Autor: Catarina Cerca

Programa “Escolhas” chega também a Vagos

É a quarta geração do programa “Escolhas”, direccionado ao reforço da coesão social e promoção da inclusão social de crianças e jovens, alegadamente provenientes de “contextos socioeconómicos mais vulneráveis”. Das 17 candidaturas aprovadas na região, apenas uma é de Vagos, o que acontece pela primeira vez. Fica a dever-se à perseverança da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (EPADR), promotor do projecto “Escol(h)as em Boa Hora”, que engloba vários parceiros. Santa Casa da Misericórdia de Vagos, Centro de Novas Oportunidades da Boa Hora (a funcionar na escola), Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Vagos, Associação Boa Hora, Agrupamento de Escolas de Vagos e Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA) fazem parte do consórcio. A entidade gestora do projecto, que é transversal, será a Santa Casa, a quem foi entregue o montante da comparticipação estatal, 186 mil euros. Com a duração de três anos (Janeiro de 2010 a Dezembro de 2012), o projecto, que envolve 126 adolescentes e jovens por ano, abarca as vertentes da inclusão escolar e educação não formal, inclusão digital (tecnologias da informação e comunicação), empreendedorismo e capacitação. De acordo com Fernando Santos, presidente da EPADR, é intenção englobar no mesmo programa escolas, associação de âmbito social, Juntas de Freguesia e também a Câmara Municipal. “São elas, afinal, que conhecem e estão mais próximas da realidade”, referiu aquele docente, destacando que os alunos da Escola...

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EB 2/3 de Oliveira do Bairro promove Segurança na Internet

A Internet é extraordinária! Possibilita a aprendizagem, a troca de informações, a conversa, o contacto com gente de culturas diferentes, a construção de amizades, a realização de jogos… mas é preciso muito cuidado. Daí que as professoras de Informática e a professora Bibliotecária responderam ao desafio lançado às escolas e, de 8 a 12 de Fevereiro, desenvolveram actividades na sala de aula e na Biblioteca Escolar, com o objectivo de promover o uso crítico do computador e da Internet. Todas os alunos das turmas do 2.º e 3.º ciclos e dos Cursos de Educação e Formação de Pintura e Mecânica foram sensibilizados para os cuidados a ter com o computador (fazer actualizações periódicas do sistema operativo e software, fazer cópias de segurança e usar um antivírus actualizado); com a criação de palavras-passe (devem ser longas, para serem seguras, misturando letras, números e símbolos); com a saída dos e-mails, plataformas, fóruns, Messenger (deve ser sempre em segurança); com as regras de cidadania, (fazer uso do lema “Tratar os outros como gostarias de ser tratado”); com as situações de perigo físico e financeiro (nunca conversar com estranhos ou fornecer informações pessoais), com os direitos de autor (nunca fazer downloads ilegais); com a recepção de ficheiros enviados por desconhecidos (deitar ao lixo e nunca abrir); entre outros. No final de cada sessão, receberam um desdobrável com as principais regras de utilização do...

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“Recortes de história” sobre Anadia em exposição

No Museu José Luciano de Castro, em Anadia, vai ser inaugurada no próximo sábado, dia 20, pelas 15h, a exposição “Recortes de História”. O anadiense, João Venâncio Marques, vai, assim, dar a conhecer alguns dos seus dossiês onde guarda memórias do concelho publicadas na imprensa. O espólio traduz-se num arquivo de documentos jornalísticos, que João Venâncio Marques começou a “recortar”, aos 11 anos de idade, onde se pode saber mais sobre o passado de Anadia, a Bairrada e suas gentes, bem como de outros assuntos que o coleccionador acha de interesse. Há mais de 65 anos que mantém esta actividade, permanente e inesgotável, sobre uma temática que não tem fim. Instituições como a Banda de Música de Anadia, Santa Casa da Misericórdia, Bombeiros Voluntários e personalidades como Fausto Sampaio, Rodrigues Lapa e Toni (Benfica), ganham personalidade nos recortes. Os dossiers têm sido consultados por alunos, alguns estudantes universitários, e também por historiadores. A entrega do espólio à Misericórdia de Anadia é fruto de um anseio pela abertura e colaboração. A Biblioteca José Luciano de Castro fica, desta forma, mais rica, albergando um legado em forma de milhares de...

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Climabustos inaugura novas instalações

Fundada em 1993, foi, na altura, pioneira na venda e instalação de recuperadores de calor. Hoje, após um percurso de 17 anos, continua a marcar uma posição de liderança na região, graças ao lema que a move: satisfação total do cliente mais exigente. Falamos da Climabustos, que nasceu pelas mãos de três sócios. Contudo, por força da sua expansão e da necessidade de prestar um melhor serviço aos seus clientes é actualmente constituída por cinco sócios que a têm desenvolvido, de forma equilibrada e sustentada. Com novas instalações desde Janeiro, na Rua do Sobreiro, em Bustos, a Climabustos possui já uma vasta área de negócio que se desenvolve na zona centro, (compreendida entre o Porto, passando por Aveiro, Coimbra, Leiria até Lisboa). Mas com maior expressão na zona da Bairrada onde se situa o maior número de clientes. O sócio-gerente, Fernando Oliveira, reconhece que a mudança de instalações faz parte da estratégia de crescimento. Agora, na Rua do Sobreiro, em instalações mais amplas, possibilitando à empresa ter uma exposição mais abrangente da gama de produtos que comercializa e instala, permitindo também atender, com todo o conforto, os muitos clientes que por aqui passam. Ciente que a fidelização é determinante para o sucesso do negócio, a Climabustos aposta também “num bom serviço pós-venda, numa assistência rápida e num trabalho de grande qualidade”, sublinha o empresário. Postura que a distingue da...

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ASAE fecha mercado de peixe na Vagueira

O mercado de peixe da Vagueira foi encerrado por falta de condições. A “sentença”, decorrente de uma visita inspectiva da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE), foi conhecida há uma semana, e terá apanhado de surpresa a autarquia, e principalmente os comerciantes que, desde há mais de uma década, ali têm o seu “ganha-pão”. Tanto quanto se sabe, para além de inestético, o mercado “não possui condições” para a venda do pescado. E pelos vistos, a visita daquele organismo, que nunca tinha entrado naquele espaço, até tinha “razões de sobra” para actuar como actuou. “Falta tudo o que é de lei”, considerou uma peixeira, Rosa Maria, confirmando que as exigências da ASAE passam, entre outras correcções, pela alteração do revestimento das bancas ou a cobertura do edifício. Mas a verdade é que há investimentos feitos pelos vendedores, que necessitam de ser rentabilizados. Um deles, adquiriu recentemente uma carrinha frigorífica para transporte de pescado, que alegadamente “ainda não está paga”. “Quem vai pagar esta paragem?”, questionou outro comerciante, sublinhando que “se o peixe acabar acaba também a Vagueira”. A esta e outras perguntas terá respondido, ontem, a autarquia, que tinha agendado, com carácter de urgência, uma reunião com os cinco operadores do mercado da Vagueira. Decorreu nas instalações do Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA), entidade que tem coordenado “quase tudo” o que se faz na praia da Vagueira,...

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