Estiveram envolvidos o Agrupamentos de Escolas de Anadia, UCC Anadia, Bombeiros Voluntários de Anadia e GNR- Escola Segura.

Catarina Cerca

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500 anos de Foral Manuelino, em Vilarinho do Bairro: Vem aí um ano repleto de comemorações


 

Quinhentos anos de Foral Manuelino serviram de mote à sessão inaugural das comemorações na freguesia de Vilarinho do Bairro. As comemorações, que se irão prolongar ao longo do ano, tiveram início na última sexta-feira, dia 6 de março, na sede da Junta de Freguesia. Foram vários os fregueses, amigos, autarcas e vereadores que se juntaram no auditório da Junta de Freguesia precisamente no dia em que Vilarinho do Bairro recebeu, há 500 anos, carta de foral.

Ano de eventos. Entre momentos musicais, exemplarmente interpretados por Susana Loureiro, a primeira intervenção coube ao presidente da Junta de Freguesia. Carlos Dinis Torres deu a conhecer a todos um ano de 2015 repleto de comemorações.
Assim, vem aí uma Ceia Quinhentista, numa organização conjunta entre a Junta de Freguesia e o Centro Cultural e Recreativo da Poutena; uma Feira Quinhentista, a organizar pela Junta de Freguesia; um Rally-paper que terá como organizadora a Associação Cultural e Recreativa da Quinta do Perdigão; um Cicloturismo a realizar pela Junta de Freguesia e mais lá para o final do ano, a cerimónia de encerramento das comemorações.
Para já, as comemorações estão a ser assinaladas na freguesia com a colocação, em locais estratégicos, de outdoors que assinalam os 500 anos de Foral Manuelino.
No âmbito desta celebração, a Junta de Freguesia descerrou um painel alusivo ao Foral (produzido no âmbito das aulas de pintura cerâmica da Universidade Sénior da Curia) e apresentou um espumante comemorativo, com rótulo alusivo ao Foral. São 500 garrafas (de produtores da freguesia) de espumante branco bruto, todas elas numeradas e que podem ser adquiridas na Junta de Freguesia.
Lição sobre forais. Com o auditório repleto, caberia ao professor António Seiça, falar dos forais e deste em especial.
Licenciado em História, António Seiça explicou o que era um foral e a sua importância. Por outro lado, realçou que “os forais foram determinantes na consolidação das fronteiras perante ameaças externas”, fazendo ainda a diferença entre forais antigos ou medievais e forais novos ou manuelinos, assim como lendo/traduzindo pequenos excertos do foral da freguesia.
Na ocasião, o padre Nicolau Barroqueiro, pároco da freguesia, comparou os forais e o poder local que, nos dias de hoje, se deve pautar pelo bem comum. Numa mensagem de fé e de esperança, desejou que os autarcas “levem a bom porto” o seu trabalho, pois são o poder que está mais próximo das populações e que melhor as pode servir: “quem está mais longe tem mais dificuldades em acertar”, diria.
Vencer comodismos, “areias que entram na engrenagem”, foram alguns dos recados e alertas que também deixou.

Desafios e parcerias. Presente no evento, a edil Teresa Cardoso destacou como estes momentos devem servir para fazer uma reflexão, mas também servem para dar a conhecer todos aqueles que ajudaram a construir a freguesia. Ainda que hoje não haja forais, a presidente de Câmara alertou para as inúmeras leis, acordos, contratos de execução que obrigam a uma intervenção completamente diferente. E, reconhecendo que o papel dos autarcas locais é importante porque são os que estão mais próximos do cidadão e aqueles que conhecem bem mais de perto a necessidade das populações, destacou a importância destes enquanto “parceiros” da Câmara Municipal.
Na ocasião, parabenizou a JF pelo programa de comemorações que, acredita, irá “criar esse espírito de união em torno desta comemoração na freguesia”.
A terminar, Altino Cruz, presidente da Assembleia de Freguesia local, recordaria ainda que em 1853, Vilarinho do Bairro era colocada em definitivo no concelho de Anadia, perdendo a sua autonomia. “Uma freguesia com excelentes terrenos para o exercício da agricultura, comércio e indústria”, disse, destacando que sendo os tempos de hoje diferentes e mais exigentes, é imperativo servir os outros com isenção, lealdade e rigor e transparência, acrescentando ser necessário um olhar mais atento para o mundo rural, esquecido pelo poder central.
Catarina Cerca

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Vilarinho do Bairro: Mudanças dos alunos para a EB 2/3 pouco consensual


Vários alunos que frequentavam as Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro (a encerrar este ano, no âmbito da reforma educativa) vão sair para escolas fora do concelho de Anadia.
Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha apresentado no Tribunal, em julho, uma Providência Cautelar contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro a verdade é que, até agora, reina o silêncio relativamente ao resultado da mesma, assim como perante os dois encerramentos, a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro (frequentada por alunos do 5.º ao 9.º ano) foi escolhida como escola de acolhimento para estas crianças.
Uma situação que tem causado muito descontentamento no seio da população, com vários encarregados de educação a rejeitarem a solução da EB 2/3 e a preferirem retirar os filhos da rede de ensino do concelho.
EB 2/3 preparada. Embora António Alves, responsável pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro diga que está tudo a postos para receber as crianças do 1.º CEB e que foram criadas duas turmas do ensino básico (uma de 15 e de 18 alunos), a verdade é que muitos pais não querem que os filhos, tão pequenos, convivam numa escola com alunos mais velhos.
“Esta escola é mais segura, tem excelentes condições, uma cantina com alimentação de excelência”, diz o docente António Alves, rejeitando os argumentos dos pais. “As salas de aulas e o refeitório têm mobiliário igual ao das escolas primárias e estão selecionados sanitários públicos só para os mais pequenos”, embora admita que ainda falta efetuar algumas adaptações.
Esta mudança levou, oportunamente, a autarca Teresa Cardoso a alertar, no passado mês de agosto, para estaa situação que agora se confirma: os pais iriam retirar os filhos para fora do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Escola Básica n.º 2 de Vilarinho do Bairro: Mostra de Saberes e Sabores envolve comunidade educativa


“Fomentar a aproximação entre o meio escolar e as famílias, promover a divulgação de alguns dos materiais produzidos pelos alunos ao longo do ano letivo em várias disciplinas e sensibilizar toda a comunidade educativa para a promoção da saúde” foram os principais objetivos desta primeira Mostra de Saberes e Sabores que se realizou no passado dia 6 de junho, na EB n.º2 de Vilarinho do Bairro.
A iniciativa, promovida no âmbito do PES (Projeto de Educação para a Saúde), contou com a participação de 15 turmas, envolvendo os cerca de 280 alunos daquele estabelecimento de ensino.
A docente Alexandra Gonçalves avançou que ao longo do dia, nas “barraquinhas” dinamizadas por todas as turmas, estiveram à venda o mais variado tipo de produtos (artesanato, doces, legumes, fruta, hortaliça, animais vivos), enquanto que da parte da tarde todos os alunos foram convidados a degustar fruta laminada, “num incentivo para que passem a comer mais fruta”, disse.
Uma das “barraquinhas” que deu uma bela lição foi a da Biblioteca escolar, a cargo da professora bibliotecária Noémia Machado Lopes. “Um sabor, multisaberes” foi o tema apresentado para uma mostra de quatro pratos confecionados com bacalhau; tapioca, caril e coco, mas revelando um pouco da história, cultura e enquadramento geográfico de cada um deles.
“Esta mostra possibilita a envolvência de todos os alunos, numa escola cultural e que não é só de aprendizagem de conteúdos”, referiu.
Destaque também para a presença de vários artesãos (manualidades, sabão e apicultor), mas também para a participação de ex-alunos e ex-professores que continuam afetivamente ligados à escola. Durante a tarde houve ainda uma aula de pilates e outra de hip-hop.
Presente no evento, o vereador Lino Pintado, da Câmara Municipal de Anadia, ficou agradavelmente surpreso com a animação e envolvimento dos alunos. “A Câmara Municipal louva e congratula-se com este tipo de iniciativas, que ajudam a fomentar a aproximação das famílias à escola”, não deixando de considerar uma ideia feliz, a angariação de fundos para cada uma das turmas, através da venda dos produtos que trouxeram de casa.
O dia foi animado por um grupo de músicos do Conservatório de Oliveira do Bairro.
CC

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Vilarinho do Bairro: “Fim de um ciclo”, afiança autarca Mário Heleno


A cumprir o quarto e último mandato à frente dos destinos da freguesia de Vilarinho do Bairro, Mário Heleno tem ainda em carteira uma série de obras que pretende terminar antes das eleições de outubro. Embora diga que está prestes a “encerrar um ciclo”, não avança se irá continuar ligado à vida política local. “Procurei contribuir para melhorar a minha terra. Só não se fez mais porque as verbas são sempre escassas”, destaca, reconhecendo que foram 16 anos de vida autárquica bastante positivos.
“Por mais que façamos, há sempre muita coisa para fazer”, admite, lamentando as condicionantes financeiras que obrigam a Junta de Freguesia (uma das maiores do concelho, com 15 lugares) a ter de fazer constantes opções e acertos às obras projetadas. Todavia, destaca que sempre conseguiu ultrapassar os planos e orçamentos, “muito graças também à ajuda da Câmara Municipal.”
Desafiado a falar das obras mais emblemáticas da sua passagem pela Junta de Freguesia, reconhece que a construção do novo edifício sede da Junta de Freguesia, bem como toda a obra de qualificação da Lagoa de Torres são marcos que ficam, estando o edifício da Junta de Freguesia e Auditório concluídos e pagos.
Por outro lado, afiança que foi também uma vitória sua ter conseguido negociar com a administração dos CTT, que o edifício dos Correios da Poutena (construído há 50 anos às expensas da população) fique para as gentes do lugar, ou seja, se um dia os CTT saírem da Poutena, o imóvel ficará para o lugar. “A Assembleia de Freguesia aprovou, por unanimidade, uma cláusula que doa o imóvel ao Centro Social. Neste momento, os CTT funcionam na Poutena e a Junta recebe um aluguer de 500 euros. Mas, se amanhã, os CTT forem privatizados e encerrarem na Poutena, será uma forma de assegurar que o imóvel pertencerá às gentes da terra.

Obras e melhoramentos. Para breve, Mário Heleno pretende levar a cabo mais algumas obras de melhoramento no mercado da freguesia. “Está obsoleto e é preciso contrariar a tendência, já que alguns feirantes se queixam da falta de clientes e do decréscimo nas vendas”, refere, dando conta de que “é preciso criar melhores condições para quem vende e compra”, não deixando de sublinhar as várias intervenções já realizadas ao longo dos anos, na melhoria das condições daquele espaço.

Desporto, recreio e lazer. Na área desportiva e porque o Sporting Clube da Poutena renasceu há dois anos com as camadas jovens, integrando presentemente três equipas em competição, poderá vir a ter um relvado sintético, semelhante ao colocado na Azenha. Será, a seu ver, uma mais valia para o clube e para a formação de jovens atletas.
Em mente tem ainda a construção de uma piscina nos Banhos, mais concretamente no terreno compreendido entre a Capela, o lavadouro e o Centro Cultural local. “Temos muita água, o caudal mantém-se o ano inteiro, e o seu funcionamento terá uma manutenção mínima – semelhante à piscina do Luso – já que não precisará de tratamentos, a água estará em permanente circulação, entrando por um lado e saindo pelo outro”. O equipamento terá cerca de 15x5m e fará as delícias dos mais jovens que, nesta parte do concelho, não têm qualquer equipamento do género. “É uma água de excelente qualidade, que pode ser aproveitada também desta forma”, acrescenta.
Já na Quinta do Perdigão, Mário Heleno tem em curso a conclusão das obras envolventes ao Centro Cultural, Escola Primária (que vai receber todo o espólio da biblioteca do Centro Cultural), balneários e o campo de futsal, deixando ainda nota que o campo poderá ser cimentado.
Na Poutena, o campo de futsal já cimentado, localizado junto à Pista de Motocross, está vedado, com balneários prontos mas ainda não está a funcionar. Falta criar uma zona envidraçada, que servirá de bar.
Em Samel, a autarquia quer ainda concluir um arranjo do terreno entre o campo de futebol e a Escola Primária, pertencente à Associação LASA. Ali será criado, até ao final do mandato, uma zona de lazer, com mesas, bancos e uma churrasqueira.
Os cemitérios de Vilarinho do Bairro e da Ribeira são sofrer obras de beneficiação. Neste último serão concluídos os arruamentos na zona do alargamento, enquanto que o primeiro será todo pintado.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Venda de lotes da ZI de Vil. Bairro a 6 de setembro


O executivo da Câmara Municipal de Anadia decidiu, por unanimidade, na última reunião de câmara, realizada a 25 de julho, proceder à alienação, por hasta pública, de 20 lotes, na Zona Industrial de Vilarinho do Bairro.
Esta hasta pública terá lugar no dia 6 de setembro, pelas 10h, no salão nobre do edifício dos Paços do Município.
Em hasta pública vão estar 20 lotes, com áreas compreendidas entre os 549 m2 e os 1912 m2.
As condições gerais de alienação do Regulamento de Hasta Pública poderá ser consultado através do site www.cm-anadia.pt ou na Câmara Municipal, no Setor de Património, no período das 9 às 12h30 e das 14 às 17h30, até ao dia anterior ao da realização da praça.
Acrescente-se ainda que, durante a reunião de câmara, a vereação entendeu proceder à retificação dos prazos e os preços dos lotes por m2.
Assim, relativamente ao preço, foi decidido, como forma de incentivar o investimento nesta nova ZI, reduzir o preço de 10 para 5 euros o m2, mas também fazer um acerto (reduzir o prazo) no que à celebração do contrato de promessa de compra e venda diz respeito.

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Vil.Bairro: Associação dos Amigos do Levira tem projeto ambicioso


A Associação Cultural e Recreativa dos Amigos de Levira (ACRAL) tem um projeto ambicioso para o parque junto ao Rio Levira, mas este só poderá avançar, segundo a autarquia anadiense, depois da Associação apresentar na Câmara Municipal o licenciamento para as obras, emitido pelas entidades competentes.
Aquela Associação apresentou ao executivo anadiense uma proposta de intervenção no açude do rio Levira, que abriu na base, assim como pretende colocar 32 metros de manilhas de cimento por forma a cobrir uma parte da vala de moinho que circunda o parque e, assim, conseguir ampliar o espaço do mesmo. Por outro lado, referem na missiva apresentada, pretendem ter ajuda da autarquia de Anadia na construção de um pequeno espaço em terra batida, nivelado, que sirva de recinto ao arraial da festa de Verão, mas também à realização de jogos tradicionais.
Este pedido de colaboração deve-se, diz a direção daquela associação, “ao facto de não possuírem meios financeiros, nem humanos para fazer face a tais intervenções, embora estas não se afigurem dispendiosas”.

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