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Agricultores queixam-se do baixo preço da batata


A Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro /ALDA reuniu, no dia 9 de julho, com produtores de batata do concelho de Oliveira de Bairro, na freguesia do Troviscal, para debater “a situação desastrosa dos baixos preços à produção”.
Os agricultores aprovaram um documento que será enviado aos partidos políticos com representação na Assembleia da República, Ministério da Agricultura e Presidência da República.
Segundo João Sousa, que faz parte da ALDA, “as mais de três dezenas de presenças deixaram claro que os preços praticados à produção não chegam para pagar um terço das despesas de instalação e ciclo da cultura”. “A revolta entre a produção é muita e o sentimento geral é que investiram na cultura, têm batata de qualidade, mas os valores praticados (5 cêntimos) são humilhantes e promovem o desastre e o colapso dos pequenos e médios agricultores familiares”, acrescenta.
João Sousa diz que “os produtores pretendem denunciar a situação e pedem que o Governo e o Ministério da Agricultura tomem medidas urgentes”.
João Sousa refere ainda que muitos agricultores preferem deixar as batatas na terra do que estar a pagar para as arrancarem e terem prejuízo.
Argumenta que o preço justo seria a 20 cêntimos o quilo e, mesmo assim, o consumidor poderia na mesma “pagar os 40 ou 50 cêntimos praticados”.

Leia a notícia completa na edição digital ou impressa do JB de 17 de julho de 2014

Posted in Oliveira do Bairro, Por Terras da BairradaComments (0)

Associação quer suspensão das obras do Parque da Ciência em terrenos agrícolas


A Associação da Lavoura do Distrito de Aveiro (ALDA) criticou ontem a decisão de construir o Parque da Ciência e Inovação, liderado pela Universidade de Aveiro, na Coutada , Ílhavo, “nos melhores terrenos agrícolas em produção”.

Em comunicado, aquela organização de produtores, afeta à Confederação Nacional de Agricultura (CNA), refere ver “com grande preocupação” a escolha daquele local e apela “aos órgãos de soberania” que intervenham no sentido da obra não avançar.

“Como é possível que falem na necessidade de trabalharmos e produzirmos mais, para aliviar as importações e estarem a criar bancos de terras, se estão a roubar aos proprietários as melhores terras em produção?”, interroga a ALDA.

Aquela associação observa que “não foi apresentada uma alternativa credível para a construção do Parque de Ciências em terrenos que não ponham em causa os melhores terrenos agrícolas” daquela freguesia.

Questiona também se foi pedido parecer à Direção Regional da Agricultura e, caso exista, quais foram os pressupostos para a decisão, bem como a outras entidades.

“Esta Associação constata a pressa da construção de tal obra em curso nos melhores terrenos agrícolas, forçando os proprietários a abandonar as suas terras e as suas casas, sem alternativas, nem explicação da construção desta obra e da sua rentabilidade”, refere o comunicado da ALDA.

A associação lamenta ainda que “não tenham sido respeitadas a permanência dos proprietários e da sua história familiar nos terrenos ao longo de décadas”.

No início de fevereiro um grupo de moradores da Coutada, juntamente com a Quercus, havia organizado um protesto contra a construção do Parque da Ciência e Inovação, devido “aos impactos ambientais das novas construções, numa área da Zona de Proteção Especial da Ria de Aveiro”.

Ouvido na ocasião pela Lusa, Ribau Esteves, cuja câmara integra a sociedade constituída para gerir o Parque, sustentou que “o estudo de impacto ambiental respondeu com toda a clareza que é a única zona para construir o Parque”, dentro da lógica de um parque integrado no Campus Universitário.

Quanto a queixas dos moradores pelos valores oferecidos pelos terrenos, Ribau Esteves respondeu que foram feitas avaliações por técnicos da câmara oficial de avaliadores, quer aos terrenos, quer às benfeitorias”, garantindo “todo o rigor” no processo e adiantando haver acordo com mais de 75 por cento dos proprietários, das cerca de 200 parcelas envolvidas.

O Parque da Ciência e Inovação, que ocupará terrenos nos municípios de Ílhavo e Aveiro, vai ser gerido por uma sociedade anónima, composta pela Universidade de Aveiro, 11 municípios da região e empresas, envolvendo um investimento da ordem dos 35 milhões de euros, dos quais 80 por cento com financiamento europeu.

O novo espaço irá compreender três polos nas áreas da ciência, experimentação e empresarial, permitindo a instalação de empresas de base tecnológica.

A Universidade de Aveiro, que lidera o projeto, prevê que o Parque da Ciência e Inovação venha a criar 5000 postos de trabalho diretos e 10 mil indiretos, numa década.

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