Define-se como uma “apaixonada” pelo que faz e uma otimista por natureza. De uma exigência extrema para consigo própria, não tolera a incompetência. Aos 36 anos, a anadiense (natural de Aguim) Cláudia Faria acaba de concluir o doutoramento e é considerada uma das mais promissoras neurocirurgiãs do país.
Há uma década a trabalhar ao lado do Professor Lobo Antunes, classifica a experiência de “extraordinária e muito enriquecedora”.
Fez do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, a sua segunda casa, da neurocirurgia pediátrica e da investigação na área dos tumores cerebrais dois dos seus maiores desafios. Por isso, no âmbito do doutoramento, trabalhou três anos no Canadá, num dos maiores centros de investigação de tumores cerebrais a nível mundial.
Em entrevista, realça que o médico deve saber ouvir os doentes, mas também ser generoso e ter compaixão, assim como acredita que o cancro se vai tornar numa doença crónica e que vão ser descobertas terapias cada vez mais eficazes, que permitirão aos doentes viver mais tempo e com maior qualidade de vida.
Ler entrevista completa na edição desta semana do Jornal da Bairrada. Páginas 6 e 7.