O Tribunal de Águeda pode perder o Juízo de Instrução Criminal, com a próxima alteração ao mapa judiciário, em janeiro do próximo ano, alerta o presidente da Delegação de Águeda da Ordem dos Advogados, Joaquim Almeida.

A acontecer a extinção local desta valência – que para além de Águeda serve, também, os concelhos de Albergaria-a-Velha, Anadia, Mealhada, Oliveira do Bairro e Sever do Vouga  – “será uma grande perda para Águeda e para toda a região”, refere Joaquim Almeida, que diz sentir-se “revoltado”, apontando “incoerência” ao Governo, na medida em que “prometeu reabrir os tribunais encerrados pela alteração ao mapa judiciário, mas agora prepara-se para fechar esta importante valência para Águeda e para toda esta vasta região”.

O assunto levou a uma reunião, no passado dia 25 de outubro, entre os representantes da Ordem dos Advogados de Águeda, Anadia, Sever do Vouga e Ílhavo, aberta a todos os advogados da área abrangida por este Juízo, com a presença de António Sá Gonçalves, vice-presidente do Conselho Regional da Ordem de Advogados de Coimbra.

Advogados pedem a intervenção dos presidentes das seis Câmaras para impedir o fecho desta valência.

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