A Universidade de Aveiro (UA) atualizou o seu Plano de Prevenção e Atuação Face à COVID-19 prevendo o levantamento progressivo das medidas de contenção. Entre as medidas estabelecidas nesta atualização do Plano estão uma evolução para o teletrabalho parcial, a disponibilização de testes de diagnóstico COVID-19 à comunidade da UA, assim como de equipamentos de proteção (máscaras e viseiras, por exemplo), e também de máscaras aos visitantes.

A atualização do Plano de Prevenção e Atuação Face à COVID-19 prevê a retoma progressiva da atividade presencial e a definição de medidas de prevenção e mitigação dos riscos associados à pandemia. As medidas seguem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (CEPCD), bem como o Plano de Contingência Nacional e as Orientações emanadas pela Direção Geral de Saúde (DGS).

“Pretende-se, com esta atualização do documento, definir os procedimentos de atuação a cumprir na retoma progressiva da atividade presencial, garantindo a segurança e bem-estar da comunidade UA, delinear medidas de prevenção e mitigação associadas à Covid-19 e assegurar a monitorização da situação, bem como a recolha e comunicação de informação relativa à COVID-19”, diz a UA.

Testes de diagnóstico para a comunidade UA

Serão disponibilizados testes de diagnóstico à comunidade UA que utilize as instalações de forma regular e sempre que o risco o justificar e haverá medição da temperatura voluntária com equipamento disponível nas salas de isolamento.

A UA distribuirá máscaras à comunidade UA e aos visitantes, e viseiras aos elementos que trabalhem em contacto com o público. A entrada nos edifícios só será permitida a pessoas que utilizem máscara e os elevadores serão reservados a pessoas com mobilidade reduzida e a transporte de cargas.

Como medidas de prevenção, serão reforçadas, quer a higienização dos objetos/locais de maior contacto, quer a ventilação dos espaços, e serão disponibilizados meios de desinfeção para a higienização complementar.

Progressivo trabalho presencial, minimizando o risco

O trabalho em regime presencial será organizado em turnos, através de um sistema de escala rotativo, procurando-se restringir o universo dos trabalhadores em contacto presencial. A troca de turnos terá de respeitar um tempo mínimo para higienização e ventilação entre utilizações. No entanto, os membros da comunidade UA e que integrem os grupos considerados vulneráveis e de risco estarão em regime de teletrabalho até indicação em contrário

Os locais de trabalho, de ensino, de investigação, as áreas restauração ou bares serão reorganizados fisicamente por forma a que a sua utilização se restrinja a 50% ou menos da lotação máxima. Nos casos em que não seja possível identificar a lotação dos espaços, será adotada a medida de delimitação física de, pelo menos, um metro entre pessoas, assumindo o uso de máscaras.

Os locais de atendimento ao público serão equipados com barreiras físicas entre os técnicos administrativos e de gestão e o utente. As entradas e saídas dos locais terão, sempre que possível, vias de acesso distintas para minimizar o contacto e manter o distanciamento físico aconselhado.