Indisciplina, desmotivação, dificuldade de concentração, insucesso escolar, burocracia, são temas recorrentes, que justificariam uma reflexão séria da comunidade, analisando “a educação que proporcionamos às crianças e jovens”, na família, na escola, nas atividades extracurriculares.
Detendo-nos no papel da escola, a reconfiguração das práticas pedagógicas e a adaptação do processo ensino-aprendizagem ao desenvolvimento tecnológico deverão ser uma prioridade:
- a escola passar de transmissora de saberes a incubadora de conhecimento através da recolha, seleção, relacionação de informação, experimentação;
- o professor “sabe-tudo” depositário de saber acumulado, passar a coordenador-orientador, promotor do trabalho colaborativo, de projetos interdisciplinares, despertador da curiosidade;
- o aluno recetor-reprodutor passar a aluno-construtor, crítico;
- levar a sala de aula à comunidade e trazer a comunidade à escola;
- utilizar as novas tecnologias como facilitadores da aprendizagem, incluindo o malfadado telemóvel como ferramenta de trabalho.
- metodologias tradicionais enriquecidas com metodologias ativas;
Em suma, formar crianças e jovens motivados, participativos, empreendedores, aptos a responder aos desafios futuros.
Felizmente já muitas escolas estão atentas!
