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Espaços Bairrada: Vinhos da Bairrada em prova até ao dia 15


Até ao próximo dia 15 de dezembro, estão seis produtores em prova nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro da Associação Rota da Bairrada.
O cartaz do “Bairrada em Prova” referente à primeira quinzena de dezembro inclui seis referências vínicas. Branco, tinto ou rosé estão disponíveis para degustação por apenas 3 euros por pessoa – este valor é oferecido sempre que o provador realize compras de valor igual ou superior a 10 euros – nos Espaços Bairrada.
O mais recente associado da Rota da Bairrada, a Quinta das Bageiras, entra em prova com um vinho branco feito de Maria Gomes, Bical e Cercial, o Quinta das Bageiras 2015 ao lado do QdoE Bical Branco 2015 da Quinta do Encontro. Enquanto tintos, estão disponíveis o vinho Fernando Martins Tinto 2008, 100% Baga da Quinta do Cavaleiro e da Adega Campolargo o vinho Corvos obtido das castas Tinta Roriz, Sirah e Merlot. Os espumantes são ambos rosados, um deles da Aliança Vinhos de Portugal, o Aliança Baga Bairrada Rosé Bruto 2014 e o outro da Cave Central da Bairrada, o M&M Gold Edition Rosé Bruto.

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10.º aniversário: Rota da Bairrada consolida-se como projeto de sucesso


Luís Capoulas Santos, Ministro da Agricultura, das Florestas e do Desenvolvimento Rural, presidiu na última segunda-feira, 28 de novembro, às celebrações do 10.º aniversário da Associação Rota da Bairrada.
Entre os muitos elogios ao trabalho realizado ao longo da última década pela Rota da Bairrada, o aniversário ficou marcado pelo apelo feito pela edil anadiense Teresa Cardoso ao ministro, para que medeie e esteja disponível “para se despoletarem os procedimentos da avaliação que o processo de negociação possa envolver, em particular com a DGPE, tutelada pelo Ministério das Finanças”, por forma a que o Centro de Investigação Nacional de Espumante seja uma realidade em Anadia, nas instalações da Estação Vitivinícola da Bairrada.
O ministro Capoulas Santos começou por se referir à celebração da “consolidação de um projeto que percorreu um caminho e trajeto de sucesso”, mostrando-se ainda disponível (em relação ao Centro de Investigação) “para encontrar soluções que valorizem o património e que contribuam para o desenvolvimento regional”.
O evento contou com a presença de vários presidentes de Câmara dos municípios da região da Bairrada; Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal; Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada; e representantes dos setores vitivinícola e gastronómico.

Rota da Bairrada uniu a região. Após o descerramento da placa comemorativa, Jorge Sampaio, presidente da Rota da Bairrada, fez o resumo deste projeto, que arrancou em 2003, no sentido de revitalizar a Rota dos Vinhos. Recordou que na sua criação estiveram 23 associados que passaram, nos dias de hoje, a 52, não só produtores de vinho mas também outro tipo de agentes – restauração e hotelaria, bem como os oito municípios da Bairrada.
A Associação possui, hoje, dois espaços Bairrada, na Curia e em Oliveira do Bairro, que têm crescido imenso: “de 2014 para 2015 triplicámos as vendas neste espaço [Curia] e no ano de 2015 tivemos 8 mil visitantes, dos quais 1800 eram estrangeiros” .
Destacou o facto de já em 2017, a Rota da Bairrada se preparar para abrir mais Espaços Bairrada, sendo o objetivo a médio-longo prazo de ter um em cada município da Bairrada.
Jorge Sampaio salientaria ainda que, em 10 anos, o número de visitantes a adegas e caves da região aumentou 700%, fruto do trabalho e investimentos dos vários agentes da região, “sobretudo produtores vitivinicultores que apostaram e investiram na criação de infraestruturas para receber turismo e enoturismo de grande qualidade”.
Quanto ao futuro, revelou que, nos próximos anos, o trabalho da Rota da Bairrada será feito na valorização e requalificação da marca Bairrada; na defesa dos produtos endógenos (certificação dos vinhos e do leitão, projeto Baga Bairrada); qualificação e investigação, através da criação do Centro de Investigação Nacional de Espumantes, e promoção e divulgação dos produtos da região.
Trabalho elogiado. Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, destacou “a inexcedível colaboração da Associação Rota da Bairrada” e no facto de apostar de forma contínua na qualificação do produto e da oferta turística. Um desafio que tem em vista consolidar a atratividade turística.
Daí, destacar que a “Rota da Bairrada tem sido um aliado fortíssimo”, na base do trabalho turístico, mas também no posicionamento e competitividade. “Hoje, o consumidor mais e melhor informado procura diversidade e qualidade e esta região tem essa capacidade de poder servir vários públicos – um turista que é mais cultural, outro que é mais gastronómico, ou mais adepto do turismo de natureza”.
Na ocasião, destacou anda a importância da paisagem rural para o turismo: “a paisagem rural é um ativo extraordinariamente importante para a atratividade turística dos nossos territórios e das nossas regiões”.
Também Ribau Esteves, presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, sublinharia o trabalho realizado pela Rota da Bairrada, “pelo valor acrescentado que adicionou àquilo que já era a Bairrada antes de nascer a Rota.”
Sublinhou igualmente a necessidade de se avançar com o processo de certificação do leitão, para que este “mantenha a sua qualidade, que se vai perdendo, de vez em quando”, deixando ainda a nota de que um dos novos Espaços Bairrada (em Aveiro) ficará sediado no antigo edifício da Estação da CP e irá juntar três produtos/marcas identitárias do território – ovos moles, sal e os espumantes e vinhos Bairrada, que “vão fazer uma grande casa, bonita”, concluiu.

Autarca lança repto ao ministro. Na ocasião, a edil anadiense Teresa Cardoso reconheceu que a Associação Rota da Bairrada tem “a difícil tarefa de projetar este território, de afirmar as suas potencialidades, de valorizar os seus recursos endógenos”, não deixando de sublinhar o facto da Rota “ter consolidado os seus propósitos, unindo a região e convidando os seus associados a trabalhar num projeto comum, dando primazia à certificação, à inovação e à excelência dos produtos e do seu território.”
Aproveitando a presença do ministro, reforçou, uma vez mais, a preocupação com as instalações da Estação Vitivinícola da Bairrada, património do Ministério da Agricultura, hoje tutelado pela Direção Geral do Património do Estado: “um belíssimo tesouro arquitetónico, com mais de um século”, mas que se tem vindo a esvaziar por falta de recursos, mas também a degradar-se a olhos vistos. Daí ter apelado, uma vez mais, à criação de um Centro de Investigação Nacional de Espumante na região.
A deslocação do ministro à Bairrada terminou com um almoço comemorativo do 10.º aniversário da Rota da Bairrada, nas Caves Aliança, onde os vinhos e espumantes da região e o leitão foram os reis à mesa.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Caves São Domingos acolheram 1.ª edição do ciclo de concertos “Sons na Bairrada”


A Bairrada deu início a um ciclo de concertos ‘Sons na Bairrada’ que prometeram e cumpriram, com enorme sucesso, a visita às belíssimas Caves São Domingos, a prova de três excecionais vinhos do produtor, a degustação de produtos regionais e o concerto musical.
Na passada sexta-feira, dia 28 de outubro, as Caves São Domingos encetaram, da melhor forma, os Sons na Bairrada, deixando-se invadir por mais de 60 visitantes, na sua grande maioria fora da região, e curiosos por descobrir este mundo das caves e vinhos Bairrada.
O início estava marcado para as 18h nas Caves São Domingos e a receção aos convidados foi feita na sala das aguardentes, onde estagiam em quartolas de carvalho francês aguardentes vínicas, com a degustação de espumante Rosé São Domingos (100% Baga) e um brinde de boas-vindas do presidente da Rota da Bairrada, Jorge Sampaio e o anfitrião, Alexandrino Amorim.
Seguiu-se a visita pelos túneis de espumantes, que albergam mais de dois milhões de garrafas, onde a história das Caves com mais de 75 anos foi contada efusivamente por Alexandrino Amorim. No percurso o som do clarinete de João Sousa surpreendeu os convidados.
Chegado à Sala Bairrada deu-se início ao concerto com a atuação de The Drowning Bride, tendo à guitarra e voz de Ana Figueiras e com multi instrumentismo João Sousa, que criaram um ambiente intimista com a recriação das ‘Murder Ballads’ e do folk americano.
A degustação dos produtos regionais foi acompanhada da prova de dois espumantes e um vinho tinto São Domingos, comentados pelo produtor: Espumante São Domingos Velha Reserva (Pinot Noir e Chardonnay), Espumante São Domingos Elpídio (Chardonnay e Arinto) e Vinho Tinto São Domingos Grande Escolha (Touriga Nacional, Merlot e Syrah).

Dia 18 será na Aliança Vinhos de Portugal. Os “Sons na Bairrad” voltam no dia 18 de novembro, pelas 19h30, na Aliança Vinhos de Portugal (em Sangalhos), desta vez com prova de vinhos e um jantar na cave (onde o rei é o Leitão da Bairrada), acompanhado de Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro Quarteto. Uma dupla brasileira que apresenta clássicos em versões próprias e também alguns originais do seu mais recente trabalho. A eles juntam-se Rogério Pitomba na bateria e Tiago Mourão no baixo. Informações e reservas na Associação Rota da Bairrada, pelo telefone 231 503 105| geral@rotadabairrada.pt.

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Bairrada: Vinhos dos Baga Friends atingem pontuações históricas


Nunca os vinhos da Bairrada, através do grupo Baga Friends, tiveram tão honroso destaque na imprensa internacional, estando agora entre os melhores vinhos do mundo.
A mais importante publicação mundial, de vinhos, a norte americana The Wine Advocate, através do crítico de vinhos Mark Squires, publicou as últimas pontuações dos vinhos portugueses, onde 10 vinhos dos Baga Friends obtiveram a histórica pontuação de 95 pts, em 100 pts, e um vinho obteve a pontuação exclusiva de 96 pts.
Estes vinhos são os primeiros da Bairrada a obter tão elevadas pontuações, colocando-os entre os melhores vinhos do mundo, e na elite dos vinhos portugueses. São eles os Buçaco Vinhos, Luís Pato, Quinta das Bágeiras e Sidónio de Sousa.
Pontuações:
Buçaco Tinto Reservado 1960 (96 pts); Luís Pato Quinta do Moinho Tinto 2001 (95+ pts); Buçaco Tinto Reservado 2011; Buçaco Tinto Reservado 2001; Buçaco Tinto Reservado 1983; Buçaco Tinto Reservado 1994; Luís Pato Quinta do Ribeirinho Pé Franco Tinto 2011; Quinta das Bágeiras Tinto Garrafeira 2005; Quinta das Bágeiras Tinto Garrafeira 2011; Sidónio de Sousa Reserva Tinto 1997; Sidónio de Sousa Garrafeira Tinto 2000 (95 pts).
Como nota, apenas 12 vinhos portugueses obtiveram a pontuação de 96 pts até ao dia de hoje.
Estas pontuações reforçam a importância do grupo Baga Friends nos vinhos da Bairrada e no panorama vínico nacional e internacional.
Recorde-se que Baga Friends “nasceram” em 2010 após uma ideia dos produtores Filipa Pato e Mário Sérgio, filhos da região da Bairrada, quando chegaram à conclusão que ambos comungavam a paixão pela casta Baga e pela Bairrada, bem como as mesmas preocupações relativas ao futuro destas.
Estava então dado o mote, para o nome Baga Friends, e para a criação do grupo, cujo denominador comum seria a evangelização da casta Baga.
O grupo ficaria composto com o convite estendido a outros cinco produtores para se unirem nesta causa. Atualmente integra Filipa Pato (Filipa Pato & William Wouters), Mário Sérgio Alves Nuno (Quinta das Bágeiras), Luís Pato (Luís Pato), Dirk Niepoort (Niepoort/Quinta de Baixo), Vinhos Buçaco (Alexandre de Almeida e António Rocha), Sidónio de Sousa (Paulo Sousa) e Quinta da Vacariça (François Chasans).

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Cantanhede: Produtor João Póvoa celebra 25 anos de vinhos


A celebrar 25 anos de marca de vinhos, João Póvoa reuniu, no Curia Palace Hotel, no passado sábado, dia 1 de outubro, agentes económicos, vários distribuidores nacionais e estrangeiros, garrafeiras, clientes e colaboradores que trabalham consigo desde 1991, ano em que iniciou a atividade como produtor de vinhos, no concelho de Cantanhede.
Depois de ter promovido um outro evento dirigido mais concretamente à imprensa da especialidade, que contou com a presença do enólogo da marca, Anselmo Mendes, no sábado foram a distribuição e o comércio que estiveram no centro das atenções. Um evento que serviu de palco ao lançamento de alguns dos vinhos mais expressivos da sua carreira, como foi o caso do emblemático Baga 1991 – Coleção Privada.
Foi durante um almoço extremamente requintado, no Curia Palace Hotel e a recuperar de uma semana extremamente dolorosa (falecimento de sua mãe e de uma cirurgia), que o médico e produtor de referência na região da Bairrada, apresentou quatro novas colheitas (harmonizados com os pratos servidos) a um grupo de 60 convidados.

Kompassus, novo projeto voltado para a gama alta. Olhando para os 25 anos passados, fez um balanço extremamente positivo do percurso como produtor, sendo considerado uma das maiores referências da região. Foi com a Quinta de Baixo, na Cordinhã, que se lançou com alguns dos vinhos mais notáveis que a região já produziu. Agora, no novo projeto que batizou de Kompassus, trabalha apenas com vinhos de gama alta e de uma qualidade difícil de igualar.
O nome, como explicou, está associado ao compasso da vinha mais apertado. Daqui resulta uma maior competitividade entre plantas, uma produção mais controlada, logo qualitativamente superior.
À paixão de João Póvoa pelo seu terroir, juntou-se a mestria e o visionarismo de Anselmo Mendes, que resulta numa parceria única que dá já bons frutos, como são os casos do Kompassus Verdelho 2014, Kompassus Alvarinho 2014 e o Kompassus Private Collection 2014.

Olhar dececionado sobre a Bairrada. Na Curia, no entanto, não deixou de mostrar alguma deceção por se continuar a ter uma “Bairrada um pouco esquecida do público em geral, um pouco maltratada”, assim como lamentou que o poder autárquico continue a não olhar para a região com a devida e merecida atenção: “temos uma paisagem vitícola que não é preservada. Temos vinha ao lado de plantações de eucaliptos, temos vinha e ao lado caminhos atulhados de todo o tipo de lixo e resíduos. Há uma enorme falta de higiene ambiental que é preciso melhorar”, diz, explicando que esta paisagem vitícola (que também vende) tem sido vítima de desleixo.

Falta organização e reestruturação. Em dia de festa, o produtor João Póvoa avançou ao nosso jornal que gostaria que a região fosse, hoje, o porta-estandarte das marcas. “Falta-lhe organização, reestruturação dos terrenos, cuidado e profissionalismo na viticultura e na parte paisagística da região”. Ainda que admita que a Bairrada tem melhorado muito à custa do trabalho enológico e da tecnologia, refere que ao nível da vitivinicultura se continua a trabalhar muito mal, salvo uma dúzia de produtores.
“Estamos, hoje, no dia 1 de outubro e (embora afastado das vinhas, por 15 dias, por razões de saúde) foi com muita pena que reparei que na minha região (triângulo entre a Cordinhã, Ourentã e Póvoa da Lomba) 95% das uvas já tinham sido vindimadas quando só agora elas estão a começar a ficar no ponto. Nós, por exemplo, ainda não fizemos tinto nenhum. Acabámos ontem os brancos”. Com esta consideração exemplifica como se continua a trabalhar mal; a vindimar a casta Baga (que é tardia) de uma forma precoce.

Bairrada é uma região para brancos. Com duas décadas e meia como produtor, sublinha que a Bairrada é uma região de excelência para a produção de brancos. “Sempre fui mais virado para brancos do que para tintos. Só não fazia brancos porque na época, a Bairrada, se já não era bem vista nos tintos, pior era vista nos brancos”, recorda, realçando ter recomeçado com a produção de brancos com o projeto Kompassus.
“A minha grande  paixão são os brancos, mas faço tintos por uma questão genética  – o meu pai fazia grandes tintos que vendia para o Bussaco. Faço tintos porque gosto imenso de trabalhar a casta Baga: em tinto e espumante.”
Com cerca de 12 hectares entre vinha própria e arrendada, o projeto Kompassus nasceu para fazer vinhos da gama alta, mas também vinhos da gama de entrada, mas de qualidade.
Quanto ao futuro diz ser “amanhã”, mas que sendo um perfecionista por natureza, quer fazer sempre mais e melhor, “ainda que com muita mágoa deste país, muita desilusão relativamente à legislação laboral, aos impostos, à parte burocrática dos organismos ditos reguladores”.

Baga 1991 – coleção privada

O vinho Baga 1991 Coleção Privada é produzido exclusivamente com a casta Baga. Faz parte de um lote de vinho exclusivo em que apenas restam para a memória e lembrança dos apreciadores mais apaixonados, cerca de duas centenas de garrafas.
Neste célebre acontecimento, foi anunciado o lançamento para o mercado de apenas 30 exemplares, numerados e assinados pelo próprio João Póvoa.
“É um vinho que mostra que, na altura, um jovem médico (oftalmologista), conseguiu fazer um vinho que pessoas que andam aqui no mercado há décadas nunca fizeram. Ou pessoas que estão no mercado atualmente e acham que fazem os melhores vinhos do mundo não fazem. Aliás, desafio-os a daqui a 15 anos porem um vinho deles à prova com este.”
A par deste grande lançamento, foram igualmente divulgadas e dados à prova outras novidades recentemente colocadas no mercado, como é o caso do Kompassus Reserva Branco 2013, o Eskuadro e Kompassu Branco 2015, os Espumantes Kompassus Blanc de Noirs 2013 e Eskuadro e Kompassu Espumante 2014, além destes as garrafas Magnum de 1.5lt dos vinhos Kompassus Private Collection 2009 e Kompassus Espumante Rosé 2011.

Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Sangalhos: Vinhos e gastronomia à prova durante três dias


O Ministro do Ambiente, João Pedro Fernandes, presidiu, na tarde da última sexta-feira, à cerimónia de abertura da 4.ª edição do Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada que decorreu até ao dia 2 de outubro, no Centro de Alto Rendimento (Velódromo Nacional), em Sangalhos.
Em dia de inauguração de um dos eventos mais aguardados na região, Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, destacou que este é um evento que se vem afirmando como “de referência na região para a promoção dos produtos endógenos.” Três dias para mostrar o que de melhor se produz na região e que ajuda a afirmar a identidade, o valor e credibilidade da marca coletiva Bairrada.
“Vive-se, hoje, na Bairrada o que se pode chamar de “boa onda”, cabe a todos trabalhar para que essa boa onda não se desfaça”, disse, avançando, contudo que as dificuldades não desapareceram, subsistem em várias vertentes. Num claro apelo à união, salientou que o caminho tem de ser trilhado pela via da certificação e que esta “seja um desígnio para todos os produtores”.
E sendo, hoje, a marca Bairrada um ativo valorizado quer a nível nacional, quer internacional, lembrou ao presidente do IVV, ali presente, que para os produtores de regiões de menor dimensão, como é o caso da Bairrada e que são o suporte financeiro das CVR´s, é necessário que se equacione formas de financiamento que possibilitem a diminuição das assimetrias entre cada uma das regiões demarcadas.
Já ao ministro do Ambiente relembrou a importância do setor vitivinícola para questões tão importantes como a sustentabilidade dos territórios.
Na ocasião, apelou ainda à diminuição da taxa do IVA nos espumantes, quando esses sejam produzidos com base na matéria-prima endógena. “Seria este um incentivo determinante para a valorização dos produtos endógenos da região.”
Pedro Soares destacou ainda o trabalho da CCDR Centro que decidiu apoiar a fileira do vinho, envolvendo num projeto comum as cinco regiões vitivinícolas. “Este projeto será para nós determinante para a reformulação do rebranding da marca Bairrada como um todo”, sem esquecer que a região deve retomar o quanto antes as atividades de experimentação e investigação neste domínio temático, estabelecendo as parcerias necessárias para que os ganhos se tornem efetivos.

Promoção de produtos endógenos. Adriana Rodrigues, do Turismo Centro Portugal, salientou as duas razões que levaram o Turismo do Centro a associar-se a esta organização: “por pretender assinalar e promover, de forma significativa, os produtos endógenos desta região, desde os gastronómicos aos vinhos e espumantes e pelo esforço de valorização da atividade dos produtos e dos produtores.” Sobre este evento diria ser: “um evento com características inigualáveis, dificilmente comparáveis com um caráter identitário muito específico e próprio.” Uma mostra voltada para a promoção e comercialização que dá a conhecer a diversidade e a qualidade dos vinhos da região.
“Este evento espelha e personaliza o esforço e o trabalho que se tem desenvolvido na fileira do enoturismo que a Bairrada tem sabido desenvolver”, concluiria.

O legado e a importância da casta Baga. Durante a sua intervenção, a autarca anadiense Teresa Cardoso defendeu tratar-se de um encontro fundamental para a imagem e para a difusão do trabalho realizado pelas empresas e entidades participantes, que assim demonstram a sua dimensão, excelência, capacidade de inovação e pioneirismo.
“Ao longo destes três dias, vamos poder conhecer o que a Bairrada idealiza, projeta e produz, honrando o legado das gerações que nos antecederam, seja pelo perpetuar do seu património, ou seja pela sua reinvenção”, diria.
Na ocasião destacou ainda a importância da casta Baga e da projeção, alcançada agora através do grupo “Baga Friends”.
“A Baga teve um conjunto restrito de adeptos, até que surgiu, pela mão da Comissão Vitivinícola da Bairrada, o “Plano de Ação para a Viticultura Bairradina”, e, com ele, o projeto “Baga Bairrada” e o lema “Uma Região. Uma Casta. Um Espumante”, destacou.
Relativamente ao espumante, um dos vinhos em que a Bairrada é excelente e domina a produção nacional, lamentou que continue a ter dificuldade em se ver reconhecido lá fora. “Um combate que urge travar e que pode tirar partido do desbravar de terreno já feito pelos restantes vinhos”, adiantou a autarca, sublinhando uma vontade já expressa anteriormente por Pedro Soares: “ver criado na centenária Estação Vitivinícola da Bairrada, um Centro de Investigação de Espumantes, fundamental para apoiar a produção destes vinhos.”

Ministro destaca diversidade da Bairrada. João Pedro Fernandes, ministro Ambiente, bairradino de corpo e alma (nasceu em Águeda), diz ter aprendido o que era o ondulado da paisagem muito miúdo ainda. Por isso, afirmou que a Bairrada é um território completamente diferente do da sua infância e juventude quando vinha estudar, de bicicleta para o Liceu de Oliveira do Bairro, numa altura em que a sua mãe era Conservadora Civil, naquele município.
“Ao dar um passeio nesta feira parece-me evidente que o que hoje diferencia a Bairrada é a qualidade e a forma como sabe trabalhar os seus produtos”.
O governante salientou ainda a forma como os vinhos e espumantes se cruzam com a gastronomia, com a hotelaria, numa tentativa de mostrar uma Bairrada que vai muito para além do leitão e do espumante.
Paralelamente, João Pedro Fernandes salientou a importância da diversidade, que é também uma vantagem enorme mas também uma preocupação ambiental se não for bem cuidada.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Novo Cartaz do “Bairrada em Prova” nos Espaços Bairrada


A Associação Rota da Bairrada já tem um novo cartaz do “Bairrada em Prova”, em vigor desde 5 de outubro, prolongando-se até dia 19. Uma Edição Especial que lhe dá a oportunidade de degustar seis Espumantes da região Bairrada, nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro.

Da Aliança Vinhos de Portugal está em prova o Espumante Branco Aliança Baga Bairrada 2014 e das Caves Arcos do Rei, Espumante Branco Íssmo 2012. Em prova está também Espumante Branco Messias Milésime Grand Cuvée 2012, das Caves Messias e Espumante Branco Eskuadro kompassu 2013. Para complementar esta Edição Especial encontram-se também para degustação, Espumante Branco Quinta da Mata Fidalga 2014 e da Adega Campolargo, Espumante Branco Arinto/Bical/Cerceal 2012.

Estes espumantes Bairrada estão disponíveis para prova todos os dias de semana e fim de semana dentro do horário de funcionamento dos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro. Todos os interessados podem desfrutar de uma prova sempre acompanhada por um elemento da Associação Rota da Bairrada que apresenta de uma forma muito acessível as principais notas sensoriais dos néctares a degustar. O valor simbólico de 3 euros cobrado pela prova é oferecido sempre que se realizem compras de valor igual ou superior a 10 euros.

Sendo este cartaz uma edição especial, todos os Espumantes que estão em prova terão um desconto direto de 10%, sem valor mínimo obrigatório.

Como tal, todos os enófilos estão, uma vez mais, convidados a desfrutar de uma experiência vínica degustando alguns dos melhores espumantes da região Bairrada.

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Concurso de Vinhos e Espumantes Bairrada 2016


No âmbito do Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada 2016, foi realizado um Concurso de Vinhos e Espumantes Bairrada.
Nesta 4.ª edição do certame, que decorreu de 30 de setembro a 2 de outubro, no Velódromo Nacional, em Sangalhos, a Grande Medalha de Ouro foi atribuído ao vinho Encontro Baga, Bairrada tinto 2011 da Quinta do Encontro.

Aqui deixamos os resultados:

Espumantes com estágio até 24 meses
OURO: M&M Gold Edition, Beira Atlântico – Espumante branco, Cave Central da Bairrada
PRATA: Argau, Beira Atlântico – Espumante branco da Casa dos Barbas; Marquês de Marialva, Beira Atlântico – Espumante Bical e Arinto branco 2014 da Adega de Cantanhede

Espumantes com estágio igual ou superior a 24 meses
OURO: Encontro Special Cuvée, Bairrada Espumante branco 2011 da Quinta do Encontro; Lopo de Freitas, Bairrada Espumante branco 2011 das Caves do Solar de São Domingos; Milheiro Selas, Bairrada Espumante branco 2012 de António Assunção Coelho Selas; Quinta dos Abibes Sublime, Bairrada Espumante branco 2012 da Quinta dos Abibes; Rama Blanc de Blanc Special Cuvée, Bairrada Espumante branco 2012 de Jorge Manuel Ferreira Rama; São Domingos Velha Reserva, Bairrada Espumante branco 2011 das Caves do Solar de São Domingos
PRATA: Quinta dos Abibes Sublime, Bairrada Espumante branco 2010 da Quinta dos Abibes

Espumantes brancos de casta BAGA
OURO: Marquês de Marialva Blanc de Noir, Baga@Bairrada Espumante branco 2014 da Adega de Cantanhede

Vinho branco
OURO: Marquês de Marialva, Bairrada Reserva Arinto branco 2015, da Adega de Cantanhede; Volúpia, Bairrada branco 2015 das Caves do Solar de São Domingos

Vinho tinto
OURO: 2221 Terroir Cantanhede, Bairrada tinto 2011 da Adega Cooperativa de Cantanhede; Aliança Baga, Bairrada tinto 2009 da Aliança Vinhos de Portugal; Porta dos Templários, Bairrada tinto 2014 das Caves Arcos do Rei; Quinta da Lagoa Velha Premium, Bairrada tinto 2015 de Carlos Silva Neto; Tagarela, Bairrada tinto 2015 de Carlos Silva Neto; Vale da Brenha, Beira Atlântico Reserva Baga e Bastardo tinto 2013 de Manuel Jesus Silva
PRATA: Kompassus, Bairrada Reserva tinto 2013, de Kompassus;São Domingos Grande Escolha, Bairrada tinto 2012, das Caves do Solar de São Domingos; Vale da Brenha, Beira Atlântico Reserva Baga e Bastardo tinto 2012 de Manuel Jesus Silva

GRANDE OURO
Grande Medalha de Ouro, Encontro Baga, Bairrada tinto 2011 da Quinta do Encontro

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Região: “Encontro com o Vinho e Sabores” de 30 de setembro a 2 de outubro


Setembro e outubro são meses de eleição na nossa Bairrada. É tempo de vindimas e a azáfama e euforia tomam conta dos que se dedicam a esta atividade. É tempo de celebrar, reunindo o que de melhor há na região. Para dar corpo a esta máxima, realiza-se pelo quarto ano consecutivo o “Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada” (EVSB), um evento que promove os néctares e a gastronomia, mas também a oferta turística.
O evento realiza-se de 30 de setembro a 2 de outubro no Velódromo Nacional – Centro de Alto Rendimento de Sangalhos, numa organização conjunta da Comissão Vitivinícola da Bairrada, do Município de Anadia e do Turismo do Centro de Portugal, com produção da Revista de Vinhos e apoio da Rota da Bairrada, Instituto da Vinha e do Vinho, ViniPortugal, entre outras entidades.

Mesmo formato. O sucesso das edições anteriores dita que o formato se mantenha: feira de vinhos e sabores ao longo dos três dias do evento, três provas de vinhos comentadas por críticos da Revista de Vinhos (uma por dia), dois jantares temáticos e a edição de 2016 do “Concurso de Vinhos e Espumantes Bairrada”.
“Bairrada – Três Vindimas de Excelência: 1991, 2001 e 2011” dá mote à tão entusiasta e marcante prova com que Luís Ramos Lopes, crítico de vinhos e director editorial da Revista de Vinhos, vai brindar aos enófilos que se inscreverem na prova que vai ter lugar no sábado, no Museu do Vinho Bairrada.
A primeira prova acontece na sexta-feira; com o nome “Bairrada Blend”, comporta vinhos brancos e tintos que misturam castas clássicas com outras menos tradicionais, mantendo o forte caráter da região. A de domingo é dedicada aos “Espumantes de Baga”, onde se incluem os novos Baga@Bairrada.
Tendo como palco o restaurante do espaço onde se realiza o EVSB, o leitão da Bairrada volta a ser rei à mesa do jantar temático “Sabores da Terra”, que este ano vai ser servido pela equipa da Nova Casa dos Leitões. No sábado, o bacalhau dá mote ao jantar “Sabores do Mar”, sendo confecionado com a mestria criativa da cozinha do Salpoente.
A entrada no evento é livre, sendo que, para as provas, é necessário adquirir um copo e bolsa, por 3 euros (2 euros a quem apresente convite devidamente preenchido). As Provas Comentadas ficam por 10 euros sexta-feira e domingo; e 20 euros para a de sábado.
O preço dos Jantares Temáticos é de 35 euros, com vinhos incluídos.
O Encontro com o Vinho e Sabores abre às 17h na sexta-feira e encerra às 22h; sábado, das 15h às 22h, e domingo, entre as 15h e as 20h.

PROGRAMA
Sexta-feira, 30 set.
17h – Inauguração
18h – Prova “Bairrada Blend”, por crítico de vinhos da Revista de Vinhos
19h30 – Entrega de Prémios do ‘Concurso de Vinhos e Espumantes Bairrada 2016’
20h – Jantar Temático “Sabores da Terra”, por Nova Casa dos Leitões (no restaurante do EVSB)
22h – Encerramento
Sábado, 1 out.
15h – Abertura
18h – Prova “Bairrada – Três Vindimas de Excelência: 1991, 2001 e 2011, por Luís Lopes (no Museu do Vinho Bairrada)
20h – Jantar Temático “Sabores do Mar”, por Salpoente (no restaurante do EVSB)
22h – Encerramento
Domingo, 2 out.
15h – Abertura da Feira
15h30 – Prova “Espumantes de Baga”, por crítico de vinhos da Revista de Vinhos
20h – Encerramento do EVSB

Encontro com o Vinho e Sabores: já vai na 4.ª edição

O “Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada” teve a sua primeira edição em 2013.
A iniciativa surgiu de uma vontade conjunta de promover o que de melhor a região tem, capitalizando para (re)afirmar a identidade Bairrada através da promoção dos seus produtos mais emblemáticos, como sejam os vinhos e espumantes Bairrada – com certificação de Denominação de Origem –, mas também a sua gastronomia ímpar, com destaque para o leitão da Bairrada, o pão da Mealhada e a sua riquíssima doçaria regional: ovos moles de Aveiro, Amores da Curia, queijadas de Águeda, Folar de Vale de Ílhavo, entre outras iguarias.
Este é um evento capaz de atrair milhares de visitantes e que pretende valorizar a imagem da região numa oferta turística integrada onde as valências de enoturismo, do turismo termal, hotelaria e restauração constituem um fator dinamizador.

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Novo Cartaz do “Bairrada em Prova” nos Espaços Bairrada


A Associação Rota da Bairrada apresenta um novo cartaz do “Bairrada em Prova”, em vigor desde o dia 16 até ao dia 31 do mês de agosto. Uma oportunidade de degustar uma nova paleta de vinhos da região nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro.

Entre os dias 16 a 31, a Rota da Bairrada integra no cartaz do “Bairrada em Prova” numa edição especial de três novos vinhos Bairrada. Um espumante, um vinho branco e um vinho tinto, que envergam a marca do Comité Olímpico de Portugal Bairrada nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Esta forma de provar vinhos Bairrada está disponível todos os dias de semana e fim de semana dentro do horário de funcionamento dos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro. Todos os interessados podem desfrutar de uma prova sempre acompanhada por um elemento da Associação Rota da Bairrada que apresenta de uma forma muito acessível as principais notas sensoriais dos néctares a degustar. O valor simbólico de 3 euros cobrado pela prova é oferecido sempre que se realizem compras de valor igual ou superior a 10 euros.

Todos os enófilos estão, uma vez mais, convidados a desfrutar de uma experiência vínica degustando alguns dos melhores vinhos da região Bairrada.

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